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Teerão acusa Israel de procurar inviabilizar acordo com Washington

O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou hoje Israel de tentar sabotar um eventual acordo com Washington para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciado como iminente pelos vários protagonistas.

“Este acordo tem inimigos, entre os quais se destaca o regime sionista, que procura pretextos para o fazer descarrilar”, frisou o ministro dos Negócios Estrangeiros na televisão estatal iraniana.

Abbas Araghchi tinha referido hoje de manhã que um acordo com os Estados Unidos “nunca esteve tão próximo” para pôr fim a esta guerra desencadeada pelos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, país mediador, avançou hoje numa mensagem no X que “foi alcançado um texto definitivo e consensual do acordo de paz”.

O primeiro-ministro paquistanês assegurou que o seu país está a “colaborar estreitamente com ambas as partes para concretizar os próximos passos” e salientou que “a paz nunca esteve tão perto como está agora”.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta quinta-feira que tinha alcançado um “grande acordo” de paz com o Irão, ainda por formalizar, e que poderia ser assinado este fim de semana na Europa.

Chegou a referir que seria o seu vice-presidente, JD Vance, a encarregar-se de comparecer à cerimónia de assinatura.

O Irão negou ter chegado a um acordo após a mensagem de Trump, mas hoje, Abbas Araghchi afirmou que o “memorando de entendimento” com Washington “nunca esteve tão próximo”.

O chefe da diplomacia iraniana acrescentou que “todos os detalhes serão comunicados ao público oportunamente”.

Esta última aproximação surge depois de os EUA e o Irão terem trocado uma nova ronda de ataques esta semana, na sequência do abate de um helicóptero norte-americano pelas forças iranianas.

As negociações entre ambos os países estão num impasse há semanas, enquanto trocavam rascunhos de um acordo de paz, com a mediação do Paquistão.

Apesar do aparente otimismo das duas partes quanto à proximidade de um entendimento, persistem divergências públicas sobre os termos concretos do acordo.

Teerão não confirmou oficialmente as condições enumeradas pelo responsável norte-americano, nomeadamente a alegada aceitação do desmantelamento do programa nuclear iraniano.

O Irão tem reiterado que as suas atividades nucleares têm fins exclusivamente civis e rejeita as acusações de que procura desenvolver armamento atómico.

As negociações decorrem após o cessar-fogo alcançado em abril e procuram consolidar um acordo mais amplo para encerrar o conflito que envolve o Irão, os Estados Unidos e Israel.

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Paquistão declara alcançado texto final de acordo de paz Irão-EUA

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, anunciou esta sexta-feira que foi alcançado um “texto final e consensual” para um acordo de paz entre o Irão e os Estados Unidos. “Podemos confirmar que foi alcançado um texto final e consensual para o acordo de paz e que o Paquistão está a trabalhar em estreita colaboração com ambas as partes para concretizar os próximos passos”, declarou Sharif na rede social X. “A paz nunca esteve tão próxima como agora”, afirmou Sharif, reconhecendo ainda assim, na mesma publicação, a existência de “desinformação incessante” em torno do acordo. O anúncio foi feito pouco mais de

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Truppe di terra, copertura aerea, logistica: così gli Usa possono conquistare l'isola di Kharg

Mentre i negoziati per fermare la guerra continuano, sullo sfondo resta la possibilità di un biltz americano in uno dei punti strategici dell'Iran. Donald Trump non ha usato mezzi termini nel dichiarare di voler conquistare l'isola di Kharg, una striscia di terra lunga otto chilometri situata al largo della costa iraniana e descritta dai funzionari statunitensi come il "punto nevralgico per tutto l'approvvigionamento petrolifero di Teheran". Questo affioramento corallino incastonato nello Stretto di Hormuz è letteralmente vitale per l'economia dell'Iran, in primis perché è qui che, di fatto, viene gestito circa il 90% delle esportazioni di greggio del Paese. "Ad un certo punto, in un futuro non troppo lontano, prenderemo l'isola di Kharg e altri punti strategici per le infrastrutture petrolifere, assumendo il controllo totale dei loro mercati del petrolio e del gas, proprio come abbiamo fatto con il Venezuela", ha scritto Trump in un post su Truth Social. Ma come dovrebbero muoversi gli Usa per prendere il possesso dell'isola?

Gli Usa possono conquistare l'isola di Kharg?

Partiamo da un presupposto: Trump ha più volte ripetuto di voler mettere le mani sull'importante snodo petrolifero iraniano. Gli Stati Uniti hanno colpito l'isola più volte ma un conto è attaccarla, un altro cercare di strapparla al controllo degli ayatollah. Già, perché qualsiasi tentativo di occupare l'isolotto con la forza e mantenerne il controllo sarebbe possibile soltanto a fronte di un'operazione estremamente rischiosa.

Situata a circa 30 chilometri dalla costa dell'Iran, l'isola di Kharg rappresenta una sfida formidabile per chiunque tentasse di conquistarla. Le truppe mobilitate sarebbero infatti minacciate dall'arsenale iraniano di missili balistici e da crociera, droni, artiglieria e motovedette in grado di lanciare raid a tappeto contro le navi nemiche.

"La conquista dell'isola di Kharg è un'impresa di notevole portata", ha spiegato Joseph Votel, ex comandante del Comando Centrale degli Stati Uniti e ora Distinguished Military Fellow presso il Middle East Institute, nel corso di un'intervista al portale The War Zone. "Non solo richiederà truppe di terra per il controllo effettivo del territorio, ma anche mezzi di trasporto tattico, copertura aerea, una campagna di attacchi per creare le condizioni favorevoli e tutte le risorse necessarie per proteggere questa forza durante la sua permanenza sull'isola. Inoltre, la forza dovrà essere sostenuta, il che significa che dovremo trovare un modo per rifornirla con i viveri, oltre che fornirle supporto ingegneristico, assistenza medica, evacuare i feriti e, se necessario, rinforzarla con altri uomini", ha aggiunto lo stesso Votel. Il problema è che queste azioni dovrebbero essere intraprese in una posizione estremamente vicina alla costa iraniana, esponendo il team d'assalto ad attacchi rivali.

Un'operazione rischiosa

L'impresa presenta notevoli rischi ma non è impossibile. Secondo alcuni analisti gli Usa dovrebbero mobilitare una forza delle dimensioni di un battaglione di Marines, probabilmente 800-1000 soldati. Per altri servirebbero invece almeno 3.000 o 5.000 uomini, insieme a una forte difesa aerea mobile per fornire protezione dagli Shahed e a un'abbondanza di materiale per costruire bunker difensivi. I piani per un tentativo di conquista dell'isola da parte dell'esercito statunitense "sono stati elaborati mesi fa, ma sono stati continuamente accantonati perché l'operazione era considerata troppo rischiosa", hanno dichiarato alla Cnn alcuni funzionari del Pentagono.

La logistica è una sfida in più da considerare: per gli Stati Uniti sarebbe difficile far passare le navi di rifornimento sotto lo scudo difensivo iraniano. L'isola di Kharg presenta in ogni caso moli che si protendono in acque sufficientemente profonde da ospitare superpetroliere, rendendo questo luogo un sito cruciale per la distribuzione del petrolio di Teheran. Secondo i funzionari della Casa Bianca, l'eventuale conquista della suddetta isola porterebbe al "fallimento totale" del Corpo delle Guardie Rivoluzionarie Islamiche iraniane e potrebbe potenzialmente porre fine rapidamente alla guerra.

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Trump anuncia avanço em acordo com Irã, mas Teerã evita falar em fim da guerra

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (11) que o confronto com o Irã estaria chegando ao fim após, segundo ele, obter garantias de que Teerã não desenvolverá armas nucleares. A fala, porém, foi recebida com cautela pelo governo iraniano, que negou qualquer desfecho definitivo para a crise.

As negociações entre os dois países avançam em torno de um possível memorando de entendimento dividido em etapas. A primeira prevê a normalização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz em até 30 dias. Já a segunda abriria um período de cerca de dois meses para discutir um novo acordo nuclear.

Trump chegou a afirmar que o documento pode ser assinado já nos próximos dias. Apesar disso, representantes iranianos ressaltaram que ainda não há uma decisão final sobre os termos apresentados.

Especialistas avaliam que o cenário atual representa mais uma ampliação da trégua existente do que propriamente o encerramento do conflito. Segundo analistas, diversos pontos seguem sem consenso entre as partes.

