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Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

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O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações —  o campeonato mais importante do continente —  a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial.  Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.

Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.

Notícias relacionadas:

“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022", lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).

قائمة المنتخب الوطني النسوي المستدعاة للتجمع الإعدادي

🗒️Squad list of our Women's National Team called up for the training camp #DimaMaghrib 🇲🇦 pic.twitter.com/hOxMqa1Aox

— Équipe du Maroc (@EnMaroc) June 1, 2026

Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.

Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar. 

Abertura da Copa do Mundo

O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos.  A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano. 

Outros destaques 

Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito.  Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.

“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista. 

O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália. 

O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final. 

“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva. 

Sadio Sadio Sadio ❤️ 🇸🇳 pic.twitter.com/FBqgKR8bzQ

— Football Senegal (@FootballSenegal) January 20, 2026

Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.

“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela  disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.

A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.

Seleções estreantes 

Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.

A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem.  Antes, o país ainda competia como Zaire.

 

De apenas Egito em 1934 para 10 seleções em 2026

Estes foram os países africanos que representaram o continente no Mundial de futebol, sendo a primeira aparição em 1934 com o Egitohttps://t.co/3jbUwhpBYt
📊📸 CAF
-----#FIFAWorldCup | #FIFAWorldCup2026 pic.twitter.com/R3hIoW1kKm

— Federação Cabo-verdiana de Futebol (@fcfcomunica) June 4, 2026

Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.

Riscos

Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.

“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.

Seleções africanas no Mundial 2026

África do Sul 

Argélia 

Cabo Verde 

Costa do Marfim

Egito 

Gana 

Marrocos

República Democrática do Congo o

Senegal 

Tunísia

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Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

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O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações —  o campeonato mais importante do continente —  a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial.  Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.

Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.

Notícias relacionadas:

“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022", lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).

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Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.

Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar. 

Abertura da Copa do Mundo

O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos.  A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano. 

Outros destaques 

Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito.  Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.

“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista. 

O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália. 

O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final. 

“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva. 

Sadio Sadio Sadio ❤️ 🇸🇳 pic.twitter.com/FBqgKR8bzQ

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Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.

“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela  disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.

A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.

Seleções estreantes 

Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.

A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem.  Antes, o país ainda competia como Zaire.

 

De apenas Egito em 1934 para 10 seleções em 2026

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Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.

Riscos

Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.

“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.

Seleções africanas no Mundial 2026

África do Sul 

Argélia 

Cabo Verde 

Costa do Marfim

Egito 

Gana 

Marrocos

República Democrática do Congo o

Senegal 

Tunísia

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Seleção do Senegal é revistada em aeroporto dos EUA às vésperas da Copa do Mundo

A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, uma operação de segurança envolvendo a seleção do Senegal provocou repercussão internacional. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram jogadores e integrantes da delegação sendo submetidos a revistas com detectores de metal diretamente na pista de um aeroporto nos Estados Unidos.

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Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta (11) com duelo entre México e África do Sul

As imagens rapidamente geraram críticas de torcedores, jornalistas e internautas, que apontaram um suposto tratamento diferenciado em relação a outras seleções classificadas para o torneio. Nas gravações, atletas aparecem ao lado das bagagens enquanto agentes realizam inspeções individuais antes do embarque.

Diante da repercussão, a Federação Senegalesa de Futebol divulgou um comunicado esclarecendo que a ação fez parte de um procedimento previamente organizado para agilizar a logística da equipe. Segundo a entidade, a delegação deixou o hotel e seguiu diretamente para a área de embarque na pista do aeroporto, evitando os terminais convencionais. Dessa forma, as verificações de segurança foram realizadas ao lado da aeronave, permitindo um embarque mais rápido.

Mesmo com a explicação oficial, as imagens continuaram alimentando debates sobre os protocolos de entrada e circulação adotados pelos Estados Unidos durante a realização da Copa do Mundo. A discussão ganhou força porque registros de outras seleções mostram recepções consideradas mais discretas e sem procedimentos semelhantes expostos publicamente.

