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Esperanças de acordo com Irão levam Wall Street a fechar em alta com Nasdaq a somar mais de 2%

A bolsa de Nova Iorque encerrou sessão, desta quinta-feira, em terreno positivo com o Nasdaq a liderar os ganhos. O Dow Jones somou 1,86% para 50.848,38 pontos, o S&P 500 ganhou 1,73% para 7.393,06 pontos, e o tecnológico Nasdaq valorizou 2,54% para 25.809,66 pontos.

Wall Street apresentou forte recuperação nesta quinta-feira, após as fortes quedas registadas na quarta-feira fruto da divulgação dos dados de inflação de maio nos Estados Unidos, que, apesar de terem sido bem recebidos pelo mercado, e depois da escalada das tensões no Irão.

Hoje, as esperanças de um acordo de paz com o Irão impulsionaram o sentimento do mercado.

O presidente dos EUA contribuiu para o otimismo durante esta sessão, uma vez que, depois de elevar o tom contra o Irão e ameaçar o país persa com ataques “muito duros”, recuou nos bombardeios planeados.

“Uma vez que as negociações com a República Islâmica do Irão foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas, eu, como Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques e bombardeios planeados contra o Irão esta noite “, publicou Trump na sua rede social Truth Social.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje ter chegado a um “ótimo” acordo de paz com o Irão, que poderá ser assinado dentro de poucos dias na Europa.

“Acabámos de chegar a um acordo ótimo para pôr fim à guerra com o Irão e, assim que os documentos forem finalizados, o que deverá acontecer nos próximos dias, provavelmente faremos a assinatura, talvez na Europa”, disse na Casa Branca.

Trump suspendeu hoje ataques anunciados contra a República Islâmica, horas depois de anunciá-los, alegando que um acordo entre Washington e Teerão foi “levado ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovado”, enquanto Teerão negou tal desenvolvimento.

Como resultado, o crude West Texas caiu 4,29% para 86,17 dólares e o Brent na Europa tombou 4,77% para 88,66 dólares.

(atualizada)

 

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Procura por ações da SpaceX é quase quatro vezes superior ao preço do IPO

A procura por ações da SpaceX já atingiu os 250 mil milhões de dólares (216 mil milhões de euros), pelas contas feitas pela agência noticiosa Reuters, na passada quarta-feira. Este valor é quase quatro vezes superior aos 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) que a empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, prevê levantar, esta sexta-feira, numa estreia em bolsa que deverá ser histórica. Recorde pertence à Saudi Aramco que levantou 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) em 2019 na sua estreia nos mercados financeiros.

A SpaceX terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Este valor é também fora do comum. A norma é ficar entre entre os 5% e os 10%, como assinalou a Fidelity. O preço das ações colocam o valor da empresa nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.

Dados da Binance, transcritos pelo Yahoo Finance, salienta que os contratos futuros perpétuos, associados à empresa de Elon Musk, estão a negociar à volta dos 162,50 dólares por ação, 20% acima do preço definido pela oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa).

“Os contratos perpétuos na Hyperliquid [uma blockchain] sugerem que há interesse no IPO da SpaceX, mas está longe de ser eufórica. Estes mercados são dominados por traders muito ativos e com elevada tolerância ao risco, e não estão a precificar um prémio significativo em relação a outras empresas que ainda não realizaram IPO. É um sinal útil, mas não garante como o mercado em geral reagirá quando a SpaceX abrir de facto o seu capital”, disse o cofundador da Injective Labs, Eric Chen, em declarações à CNBC, transcritas pelo Yahoo Finance.

“Segundo a Bloomberg, [o IPO da SpaceX] terá atraído mais de 70 mil milhões de dólares (60,7 mil milhões de euros) só em pedidos de investidores de retalho, sendo que estes deverão ter ficado com pelo menos 20 mil milhões de dólares (17,3 mil milhões de euros), dos cerca de 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) que a empresa está a colocar, numa operação com elevada procura. Já há análises de mercado a colocar avaliações acima dos 200 dólares por ação [uma subida de 48,1%]”, disse a research do Millennium.

O banco que vai liderar o IPO da empresa será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.