 Trump afirma que um acordo com o Irã está próximo, mas negociações ainda enfrentam divergências | Foto: BRENDAN SMIALOWSKI / AFP

Entre os principais obstáculos estão a recusa do Irã em discutir seu programa de mísseis balísticos, o apoio a grupos armados aliados na região e a exigência de acesso a parte dos recursos financeiros bloqueados pelos Estados Unidos como condição para avançar nas negociações.

Além dos desafios diplomáticos, Trump enfrenta pressão dentro dos próprios Estados Unidos. O aumento dos preços dos combustíveis, a alta da inflação e a proximidade das eleições legislativas ampliam a cobrança por uma solução rápida para a crise.

No cenário regional, Israel também segue como peça central nas tratativas. O governo de Benjamin Netanyahu mantém posições consideradas sensíveis para um acordo mais amplo, especialmente em relação à atuação de grupos armados no Líbano e na região.

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L’Ucraina ha battuto la Russia (a scacchi): la potentissima federazione di Mosca fuori dalle competizioni internazionali per 3 anni

Per tre anni fuori dai giochi ci rimarrà lei, la potenza assoluta dei sessantaquattro quadrati bianchi e neri, nell’era della Guerra Fredda e oltre: la Russia. L’Ucraina ha battuto la Federazione russa: intanto, a scacchi. La Fide ha annunciato la sospensione di Mosca – e dei suoi innumerevoli giocatori e campioni – dopo che il Tribunale dello Sport ha stabilito che la sovranità gialloblu è stata violata: l’organizzazione scacchistica russa ha organizzato competizioni in Crimea e nei territori dove scorre ancora sangue e fuoco. Losanna ha deciso: niente mosse del cavallo e arrocchi per i russi che non si potranno più sedere ai tavoli da gioco e non potranno più rappresentare il loro Paese nelle competizioni internazionali. Per i prossimi tre anni potranno decidere di gareggiare solo sotto bandiera neutrale, senza tricolore ufficiale.

La disputa è cominciata nel 2023, quando Kiev ha presentato un reclamo formale contro l’organizzazione gemella russa per aver violato i regolamenti Fide, organizzando tornei in terre oggi di trincea. Sospesa per due anni con una multa di 50mila dollari da pagare, Mosca non ha rispettato nemmeno l’ordinanza emessa a marzo scorso dalla corte arbitrale dello sport che che imponeva la cessazione di tutte le competizioni entro novanta giorni per chiudere battenti delle competizioni da Donetzk a Sebastopoli, da Kherson a Zaporizhzhia.

La decisione Fide “va oltre il mondo degli scacchi: invia un segnale a tutte le organizzazioni sportive internazionali sul fatto che la legittimazione dell’occupazione attraverso lo sport è inaccettabile” ha dichiarato Oleksandr Kamyshin, consigliere del presidente ucraino Zelensky. Per l’Fsu (Federazione scacchistica Ucraina) si tratta di “una vittoria storica”, l’esito di una lunga battaglia combattuta a lungo nelle aule delle corti internazionali. Mosca non promette passi indietro e non intende arrendersi: “I nostri legali la stanno esaminando, ci riserviamo il diritto di contestare la decisione del Consiglio se riterremo che vi siano motivi per farlo”. Non è stata una “sorpresa”, comunque, per Andrey Filatov, presidente della Federazione scacchistica russa: a una partita di questo tipo erano preparati.

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Trump ferma i raid: "C'è l'intesa". E da Teheran arriva l'apertura

Dall'ultimatum all'intesa negoziale. Prima Donald Trump ha minacciato ulteriori operazioni militari contro l'Iran per la seconda sera consecutiva, assicurando che "gli Stati Uniti colpiranno duramente". Poi, a sorpresa, ha annunciato la sospensione degli attacchi previsti, sostenendo che Teheran avrebbe accettato un accordo per porre fine alla guerra. Prima i media iraniani hanno fatto sapere che nessuna testo era stato ancora approvato, poi da Teheran è filtrato che "gli Usa hanno approvato il nostro testo", aprendo all'intesa. Mentre Israele ha ripreso i raid sul Libano, tenendo caldissimo un altro fronte, prima che Trump sentisse Netanyahu.

Il presidente americano rivendica una svolta diplomatica dopo giorni di minacce e pressioni, arrivando ad affermare in un post su Truth che a breve saranno annunciati "luogo e data della firma" dell'intesa con la Repubblica islamica (per la 39ª volta dall'inizio del conflitto). "Preso atto che le discussioni con l'Iran sono state esaminate e approvate dalle più alte autorità del Paese, ho annullato gli attacchi e i bombardamenti previsti per questa notte ha spiegato Le discussioni e i punti finali sono stati approvati, in linea di principio e nei dettagli, da tutte le parti coinvolte". I nuovi raid erano previsti dopo quelli di mercoledì, che secondo l'esercito statunitense hanno preso di mira "strutture di sorveglianza militare iraniane, sistemi di comunicazione e siti di difesa aerea in tutto il Paese", e sono stati lanciati dopo che il comandante in capo ha accusato il regime di ostacolare i negoziati per porre fine alla guerra. "Eravamo davvero vicini a un accordo, ma continuano a prenderci in giro" ha detto ai giornalisti, mentre il capo del Pentagono Pete Hegseth ha sottolineato che "se dovremo negoziare con le bombe, negozieremo con le bombe, e siamo molto bravi in questo".

Il Comando centrale Usa ha parlato di "attacchi difensivi" condotti in risposta alla "continua e ingiustificata aggressione da parte dell'Iran", mentre il dipartimento della Difesa lo ha definito un "atto di democrazia coercitiva". Gli Stati Uniti hanno lanciato 49 missili Tomahawk, hanno colpito un impianto petrolchimico nel giacimento di gas di Asalouyeh e ulteriori esplosioni sono state segnalate in diverse città vicino a Teheran, tra cui Abyek, Qarchak, Minab, Nazarabad e Karaj. I raid hanno interessato anche altre località più a sud, nei pressi dello Stretto di Hormuz, come Sirik, Bandar Abbas, Qeshm, e la città di Shiraz. E ieri, prima della svolta, Trump ha promesso che "gli Stati Uniti stasera colpiranno duramente l'Iran (la cui Marina, Aeronautica, i radar, la difesa antiaerea e ogni altra forma di difesa, insieme alla maggior parte delle sue capacità offensive, sono ormai annientate)". Il comandante in capo ha avvertito pure che "nel prossimo futuro prenderemo l'isola di Kharg, così come altre infrastrutture petrolifere, assumendo il controllo totale dei loro mercati del greggio e del gas, proprio come abbiamo fatto con il Venezuela".

Ribadendo la linea dura, Trump ha detto che "ora" è meno interessato a raggiungere un accordo rispetto a tre o quattro settimane fa, anche se poi ha nuovamente cambiato linea annunciando l'intesa. Ha quindi sostenuto che i funzionari di Teheran gli hanno chiesto di fermare i bombardamenti, e di aver parlato direttamente con loro, che lo hanno chiamato mentre era nella Situation room. Intanto, il segretario al Tesoro Scott Bessent ha affermato che "qualsiasi danno arrecato ai nostri alleati nel Golfo sarà risarcito utilizzando fondi sequestrati dai conti iraniani. Ogni attacco lanciato da Teheran - ha assicurato - non farà che aggravare le conseguenze economiche e finanziarie che il Paese deve affrontare".

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Kiev vede la svolta con le nuove armi: obiettivo Crimea

Il senso della guerra è radicalmente cambiato nelle ultime settimane. L'Ucraina, forte di uno sviluppo tecnologico rapido e funzionale, non solo ha rialzato la testa ma sta mettendo in grande crisi l'esercito russo ormai bloccato sul campo e incapace di avanzare. Al punto che gli strateghi di Kiev, tra un colpo a lungo raggio e l'utilizzo di nuovi missili e droni, potrebbero addirittura pensare di riprendersi territori che sembravano ormai irrimediabilmente persi. "L'Ucraina potrebbe presto isolare la Crimea dalla Russia", ha detto il comandante delle forze armate ucraine senza pilota Robert Brovdi. Secondo l'ufficiale, l'obiettivo "è costringere Mosca a ritirare le truppe, non a progredire. Sarà difficile per i militari restare in Crimea e nelle aree temporaneamente occupate". Una svolta possibile, che potrebbe mettere ulteriormente spalle al muto la Russia. "Nei primi mesi dell'anno abbiamo distrutto 174 complessi di difesa aerea russi per un valore di circa 5,4 miliardi di dollari", ha aggiunto.

