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A rede subterrânea de fungos da Terra é tão vasta que cobriria 10% da Via Láctea

O primeiro mapa global das redes subterrâneas de fungos revela a dimensão colossal da sua presença no planeta. A rede subterrânea de fungos da Terra é tão vasta que, se estivesse no espaço exterior e fosse disposta em linha reta, cobriria cerca de 10% da Via Láctea, conclui um novo estudo, publicado esta quinta-feira na revista Science. Estas estruturas subterrâneas, chamadas redes de fungos micorrízicos arbusculares, funcionam em parceria com a maioria das plantas terrestres do mundo, fornecendo-lhes azoto e fósforo em troca de carbono. Agora, o primeiro mapa global desta rede fúngica revelou onde as suas intrincadas estruturas ramificadas

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https://www.youtube.com/watch?v=L_x0L8ZxWd4 O primeiro mapa global das redes subterrâneas de fungos revela a dimensão colossal da sua presença no planeta. A rede subterrânea de fungos da Terra é tão vasta que, se estivesse no espaço exterior e fosse disposta em linha reta, cobriria cerca de 10% da V
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Nova teoria explica como a Terra pode ter recebido os ingredientes da vida

Com meteoritos, fósforo, azoto e Júpiter ‘ao barulho’. “A presença e a história do crescimento de Júpiter parecem, de facto, ter desempenhado um papel crucial na determinação da distribuição dos ingredientes químicos básicos necessários para mundos habitáveis” Os cientistas têm novas informações sobre como a Terra primitiva poderá ter adquirido alguns elementos necessários para que o planeta se tornasse habitável, de acordo com um novo estudo. O trabalho, publicado na revista Science Advances, sugere também um novo papel para Júpiter na distribuição desses elementos pelo jovem Sistema Solar, e examina esta história ao olhar para a relação entre o fósforo

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‘Los invasores’: un chino y un inglés se llevan “una paguita de RTVE” por reírse de los tópicos de migrantes y españoles

¿Es más difícil ligar en España? ¿A qué jugabas de pequeño? ¿Qué costumbre te choca de los españoles? ¿Cómo afrontas hacerte mayor? De asuntos de este tipo charlan Los invasores. Se trata de un programa donde un chino (Jijunyin), un inglés (Alex Ayres) y dos invitados de diferentes procedencias muestran y se ríen de aquello que nos diferencia y nos une, aplicando una mirada cómica y desenfadada sobre la migración, con la que se llevan “una paguita de los impuestos españoles de RTVE”, celebran con ironía.

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© José Manuel Ortega Elgueta

Álex Ayres y Jiajunyin son los presentadores del programa de RTVE Play 'Los invasores'.
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Aquecimento global chegou a 1,37 ºC em 2025

O Acordo de Paris, que definia limite do aquecimento global em 1,5°C em relação à época pré-industrial, vai ser ultrapassado nos próximos quatro anos. 2025 foi terceiro ano mais quente de sempre.

© BARBARA WALTON/EPA

O aquecimento global atingiu os 1,37°C em 2025, revelou o relatório da Terra Copernicus
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Aquecimento global chegou a 1,37 ºC em 2025

O Acordo de Paris, que definia limite do aquecimento global em 1,5°C em relação à época pré-industrial, vai ser ultrapassado nos próximos quatro anos. 2025 foi terceiro ano mais quente de sempre.

© BARBARA WALTON/EPA

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Quercus volta a ser parceira do ‘Salva a Terra Ecofestival’ que decorrerá em Salvaterra do Extremo, Idanha-a-Nova

Está de regresso mais uma edição do Salva a Terra Ecofestival a Salvaterra do Extremo. Entre os dias 25 e 28 de junho, a vila recebe músicos, artistas, oficinas, conversas, dança e sessões de ioga, e uma feira de produtos biológicos, em vários espaços espalhados pela localidade, todos de acesso gratuito.  A iniciativa é co-organizada […]

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Todas las selecciones del Mundial 2026 en Estados Unidos, Canadá y México

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El Mundial de fútbol de EE UU, Canadá y México comienza este 11 de junio con una participación récord de equipos en competición. Consulte en este interactivo la información clave de todas las selecciones y el pronóstico de los expertos de EL PAÍS sobre su desempeño en la fase de grupos.

Redacción:

Daniel Arribas, J. M. Benítez, Lorenzo Calonge, Diego Fonseca Rodríguez, Borja Hermoso, Juan I. Irigoyen, Ladislao J. Moñino, Xavi Sancho y Diego Torres.

