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Iniciadas buscas por jovem que desapareceu no mar
Foram esta tarde, 11 de junho, iniciadas buscas por um jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido, após, alegadamente, ter ido a banhos na praia do Peneco, concelho de Albufeira.
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Luís Ramos assume liderança da Agência para o PTRR
VTM
O anúncio foi feito após a reunião do Conselho de Ministros, onde se discutiu a criação da Agência para o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. Este plano, com uma duração de nove anos, visa responder às inundações e tempestades que afetaram o país no início de 2026, além de aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional.
O ministro Leitão Amaro reconheceu que existe uma “dimensão de sobreposição” entre a nova Agência e a Estrutura de Missão para a reconstrução da região Centro, mas esclareceu que as funções de cada organismo são distintas. O PTRR inclui um pilar de reconstrução, mas também se foca na prevenção e resiliência das infraestruturas.
Leitão Amaro afirmou que a missão da Agência para o PTRR, sob a liderança de Luís Leite Ramos até 2034, é acompanhar “num nível mais macro o grau de execução” do plano. A Agência também terá a responsabilidade de receber relatórios da Estrutura de Missão para a região Centro e comunicar os resultados ao país de forma agregada.
O ministro elogiou Luís Leite Ramos, descrevendo-o como “um reputado académico com responsabilidades muito reconhecidas” e destacou a sua experiência na interação com diversas entidades públicas, essencial para o sucesso do PTRR. A capacidade de mobilizar a sociedade e a administração pública será crucial para a implementação eficaz do plano.
A criação da Agência para o PTRR representa um passo significativo na resposta do Governo às catástrofes naturais e na preparação para futuros desafios climáticos, com um investimento substancial destinado a garantir a segurança e a resiliência das infraestruturas em Portugal.
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Briton, 23, goes missing during swim at Praia do Peneco, Albufeira

A 23-year-old British man is missing after reportedly going swimming at Peneco Beach in Albufeira. The young man was accompanied by a younger friend, aged 19, who is described as
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EuroDreams: 11 prémios de 562 euros saíram em Portugal
O terceiro prémio do EuroDreams, de 562,82 euros, saiu a 11 apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Outros 101 apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos.
O primeiro prémio (20.000 euros/mês durante 30 anos) e o segundo (2.000 euros/mês durante cinco anos) não foram atribuídos.
O EuroDreams, cujo primeiro sorteio ocorreu no dia 06 de novembro de 2023, foi criado para assinalar o 20.º aniversário do Euromilhões.
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The New Documentary ‘An Ordinary Insanity’


This article was originally published by Progressive Hub on June 11, 2026. It is shared here with permission.
This film presents a synthesis of my father’s book The Doomsday Machine. His book depicts the evil murderousness of nuclear war plans, and the particular dangers posed by ICBMS, with their first strike capability, intended to be launched on warning.
He believed that with these weapons both the U.S. and the USSR/now Russia had constructed Doomsday Machines, capable of destroying most life on earth — machines that are particularly dangerous because neither side acknowledges this reality but continue to proceed as if there were some circumstances in which it was possible to win a nuclear war.
The epigraph from Dad’s book is from Nietzsche: “Madness in individuals is something rare; but in groups, parties, nations and epochs, it is the rule.”
And I am very glad that this film expands on that particular theme with the title: “Ordinary Insanity” — ordinary, as he says, because it is so widely shared.
And that points to a theme that underlies his most recent, posthumous book, Truth and Consequence: Reflections on Catastrophe, Civil Resistance, and Hope. These reflections, drawn from notes he wrote for himself over fifty years, reflect his deep meditation on what kind of flaw in the human species makes us vulnerable to this kind of insanity.
In other words, we have to face, on the one hand, the particular danger posed by the weapons we have created and the strategies that dictate their function and use. But we also have to contend with the kind of danger posed by human beings — all of us capable of participating in projects that are evil, participating in the widest sense through our silence.
If we are to dismantle the Doomsday Machine, it will require widespread and concerted efforts to awaken from the spell of this ordinary insanity. In other words, we need to cultivate an ordinary sanity.
One of the ways of promoting that is through educational efforts such as this film, which may alert the public to the dangers we are facing. But it will also require widespread conscientious action, a kind of pandemic of courage, wisdom, enlightenment, and dedication to the survival of our planet.
Only when such sanity becomes ordinary will we have a chance of surviving the nuclear era.
My dad said that until his last breath he would continue to do everything he could to avert this peril. I am happy that through this film, even after his last breath, he may continue to plant seeds of sanity and hope.
An Ordinary Insanity is free for viewing on the film’s website or on YouTube.
Primavera Sound abre portas no Porto sob sol tórrido com filas de centenas
O festival Primavera Sound abriu portas no Parque da Cidade do Porto às 15:30, num início marcado pelo sol tórrido e por centenas de festivaleiros à espera para entrar no evento que tem hoje como destaque os The xx.
O verdejante Parque da Cidade do Porto voltou a receber mais uma edição do festival Primavera Sound, composto por quatro palcos principais, por onde vão passar mais de 56 artistas até domingo, e por onde se estima que passem 40 mil pessoas por dia, segundo dados da organização.
Marta Fontarra acabou de chegar de Penafiel para vir ouvir os Big Thief com o marido Nuno Moreira e conta à agência Lusa que vem ao Primavera Sound do Porto desde a primeira edição, em 2012.
“Nós viemos à primeira edição e tivemos poucas faltas desde esse ano. Houve alguns anos que viemos só um dia. Houve um ano que por motivos de saúde não viemos mesmo, mas de resto viemos sempre”, recorda Marta Fontarra, afirmando que as bandas que não quer mesmo perder nesta 13.ª edição são Melt-Banana e os cabeça de cartaz Gorillaz e Massive Attack.
“Gorillaz fez talvez o melhor concerto que eu vi neste festival e espero que este ano cumpram esse desígnio. Estou confiante. Massive Attack já os vi noutras salas e também estou confiante de que eles são geniais e hoje os The XX eu não sou grande fã, mas temos os Big Thief, os Nation of Language que eu já os vi cá e são espetaculares. Por isso vai ser uma boa noite de certeza absoluta”, afirmou a festivaleira.
Já Nuno Moreira assume que quer muito ver Idles e Viagra Boys e rever The xx, Gorillaz e Massive Attack e Melt-Banana, apesar de lamentar que o filho de 20 anos não possa vir, por ter de estudar para os exames da faculdade.
Para Nuno Moreira, o mais especial do festival é mesmo a magia e a liberdade que se sente ao entrar “num mundo diferente”. “É o nosso parque de diversão”.
Chris, um sexagenário de Reading, em Inglaterra, veio com a mulher ao festival Primavera Sound e assume que comprou bilhetes pelo alinhamento, mas também pelo bom tempo e calor.