Solo ieri la Marina ucraina ha rivendicato il lancio di alcuni missili Neptune contro una base militare russa a Sebastopoli, proprio in Crimea. Attacchi che si sommano a quelli lungo raggio portati a termine grazie ai "Flamingo", i missili a lungo raggio autoprodotti in Ucraina e orgoglio dell'esercito di Kiev. Altri droni ucraini hanno causato danni ingenti al ponte di Chonhar, nell'oblast di Kherson. Sempre grazie all'utilizzo di droni, è stata colpita e messa ko anche un'altra raffineria di petrolio nel Krasnodar. Di contro la Russia ha colpito l'Ucraina con due missili balistici Iskander-M e oltre 200 droni, costringendo le difese aeree ad operare a pieno regime. Sul campo, le forze di Mosca hanno rivendicato la conquista degli insediamenti di Okhrimovka, nella regione di Kharkiv e di Roskoshnoye, nel Donetsk. Nulla di così decisivo, per un conflitto in fase di stallo che, con trattative che restano fortemente in salita, adesso sorride più a Kiev che a Mosca.

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Hormuz, nucleare e fondi congelati: "È il nostro testo". Tocca a Khamenei

Manca ancora il via libera della Guida Suprema dell'Iran, Mojtaba Khamenei, il che non è certo un dettaglio. Eppure Donald Trump riferisce che la bozza di un'intesa per estendere il cessate il fuoco fra Stati Uniti e Iran, riaprire lo Stretto di Hormuz e avviare 60 giorni di trattative sul dossier nucleare è stata approvata dalla "leadership iraniana" e che per questo i nuovi raid annunciati ieri dal presidente sono stati fermati dalla Casa Bianca.

Trump sostiene che ci sia il via libera sulle discussioni e i punti finali, "sia a livello concettuale che nei minimi dettagli". Ma la prima insidia dell'annunciata intesa sta proprio qui. Il consenso è arrivato "da tutte le parti coinvolte", spiega il tycoon. Ma nel lungo elenco di Stati figurano Israele, Arabia Saudita, Emirati Arabi Uniti, Qatar, Turchia, Pakistan, Bahrein, Kuwait, Giordania, Egitto "e altri". Il vero tasto dolente dell'annuncio è la mancata ufficialità proprio dell'Iran, da cui tutti, e soprattutto le cancellerie internazionali, sono ben consapevoli che possano arrivare ancora brutte sorprese, come è già accaduto più volte, in nome della linea dura della parte più oltranzista del regime. Non a caso le agenzie di stampa iraniane Tasnim e Fars, le più vicine ai Guardiani della Rivoluzione islamica, prima smentiscono che Teheran abbia approvato alcun testo, poi si intestano la vittoria sostenendo che gli Stati Uniti hanno accettato il loro testo.

Poi c'è la questione Israele. Se davvero Trump è riuscito a stralciare il conflitto tra Israele e Hezbollah in Libano dalla trattativa - cosa che finora sembrava improbabile, visto che l'Iran ha sempre posto la fine della guerra contro i miliziani sciiti filo-Iran come precondizione alla firma dell'accordo - questa sarà una vittoria del presidente americano, che dovrà poi comunque vedersela con uno scalpitante Netanyahu. L'intesa potrebbe vacillare, sia nei sessanta giorni che nei successivi, sotto i colpi che l'esercito israeliano vuole ancora infliggere a Hezbollah nel sud del Libano e nella capitale Beirut, che ha scampato nuovi raid dell'Idf solo dopo lo stop imposto dal tycoon all'amico e alleato Bibi.

Intanto, annuncia sempre Trump, il blocco navale su Hormuz "rimarrà in vigore a tutti gli effetti fino al completamento di questa transazione". Ed è quindi uno dei punti cardine dell'intesa che non può trovare attuazione immediata fino al via libera dell'ayatollah Khamenei e dei pasdaran che effettivamente controllano il regime.

I più ottimisti sostengono tuttavia che le divergenze si siano notevolmente ridotte sulle tre questioni fondamentali: Hormuz, lo sblocco dei beni iraniani congelati e il nucleare. Ma sullo Stretto serve capire se davvero la trattativa si chiuderà con Hormuz aperto senza pedaggi, come prima del conflitto. Sul nucleare, invece, l'unica intesa al momento sarebbe l'accordo perché si parli di atomica nei due mesi di tregua. Un passo avanti, certo, ma che non fa ancora intravedere una vera via d'uscita alla crisi.

Infine i beni iraniani congelati all'estero. Quel che si sa degli ultimi sviluppi della trattativa è che Teheran vuole che vengano sbloccati e rilasciati direttamente al regime, mentre Washington chiede uno sblocco a tappe, preferendo tradurli nell'equivalente in beni umanitari, un modo per Donald Trump per evitare di finire nel tritacarne dopo aver accusato l'ex presidente Barack Obama di aver scongelato gli asset iraniani nel suo accordo del 2015 con l'Iran.

Se anche l'intesa ci sarà, le insidie non mancheranno. L'Iran ha già avvisato di essere pronto a una "risposta storica" contro gli Stati Uniti se Trump intraprenderà "azioni sconsiderate", convinto che "scelte sbagliate faranno saltare i mercati e creeranno un pantano senza fine", oltre che dare vita a "un nuovo Iran". Il regime degli ayatollah ha già risposto agli ultimi raid americani annunciando che Hormuz sarà chiuso completamente "fino a nuovo ordine". L'accordo è necessario, ma i rischi di forte instabilità nel Golfo, e di conseguenza nei commerci e negli approvvigionamenti energetici, restano ancora alti.

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La mano Usa dietro i raid sull’impianto idrico. L’ombra di un "crimine di guerra" americano

Gli attacchi sferrati dagli Stati Uniti nel sud dell'Iran mercoledì potrebbero aver distrutto un impianto di approvvigionamento idrico che serve oltre 20.000 persone nella provincia di Hormozgan, nei pressi dello Stretto di Hormuz. È quanto emerge da un'inchiesta del quotidiano New York Times, basata su immagini satellitari, filmati e analisi degli armamenti. Secondo il giornale statunitense, i raid avrebbero colpito due strutture di stoccaggio dell'acqua nel villaggio di Bemani, provocando interruzioni nell'erogazione idrica per decine di migliaia di residenti. L'identificazione del sito è stata effettuata tramite geolocalizzazione e immagini satellitari.

Immagini diffuse dall'agenzia di stampa iraniana Tasnim, la più vicina ai Guardiani della Rivoluzione islamica, mostrano quelli che sembrano essere frammenti di una bomba guidata Gbu-39 di fabbricazione statunitense, che sono stati inoltre identificati da esperti indipendenti specializzati nell'analisi di residuati bellici interpellati dal New York Times. L'analisi sarebbe compatibile con i danni osservati nell'area. Nel frattempo il Comando centrale degli Stati Uniti (Centcom) ha confermato nuovi attacchi contro obiettivi militari iraniani, affermando di aver preso di mira sistemi di sorveglianza, comunicazioni e difesa aerea in risposta a quella che Washington definisce una continua aggressione iraniana.

Se confermato, il danneggiamento di infrastrutture civili essenziali potrebbe sollevare interrogativi sul rispetto del diritto internazionale umanitario, che vieta gli attacchi deliberati contro strutture indispensabili alla popolazione civile.

Eppure Donald Trump, nelle ultime ore, mentre annunciava di voler prendere l'isola di Kharg e il controllo di petrolio e gas iraniano, ha sostenuto che preferirebbe non colpire ponti, centrali elettriche o altre infrastrutture in Iran, poiché tali attacchi danneggerebbero i civili, aggiungendo che i cittadini iraniani comuni soffrono a causa della repressione governativa. "Preferirei non farlo perché, una volta fatto, la gente ne soffre", ha spiegato il presidente americano in un'intervista a Fox News. "Il mio messaggio al popolo iraniano è che hanno paura perché non hanno armi, mentre l'altra parte sì, e quando organizzano una manifestazione vengono uccisi", ha aggiunto.

Su possibili nuovi attacchi alle infrastrutture energetiche iraniane è intervenuto il presidente iraniano Masoud Pezeshkian. "Sono la linfa vitale della popolazione. Le minacce a queste infrastrutture - dalle reti di trasporto ai settori dell'energia elettrica e dell'acqua - non sono una dimostrazione di forza, ma un segno di disperazione di fronte alla volontà di una nazione".