Elon Musk será o primeiro bilionário da história

Elon Musk vai também fazer história ao se tornar o primeiro bilionário de sempre. As suas participações na SpaceX, Tesla, Neuralink e Boring Company elevariam a sua fortuna para os 1,02 biliões de dólares (880 mil milhões de euros).

A posição que Elon Musk possui na SpaceX, onde detém um pouco mais de 40%, está avaliada em cerca de 708 mil milhões de dólares (612,9 mil milhões de euros). Os 12% que detém na Tesla está avaliada em cerca de 180 mil milhões de dólares (155 mil milhões de euros). E na Neuralink e na Boring Company estima-se um valor superior a 20 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões de euros). E ainda tem as participações na xAI, que desenvolve inteligência artificial, e na rede social X. No total a fortuna de Elon Musk ficaria nos 1,02 biliões de dólares (cerca de 870 mil milhões de euros). Só 14 cotadas são bilionárias. A saber: Nvidia, Alphabet (proprietária da Google), Apple, Microsoft, Amazon, TSMC, Broadcom, Saudi Aramco, Tesla, Meta, Samsung, Micron, Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly.

Anthropic e OpenAI oficializam entrada em bolsa

Este ano deve também ficar marcado pela entrada em bolsa da Anthropic e da OpenAI, que são a segunda e terceira não cotadas mais valiosas do mundo. Estas empresas, lideradas por Dario Amodei e Sam Altman, já oficializaram, em junho, a sua intenção de entrar no mercado de capitais junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC).

A Anthropic, que detém o Claude, manifestou a 1 de junho a sua intenção de entrar em bolsa, de forma confidencial, junto do regulador. Contudo não avançou em que data é que isso vai acontecer. Apenas referiu que isso dependerá das “condições de mercados e de outros fatores”.

Mas em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.

A Anthropic escolheu os bancos Goldman Sachs e o Morgan Stanley para liderar o seu IPO, avançou a agência noticiosa Bloomberg. Na operação vai participar também o JP Morgan Chase.

A expetativa é que a empresa angarie 60 mil milhões de dólares (52 mil milhões de dólares), o que superaria também o máximo estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.

A última ronda de investimento da Anthropic colocou o valor da empresa em 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros).

A OpenAI formalizou a sua intenção de entrar em bolsa, junto da SEC, a 8 de junho.

“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, disse a OpenAI ao regulador.

O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da empresa poderia acontecer no quarto trimestre do ano.

A última ronda de investimento da OpenAI colocou o valor da empresa em 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).

A empresa terá tido negociações com o CitiGroup e o JP Morgan para que estes bancos trabalhem na entrada em bolsa da empresa, avançou a Bloomberg em junho, citando fontes conhecedoras do processo.

A confirmar-se, o Citigroup e o JP Morgan iriam juntar-se ao Goldman Sachs e ao Morgan Stanley neste processo de entrada em bolsa da empresa detentora do ChatGPT, avançaram as mesmas fontes à agência noticiosa.

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Irão: Produção de petróleo da OPEP mantém-se 34% abaixo do produzido antes da guerra

petróleo

Os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) produziram em maio uma média diária de 18,82 milhões de barris, menos 34% que em fevereiro, antes da guerra no Irão e o bloqueio do estreito de Ormuz.

No total, e face a fevereiro, são menos 9,8 milhões de barris de petróleo por dia, segundo os dados de vários institutos independentes e citados no relatório mensal do grupo, hoje publicado, contribuindo para uma redução de 34% face a fevereiro, uma variação em linha com a registada em abril face ao mesmo mês.

Face a abril, em maio foram produzidos menos 177 mil barris por dia, em particular devido à quebra mensal de 546 mil barris diários do Irão (para 2,3 milhões de barris por dia).

Os dados incluem ainda a produção dos Emirados Árabes Unidos, que saíram da organização no início do mês, e que contribuíram para a produção de 2,1 milhões de barris por dia.

A Arábia Saudita, maior produtor mundial, bombeou 6,9 milhões de barris por dia, numa subida de 157 mil barris em cadeia, mas longe dos 10 milhões diários produzidos antes de os Estados Unidos da América e Israel terem lançado um ataque contra o Irão, no final de fevereiro.

