Reading view

Éthiopie: la correspondante du journal français La Croix expulsée, un message inquiétant selon le quotidien

Accréditée dans le pays depuis 2023 pour le journal La Croix et donc autorisée à travailler dans toutes les régions, Augustine Passily a dû quitter le territoire à la demande des autorités alors qu'elle rentrait d'une mission de reportage de 3 jours dans le Tigré. Une zone ravagée par la guerre entre 2020 et 2022. Pour le chef du service international du quotidien, Thomas Hofnug, l'expulsion d'Augustine Passily est un message inquiétant pour la profession et la liberté de la presse. 

  •  

Siete heridos por ataque ucraniano contra un mercado en Lugansk

Moscú, 13 jun (Prensa Latina) Al menos siete personas resultaron heridas por el ataque de un dron contra un mercado en la localidad de Svátovo en la República Popular de Lugansk, informó hoy el jefe de la región, Leonid Pásechnik.

The post Siete heridos por ataque ucraniano contra un mercado en Lugansk first appeared on Noticias Prensa Latina.

  •  

Thaïlande: après la mort de la princesse Bajrakitiyabha, les interrogations planent sur la succession

Le gouvernement thaïlandais a annoncé 15 jours de deuil national en hommage à la princesse Bajrakitiyabha, fille aînée du roi Rama X, décédée jeudi à l’âge de 47 ans, après plus de 3 ans de coma suite à un grave malaise cardiaque. Depuis l’annonce de sa mort, tous les médias thaïs consacrent leurs Unes à l’une des figures les plus respectées de la famille royale. Le décès de la princesse relance aussi les interrogations sur la succession.

  •  

En amont du G7, une visite de Narendra Modi en France dans un contexte de guerre au Moyen-Orient

Vu de New Delhi, la visite de Narendra Modi en France, à l'occasion du G7, intervient à un moment délicat. Les tensions au Moyen-Orient, les rivalités géopolitiques et la compétition économique mondiale pèsent sur les intérêts indiens. Dans ce contexte, New Delhi cherche à faire entendre sa voix tout en consolidant ses partenariats stratégiques. La France figure parmi ses interlocuteurs privilégiés. 

  •  

Arrivée à Bangui d'un premier avion transportant des migrants expulsés des États-Unis

En République centrafricaine, après des jours d’attente et de spéculations, un premier avion transportant des migrants expulsés des États-Unis a atterri vendredi soir 12 juin à Bangui. Une opération menée en toute discrétion et dont les contours restent flous. Les autorités n'ont pas communiqué sur ce transfert.Cet accueil s’inscrit dans la stratégie de l’administration américaine visant à transférer certains migrants vers des pays tiers. La République centrafricaine est le dernier pays africain en date à avoir accepté un tel accord. 

  •  

Qual será o impacto da Copa do Mundo no governo Trump? Entenda

A Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, chega em um momento politicamente ambíguo para o presidente americano, Donald Trump.

O torneio, que teve início na última quinta-feira (11), tem colocado em evidência tanto as dificuldades econômicas enfrentadas pelos americanos quanto às tensões diplomáticas do governo com países africanos.

Durante participação no videocast Fora da Ordem, o analista de internacional da CNN Brasil, Lourival Sant’Anna, avaliou que o evento esportivo acaba funcionando como um espelho das contradições do atual momento político e econômico dos Estados Unidos.

Dificuldades econômicas em evidência

O que mais repercute internamente, de acordo com Lourival, são as dificuldades financeiras da população americana para acompanhar o torneio.

“As passagens aumentaram de preço e os hotéis não estão com a ocupação que esperavam”, afirmou o analista.

Ele destacou que a Copa acaba colocando em evidência os problemas econômicos que os americanos enfrentam, relativos ao alto custo de vida e ao choque de energia causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.

Caso do árbitro somali

Outro ponto de repercussão negativa para o governo americano foi o impedimento da entrada do árbitro somali Omar Artan nos Estados Unidos.

Celebrado em toda a África após ser selecionado para a equipe de arbitragem da Copa, Omar foi retido por cerca de 11 horas pelas autoridades americanas, que alegaram ter encontrado evidências de ligação dele com o Al-Shabaab, grupo terrorista ligado à Al-Qaeda na Somália. O árbitro negou qualquer vínculo com o grupo e declarou não conhecer ninguém ligado a ele.

Ao retornar à Somália, onde foi recebido pelo presidente do país, Omar fez declarações consideradas “muito suaves”, sem criticar diretamente os Estados Unidos.

“Ele tem 34 anos de idade e disse esperar ter oportunidade de um dia ser árbitro em uma outra Copa”, afirmou Lourival.

O analista ressaltou que casos semelhantes de impedimento de entrada também afetaram iraquianos, iranianos e outros profissionais de países africanos.

Desgaste com o continente africano

Para Lourival, o episódio reacende feridas antigas entre os africanos e Trump.