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L'opzione militare e il bivio di Donald: liberare lo Stretto o rischiare su Kharg

Hormuz or Kharg? La domanda nelle ultime ore è rimbalzata dallo Studio Ovale alle sale operative del Pentagono. "La mia preferenza è sempre stata quella di prendere l'isola di Kharg" ma "non so se gli Americani hanno lo stomaco per farlo" - ha risposto, sibillino come sempre, un Donald Trump ai microfoni di Fox News. Ma nelle ore concitate di ieri c'era poca voglia di scherzare. Anche perché tutti - dai comandanti americani al Pentagono a quelli sul campo - temevano che il tempo della trattativa, tanto a lungo inseguita dal Presidente, fosse definitivamente tramontato. E con essa anche quello delle strategie indefinite.

Le carte navali da questo punto di vista parlano chiaro. L'isola di Kharg e i suoi terminali petroliferi si trovano 483 chilometri a nord est di Hormuz. Quindi un eventuale sbarco sull'isola richiederebbe il passaggio da uno stretto ancora sotto controllo iraniano ed una navigazione di oltre 400 chilometri in un Golfo Persico non ancora ripulito dalla minaccia iraniana. Quindi, volendo fare le cose in ordine, il primo impegno delle forze statunitensi è sbloccare Hormuz colpendo le installazioni missilistiche situate su coste e isolotti e distruggendo i barchini veloci dei pasdaran. Ma la riapertura di Hormuz è prioritaria anche dal punto di vista politico e strategico. Una presa statunitense dello Stretto sarebbe vista a a livello globale non come una semplice vittoria americana, ma come un'azione indispensabile per la difesa dei commerci, il ripristino della libertà di navigazione e la salvaguardia dei mercati internazionali. E questo non solo perché garantirebbe nuovamente il passaggio del 20 per cento del petrolio scambiato sui mercati internazionali.

Riaprire Hormuz significa anche consentire il transito dei fertilizzanti indispensabili ad un mercato agro alimentare mondiale minacciato dalla carestia in molte regioni di Africa ed Asia. E - non ultimo - restituire ai paesi del Golfo la possibilità di ricevere i materiali e i manufatti indispensabili per il mantenimento delle loro strutture commerciali turistiche, evitando il collasso economico e finanziario della regione. Peraltro la "preferenza" di Trump per la conquista di Kharg ha poco senso non solo dal punto di vista strategico, ma anche da quello economico. L'ipotesi di un controllo del greggio iraniano simile a quello esercitato dopo il cambio di regime nel Venezuela di Nicolas Maduro è decisamente azzardata. Kharg è un terminale ed è chiaro che i "pasdaran" chiuderebbero i propri pozzi piuttosto che permettere al "Grande Satana" di controllare le vendite del loro greggio. O in alternativa tenterebbero di deviare il petrolio verso il terminale di Jask situato nel Golfo di Oman ed oltre lo stretto di Hormuz. Dunque per controllare effettivamente il petrolio in transito da Kharg l'Amministrazione Trump dovrebbe prima mettere in atto un cambio di regime.

Ma quest'opzione non sembra al momento alla portata né dell'America, né di un governo israeliano che in passato aveva scommesso proprio su quell'eventualità. In tutto questo anche il costo in vite umane appare sproporzionato rispetto al risultato strategico. Per prendere il controllo dell'isolotto - vasto appena venti chilometri quadrati e distante 25 chilometri dalla terraferma iraniana -gli americani devono mettere in conto la perdita di almeno qualche decina delle migliaia di marines mandati ad espugnare l'isola. E questo è decisamente troppo per lo stomaco degli americani. Ma forse anche per quello di Donald Trump. Soprattutto con i mondiali di calcio in casa. Ed il voto di "mid term" a meno di cinque mesi.

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“Temos de estar prontos para lutar”, diz o chefe do Exército alemão

O chefe do Exército alemão alerta que a Rússia poderá estar em condições de atacar a NATO até 2029 e defende que a Alemanha deve acelerar o rearmamento. Os aliados da NATO concordam que a Rússia poderá estar em condições de atacar um país-membro da aliança atlântica até 2029, ou mesmo antes, disse ao Politico o tenente-general Christian Freuding. Segundo o chefe do Exército alemão, há um consenso alargado entre os aliados de que a Rússia poderá atacar território da NATO antes do final da década, e a Alemanha tem de se preparar para um ataque russo. “2029 não é

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Stretto di Hormuz, nucleare e fondi congelati: ecco cosa prevede l’intesa con l’Iran

Questa volta l’intesa che dovrebbe porre fine alle ostilità tra Washington e Teheran sembra davvero a portata di mano. “Da quanto so la Guida Suprema ha approvato l’accordo”, ha dichiarato dallo Studio Ovale Donald Trump, che già in passato ha annunciato almeno 38 volte l’imminenza di una svolta nei negoziati e che ieri aveva minacciato nuovi pesanti raid contro il regime degli ayatollah. “Non avranno, né acquisteranno o svilupperanno in alcun modo o forma, armi nucleari”, ha aggiunto il tycoon, il quale poco dopo ha precisato che con l’Iran “abbiamo ottenuto tutto quello che volevamo” e che l’intesa è “praticamente fatta”.

Nonostante l’ottimismo di The Donald, tanti aspetti dell’accordo, che dovrebbe essere firmato in Europa nel weekend dal vice presidente JD Vance, sono ancora tutti da chiarire. E la situazione nello Stretto di Hormuz appare tutt'altro che definita (nelle prime ore di venerdì le forze Usa avrebbero abbattuto due droni d’attacco iraniani lanciati verso imbarcazioni in transito nello Stretto).

I particolari dell’intesa annunciata da Trump non sono stati resi ufficialmente noti, ma, non per la prima volta dall’avvio dell’operazione Epic Fury, è il ben informato Barak Ravid a rivelarne alcuni dettagli. Secondo un diplomatico di uno dei Paesi mediatori e un funzionario statunitense consultati dal giornalista di Axios, il memorandum d’intesa tra i due storici nemici prevede la riapertura immediata e senza pedaggi dello Stretto di Hormuz e l’estensione del cessate il fuoco per 60 giorni, anche in Libano. Washington punterebbe ad un ritorno ai volumi di traffico pre-conflitto nell’area entro 30 giorni (da qui, prima del 28 febbraio, transitava il 20% del petrolio globale) e sarebbe pronta a revocare il suo blocco navale scattato ad aprile.

Fonti Usa avrebbero dichiarato in precedenza ad Axios che, dopo la riapertura dello Stretto, l’amministrazione repubblicana concederebbe deroghe temporanee alle sanzioni che permetterebbero alla Repubblica Islamica di vendere greggio per 60 giorni. L’allentamento delle misure punitive proseguirebbe in caso di rispetto dell’accordo iniziale e di dimostrazione di “buona fede” nei negoziati successivi da parte di Teheran.

L’accordo, mediato da Qatar e Pakistan, affronta anche l’annosa questione nucleare. Il testo che dovrebbe essere firmato a breve include riferimenti alle scorte di uranio arricchito di Teheran ma qualsiasi azione sul programma nucleare iraniano dipenderebbe da un secondo accordo più dettagliato. L’Iran, come anticipato da Trump, avrebbe acconsentito ad impegnarsi a non acquisire armi atomiche e a risolvere la controversia relativa al combustibile radioattivo. Stando a quanto riferito da un funzionario statunitense, il presidente americano avrebbe concordato sull’ipotesi di diluire l’uranio arricchito all’interno della Repubblica Islamica e sotto la supervisione degli ispettori dell’Onu.

Al momento non è chiaro se il memorandum negoziato stabilisca le modalità di sblocco dei miliardi di dollari iraniani congelati all’estero. Teheran avrebbe insistito per ricevere, immediatamente al momento della firma di qualsiasi accordo iniziale, una parte dei fondi, mentre Washington avrebbe risposto che i pagamenti verrebbero erogati a rate in base al rispetto delle intese. Negli ultimi giorni Stati Uniti, Iran e Qatar avrebbero discusso di un meccanismo che consentirebbe al regime teocratico di accedere a parte dei suoi fondi congelati in Qatar per l’acquisto di beni umanitari.

La firma dell’intesa, scrive Axios, sarebbe così imminente che quattro aerei C-17 dell’aeronautica militare statunitense sarebbero già partiti per l’Europa. Nelle loro stive ci sarebbero le attrezzature per il possibile viaggio del vice di Trump. La cerimonia della firma potrebbe svolgersi a Ginevra nei prossimi giorni.

