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Cento giorni di guerra, l'Iran resiste e Trump rilancia l'escalation

A cento giorni dall'inizio della campagna militare condotta da Stati Uniti e Israele contro l'Iran, il quadro che emerge è molto diverso da quello prospettato nelle prime fasi del conflitto. Nonostante i pesanti attacchi subiti, la Repubblica Islamica ha mantenuto intatta la propria struttura politica e militare, dimostrando una capacità di adattamento e resistenza che ha finora impedito il raggiungimento degli obiettivi strategici dichiarati da Washington e Tel Aviv.

Secondo numerose valutazioni, i bombardamenti hanno provocato danni significativi alle infrastrutture e alle capacità difensive iraniane, senza però determinare il collasso del sistema statale né la paralisi delle forze armate. Anche sul fronte interno, le aspettative di una rapida destabilizzazione politica non si sono concretizzate. Al contrario, la pressione esterna ha contribuito a rafforzare la coesione nazionale e a consolidare il sostegno alla difesa del Paese. In questo contesto già estremamente teso, il presidente statunitense Donald Trump ha annunciato una possibile risposta militare dopo l'abbattimento di un elicottero AH-64 Apache statunitense nelle acque vicine all'Oman.

In un messaggio pubblicato su Truth Social, il capo della Casa Bianca ha attribuito la responsabilità dell'incidente a Teheran e ha affermato che gli Stati Uniti “devono rispondere” all'accaduto. L'episodio si inserisce in una spirale di escalation che continua ad alimentare l'instabilità regionale. Mentre la Quinta Flotta nordamericana mantiene una massiccia presenza navale nel Mar Arabico, l'Iran prosegue le proprie operazioni nello Stretto di Hormuz, uno dei punti strategici più importanti per il commercio energetico mondiale. Le nuove minacce di Washington arrivano in un momento in cui la strategia della pressione militare non sembra aver prodotto i risultati sperati.

Lungi dall'essere piegato, l'Iran continua a conservare la capacità di reagire sul piano militare, di influenzare gli equilibri regionali e di incidere sui mercati energetici globali. Invece di avvicinare una soluzione del conflitto, le continue promesse di ritorsione da parte dell'amministrazione Trump rischiano così di spingere la crisi verso una fase ancora più pericolosa e imprevedibile.


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FCAS: naufraga il progetto simbolo della difesa europea

Si chiude con un fallimento uno dei più ambiziosi programmi industriali e militari dell'Unione Europea. Francia e Germania hanno deciso di abbandonare il progetto FCAS (Future Combat Air System), il sistema aereo da combattimento di nuova generazione che avrebbe dovuto rappresentare il pilastro della futura autonomia strategica europea. L'iniziativa, lanciata nel 2017 dal presidente francese Emmanuel Macron e dall'allora cancelliera tedesca Angela Merkel, prevedeva la realizzazione di un caccia avanzato supportato da droni e collegato a una sofisticata rete digitale di combattimento. Il valore complessivo del programma era stimato in circa 100 miliardi di euro e coinvolgeva anche la Spagna. Fin dall'inizio, tuttavia, il progetto è stato ostacolato da profonde divergenze industriali e strategiche.

Da un lato la francese Dassault Aviation rivendicava il controllo della progettazione del velivolo per proteggere il proprio know-how tecnologico; dall'altro Airbus, che rappresentava gli interessi tedeschi e spagnoli, chiedeva una gestione più equilibrata e una maggiore condivisione delle tecnologie. Alle rivalità industriali si sono aggiunte differenze politiche e operative. Parigi puntava a un velivolo in grado di trasportare armamento nucleare e operare dalle portaerei francesi, mentre Berlino era interessata principalmente a un caccia convenzionale destinato alla difesa aerea europea. Dopo mesi di stallo, i tentativi di rilancio promossi da Macron e dal cancelliere tedesco Friedrich Merz non hanno prodotto risultati.

Nel corso dell'ultimo vertice tra Unione Europea e Balcani occidentali in Montenegro, i due leader hanno preso atto dell'impossibilità di superare le divergenze e hanno deciso di interrompere definitivamente il programma. Il collasso del FCAS rappresenta un duro colpo per le ambizioni europee di integrazione nel settore della difesa.

In un contesto segnato dalla guerra in Ucraina e dall'incertezza sul futuro impegno degli Stati Uniti nella sicurezza del continente, il fallimento del progetto evidenzia quanto sia ancora difficile trasformare le dichiarazioni sull'autonomia strategica europea in una reale cooperazione industriale e militare.



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Côte d’Ivoire – Cissé Bacongo : le « monstre » froid aux côtés du président Ouattara

Le déguerpissement du quartier « Zimbabwe » dans la zone de Vridi le 02 Juin dernier restera dans la mémoire collective. De par son ampleur, c’est le plus vaste qui ait jamais eu lieu en Côte d’Ivoire. C’était une ville dans la ville, avec des Églises dont une paroisse catholique, des écoles, des centres de santé dont une FSUCOM, […]
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Le président Ouattara porte-t-il la responsabilité des dramatiques déguerpissements de ces derniers temps ?

La question a tout son sens. Nous sommes dans une république qui a à sa tête un président. Et pour une actualité aussi grave que les déguerpissements de ces derniers temps, on peut se demander si ceux qui les mettent en œuvre ont sa caution. Après tout c’est le  » père de la nation », c’est […]
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MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

Logo Agência Brasil

Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

Notícias relacionadas:

 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que é o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

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The Breathtaking Ancient Greek Ruins Found in Italy

Temple of Concordia
Temple of Concordia – Agrigento, Italy. Credit: Public Domain

When you think about Italy and ruins, your mind’s eye automatically brings up scenes of the Roman Forum and the Colosseum. However, Italy is home to countless ruins which are actually ancient Greek—many of which remain in stellar condition.