No mês em análise, também o Iraque, o Kuwait e os EAU tiveram subidas da oferta, embora tenham sido insuficientes para cumprir as quotas de produção mais elevadas que o grupo acordou nos últimos meses.

A redução da oferta refletiu-se no preço de barril de referência para a organização, composto por 12 tipos de crude, que em maio foi vendido por uma média de 114 dólares, 5,5% acima da média de abril.

Já os dez países petrolíferos aliados da OPEP, que inclui Rússia, bombearam em maio 14,3 milhões de barris, um número semelhante ao produzido em abril.

No total, a OPEP+, que junta os países da OPEP e seus aliados, produziu 33,13 milhões de barris por dia em maio, contra 42,75 milhões de barris por dia em fevereiro.

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Wall Street abre no ‘verde’. IPO da SpaceX anima investidores

Nova Iorque abriu a sessão desta quinta-feira a negociar em terreno positivo, depois do presidente norte-americano ter anunciado que iria voltar a atacar o Irão esta noite e pretende tomar o controlo da ilha de Kharg.

O índice Dow Jones sobe 0,47% para 50.150,22 pontos, o S&P500 aumenta 0,16% para 7.277,41 pontos e o Nasdaq avança 0,09% para 25.199,22 pontos.

A Amgen lidera a sessão, com uma subida de 2,04%, a Honeywell ganha 2,01%, a Caterpillar aumenta 1,85%, a Merck&Co soma 1,34% e a Verizon avança 1,38%. Em contraciclo, a Salesforce perde 1,94%, a Microsoft desce 1,87%, a Amazon derrapa 0,62%, a Cisco desliza 0,63% e a IBM recua 0,29%.

O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “Wall Street arranca em alta, numa altura em que o mercado se prepara para receber com grande entusiasmo o IPO da SpaceX, que, segundo a Bloomberg, terá atraído mais de $70 mil milhões só em pedidos de investidores de retalho, sendo que estes deverão ter ficado com pelo menos $20 mil milhões, dos cerca de $75 mil milhões que a empresa está a colocar, numa operação com elevada procura. O preço indicativo de $135 por ação avalia a SpaceX em cerca de $1,8 triliões (valor em notação americana), sendo que já há análises de mercado a colocar avaliações acima dos $200 por ação”.

“Os investidores parecem ter ignorado a ameaça de Donald Trump de que atacará o Irão em força esta noite, uma vez que os preços do petróleo seguem estáveis. Na Europa o ambiente global também de otimismo neste início de tarde, no dia em que o BCE subiu as taxas de juro pela primeira vez desde 2023, elevando as projeções para a inflação e apontando riscos de abrandamento económico. No seio empresarial a Intel anima com uma recomendação do BofA, enquanto a Oracle preocupa os investidores com os seus níveis de gastos”, refere.

No mercado do petróleo o texano WTI desce 0,33%, fixando o preço do barril nos 89,18 dólares e o Brent perde 0,84% para 92,32 dólares. O gás natural tomba 2,26% para 3,111 dólares.

No mercado cambial o euro deprecia 0,01% face ao dólar, fixando-se nos 1,1535 dólares.

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BCE volta a subir juros pela primeira vez desde 2023

BCE

Acabou o ciclo de normalização monetária. O Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira subir os juros diretores para a zona euro em 25 pontos base (pb) naquela que foi a primeira subida desde setembro de 2023 face a uma inflação que não dá sinais de abrandamento. A decisão era já largamente esperada pelo mercado.

As taxas de referência para a moeda única ficam assim entre 2,25% e 2,65% depois desta subida, o que mantém o indicador ainda distante das mais recentes leituras da inflação. O índice de preços no consumidor (IPC) disparou nos últimos meses, fruto do choque energético resultante da decisão norte-americana e israelita de bombardear o Irão, e saltou de uma subida homóloga de 2,6% em março para 3,2% em maio, o valor mais alto desde setembro de 2023.

Na mesma linha, a inflação subjacente, com 2,5% em maio, está 0,3 pp acima das projeções do BCE de março, enquanto o subindicador referente aos serviços também está em valores pouco confortáveis para a autoridade monetária, com 3,5%.