“É um festival com um ambiente muito relaxante, com uma boa dimensão”, afirmou o britânico, referindo que os preços dos ingressos são bastante competitivos, quando comparado com os valores praticados no Reino Unido.
O britânico diz que não quer perder as bandas Nation of Language, Idles, KNEECAP, mas reafirma que todo o cartaz é extraordinário.
Também a jovem britânica Ezra Stitt, de 15 anos, que veio de Bristol com o pai conta que está encantada com o recinto e ansiosa para ver uma das suas artistas preferidas – Ethel Cain – no Primavera Sound.
“O meu pai é um grande fã de Big Thief e eu adoro Ethel Cain, por isso, estou mesmo muito excitada por vê-los ao vivo”, afirmou Ezra.
A adolescente está surpreendida com a “beleza e imensidão do espaço do festival”. “É lindo e enorme, imaginei-o muito mais pequenino”, declarou à Lusa, referindo que vai ficar os quatro dias do festival e depois ainda vai passear no Porto por mais alguns dias.
Hoje ainda vão subir aos palcos do Primavera Big Thief, The xx, Sensible Soccers, Ethel Cain, KNEECAP, Texas Is the Reason, Gelli Haha, Oklou, Agriculture e Ninajirachi, entre outros.
Nos próximos dias vão poder ouvir-se slowdive, Gorillaz, Panda Bear, Viagra Boys, Bad Gyal, Annahstasia, Gisela João, Black Country, New Road, Melt-Banana, Mari Froes, Water From Your Eyes, NAPA, Yard AcT, JADE, Massive Attack, Mike D, Idles, Criolo, Amaro & Dino, Smerz, Sudan Archive, Peggy Gou, entre muitos outros.
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“Olá, tio”. Menina liga para o 112 e denuncia agressor sexual em código
Os números do EuroDreams
É esta a chave do sorteio do EuroDreams desta quinta-feira, 11 de junho: 6, 18, 22, 25, 31, 32 (números) e 5 (número de sonho).
Em jogo para o primeiro prémio está um valor de 20 mil euros por mês durante 30 anos.
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Tem alergias? Cuidado, nos próximos dias há concentrações elevadas de pólen
A concentração de pólenes na atmosfera vai manter-se elevada na maioria das regiões de Portugal continental na próxima semana e com valores baixos nos Açores e na Madeira, segundo o Boletim Polínico hoje divulgado.
Segundo as previsões da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), entre sexta-feira e a próxima quinta-feira, dia 18, os distritos de Coimbra (Região da Beira Litoral), Castelo Branco (Região da Beira Interior), Lisboa, Setúbal e Évora (região do Alentejo) estarão em risco elevado de concentração de pólen, sobretudo das árvores oliveira e sobreiro e das ervas gramíneas tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
Nos distritos de Coimbra (Região da Beira Litoral), Castelo Branco (Região da Beira Interior), Lisboa e Setúbal destaca-se também o pólen dos carvalhos.
Em Évora (região do Alentejo), haverá também concentração de pólen de eucalipto.
No norte do país, em Vila-Real (região de Trás-os-Montes e Alto Douro) a concentração de pólen no ar irá registar valores de risco moderado a elevado e a concentração de pólen será sobretudo das árvores oliveira, sobreiro e carvalho e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
No Porto (região de Entre Douro e Minho) e no sul do país, em Faro (região do Algarve), haverá uma concentração de pólenes moderada e em ambas as regiões se destacam o pólen das árvores oliveira, sobreiro e carvalho e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
No Funchal (região autónoma da Madeira), a concentração de pólen na atmosfera encontra-se baixa, observando-se grãos de pólen das árvores cipreste, pinheiro, eucalipto e plátano e também das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
Em Ponta Delgada (região autónoma dos Açores), a concentração de pólen na atmosfera será baixa. Na atmosfera observam-se os pólenes das árvores cipreste (e/ou criptoméria), pinheiro e também das ervas gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
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Diretoria destaca papel da EBC na implementação da nova TV Digital

A EBC foi representada por sua diretora-presidente, Antonia Pellegrino; e pelo diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia, Bráulio Ribeiro.
Notícias relacionadas:
- EBC apresenta estação de testes da TV 3.0 a embaixadores estrangeiros.
- Debate no Rio2C destaca inovação, TV 3.0 e incentivo ao audiovisual.
“Um dia histórico”, afirmou a diretora-presidente da EBC, que agradeceu a união de esforços encampada para a migração da televisão digital para a TV 3.0, envolvendo atuação conjunta da academia, setores públicos e privados de comunicação, governo do Brasil e bancos de desenvolvimento, por exemplo.
Pellegrino reforçou o diferencial da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, integrando em um mesmo ambiente canais federais de televisão, os serviços públicos e a riqueza cultural do audiovisual presente também no catálogo do Tela Brasil, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC).
“Eu tenho muita honra de representar neste evento a EBC, que lidera a Plataforma Comum e vem desenvolvendo um trabalho impressionante desde 2023 na construção da nova tecnologia, liderando o campo público nessa atuação. Eu considero que o fato de você ter no aplicativo a imagem com os serviços de governo ao lado da cultura e da comunicação pública traduzem de uma maneira muito concreta que comunicação pública e cultura são direitos da população”, enfatizou Pellegrino.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, sublinhou o papel da EBC na criação da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, ambiente voltado à disponibilização de aplicações e serviços públicos, em consonância com a TV 3.0.
“A EBC está totalmente engajada nesse propósito, com o desenvolvimento tecnológico de novas aplicações que ampliem a visibilidade dos conteúdos e facilitem o acesso do usuário e do telespectador. A TV 3.0 torna a experiência de assistir televisão mais interativa e amigável”, afirmou.
Durante a sua a exposição, o ministro das Comunicações ressaltou as iniciativas do governo do Brasil para fortalecimento e modernização da radiodifusão, bem como o aumento da capilaridade da comunicação pública. Um dos pontos destacados foi a TV 3.0.
“Essa é a revolução da televisão aberta no Brasil. Em abril deste ano, inauguramos a estação de testes em Brasília (DF), onde a EBC, a TV Câmara e a TV Senado operam em caráter experimental. Outras estações de emissoras privadas foram instaladas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP) já para a transmissão das partidas da Copa do Mundo em algumas localidades com essa nova tecnologia”, disse Frederico de Siqueira Filho.
Também estiveram presentes na cerimônia de abertura autoridades federais, estaduais e locais, como o presidente do Conselho Consultivo de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, deputado federal Cléber Verde; o diretor executivo de Comunicação e Mídias Digitais da Câmara dos Deputados, Cláudio Araújo; a diretora da Secretaria de Comunicação do Senado Federal, Glauciene Lara; o presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET), Paulo Henrique Castro; o presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), Gerson de Castro; o secretário de Radiodifusão do MCom, Wilson Diniz Wellisch; e o conselheiro da Anatel Octavio Pieranti.