O episódio ocorre em um momento de atenção redobrada às políticas migratórias e de segurança norte-americanas. Nos bastidores do torneio, relatos sobre fiscalizações mais rigorosas envolvendo cidadãos de determinados países têm gerado preocupação entre dirigentes e representantes de delegações estrangeiras.

O Senegal está no Grupo I da Copa do Mundo e fará sua estreia no dia 16 de junho contra a França. A equipe ainda enfrentará Noruega e Iraque na fase de grupos

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Com geração talentosa, Inglaterra deve dominar Grupo L da Copa

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Contando com uma talentosa geração de jogadores, a Inglaterra é uma das equipes apontadas como favoritas para conquistar o título da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá entre os dias 11 de junho e 19 de julho. O English Team inicia a competição no Grupo L, ao lado de Croácia, Gana e Panamá.

A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.

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Another one for the all-time top scorer 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023

Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).

Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).

O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.

©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023

O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.

Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.

A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.

🇬🇭 Ghana have qualified for #FIFAWorldCup 26!#WeAre26 pic.twitter.com/VwZc0EqKlB

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) October 12, 2025

Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.

O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.

🇵🇦 Panama will play at #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/pr8ndatIPD

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025

Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).

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Com geração talentosa, Inglaterra deve dominar Grupo L da Copa

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Contando com uma talentosa geração de jogadores, a Inglaterra é uma das equipes apontadas como favoritas para conquistar o título da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá entre os dias 11 de junho e 19 de julho. O English Team inicia a competição no Grupo L, ao lado de Croácia, Gana e Panamá.

A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.

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Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).

Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).

O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.

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O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.

Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.

A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.

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Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.

O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.

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Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).

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Também penta, seleção de futebol de cegos terá filme exibido nos EUA

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O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília/18h local), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, contra Marrocos. Mais cedo, no mesmo dia, outra equipe verde e amarela e pentacampeã mundial estará em evidência, a cerca de 15 quilômetros dali. Às 16h (15h em Nova Jersey), o Museu de Arte de Newark exibe "O Jogo Mais Difícil", um documentário sobre a preparação da seleção brasileira de futebol de cegos para a Paralimpíada de Paris (França), em 2024.

A sessão é aberta ao público e tem entrada gratuita. Após o filme, o museu transmitirá, ao vivo, a estreia brasileira na Copa, com sede nos Estados Unidos, México e Canadá.

Notícias relacionadas:

Além de mostrar a rotina a jornada rumo à última Paralimpíada, dos treinos em João Pessoa (PB) a competições em França e Inglaterra, o documentário traz peculiaridades do esporte, como a importância da orientação espacial, da comunicação frequente, do tempo de reação e do domínio técnico. A obra foi lançada em novembro do ano passado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em parceria com a Bushatsky Filmes.
seleção brasileira de futebol de cegos é homenageada no filme O jogo mais difícil - 2026 seleção brasileira de futebol de cegos é homenageada no filme O jogo mais difícil - 2026
Documentário acompanha a jornada da seleção de futebol de cegos na Paralimpíada de Paris, onde foi medalha de bronze. Os brasileiros também colecionam cinco títulos mundiais - Divulgação/O Jogo Mais Difícil

No futebol de cegos, são cinco jogadores de cada lado e a bola tem um guizo, que permite a orientação de quem está em campo por meio da audição. Os atletas de linha utilizam uma venda escura para aqueles com baixa visão não se sobressaírem contra os que não podem ver. Os goleiros são os únicos que enxergam.

O Brasil é a maior potência do futebol de cegos. São cinco medalhas de ouro paralímpicas nas seis edições em que a modalidade foi disputada. A única vez que o país não esteve no topo do pódio foi exatamente a de Paris, com a eliminação para a Argentina na semifinal. A seleção verde e amarela ficou com o bronze. A anfitriã França foi a campeã.

Os brasileiros têm, ainda, cinco títulos mundiais. No ano que vem, a busca pelo hexa será em casa, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, em outubro.