“Com a decisão de hoje, o Conselho de Governadores mantém-se bem posicionado para navegar a incerteza causada pela guerra”, lê-se no comunicado do BCE, que reforça que não se compromete com qualquer decisão futura ou caminho pré-definido para os juros.

Perante este cenário, a ECBWatch, uma ferramenta de monitorização das taxas implícitas de mercado, apontava para uma probabilidade de 100% de uma subida de 25 pb esta quinta-feira. A juntar à avaliação de investidores e analistas, vários membros do Conselho de Governadores haviam manifestado, na anterior reunião de política monetária, apoio a um aumento dos juros, o que deixava antecipar esta possibilidade.

Ainda assim, o BCE volta a ver-se numa delicada equação entre o controlo da inflação, que corre atualmente significativamente acima do objetivo de médio prazo do banco, cifrado em 2%, e os efeitos na economia real, que mostra uma fragilidade considerável e um forte risco de estagflação.

A atenção dos investidores estará centrada na política monetária daqui para a frente, quando as perspetivas se tornam menos claras. O cenário base passa por duas subidas até final do ano, incluindo a desta quinta-feira, o que deixaria a taxa terminal deste ano entre 2,5% e 2,9%. Ainda assim, e mantendo-se as leituras da inflação no nível atual, a taxa de juro real permaneceria negativa, sublinhando a complexidade da situação no bloco da moeda única.

[notícia atualizada às 13h34]

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Bolsa de Lisboa e Europa abrem no verde com NOS a subir mais de 5%

A Bolsa de Lisboa abre a sessão desta quinta-feira com uma valorização de 0,90% para os 8.977,17 pontos.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a NOS que valoriza 5,10% para os 5,36 euros, seguida pela EDP Renováveis que avança 2,54% para os 13,71 euros, e a EDP que sobe 1,28% para os 4,43 euros.

No verde está ainda a Galp Energia, o Banco Comercial Português (BCP), a Sonae, a REN, a Teixeira Duarte, os CTT, a Mota-Engil, e a Altri.

No vermelho encontra-se a Ibersol que quebra 1,38% para os 10,02 euros, seguida pela Corticeira Amorim que desce 0,30% para os 6,63 euros, e a Jerónimo Martins que desliza 0,28% para os 17,65 euros.

A negociar no vermelho está também a Navigator.

Europa abre no verde

As principais bolsas europeias estão a negociar no verde. O DAX (Alemanha) quebra 0,03% para os 24.210,00 pontos, o CAC 40 (França) valoriza 0,11% para os 8.171,10 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) avança 0,19% para os 10.273,90 pontos.

O AEX (Países Baixos) sobe 0,43% para os 1.056,49 pontos, o IBEX 35 (Espanha) valoriza 0,20% para os 18.179,09 pontos, e o FTSE MIB (Itália) avança 0,51% para os 50.284,50 pontos.

O petróleo está a ser negociado em alta com o brent a subir 0,05% para os 93,15 dólares e o crude valoriza 0,21% para os 90,22 dólares.

O euro está a valorizar 0,09%, face ao dólar, para os 1,15471 dólares e o euro quebra 0,02%, face à libra, para as 0,86277 libras.
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Topo da Agenda: o que não pode perder na economia e nos mercados esta quinta-feira

Quinta-feira, 11 de junho

Evento em destaque: O Governo vai voltar a disponibilizar apoios à compra de veículos elétricos em Portugal, com a abertura de candidaturas a acontecer esta quinta-feira. Depois de os incentivos anteriores terem esgotado rapidamente, surge agora uma nova fase do programa, financiada pelo Fundo Ambiental, com uma dotação inicial de 10 milhões de euros. Saiba mais aqui.

