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PM publica decreto que aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio

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A Polícia Militar de São Paulo publicou o despacho que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. Na estrutura militar, a medida equivale à aposentadoria. Ele está preso preventivamente desde o dia 18 de março.

Embora essa decisão já tivesse sido anunciada em uma portaria, o ato que a oficializou só foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta terça-feira (9), com assinatura do diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli Júnior.

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No despacho, o tenente-coronel acusado de assassinato foi transferido oficialmente para a reserva da polícia. Em suas redes sociais, o advogado Miguel José da Silva Junior, que defende a família da soldado Gisele, disse que lhe causou espanto a “celeridade da PM em aposentá-lo”.

Para o advogado, essa decisão demonstra que a PM está “dando privilégios” ao tenente-coronel. 

“Essa aposentadoria não vai barrar o Conselho de Justificação, que vai demiti-lo. Nós temos convicção disso. Por outro lado, não é justo que esse cidadão, que cometeu um crime tão bárbaro, continue recebendo valores à custa da população e inclusive dos pais da Gisele, que pagam seus tributos”, falou o advogado em um vídeo publicado em seu Instagram.

Gisele era casada com o tenente-coronel e foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que o casal morava, na capital paulista. O tenente-coronel chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita.

Laudos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram marcas de agressão incompatíveis com suicídio. A família da vítima contestou a versão de suicídio desde o registro da ocorrência.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que a transferência do oficial para a reserva “ocorreu em conformidade com a legislação vigente e não impede eventual responsabilização penal ou disciplinar”.

De acordo com a PM, atualmente o vínculo financeiro do tenente-coronel é com a São Paulo Previdência (SPPrev), gestora do Regime Próprio de Previdência do Estado de São Paulo e dos benefícios militares, e uma eventual perda do posto e patente e também de remuneração do tenente-coronel só podem ocorrer após decisão definitiva do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo.

“A Corregedoria da instituição concluiu o Inquérito Policial Militar (IPM) e encaminhou o procedimento à Justiça. A Polícia Civil também concluiu o inquérito policial, remetido ao Poder Judiciário. Além disso, foi instaurado Conselho de Justificação (CJ), publicado no Diário Oficial do Estado em 31 de março de 2026, que segue em fase de instrução e tramita de forma independente do processo criminal”, diz ainda a nota da PM.

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Com geração talentosa, Inglaterra deve dominar Grupo L da Copa

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Contando com uma talentosa geração de jogadores, a Inglaterra é uma das equipes apontadas como favoritas para conquistar o título da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá entre os dias 11 de junho e 19 de julho. O English Team inicia a competição no Grupo L, ao lado de Croácia, Gana e Panamá.

A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.

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Another one for the all-time top scorer 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023

Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).

Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).

O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.

©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023

O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.

Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.

A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.

🇬🇭 Ghana have qualified for #FIFAWorldCup 26!#WeAre26 pic.twitter.com/VwZc0EqKlB

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) October 12, 2025

Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.

O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.

🇵🇦 Panama will play at #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/pr8ndatIPD

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025

Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).

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Influenciador Mayk Leão desabafa após polêmica com HD e fala em internação: ‘Não aguento mais’; veja vídeo

O influenciador Mayk Leão, que ganhou repercussão após divulgar vídeos sobre um suposto OVNI em Campo Largo (PR), apareceu chorando em uma sequência de stories publicada nesta terça-feira (09/06). O desabafo ocorre após a polêmica envolvendo a destruição de um HD que, segundo ele, continha gravações relacionadas ao caso.

Mayk afirmou estar emocionalmente abalado com a repercussão e as mensagens recebidas nas redes sociais. “Gente, eu não aguento mais. Eu vou ter que ir pro hospital, sério. Eu tô sucumbindo”, declarou. O vídeo gerou preocupação entre seus seguidores.

Nos stories, Mayk voltou a falar sobre a pressão psicológica que tem enfrentado e os ataques virtuais recebidos nos últimos dias. Ele não detalhou se realmente procurou atendimento médico ou se mantém os planos de internação.

Vídeo: @mayk.leao

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Cataluña es lo más español que hay, al menos para ChatGPT: así explica la IA cómo es España

¿Qué dicen los chatbots cuando se les pregunta por España? Dicen, claro, muchas cosas. Pero algunas las dicen más veces. La IA no da una imagen equilibrada de España, sino que ofrece un mapa lleno de jerarquías. Hay cuatro comunidades autónomas que son España por encima de todo, por este orden: Cataluña, Madrid, Andalucía y País Vasco. En otras preguntas también tienen cierto peso la Comunidad Valenciana y Galicia. A partir de ahí, otras regiones aparecen menos o lo hacen por una puerta estrecha, con tópicos que sirven casi como su único motivo: turismo, vino, huerta, agua, despoblación, el Camino de Santiago, minería, paisaje verde, dehesa o España vaciada.

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© Emilio Morenatti (AP)

El expresident Carles Puigdemont se dirige a sus partidarios cerca del Parlament en 2024. El impacto del procés en la narrativa global puede ser una de las causas por las que Cataluña predomina las respuestas sobre España en modelos de IA como ChatGPT.
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Estepilha, A Copa do Mundo de 2026 Começa na Fronteira Americana

AF! À medida que se aproxima a Copa do Mundo de 2026, os Estados Unidos parecem determinados a adicionar uma nova camada de emoção ao torneio: transformar a chegada das delegações numa prova de resistência digna de medalha olímpica — embora sem garantia de entrada. O mais recente “competidor” foi o árbitro somali Omar Abdulkadir […]
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Pesquisas sobre saúde da mulher terão investimentos de R$ 60 milhões

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O ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Instituto Alana irão destinar R$ 60 milhões para financiar pesquisas e o desenvolvimento de tecnologias para diagnóstico e tratamento de endometriose, dor pélvica e melhoria da saúde menstrual – problemas que afetam 10% de mulheres em idade fértil, inclusive adolescentes.

As causas da endometriose não são conhecidas. As hipóteses de especialistas relacionam a fatores genéticos, hormonais, imunológicos e o percurso do sangue menstrual em direção à cavidade abdominal.

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Do total anunciado nesta terça-feira (9) em Brasília, R$ 50 milhões serão desembolsados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em editais de pesquisa e inovação da saúde da mulher. 

Os outros R$ 10 milhões serão providos pelo Instituto Alana para a criação de uma rede nacional de pesquisa especializada em saúde da mulher.

Problema de saúde pública

Segundo a ministra Luciana Santos, os investimentos são uma resposta do Estado para um problema de saúde pública. 

“Demonstram o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras.”

“O que não é pesquisado não é compreendido. O que não é compreendido não é tratado”, disse a CEO do Instituto Alana, Flavia Doria. 

O diagnóstico precoce da endometriose permite um melhor tratamento médico, promove a redução das dores e evita o agravamento da doença.

“Quanto mais tarde essa dor é tratada, maior o preço. O corpo aprende a sentir essa dor. Com o tempo, os mecanismos de inflamação se acumulam. O que não foi cuidado na adolescência podem se tornar dores crônicas na vida adulta”, alerta a CEO do Instituto Alana.

Atendimento do SUS

Conforme o portal do Ministério da Saúde, a endometriose é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento e crescimento de estroma e glândulas endometriais (partes do tecido que reveste o útero internamente) fora da cavidade uterina. 

Esse deslocamento do tecido pode provocar uma reação inflamatória crônica, com taxa de prevalência estimada entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, presente no anúncio, avalia que há pouca visibilidade das doenças que afligem às mulheres. Ele tem a expectativa que as pesquisas que serão feitas permitirão “construir uma política pública robusta” e melhorar o atendimento às mulheres no Sistema único de Saúde (SUS).

“É fundamental avaliar a qualidade do que está sendo entregue e desenvolver novas tecnologias”, defendeu o ministro.

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León XIV pide una respuesta colectiva ante los feminicidios: "A nosotros nos corresponde afrontarla en todas sus dimensiones"

El papa León XIV ha hecho este martes en Barcelona un llamamiento a abordar “entre todos” la violencia contra las mujeres y los feminicidios, a los que ha calificado como una “realidad dramática” con raíces sociales y culturales.