The country’s mainland, as well as the island of Sicily, are dotted with Greek ruins—some of which are integrated into modern-day cities and are still even used to host events! Others can be found in isolated locations well off the beaten path.

Ancient Greek Ruins of Italy

As you travel through Italy, as you really should if you call yourself a well-traveled individual, be sure to say “Opa!” as often as you say “Mamma mia!” The following are just some of the truly jaw-dropping ancient Greek ruins which are scattered throughout the Italian countryside.

Paestum

Located in southern Italy along the coast of the Tyrrhenian Sea in what was then called “Greater Greece” or Magna Graecia, this was a major Greek city in ancient times. The ruins date back to 600 to 450 B.C. and are some of the best-preserved Greek temples in the world!

Paestum
Temple of Hera, Paestum (Poseidonia) Italy. Credit: Norbert Nagel/CC BY-SA 3.0

The three famous ancient Greek temples at this site are of the Doric type, and the ancient city walls and amphitheater are mostly intact. The bottom section of walls from many other structures are completely intact.

It is an amazing experience to be able to walk along the ancient stone-paved roads and view the buildings along the roadsides just as the ancients did. The site is open to the public, and there is a modern national museum on-site for you to check out as well.

Another plus is that this archeological site is well off the beaten path and is seldom crowded with visitors!

Locri Epizefiri

Also on the mainland of Italy, in Reggio di Calabria, you will come across the ancient ruins at Locri. The ancient city has been mostly taken over by the encroachment of the nearby towns.

Locri Epizefiri,
Locri Epizefiri, greek theater. Credit: Sandro Baldi/CC-BY-SA-4.0

However, the area is very much worth a visit because the atmosphere quiets as you pass through shady olive groves and meander along the overgrown pathways. It is here where you will inevitably, and literally, stumble across a treasure of ancient ruins.

Greek temples, amphitheaters, and the well-known Sanctuary of Persephone grace the Locri area. The magical experience is truly something you shouldn’t miss out on.

On the island of Sicily, some truly remarkable ruins are yours to explore, starting with the still-used ancient Greek Theater of Taormina!

The Ancient Greek Theater of Taormina

With the beautiful Mediterranean sea lapping at the shores below and the active volcano of Etna looming over the city, Taormina is an upscale destination, featuring cultural events, museums, and priceless antiquities—right in the middle of a bustling city!

The ancient theatre of Taormina ruins
The ancient theatre of Taormina. Credit: Public Domain

Here you will find an ancient Greek amphitheater with exquisite views of both the volcano and the sea. While there, you might even be lucky enough to see a show at the ancient theater. It was originally built in 300’s B.C. and subsequently rebuilt by the Romans in the second century B.C.

Valle dei Templi in Agrigento

In Argrigento, you will be treated to refreshing views of expansive fields and woodlands—as well as one of the most pristine ancient Greek ruins in existence in the Valle dei Templi (the Valley of Temples).

Agrigento, ruins
Agrigento, valle dei templi. Credit: Jesper2cv/CC BY-NC-ND 2.0

Many of the temples and ruins here are not fenced off, so travelers may walk inside and be transported back to the fifth century B.C., when the Greeks first built the ancient city of Akragas. One of the most well-preserved Greek temples in the world, the Temple of Concord, is in this valley.

Segesta Archaeological Site

Segesta is located only 70 kilometers (43 miles) southwest of Palermo. Fortunate travelers here can visit what is perhaps the second most well-preserved temple in the world after those in the Valle dei Templi. Segesta also boasts a beautiful amphitheater, situated atop Mount Barbaro, which is also in pristine condition.

Segesta ruins
The Doric temple of Segesta, Italy Credit: Anna & Michal/CC BY-SA 2.0

The temple dates back to the fifth century B.C. and has typical Doric architecture. Each summer the ancient amphitheater hosts a series of classical Greek dramas performed in Italian. If you’re lucky enough to visit during the summertime, be sure to catch a show.

Ancient Greek Colony in Siracusa

A favorite for all are the ancient ruins at Siracusa (Syracuse), where the ancient Greek colony dates back to the 5th century B.C. This area boasts a Greek theater and the Temple of Apollo, which dates back to the 6th century. Siracusa also has the ruins of the famous Altar of Hieron II—the largest altar from ancient Greece!

Ancient ruins at Siracusa
Ancient ruins at Siracusa Il Turista Informato/CC BY-NC 2.0

Located on the southeastern coast of Sicily and founded by ancient Greeks from Corinth, the city of Siracusa was once one of the most powerful city-states of ancient times. It was once described by the Roman orator Cicero as “the greatest Greek city, and the most beautiful of them all.”

Siracusa is so rich in historical treasures that it is listed as a UNESCO World Heritage Site.

Of course, there are many other Greek ruins that you will come across in your travels through Italy and Sicily, and we have merely scratched the surface in highlighting some of the more popular and well-preserved sites.

Be sure to work a little bit of Greek history into your itinerary on your visit to Italia!

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Moreno abre negociaciones con Vox a dos días de constituirse el Parlamento andaluz

El presidente de la Junta de Andalucía, Juanma Moreno

Este jueves se constituye el nuevo Parlamento andaluz, la primera señal indiciaria de si hay o no aproximación entre el PP y Vox para investir a Juanma Moreno. Y con un plazo tan estecho para culminar cualquier negociación, Moreno mantiene esta tarde uan reunión con el líder ultra en la comunidad, Manuel Gavira, y con la secretaria general adjunta de este partido, Montserrat Lluis, según ha adelantado la cadena Ser de fuentes de Vox.