Outros eventos em foco:

  • Presidente da República na Madeira no âmbito dos 50 anos da Autonomia. Até 12/6;
  • Plenário da Assembleia da República. 14h;
  • Reunião da Comissão de Assuntos Parlamentares dos Assuntos Constitucionais Direitos e Liberdades e Garantias – Audição de António Pombeiro e do Presidente do SIRESP. 17h30;
  • Reunião do Eurogrupo. Luxemburgo;
  • Conferência de Imprensa apos reunião do BCE;
  • Governo deverá abrir até hoje as candidaturas ao novo programa de apoio à compra de veículos 100% elétricos;
  • Eurostat divulga índices de preços agrícolas (1.º trimestre de 2026) e regime de propriedade da superfície agrícola útil (2023);
  • Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) publica relatório mensal do mercado do petróleo;
  • FEI-TUR – Feira de turismo do SW. Até 14/6 – Vila Nova de Milfontes. Informação aqui;
  • Estreia do filme de Steven Spielberg – O Dia da Revelação;
  • Abertura do Mundial de Futebol. EUA.
  • Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves, inicia visita aos Estados Unidos;
  • Moçambique: Início da 5.ª Conferência Empresarial “Energias Renováveis em Moçambique” e da 3.ª Conferência Internacional Crescendo Azul;
  • Angola: 6.ª edição do ANGOTIC – Fórum Internacional de Tecnologias de Informação, promovido pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, sob o tema “Na Rota da Transformação Digital”.
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Gigantes de inteligência artificial preparam entrada em Wall Street a valer 12 vezes o PIB português

Três gigantes da Inteligência Artificial (IA) preparam a sua entrada em bolsa este ano. Juntas valem 3,6 biliões de dólares (3,1 biliões de euros) e prometem trazer muito capital a Wall Street. O valor é 12 vezes superior à riqueza gerada anualmente pela economia portuguesa, uma pipa de massa.

A OpenAI foi a tecnológica mais recente a juntar-se à lista de empresas que preparam a Oferta Pública Inicial (IPO em inglês) este ano, tendo entregado a documentação esta semana junto do regulador de mercado norte-americano, o SEC, revelou a “Bloomberg”.

Das três gigantes da IA, a SpaceX de Elon Musk é a que vale mais: 1,8 biliões de dólares (mais de 1,5 biliões de euros). Segue-se a Anthopic, responsável pelo ‘chatbot’ Claude, com 965 mil milhões de dólares (840 mil milhões de euros) e a OpenAI com 852 mil milhões (740 mil milhões).

A companhia liderada por Sam Altman disse que ainda não decidiu o timing do IPO, admitindo que pode “demorar um pouco”, pois há certas questões que prefere realizar enquanto não estiver em bolsa, não dando detalhes, e reconhecendo que até pode vir a acelerar o processo se for no seu melhor interesse.

A OpenAI foi responsável pelo disparo na IA generativa com o lançamento do ChatGPT no final de 2022, com o ‘chatbot’ a tornar-se sinónimo de IA para uma boa parte do mundo.

Mas a concorrência não dorme e a companhia está a enfrentar uma concorrência cada vez mais feroz, com a Anthropic e a Google a acelerarem.

A “Bloomberg” sublinha que a companhia falhou metas internas de receitas e de crescimento, com vários executivos a saírem da empresa.

Se se confirmar o calendário, o mundo vai assistir a um novo duelo entre os arqui-rivais Sam Altman e Elon Musk. O fundador da SpaceX já tentou processar a OpenAI e o seu presidente, mas não conseguiu.

Estas gigantes tecnológicas além de desenvolverem inteligência artificial, necessitam de comprar chips valiosos e espaço em centros de dados para alimentar o trabalho dos seus ‘chatbots’.

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¿Cuál es el mejor gazpacho envasado de supermercado?

Lo sabemos: en los 16 años que llevamos haciendo El Comidista, le hemos dado mil vueltas al gazpacho. Hemos enseñado su preparación básica y los ocho errores más comunes a la hora de hacerlo. Hemos dado trece trucos para mejorarlo, hemos comparado las recetas de cocineros famosos y hemos publicado la fórmula del más vendido en España. Hemos hecho una lista de gazpachos envasados de mejor a peor, y también hemos recomendado otros con frutas, almendras o hierbabuena que se salen de la tradición. ¿Por qué? Pues por la misma razón que hoy volvemos a la carga con una cata de gazpachos de supermercado, después de haber hecho otra parecida hace ya 10 años: porque consideramos el gazpacho un alimento básico cuando hace calor.