Formato:

Guiomar del Ser

Diseño:

Ignacio Povedano

Desarrollo:

Fernando Anido

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Com geração talentosa, Inglaterra deve dominar Grupo L da Copa

Logo Agência Brasil

Contando com uma talentosa geração de jogadores, a Inglaterra é uma das equipes apontadas como favoritas para conquistar o título da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá entre os dias 11 de junho e 19 de julho. O English Team inicia a competição no Grupo L, ao lado de Croácia, Gana e Panamá.

A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.

Notícias relacionadas:

Another one for the all-time top scorer 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023

Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).

Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).

O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.

©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023

O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.

Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.

A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.

🇬🇭 Ghana have qualified for #FIFAWorldCup 26!#WeAre26 pic.twitter.com/VwZc0EqKlB

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) October 12, 2025

Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.

O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.

🇵🇦 Panama will play at #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/pr8ndatIPD

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025

Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).

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Com geração talentosa, Inglaterra deve dominar Grupo L da Copa

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Contando com uma talentosa geração de jogadores, a Inglaterra é uma das equipes apontadas como favoritas para conquistar o título da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá entre os dias 11 de junho e 19 de julho. O English Team inicia a competição no Grupo L, ao lado de Croácia, Gana e Panamá.

A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.

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Another one for the all-time top scorer 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023

Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).

Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).

O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.

©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023

O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.

Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.

A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.

🇬🇭 Ghana have qualified for #FIFAWorldCup 26!#WeAre26 pic.twitter.com/VwZc0EqKlB

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) October 12, 2025

Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.

O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.

🇵🇦 Panama will play at #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/pr8ndatIPD

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Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).

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Il ritiro in un’area per scambisti, i manubri anti-caldo da 400 euro e un terremoto: il Mondiale dell’Inghilterra è già surreale

C’erano una volta i ritiri pre-Mondiale. Si svolgevano in alberghi di lusso simili a fortini inespugnabili e servivano a tenere alta la concentrazione in vista della Coppa, a cementare il gruppo. Ora invece le cose sono cambiate. E anche parecchio. Perché quei periodi di clausura possono assumere sfumature tragiche e grottesche nell’arco di poche ore. Ne sa qualcosa l’Inghilterra di Thomas Tuchel, che negli ultimi giorni ha dovuto fare i conti con situazioni molto diverse tra loro. In attesa dell’amichevole contro il Costa Rica, infatti, la Nazionale dei Tre Leoni si sta allenando a West Palm Beach, in Florida, una meta turistica famosa per il lusso e per le sue spiagge bianche. Eppure lunedì scorso, alle 14 locali, la loro sessione di preparazione è stata interrotta a causa di un terremoto di magnitudo 6.1, il più forte mai registrato nella zona negli ultimi 150 anni. Il sisma ha avuto il suo epicentro a circa 600 chilometri di distanza, sulla costa occidentale di Cuba, e fortunatamente non ha provocato vittime o danni alle abitazioni.

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Dopo la grande paura, però, potrebbe arrivare l’imbarazzo. Una volta affrontato il Costa Rica all’Inter&Co Stadium di Orlando, i Tre Leoni si sposteranno nel loro campo base per il Mondiale, ossia lo Swope Soccer Village a Kansas City. Un luogo appartato e tranquillo. Forse anche troppo. In questi giorni la stampa di Sua Maestà, sempre a caccia di particolari pruriginosi, ha orgogliosamente lanciato uno scoop (se così si può chiamare). Secondo il Sun, infatti, il centro sportivo si troverebbe all’interno di un’area particolarmente apprezzata dagli scambisti all’aperto. Il tabloid è andato ostinatamente a caccia di dettagli e ha monitorato siti locali, giornali, forum e social media pur di sostenere la propria tesi. E poi ha riferito tutto ai suoi lettori. Un team di debunker ha così fatto luce sulla questione, citando addirittura un post dello scorso anno di un utente anonimo su Facebook: “Qualcuno sa cosa succede a Swope Park di notte? Sembra che ogni volta che ci passo in macchina mentre torno a casa, ci siano sempre molte più auto parcheggiate intorno al parco di quanto mi dovrei aspettare”.

Il Sun sperava di creare imbarazzo alla Federcalcio inglese, che però ha fatto cadere la questione in un compassionevole silenzio. Sì, perché il problema non è tanto ciò che accade di notte, quanto ciò che succede di giorno. Le temperature asfissianti rischiano di diventare un fattore decisivo. Per questo Tuchel aveva chiesto ai suoi di passare qualche giorno di vacanza in Florida prima del ritiro per ambientarsi e acclimatarsi. Dan Burn, difensore del Newcastle con 7 presenze con la maglia dell’Inghilterra, ha deciso di prendere in parola il cittì e ha portato la famiglia a Disneyland. Camminando sotto il sole per ore. Una scelta straziante che sembra essersi trasformata in un vantaggio. Dopo la sfida amichevole contro la Nuova Zelanda di domenica scorsa, Burn è rimasto sorpreso per la sua resistenza all’afa. “Penso che abbiamo gestito abbastanza bene il caldo, ottenendo una vittoria e mantenendo la porta inviolata. Possiamo partire da qui – ha detto – A essere sincero, non ho notato il caldo più di tanto. Non fraintendetemi, non era come un sabato pomeriggio a Newcastle, ma mi sentivo molto meglio di quanto potessi pensare”.