No es previsible que los populares vayan a ceder la presidencia de la Cámara autonómica. De hecho, no la ha cedido ni en Extremadura, ni en Aragón ni en Castilla y León, contrariamente a los primeros pactos postelectorales entre ambos partidos. Sí puede facilitar el PP un puesto mejor situación en la Mesa, pero, de momento, poco más. Asimismo, Moreno mantiene como condición casi inegociable su deseo de formar un gobierno monocolor. A fin de cuentas, se quedó tan sólo a dos diputados de la mayoría absoluta y los ultras, aunque subieron, tuvieron un resultado más que discreto al apsar de 14 diputados a 15.

Una vez constituida la Cámara, quien la presidea deberá convocar la sesión de investidura una vez el aspirante se presente con los apoyos necesarios para sacarla adelante. De hecho, en segunda votación, bastaría con la abstención de Vox, pues toda la izquierda suma menos que el PP.

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Pedro Almodóvar da el salto a la novela: todo sobre 'El hombre que solo escribía en los aviones'

Pedro Almodóvar durante la firma de ejemplares en Sant Jordi el pasado abril

El universo creativo de Pedro Almodóvar no conoce fronteras. A sus 76 años, el icónico cineasta manchego ha decidido expandir su imaginario de una manera inédita y ambiciosa. La editorial Reservoir Books ha revolucionado el panorama cultural al anunciar oficialmente el lanzamiento de El hombre que solo escribía en los aviones, la que será la primera novela larga de toda su carrera.

Con una fecha de publicación fijada para el próximo 29 de octubre, el proyecto promete convertirse en uno de los grandes hitos editoriales del año. Aunque Almodóvar es universalmente reconocido por su labor detrás de las cámaras, la literatura siempre ha sido una parte fundamental de su vida. Con este proyecto, el director consolida una faceta literaria que ya venía reclamando espacio propio más allá de los guiones de cine.

Los inicios con su libro de relatos 'El último sueño'

Este idilio con el mundo editorial no es completamente nuevo. En 2023, Almodóvar publicó El último sueño, un volumen de relatos breves que supuso su primer debut literario. Aquel libro mezclaba recuerdos personales con ficción. Rescataba incluso textos de su juventud, como Vida y muerte de Miguel, un relato que escribió con apenas veinte años. La obra tuvo una gran acogida internacional y se terminó traduciendo a 30 idiomas.

Aquel debut recibió el respaldo de la crítica y de varios escritores de renombre. Juan José Millás (Mi verdadera historia, Ese imbécil va a escribir una novela) dejó una frase que podría definir lo que significó ese libro: "Si la obra cinematográfica de Almodóvar fuera un traje, estos relatos podrían ser su forro". Otros autores, como Ray Loriga (Tokio ya no nos quiere, Lo peor de todo) lo describieron como un libro lleno de hallazgos. A diferencia de aquella recopilación de textos cortos, lo que llegará en octubre es una historia concebida como una novela de formato largo.

¿De qué trata 'El hombre que solo escribía en los aviones'?

La sinopsis oficial desvelada por Reservoir Books confirma que la novela respirará esa atmósfera tan coral, apasionada y psicológica que caracteriza el sello de su autor. La trama gira en torno a Flavio Guijarro, un hombre que ha dedicado gran parte de su existencia a la constante reinvención personal. A lo largo de los años ha encadenado decenas de aficiones y etapas que no han terminado en una trayectoria profesional sólida. La interpretación es la única disciplina en la que logró asentarse, aunque con una fortuna relativa y bastantes altibajos.

El gran cambio en la vida de Flavio ocurre a diez mil metros de altura. Durante un viaje de promoción, descubre de manera tardía una vocación urgente, la escritura. A partir de ese momento, el protagonista se entrega por completo a la creación literaria. Sin embargo, el núcleo de la trama estará en su lucha contra los bloqueos creativos.

Para encontrar la inspiración que le falta, Flavio viaja a los lugares más insospechados. En ese camino, descubrirá una habilidad imprevista que le servirá de refugio, un talento natural como coach de actores, un detalle que conecta de forma muy evidente con la propia experiencia de Almodóvar en los rodajes. Además, esta nueva etapa vital vendrá acompañada por una intensa historia de amor con el actor más exitoso del momento. La editorial define la obra como una narración "sinuosa" que se adentra "con cierto frenesí en una selva de experiencias, lecturas, historias imaginadas e ideas prestadas".

Nuevo trabajo tras un año de protagonismo

El anuncio de este esperado debut novelístico redondea un periodo de frenética actividad y éxito absoluto para el creador. Este mismo año, Almodóvar regresó triunfalmente a la gran pantalla con su largometraje Amarga Navidad, un potente drama tragicómico protagonizado por Bárbara Lennie, Milena Smit, Leonardo Sbaraglia o Victoria Luengo que conmovió en los cines españoles y que formó parte de la Sección Oficial del Festival de Cannes.

Existe una relación entre su cine reciente y su próxima novela. Si en la película Amarga Navidad se entremezclaban la realidad y la ficción a través de las vivencias de un director de cine, examinando los límites del artista a la hora de nutrirse de las vivencias ajenas, en El hombre que solo escribía en los aviones la obsesión vuelve a centrarse en los mecanismos que intervienen en el acto de la creación. Pedro Almodóvar parece encontrarse en un momento vital idóneo para la inspiración. El 29 de octubre, las librerías desvelarán el resultado de cómo se desenvuelve el director en este terreno.