Durante la vigilia celebrada en el Estadio Olímpico Lluís Companys, el pontífice ha respondido al testimonio de una joven que ha relatado el intento de asesinato de su madre por parte de su padre cuando ella era niña. A partir de ese relato, ha descrito la existencia de un “clima envenenado en las relaciones familiares de abusos y opresiones” que sigue derivando en violencia machista.

León XIV ha subrayado que esta realidad no puede entenderse como un problema individual ni como algo ajeno a la sociedad, sino como una cuestión colectiva que exige respuesta. “A nosotros nos corresponde afrontarla en todas sus dimensiones, sea personalmente, sea como sociedad”, ha afirmado.

El Papa ha insistido además en que no debe atribuirse esta violencia a causas religiosas o ajenas a la responsabilidad humana. “No podemos atribuir a Dios lo que ha sido confiado a nuestra responsabilidad”, ha señalado, reclamando un análisis centrado en las dinámicas sociales, el individualismo y la normalización de la violencia.

El pontífice ha pedido una respuesta sostenida y compartida frente a una problemática que ha descrito como estructural, especialmente en lo relativo a la violencia contra las mujeres.

La intervención se ha producido ante miles de fieles en el Estadio Olímpico de Barcelona, durante una vigilia en la que el Papa ha alternado el catalán y el castellano.

Salud mental como prioridad en los sistemas sanitarios

En la misma vigilia, el papa León XIV ha abordado también el sufrimiento vinculado a la salud mental a partir del testimonio de otra joven que ha relatado su lucha contra una profunda depresión y un intento de suicidio.

El pontífice ha pedido mayor atención a este “malestar invisible y generalizado” que, ha señalado, afecta especialmente a los jóvenes, y ha reclamado que la salud mental sea una prioridad en los sistemas sanitarios.

León XIV ha advertido de que las sociedades actuales tienden a ocultar la fragilidad y el dolor bajo exigencias de rendimiento y perfección, lo que agrava el sufrimiento de quienes lo padecen.

“Es importante tomar conciencia de cómo la salud mental se ve cada vez más amenazada en el contexto de sociedades que se consideran avanzadas”, ha señalado durante su intervención en el Estadio Olímpico.

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Mañueco, investido presidente de la Junta de Castilla y León para un tercer mandato con el apoyo de PP y Vox

El 'popular' Alfonso Fernández Mañueco ha sido investido este martes, 9 de junio, presidente de la Junta de Castilla y León con los únicos apoyos de los 33 procuradores del PP y los de 14 Vox y los votos en contra del resto de partidos con representación en el Parlamento autonómico --PSOE, con 30 escaños; UPL, con tres, y Soria ¡Ya! y Por Ávila, con uno en cada caso--.

La investidura de Alfonso Fernández Mañueco se ha producido tras el acuerdo de Gobierno suscrito el pasado miércoles 3 de junio entre PP y Vox, pacto que llegó 80 días después de la celebración de las elecciones autonómicas del 15 de marzo que dieron la victoria al PP con 33 escaños, a nueve de la mayoría absoluta en el Parlamento de Castilla y León --42 de los 82 parlamentarios--, que se supera ahora con la coalición PP-Vox.

El pleno del Debate de Investidura del candidato a la Presidencia de la Junta de Castilla y León ha comenzado a las 12.00 horas con la intervención de Alfonso Fernández Mañueco que ha dedicado una hora y 20 minutos para explicar su "contrato de Legislatura" para cuatro años, ha apostillado, según Europa Press.

La sesión se ha reanudado a las 16.00 horas con las intervenciones de los portavoces de los grupos Socialista, Carlos Martínez; Mixto --Ángel Ceña, Pedro Pascual y Alicia Gallego, por este orden--; Vox, Carlos Pollán, y Popular, Leticia García, con las respectivas réplicas y dúplicas de Fernández Mañueco, y ha concluido a las 20.40 horas tras la votación pública y por llamamiento que ha permitido investir al candidato del PP en una primera vuelta tras alcanzar la mayoría absoluta.

El presidente de las Cortes de Castilla y León, Francisco Vázquez, ha dado por concluida la sesión tras proclamar presidente de la Junta a Alfonso Fernández Mañueco que, previsiblemente, tomará posesión de su cargo el jueves día 11, casi tres meses después de la cita con las urnas.

El 'popular' ha recibido un abrazo de la actual vicepresidenta en funciones, Isabel Blanco, y de la portavoz del Grupo Popular, Leticia García, y a continuación se han dirigido hasta su escaño el portavoz de Vox y su futuro vicepresidente primero, Carlos Pollán; el portavoz del Grupo Socialista, Carlos Martínez, y los integrantes del Grupo Mixto.

Fernández Mañueco afrontará así su tercer gobierno en coalición y el segundo en concreto con los de Santiago Abascal, socios de gobierno en la primera mitad del mandato precedente --dejaron los gobiernos autonómicos el 11 de julio de 2024 desde cuando el PP se quedó en solitario y en minoría-- y de nuevo ahora tras el acuerdo "diáfano y transparente" alcanzado por los dos partidos, en palabras del candidato.

Con su investidura, Fernández Mañueco encarará además el que puede ser su último mandato como presidente de la Junta de Castilla y León ya que, salvo modificación o derogación de la norma o convocatoria muy anticipada de nuevas elecciones, la Ley del Estatuto de los Altos Cargos aprobada en 2016 por el último gobierno de Juan Vicente Herrera limita a ocho años la permanencia en un cargo --el 'popular' fue investido por primera vez el 9 de julio de 2019 y tomó posesión tres días después--.

Fernández Mañueco ha podido concurrir hoy a una tercera investidura tras someterse a la primera en julio de 2019, cuando fue elegido presidente de la Junta de Castilla y León por primera vez tras el acuerdo de gobierno con Ciudadanos con el que formó su primer gabinete en coalición.

La ruptura de ese gobierno en diciembre de 2021 y el adelanto electoral a febrero de 2022, tras el que conformó el segundo gobierno que sí llegó a su fin, primero con Vox y luego en solitario, han permitido a Fernández Mañueco volver a concurrir a la investidura ya que no ha superado al plazo límite de los ocho años consecutivos como jefe del Ejecutivo.

En concreto, la disposición adicional primera de la Ley del Estatuto de los Altos Cargos de la Administración de la Comunidad de Castilla y León de noviembre de 2016 estipula que las personas que hayan ostentado durante ocho años la Presidencia de la Junta de Castilla y León o la Presidencia o titularidad de alguna de las instituciones propias de la Comunidad de Castilla y León no podrán ser propuestas para su reelección en la misma institución.

De no derogarse la ley del Estatuto del Alto Cargo Fernández Mañueco también podría volver a concurrir a la Presidencia de la Junta con un adelanto muy anticipado de las elecciones que, según establece el artículo 37 del Estatuto de Autonomía, no podrá convocar comicios antes de que transcurra un año desde la anterior disolución de la Cámara --fue el 19 de enero de 2026-- ni durante el primer período de sesiones de la Legislatura.

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Leire anotó que Narbona tenía que hacer una "gestión" a Silvina Bacigalupo, la candidata al Supremo vinculada al PSOE

Fotografía de la cuenta oficial del PSOE en X en la que se menciona a Bacigalupo

Las agendas de Leire Díez incautadas por la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil, a las que ha tenido acceso El Independiente, recogen una anotación fechada en 2020 en la que aparece mencionada la jurista Silvina Bacigalupo. Bacigalupo, cuñada de la entonces vicepresidenta del Gobierno Teresa Ribera, es catedrática de Derecho Penal y una reconocida especialista en transparencia y delitos económicos.

En una de las páginas de las notas manuscritas atribuidas a Díez, fechada el 17 de noviembre de 2020, figura un listado de asuntos pendientes entre los que aparece la referencia: “Cristina Narbona, gestión Silvina Bacigalupo”.