Mesas temáticas
A primeira mesa temática do dia marcou a demonstração inédita do aplicativo ‘mais br’ pelo professor Guido Lemos. Segundo ele, a grande contribuição dessa plataforma é juntar a comunicação pública em um só lugar.
“Quando a gente junta a potência da Rede Legislativa com a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), estamos construindo a maior e a melhor rede de comunicação pública do mundo”, afirmou.
No ‘mais br’, o público poderá assistir em um mesmo local às transmissões em tempo real dos veículos da EBC, como a TV Brasil e Canal Gov, e das emissoras legislativas, além de serviços de governo.
A manhã foi finalizada com o ‘Painel TV 3.0’, que contou com a presença do diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro. O executivo relembrou os desafios que essa nova etapa de desenvolvimento apresenta para as emissoras, mas disse que é imperativo estar em sintonia com a revolução do ambiente digital para que haja cada vez mais relevância e proximidade com a população.
“Para nós que trabalhamos com televisão, o ponto central quando se fala em DTV+ é a união entre broadcast e broadband. Nós vamos precisar trabalhar nessas duas dimensões: na transmissão pelo ar e na transmissão pelo IP. Essa transmissão por IP não é apenas disponibilizar o nosso streaming. Significa que o broadband vai passar a fazer parte da nossa estrutura de produção, do nosso próprio fluxo de trabalho”, alertou.
Segundo ele, a nova tecnologia vai permitir, entre outros benefícios, melhoria na qualidade de imagem com o padrão de resolução 4K, com impactos positivos sentidos também nas emissoras que operam em multiprogramação.
Sobre a TV 3.0
Considerada a “televisão do futuro”, a TV 3.0 é uma evolução da atual TV Digital, que teve início no ano de 2007. O modelo vai integrar serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação.
Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada nos aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades. Os aplicativos das emissoras públicas, como TV Brasil, Canal Gov e Canal Educação, terão posições privilegiadas garantidas no catálogo.
A TV 3.0 vai trazer mais praticidade ao telespectador. Um dos impactos será na qualidade de imagem, com aparelhos com a tecnologia de 4K HDR, para permitir melhor resolução e maior contraste de cores. Outra mudança irá propiciar a experiência de “som de cinema”, semelhante a uma imersão com áudios que são reproduzidos em direções diferentes.
Diretoria destaca papel da EBC na implementação da nova TV Digital

A EBC foi representada por sua diretora-presidente, Antonia Pellegrino; e pelo diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia, Bráulio Ribeiro.
Notícias relacionadas:
- EBC apresenta estação de testes da TV 3.0 a embaixadores estrangeiros.
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“Um dia histórico”, afirmou a diretora-presidente da EBC, que agradeceu a união de esforços encampada para a migração da televisão digital para a TV 3.0, envolvendo atuação conjunta da academia, setores públicos e privados de comunicação, governo do Brasil e bancos de desenvolvimento, por exemplo.
Pellegrino reforçou o diferencial da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, integrando em um mesmo ambiente canais federais de televisão, os serviços públicos e a riqueza cultural do audiovisual presente também no catálogo do Tela Brasil, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC).
“Eu tenho muita honra de representar neste evento a EBC, que lidera a Plataforma Comum e vem desenvolvendo um trabalho impressionante desde 2023 na construção da nova tecnologia, liderando o campo público nessa atuação. Eu considero que o fato de você ter no aplicativo a imagem com os serviços de governo ao lado da cultura e da comunicação pública traduzem de uma maneira muito concreta que comunicação pública e cultura são direitos da população”, enfatizou Pellegrino.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, sublinhou o papel da EBC na criação da Plataforma Comum de Comunicação Pública e Governo Digital, ambiente voltado à disponibilização de aplicações e serviços públicos, em consonância com a TV 3.0.
“A EBC está totalmente engajada nesse propósito, com o desenvolvimento tecnológico de novas aplicações que ampliem a visibilidade dos conteúdos e facilitem o acesso do usuário e do telespectador. A TV 3.0 torna a experiência de assistir televisão mais interativa e amigável”, afirmou.
Durante a sua a exposição, o ministro das Comunicações ressaltou as iniciativas do governo do Brasil para fortalecimento e modernização da radiodifusão, bem como o aumento da capilaridade da comunicação pública. Um dos pontos destacados foi a TV 3.0.
“Essa é a revolução da televisão aberta no Brasil. Em abril deste ano, inauguramos a estação de testes em Brasília (DF), onde a EBC, a TV Câmara e a TV Senado operam em caráter experimental. Outras estações de emissoras privadas foram instaladas no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP) já para a transmissão das partidas da Copa do Mundo em algumas localidades com essa nova tecnologia”, disse Frederico de Siqueira Filho.
Também estiveram presentes na cerimônia de abertura autoridades federais, estaduais e locais, como o presidente do Conselho Consultivo de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, deputado federal Cléber Verde; o diretor executivo de Comunicação e Mídias Digitais da Câmara dos Deputados, Cláudio Araújo; a diretora da Secretaria de Comunicação do Senado Federal, Glauciene Lara; o presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET), Paulo Henrique Castro; o presidente da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral), Gerson de Castro; o secretário de Radiodifusão do MCom, Wilson Diniz Wellisch; e o conselheiro da Anatel Octavio Pieranti.
Mesas temáticas
A primeira mesa temática do dia marcou a demonstração inédita do aplicativo ‘mais br’ pelo professor Guido Lemos. Segundo ele, a grande contribuição dessa plataforma é juntar a comunicação pública em um só lugar.
“Quando a gente junta a potência da Rede Legislativa com a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), estamos construindo a maior e a melhor rede de comunicação pública do mundo”, afirmou.
No ‘mais br’, o público poderá assistir em um mesmo local às transmissões em tempo real dos veículos da EBC, como a TV Brasil e Canal Gov, e das emissoras legislativas, além de serviços de governo.
A manhã foi finalizada com o ‘Painel TV 3.0’, que contou com a presença do diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro. O executivo relembrou os desafios que essa nova etapa de desenvolvimento apresenta para as emissoras, mas disse que é imperativo estar em sintonia com a revolução do ambiente digital para que haja cada vez mais relevância e proximidade com a população.
“Para nós que trabalhamos com televisão, o ponto central quando se fala em DTV+ é a união entre broadcast e broadband. Nós vamos precisar trabalhar nessas duas dimensões: na transmissão pelo ar e na transmissão pelo IP. Essa transmissão por IP não é apenas disponibilizar o nosso streaming. Significa que o broadband vai passar a fazer parte da nossa estrutura de produção, do nosso próprio fluxo de trabalho”, alertou.