O analista citou declarações anteriores do presidente americano nas quais ele teria usado termos depreciativos para se referir ao continente africano e à comunidade somali nos Estados Unidos, além de ter pedido que deputadas de minorias — como Ilhan Omar, Rashida Tlaib, Alexandria Ocasio-Cortez e Presley — “voltassem para os países delas”, gerando o slogan “send them back” de seu primeiro mandato.

Segundo o analista, todas essas tensões favorecem a China, que já possui enorme projeção sobre o continente africano.

“As feridas se reabrem e isso favorece a China, a projeção e a disputa por influência que ela tem na África com os Estados Unidos e com o Ocidente, com a Europa de maneira geral”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
  •  

Portugal tem este sábado cerca de 140 concelhos em perigo máximo de incêndio

Todo o país está este sábado sob Aviso Amarelo, exceto o Algarve onde há sete concelhos em perigo máximo de incêndio

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para este sábado, 13 de junho, cerca de 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental em perigo máximo de incêndio rural, sendo os concelhos que estão em perigo máximo nos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.

No Algarve o IPMA colocou em perigo máximo os concelhos de Aljezur, Monchique, Portimão, Silves, Loulé, São BRás de Alportel e Tavira, tendo também colocado este sábado vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Lisboa, Beja e Faro em perigo muito elevado e elevado de incêndio.

O instituto refere que o perigo de incêndio rural vai manter-se máximo e muito elevado pelo menos até domingo devido ao tempo quente, sendo que este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo os cálculos obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

Proteção Civil recomenda medidas preventivas à população

Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.

Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.

Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.

Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.

Portugal continental regista temperaturas elevadas com valores da temperatura máxima a variar entre os 23 graus Celsius em Sagres e os 37 graus em Évora.

O IPMA prevê para este sábado céu pouco nublado, com aumento de nebulosidade no interior Norte e Centro durante a tarde, com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoada.

  •  

Marmelete acolhe lançamento de nova edição da Fábrica de Memórias

A aldeia de Marmelete acolhe no próximo dia 21 de junho, pelas 16:00 horas, o lançamento da 2.ª edição da revista Fábrica de Memórias.

O lançamento, segundo nos informa a Associação Vicentina, acontece no dia que assinala o solstício de verão, dando continuidade ao ciclo iniciado com a primeira edição no solstício de inverno.

Nesta segunda edição, reúnem-se novamente conteúdos que valorizam o património material e imaterial do concelho, abordando temas como as práticas agrícolas, a arquitetura, as festividades e os modos de vida locais. Ao longo desta edição, destaca-se a água enquanto elemento estruturante do território e recurso distintivo de Monchique no contexto regional. O património cultural imaterial assume também particular valor, através de um conjunto de oralidades recolhidas e registadas em Alferce e Marmelete, dando relevância à riqueza da tradição oral do concelho.

A sessão terá lugar às 16:00 horas, no Largo da Igreja de Marmelete, reunindo comunidade local, participantes e colaboradores do projeto para dar a conhecer os conteúdos desta nova edição. Após a apresentação da publicação, pelas 16h30, terá início o percurso cultural e “O Caminho das Fontes”, uma iniciativa concebida para assinalar o lançamento da revista e promover a ligação das diferentes gerações ao património cultural local.

Com partida no Largo da Igreja, o percurso conduzirá o público por algumas das fontes da aldeia, palco de momentos dedicados à partilha de cantigas, tradições orais, histórias e crenças associadas às festividades de verão. A entrada é livre.

A revista Fábrica de Memórias é uma das ações do projeto Cluster Criativo – Monchique Fábrica de Memórias, um projeto que resulta da parceria entre a Associação Vicentina e o Município de Monchique, financiado pelo Programa Regional Algarve 2030 através da operação Inclusão pela Cultura. Com duas edições anuais, publicadas em junho e dezembro, a publicação assume-se como um instrumento de valorização do património cultural material e imaterial e de promoção do envolvimento da comunidade em ações de valorização e preservação do mesmo.

O projeto pode ser acompanhado através das redes sociais em:
https://www.facebook.com/profile.php?id=61585575959183&locale=pt_PT

  •  

Malaisie: face à la fragmentation d'habitat, des passerelles aériennes pour protéger le langur à lunettes

En Malaisie, le langur à lunettes, une espèce de singes, est au centre des préoccupations de plusieurs ONG. Il est en effet menacé par la fragmentation de son habitat avec la déforestation et l'urbanisation, des contacts de plus en plus fréquents avec les hommes et leurs moyens de transport, ou encore le braconnage. Pour remédier à ces diverses problématiques sur l'île malaisienne de Penang, le groupe de conservation Langur Project Penang met en place des passerelles aériennes avec pour objectif de sauvegarder l'espèce.

  •  

Après les élections, l'Arménie toujours entre Moscou et Bruxelles ?

JPEG - 111.5 kio
Arshile Gorky. — « Composition », entre 1936 et 1937.