La anotación se integra en un conjunto de contactos, actuaciones y cuestiones políticas en el que también figuran otras referencias a dirigentes socialistas, responsables institucionales y asuntos vinculados a la actividad del partido. El documento, sin embargo, no especifica cuál era el objeto de esa supuesta gestión ni qué actuación concreta debía realizar la presidenta del PSOE en relación con Bacigalupo.

La mención adquiere relevancia en un momento en el que la jurista se encuentra entre las candidatas a una plaza de jurista en la Sala Segunda del Tribunal Supremo. De acceder al puesto, culminaría una trayectoria académica y profesional que la ha convertido en una especialista en Derecho Penal económico, transparencia y cumplimiento normativo.

Bacigalupo y Teresa Ribera

Teresa Ribera, actual vicepresidenta de la Comisión Europea y exvicepresidenta del Gobierno de España, está casada con el jurista Mariano Bacigalupo. Este es miembro de una familia con amplia trayectoria en el ámbito jurídico y regulatorio en España. Este ha ocupado distintos cargos en organismos públicos como la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (CNMC) y la Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV).

La familia Bacigalupo constituye una saga de perfil académico y jurídico con una presencia destacada en el ámbito del Derecho en España, especialmente vinculada a la universidad y a instituciones públicas. Sus miembros han desarrollado carreras en campos como el Derecho Administrativo, el Derecho Penal económico y la regulación de sectores estratégicos.

Antes de su acercamiento al Alto Tribunal, la catedrática de la Universidad Autónoma de Madrid ya había mantenido una relación de colaboración con el PSOE. Más allá del ámbito familiar. De hecho, su nombre apareció oficialmente vinculado al proyecto político de Pedro Sánchez cuando fue incorporada al equipo de expertos encargado de elaborar propuestas de gobierno para los socialistas.

Silvina Bacigalupo, experta en transparencia y buen gobierno #ElGobiernodelSí https://t.co/wAUDX2nEc9 pic.twitter.com/NXwYmln1aT #L6Nrobles

— PSOE (@PSOE) May 21, 2016

Una experta en el proyecto de Sánchez

El 23 de junio de 2015, el PSOE anunció la creación de un equipo de especialistas destinado a diseñar medidas para un futuro programa de gobierno. Entre los nombres seleccionados figuraba Silvina Bacigalupo, que fue presentada como responsable del área de Transparencia y Ética Empresarial.

En aquel comunicado, los socialistas destacaban que el grupo estaría integrado por profesionales de reconocido prestigio y experiencia en distintas materias. Ya que el objetivo era reforzar el perfil técnico de su propuesta política. Bacigalupo aparecía entre las incorporaciones elegidas por la dirección de Pedro Sánchez.

La jurista era ya entonces una referencia en materia de responsabilidad penal de las personas jurídicas, delitos económicos y prevención de la corrupción. Su participación en aquel equipo suponía una apuesta del PSOE por incorporar especialistas externos a la elaboración de su proyecto político.

La colaboración fue pública y reconocida por el propio partido, por lo que la aparición de su nombre en unas notas internas vinculadas al entorno socialista años después resulta especialmente significativa.

Una anotación sin explicación

La referencia hallada en la documentación atribuida a Leire Díez plantea más preguntas que respuestas. El apunte se limita a consignar la frase “Cristina Narbona, gestión Silvina Bacigalupo”, sin ofrecer detalles adicionales sobre el motivo, el contenido o el alcance de esa eventual gestión.

Tampoco se desprende del documento si la actuación que tenía que realizar Narbona se produjo finalmente. Ni cuál era el contexto concreto en el que se redactó la nota. Lo único acreditado es que el nombre de Bacigalupo figuraba entre los asuntos anotados por Díez en noviembre de 2020 y que aparecía asociado a una posible intervención de Cristina Narbona.

La presidenta del PSOE formaba parte del núcleo dirigente de la organización y era una de las figuras de mayor peso político dentro del partido. Su inclusión en la anotación sugiere que, al menos para quien redactó el documento, podía desempeñar algún papel en relación con la cuestión vinculada a Bacigalupo.

Anotación en la agenda de Leire Díez sobre Cristina Narbona y Silvina Bacigalupo

La falta de contexto impide extraer conclusiones definitivas. Sin embargo, la referencia se enmarca en una documentación en la que se están analizando múltiples anotaciones. Entre ellos contactos políticos, institucionales y empresariales relacionados con el entorno socialista.

Del equipo de expertos al Tribunal Supremo

La trayectoria de Bacigalupo ha estado ligada principalmente al ámbito académico. Hija del jurista Enrique Bacigalupo, ha desarrollado una carrera centrada en el Derecho Penal económico y corporativo, participando en proyectos de investigación nacionales e internacionales y en labores de asesoramiento en materia de cumplimiento normativo.

El proceso de nombramiento para la plaza de jurista en la Sala Segunda del Tribunal Supremo aún no ha concluido. Se trata de un procedimiento en el que los aspirantes son evaluados por el Consejo General del Poder Judicial (CGPJ) en función de sus méritos.

Tras la admisión inicial, la Comisión de Calificación revisa el cumplimiento de los requisitos formales. Después, selecciona a los candidatos que pasan a una fase de entrevista, que puede realizarse por vía telemática y la cual Bacigalupo ya pasó. Posteriormente, la Comisión eleva una propuesta al Pleno del CGPJ, órgano competente para el nombramiento definitivo.

En estos momentos, el proceso se encuentra pendiente de la deliberación final del Pleno, con Bacigalupo entre las candidaturas evaluadas para la plaza. Su eventual acceso al Tribunal Supremo la situaría entre los perfiles de mayor relevancia dentro del sistema judicial español. Precisamente por ello, la aparición de su nombre en una anotación vinculada al entorno socialista adquiere una dimensión política.

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Salvador Illa agradece al Papa León XIV su "sensibilidad hacia Cataluña" en una audiencia privada en Barcelona

El presidente de la Generalitat, Salvador Illa, acompañado de su esposa, ha mantenido este martes una audiencia privada con el Papa León XIV en el Palacio Episcopal de Barcelona, en el marco de la visita del Pontífice a la capital catalana con motivo de la bendición de la Torre de Jesucristo de la Sagrada Familia.

Durante el encuentro, Illa dio la bienvenida al Papa y le agradeció tanto su visita como su “sensibilidad hacia Cataluña”. Según fuentes del Ejecutivo catalán, ambos abordaron cuestiones de actualidad internacional y reflexionaron sobre los mensajes contenidos en la última encíclica de León XIV, centrada en los desafíos que plantean los avances tecnológicos y en la necesidad de ponerlos al servicio de la humanidad.

La conversación también sirvió para poner en valor la figura de Antoni Gaudí y la trascendencia de la inauguración de la Torre de Jesucristo de la Sagrada Familia, uno de los hitos más destacados de la visita papal.

Como muestra de reconocimiento institucional, Illa entregó al Pontífice tres obsequios de fuerte simbolismo histórico y cultural: una reproducción de las Homilías de Organyà, una reproducción de la muñeca articulada de marfil hallada en la necrópolis paleocristiana de Tarraco y una copia del acta notarial de colocación de la primera piedra de la Sagrada Familia, documento original de 1882 conservado en el Archivo Histórico de Protocolos Notariales de Cataluña.

Salvador Illa le hace entrega al Papa de tres obsequios de fuerte simbolismo histórico y cultural | Govern

Junto a los regalos, el presidente hizo entrega de una carta en la que explica el significado de cada uno de ellos y reivindica las profundas raíces cristianas de Cataluña, así como la tradición de paz y diálogo representada por las asambleas de Pau i Treva, cuyo milenario se conmemorará en 2027.

En la misiva, escrita en catalán y castellano, Illa también anima al Papa a utilizar el catalán durante la salutación urbi et orbi prevista para la ceremonia de bendición de la Torre de Jesucristo. Para ello, destaca el valor de las Homilías de Organyà, consideradas el documento literario más antiguo conservado en lengua catalana y símbolo de la voluntad histórica de la Iglesia de dirigirse a los fieles en su lengua propia.