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El resurgir de Aubrey Plaza año y medio después del suicidio de su marido: embarazada de este guapo actor de 'Girls'

Aubrey Plaza espera su primer hijo con Christopher Abbott un año y medio después del suicidio de su exmarido, Jeff Baena

La vida de Aubrey Plaza ha dado un vuelco absoluto en el último año. Ha ido desde un duelo profundo hasta la ilusión de una nueva etapa. La actriz estadounidense de 41 años, aclamada por su papel en la segunda temporada de The White Lotus, se prepara ahora para dar la bienvenida a su primer hijo este otoño.

Ha sido una "preciosa sorpresa después de un año lleno de emociones". Así lo han confirmado fuentes cercanas a la revista People, encargada de compartir la exclusiva. Sin embargo, la feliz noticia de su embarazo junto a su actual pareja, el actor Christopher Abbott, llega entrelazada con la tragedia que conmocionó a Hollywood. Su exmarido, el cineasta Jeff Baena, se suicidó hace apenas un año y medio.

La historia de amor que acabó en ruptura silenciosa y tragedia

Aubrey Plaza y Jeff Baena formaron durante más de una década una de las parejas más estables y creativas del cine independiente. Se conocieron en 2011 y su pasión por el cine los unió tanto en lo personal como en lo profesional. Colaboraron en cintas como Amor zombie (2014) o En pecado (2017). En mayo de 2021, tras diez años de noviazgo, la actriz sorprendía a sus seguidores anunciando en sus redes sociales que se habían casado en secreto en una ceremonia exprés.

Sin embargo, lo que parecía una unión idílica comenzó a agrietarse. Tras atravesar graves crisis matrimoniales, la pareja decidió separarse en septiembre de 2024, tras trece años juntos. Plaza tomó la decisión de mudarse a Nueva York, mientras Baena permaneció en Los Ángeles, en la que fuera la residencia conyugal. Una ruptura que, a nivel legal, no se había formalizado en los tribunales cuando llegó la impactante noticia del suicidio del cineasta el pasado año.

El fallecimiento de Jeff Baena

El 3 de enero de 2025, el cuerpo sin vida de Jeff Baena fue hallado en su casa de Los Ángeles. Fue su paseador de perros quien alertó a las autoridades tras escuchar música a un volumen inusualmente alto en el interior de la vivienda. El informe forense determinó posteriormente que el cineasta, de 47 años, se había quitado la vida atravesando una profunda depresión derivada de la separación.

Meses después, la autopsia, que descartó la presencia de alcohol o drogas en su organismo, sacó a la luz los difíciles meses previos al desenlace. Según declaró la propia Aubrey Plaza a los investigadores, en octubre de 2024 el director le había hecho "comentarios preocupantes", lo que llevó a la actriz a pedirle a un amigo común que fuera a comprobar cómo estaba.

A raíz de aquello, Baena comenzó a asistir a terapia psicológica para intentar asimilar la ruptura. El informe forense constató además que la expareja estuvo en contacto hasta el último momento. Hablaron por teléfono la noche anterior y sobre las 10:30 de la mañana del día de su muerte, Baena le envió un último mensaje de texto a la actriz, cuyo contenido no ha trascendido.

Plaza emitió un comunicado conjunto con la familia del director calificando el suceso como una "tragedia inimaginable". Cerró sus redes sociales y canceló sus compromisos públicos, incluyendo su asistencia como presentadora a los Globos de Oro. Su reaparición semanas después en el 50º aniversario de Saturday Night Live incluyó un sutil homenaje a su exmarido. Vistió una camiseta tie-dye, un pasatiempo que compartían y que incluso usaron el día de su boda. En agosto de 2025, en el podcast de su amiga Amy Poehler, Plaza rompió su silencio y describió su duelo como "un océano gigante de horror" y "una lucha diaria".

Christopher Abbott, el actor con el que Aubrey Plaza rehace su vida

Fue precisamente en Nueva York donde Plaza empezó el camino hacia la reconstrucción personal. Allí se reencontró, en 2023, con Christopher Abbott, el recordado y guapo actor de la serie Girls y la oscarizada Pobres criaturas. Aunque ya se conocían tras protagonizar juntos el thriller psicológico Black Bear en 2020, la chispa definitiva surgió sobre las tablas. Coprotagonizaron la obra teatral Danny and the Deep Blue Sea (Danny y Roberta). La complicidad que mostraban se convirtió pronto en un romance que mantuvieron en secreto.

La pareja hizo su primera aparición pública en febrero de este año en la Semana de la Moda de Nueva York. Poco después, durante las pasarelas de París, volvieron a aparecer y la actriz logró camuflar los primeros meses de su embarazo.

Aunque las primeras informaciones saltaron en el mes de abril, la confirmación definitiva y el debut oficial de la pareja en una alfombra roja se ha producido este mes de junio en la ceremonia de los Premios Tony. Agarrados de la mano en el icónico Radio City Music Hall de Nueva York, Plaza acudió a apoyar a Abbott, integrante de la nominada (y destacada en la gala) obra Muerte de un viajante. La actriz posó ante los fotógrafos presumiendo de su ya evidente silueta premamá.