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Também penta, seleção de futebol de cegos terá filme exibido nos EUA

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O Brasil estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília/18h local), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, contra Marrocos. Mais cedo, no mesmo dia, outra equipe verde e amarela e pentacampeã mundial estará em evidência, a cerca de 15 quilômetros dali. Às 16h (15h em Nova Jersey), o Museu de Arte de Newark exibe "O Jogo Mais Difícil", um documentário sobre a preparação da seleção brasileira de futebol de cegos para a Paralimpíada de Paris (França), em 2024.

A sessão é aberta ao público e tem entrada gratuita. Após o filme, o museu transmitirá, ao vivo, a estreia brasileira na Copa, com sede nos Estados Unidos, México e Canadá.

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No futebol de cegos, são cinco jogadores de cada lado e a bola tem um guizo, que permite a orientação de quem está em campo por meio da audição. Os atletas de linha utilizam uma venda escura para aqueles com baixa visão não se sobressaírem contra os que não podem ver. Os goleiros são os únicos que enxergam.

O Brasil é a maior potência do futebol de cegos. São cinco medalhas de ouro paralímpicas nas seis edições em que a modalidade foi disputada. A única vez que o país não esteve no topo do pódio foi exatamente a de Paris, com a eliminação para a Argentina na semifinal. A seleção verde e amarela ficou com o bronze. A anfitriã França foi a campeã.

Os brasileiros têm, ainda, cinco títulos mundiais. No ano que vem, a busca pelo hexa será em casa, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, em outubro.

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

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Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

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Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

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Com Ederson, Brasil reúne representantes de 78 clubes em Copas

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A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.

O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).

Notícias relacionadas:

Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5. 
Soccer Football - Serie A - AC Milan v Atalanta - San Siro, Milan, Italy - May 10, 2026 AC Milan's Ruben Loftus-Cheek in action with Atalanta's Ederson and Marten de Roon REUTERS/Daniele Mascolo Soccer Football - Serie A - AC Milan v Atalanta - San Siro, Milan, Italy - May 10, 2026 AC Milan's Ruben Loftus-Cheek in action with Atalanta's Ederson and Marten de Roon REUTERS/Daniele Mascolo
Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução

Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.

Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.

As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).

Domínio glorioso

Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.

Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).

Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).

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Com Ederson, Brasil reúne representantes de 78 clubes em Copas

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A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.

O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).

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Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5. 
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Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução

Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.

Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.

As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).

Domínio glorioso

Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.

Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).

Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).

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Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa

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O aumento do número de casos de sarampo registrado nos Estados Unidos, México e Canadá – que sediarão jogos da Copa do Mundo 2026 – acende o alerta para a necessidade de vacinação dos turistas brasileiros que viajarão para o Mundial. Juntos, os três países respondem por 70% dos casos nas Américas.

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).

Notícias relacionadas:

“O sarampo é uma doença altamente contagiosa”, disse. Isso significa que uma pessoa com o vírus consegue transmiti-lo para muitas outras simultaneamente. “E a gente tem visto a baixa cobertura vacinal nesses países e também no Brasil”, observou Natalie Del Vecchio.

Expansão

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.

O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.

Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.

Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.

Risco

“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.

Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.

“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.

Reforço

O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.

Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Gravidade

O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.

Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.

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Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa

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O aumento do número de casos de sarampo registrado nos Estados Unidos, México e Canadá – que sediarão jogos da Copa do Mundo 2026 – acende o alerta para a necessidade de vacinação dos turistas brasileiros que viajarão para o Mundial. Juntos, os três países respondem por 70% dos casos nas Américas.

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).

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“O sarampo é uma doença altamente contagiosa”, disse. Isso significa que uma pessoa com o vírus consegue transmiti-lo para muitas outras simultaneamente. “E a gente tem visto a baixa cobertura vacinal nesses países e também no Brasil”, observou Natalie Del Vecchio.

Expansão

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.

O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.

Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.

Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.

Risco

“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.

Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.

“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.

Reforço

O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.

Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Gravidade

O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.

Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.

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Faltam 2 dias para Copa: vai ter folga no trabalho durante jogos do Brasil?