Segundo ele, a nova tecnologia vai permitir, entre outros benefícios, melhoria na qualidade de imagem com o padrão de resolução 4K, com impactos positivos sentidos também nas emissoras que operam em multiprogramação.
Sobre a TV 3.0
Considerada a “televisão do futuro”, a TV 3.0 é uma evolução da atual TV Digital, que teve início no ano de 2007. O modelo vai integrar serviços de internet (broadband) à habitual transmissão de sons e imagens (broadcast), possibilitando o uso de aplicativos que permitirão aos telespectadores interagir com parte da programação.
Uma das principais inovações da TV 3.0 é justamente sua interface baseada nos aplicativos, em que as emissoras terão condições técnicas de passar a oferecer, além do sinal aberto já transmitido em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos, programas e outras possibilidades. Os aplicativos das emissoras públicas, como TV Brasil, Canal Gov e Canal Educação, terão posições privilegiadas garantidas no catálogo.
A TV 3.0 vai trazer mais praticidade ao telespectador. Um dos impactos será na qualidade de imagem, com aparelhos com a tecnologia de 4K HDR, para permitir melhor resolução e maior contraste de cores. Outra mudança irá propiciar a experiência de “som de cinema”, semelhante a uma imersão com áudios que são reproduzidos em direções diferentes.
Governo demite diretora clínica dos cuidados primários da ULS Santa Maria
El comisario de Migraciones de la UE alerta del efecto llamada de la regularización de inmigrantes el día de la visita del papa a Canarias: "La señal no es buena"
El comisario europeo de Interior y Migraciones, el austríaco Magnus Brunner, ha expresado sus reservas ante la regularización de cerca de medio millón de migrantes indocumentados aprobada el pasado mes de enero por el Gobierno español. En un encuentro con un grupo de medios, entre ellos la agencia EFE, Brunner ha advertido que, a nivel general, "la señal no es buena", si bien ha reconocido las particularidades del caso de España.
"Entiendo la situación particular de España, ya que el 80% de esas personas proceden, de hecho, de América Latina. Hablan el mismo idioma y comparten parte de su cultura", ha matizado el comisario, recordando que esta política recae bajo el ámbito de competencia exclusivo de los Estados miembros. Sin embargo, el responsable comunitario ha subrayado la necesidad de vigilar que la medida no provoque un 'efecto llamada' o trasvase de flujos dentro de la Unión Europea. "Mi tarea es proteger a los demás Estados miembros de que haya repercusiones" en el territorio común, ha apostillado.
Entrada en vigor del Pacto de Asilo y Migración
Estas declaraciones coinciden con un momento clave para la política migratoria europea. Mañana viernes concluye el periodo transitorio de dos años y arranca la aplicación obligatoria del nuevo Pacto de Asilo y Migración, aprobado en junio de 2024.
Respecto a la preparación de España para este nuevo marco legal, Brunner ha calificado el nivel de implementación de "muy bueno". En concreto, ha destacado que el país ya se encuentra trabajando en la adaptación legislativa de Eurodac, el sistema biométrico de registro que, a partir de este viernes, ampliará la recogida de datos de los migrantes irregulares, sumando fotografías y otra información de control a las ya habituales huellas dactilares.
Sintonía con el papa León XIV tras su visita a Canarias
Durante la entrevista, el comisario también se ha pronunciado sobre el discurso que el papa León XIV ha pronunciado hoy desde el puerto de Arguineguín, en las islas Canarias. El pontífice ha lanzado un duro reproche a la comunidad internacional y a Europa, afeando que "no se puede hablar de dignidad y dejar que los mares sean cementerios". "Estoy de acuerdo con el papa. Hace unos meses mantuve una conversación bilateral muy fructífera con él y coincidimos", ha asegurado Brunner.
El político austríaco ha defendido que el "enfoque global" del nuevo pacto busca, precisamente, evitar que las personas arriesguen sus vidas en las rutas del Atlántico o del Mediterráneo. Ante las críticas del papa respecto a que la política migratoria no debe limitarse a "gestionar llegadas, distribuir cifras y reforzar fronteras", Brunner ha argumentado que frenar las llegadas irregulares es una vía humanitaria. "Reducir el número significa también salvar vidas. Solo si combatimos la parte ilegal tendremos espacio para la migración legal y la protección de quienes sufren un peligro real en sus países de origen", ha concluido.
El CIS golpea a Sánchez con una caída de más de 5 puntos tras la imputación de Zapatero y las novedades del 'caso Leire'
El Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) dio a conocer este jueves su nuevo barómetro correspondiente al mes de junio que a diferencia del anterior, aplazado a finales del mes pasado por las elecciones de Andalucía, sí recoge la imputación del expresidente José Luis Rodríguez Zapatero en relación al rescate de Plus Ultra y las novedades en investigaciones como el 'caso Leire' que cercan al PSOE en asuntos como la construcción de una estructura contra jueces, fiscales, mandos policiales o periodistas que investigaban asuntos de presunta corrupción que afectaban al Gobierno, al partido, a Pedro Sánchez o a su entorno. Y eso, deja tocado a ojos del centro público al PSOE.
En un mes, el CIS aprecia un desgaste importante del PSOE de Sánchez, que sin embargo sigue a la cabeza de la estimación electoral a ojos del director del organismo, José Félix Tezanos. Sánchez ganaría las elecciones de producirse esta jornada. Los socialistas obtendrán el 31,3% de los votos frente al 36,4% del mes pasado, cuando creció dos décimas. Esa caída repercute en dos direcciones, hacia los socios de izquierda estatales, o hacia el PP. Alberto Núñez Feijóo se refuerza, pasa un subida de 1,3 puntos hasta el 24,9% de los votos en mayo, a una previsión de 27,1 puntos en junio. Asciende ahora 2,2 puntos.
Después de dos meses de recuperación, Vox vuelve a caer unas décimas. La papeleta de Santiago Abascal pasa del 16,2% al 15,8% de los sufragios. En un momento crítico, la caída de Sánchez en las previsiones beneficia a Sumar y a Podemos. Sin embargo, en cuanto a los primeros, este estudio, elaborado entre finales y principios del mes pasado, no recoge las últimas novedades dentro de Sumar, con denuncias de "maltrato laboral" dentro de la dirección. La coalición de izquierdas pasaría del 5,7% al 6,4%, y Podemos, por su parte, del 2,5% al 2,8%.
Entre las previsiones a partidos regionalistas, nacionalistas o independentistas, ERC se mantiene con un 1,9%, EH Bildu con un 1,2%, alejándose del PNV, a quien duplica ya en unas votaciones al Congreso. Junts se queda en un punto, como el BNG, que crece unas décimas. Coalición Canaria y UPN aguantan con un 0,2 y un 0,1% respectivamente. Las cifras ponderan a nivel nacional, no autonómico, lo que reduce la precisión. Se Acabó la Fiesta desciende del 2,4% al 1,9%.