Aubrey Plaza y Chris Abbott en los Premios Tony el pasado 7 de junio
Aubrey Plaza y Chris Abbott en los Premios Tony el pasado 7 de junio | EFE

Reacciones al embarazo por parte de la familia de Baena: "Una vez infiel, siempre infiel"

Sin embargo, la confirmación de la próxima paternidad de la pareja no ha sentado bien en el entorno del fallecido cineasta, desatando un inesperado drama familiar. Poco después de conocerse la noticia, el hermano de Jeff, Brad Baena, rompió el silencio en sus historias de Instagram compartiendo el titular del embarazo junto a una dura acusación: "Una vez infiel, siempre infiel". Añadió posteriormente el post de una frase escueta: "La gente sabe exactamente lo que está haciendo. Fin de la historia. Karma". En la misma línea, Michele Baena, otra integrante de la familia, publicaba en sus redes: "La gente puede fingir, pero las acciones siempre revelan la verdad. ¡A cada perro le llega su día!".

A pesar del dolor atravesado el año pasado y las tensiones familiares que este nuevo capítulo ha levantado, Aubrey Plaza y Christopher Abbott afrontan con ilusión la llegada de su bebé para este otoño. Por el momento, la pareja no ha hecho declaraciones públicas respecto a los ataques de la familia Baena ni sobre los detalles del nacimiento de su hijo, manteniendo la privacidad que ha caracterizado su relación desde el primer día.

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Dai contratti precari al no al padiglione Israele: perché lo sciopero della cultura del 12 giugno

 

“La cultura è il petrolio d’Italia”: inizia con queste precise parole il documento programmatico che ha indetto lo sciopero della cultura per il prossimo 12 giugno. Una mobilitazione che vede in prima linea, come promotrici, sia le sigle del sindacalismo di base sia la Cgil.

Dietro questa data c'è un percorso difficile e tortuoso durato un anno; dodici mesi di discussioni che, alla fine, hanno prodotto una piattaforma avanzata. È un peccato, però, che alcune realtà associative e sindacali che avevano sottoscritto il progetto iniziale siano poi svanite nel nulla al momento di proclamare lo sciopero.

Scioperare al fianco della Cgil non può e non deve essere un elemento divisivo. Al contrario, rifiutare la convergenza rischia solo di desertificare il mondo del sindacalismo di base, nel tentativo velleitario di rappresentare da soli istanze importanti che, in realtà, sono patrimonio comune di molteplici sigle e movimenti.

Quello del 12 giugno si preannuncia come uno sciopero complesso. È stato lanciato in settori storicamente difficili da mobilitare, dove l'astensione dal lavoro fatica a registrarsi e la sindacalizzazione è sporadica. In questi ambiti, purtroppo, la logica dell'appartenenza alle cooperative prevale ancora sulla pura rivendicazione salariale e contrattuale.

Tuttavia, lo sciopero resta un'arma formidabile, nonché l'occasione ideale per restituire dignità agli operatori culturali e dare visibilità alle loro storie umane e professionali. E parliamo non a caso di professionalità, dato che da anni assistiamo al ricorso sistematico ai volontari in sostituzione di personale regolarmente formato e contrattualizzato.

Oggi i luoghi della cultura sono diventati ambiti privilegiati per campagne politiche e pubblicitarie o per iniziative militariste. Ci si ricorda della forza lavoro invisibile dei beni culturali solo quando emergono le contraddizioni del sistema. È ormai acclarato che la giungla dei contratti e delle retribuzioni ha creato profonde disparità di trattamento, spingendo i salari verso il basso e generando dinamiche di sfruttamento e ricatto. A questi stipendi da fame, inevitabilmente, seguiranno in futuro assegni previdenziali miseri.

Da decenni si preferisce non investire in cultura, sanità, servizi sociali, istruzione e transizione energetica. L'accesso alla cultura, da fondamentale diritto di cittadinanza, si è trasformato in una sorta di privilegio. Eppure, recuperare i beni culturali dovrebbe avere la stessa priorità della messa in sicurezza idrogeologica dei territori: un obiettivo da perseguire a prescindere dal colore dei governi, condiviso erga omnes (nei confronti di tutti).

Di recente, i lavoratori dei beni culturali hanno preso una ferma posizione contro la decisione di ospitare il Padiglione Israele alla Biennale d'Arte di Venezia. Lo sciopero viene indetto assumendo anche questo punto di vista: un'aperta opposizione all'economia di guerra e alla militarizzazione dei territori, che si affianca alla denuncia della svalorizzazione del lavoro.

Siamo di fronte a un utilizzo strumentale dei beni culturali, a tagli continui e a una precarizzazione che ci allontana dal riconoscimento della dignità del lavoro culturale. Per invertire la rotta, è necessario partire dalla reinternalizzazione dei servizi e della forza lavoro, aumentando le assunzioni nel Ministero della Cultura e nelle pubbliche amministrazioni per colmare una cronica carenza di organico. Superare il sistema degli appalti e delle concessioni, denunciare le "farlocche" Partite IVA e stabilizzare i precari: queste sono proposte ragionevoli per le quali vale davvero la pena incrociare le braccia.

Infine, vi è il tema del diritto di sciopero. I beni culturali rientrano infatti tra i settori che devono assicurare i servizi minimi essenziali; l'estensione della legge 146 a questo comparto rappresenta una ferita ancora aperta che limita fortemente le possibilità di protesta.

Chi volesse leggere la piattaforma integrale può trovarla facilmente sul sito dell'associazione "Mi Riconosci", la realtà che per prima ha creduto in questa mobilitazione. Il 12 giugno, chi non potrà scioperare perché appartenente ad altri comparti non esiti a esprimere solidarietà attiva a questi lavoratori: ne va del loro futuro, anzi, del futuro di tutti noi.