A proximidade da Copa do Mundo de 2026 tem levado empresas brasileiras a discutir formas de compatibilizar a rotina de trabalho com os jogos da Seleção Brasileira. Embora a maior parte das partidas da fase de grupos esteja marcada para o período da noite, entre 19h e 22h, setores com funcionamento contínuo, como comércio, serviços e indústria, já avaliam medidas para evitar impactos na produtividade e no clima organizacional.

A mobilização em torno do torneio costuma influenciar o ambiente corporativo, especialmente em um país onde o futebol desperta grande interesse popular. Para muitas empresas, o desafio é encontrar soluções que permitam aos trabalhadores acompanhar os jogos sem comprometer as atividades da organização.

Segundo o advogado trabalhista Lucas Aguiar, a legislação brasileira não prevê a interrupção obrigatória do expediente durante as partidas da Copa do Mundo. Dessa forma, cabe a cada empresa decidir se haverá ou não flexibilização da jornada.

“Ignorar a expectativa criada em torno dos jogos da Seleção pode gerar desmotivação e queda de rendimento. Por outro lado, qualquer flexibilização exige planejamento para evitar prejuízos operacionais e riscos trabalhistas”, explica.

Especialista explica que a legislação não obriga a liberação dos funcionários durante as partidas da Seleção, mas permite acordos para compensação de horas e flexibilização da jornada | Foto: Divulgação

O advogado trabalhista ressalta que assistir aos jogos não é um direito garantido pela legislação trabalhista. Ainda assim, as empresas podem adotar mecanismos para permitir que os colaboradores acompanhem as partidas, desde que observem as regras previstas em lei.

Entre as alternativas mais utilizadas estão o abono das horas, sem necessidade de compensação, e a dispensa temporária da jornada com posterior reposição do período não trabalhado. A escolha do modelo depende da realidade de cada organização e da viabilidade operacional de cada setor.

Aguiar destaca que todas as medidas devem ser formalizadas e comunicadas de maneira clara aos funcionários. Nos casos em que existe banco de horas, a compensação deve seguir os critérios definidos em acordos individuais ou coletivos. Quando esse mecanismo não está formalmente instituído, a reposição das horas precisa ocorrer dentro do mesmo mês, respeitando o limite legal de dez horas de trabalho por dia.

E no home office?

As orientações também se aplicam aos profissionais que atuam em regime de home office. De acordo com o advogado, o trabalho remoto não elimina a necessidade de controle da jornada nem altera as regras relacionadas à compensação de horas.

“O registro adequado da jornada continua sendo essencial, independentemente do local onde o trabalho é realizado. Isso evita problemas futuros e possíveis questionamentos trabalhistas”, afirma.

Para o especialista, a flexibilização da jornada durante a Copa pode trazer benefícios para empresas e trabalhadores. Além de favorecer o engajamento das equipes, a medida contribui para um ambiente organizacional mais positivo e fortalece a relação entre empregadores e colaboradores.

Nesse cenário, a adaptação do expediente durante os jogos da Seleção passa a ser vista por muitas empresas não apenas como uma concessão pontual, mas como uma estratégia de gestão voltada ao equilíbrio entre produtividade, bem-estar e satisfação dos funcionários.

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Abertura da Copa 2026 terá eventos simultâneos em três países

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A Copa do Mundo de 2026 será o pontapé inicial para um novo padrão a ser adotado na competição que ocorre a cada quatro anos. É o que promete a Fifa, entidade máxima do esporte mais popular do planeta.

Além de ser considerada a Copa mais inclusiva da história, com a participação de 48 seleções nacionais, há outras curiosidades envolvendo a atual edição.

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Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul, o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

A edição também inaugura outro marco: será disputada simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá, ampliando a dimensão territorial do torneio e a participação direta das torcidas em diferentes regiões.

Cerimônia de abertura

A Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles. 

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

A abertura oficial seguirá essa lógica ampliada. Pela primeira vez, haverá três cerimônias de abertura, uma em cada país-sede, conectadas por um conceito comum que une futebol, música e identidade cultural.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla, de acordo com a Fifa. 