Le fonti del sito Usa precisano che l’accordo è stato approvato ai massimi livelli dalla parte iraniana, ma probabilmente non dalla Guida Suprema Mojtaba Khamenei. Un aspetto che potrebbe essere legato al macchinoso sistema di comunicazione interno volto a proteggere la sicurezza di Khamenei. A darne conto è l’agenzia Bloomberg, secondo cui internet funziona a singhiozzo (un messaggio di Whatsapp può impiegare anche 48 ore per essere recapitato) e le trattative passano per i mediatori del Pakistan che consegnano le proposte di Washington o ricevono le risposte iraniane tramite telefonate o visite di persona a Teheran. A quel punto entrerebbero in gioco i corrieri che per coprire le loro tracce impiegano giorni per raggiungere il loro destinatario. Un sistema che il capo della Casa Bianca, abituato ad una comunicazione tempestiva via social, può soltanto lontanamente immaginare.

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Trump:"Alleati europei non sono stati d'aiuto, ma possono esserlo in futuro, dopo l'intesa". Axios: "Firma dell'accordo forse a Ginevra, partiti gli aerei con materiale per Vance"

Il presidente degli Stati Uniti ha annunciato la fine della guerra in Iran, con un accordo che prevederebbe anche la riapertura dello Stretto di Hormuz. La ratifica dovrebbe avvenire in Europa nei prossimi giorni e, secondo quanto dichiarato, la Repubblica islamica avrebbe deciso di non dotarsi dell'arma nucleare. Poche ore dopo, è arrivata la smentita di Teheran, secondo cui non vi è ancora una conclusione definitiva sull'accordo con gli Usa.

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"Fino a 115mila soldati al confine Nato". Mosca rafforza il suo fianco nord-occidentale: le stime dell'intelligence

Una vasta inchiesta realizzata dall’emittente pubblica danese DR (Danmarks Radio), in collaborazione con la svedese SVT, la norvegese NRK e il gruppo editoriale estone Delfi, ha riportato al centro del dibattito strategico europeo l’evoluzione della postura militare russa lungo il fianco settentrionale del continente. Il lavoro giornalistico, sviluppato nell’arco di circa diciotto mesi e confluito nel documentario Krigsplan Europa (“Piano di guerra Europa”), si basa su decine di colloqui con funzionari della difesa, responsabili dell’intelligence e ufficiali della NATO, oltre all’analisi di immagini satellitari effettuata dall’ex ufficiale dell’intelligence militare finlandese Marko Eklund.

Secondo le valutazioni raccolte dall’inchiesta, la Federazione russa starebbe conducendo un significativo programma di rafforzamento delle proprie infrastrutture militari nelle regioni comprese tra la penisola di Kola, il confine finlandese e l’area baltica. Le fonti consultate sottolineano tuttavia che non esistono elementi pubblicamente disponibili che dimostrino una decisione politica già assunta dal Cremlino per intraprendere un conflitto contro i Paesi dell’Alleanza Atlantica. Le preoccupazioni riguardano piuttosto la progressiva costruzione di capacità militari che potrebbero consentire a Mosca di disporre di maggiori opzioni operative in caso di deterioramento del quadro di sicurezza europeo.

Per gli apparati di sicurezza nordici, il Mar Baltico rappresenta oggi uno dei principali punti di frizione geopolitica del continente. L’area ospita infrastrutture energetiche strategiche, collegamenti marittimi fondamentali per l’economia europea e le linee di comunicazione che collegano Estonia, Lettonia e Lituania al resto della NATO. In questo scenario, qualsiasi modifica degli equilibri militari regionali viene osservata con particolare attenzione dalle cancellerie occidentali.

Dalle brigate alle divisioni: la trasformazione delle forze russe

Uno degli elementi maggiormente evidenziati dagli analisti riguarda la riorganizzazione strutturale delle Forze terrestri russe. Secondo le informazioni raccolte dall’inchiesta, Mosca starebbe accelerando la conversione di numerose brigate in divisioni permanenti, una scelta che modifica sensibilmente il potenziale operativo delle unità schierate.

Una brigata russa dispone generalmente di circa 3.500-4.500 effettivi, mentre una divisione può superare i 10.000 militari integrando capacità autonome di artiglieria, difesa aerea, guerra elettronica, ricognizione e supporto logistico. Tale configurazione consente operazioni prolungate e ad alta intensità, riducendo la dipendenza da strutture di comando esterne.

Le immagini satellitari analizzate dagli esperti mostrerebbero inoltre l’ampliamento di basi, depositi logistici, aree addestrative e infrastrutture ferroviarie in diverse regioni della Russia nord-occidentale. Secondo stime riportate, una volta conclusa la fase più intensa della guerra in Ucraina, Mosca potrebbe mantenere fino a 115.000 militari nelle aree prossime ai confini con Finlandia, Norvegia e Paesi baltici. Si tratta di una valutazione elaborata da fonti occidentali e non confermata ufficialmente dalle autorità russe.

Gli osservatori segnalano inoltre che l’esperienza maturata sul teatro ucraino avrebbe accelerato l’integrazione di nuove tecnologie all’interno delle forze armate russe. Tra queste figurano sistemi a pilotaggio remoto, munizioni circuitanti, capacità avanzate di guerra elettronica, reti di comando digitalizzate e strumenti di sorveglianza in tempo reale. L’obiettivo sarebbe quello di aumentare la rapidità decisionale e l’efficacia delle operazioni multidominio, che comprendono simultaneamente spazio terrestre, aereo, marittimo, cibernetico ed elettromagnetico.

Secondo alcuni responsabili della sicurezza nordica citati dall’inchiesta, il rafforzamento delle infrastrutture e la crescita della presenza militare lungo il fianco baltico-artico potrebbero consentire alla Russia di trasferire ulteriori forze verso l’Europa settentrionale in tempi relativamente brevi qualora la situazione internazionale dovesse deteriorarsi.

Le preoccupazioni occidentali e la posizione ufficiale di Mosca

Le valutazioni espresse dagli apparati di intelligence di Danimarca, Svezia, Norvegia e Finlandia convergono sull’idea che il fattore tempo rappresenti oggi una delle principali variabili strategiche. Secondo tali analisi, l’Europa si troverebbe in una fase di transizione durante la quale numerosi Stati stanno ancora ricostruendo capacità militari ridotte nel periodo successivo alla Guerra Fredda.

Le esercitazioni NATO svolte negli ultimi anni nell’Europa nord-orientale hanno evidenziato la necessità di incrementare la disponibilità di munizionamento, rafforzare le capacità di difesa aerea e missilistica, migliorare la mobilità delle forze terrestri e sviluppare infrastrutture adeguate per il rapido dispiegamento di contingenti alleati. Diversi ufficiali dell’Alleanza ritengono inoltre prioritario investire in sistemi autonomi, tecnologie spaziali, intelligence, sorveglianza e ricognizione, settori considerati essenziali per affrontare eventuali scenari di crisi ad alta intensità.

Alcuni responsabili militari nordici sostengono che i prossimi anni potrebbero rappresentare una fase particolarmente delicata, poiché la produzione industriale russa destinata alla difesa continua a mantenere livelli elevati mentre molti Paesi europei stanno ancora ampliando le proprie capacità produttive nel settore militare. Tuttavia, le stesse fonti precisano che tali considerazioni costituiscono valutazioni prospettiche e non indicano l’esistenza di un attacco imminente.

La Federazione russa respinge categoricamente queste interpretazioni. Vladimir Barbin, ambasciatore della Russia in Danimarca e rappresentante ufficiale di Mosca presso il governo di Copenaghen, ha definito infondate le ipotesi secondo cui il Cremlino starebbe preparando un’aggressione contro i Paesi della NATO. Secondo la posizione espressa dall’ambasciata russa, il rafforzamento militare occidentale e l’espansione delle attività dell’Alleanza Atlantica nei pressi dei confini russi costituirebbero i principali fattori di tensione nella regione. Mosca sostiene inoltre che il proprio dispositivo militare abbia natura difensiva e che le valutazioni diffuse da alcune fonti occidentali contribuiscano ad alimentare un clima di confronto politico e strategico.

Al di là delle differenti interpretazioni, l’insieme degli sviluppi osservati conferma come il settore baltico-artico sia tornato a occupare una posizione centrale nella competizione strategica tra Russia e NATO. In assenza di un miglioramento del contesto geopolitico, l’area continuerà con ogni probabilità a rappresentare uno dei principali barometri della sicurezza europea nei prossimi anni.

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Dall’uccisione di Khamenei alla chiusura di Hormuz: le tappe della terza guerra Usa-Iran

Il 28 febbraio 2026, dopo il fallimento dei colloqui di Ginevra sul nucleare iraniano fra Washington e Teheran, Usa e Israele lanciano un massiccio attacco sugli obiettivi strategici della Repubblica Islamica. È l'innesco della “terza guerra del Golfo”.