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Mondiali, l’amichevole segreta diventa un caso diplomatico: perché la Norvegia è furiosa con la Scozia

Nel calcio moderno non esistono più le amichevoli. Esistono test, sgambate, simulazioni, prove generali, sedute ad alta intensità, partite a porte chiuse, partite a porte chiusissime, partite così segrete che poi finiscono sui giornali norvegesi e diventano un incidente internazionale. Il Mondiale non è ancora cominciato e già Scozia e Norvegia sono riuscite a litigare per una cosa che, in teoria, non avrebbe dovuto vedere nessuno: una partitella d’allenamento a Charlotte, North Carolina.

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La partita doveva servire soprattutto ai giocatori meno utilizzati. Una di quelle cose poco glamour ma fondamentali: novanta minuti senza pubblico, senza inni, senza televisioni, senza epica, ma solo lo staff con la cartellina, GPS sulle schiene e riserve con la missione dichiarata di ricordare al ct di esistere. Poi la Scozia ha cancellato tutto, motivando la scelta con qualche problema fisico e con la necessità di non correre rischi. Traduzione calcistica: il Mondiale è vicino, abbiamo già perso Billy Gilmour nelle amichevoli precedenti, non vogliamo rischiare di aggiungere un’altra cartella clinica prima dell’esordio iridato.

Fin qui, quasi normale. Solo che dall’altra parte c’era Ståle Solbakken, che non l’ha presa esattamente come una piccola variazione di programma. Il ct norvegese ha parlato di comportamento “unprofessional”, puntando il dito contro la federazione scozzese, soprattutto per il modo in cui la notizia è arrivata: non una telefonata diretta tra allenatori, ma una comunicazione passata attraverso i team manager, dopo l’allenamento norvegese. Nel galateo delle amichevoli invisibili, a quanto pare, questo è un fallo da arancione tendente al rosso.

La Scozia, dal canto suo, ha risposto con l’argomento più scozzese possibile: pragmatismo e linea compatta. Steve Clarke ha ridotto l’evento a ciò che per lui era davvero: “Abbiamo avuto uno o due piccoli problemi fisici e abbiamo deciso che non valeva il rischio”, ha spiegato. John McGinn è stato ancora più diretto: “Il nostro lavoro è prenderci cura della Scozia, quello della Norvegia è prendersi cura della Norvegia”.

McGinn ha poi aggiunto il colpo migliore: “Se la Norvegia avesse rischiato di perdere Haaland o Ødegaard prima del Mondiale, avrebbe fatto la stessa cosa”, ha tuonato. Difficile dargli torto. Nel 2026 anche un’amichevole nascosta può diventare una minaccia sistemica se dentro ci sono ginocchia, tendini, assicurazioni, bonus FIFA e l’incubo di mandare a casa un titolare per tacke di troppo.

La Norvegia però aveva le sue ragioni. Solbakken aveva programmato la gestione dei minuti, alcuni giocatori dovevano avere ritmo, altri recuperare le vibes della gara. Ødegaard ha parlato di situazione “kjipt”, cioè fastidiosa, ma ha invitato a trovare soluzioni. Sørloth è stato più duro: “Un peccato, perché quella partita era pronta da tempo”. E in effetti, per chi prepara un Mondiale, una seduta saltata non è mai solo una seduta saltata: è una casella che si muove e costringe a ridisegnare il domino.

Il dettaglio più comico resta però quello finale: la Federcalcio scozzese si è detta sorpresa che la notizia fosse uscita sui media norvegesi, perché l’amichevole doveva essere a porte chiuse e non annunciata pubblicamente. È il capolavoro: una partita segreta, cancellata in segreto, diventa pubblica perché qualcuno si arrabbia pubblicamente per il modo in cui è stata cancellata. Anche questo è il Mondiale, bellezza.

L'articolo Mondiali, l’amichevole segreta diventa un caso diplomatico: perché la Norvegia è furiosa con la Scozia proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Sou da Paz lança agenda de segurança pública para eleições

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O Instituto Sou da Paz lançou, nesta terça-feira (9), a campanha Vote pela Paz e a agenda eleitoral “Brasil em Ação pela Paz – Propostas para uma Segurança Pública de Verdade”. O objetivo é qualificar o debate eleitoral e pressionar candidaturas a apresentarem planos consistentes, metas e compromissos reais para reduzir a violência no país. A iniciativa se contrapõe a abordagens baseadas no improviso e no populismo.

“A população está cansada de frases de efeito, improviso e promessas simplistas na área da segurança pública. O que as pessoas querem é resultado concreto, proteção no cotidiano e políticas que funcionem de verdade. O período eleitoral é uma oportunidade importante para elevar a qualidade desse debate”, afirmou Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.

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Embora alguns indicadores nacionais tenham apresentado melhora, como a queda dos homicídios, o Sou da Paz ressalta que o Brasil ainda enfrenta uma realidade em que mais de 44 mil pessoas são vítimas de morte violentas por ano. Há ainda a expansão do crime organizado, aumento das fraudes e extorsões digitais, medo dos roubos, especialmente de celulares, e crescente violência contra meninas e mulheres.

A agenda de propostas apresenta ações aplicáveis nos âmbitos estadual e federal e é organizada em cinco eixos prioritários: proteção de meninas e mulheres; fortalecimento das polícias; enfrentamento ao crime organizado; redução dos roubos; e retirada de armas ilegais de circulação.

As propostas destacam a valorização dos profissionais de segurança, o fortalecimento da investigação criminal, o uso responsável de tecnologia, a integração entre instituições e o combate ao tráfico de armas.