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© Mikel López Iturriaga | UNTO

¿Cuál es el mejor gazpacho envasado de supermercado? | EL COMIDISTA
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Brent sobe 1,80% para 93,10 dólares depois de Trump ter ameaçado Irão com novos ataques

O preço do petróleo Brent para entrega em agosto subiu hoje 1,80%, atingindo os 93,10 dólares por barril, depois de o Presidente norte-americano ter ameaçado o Irão com novos ataques.

O petróleo do Mar do Norte, referência europeia, aumentou hoje 1,65 dólares na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, face ao fecho da sessão anterior de 91,45 dólares.

O Brent valorizou hoje depois de Donald Trump ter afirmado que o seu país voltaria a atacar o Irão, em retaliação pelos ataques aéreos do dia anterior, que abateram um helicóptero norte-americano no Estreito de Ormuz.

“Atacámo-los com força ontem e vamos atacá-los com força novamente hoje”, assegurou o Presidente norte-americano em declarações aos jornalistas na Casa Branca.

Os Estados Unidos atacaram o Irão nas últimas horas com vários mísseis, depois de um helicóptero norte-americano ter sido atingido por um drone perto do estreito de Ormuz, que Teerão diz ser parte das águas territoriais.

O Irão respondeu com bombardeamentos contra 21 alvos militares norte-americanos em todo o Médio Oriente, incluindo a Jordânia, o Kuwait e o Bahrein.

Em relação ao estreito de Ormuz, por onde normalmente passa 20% do fluxo marítimo global de petróleo bruto e que permanece bloqueado desde 28 de fevereiro, Trump garantiu que conseguiu retirar cerca de 100 milhões de barris de petróleo, como parte de uma “operação secreta” sem o conhecimento do Irão.

O analista de mercado da StoneX Fawad Razaqzada alertou hoje, no seu boletim, que o arrefecimento do otimismo inicial de Trump e a nova escalada dos ataques provocaram uma recuperação dos preços do crude, que podem continuar a subir na ausência de acordo entre as duas partes.

“Apesar de ter exercido pressão descendente sobre o mercado petrolífero no início desta semana, infelizmente a situação parece estar a piorar e os preços podem voltar a aproximar-se dos 100 dólares”, previu o analista.

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Índices de Nova Iorque tombam mais de 1% arrastados pela tecnologia e escalada de tensões no Médio Oriente

Os principais índices de Wall Street terminaram a sessão desta quarta-feira em terreno negativo, com o setor tecnológico a sofrer as maiores perdas num dia de clara deterioração do conflito no Médio Oriente.

O Nasdaq encerrou a sessão a desvalorizar 1,98%, seguido do Dow Jones (-1,87%) e do S&P 500 (-1,62%).

A Super Micro Computer tombou 28%, depois de ter revelado que pretende captar sete mil milhões de dólares através da emissão de novas ações.

Os acontecimentos das últimas horas, com Donald Trump a ameaçar lançar novos ataques em solo iraniano, aumentaram as preocupações sobre a escalada da crise entre EUA e Irão, ofuscando os números da inflação de maio divulgados hoje. A taxa de inflação nos EUA subiu para 4,2%, numa comparação homóloga, correspondendo às expectativas do mercado, de acordo com o Departamento de Estatísticas do Trabalho norte-americano. As pressões inflacionistas podem levar a Fed a subir os juros antes do fim do ano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta quarta-feira a divulgação de que a inflação no país chegou a 4,2% nos 12 meses encerrados em maio, na maior subida desde abril de 2023. “Sabe o que eu realmente amo? Eu amo a inflação”, disse Trump ao ser questionado sobre o possível impacto da alta dos preços no desempenho de aliados de seu partido que disputarão as eleições de meio de mandato, em novembro.

O petróleo disparou 2,87% no NYMEX, com o crude West Texas a atingir os 92,61 dólares. O preço do petróleo Brent para entrega em agosto subiu hoje 1,80%, atingindo os 93,10 dólares por barril, depois de o Presidente norte-americano ter ameaçado o Irão com novos ataques.

 

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Bolsa de Lisboa fecha em queda acompanhando perdas na Europa

A bolsa de Lisboa fechou em baixa ligeira na sessão desta quarta-feira, acompanhando a tendência negativa das principais praças europeias, com o índice PSI a recuar 0,06% para 8.897,10 pontos.