La imputación de Zapatero o las pesquisas contra Leire
Ahora el nuevo CIS recoge asuntos clave que afectan al PSOE, como esas investigaciones judiciales. El trabajo de campo del CIS anterior se suscribió a principios de mayo y la publicación del estudio se prorrogó una semana por el cierre de campaña andaluza. Se dejó para finales de mes. Por entonces, el 19 de mayo, el juez de la Audiencia Nacional José Luis Calama, quien indaga en presuntas irregularidades por el rescate de 53 millones de euros del Gobierno concedida a la aerolínea Plus Ultra, imputó al expresidente Zapatero por un presunto delito de tráfico de influencias u otros como el de organización criminal. Se le vincula con una red de blanqueo de capitales, como líder de una organización "jerarquizada y estable" para beneficiarse de la Administración por su acceso y contactos.
Por otro lado, tan solo una semana después, el 27 de mayo, la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil entraba en la sede del PSOE para obtener documentación sobre esa presión a jueces, fiscales y policías por la que se investiga a Leire Díez, entre otros. Lo ordenó el juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz, que al mismo tiempo imputó a la gerente socialista, Ana María Fuentes y al exvicepresidente de la Junta de Andalucía, Gaspar Zarrías. Después de eso, han salido a la luz reuniones de Díez con la directora general de la Guardia Civil, Mercedes González, conversaciones con la presidenta del PSOE, Cristina Narbona, y agendas con apuntes donde aparecen las siglas P.S. que desde la oposición vinculan ya directamente a Sánchez.
Así pueden cobrar los padres los 300€ extra al mes en su jubilación: requisitos y cómo solicitarlo
Millares de pensionistas en España desconocen que pueden reclamar a la Seguridad Social una cantidad importante de dinero que nunca llegaron a cobrar, aunque legalmente les correspondía desde el primer día. Se trata de un complemento que, durante un periodo determinado, solo se reconoció a las mujeres. La Justicia lo ha declarado discriminatorio para los hombres, abriendo así la puerta a que los padres puedan cobrarlo con carácter retroactivo.
Qué es el complemento de paternidad
El complemento que ahora pueden reclamar los padres no es el actual "complemento para la reducción de la brecha de género" (de 36,90 euros mensuales por hijo desde 2026), sino el antiguo complemento de maternidad por hijos. Este se aplicaba entre 2016 y 2021 y se calculaba en porcentaje sobre la pensión. Con ese sistema antiguo, el aumento era del 5% de la pensión con dos hijos, 10% con tres hijos y 15% con cuatro o más hijos. Además, se aplicaba por 14 pagas anuales.
En la práctica, eso significa que, según la cuantía de la pensión de la Seguridad Social, el complemento podía representar desde unos cientos de euros al año hasta cantidades que, en pensiones más altas, podían llegar a equivaler a hasta 300 euros mensuales en algunos casos, aunque esta cifra no es fija ni universal.
Este complemento de 300€ no es el complemento actual de brecha de género (36,90€ por hijo), sino la indemnización por los atrasos del antiguo complemento de maternidad que no se reconoció a los padres.
Quién puede reclamarlo
Para poder reclamar este complemento los padres deben cumplir requisitos muy concretos, que la Seguridad Social exige de forma obligatoria. Pueden reclamar este complemento los jubilados que cumplan todos estos requisitos:
- Haberse jubilado entre enero de 2016 y febrero de 2021.
- Tener dos o más hijos.
- No haber cobrado nunca el complemento.
- Ser pensionistas de jubilación, incapacidad permanente o viudedad.
El periodo es clave porque en febrero de 2021 el complemento fue sustituido por el de brecha de género, cambiando el sistema de cálculo y los requisitos. Además, hay una excepción importante, quienes hayan accedido a una jubilación parcial o jubilación voluntaria (no forzosa) no tienen derecho al complemento. Solo la tendrían si entre 2016 y 2021 accedieron a la jubilación total o definitiva.
Los hombres jubilados entre 2016 y 2021 también pueden reclamarlo con carácter retroactivo gracias a sentencias del Tribunal de Justicia de la Unión Europea (TJUE) y resoluciones del Tribunal Supremo español. El TJUE declaró la discriminación, el Tribunal Supremo español confirmó ese criterio y estableció que la Seguridad Social debe pagar el complemento con efectos retroactivos.
También deben acreditar que cumplen los requisitos que en su momento se exigieron a las madres, aunque no es necesario que el INSS lo reconozca. Hay que reclamarlo formalmente, e incluso acudir a los tribunales si lo deniegan. Si los hijos nacieron o fueron adoptados antes de 2016, el requisito de dos o más hijos es fundamental; si nacieron después, se aplica el nuevo sistema de brecha de género.
No existe un plazo cerrado para reclamar, pero es recomendable hacerlo cuanto antes para evitar que se limite la retroactividad. Si ya has reclamado y no te han respondido o te han denegado el derecho, puedes acudir a la vía judicial.
Cuantía que se puede cobrar
Dependerá del número de hijos y de la pensión base. Con 2 hijos es 5% anual, con 3 hijos es 10% anual, y con 4 o más es 15% anual. Este porcentaje se aplica a la cuantía de la pensión y por 14 pagas, lo que significa que en pensiones más altas el complemento puede representar cantidades importantes.
En la práctica, muchas reclamaciones superan los 1.200 euros, aunque no es raro que los atrasos alcancen entre 3.000 y 6.000 euros, e incluso más según la pensión y los años no percibidos. La indemnización incluye los daños morales y todos los gastos ocasionados, aunque para conseguirlo tendrán que volver a reclamar, porque de lo contrario no se lo van a reconocer ni en vía administrativa ni en vía judicial.
Cómo solicitarlo paso a paso
El procedimiento implica una solicitud a la Seguridad Social, seguida de una reclamación previa en caso de denegación. Primero debes presentar solicitud ante el INSS. Ahí debes incluir todos los datos personales y familiares, y aportando documentación acreditativa; DNI, resolución de la pensión, libro de familia, certificados de nacimiento.
Si el INSS deniega o ignora la solicitud, debes presentar reclamación previa administrativa. Si no responde o vuelve a rechazar, se puede presentar demanda judicial ante lo social, con un plazo de 30 días para presentar la demanda en la Jurisdicción Social. El proceso puede tardar aproximadamente 6 meses en completarse, aunque en algunos casos puede ser más largo si hay recursos o demoras judiciales.