Dados da pesquisa “O que pensa a população brasileira sobre segurança pública”, do Sou da Paz, mostram que 94% da população reconhece algum grau de violência na cidade onde vive, mais da metade (53%) evita sair à noite e um terço (31%) evita o uso de celular na rua, como forma de autoproteção.

“A sociedade quer firmeza, mas quer firmeza que funcione. Existe uma maioria favorável a soluções inteligentes, ao uso de tecnologia, à investigação e à profissionalização das polícias. O desafio agora é transformar essa demanda social em compromisso político concreto”, explica Carolina.  

A pesquisa mostra ainda que, para 82% das pessoas, as câmeras corporais são tecnologias que protegem os bons policiais e produzem provas contra criminosos; 73% acredita que mais armas significam mais mortes e mais violência; e 65% avalia que não é preciso mais policiais, e sim de uma polícia melhor e mais preparada.

Ainda sobre soluções mais eficazes, Carolina destacou a necessidade, por exemplo, de ampliar o olhar sobre o crime organizado, que não se restringe ao tráfico de drogas. “É preciso trazer o sistema financeiro para o debate, fazer investigação financeira e combate à lavagem de dinheiro.”

Crime organizado

Segundo dados compilados na agenda eleitoral, o crime organizado movimentou mais de R$ 350 bilhões nos últimos três anos, incluindo atividades como a venda de combustíveis, garimpo ilegal e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.

Além de atingir os territórios, segundo o Sou da Paz, o crime organizado ataca o Estado Democrático de Direito ao se infiltrar na administração pública e na política, o que resulta em violência e falta de confiança da população nas instituições.

“Essa presença se reflete num crescimento de 335% de casos de violência política no Brasil nos últimos três anos - somente nos primeiros meses de 2022, foram 45 homicídios”, diz trecho da agenda.

Uma das ações propostas na agenda é o fortalecimento da integração e cooperação entre instituições como Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central, Ministério Público e polícias estaduais, além de cooperações internacionais, propiciando estratégias de atuação conjunta contra a lavagem de dinheiro e os diversos mercados ilícitos.

Outra medida é o reordenamento da ação policial, priorizando investigações, investimento em inteligência e fortalecimento de perícias, com objetivo de asfixiar as organizações em suas bases financeiras e de comando. Para o Sou da Paz, as operações de incursão territorial devem ser consideradas de forma excepcional, somente se houver condições de segurança reais para a população e os policiais.

 

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Sarampo: infectologista alerta sobre vacinação em viagens para a Copa

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O aumento do número de casos de sarampo registrado nos Estados Unidos, México e Canadá – que sediarão jogos da Copa do Mundo 2026 – acende o alerta para a necessidade de vacinação dos turistas brasileiros que viajarão para o Mundial. Juntos, os três países respondem por 70% dos casos nas Américas.

A observação foi feita nesta terça-feira (9) à Agência Brasil pela infectologista Natalie Del Vecchio, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz).

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“O sarampo é uma doença altamente contagiosa”, disse. Isso significa que uma pessoa com o vírus consegue transmiti-lo para muitas outras simultaneamente. “E a gente tem visto a baixa cobertura vacinal nesses países e também no Brasil”, observou Natalie Del Vecchio.

Expansão

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a expansão dos casos, quando o Canadá registrou 5.062 ocorrências, o que levou à perda da certificação de país livre da doença. Em 2026, foram confirmados 124 casos no território canadense.

O México elevou o número de sete casos, notificados em 2024, para 6.152 registros em 2025. Somente em janeiro deste ano, foram 1.190 casos, de acordo com informações preliminares. Nos Estados Unidos, por sua vez, ocorreram 2.144 casos em 2025 e 721 em janeiro de 2026.

Segundo a infectologista do IFF/Fiocruz, o perigo é maior para os brasileiros que viajam para esses países sem estarem com o esquema vacinal contra sarampo completo. A vacinação pode evitar a eventual reintrodução do vírus no Brasil.

Natalie lembrou que, em novembro de 2024, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a recertificação de país livre do sarampo. O documento foi entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à então ministra da Saúde, Nísia Trindade. Em 2016, o Brasil já havia alcançado essa posição de nação livre da circulação endêmica do sarampo mas, em 2018, as baixas coberturas vacinais permitiram a reintrodução do vírus no país.

Risco

“A baixa cobertura vacinal é um risco para o nosso país de reintrodução do vírus no Brasil”, afirmou a infectologista. Em 2025, foram notificados 38 casos no país, todos importados de nações vizinhas. Em janeiro de 2026, foram registrados dois casos de sarampo, de uma mulher de 22 anos. no Rio de Janeiro, e de um bebê de 6 meses, em São Paulo. Os dois não tinham registro de vacinação.

Natalie Del Vecchio recomenda que mesmo as pessoas que não vão viajar para os países-sede da Copa do Mundo devem procurar completar o calendário vacinal. Para aquelas acima de 1 ano de idade até 30 anos, são necessárias duas doses da vacina contra sarampo e, de 30 a 60 anos, uma dose.

“Se a pessoa já tem o calendário dela completo, não precisa tomar uma dose extra da vacina. Se o calendário não estiver completo, os viajantes que se destinam aos países-sede da Copa devem completar o esquema vacinal. Essas pessoas viajarão com tranquilidade, exatamente para não estarem adquirindo o vírus do sarampo, nem trazendo para o nosso país. Para, exatamente, evitar um novo surto e novos casos do sarampo no Brasil”, afirmou a infectologista.