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

Rodada de 32

Com um número maior de seleções participantes (48 em vez de 32), a Copa de 2026 se torna a mais inclusiva de todas as Copas do Mundo. Serão 104 partidas, o maior número da história, distribuídas em 12 grupos com quatro equipes cada.

Avançam ao mata‑mata os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados, formando uma fase eliminatória com 32 times. Até o nome desta segunda etapa é uma novidade. Em vez de oitavas, será chamada de “Round of 32” (Rodada de 32).

Com isso, para ser campeã, a seleção vencedora terá de disputar oito jogos – um a mais do que no formato anterior.

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Abertura da Copa 2026 terá eventos simultâneos em três países

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A Copa do Mundo de 2026 será o pontapé inicial para um novo padrão a ser adotado na competição que ocorre a cada quatro anos. É o que promete a Fifa, entidade máxima do esporte mais popular do planeta.

Além de ser considerada a Copa mais inclusiva da história, com a participação de 48 seleções nacionais, há outras curiosidades envolvendo a atual edição.

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Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul, o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

A edição também inaugura outro marco: será disputada simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá, ampliando a dimensão territorial do torneio e a participação direta das torcidas em diferentes regiões.

Cerimônia de abertura

A Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles. 

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

A abertura oficial seguirá essa lógica ampliada. Pela primeira vez, haverá três cerimônias de abertura, uma em cada país-sede, conectadas por um conceito comum que une futebol, música e identidade cultural.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla, de acordo com a Fifa. 

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

Rodada de 32

Com um número maior de seleções participantes (48 em vez de 32), a Copa de 2026 se torna a mais inclusiva de todas as Copas do Mundo. Serão 104 partidas, o maior número da história, distribuídas em 12 grupos com quatro equipes cada.

Avançam ao mata‑mata os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados, formando uma fase eliminatória com 32 times. Até o nome desta segunda etapa é uma novidade. Em vez de oitavas, será chamada de “Round of 32” (Rodada de 32).

Com isso, para ser campeã, a seleção vencedora terá de disputar oito jogos – um a mais do que no formato anterior.

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Desafiador Grupo I da Copa reúne França, Noruega, Senegal e Iraque

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A disputa no Grupo I da Copa do Mundo promete ser uma das mais acirradas e emocionantes desta edição  Cabeça de chave, a França do camisa 10 Kilyan Mbappé, desponta como uma das principais favoritas ao título. No grupo está também a Noruega, do centroavante Erling Haaland, que retorna ao Mundial após 28 anos de ausência. Completam a chave o Senegal, do atacante Sadio Mané; e o Iraque, que ficou fora do torneio nos últimos 40 anos.

📸 La 𝐩𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐨𝐟𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐥𝐥𝐞 des Bleus pour la 𝐂𝐨𝐮𝐩𝐞 𝐝𝐮 𝐦𝐨𝐧𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 ! 🇫🇷#FiersdetreBleus pic.twitter.com/1iXN690Tjn

— Equipe de France ⭐⭐ (@equipedefrance) June 6, 2026

Notícias relacionadas:

Forte favorita a levantar a taça, a equipe dos Azuis (Les Blues, apelido da seleção francesa) sonham com o tricampeonato, após os títulos de 1998 e 2018. Quem conduz a equipe há 14 anos é o técnico Didier Deschamps, campeão mundial como atleta (África do Sul, em 1998) e como treinador (Rússia, em 2018).

Deschamps tem a sua disposição uma geração que se destaca pela genialidade. Além do craque Mbappé, a seleção francesa conta com o talento de atacantes como Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).

Norway is coming🇳🇴 pic.twitter.com/SjESCYPLMd

— Fotballandslaget (@nff_landslag) June 4, 2026

A Noruega chega com moral à Copa após arrematar a vaga com a liderança do Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo da tetracampeã Itália, que ficou fora desta edição. Os Leões (apelido da seleção norueguesa) cravaram oito vitórias em oito jogos. Será a quarta participação dos noruegueses em Mundiais.

Além do homem-gol Haaland (Manchester City), a seleção norueguesa conta com outros atacantes de destaque na Premier League, como Martin Odegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (City).