La tregua se tambalea: Trump amenaza con tomar la isla de Jarg, clave en la economía iraní
Estados Unidos e Irán han intercambiado en las últimas horas una nueva ronda de ataques que ponen seriamente en peligro la tregua, acordada en abril pasado. Por la fuerza, Donald Trump intenta obligar a Teherán a que abra el estrecho de Ormuz y permita entablar conversaciones sobre su programa nuclear. En un mensaje en Truth Social, ha asegurado que habrá más bombardeos y que EEUU tomará la isla de Jarg o Charag. Previamente el presidente de EEUU dijo que Teherán "pagaría el precio" por el estancamiento en las negociaciones.
"Estados Unidos va a golpear a Irán... con mucha fuerza esta noche. En algún momento en un futuro no muy lejano, tomaremos la isla de Jarg y otros puntos de infraestructura petrolera, y asumiremos el control total de sus mercados de petróleo y gas, de forma muy similar a lo que hemos hecho con Venezuela", ha escrito Trump.
La isla de Jarg, situada en el Golfo, es un salvavidas económico para Irán, ya que gestiona alrededor del 90 % de sus exportaciones de petróleo.
Totalmente desencadenado, en una entrevista en Fox and Friends, Trump ha asegurado que "Irán está acabado". Sostiene que si enviara soldados, EEUU tomaría el país rápidamente. Sin embargo, el presidente parece que no quiere tropas sobre el terreno.
El comandante de la Fuerza Aeroespacial de la Guardia Revolucionaria Islámica iraní, Majid Mousavi, ha declarado que convertirán Oriente Próximo "en un infierno" para Estados Unidos, según informa Efe. "¿Creen que pueden convertir el sagrado estrecho de Ormuz en un lugar inseguro? Convertiremos toda la región en un infierno para ustedes", ha señalado Mousavi.
Las fuerzas estadounidenses han lanzado nuevos ataques "en legítima defensa" contra múltiples objetivos en Irán, según ha informado el Comando Central de EEUU (Centcom). En concreto, los objetivos han sido "las capacidades de vigilancia militar iraníes, los sistemas de comunicación y las instalaciones de defensa aérea en todo Irán".
Irán cierra Ormuz y ataca la Quinta Flota
En respuesta, el centro de mando militar iraní, el Cuartel General Central Khatam al-Anbiya, ha anunciado la madrugada del jueves que el estrecho de Ormuz se cerraría a todos los buques "con efecto inmediato". Todo barco que cruce el estrecho va a ser atacado. EEUU asegura que sigue abierto.
Irán también afirmó que había lanzado un ataque con drones contra la Quinta Flota estadounidense en Baréin. En este caso el objetivo han sido las instalaciones de comunicaciones y radar del sistema Patriot.
El Cuerpo de la Guardia Revolucionaria Islámica ha dicho que sus fuerzas aeroespaciales y navales lanzaron dos oleadas de ataques de represalia. Habrían alcanzado y destruido 18 objetivos militares estadounidenses clave en la base aérea de Ahmad al-Jaber y la base aérea de Shaikh Isa en Kuwait y Baréin. Kuwait ha cerrado su espacio aéreo. Los medios estatales iraníes también informaron de un "intenso" ataque con misiles contra la base aérea de Muwaffaq Salti en Jordania.
El detonante de esta última oleada de ataques ha sido el derribo de un Apache de EEUU a principios de la semana. Los últimos enfrentamientos representan la amenaza más grave para el frágil alto el fuego acordado entre ambos países en abril. Trump se ha mostrado cada vez más frustrado ante la falta de voluntad de Teherán para aceptar sus condiciones para un acuerdo que prorrogue el alto el fuego de abril por 60 días y alivie la crisis energética mundial.
Los precios están subiendo mientras tanto: en EEUU la inflación ha llegado al 4,2% en mayo, un récord en tres años. Este jueves se da por hecho que el BCE subirá los tipos un cuarto de punto para contener el alza de los precios. Y no será la última vez este año si no cambia el panorama.
El secretario general de la ONU, António Guterres, ha advertido en su cuenta de X: "No debemos subestimar el riesgo de que este fuego menor se convierta en un incendio... Oriente Próximo se está sumiendo cada vez más en la crisis y las consecuencias van mucho más allá de la región".
Keiko Fujimori encabeza el recuento en el sprint final en Perú
La candidata derechista Keiko Fujimori ha vuelto a situarse este miércoles por delante del candidato izquierdista Roberto Sánchez al alcanzarse el 98,20 % del escrutinio. La segunda vuelta de las elecciones presidenciales de Perú se celebró el pasado domingo
A falta de contar menos del 2 % de los votos, Fujimori obtiene el 50,001 % de los votos válidos al recibir 9.032.189 sufragios, frente al 49,999 % de Sánchez, que suma votos 9.031.723, lo que deja a la hija y heredera política del expresidente Alberto Fujimori (1990-2000) encaminada a ser la nueva presidenta de Perú por un estrechísimo margen.
El lunes, el candidato de Juntos por el Perú había tomado la delantera y consiguió alcanzar una ventaja de hasta 42.000 votos, pero la candidata de Fuerza Popular ha logrado revertir esa diferencia gracias al voto del extranjero, donde es la más votada.
La hija y heredera política del expresidente Alberto Fujimori (1990-2000) puede, de esa manera, lograr el objetivo que había perseguido en las últimas tres elecciones donde había sido derrotada en la segunda vuelta (2011, 2016 y 2021) y que apunta a conseguir en su cuarta candidatura presidencial.
Los votos que restan por escrutarse pertenecen a los emitidos en el exterior y a actas impugnadas, la mayoría de la capital Lima, donde en ambos casos la derechista es la más votada, lo que previsiblemente puede darle el triunfo por unos pocos miles de votos sobre su rival, que compitió en nombre del encarcelado expresidente Pedro Castillo (2021-2022).
Se trata de la tercera elección consecutiva en Perú que se va a decidir por un margen exiguo de unas decenas de miles de votos, después de que Pedro Pablo Kuczynski y Pedro Castillo derrotaran a Keiko Fujimori por apenas 40.000 votos en 2016 y 2021, respectivamente.
El probable triunfo de Fujimori en esta ocasión supondría el retorno del fujimorismo al gobierno de Perú después de 26 años de la dimisión de su padre por fax desde Japón, tras un decenio donde se afianzó en el poder con un autogolpe de Estado en 1992 y que terminó en medio de un gigantesco escándalo de corrupción.
La candidata realizó una campaña de reivindicación total del legado de Alberto Fujimori al prometer gobernar como él, quien asentó las bases de la estabilidad económica y comercial que permitieron el crecimiento del país en últimas tres décadas, a la vez que derrotó a los grupos subversivos Sendero Luminoso y Movimiento Revolucionario Túpac Amaru (MRTA).