L'operazione mira a eliminare i vertici degli ayatollah, provocando un “regime change” che, però, non si materializza. Ucciso Ali Khamenei, i nuovi vertici iraniani, guidati dal figlio Mojtaba, mai apparso in pubblico dall'inizio del conflitto, si riorganizzano e contrattaccano, colpendo Israele, le basi Usa nella regione e le petromonarchie del Golfo.

Ecco le principali tappe della guerra.

L'inizio del conflitto, 28 febbraio

Alle 08:15, ora di Teheran, del 28 febbraio scatta l'operazione “Ruggito del Leone” o “Epic Fury”, nomi in codice dell'offensiva di Israele e Stati Uniti contro l'Iran.

I raid colpiscono centri di comando dei pasdaran, bunker sotterranei e basi missilistiche. Viene confermata l'uccisione della Guida Suprema Ali Khamenei e di figure chiave del regime.

L'escalation nella regione, 1 marzo

L'Iran risponde a quella che definisce “un'aggressione illegale” dando avvio all'operazione di rappresaglia “Vera Promessa 4”.

Teheran lancia centinaia di droni e missili su Israele, sulle basi Usa in Medio Oriente e su alcuni Paesi del Golfo. Hezbollah intensifica gli attacchi nel Libano meridionale contro lo Stato ebraico.

La chiusura dello Stretto di Hormuz, 4 marzo

A tre giorni dall'escalation regionale, Teheran annuncia la chiusura dello Stretto di Hormuz. La mossa innesca uno shock economico globale.

Cessate il fuoco e colloqui di Islamabad, 8 e 11 aprile

Nonostante la minaccia agitata da Trump di “riportare l'Iran all'età della Pietra”, Washington e Teheran siglano l'8 aprile una tregua destinata inizialmente a durare due settimane.

Il Pakistan, principale mediatore, organizza a Islamabad i primi colloqui di pace diretti Usa-Iran dal 1979, a cui partecipa anche il vicepresidente Vance. Ma le trattative si arenano quasi subito sul nucleare iraniano e su Hormuz.

Il blocco navale americano, 12 aprile

All'indomani del fallimento dei colloqui, il Centcom dichiara di aver “completato il blocco navale nello Stretto di Hormuz” e il traffico via mare da e per l'Iran.

Trump cancella l'attacco su Teheran, 18 maggio

Dopo un mese di stallo e continue schermaglie nello Stretto, Trump cancella un nuovo massiccio raid sull'Iran dopo l'intervento di Arabia Saudita, Qatar ed Emirati, che avrebbero spinto Washington a evitare una nuova escalation.

Trump annuncia: “Accordo pronto”, 23 maggio

Dopo una “ottima telefonata” nello Studio Ovale con i leader del Golfo e con Netanyahu, il presidente Usa parla di “un accordo ampiamente negoziato, in attesa di finalizzazione”. Ma le sue parole restano disattese.

Si torna a rivedere l'accordo, 31 maggio

Trump chiede “modifiche significative” alla bozza di memorandum d'intesa. È il terzo ciclo di correzioni.

Sale la tensione tra Usa e Israele dopo i continui raid dell'Idf in Libano.

Trump striglia Netanyahu, 2 giugno

Telefonata durissima di Trump al premier israeliano: “Sei un pazzo”.

Notte di fuoco nel Golfo Persico, 3 giugno

Nuova escalation con l'Iran che colpisce in Kuwait e gli Usa che sferrano raid difensivi sull'isola di Qeshm.

Nuovo scambio di attacchi, 6 giugno

Nonostante il cessate il fuoco, il Comando centrale americano annuncia di aver colpito postazioni radar iraniane di sorveglianza costiera a Goruk e sull'isola di Qeshm.

Nelle stesse ore Teheran colpisce in Kuwait e Bahrein.

Elicottero Apache abbattuto, 9 giugno

Tensione alle stelle dopo l'abbattimento da parte di Teheran di un elicottero americano Apache.

Trump annuncia una dura rappresaglia degli Stati Uniti e, nella notte tra il 9 e il 10 giugno, lancia tre ondate di attacchi contro radar e contraerea iraniana. Teheran risponde con droni e missili sul Golfo.

Nuovi raid, 10 giugno

Il commander in chief, in pressing su Teheran per la chiusura dell'accordo, parla di un Iran che “perde tempo”, annunciando nuovi attacchi che mette a segno nella notte tra il 10 e l'11 giugno.

La minaccia finale, poi l'annuncio di un'intesa, 11 giugno

Trump minaccia una terza notte di attacchi, mettendo nel mirino nel prossimo futuro anche l'isola di Kharg e le infrastrutture petrolifere.

Poi però, nel tardo pomeriggio, a sorpresa, posta su Truth l'annuncio di fermarsi, lasciando intendere che c'è l'intesa per l'accordo.

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Uranio, ispezioni e chiusura dei siti nucleari: ecco cosa vuole Trump dall’Iran

In attesa di capire l’impatto sugli sforzi diplomatici internazionali determinato dalla serie di attacchi e ritorsioni tra i due storici nemici e mentre Donald Trump minaccia di colpire duramente anche stanotte il regime dei pasdaran, i negoziati su una delle questioni più spinose al centro dei colloqui volti a porre fine alle ostilità in Medio Oriente, sembrano ripartire, con qualche notevole differenza, dal punto in cui erano stati lasciati alla vigilia dell’inizio dell’operazione Epic Fury.

Ma andiamo con ordine. Appena 48 ore fa, un’eternità per gli standard a cui ci ha abituato il presidente Trump, il New York Times ha riportato che le discussioni intavolate con gli iraniani dai consiglieri di The Donald si stanno focalizzando su quattro punti ben precisi, i quali, stando a quanto affermato dalle fonti del quotidiano (funzionari e diplomatici Usa informati sulle trattative), dovrebbero bloccare il programma nucleare della Repubblica Islamica, con una scadenza tutta da definire.

La prima richiesta avanzata dalla squadra statunitense riguarda la sospensione dell’arricchimento dell’uranio per almeno 20 anni, con la possibilità di scendere a 15 anni. Secondo gli insider del New York Times, gli iraniani avrebbero controproposto una sospensione di 10 anni. Deadline che comunque dovrebbero passare sotto le forche caudine dello Studio Ovale. A metà maggio infatti il presidente Trump ha dichiarato che accetterebbe un’intesa di 20 anni e pertanto il compromesso con Teheran non sarebbe da dare per scontato.

Al secondo punto dei negoziati c’è la disponibilità degli Stati Uniti a collaborare con l’Agenzia Internazionale per l’Energia Atomica (Aiea) per diluire le scorte di uranio arricchito dell’Iran. Il ruolo attivo di Washington non sarebbe però ben visto dalle autorità del regime teocratico che, invece, sarebbero disposte ad accettare gli americani solo in qualità di osservatori. “Lo porteremo via o lo distruggeremo, che sia in loco o altrove”, ha detto il tycoon la scorsa settimana. Un dettaglio non da poco riguarda poi il quantitativo di combustibile radioattivo da diluire: tutte le 11 tonnellate di uranio, ha chiarito pubblicamente il segretario di Stato Usa Marco Rubio, e non solo la mezza tonnellata di materiale quasi adatto alla costruzione di bombe.

La terza richiesta avanzata dai diplomatici statunitensi ai rappresentanti della Repubblica Islamica riguarda la necessità che l’Iran smantelli i suoi principali siti nucleari di Natanz, Fordow e Isfahan, colpiti nel 2025 da Washington nel corso dell’operazione Midnight Hammer. Teheran si sarebbe mostrata disponibile a smantellare due impianti ma pretenderebbe di lasciarne uno operativo, anche per dimostrare di non aver rinunciato a quello che considera ormai da decenni il suo diritto all’arricchimento.

L’ultimo punto discusso dai negoziatori dei due Paesi riguarda la possibilità che gli ispettori internazionali conducano ispezioni a sorpresa, in qualsiasi momento e in qualsiasi luogo, all’interno dell’Iran. Il New York Times sottolinea che non è chiaro se il governo iraniano acconsentirà in quanto molti dei siti nucleari sospetti si trovano all’interno di basi militari delle Guardie Rivoluzionarie, dove spesso è stato impedito l’accesso agli ispettori.