Respecto al acta de colocación de la primera piedra de la Sagrada Familia, Illa subraya que representa el trabajo previo y silencioso que hace posible las grandes obras, recordando una reflexión asociada al legado de Gaudí: “Antes de levantar la mirada, se han tenido que bajar los ojos y trabajar la tierra”.

Por su parte, la reproducción de la muñeca articulada de marfil procedente de la necrópolis paleocristiana de Tarraco, uno de los conjuntos funerarios tardorromanos mejor conservados del mundo y declarado Patrimonio Mundial por la UNESCO, simboliza las raíces cristianas de Cataluña y la esperanza de trascendencia presente en las primeras comunidades cristianas.

Tras la audiencia privada, León XIV ha saludado a los consejeros y consejeras del Govern.

No es la primera vez que el Pontífice recibe a Salvador Illa. En octubre ya mantuvieron un encuentro en el Vaticano junto al conseller de Justicia y Calidad Democrática, Ramon Espadaler, ocasión en la que el presidente catalán trasladó la invitación para visitar Barcelona con motivo de la culminación de la Torre de Jesucristo de la Sagrada Familia. Asimismo, antes de asumir la Presidencia de la Generalitat, Illa también fue recibido en audiencia por el Papa Francisco en 2024.

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Moreno abre negociaciones con Vox a dos días de constituirse el Parlamento andaluz

El presidente de la Junta de Andalucía, Juanma Moreno

Este jueves se constituye el nuevo Parlamento andaluz, la primera señal indiciaria de si hay o no aproximación entre el PP y Vox para investir a Juanma Moreno. Y con un plazo tan estecho para culminar cualquier negociación, Moreno mantiene esta tarde uan reunión con el líder ultra en la comunidad, Manuel Gavira, y con la secretaria general adjunta de este partido, Montserrat Lluis, según ha adelantado la cadena Ser de fuentes de Vox.

No es previsible que los populares vayan a ceder la presidencia de la Cámara autonómica. De hecho, no la ha cedido ni en Extremadura, ni en Aragón ni en Castilla y León, contrariamente a los primeros pactos postelectorales entre ambos partidos. Sí puede facilitar el PP un puesto mejor situación en la Mesa, pero, de momento, poco más. Asimismo, Moreno mantiene como condición casi inegociable su deseo de formar un gobierno monocolor. A fin de cuentas, se quedó tan sólo a dos diputados de la mayoría absoluta y los ultras, aunque subieron, tuvieron un resultado más que discreto al apsar de 14 diputados a 15.

Una vez constituida la Cámara, quien la presidea deberá convocar la sesión de investidura una vez el aspirante se presente con los apoyos necesarios para sacarla adelante. De hecho, en segunda votación, bastaría con la abstención de Vox, pues toda la izquierda suma menos que el PP.

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"Injustificada, inadmisible, inasumible y absolutamente intolerable": Adif se lanza contra Siemens por el caos en Rodalies el primer día de la visita del Papa

El gestor ferroviario, Adif, tomará "acciones legales" contra Siemens, tras las dos averías registradas este martes en el Centro de Regulación del Tráfico para Rodalies, ubicado en la estación de Francia de Barcelona, desde donde la alemana da soporte informático para garantizar el funcionamiento de los sistemas de Adif.

Fuentes del gestor ferroviario han asegurado que Siemens, como encargada de dar este servicio, "es la responsable de una situación que afecta a miles de usuarios catalanes" y han criticado que la situación es "injustificada, inadmisible, inasumible y absolutamente intolerable".

Adif argumenta que, ante estas incidencias, se ve "abocada a tomar estas medidas en defensa del servicio público de calidad para los usuarios catalanes" y, por ello, ha iniciado un expediente para conocer cuáles han sido las circunstancias de lo ocurrido y aplicar, si procede, las penalizaciones pertinentes contra Siemens.

"No es la primera vez que Siemens falla en la gestión de este centro de control en Barcelona. Es una situación que ya se producido en otras ocasiones y, por tanto, reiterada", han criticado este martes desde el gestor, según EFE.

El pasado 3 de febrero, el ministro de Transportes, Óscar Puente, ya instó a la compañía a dar explicaciones, después de que el software del centro de control se cayera en dos ocasiones, a pesar de que ese sistema se había instalado apenas tres meses antes.

Este martes, la primera incidencia se ha producido a las 12:25 horas, aunque "la capacidad de respuesta de Adif ha facilitado que se activara rápidamente el sistema de respaldo del centro para garantizar que los trenes siguieran circulando".

La migración a los sistemas de respaldo se ha completado veinte minutos más tarde y a las 13.00 horas se ha normalizado la situación aunque la circulación podría verse aún afectada, ha defendido Adif.

Por su parte, la segunda incidencia se ha producido a las 15.14 horas y ha durado unos 15 minutos. Esta situación ha afectado de nuevo a los sistemas de regulación del tráfico. A las 15.30 horas se ha recuperado el numerador de los trenes y se ha retomado la circulación, aunque con retrasos en la red.

Los fallos coinciden con el primer día de la visita del papa León XIV a Barcelona, lo que había llevado a Renfe a diseñar un plan de refuerzo de la red con un incremento de más del 35 % de las plazas.

En la rueda de prensa posterior a la reunión del Ejecutivo catalán, la portavoz del Govern y consellera de Territorio, Sílvia Paneque, ha explicado que se está implementando un nuevo sistema informático de Siemens que la empresa "está ajustando" y que, durante este proceso, "está dando estos problemas".

"Estamos realizando ajustes para que estas incidencias dejen de producirse. Cuando esté implementado en su totalidad, tendremos un sistema mucho más seguro", ha asegurado. 

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Las mejores imágenes del papa León XIV en Barcelona

El papa León XIV tras el rezo de la Hora media en la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia de Barcelona, este martes.

El papa León XIV ha iniciado este martes su esperada visita de dos días a Cataluña. Tras un multitudinario paso de tres días por Madrid, el pontífice ha aterrizado este mediodía en el aeropuerto Josep Tarradellas Barcelona-El Prat, desde donde se ha trasladado directamente al corazón de la capital catalana para protagonizar una intensa jornada marcada por los mensajes de concordia, los gestos espontáneos fuera de protocolo y un rotundo llamamiento a la acogida de los inmigrantes.

Unos 6.000 fieles, según datos de la Guardia Urbana, han abarrotado desde primera hora de la mañana la plaza Nova y las calles adyacentes de la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia. Desafiando el intenso sol con paraguas, banderas y el agua distribuida a última hora por los Mossos d'Esquadra, la multitud ha recibido de forma calurosa al santo padre en torno a las 13:30 horas. El fervor popular se ha traducido en un crisol de cánticos tradicionales ("Se ve, se siente...", "Papa León, te queremos un montón"), proclamas juveniles y un vistoso mosaico de banderas internacionales, con fuerte presencia de enseñas del Vaticano, España, Argentina, Nicaragua, México o Colombia.

Un llamamiento contra la polarización y el individualismo

En el interior del templo, durante el rezo litúrgico de la Sexta Hora ante la curia diocesana y los voluntarios, León XIV ha pronunciado una homilía de fuerte calado social y eclesiástico. Alternando con fluidez el castellano y el catalán, el Pontífice se ha dirigido a los presentes recordando que Barcelona, como 'Cap i casal de Catalunya', posee la responsabilidad histórica de convertirse en "constructora de unidad".