Le résultat des élections législatives du 8 juin 2026 semble avoir conforté le tournant pro-occidental du premier ministre arménien Nikol Pachinian ainsi que sa politique en faveur de la paix avec l'Azerbaïdjan. Avec près de 50% des suffrages, son parti « Contrat civil » a nettement devancé ses deux principaux concurrents (Arménie forte et Alliance arménienne, respectivement 23 et 10 %). L'opposition critique la normalisation des relations avec l'Azerbaïdjan tout comme la décision du gouvernement de suspendre en 2024 sa participation à l'Organisation du traité de sécurité collective (OTSC). Cette alliance militaire régionale pilotée par la Russie n'a jamais eu le mandat, ni la volonté, d'empêcher la récupération de l'enclave arménienne du Haut-Karabakh par la force. L'opposition estime cependant que seul le maintien du lien sécuritaire avec Moscou permettra de tenir une position de fermeté vis-à-vis de Bakou alors que le pré-accord de paix signé sous l'égide des États-Unis en août 2025 attend toujours d'être mis en œuvre.

Centrée sur l'orientation géopolitique du pays, la campagne s'est déroulée sous le signe des ingérences croisées. Depuis que le camp pro-européen se trouve affaibli par la répression en Géorgie, l'Arménie fait désormais figure, pour les Occidentaux, de porte d'entrée dans le Caucase, zone d'influence russe. Un mois avant le scrutin, une quarantaine de chefs d'État et de gouvernements du Vieux Continent se réunissaient à Erevan pour le huitième sommet de la Communauté politique européenne (CPE) suivi du premier sommet Union européenne-Arménie. Des annonces en cascade d'investissements — 2,5 milliards d'euros d'ici 2027 — et d'aide économique ont marqué ces rencontres. De son côté, au prétexte de problèmes phytosanitaires, la Russie a entravé les importations arméniennes de fleurs, tomates, concombres et autres produits agricoles, dans le but probable de donner aux électeurs un avant-goût des conséquences économiques d'une prise de distance avec Moscou. Le 29 mai, les présidents biélorusse, kazakh, kirghize et russe ont adopté une déclaration commune au sujet « des risques substantiels pour la sécurité économique des États membres de l'Union économique eurasienne découlant de la préparation de la République d'Arménie à l'adhésion à l'Union européenne » ; ils appelaient Erevan à organiser « dans les plus brefs délais » un référendum à ce sujet.

Ces pressions obligent M. Pachinian à ménager la Russie, de loin son premier partenaire commercial (40% des échanges extérieurs). Le premier ministre arménien a déjà signalé son souhait de rendre visite au président russe dans la foulée du scrutin. Bien que l'Arménie héberge une base militaire russe et aide Moscou à contourner les sanctions occidentale — ses exportations vers la Russie ont presque quadruplé en raison du transit de produits occidentaux sur son territoire arménien — elle ne parvient pas à infléchir la position du Kremlin : il juge impossible la double appartenance d'un pays à la zone de libre-échange européenne et à celle de l'Union économique eurasiatique (UEE), en raison de l'incompatibilité des normes et des risques de concurrence déloyale.

Alors que la presse occidentale l'interprétait comme une menace éhontée, l'appel à l'organisation d'un référendum indique que Moscou souhaite prévenir un scénario à l'ukrainienne, quand, en réaction à l'annulation par le président Viktor Ianoukovitch de l'accord d'association avec l'Union européenne en décembre 2013, une partie du pays s'était soulevée.

Dans « Le Monde diplomatique »

  •  

“Come ogni cittadino di Reggio sono lì a dire: come ca**o è possibile?”: Ligabue commenta il fallimento del Festival alla RCF Arena di Campovolo

Qualche ora prima di salire sul palco dell’Olimpico di Roma, ieri 12 giugno, Luciano Ligabue ha parlato alla stampa anche del legame con Campovolo. L’artista non si è sottratto a una riflessione sulla recente polemica legata all’annullamento dei concerti dell’Hellwatt/Pulse of Gaia nella celebre spianata, nota anche come Rcf Arena di Reggio Emilia.

“Quel progetto è il sogno e la fatica del mio ex manager Maioli, – ha commentato l’artista – che lì si è giocato tutto. Per dare a Reggio un lascito, un’arena che potenzialmente poteva essere il posto della musica per l’intero Nord Italia, ha fatto battaglie per sette anni. Io faccio il tifo per lui, lo sapete quanto ci vogliamo bene”.

E ancora: “Io ho sempre voluto starci fuori perché credevo che il mio nome abbinato a questa cosa non andasse bene, ma anche per non avere grattacapi, dei pensieri in più. Però come ogni cittadino di Reggio sono lì a dire: come cazzo è possibile? Molta gente lo chiede anche a me come se potessi saperlo. Io non lo so come è possibile, ma sono mosso da un’enorme tristezza”.

L'articolo “Come ogni cittadino di Reggio sono lì a dire: come ca**o è possibile?”: Ligabue commenta il fallimento del Festival alla RCF Arena di Campovolo proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  
❌