Más de 27,3 millones de peruanos estaban convocados el domingo a las urnas para escoger entre Fujimori y Sánchez a la opción que tendrá el derecho de gobernar el país por los próximos cinco años (2026-2031), tras una década de inestabilidad política al haber tenido ocho presidentes, debido a una sucesión de destituciones presidenciales promovidas por el Parlamento.
Cinco claves sobre los disturbios raciales en Irlanda del Norte: la violencia que no cesa
Irlanda del Norte, donde acampó la violencia durante casi 30 años del siglo pasado entre la comunidad católica y la protestante, ha sido escenario de violentos disturbios raciales en las últimas horas. El detonante esta vez ha sido el apuñalamiento de un hombre de 40 años en Belfast a manos de un refugiado sudanés. La víctima ha perdido el ojo izquierdo y permanece grave en el hospital.
Líderes ultras como Tommy Robinson, animado por Elon Musk, atizaron el odio contra los migrantes a través de las redes sociales. Grupos de enmascarados incendiarios vehículos y hasta secuestraron un autobús en una zona donde viven inmigrantes en Belfast el martes por la noche.
Los altercados se han repetido en Londonderry, la segunda ciudad de Irlanda del Norte, el miércoles. También a las afueras de Glengormley, a unos diez kilómetros del centro de Belfast. Unas 300 personas, en su mayoría hombres vestidos con ropa oscura, se han concentrado con el objetivo de atacar un hotel cercano que albergaba a migrantes.
La policía ha intervenido con cañones de agua para intentar dispersar a los manifestantes. Ellos les han lanzado piedras, según informa The Guardian.
1. La víctima y el agresor
La familia de la víctima, Stephen Ogilvie, de 40 años, ha pedido que no se instrumentalice esta tragedia. "Contamos con muchos migrantes que aportan una contribución muy valiosa a nuestro país, entre otros ámbitos, en nuestro sistema sanitario y en el sector hotelero, y dependemos de ellos para que nuestro país funcione. No queremos que esta terrible tragedia se utilice para dividir a la gente o avivar la hostilidad", han declarado la familia en un comunicado.
Este miércoles ha comparecido ante el juez el autor del ataque, Hadi Alodid, de 30 años. Va a permanecer en prisión preventiva las próximas cuatro semanas. Alodid llegó al Reino Unido en 2023 vía París y Dublín. Tenía residencia legal válida hasta 2028, según el Ministerio del Interior británico.
2. 2025 ya fue "un año de odio"
En todo el Reino Unido la inmigración se ha convertido en un tema candente. La forma en que se aborda la cuestión ha contribuido al auge del partido de extrema derecha Reform UK en las últimas elecciones. En las municipales más recientes el partido liderado por Nigel Farage ha obtenido excelentes resultados en Inglaterra, Gales y en Escocia. No estaban convocados a las urnas en Irlanda del Norte.
El año pasado se produjeron disturbios contra los inmigrantes en Irlanda del Norte, en medio de la indignación por una presunta agresión sexual en la que estaban implicados dos adolescentes descritos como de origen extranjero. El escenario de los enfrentamientos fue la ciudad de Ballymena, en Irlanda del Norte, donde grupos de manifestantes atacaron viviendas en las que residen migrantes.
El Reino Unido también se vio sacudido por la violencia en julio de 2024 tras el asesinato de tres niñas pequeñas que fueron apuñaladas cerca de Liverpool por un joven británico de 17 años, hijo de refugiados ruandeses. El suceso que en aquel momento provocó disturbios, incluso en Irlanda del Norte. El adolescente se declaró culpable de los cargos de asesinato de las niñas y fue condenado a cadena perpetua, con un mínimo de 52 años.
En noviembre del año pasado, Amnistía Internacional describió los 12 meses anteriores como "un vergonzoso año de odio" en Irlanda del Norte. Los servicios policiales registraron 2.048 incidentes racistas y 1.280 delitos de odio racial en ese periodo, una de las cifras más altas registradas desde que se empezaron a recopilar datos en 2004.
3. El antecedente más reciente, el caso Nowak
La semana pasada se supo que el estudiante Henry Nowak, de 18 años, que murió ante la policía tras un altercado con un joven sij de 23 años en realidad había sido víctima de un apuñalamiento. El agresor acusó a Nowak de haberle atacado aparentemente por motivos racistas. Los policías vieron el turbante del sij en el suelo y creyero su versión. Como muestra el video que se conoció hace unos días, fue al contrario. Nowak murió por las heridas que le ocasionó el ciudadano sij con un cuchillo ceremonial de 21 centímetros.
En Southampton, más de mil personas se congregaron frente a la comisaría central. Se registraron enfrentamientos con la Policía antidisturbios, que dejaron once agentes heridos y varios detenidos. El caso fue utilizado como bandera por sectores de la extrema derecha, que lo presentaron como evidencia de un sesgo racial en la actuación policial en perjuicio de los blancos.
Entró en acción el activista antiinmigración Tommy Robinson, quien responsabilizó de la muerte de Nowak al primer ministro, Keir Starmer. Incluso se refirió al caso el vicepresidente de EEUU, JD Vance, quien culpó de la violencia a "la invasión masiva de migrantes". El agresor de Southampton, sin embargo, no era un inmigrante.
Desde entonces, la comunidad sij ha denunciado episodios de abuso racial y verbal, a pesar de que Mark Nowak, el padre de la víctima, también advirtió de que la muerte de su hijo no se utilizara para crear "más división, odio o tensión".
4. El papel de Tommy Robinson y Elon Musk
Elon Musk, Tommy Robinson y otros agitadores instaron a la gente a salir a la calle tras el ataque en Belfast. Apelaron a protestar contra "los invasores de nuestro pueblo". Grupos de enmascarados, con ropas oscuras, incendiaron coches y sembraron el terror en zonas habitadas por inmigrantes. Como consecuencia de esta persecución, 27 personas perdieron sus viviendas y ahora son sin techo, como han dicho las autoridades norirlandesas.
Con más de dos millones de seguidores en la red social de Elon Musk, Tommy Robinson es fundador de la extinta Liga para la Defensa Inglesa. En la primavera de hace dos años estuvo detrás de los peores disturbios racistas registrados en más de una década. Una de las publicaciones de Robinson, retuiteada por el propio dueño de esa red social, el magnate Elon Musk, incluía dos pósteres con una larga lista de localidades de Inglaterra, Escocia, Gales e Irlanda del Norte donde debían convocarse manifestaciones.
En una publicación en X, Musk ha retuiteado un mensaje de Matt Goodwin, candidato de Reform UK en las recientes elecciones parciales de Gorton y Denton, en el que dice: "No son las redes sociales las que están 'avivando las tensiones'. No es Elon Musk. No es Nigel Farage. No es la 'extrema derecha'. Es la política deliberada de inmigración masiva descontrolada y fronteras abiertas. Esta política tiene que acabar o destruirá a las naciones occidentales". Y apunta Musk: "Exacto".