Per chi non ha sviluppato la stessa resistenza al caldo di Burn, Tuchel ha pensato a un piccolo aiuto esterno. In questi giorni la Nazionale sta familiarizzando con dei gadget tecnologici che promettono miracoli. Si tratta di dispositivi simili ai manubri da palestra che raffreddano i palmi delle mani dei calciatori e, di conseguenza, possono aiutare ad abbassare la temperatura corporea. Questi condizionatori portatili si chiamano CryoTherm Palm e sono prodotti da Therabody. Ognuno costa circa 349 sterline, circa 405 euro, e non sono ancora disponibili sul mercato britannico. L’Inghilterra userà CryoTherm durante gli allenamenti e durante il cooling break. E secondo la stampa inglese il Manchester United si sarebbe già interessato ad acquistarne uno stock per la prima squadra.

Non va poi meglio alla Svizzera. Gli elvetici sono in ritiro a San Diego. Non un dettaglio da poco, visto che la squadra si trova in un’area famosa per la presenza di serpenti (si è parlato addirittura di 12 specie diverse, tra cui i serpenti a sonagli). Ma non basta. Lunedì mattina, alle 9.30 locali, le 18.30 in Italia, è scoppiato un incendio nell’area boschiva a pochi minuti di auto dall’hotel Fairmont Grand del Mar, dove alloggia la Nazionale. Il vento e il caldo estremo hanno soffiato sul rogo, fino a farlo estendere per circa 65 ettari, con le autorità che hanno diramato comunicati e avvisi di evacuazione agli abitanti. Un pericolo che ha solo lambito la squadra Svizzera, ma che ha fatto crescere la tensione della spedizione rossocrociata.

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Le sedie coltivate nel terreno e vendute a 80mila euro: il bosco dei “mobili viventi” fa discutere

Nel Derbyshire, in Inghilterra, i mobili non vengono tagliati, assemblati o incollati: vengono seminati e coltivati. Gavin e Alice Munro hanno trasformato un piccolo appezzamento agricolo nel “Chair Orchard” (il Frutteto delle Sedie), un terreno in cui le sedute crescono direttamente dalla terra. Questo processo di bio-design, che necessita di tempi di attesa fino a dodici anni per la realizzazione di un singolo esemplare, porta alla creazione di sculture viventi prive di chiodi e colle, battute oggi sul mercato dell’arte contemporanea per cifre che sfiorano i 90.000 dollari (circa 80.000 euro). A documentare i dettagli del progetto è l’Agi, che ricostruisce la vicenda riprendendo le dichiarazioni rilasciate dalla coppia al Washington Post.

L’intuizione ospedaliera e la critica al design industriale

La scintilla creativa alla base dell’azienda agricola affonda le radici nell’infanzia di Gavin Munro. A sette anni, costretto a lunghi ricoveri ospedalieri per curare la scoliosi e la sindrome ossea di Klippel-Feil, il bambino passava il tempo osservando i bonsai del giardino di famiglia. Uno di questi, cresciuto in modo irregolare, assunse la sagoma di un trono. Anni dopo, intraprendendo gli studi di design del mobile, quell’immagine si è unita a una profonda critica ai metodi produttivi contemporanei. Come riportato dal Washington Post, Munro ha individuato un’assurdità di fondo nel settore: il metodo standard prevede di abbattere alberi cresciuti per decenni, ridurli in frammenti e incollarli in forme che nel tempo tenderanno ad allentarsi. La sua riflessione si è tradotta in un cambio di paradigma: plasmare l’albero direttamente durante la sua crescita naturale per creare oggetti solidi e secolari.

Il metodo produttivo: tagli a ceduo e innesti guidati

La produzione, avviata con la moglie Alice (esperta di orticoltura), non utilizza la forza ma sfrutta antiche tecniche agricole come il taglio a ceduo, l’innesto e l’intreccio. Il ciclo produttivo inizia piantando un alberello (salice, quercia, frassino o ciliegio) e lasciandolo radicare indisturbato per circa cinque anni. Successivamente, la pianta viene tagliata fino al ceppo. Questa operazione stimola la produzione di nuovi germogli, ancora estremamente flessibili, che vengono guidati attorno a un’intelaiatura che riproduce la forma di una sedia capovolta. I rami superflui vengono eliminati, mentre altri vengono innestati tra loro per fondersi in una struttura portante unica. I Munro non utilizzano chiodi né colle, ma si limitano a praticare piccole incisioni mirate sulla corteccia per suggerire alla pianta la direzione di sviluppo. Per completare la crescita servono dai sei ai dodici anni, a cui segue un intero anno di essiccazione al chiuso e un accurato lavoro di levigatura.