<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-3-980x653.jpg" class="galeria__start" data-caption="El papa desciende del avión que le ha llevado de Madrid a Barcelona pasado el mediodía de este martes. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv">

León XIV en Barcelona

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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-1-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El presidente de la Generalitat, Salvador Illa, ha dado la bienvenida al pontífice. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-7-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El viento ha levantado la capa del papa a pie de pista en El Prat. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi4" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-8-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-16-1200x1797.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Quique García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-4-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El papa saluda desde el coche junto al cardenal de Barcelona, monseñor Omella. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-2-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="León XIV saluda a la multitud congregada ante la Catedral de la Santa Cruz y Santa Eulalia de Barcelona. | Alberto Paredes / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi8" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-17-1200x802.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-6-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alberto Paredes / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-14-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El papa a su llegada al templo. | Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-11-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El papa durante el rezo de la Hora media en la Catedral de Barcelona. | Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi12" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-12-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="León XIV saluda a los fieles congregados en el templo. | Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-13-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-18-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Enric Fontcuberta / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-15-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Una vez más en su visita a España, el papa ha sorprendido a propios y extraños con su alocución a la multitud congregada en la plaza de la Catedral de Barcelona. | Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi16" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-9-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-5-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alberto Paredes / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-10-1200x802.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Andreu Dalmau / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-19-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Minutos después, el papa ha saludado a los fieles desde el balcón del palacio arzobispal. | Quique García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi20" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-34-1200x800.jpeg" class="galeria__foto item" data-caption="Por la tarde, el papa ha recibido al presidente de la Generalitat. Salvador Illa ha obsequiado al papa con una reproducción de las Homilías de Organyà, una reproducción de la muñeca articulada de la necrópolis paleocristiana de Tarraco y una copia del acta notarial de colocación de la primera piedra de la Sagrada Familia. | Generalitat de Cataluña" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-20-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Una pareja observa los últimos preparativos en el Estadio Olímpico para la vigilia con el papa. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-21-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El estadio comenzó a llenarse desde primera hora de la tarde. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-22-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Un grupo de sacerdotes anima la previa de la vigilia. | Alejandro García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi24" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-23-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Los obispos españoles han asistido en pleno a la vigilia. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-24-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-27-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El arzobispo de Madrid, José Cobo, y sus compañeros de la Conferencia Episcopal española, pocos minutos antes del comienzo de la vigilia. | Alberto Estevez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-25-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alejandro García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi28" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-26-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Alejandro García / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-28-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption=""Hola, Papa Lleó XIV", rezan las pancartas que dan la bienvenida al papa a Barcelona. | David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/europapress-7584754-ambiente-previo-vigilia-oracion-papa-leon-xiv-estadio-olimpico-lluis-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

Ambiente previo a la vigilia de oración con el Papa León XIV, en el Estadio Olímpico Lluís Companys

EP" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-29-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="David Zorrakino / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi32" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-30-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-31-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-32-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="Muchas banderas en el Estadio Olímpico. No han faltado las esteladas independentistas... | Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-33-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="...ni las banderas arcoíris del orgullo gay. | Kike Rincón / Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi36" class="galeria__foto item" data-caption="
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<a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-35-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="La cantante Conchita, durante su actuación. | Alberto Estévez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/papa-barcelona-36-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="El cantante Beret. | Alberto Estévez / EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/europapress-7584944-papa-leon-xiv-llegada-vigilia-oracion-estadio-olimpico-lluis-companys-junio-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El Papa León XIV a su llegada a la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys

El Papa León XIV a su llegada a la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys | EP" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/europapress-7584948-papa-leon-xiv-abraza-nina-llegada-vigilia-oracion-estadio-olimpico-lluis-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El Papa León XIV abraza a una niña a su llegada a la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys

EP" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi40" class="galeria__foto item" data-caption="
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El Papa León XIV (2d) durante la vigilia de oración, en el Estadio Olímpico Lluís Companys | Europa Press" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/3791b591904f124ffa5b8e2a3f6c75df2f41586dw-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El papa León XIV

El papa León XIV durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona. | EFE/Alejandro García" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/a64a07bb6e0162acc4833e401608bac401763c20w-1200x1800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El papa León XIV abraza a una mujer durante la vigilia

El papa León XIV abraza a una mujer durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona | EFE/Alejandro García" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/fc2133861a293f22ec8673cea349474203c2358fw-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

León XIV

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella (3d), durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona EFE/Alberto Estévez | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="#galeria-publi44" class="galeria__foto item" data-caption="
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El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella (i), durante la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/fa56c714711d3be2edb46951ef01321895549229w-1200x800.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella

El papa León XIV, acompañado por el cardenal Juan José Omella (i) | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/431d088ca535a633a8f11edd96ce7302a6330335w-1200x801.jpg" class="galeria__foto item" data-caption="

León XIV

El papa León XIV saluda a los fieles a su llegada a la vigilia que celebra con 40.000 personas este martes en el Estadio Olímpico de Barcelona | EFE" data-fslightbox="lightbox-kuiv">

"En un mundo desgarrado por guerras y divisiones, en una sociedad cada vez más fragmentada e individualista", ha exhortado solemnemente el obispo de Roma, es imperativo ser "testigos y profetas de unidad, de acogida, de concordia y de paz, incluso a costa de sacrificios y renuncias". Asimismo, ha elogiado la labor de quienes trabajan por tender puentes en el seno de la Iglesia catalana "más allá de toda la polarización", palabras precedidas por la bienvenida en catalán del arzobispo de Barcelona, el cardenal Omella.

Doble sorpresa y baños de masas

Fiel a su estilo directo, León XIV ha roto el protocolo en dos ocasiones consecutivas al término de los actos litúrgicos, desatando el júbilo en el exterior. En primer lugar, ha salido a pie a la misma plaza de la Catedral para dirigirse directamente a los feligreses con un cercano: "Bon dia i bona hora, germans i germanes". En su breve discurso, ha agradecido la paciencia y la alegría de los congregados: "Jesucristo nos ha llamado a vivir como un solo pueblo unidos en la fe", ha exclamado antes de despedirse con un tradicional "Adéu-siau".

Apenas media hora después, el Papa ha vuelto a sorprender a la multitud al asomarse al balcón del Palau Episcopal junto al cardenal Omella. Pese a sufrir pequeños problemas técnicos con el micrófono, ha bendecido con calidez a los cerca de 500 fieles que todavía resistían en la plaza gótica tras horas de espera. Antes de abandonar el complejo catedralicio, el Pontífice ha descendido a la cripta para rezar ante el sepulcro de Santa Eulàlia y ha visitado el claustro, donde ha mostrado gran curiosidad por la histórica tradición barcelonesa del 'Ou com balla'.

La voz de los fieles: el amparo al migrante

La sensibilidad social demostrada por León XIV en sus encíclicas y discursos ha resonado con especial fuerza entre la comunidad migrante residente en Cataluña, que ha acudido en masa a recibirle. Los testimonios recogidos a pie de calle confirman que el mensaje de integración papal es visto como un bálsamo y un firme respaldo político y moral ante las dificultades de la diáspora.

"Yo espero que haga entender a la gente la importancia de la acogida y la inmigración. Sobre la gente que lo necesita, sobre los vulnerables, las guerras. Los niños, las madres y los ancianos, que son los que más lo padecemos", explicaba Bea, una fiel procedente de Colombia. En la misma línea, Florencia y Carina, ciudadanas argentinas, apuntaban: "Uno, cuando emigra a otro país, se siente a veces discriminado o no tiene las mismas oportunidades. Nos conmueve y agradecemos mucho este apoyo explícito que el Papa brinda siempre a la gente migrante".

Agenda institucional y una tarde multitudinaria en Montjuïc

Ya por la tarde, el Palau Episcopal ha sido el escenario de la audiencia privada de León XIV al presidente de la Generalitat de Cataluña, Salvador Illa, en el que el principal encuentro de carácter institucional de la jornada.

Posteriormente, el foco se ha desplazado hacia la montaña olímpica. En el Estadio Olímpico de Montjuïc, León XIV preside una multitudinaria vigilia de oración ante unas 60.000 personas. Un evento masivo de fuerte carácter juvenil que cerrará la primera jornada de esta histórica e intensa etapa catalana.

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Felipe González recuerda que convocó elecciones al no aprobar los presupuestos: "Ahora eso no se lleva"

 El expresidente del Gobierno Felipe González ha recordado este martes durante un acto en la Universidad Autónoma de Madrid que él, cuando no logró aprobar los presupuestos en el año 1995, convocó elecciones y ha bromeado con que “ahora eso no se lleva”.

“Esto es una antigualla porque ahora ya no se lleva, no he podido aprobar presupuestos, por lo tanto, voy a convocar elecciones y creo que las voy a perder porque hasta yo estoy harto de mí mismo”, ha dicho González al contar una anécdota sobre Fidel Castro.