Os Leões tem como técnico Stale Solbakken, ex-jogador que defendeu a seleção norueguesa por seis anos. O treinador quer levar a Noruega para além das oitavas de final, melhor desempenho obtido pela equipe nas campanhas de 1938 e 1998.

Soccer Football - CAF Africa Cup of Nations - Morocco 2025 - Final - Senegal v Morocco - Prince Moulay Abdellah Stadium, Rabat, Morocco - January 18, 2026 Senegal's Sadio Mane lifts the trophy with teammates as they celebrate after winning the Africa Cup of Nations REUTERS/Amr Abdallah Dalsh Soccer Football - CAF Africa Cup of Nations - Morocco 2025 - Final - Senegal v Morocco - Prince Moulay Abdellah Stadium, Rabat, Morocco - January 18, 2026 Senegal's Sadio Mane lifts the trophy with teammates as they celebrate after winning the Africa Cup of Nations REUTERS/Amr Abdallah Dalsh
A seleção de Senegal levantou a taça da Copa Africana das Nações em janeiro, após derrotar o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, em uma final conturbada- Reuters/Amr Abdallah Dalsh/Proibida reprodução

Pela terceira vez em Copas do Mundo, o Senegal também é um forte candidato a avançar ao mata-mata. Em janeiro os Leões de Teranga – apelido da seleção senegalesa – derrotaram o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, após uma conturbada final da Copa Africana das Nações. A equipe chegou a erguer a taça, no entanto, após recurso da Federação Marroquina (CAF), a seleção marroquina foi declarada campeã.

Ex-atacante dos Leões de Teranga, o técnico Pape Thiaw comanda a equipe desde o final de 2024. O time sobrou nas eliminatórias africanas: não perdeu nenhum jogo e levou apenas três gols. O cámisa 10 do Senegal é o atacante e capitão Sadio Mané (Al-Nassr), de 34 anos. Na última edição, Mané foi cortado dias antes da abertura da Copa do Catar, devido a uma grave lesão quando jogava pelo Bayern de Munique.

The 48th and final team...

🇮🇶 Iraq have qualified for the #FIFAWorldCup! pic.twitter.com/nDYdJZKyYx

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

A seleção iraquiana assegurou a última vaga (48ª) vaga na Copa do Mundo após uma sofrida vitória contra a Bolívia (2 a 1) na repescagem intercontinental. A primeira e única vez que os Leões da Mesopotâmia – apelido da seleção iraquiana – disputaram o Mundial foi em 1986.

Além da saga da classificação, a seleção iraquiana também enfrenta os efeitos colaterais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. O território iraquiano é alvo de bombardeios de ambos os países e também é atacado por Israel. Em meio ao conflito, a preparação da equipe acabou prejudicada, por conta de dificuldades de deslocamento e do fechamento do espaço aéreo.

O time do Iraque é comandado há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham. Herói da classificação ao marcar o gol da vitória contra a Bolívia, o centroavante Aymen Hussein é o principal destaque do elenco iraquiano.

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Desafiador Grupo I da Copa reúne França, Noruega, Senegal e Iraque

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A disputa no Grupo I da Copa do Mundo promete ser uma das mais acirradas e emocionantes desta edição  Cabeça de chave, a França do camisa 10 Kilyan Mbappé, desponta como uma das principais favoritas ao título. No grupo está também a Noruega, do centroavante Erling Haaland, que retorna ao Mundial após 28 anos de ausência. Completam a chave o Senegal, do atacante Sadio Mané; e o Iraque, que ficou fora do torneio nos últimos 40 anos.

📸 La 𝐩𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐨𝐟𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐥𝐥𝐞 des Bleus pour la 𝐂𝐨𝐮𝐩𝐞 𝐝𝐮 𝐦𝐨𝐧𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 ! 🇫🇷#FiersdetreBleus pic.twitter.com/1iXN690Tjn

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Forte favorita a levantar a taça, a equipe dos Azuis (Les Blues, apelido da seleção francesa) sonham com o tricampeonato, após os títulos de 1998 e 2018. Quem conduz a equipe há 14 anos é o técnico Didier Deschamps, campeão mundial como atleta (África do Sul, em 1998) e como treinador (Rússia, em 2018).