5. El recuerdo de los 'Troubles'
Esta violencia en Irlanda del Norte también guarda relación con los llamados Troubles, como se conoce al enfrentamiento sectario que tuvo lugar entre la década de 1960 y finales de la de 1990. El acuerdo de paz de 1998, conocido como el Acuerdo del Viernes Santo, dio lugar a pactos de gobierno entre los principales partidos nacionalistas (los que abogan por una Irlanda unida) y unionistas (los que desean seguir formando parte del Reino Unido).
Los disturbios violentos tienen lugar en zonas que se han visto afectadas por la privación económica a largo plazo, el desempleo y la marginación. La narrativa antimigratoria sostiene que la frontera con Irlanda es un corredor de paso para los migrantes. Así se reavivan las tensiones en torno a la identidad nacional entre las comunidades católicas y nacionalistas.
Casi toda la violencia de la primera jornada se ha concentrado en zonas que aún están bajo el control de uno de los dos principales grupos pro-británicos ilegalizados: la Asociación de Defensa del Ulster (UDA) y la Fuerza de Voluntarios del Ulster (UVF), según Politico. En su día, estos grupos asesinaron a católicos en represalia por la violencia del Ejército Republicano Irlandés (IRA). Miles de miembros de UVF y UDA ahora comparte valores con agitadores de extrema derecha en Inglaterra y más allá.
Los principales objetivos en la actualidad son los inmigrantes asiáticos y africanos. Muchos se han asentado, debido a la baja natalidad en la comunidad protestante en donde son dominantes. Lo llamativo es que asiáticos y africanos apenas representan el 3 % de la población de Irlanda del Norte. Es el rincón más blanco del Reino Unido.
Leire quería acabar con Peinado por un supuesto informe falso de un agente de la UDEF en el caso de Nervis Villalobos
La exmilitante socialista Leire Díez lo anotaba todo. Así se desprende de la veintena de agendas y libretas que la Guardia Civil le intervino en el marco del caso bautizado con su nombre que sigue su curso en la Audiencia Nacional. Todas ellas han sido incorporadas al sumario de la investigación, al que ha tenido acceso El Independiente, y recogen la ofensiva desplegada por la supuesta 'fontanera' del PSOE contra jueces, fiscales y mandos policiales que investigaban las causas que afectaban al entorno del Gobierno. Entre ellos el juez Juan Carlos Peinado, instructor del caso contra la esposa del jefe del Ejecutivo, Begoña Gómez, pero también encargado de un procedimiento que salpicaba a Nervis Villalobos, el exviceministro chavista vinculado a la trama de las presuntas 'cloacas'.
En una de las agendas intervenidas a Leire figura una anotación bajo el epígrafe "Acción política" en la que se hacía referencia a dos agentes de la UDEF identificados por sus números profesionales: el 111.129 y el 127.263. El primero de ellos fue destinado en 2021 como agente de enlace en Europol, con sede en La Haya, tras ser condecorado por el Ministerio del Interior, según apuntó en febrero de 2025 el propio Gobierno tras la comparecencia en el Congreso de Villalobos.
El "policía de Grinda"
Justamente, en uno de los documentos localizados por la Guardia Civil en el ordenador de la 'fontanera', el agente 111.129 aparece descrito como el "policía de Grinda", en referencia al fiscal Anticorrupción José Grinda, uno de los principales objetivos de la trama. El texto atribuye a ambos la elaboración de informes policiales presuntamente falsos en diversas investigaciones y sitúa el caso de Nervis Villalobos como una de las piezas centrales de esa estrategia.
Según ese relato, la investigación contra el exviceministro venezolano habría estado sustentada en informes elaborados por ese agente de la UDEF y utilizados posteriormente por Anticorrupción en distintos procedimientos abiertos contra Villalobos. La documentación sostiene que dichos informes contenían "datos falsos o erróneos" y que formaban parte de una supuesta "persecución" impulsada tras la negativa del exalto cargo chavista a colaborar con la Fiscalía y aportar información sobre distintos objetivos políticos y empresariales.
El 'relato' de Leire también insiste en que las investigaciones contra el empresario venezolano se impulsaron siempre "por los mismos fiscales, los mismos agentes policiales y las mismas unidades especializadas". Según esa versión, las tres causas judiciales en las que Villalobos se encontraba inmerso en la Audiencia Nacional y los Juzgados de Madrid se habrían apoyado en informes elaborados por la misma estructura.
El vínculo con Peinado
Las notas intervenidas revelan además cuál era el objetivo final de esa estrategia. En uno de los documentos se recoge expresamente que "si cae el [agente] 111.129, se cae su causa", en referencia a los procedimientos que afectaban a Villalobos. A continuación, la anotación añade que el exviceministro iniciaría una "querella o denuncia a Peinado por detención ilegal", ya que el instructor había decretado su ingreso en prisión provisional —a petición de la Fiscalía— y el bloqueo de sus cuentas bancarias.

La referencia conecta directamente con la resolución del Tribunal Constitucional que declaró vulnerado el derecho fundamental a la libertad personal de Villalobos por una de las decisiones adoptadas durante la instrucción dirigida por el magistrado. La documentación señala incluso que la sentencia del Constitucional sería entregada el día 12, lo que podría apuntar a que la estrategia contemplaba utilizar ese fallo como base para una ofensiva posterior contra el juez.
De este modo, la caída de la credibilidad del agente de la UDEF podría servir, según el esquema reflejado en los documentos, para cuestionar las investigaciones policiales que sustentaron las causas contra Villalobos y abrir posteriormente una vía de actuación contra Peinado.
Begoña Gómez
Justamente, este magistrado fue quien impulsó la causa contra Begoña Gómez, que encara ahora su fase final. El próximo lunes, 15 de junio, la esposa de Pedro Sánchez, su exasesora Cristina Álvarez y el empresario Juan Carlos Barrabés están citados para la audiencia previa, en la que se decidirá si los tres investigados acaban yendo a juicio con jurado popular por los presuntos delitos de tráfico de influencias, corrupción, malversación y apropiación indebida.
El juez encargado de investigar el 'caso Leire', Santiago Pedraz, fechó precisamente el inicio de esta presunta 'trama de las cloacas' el mismo día que se conoció la imputación de Gómez. Según la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil, mientras Sánchez permanecía apartado del foco público, se puso en marcha la red destinada a hacer frente a las investigaciones judiciales que afectaban al entorno del Gobierno y el PSOE. Una estrategia que habría estado coordinada por Leire, pero en la que el entonces 'número tres' del partido, Santos Cerdán, habría tenido un "papel superior".