Das 16 cotadas que integram o PSI, nove subiram e sete desceram, com a EDP Renováveis a liderar as perdas.

Os títulos do braço para as renováveis do grupo EDP encerraram a cair 3,12% para 13,37 euros. Seguiram-se os CTT que recuaram 1,55% para 5,73 euros e a EDP que cedeu 0,88% para 4,38 euros.

Ainda no vermelho estiveram a Jerónimo Martins (0,67% para 17,70 euros), o BCP (0,63% para 0,91 euros), a Mota-Engil (0,58% para 4,45 euros) e, por fim, a Altri (0,10% para 4,97 euros).

Em sentido contrário, a liderar as subidas estiveram a Teixeira Duarte, que avançou 3,07% para 0,42 euros e a Nos e Corticeira Amorim com um crescimento de 2,29% para 5,10 euros e 2,15% para 6,65 euros, respetivamente.

Ainda em território positivo fechou a Galp (1,92% para 19,35 euros), a Sonae (1,58% para 1,93 euros), a Semapa (1,08% para 23,3 euros), a Navigator (0,98% para 3,50 euros), a REN (0,58% para 3,49 euros) e a Ibersol (0,40% para 10,16 euros).

Nas restantes principais bolsas europeias, a tendência foi também negativa, com exceção de Londres, que encerrou a valorizar 0,27%.

Frankfurt recuou 0,97%, Paris perdeu 0,51%, Milão cedeu 0,46% e Madrid desceu 0,18%.

As praças europeias foram pressionadas pelo agravamento das tensões no Médio Oriente, depois de novos ataques dos Estados Unidos contra o Irão terem aumentado os receios dos investidores quanto ao impacto do conflito nos mercados e nos preços da energia.

O preço do petróleo Brent para entrega em agosto subiu hoje 1,80%, atingindo os 93,10 dólares por barril, depois de o Presidente norte-americano ter ameaçado o Irão com novos ataques.

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Supermercados em Goiás poderão abrir normalmente aos domingos após decisão do TRT

Uma decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) garantiu aos supermercados de Goiás a possibilidade de manter o atendimento normal aos domingos. A medida, tomada nesta quarta-feira (10), suspendeu parte de um acordo coletivo que limitava o funcionamento dos estabelecimentos até as 11h nesses dias.

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Supermercados em Goiás terão funcionamento até 11h aos domingos e feriados

A análise da Justiça ocorreu após um pedido apresentado pela Associação Goiana de Supermercados (Agos), que contestou um dos dispositivos do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) firmado entre o Sindicato dos Empregados no Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios no Estado de Goiás (Secom-GO) e representantes do setor. O documento havia sido mediado pelo Ministério do Trabalho e Emprego no último dia 2 de junho.

De acordo com o entendimento do TRT, a cláusula questionada poderia gerar tratamento diferenciado entre empresas do mesmo segmento. O texto previa que supermercados filiados ao Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios no Estado de Goiás (Sincovaga-GO) e em dia com as contribuições sindicais estariam dispensados de firmar um novo acordo para ampliar o horário de funcionamento aos domingos.

Regra previa multas para empresas

Pelas condições estabelecidas no ACT, os supermercados deveriam encerrar as atividades às 11h aos domingos. A extensão desse horário seria permitida apenas mediante a assinatura de um acordo específico com o Secom-GO.

Entretanto, a exigência não se aplicava aos estabelecimentos vinculados ao Sincovaga-GO que estivessem adimplentes com suas obrigações sindicais. Para a Justiça do Trabalho, a previsão poderia representar uma forma de diferenciação entre empresas e até mesmo estimular a filiação sindical para obtenção de benefícios.

O acordo também estabelecia sanções para casos de descumprimento. A multa prevista era de R$ 500 por trabalhador que estivesse atuando em desacordo com as regras. Desse valor, metade seria destinada ao funcionário e a outra metade ao Secom-GO.

Outro ponto previsto no documento tratava da fiscalização dos estabelecimentos. Caso representantes sindicais fossem impedidos de realizar inspeções, as empresas poderiam ser penalizadas com multas de R$ 5 mil, quando classificadas como de pequeno porte, e de R$ 50 mil para as de grande porte.