Deschamps tem a sua disposição uma geração que se destaca pela genialidade. Além do craque Mbappé, a seleção francesa conta com o talento de atacantes como Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).

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A Noruega chega com moral à Copa após arrematar a vaga com a liderança do Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo da tetracampeã Itália, que ficou fora desta edição. Os Leões (apelido da seleção norueguesa) cravaram oito vitórias em oito jogos. Será a quarta participação dos noruegueses em Mundiais.

Além do homem-gol Haaland (Manchester City), a seleção norueguesa conta com outros atacantes de destaque na Premier League, como Martin Odegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (City).

Os Leões tem como técnico Stale Solbakken, ex-jogador que defendeu a seleção norueguesa por seis anos. O treinador quer levar a Noruega para além das oitavas de final, melhor desempenho obtido pela equipe nas campanhas de 1938 e 1998.

Soccer Football - CAF Africa Cup of Nations - Morocco 2025 - Final - Senegal v Morocco - Prince Moulay Abdellah Stadium, Rabat, Morocco - January 18, 2026 Senegal's Sadio Mane lifts the trophy with teammates as they celebrate after winning the Africa Cup of Nations REUTERS/Amr Abdallah Dalsh Soccer Football - CAF Africa Cup of Nations - Morocco 2025 - Final - Senegal v Morocco - Prince Moulay Abdellah Stadium, Rabat, Morocco - January 18, 2026 Senegal's Sadio Mane lifts the trophy with teammates as they celebrate after winning the Africa Cup of Nations REUTERS/Amr Abdallah Dalsh
A seleção de Senegal levantou a taça da Copa Africana das Nações em janeiro, após derrotar o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, em uma final conturbada- Reuters/Amr Abdallah Dalsh/Proibida reprodução

Pela terceira vez em Copas do Mundo, o Senegal também é um forte candidato a avançar ao mata-mata. Em janeiro os Leões de Teranga – apelido da seleção senegalesa – derrotaram o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, após uma conturbada final da Copa Africana das Nações. A equipe chegou a erguer a taça, no entanto, após recurso da Federação Marroquina (CAF), a seleção marroquina foi declarada campeã.

Ex-atacante dos Leões de Teranga, o técnico Pape Thiaw comanda a equipe desde o final de 2024. O time sobrou nas eliminatórias africanas: não perdeu nenhum jogo e levou apenas três gols. O cámisa 10 do Senegal é o atacante e capitão Sadio Mané (Al-Nassr), de 34 anos. Na última edição, Mané foi cortado dias antes da abertura da Copa do Catar, devido a uma grave lesão quando jogava pelo Bayern de Munique.

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A seleção iraquiana assegurou a última vaga (48ª) vaga na Copa do Mundo após uma sofrida vitória contra a Bolívia (2 a 1) na repescagem intercontinental. A primeira e única vez que os Leões da Mesopotâmia – apelido da seleção iraquiana – disputaram o Mundial foi em 1986.

Além da saga da classificação, a seleção iraquiana também enfrenta os efeitos colaterais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. O território iraquiano é alvo de bombardeios de ambos os países e também é atacado por Israel. Em meio ao conflito, a preparação da equipe acabou prejudicada, por conta de dificuldades de deslocamento e do fechamento do espaço aéreo.

O time do Iraque é comandado há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham. Herói da classificação ao marcar o gol da vitória contra a Bolívia, o centroavante Aymen Hussein é o principal destaque do elenco iraquiano.

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Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

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Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela - os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

Notícias relacionadas:

"Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros", analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.
Piquerez, Palmeiras, zagueiro Piquerez, Palmeiras, zagueiro
Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

"O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte", concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

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Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

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Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela - os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

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"Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros", analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.
Piquerez, Palmeiras, zagueiro Piquerez, Palmeiras, zagueiro
Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

"O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte", concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

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