El expresidente español se ha referido a una reunión que mantuvieron en 1995 con Castro en Argentina para cerrar un acuerdo comercial entre la Unión Europa y Cuba y que, en su opinión, no prosperó porque el mandatario cubano no quería asumir el respeto a las libertades individuales que exigía la delegación europea, según EFE.

Esta declaración ha surgido en un conversatorio con el expresidente de la República Dominicana y presidente de Funglode, Leonel Fernández, y el periodista y académico Juan Luis Cebrián, donde han analizado el futuro de Iberoamérica.

Así pues, González también se ha hecho eco de la situación en Venezuela y ha explicado su punto de vista con la expresión de que lo normal es que “el perro mueva el rabo y no al revés” y que, siguiendo esta analogía, “el perro es Trump y el rabo es Delcy y el ‘Rodrigato’, pero desde Estados Unidos no se dan cuenta -quizás solo Marco Rubio- que el rabo es una serpiente de cascabel”.

Por eso, ha lamentado que a pesar de la detención de Nicolás Maduro, la conversación principal sea la explotación del petróleo y ha pedido compromiso con la democracia, la cual pide que vuelva “antes de que se frustre la población, porque la libertad vale más que el negocio”. 

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Mabel endurece fiscalização e aumenta multas por fios soltos e abandonados em Goiânia

A Prefeitura de Goiânia anunciou nesta segunda-feira (9) novas medidas para reforçar a fiscalização de fios rompidos, caídos ou abandonados nas ruas da capital. O prefeito Sandro Mabel (UB) assinou um decreto que regulamenta a aplicação da Lei nº 9.785, de 2016, e amplia a responsabilização de empresas de energia, telefonia, internet e TV por assinatura pela manutenção e retirada de cabos sem utilização.

Segundo a administração municipal, o objetivo é combater situações que representam risco à população e contribuem para a poluição visual da cidade. O decreto define com mais clareza as irregularidades passíveis de punição e estabelece novas obrigações para as empresas responsáveis pelas redes aéreas.

Durante coletiva de imprensa, Mabel afirmou que a retirada dos fios não tem acompanhado o crescimento da quantidade de cabos instalados na cidade. De acordo com ele, acidentes envolvendo motociclistas, motoristas e até crianças já foram registrados em razão da fiação solta.

Pelas novas regras, empresas poderão ser multadas caso mantenham cabos rompidos, caídos ou excedentes em vias públicas, deixem de realizar a manutenção necessária ou dificultem a atuação dos fiscais. Além das multas, a prefeitura poderá interditar estabelecimentos por períodos de três a dez dias e, em situações mais graves ou de reincidência, cancelar a licença de funcionamento.

Outra novidade é a obrigatoriedade da apresentação de um plano para remoção da rede de cabos aéreos sem utilização. As empresas terão prazo para apresentar o cronograma após notificação do município. O descumprimento da medida poderá gerar multa diária de R$ 10 mil.

O decreto também estabelece regras para a destinação dos materiais retirados. Os fios deverão ser reciclados, reutilizados quando possível ou descartados em locais adequados. O abandono, a queima ou qualquer forma de descarte que provoque danos ambientais passam a ser proibidos.

Segundo a Secretaria Municipal de Eficiência (Sefic), a fiscalização já resultou na aplicação de mais de R$ 6 milhões em multas. O secretário Fernando Peternella destacou que os valores das penalidades podem chegar a R$ 40 mil por fio em casos de reincidência.

Dados da Agência de Regulação (AR) de Goiânia apontam que cerca de 87 toneladas de cabos já foram retiradas durante a Operação Cidade Segura. A ação ocorre de forma permanente, principalmente em avenidas de grande circulação.

A prefeitura também pretende intensificar o combate a empresas clandestinas. A exigência é que toda fiação instalada tenha identificação visível, permitindo localizar rapidamente a empresa responsável. Cabos sem identificação poderão ser removidos pelas equipes de fiscalização.

A população pode registrar denúncias sobre fios soltos e outras irregularidades por meio dos canais da Prefeitura de Goiânia e dos órgãos responsáveis pela fiscalização.

Confira abaixo entrevista do prefeito Sandro Mabel:

Vídeo: Secom

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PS acusa GESBA de gastar 300 mil euros dos bananicultores em lobby em Bruxelas

Em causa, denunciam os socialistas, está um concurso público recentemente lançado pela GESBA, com um valor base de 300 mil euros para defender a banana da Madeira na União Europeia. A deputada do PS, Sílvia Silva, diz que “o problema não é o objecto do concurso em si, mas sim o facto de já existirem […]
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Irã denuncia bloqueio de ingressos para torcedores e cobra explicações da Fifa antes da Copa do Mundo

A Federação Iraniana de Futebol (FFIRI) afirmou nesta terça-feira (9) que foi impedida de distribuir a cota de ingressos destinada aos torcedores da seleção para a Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11). Segundo a entidade, a medida foi adotada poucos dias antes do início da competição e prejudica fãs que já haviam se planejado para acompanhar a equipe no torneio.

Em nota oficial, a federação informou que o processo de venda dos bilhetes já estava em andamento quando recebeu a comunicação de que não poderia mais disponibilizá-los ao público iraniano. A FFIRI destacou que muitos torcedores haviam organizado viagens e outras despesas com base nas orientações divulgadas anteriormente.

A entidade criticou a decisão e afirmou que a restrição contraria princípios fundamentais das competições esportivas internacionais, como igualdade de tratamento entre os países participantes. Além disso, declarou que o episódio levanta questionamentos sobre a influência de fatores políticos e não esportivos na organização do principal torneio do futebol mundial.

De acordo com as regras da Copa do Mundo, cada federação recebe uma parcela dos ingressos de suas partidas para distribuir entre seus torcedores. A FFIRI, no entanto, não revelou quem determinou o bloqueio da cota, mas pediu que a Fifa atue de acordo com os princípios de neutralidade, justiça e respeito aos regulamentos da competição.

Federação iraniana afirma que torcedores foram prejudicados após bloqueio da cota oficial de ingressos para a Copa do Mundo | Foto: Reprodução

A Fifa ainda não havia comentado o caso. Mais cedo, a entidade informou que o secretário-geral Mattias Grafstrom teve uma conversa considerada positiva com o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, após a chegada da seleção à sua base para o torneio. Segundo a Fifa, o diálogo com a FFIRI continuará para garantir uma experiência adequada à delegação iraniana.

A participação do Irã no Mundial vem sendo marcada por incertezas desde o agravamento das tensões no Oriente Médio após os ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica no fim de fevereiro. Em meio ao cenário, a federação transferiu o centro de treinamento da equipe do Arizona para o México, diante das dúvidas sobre a emissão de vistos e da intenção de reduzir a permanência da delegação em território americano.

Após semanas de indefinição, os Estados Unidos autorizaram a entrada de todos os jogadores da seleção apenas dez dias antes da estreia. Ainda assim, integrantes da comissão técnica e membros da delegação não receberam permissão para viajar ao país.

O Irã está no Grupo G da Copa do Mundo e fará seus dois primeiros jogos em Los Angeles: contra a Nova Zelândia, em 15 de junho, e diante da Bélgica, em 21 de junho. A equipe fecha sua participação na fase de grupos em 26 de junho, contra o Egito, em Seattle.

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Moncloa no ve "motivo alguno para imputar al PSOE ni a Sánchez" en el 'caso Leire Díez'

La ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz, el ministro de Transportes y Movilidad Sostenible, Óscar Puente, y la ministra de Sanidad, Mónica García, durante la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, en el Palacio de la Moncloa, a 9 de junio de 2026, en Madrid (España). Esta medida destinará 168 millones a mejorar la eficiencia energética en centros sanitarios y hospitales, mientras que los 200 millones restantes protegerán los centros educativos frente a la emergencia climática. Alberto Ortega / Europa Press 09/6/2026

El caso Leire Díez apenas ha echado a rodar. El juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz ya dictó un primer auto en el que dibujaba cómo operaba una presunta red criminal en Ferraz que tenía a la cabeza al exsecretario de Organización del PSOE Santos Cerdán y a la ya exmilitante Leire Díez como mano ejecutora, como fontanera. El magistrado levantó parcialmente el secreto de la causa y ayer ordenó el libramiento de varios oficios y la citación de hasta 22 testigos entre el 26 de junio y el 13 de julio. Entre ellos, la presidenta del partido, Cristina Narbona. Y al día siguiente tendrá que declarar como imputada ante él la abogada Leticia de la Hoz, por presuntamente haber sobornado a la empresaria Carmen Pano para que cambiara su versión respecto a que había entregado 90.000 euros en efectivo en el cuartel general de los socialistas a petición del comisionista Víctor de Aldama.