Reforço

O Ministério da Saúde lançou campanha nacional orientando brasileiros que viajarão aos Estados Unidos, México e Canadá para a Copa do Mundo a reforçar a vacinação contra o sarampo. Para crianças de 6 a 11 meses, a recomendação é que tomem a dose zero pelo menos 15 dias antes da viagem. Na faixa de 12 meses a 29 anos, é necessário ter duas doses.

Os adultos de 30 a 59 anos devem ter recebido pelo menos uma dose ao longo da vida. Outra recomendação é que a aplicação da vacina Tríplice Viral (que também protege contra caxumba e rubéola) deve ocorrer pelo menos 15 dias antes da viagem. As doses estão disponíveis gratuitamente nas unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Gravidade

O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida e até causar a morte. As principais complicações variam de acordo com as fases da vida do paciente. Para crianças, pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite aguda (inflamação no encéfalo – parte do sistema nervoso dentro do crânio) e morte. Em adultos, causa pneumonia. E, em gestantes, pode resultar em parto prematuro e bebê com baixo peso.

Altamente contagiosa, a doença se espalha pela tosse, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode contaminar outras antes mesmo de saber que está doente. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse persistente, coriza, irritação nos olhos, e manchas vermelhas que começam no rosto e depois no corpo. Os sintomas costumam aparecer entre sete e 14 dias após o contato com o vírus.

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La Commissione europea svela le proposte per il 21° pacchetto di sanzioni contro la Russia

L'Unione Europea continua a essere preda di una russofobia irrazionale, così Bruxelles si prepara a varare un nuovo pacchetto di sanzioni contro la Russia, il ventunesimo dall'inizio dell'operazione militare speciale in Ucraina. La presidente della Commissione europea Ursula von der Leyen ha annunciato la proposta, che sarà discussa dai ministri degli Esteri dell'Unione il quindici giugno. Tra le novità più rilevanti spicca l'idea di aggiungere trenta petroliere alla lista nera delle navi soggette a restrizioni. Si tratta di un'estensione significativa, perché porterebbe a seicentotrentadue il numero complessivo di imbarcazioni già colpite dalle misure Ue. Contestualmente, l'UE intende mantenere invariato il tetto massimo al prezzo del greggio russo, introdotto nei mesi scorsi per limitare le entrate energetiche di Mosca senza provocare bruschi rialzi sui mercati globali.

Non finisce qui. La Commissione propone anche di vietare la vendita di navi metaniere verso la Russia, un settore finora rimasto ai margini delle sanzioni. Inoltre, sarebbero colpiti direttamente alcuni porti, aeroporti e impianti di raffinazione coinvolti nel commercio o nella lavorazione del petrolio russo. La responsabile della diplomazia europea, l'ineffabile Kaja Kallas, ha aggiunto su X che l'Unione punta a bloccare le transazioni relative a due porti e quattro aeroporti russi.

Una delle misure più politicamente rilevanti riguarda le persone. Von der Leyen ha spiegato che la Commissione propone di estendere il divieto di ingresso nell'Unione a tutti i partecipanti all'operazione militare speciale russa. Finora le restrizioni colpivano soprattutto figure di spicco dell'establishment, ma l'idea è ora di allargarle a una platea molto più ampia.

Sul fronte finanziario, le nuove sanzioni mirano a novanta istituzioni in tutto il mondo. Tra queste, come precisato dalla presidente della Commissione, ci sono trentuno banche russe e altre venti tra istituti di credito, piattaforme di criptovalute e operatori petroliferi internazionali. Kaja Kallas ha aggiunto che i beni di novanta banche, sia russe che di Paesi terzi, sarebbero congelati. Inoltre, l'Unione europea bloccherebbe le transazioni su undici piattaforme di criptovalute.

Le restrizioni alle esportazioni si fanno più dure. Bruxelles vuole vietare la vendita alla Russia di metalli, leghe e componenti per droni. Parallelamente, continuerà il divieto di importare merci russe come metalli e parti di ricambio. Un punto interessante è che le limitazioni all'export colpiranno anche aziende con sede in Cina, Turchia, Kirghizistan, Emirati Arabi Uniti e India, considerate canali indiretti per aggirare le sanzioni. Tra i prodotti di cui si bloccherà l'uscita verso la Russia ci sono leghe ad alte prestazioni, nickel in polvere, minerali pregiati e sostanze chimiche.

Per la prima volta, infine, le sanzioni europee toccheranno il settore della pesca. In particolare, arriverà il divieto totale di esportare merluzzo verso l'Unione, una misura che colpirà un comparto finora rimasto relativamente protetto. La Commissione definisce questo pacchetto come il più ampio degli ultimi due anni, e le restrizioni all'export riguarderanno non solo la Russia ma anche la Bielorussia, segno che l'intenzione è stringere ulteriormente le maglie intorno ai due alleati.

Resta però una domanda di fondo, che a Bruxelles nessuno sembra volersi porre davvero. Ventuno pacchetti di sanzioni dopo, l'economia russa non è stata minimamente indebolita nella sua capacità di sostenere lo sforzo bellico. Anzi, Mosca ha reindirizzato le sue esportazioni verso altri mercati, ha trovato nuovi canali finanziari e continua a incassare dalle materie prime. Il vero prezzo, invece, lo stanno pagando le imprese europee, che hanno perso mercati storici e competitività, e i cittadini dell'Unione, costretti a sopportare bollette più care, inflazione alle stelle e una recessione strisciante. Eppure l'Europa continua a battere masochisticamente sullo stesso tasto, come se l'ennesimo giro di vite potesse stavolta funzionare. 

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