Se l’Iran accettasse i quattro limiti al programma nucleare, scrive il quotidiano Usa, ciò rappresenterebbe un significativo passo avanti rispetto ad alcune delle concessioni ottenute da Teheran nei negoziati del 2015. Come si può ben immaginare, l’accordo, oltre a dipendere in parte da come verrà chiusa la questione del blocco di Hormuz, richiederebbe la cooperazione del regime in ogni fase. Altra incognita è se il capo negoziatore della Repubblica Islamica, il ministro degli Esteri Abbas Araghchi, riuscirà a non essere scavalcato dai Guardiani della Rivoluzione e da altri politici dell’ala più dura.

Sta di fatto che i negoziatori americani, almeno sino alla vigilia della nuova escalation, avrebbero manifestato un certo ottimismo sull’andamento dei negoziati. L’inviato speciale del presidente, Steve Witkoff, e suo genero, Jared Kushner, hanno fatto visita giovedì al laboratorio nucleare Oak Ridge, nel Tennessee, per valutare quali attrezzature e competenze sarebbero necessarie per diluire l’uranio del regime islamico e avrebbero inoltre incontrato decine di esperti del dipartimento dell’Energia e dell’intelligence che stanno pianificando le modalità per recuperare e neutralizzare il carburante radioattivo iraniano.

L’ottimismo americano non sarebbe del tutto immotivato. Infatti, secondo il ben informato Barak Ravid di Axios, si era già vicini ad un accordo preliminare con l’Iran alla fine del mese scorso ma Trump, dopo una riunione alla Casa Bianca del 29 maggio, avrebbe deciso di inviare agli iraniani una richiesta di due emendamenti alla bozza di memorandum d’intesa. Accettare di ridurre il grado di arricchimento dell’uranio entro 60 giorni e impegnarsi a non imporre pedaggi alle navi che attraversano lo Stretto di Hormuz. Queste quanto preteso dal leader Usa che, in cambio, si sarebbe detto disposto ad accettare il degradamento dell’uranio arricchito sul suolo iraniano, sotto la supervisione dell’Aiea. Di qui, le trattative con il regime si sarebbero dilungate sino ad arrivare allo stallo attuale.

Se la “strategia del pazzo” applicata da Washington sembra aver contagiato in parte anche la nuova leadership della Repubblica Islamica, più militare e oltranzista della precedente, è impossibile non notare che, pur con alcune importanti differenze, i punti al centro del negoziato (tra questi lo smantellamento dei siti nucleari) assomigliano a quelli che Witkoff e Kushner stavano già discutendo con gli iraniani a Ginevra a fine febbraio. Se qualcosa è cambiato, e non in meglio per Washington, è sicuramente l’accresciuto potere negoziale di Teheran che, adesso, oltre a rivendicare il diritto all’arricchimento dell’uranio, può contare sul ricatto di Hormuz per condizionare l’esito dei colloqui. Un risultato che, con tutta probabilità, l’autore dell’Arte di fare affari non aveva messo sufficientemente in conto.

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Missili e artiglieria in prima linea: così Taiwan prepara la “zona di distruzione” contro la Cina

Le forze armate di Taiwan hanno condotto una vasta esercitazione lungo la costa occidentale, quella che guarda direttamente verso la Cina continentale attraverso lo Stretto di Taiwan. L’obiettivo dichiarato delle manovre è stato quello di simulare la risposta a un possibile sbarco anfibio nemico, uno scenario che da anni rappresenta la principale preoccupazione strategica di Taipei.

Le esercitazioni di Taiwan

Come ha spiegato Reuters, le operazioni si sono svolte lungo un tratto di circa 20 chilometri nei pressi di Taichung, coinvolgendo contemporaneamente otto diverse postazioni. Le forze taiwanesi hanno impiegato sistemi lanciarazzi Thunderbolt-2000 sviluppati localmente, obici semoventi Paladin di fabbricazione statunitense, missili anticarro, mortai e artiglieria pesante per creare una sorta di “zona di distruzione” destinata a fermare un eventuale assalto dal mare.

L’aspetto più significativo dell’esercitazione non è stato tanto l’arsenale utilizzato, quanto il metodo. I comandanti hanno sottolineato che le truppe hanno avuto molto meno tempo per prepararsi rispetto al passato, con l’obiettivo di replicare condizioni il più possibile vicine a quelle di un conflitto reale. In precedenza, alcune unità disponevano di giorni o addirittura settimane per predisporre le posizioni di tiro; questa volta l’arrivo nelle aree operative è avvenuto appena 24 ore prima dell’inizio delle attività.

Secondo i vertici militari, la scelta è servita a rendere l’addestramento più imprevedibile e a migliorare la capacità di reazione immediata delle forze armate. La modernizzazione della difesa taiwanese passa infatti sì attraverso l’acquisizione di nuovi sistemi d’arma, ma anche da una revisione delle procedure operative.

Un messaggio alla Cina

I sistemi HIMARS forniti dagli Stati Uniti sono stati protagonisti di un’altra operazione a fuoco reale lungo la costa occidentale. La Cnn ha fatto sapere che per la prima volta i razzi sono stati lanciati verso le acque dello Stretto di Taiwan, sempre simulando una risposta rapida a un’aggressione proveniente dalla Cina.

Gli HIMARS incarnano la dottrina della cosiddetta guerra asimmetrica, sostenuta da Washington, che punta a rendere estremamente costosa e complessa qualsiasi operazione militare contro l’isola. Montati su camion altamente mobili, questi sistemi possono uscire rapidamente da posizioni nascoste, lanciare i missili e spostarsi immediatamente altrove.

Durante l’esercitazione i veicoli hanno ricevuto l’ordine di fuoco, raggiunto la posizione assegnata e lanciato i razzi in pochi minuti, dimostrando la capacità di colpire rapidamente senza esporsi a lungo alle contromisure avversarie. Taiwan considera questi sistemi un elemento fondamentale della propria deterrenza, soprattutto mentre le attività militari cinesi attorno all’isola continuano ad aumentare.

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“Guerra Usa-Iran, Trump non può esagerare con gli attacchi: un’escalation manderebbe in cortocircuito l’economia globale”

Hormuz chiuso e lo spettro atomico: l’intervista a Federico Petroni sullo scontro Washington-Teheran

Mentre la tensione sul terreno non accenna a placarsi e i canali diplomatici restano faticosamente aperti, il confronto tra Washington e Teheran entra in una fase cruciale, sospesa tra il test delle rispettive “linee rosse” e la ricerca di una via d’uscita.

Sullo sfondo, i bombardamenti sulle infrastrutture civili, la chiusura dello Stretto di Hormuz e le indiscrezioni sul possibile ricorso ad armi nucleari tattiche sollevano interrogativi drammatici: siamo di fronte a una reale prova di forza o al sintomo di una profonda frustrazione geopolitica da parte di una Casa Bianca incapace di raggiungere i propri obiettivi? E quale ruolo giocano le irrisolte preoccupazioni di sicurezza di Israele nella tenuta di un eventuale accordo?

A fare chiarezza è Federico Petroni, analista geopolitico di Limes, che ad Affaritaliani analizza i nodi più caldi dello scontro e le sue possibili evoluzioni: “Siamo proprio in un momento in cui si testano queste linee rosse. È ovvio che però gli Stati Uniti finora non sembrano in grado di volere o poterle superare, anche perché la risposta dell’Iran potrebbe essere altrettanto catastrofica”.

Nuovi bombardamenti in Iran, ma i colloqui continuano: qual è la linea rossa che Trump non può superare?

“Al momento non ci sono particolari linee rosse, se non quelle ovvie: l’opzione nucleare e gli attacchi alle infrastrutture civili vitali, come la rete elettrica o gli impianti idrici. Tuttavia, i recenti raid contro una di queste strutture sembrano un chiaro messaggio inviato a Teheran per dimostrare che Washington è pronta a valicare quel limite. Inoltre, secondo fonti non confermate, Trump avrebbe sollevato l’ipotesi di utilizzare armi atomiche di basso calibro contro i siti nucleari iraniani, un’indiscrezione che avrebbe suscitato un enorme scandalo nel suo stesso gabinetto.

Siamo in una fase di test reciproco dei limiti. Finora, però, gli Stati Uniti non sembrano avere la forza o la reale volontà di superare queste linee rosse, anche perché la controrisposta iraniana sarebbe catastrofica. Teheran ha finora risposto in modo simmetrico, colpendo le infrastrutture petrolifere e gasiere del Golfo. Un’escalation di questi contrattacchi manderebbe in cortocircuito l’economia globale, traducendosi in un disastro economico anche per gli Stati Uniti”.