Quedan por practicar muchas diligencias pero es verdad que en el partido, como ya publicó este diario, se teme que el caso escale más y pueda acabar suponiendo una imputación del PSOE como persona jurídica. Algo que sería letal para los ánimos de una formación hundida anímicamente también por otro caso, el que mantiene investigado al expresidente José Luis Rodríguez Zapatero. Pero la puntilla definitiva podría ser la imputación del propio Pedro Sánchez. No sería sencilla, porque para que esa circunstancia se diera, Pedraz tendría que hallar indicios que le condujeran hasta él que justificasen elevar una exposición razonada al Tribunal Supremo. Este sería el competente para decidir si investiga o no al jefe del Ejecutivo, dado que este es aforado, y en caso de que determinara proceder contra él, tendría que solicitar el suplicatorio al Congreso.

Sin embargo, fuentes la Moncloa aseguran no ver "motivo alguno" ni para la imputación del PSOE ni para la de Sánchez. Tampoco creen justificado que Pedraz pudiera llamar a declarar al presidente del Gobierno y secretario general del partido ni siquiera como testigo. "Es que no hay indicio ninguno de que Sánchez conociera a Leire. Ni hay una prueba de que operara la trama como tal ni mucho menos que implicara al partido", esgrimen. La tesis de la dirección socialista es que Cerdán pudo montarse su propia red para taparse a sí mismo, para esconder sus chanchullos, y que para ello tiró de la ayuda de Díez.

El juez tiene imputada a la gerente actual, Ana Fuentes, y la UCO descubrió que la directora de la Guardia Civil, Mercedes González, se reunió al menos tres veces con Díez. Citas que ella ratificó

Pero el juez tiene imputada a la actual gerente del PSOE, Ana María Fuentes —promovida al cargo por Cerdán en 2021—, y además en el sumario de la causa los informes de la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil revelaron que Díez se había reunido en al menos tres ocasiones con la directora general del cuerpo, Mercedes González. Encuentros que ella al final tuvo que reconocer después de que el ministro del Interior, Fernando Grande-Marlaska hubiera negado esa posibilidad apenas unos días de conocerse el sumario. El PSOE no ha abierto ningún tipo de expediente a Fuentes y el Ejecutivo, empezando por el propio Sánchez y siguiendo por Marlaska, han manifestado su respaldo pleno a la jefa de la Guardia Civil.

Este martes, en la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, la portavoz del Gobierno, Elma Saiz, reiteró que Sánchez nunca supo nada de la fontanera del PSOE: "El presidente nunca ha conocido, ni avalado ni ha sido informado de las andanzas de Díez, que nunca, por cierto, hubiera tolerado". Repitió prácticamente palabra por palabra aquello que el propio jefe del Ejecutivo respondió a los periodistas el pasado viernes en Tivat (Montenegro).

#EnDirecto | El Gobierno desmiente "rotundamente" cualquier encuentro entre Pedro Sánchez y Leire Díez: "Nunca ha conocido ni avalado ni ha sido informado de sus andanzas. Nunca lo hubiera tolerado" pic.twitter.com/oG1tnnWPp7

— Europa Press (@europapress) June 9, 2026

Los informadores preguntaron a la portavoz por qué ahora el partido y el Gobierno no actúan como en el pasado, cuando pidió sus actas y echó a los exsecretarios de Organización José Luis Ábalos y Santos Cerdán. Ahora no se ha adoptado ningún tipo de medida contra Zapatero, ni contra la gerente del partido, ambos imputados en la Audiencia. La ministra reivindicó que la posición es "absolutamente coherente". "Somos el Gobierno de la tolerancia cero contra la corrupción, de la colaboración con la Justicia, de respetar los tiempos de la Justicia, de confiar en la Justicia", remachó, recordando de nuevo el plan de medidas anticorrupción que Sánchez presentó en julio del año pasado ante el Congreso. El problema es que la norma estrella, el anteproyecto de Ley Orgánica de Integridad Pública, aún no ha llegado al Congreso y se antojan muy complicados sus apoyos parlamentarios.

El Ejecutivo mantiene la confianza en González y también en Narbona. La presidenta del PSOE "tiene una moralidad intachable". "Jamás ha intervenido en nada ilícito o impresentable", apuntan

En el Gobierno mantienen toda la confianza en González —no se plantea de ningún modo su cese, y menos aún después de que Sánchez le explicitara su respaldo— y también en Narbona. En su caso, la UCO describe en su informe que la presidenta del PSOE mantuvo una conversación por WhatsApp con Díez el 24 de abril de 2024, cuando Sánchez publicó su Carta a la ciudadanía, en la que abría un periodo de reflexión de cinco días en el que se planteó dimitir. La exmilitante le habló de "reconducir" los ataques al presidente, de dar "ayuda cualificada" y dar la vuelta al asunto "como un calcetín". "[Esto] se lo habías contado a Santos el otro día", respondió ella. Narbona deberá comparecer como testigo ante Pedraz el 10 de julio. Ni Saiz ni el ministro de Transportes, Óscar Puente, presente en la rueda de prensa de este martes, quisieron hacer referencia a la citación de la presidenta del PSOE, pero fuentes de la Moncloa mostraron su "pleno respaldo" a la dirigente.

"Cristina tiene una moralidad intachable. Estamos seguros de que jamás ha intervenido en nada ilícito o impresentable. Es la persona más seria del mundo", señala un miembro del Ejecutivo que confía en que no obstante el caso Leire se vaya desactivando, porque no le ve recorrido. "Leire sería lo que en derecho se llama una tentativa inidónea, que es como elegir un medio incapaz de provocar el resultado buscado. Ella no tenía capacidad de influir en nada. Habría que darle la medalla de Isabel la Católica. Desde Mata Hari no se conocería nada igual", bromea este alto mando.

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El Gobierno confirma que concedió la nacionalidad al político chavista vinculado a Leire Díez después de la entrada de la UCO en el Ministerio de Justicia

Nervis Villalobos, ex viceministro de Energía venezolano.

El Ministerio de la Presidencia, Justicia y Relaciones con las Cortes ha confirmado este martes que el exviceministro venezolano de Hugo Chávez, Nervis Gerardo Villalobos, obtuvo finalmente la nacionalidad española a través de la Ley de Memoria Democrática, después de que la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil se personara en sus dependencias para recabar información sobre el expediente del exalto cargo chavista en el marco de la investigación judicial relacionada con el denominado 'caso Leire Díez'.

La actuación de la UCO se produjo por orden del juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz, instructor de las diligencias que analizan los contactos y gestiones atribuidos a la exmilitante socialista Leire Díez. Los agentes han acudido al Ministerio dirigido por Félix Bolaños para requerir información sobre el estado de la solicitud de nacionalidad de Villalobos y sobre los funcionarios que participaron en su tramitación.

La nacionalidad española

Tras la entrada de los investigadores, fuentes del Ministerio han detallado que el magistrado había solicitado información sobre "un expediente concreto de nacionalidad por residencia de una de las personas que aparecen en el sumario, Nervis Gerardo Villalobos". Ese expediente, explican las mismas fuentes, "aparece en conversaciones de distintos implicados en las que se interesan por que sea aprobado".

La Subdirección General de Nacionalidades y Estado Civil ha entregado este martes la documentación requerida por la Audiencia Nacional. En ella consta que una solicitud de nacionalidad por residencia presentada por Villalobos el 25 de abril de 2024 fue finalmente denegada el 10 de octubre de 2025.