Com a suspensão da cláusula contestada, os supermercados seguem autorizados a funcionar normalmente aos domingos enquanto o tema continua sendo analisado.

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Wall Street: Tecnologia cai e agravamento de discurso contra Teerão ofusca dados da inflação

Os principais índices bolsistas de Wall Street negoceiam no vermelho no início da sessão desta quarta-feira, dia marcado pela divulgação dos números da inflação em maio (4,2%), que não se afastaram das expectativas do mercado.

No setor tecnológico, o Nasdaq cai 1,34%, o S&P500 recua 0,94% e o Dow Jones desvaloriza 1,12% (16:20, hora de Portugal).

Mas a marcar o dia estão as mais recentes declarações de Donald Trump dirigidas ao Irão, com o presidente dos EUA a afirmar nas redes sociais que Teerão “vai pagar o preço” por ter demorado “muito tempo a negociar um acordo“, numa altura em que as conversações estão num impasse.

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Eli Lilly regressa ao clube dos bilionários

A Eli Lilly regressou recentemente ao clube das empresas cotadas em bolsa com um valor de mercado acima de um bilião de dólares (ou trilião na denominação norte-americana), o equivalente a 870 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual. Neste clube estão atualmente 14 empresas.

A farmacêutica, que detém medicamentos para a obesidade e diabetes como o Mounjaro e o Zepbound, já tinha estado no clube dos bilionários em 2025, é atualmente a 14ª cotada mais valiosa do mundo, com um valor estimado de 1,02 biliões de dólares (880 mil milhões de euros).

No clube bilionário estão a Nvidia, a Alphabet (detentora da Google), a Apple, a Microsoft, a Amazon, a TSMC, a Broadcom, a Saudi Aramco, a Tesla, a Meta, a Samsung, a Micron, a Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly. Neste grupo só a Nvidia tem um valor de mercado estimado acima dos cinco biliões de dólares (4,3 biliões de euros).

A SK Hynix, que desenvolve e fabrica chips de memória, esteve recentemente neste clube mas dele saiu na sequência da forte desvalorização no setor dos chips, ocorrida na sexta-feira (5 de junho). O índice de semicondutores caiu nesse mais de 8%. Esta quebra deveu-se à reação negativa dos investidores à guidance emitida pela Broadcom durante a apresentação de resultados. A empresa sul-coreana SK Hynix chegou a quebrar mais de 9% com o impacto da guidance da Broadcom. Calcula-se que o setor dos chips tenha perdido mais de um bilião de dólares (870 mil milhões de euros) em valor de mercado a 5 de junho.

Perto de entrar no clube dos bilionários está a Walmart que possui um valor de mercado estimado em 946 mil milhões de dólares (819,6 mil milhões de euros).

SpaceX, Anthropic e OpenAI perto de se juntarem ao clube

A SpaceX, que é atualmente a não cotada mais valiosa do mundo, está a dois dias de se juntar ao clube dos bilionários. A empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, entra no mercado de capital, na sexta-feira, naquela que será a maior estreia de sempre.

A empresa deve angariar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) com a sua oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa) superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.

A empresa terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Estes números colocam o valor da SpaceX nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.

O banco que vai liderar o IPO será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.

Perto de se juntar ao clube está também a Anthropic e a OpenAI, que são a segunda e a terceira não cotadas mais valiosa do mundo. Ambas já confirmaram junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC) a sua intenção de entrar em bolsa. Embora não tenham avançado nenhuma data para essa estreia.

As suas últimas rondas de financiamento colocaram as avaliações da Anthropic e da OpenAI nos 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros) e nos 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).

“Hoje, a Anthropic submeteu confidencialmente um rascunho de declaração de registo no Formulário S-1 à SEC para uma proposta de oferta pública inicial (IPO) das nossas ações ordinárias. Isto dá-nos a opção de abrir o capital após a conclusão da análise da SEC. A oferta pública inicial proposta dependerá das condições de mercado e de outros fatores. O número de ações a oferecer e o preço ainda não foram definidos”, disse a Anthropic a 1 de junho.

“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, confirmou a OpenAI junto da SEC a 8 de junho.

Em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.

O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da OpenAI poderia acontecer no quarto trimestre do ano.

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