Se ci sarà un accordo tra Washington e Teheran, chi ne uscirà vincitore? E quanto potrà durare?

“Temo che un eventuale accordo difficilmente avrebbe vita lunga, a meno che non si riescano a risolvere le preoccupazioni di Israele, che rimangono il nodo fondamentale. Poiché questa guerra all’Iran non ha dato i risultati sperati da Washington e Gerusalemme, il rischio che tra qualche anno Israele si senta talmente poco sicuro da dover riavviare questo tipo di operazioni militari è concreto.

Fondamentalmente, il governo Netanyahu mirava a rovesciare il regime iraniano per poter sbandierare questa vittoria in patria e dichiarare concluso il conflitto. Non essendoci riuscito, lo scenario resta di forte instabilità. Quanto a chi ne uscirà vincitore, è chiaro che gli Stati Uniti non hanno centrato nessuno dei propri obiettivi, anzi hanno peggiorato il quadro geopolitico. L’Iran, dal canto suo, ne esce indubbiamente indebolito per aver perso parte della sua leadership e per l’aggravarsi del soffocamento economico; d’altro modo, però, ne risulta rafforzato, essendo sopravvissuto a una guerra aperta che nessuno, prima d’ora, aveva mai osato muovergli contro”.

L’Iran ha chiuso lo Stretto di Hormuz: che segnale sta mandando a Trump e al mondo? È un punto di non ritorno nel conflitto?

“Teheran ha bloccato Hormuz perché gli Stati Uniti hanno ripreso a bombardare per pura frustrazione. I recenti attacchi americani non sono altro che il sintomo di una crisi di nervi. Di fronte a un Iran che si sente vincitore e che quindi respinge ogni richiesta della Casa Bianca, gli statunitensi hanno pochissime carte da giocare. Si illudono che qualche campagna di bombardamento possa ammorbidire la posizione iraniana, ma penso che non ci credano fino in fondo nemmeno loro. Per questo la definisco un’operazione dettata dalla frustrazione”.

Una tregua è ancora lontana?

“Gli Stati Uniti hanno ampiamente dimostrato di non avere né la forza né la volontà di andare fino in fondo, ovvero di intensificare sensibilmente le operazioni militari. Questo accade anche perché Washington non ha una visione chiara di cosa vuole ottenere da un conflitto avviato per ragioni che hanno pochissimo a che fare con i reali interessi strategici americani.

Allo stesso tempo, però, la Casa Bianca non può fare marcia indietro senza rimediare un gravissimo danno d’immagine. Ritirarsi significherebbe ammettere non solo di aver perso la guerra, ma anche di aver ceduto il controllo di uno stretto marittimo vitale, un passaggio chiave per chiunque voglia continuare a definirsi la prima potenza del pianeta. A un certo punto Trump potrebbe anche stufarsi e decidere di abbandonare il campo, ma finora non lo ha fatto proprio perché è consapevole dell’altissimo prezzo reputazionale che pagherebbe in prima persona”.

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Nucleare, miliardi congelati e raid in Libano: tutti i fronti che alimentano la guerra tra Israele e Stati Uniti

La guerra tra Iran, Israele e Stati Uniti non si gioca più su un solo campo. È un conflitto stratificato, in cui i raid militari si intrecciano con i negoziati sul nucleare, la battaglia sui fondi iraniani congelati, il controllo dello Stretto di Hormuz, la minaccia dei missili balistici e il ruolo di Hezbollah in Libano.

Mentre Washington e Teheran discutono un possibile accordo ad interim per ridurre l’escalation, Israele continua a colpire i suoi obiettivi regionali e guarda con sospetto qualsiasi compromesso che lasci intatta la capacità strategica iraniana.

Il nodo nucleare e i missili: la linea rossa di Israele

Il dossier nucleare resta il cuore della crisi. L’Iran rivendica il diritto all’arricchimento dell’uranio, mentre Stati Uniti e alleati chiedono limiti più rigidi, accesso pieno degli ispettori internazionali e garanzie verificabili. L’Agenzia internazionale per l’energia atomica ha chiesto a Teheran cooperazione urgente e accesso ai siti nucleari, in un clima reso ancora più teso dalla guerra e dagli attacchi subiti da alcune infrastrutture.

Per Israele, però, il problema non è soltanto nucleare. La questione riguarda anche i missili balistici iraniani, la loro gittata e la possibilità di colpire territorio israeliano o basi americane nel Golfo. Washington aveva già indicato la limitazione della portata dei missili tra le richieste principali rivolte a Teheran. Per l’Iran, invece, l’arsenale missilistico resta uno strumento di deterrenza indispensabile, soprattutto dopo mesi di attacchi diretti e indiretti. L'Iran seguita a sostenere che il suo diritto alle armi convenzionali non è affatto negoziabile e di essere ancora in possesso di un vasto arsenale.

I miliardi congelati: la guerra economica dietro la diplomazia

Il secondo fronte è finanziario. Iran e Stati Uniti starebbero negoziando il rilascio di parte dei fondi iraniani congelati all’estero. Teheran chiede tra 6 e 12 miliardi di dollari subito, mentre Washington vuole uno sblocco graduale, controllato e vincolato all’acquisto di beni umanitari. Un funzionario iraniano ha affermato che sono in corso discussioni sull'ammontare dei beni congelati da sbloccare immediatamente e su una tempistica garantita per il pagamento dei restanti miliardi di dollari di fondi iraniani entro un periodo di 60 giorni.

La partita è decisiva perché riguarda la sopravvivenza economica della Repubblica islamica. Dopo anni di sanzioni e mesi di guerra, l’Iran ha bisogno di liquidità per alleggerire la pressione interna. Gli Stati Uniti, al contrario, vogliono usare quei fondi come leva negoziale: concedere ossigeno a Teheran, ma senza restituirle piena libertà finanziaria.

È qui che nasce l’ipotesi di un accordo provvisorio: non una pace definitiva, ma un’intesa tecnica per ridurre l’escalation, riaprire alcuni canali economici e rinviare i nodi più difficili. Una soluzione che però rischia di scontentare Israele, convinto che ogni pausa possa permettere all’Iran di ricostruire capacità militari e influenza regionale.

Libano, Hormuz e Hezbollah: i fronti che possono far saltare l’accordo

Il Libano è diventato uno dei terreni più sensibili della trattativa. Israele continua a colpire il sud del Paese contro obiettivi legati a Hezbollah, mentre Teheran cerca di mantenere il movimento sciita come leva strategica in qualsiasi negoziato più ampio con Washington, mentre il cessate il fuoco resta fragile e contestato.

Per l’Iran, Hezbollah è parte essenziale della propria architettura regionale. Per Israele, invece, è una minaccia diretta ai confini settentrionali. Per questo il dossier libanese non è più separabile da quello iraniano: ogni raid israeliano, ogni risposta di Hezbollah e ogni pressione americana su Beirut finiscono per pesare sui negoziati con Teheran.

A complicare tutto c’è lo Stretto di Hormuz, snodo fondamentale per il traffico energetico mondiale. L’Iran ha minacciato o annunciato restrizioni al passaggio delle navi in risposta agli attacchi americani, trasformando il Golfo in un altro fronte della guerra. Per Washington, la libertà di navigazione è una linea rossa; per Teheran, il controllo dello stretto è e sarà una carta strategica da usare al tavolo.

Il risultato è una guerra sospesa tra diplomazia e nuovo allargamento. Un accordo ad interim potrebbe congelare alcuni fronti, ma difficilmente risolverebbe le cause profonde dello scontro: il nucleare, i missili, le sanzioni, Hezbollah, Hormuz e la sfiducia israeliana verso ogni compromesso con Teheran. Più che una pace, al momento, sembra profilarsi una tregua armata: abbastanza per evitare il collasso immediato, troppo poco per chiudere davvero la guerra.

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Teerão ataca bases dos Estados Unidos no Bahrein e no Kuwait

Os Estados Unidos atacaram o Irão e as forças iranianas responderam com o lançamento de mísseis contra bases norte-americanas. Os Estados Unidos terão lançado uma nova vaga de ataques aéreos contra o Irão na madrugada desta quinta-feira, depois de Donald Trump ter avisado que Teerão iria “pagar o preço” pelo impasse nas negociações. Após os norte-americanos terem realizado ataques com mísseis contra várias cidades iranianas, o Irão voltou a retaliar, atingindo bases militares dos EUA no Bahrein, Kuwait e Jordânia, bem como dois navios no Estreito de Ormuz. Em comunicados divulgados pela agência de notícias iraniana Fars, a Guarda Revolucionária

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