Sin embargo, el departamento de Justicia ha decidido además aportar de forma voluntaria otros dos expedientes relacionados con el exviceministro venezolano al considerar que podrían resultar de interés para la investigación. Entre ellos figura una primera solicitud de nacionalidad por residencia presentada el 20 de febrero de 2017 y rechazada el 17 de julio de 2020.

Ley de Memoria Democrática

El tercer expediente es el que finalmente permitió a Villalobos convertirse en ciudadano español. Se trata de una solicitud de nacionalidad formulada al amparo de la Ley de Memoria Democrática ante el Registro Civil, que fue concedida el 21 de abril de 2025 y quedó inscrita definitivamente el 23 de octubre de ese mismo año.

Desde el Ministerio subrayan que "se denegaron las dos solicitudes de nacionalidad por residencia, al no concurrir los requisitos legales". No obstante, añaden que "se concedió la opción de nacionalidad prevista en la Ley de Memoria Democrática, tras un recurso interpuesto por el interesado, con base en la Instrucción de 25 de octubre de 2022".

Las fuentes defienden que la resolución se adoptó siguiendo criterios exclusivamente jurídicos y administrativos. Según explican, el recurso fue "examinado y estimado con criterios jurídicos por cuatro funcionarios", entre ellos una consejera, el jefe de servicio, el subdirector general y la directora general competente.

Rechazan una intervención política

Asimismo, rechazan cualquier intervención política en el procedimiento y recalcan que "ninguna solicitud de nacionalidad pasa por otras unidades del Ministerio diferentes de la mencionada Dirección General de Seguridad Jurídica y Fe Pública". El departamento sostiene que todos los expedientes "se tramitan siguiendo estrictamente la ley y se basan únicamente en la comprobación de los requisitos legalmente establecidos".

Para reforzar esa tesis, recuerdan que la estimación de recursos en materia de nacionalidad vinculados a la Ley de Memoria Democrática es una práctica habitual. De hecho, aseguran que durante 2025 la Dirección General resolvió 189 recursos contra decisiones del Registro Civil Central sobre esta modalidad de acceso a la nacionalidad, de los cuales 164 fueron estimados, 20 desestimados, tres archivados y en dos casos se ordenó retrotraer actuaciones.

La revelación de que Villalobos obtuvo finalmente la nacionalidad española llega en un momento de especial sensibilidad política por las investigaciones judiciales sobre las gestiones realizadas en favor de diversas personas vinculadas al entorno de Leire Díez.

La documentación entregada ahora por el Ministerio a la UCO será analizada por los investigadores para determinar si existió algún tipo de actuación irregular en la tramitación de los expedientes o si, por el contrario, el procedimiento seguido se ajustó plenamente a la normativa vigente.

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El juez Pedraz investiga el destino en Bolivia del fiscal Grinda, al que Leire Díez intentó comprar con 300.000 euros

El fiscal José Grinda, en una imagen de archivo

El juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz ha requerido información sobre el destino del fiscal Anticorrupción José Grinda en Bolivia, según ha podido confirmar El Independiente. La petición se enmarca en la causa que investiga una presunta trama liderada por la exmilitante Leire Díez para "desestabilizar" los casos que afectasen al entorno del PSOE, y uno de sus "objetivos de interés" habría sido este fiscal. Según se recoge en uno de los informes de la Guardia Civil, la organización habría llegado a ofrecerle un destino en el extranjero y 300.000 euros a cambio de información sensible sobre el fiscal jefe Anticorrupción, Alejandro Luzón, y sobre procedimientos vinculados al Gobierno.

Según confirman fuentes jurídicas a este periódico, Grinda se encuentra desde noviembre de 2025 destinado en Bolivia dentro de un programa de cooperación internacional de la Fundación para la Internacionalización de las Administraciones Públicas (FIAP), con una estancia prevista de aproximadamente tres años en la escuela de jueces y fiscales del país andino. A la convocatoria para este puesto concurrieron otros dos aspirantes, aunque uno de ellos no reunía finalmente los requisitos exigidos y el otro acabó retirando su candidatura.

Una de las líneas desarrolladas por las presuntas 'cloacas' del PSOE tenía como objetivo al fiscal Grinda, por lo que habrían intentado ganarse su colaboración a cambio de ciertas contraprestaciones. Entre ellas, un puesto de trabajo en el extranjero o incluso un pago de 300.000 euros. En una de las agendas intervenidas por las autoridades a la supuesta 'fontanera' del PSOE, los investigadores hallaron una anotación manuscrita que recoge: "300.000 euros para ayudar a un fiscal que tiene un problema con una menor".

Ese "problema" hace referencia a la denuncia por delitos sexuales que una joven jienense, Miriam Serrano, interpuso contra Grinda por unos hechos que ocurrieron cuando ella era menor. De hecho, los investigadores sostienen que la 'trama Leire' llevó a esta joven a la sede federal del PSOE en Madrid. Según relató la propia Miriam en su declaración a la Unidad Central Operativa (UCO), fue la propia Díez quien la acompañó a Ferraz en octubre de 2024.

Las ofertas de la trama a Grinda

El citado informe de la UCO recoge una lista de objetivos presuntamente elaborada por el excomisario José Manuel Villarejo, fechada el 26 de agosto de 2024, en la que aparece el nombre del fiscal aparece recogido en bajo la expresión: "fiscales, sobre todo Grinda". El 4 de septiembre de ese mismo año, en una conversación con la periodista Patricia López, Díez fue aún más directa: "A mí me hace mucha falta arrear a Grinda".

La operación de captación de Grinda alcanzó su punto álgido el 27 de febrero de 2025. Según recoge el juez Pedraz, ese día, Díez recurrió a un periodista conocido suyo, Pere Rusiñol, para que contactase con el fiscal. Ambos se encontraron en la terraza del mercado de Barceló en Madrid, donde Rusiñol le entregó una hoja que recogía una propuesta: un destino en el extranjero y la retirada de la demanda que Miriam Serrano mantenía contra él, a cambio de información confidencial sobre el fiscal jefe Luzón y el archivo de varios casos que interesaban a la trama.

Grinda rechazó la oferta. Tras el encuentro, Rusiñol remitió un mensaje a la exmilitante socialista utilizando un lenguaje en clave: "No había agua, al menos de momento".

"Te quieres ir a Bolivia de enlace"

La trama no se dio por vencida. Semanas después del fracaso con Rusiñol, Sandro Rosell —el exdirigente del FC Barcelona absuelto en 2021 del caso de blanqueo de capitales en el que Grinda había tenido un papel relevante— habría comenzado a mediar entre el fiscal y el grupo, según se desprende de los informes policiales incorporados al sumario. El 10 de marzo de 2025, Rosell escribió a Leire y a Dolset en un grupo de WhatsApp denominado "Mas Martí-Girona" para comunicarles que "G" le había contactado y preguntarles si debía quedar con él. Leire respondió afirmativamente: "siiiii".

Las instrucciones que Díez transmitió a Rosell para esa reunión dan cuenta de la sofisticación operativa del grupo: "Recuerda, escuchar más que hablar. Proponerle salida, pero sin nombrarnos a Santos o a mí. Hemos hablado mucho este finde e igual hay que preservarme un poco porque tengo que estar en otros frentes. Mandaríamos a un abogado". El propio Rosell, siguiendo el guión, le anticipó a Leire lo que le diría a Grinda: "Pepe, estás jodido, te interesa negociar con el Gobierno, ya te diré con quién".

En respuesta a este mensaje, Leire hizo varias anotaciones sobre con "cosas a decirle". Entre ellas: "tú ya has trasladado a terceras personas que tienes documentación de Luzón y que te quieres ir a Bolivia de enlace", "el juicio con la chica empieza en menos de un mes". También: "Pepe, tus vídeos y la operación Telémaco la tiene ya hasta el bedel del Bernabéu. Solo hace falta que llegue a tus jefes" o "también sabemos que te crees protegido por Mauricio Casals y Ferreras, pero créeme que no estás protegido porque no lo puedes estar".


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