Dai prototipi calpestati al MoMA di San Francisco

L’evoluzione del “Chair Orchard” ha richiesto decenni di test e fallimenti. I primi esperimenti, avviati nel 2006, sono stati vanificati dalla scarsa esposizione solare e dalle mandrie di mucche che calpestarono i germogli. La svolta è arrivata nel 2008 con l’affitto di un nuovo campo e la piantumazione di 3.000 alberi. A causa delle variabili climatiche britanniche e degli errori di percorso, fino a oggi i Munro hanno prodotto circa quindici prototipi. Un numero ristretto che ha però attirato l’attenzione del design globale: le sedie sono state esposte in Asia e negli Stati Uniti, e un esemplare è stato acquisito dalla collezione permanente del San Francisco Museum of Modern Art. Attraverso le gallerie londinesi, numerosi pezzi sono stati venduti a collezionisti privati.

Il lancio dell’accademia di bio-design

Nonostante l’esclusività delle loro opere, i due designer hanno confessato al Washington Post un dettaglio singolare sulla loro quotidianità: in casa non possiedono nemmeno una delle loro sedie. Il motivo è strettamente pratico, poiché la loro cagnolina Doris finirebbe per trasformarle in uno spuntino. L’obiettivo a lungo termine dei Munro è ora la condivisione delle competenze. Entro la prossima primavera, la coppia inaugurerà un’accademia di “citizen science”, strutturata per insegnare queste tecniche di bio-design al grande pubblico. L’intento di Gavin e Alice non è brevettare un segreto industriale, ma fornire gli strumenti affinché chiunque, avendo a disposizione un pezzo di terra, possa coltivare autonomamente i propri arredi assecondando i ritmi naturali della vegetazione.

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New Lady Di auction: unseen photos and letters from the time before she was Princess of Wales

The fascination with Diana, Princess of Wales, and her legacy endures nearly 29 years after her death. From time to time her story is rewritten in the present tense. Not only because new information comes to light—or because past material is rediscovered—but also because tangible memories have become prized possessions for their owners and objects of desire for her fans. From her iconic dresses to personal letters, they are small fragments of a life that continues to attract interest.

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© Gorringe

Diana, Princess of Wales, during her time at West Heath Girls’ School, one of the previously unseen images of the princess up for auction.
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Brasil aparece em 6º lugar no ranking das seleções mais valiosas do mundo

O futebol de seleções se consolidou como uma indústria multibilionária, e o valor de mercado dos elencos nacionais passou a refletir não apenas o desempenho esportivo, mas também a força econômica das principais potências do esporte.

O chamado “valor de plantel” representa a soma das avaliações individuais de todos os jogadores convocáveis de uma seleção. Levantamento elaborado com base em dados da Transfermarkt e da Sports Value aponta a Inglaterra como a seleção mais valiosa do mundo em 2026.

De acordo com o ranking, o elenco inglês está avaliado em aproximadamente € 1,62 bilhão, o equivalente a R$ 9,44 bilhões. A França aparece na segunda colocação, com valor estimado em R$ 8,57 bilhões, seguida pela Espanha, com R$ 7,64 bilhões.

A Alemanha ocupa o quarto lugar, com um plantel avaliado em R$ 5,89 bilhões, enquanto Portugal aparece logo atrás, com R$ 5,63 bilhões.

O Brasil surge na sexta posição entre as seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026, com valor de mercado estimado em R$ 5,28 bilhões. O ranking é influenciado pela presença de atletas que atuam nos principais clubes da Europa e possuem elevado valor de transferência no mercado internacional.

Confira as 10 seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026:

  1. Inglaterra — R$ 9,44 bilhões
  2. França — R$ 8,57 bilhões
  3. Espanha — R$ 7,64 bilhões
  4. Alemanha — R$ 5,89 bilhões
  5. Portugal — R$ 5,63 bilhões
  6. Brasil — R$ 5,28 bilhões
  7. Holanda — R$ 4,45 bilhões
  8. Argentina — R$ 4,44 bilhões
  9. Bélgica — R$ 3,25 bilhões
  10. Turquia — R$ 3,06 bilhões

O ranking evidencia a concentração de talentos nas principais ligas europeias e mostra como o mercado do futebol influencia diretamente a valorização das seleções nacionais às vésperas da Copa do Mundo de 2026.

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