Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, um levantamento da revista Forbes aponta Neymar como o jogador mais valorizado comercialmente entre os convocados da Seleção Brasileira. O atacante lidera o ranking com 20 contratos publicitários ativos.
Na sequência aparecem Vini Jr, com 16 parcerias comerciais, e Raphinha, com nove acordos. O estudo considera apenas atletas com contratos identificados pela publicação.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México e começa nesta quinta-feira (11). A Seleção Brasileira estreia no sábado (13), em meio à expectativa dentro e fora de campo.
Neymar lidera ranking de valor comercial da Seleção
Entre os convocados, o setor ofensivo concentra os jogadores mais valorizados no mercado publicitário. Além dos três primeiros colocados, Endrick também aparece entre os atletas com maior número de contratos comerciais.
Nem todos os 26 convocados integram o levantamento da Forbes. A publicação considera apenas jogadores com acordos publicitários ativos identificados, o que deixa parte do elenco fora da lista.
Ficaram fora do ranking nomes como Alex Sandro, Roger Ibañez, Douglas Santos, Fabinho, Igor Thiago e Rayan.
O atacante Wesley chegou a ser convocado, mas acabou cortado após lesão em amistoso contra o Egito. Para a vaga, o técnico Carlo Ancelotti chamou o volante Éderson, que também aparece no levantamento com contrato publicitário ativo.
Ranking dos jogadores da Seleção com mais contratos publicitários
A Vela Solidária marcou presença na Vilamoura International Boat Show Regatta 2026 com três embarcações que refletem a sua missão de promover uma vela mais inclusiva, acessível e diversa. O evento, realizado nos dias 6 e 7 de junho, em Vilamoura, reuniu 16 embarcações distribuídas por três classes, proporcionando um fim de semana marcado pela […]
O Kayak Clube Castores do Arade marcou presença no dia 7 de junho, em Esposende, no Campeonato Nacional de Esperanças, com uma das equipas mais jovens do clube, voltando a demonstrar a qualidade do trabalho desenvolvido na formação de jovens atletas. Numa competição que reuniu centenas de jovens canoístas de todo o país, os atletas […]
Empreendimentos se concentram, sobretudo, na Margem Sul de Lisboa, onde os preços dos terrenos ainda não estão tão inflacionados. Imóveis são menores que os tradicionais, para caber no bolso.
As remunerações subiram 3,6% em abril (4,6% no mês anterior), enquanto o emprego e as horas trabalhadas registaram decréscimos de 0,3% e 0,5% (variações de 0,3% e 2,1% em março), respetivamente, divulgou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).
“Os índices de emprego e de horas trabalhadas apresentaram reduções mensais de 0,5% e 5,6% em abril (variações de 0,1% em -3,2% no mesmo mês de 2025), enquanto as remunerações aumentaram 0,7% (1,7% em abril de 2025)”, dizem os dados.
“O Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou, em abril, um aumento homólogo nominal de 9,2% (10,4% em março). Excluindo o agrupamento da Energia, a variação do volume de negócios situou-se em 8,1% (10,7% no mês anterior). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo evoluíram de forma distinta, tendo o primeiro abrandado de 11,7%, em março, para 9,4%, e o segundo acelerado de 8,4% para 9,0% em abril”, indicam os dados do instituto de estatística português.
Ao nível do Volume de Negócios na Indústria, por mercados, as vendas para o mercado nacional aumentaram 9,4% (11,7% no mês anterior), tendo tido uma contributo de 5,9 pontos percentuais (p.p.) para a variação do índice total (7,3 p.p. em março).
“O índice das vendas com destino ao mercado externo cresceu 9,0% (8,4% no mês precedente), tendo contribuindo com 3,4 p.p. para a variação do índice total (3,2 p.p. no mês anterior)”, assinalou o INE.
Os Bens Intermédios e a Energia tiveram um contributo de 3,0 p.p. e 2,7 p.p. (3,1 p.p. e 2,0 p.p. em março), “originados por taxas de crescimento de 9,5% e 13,7%, respetivamente (9,8% e 9,5% no mês anterior)”.
Os Bens de Consumo e os Bens de Investimento “desaceleraram 1,1 p.p. e 8,6 p.p., para variações homólogas de 6,9% e 7,8%, tendo contribuído respetivamente com 2,0 p.p. e 1,5 p.p. para o resultado agregado (2,3 p.p. e 3,0 p.p. em março)”.
A variação mensal do índice de vendas para o mercado nacional ficou 0,8%, em abril (7,7% em março).
Há mais uma centenária no Alto Minho. Gracinda Fernandes Morais, natural da freguesia de Souto, em Arcos de Valdevez, celebrou, no domingo, 100 anos, num convívio que reuniu familiares e amigos.
Gracinda dedicou grande parte da sua vida ao trabalho agrícola, tendo criado oito filhos. Conta atualmente com 12 netos e 10 bisnetos.
Foto: CM Arcos de Valdevez
Foto: CM Arcos de Valdevez
Foto: CM Arcos de Valdevez
Foto: CM Arcos de Valdevez
Foto: CM Arcos de Valdevez
O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves, marcou presença na comemoração e entregou à aniversariante uma lembrança da autarquia para assinalar o centenário de vida.
A abertura do WWDC 2026 ficou marcado pela nova Siri, mas também há novidades que deverão melhorar a segurança da vida digital das crianças e aumentar o desempenho do iPhone, mesmo modelos antigos.
Salário mínimo já vale 91% do salário mediano: a diferença é de 115 euros. Banco de Portugal alerta para riscos. O salário mínimo nacional (SMN) está cada vez mais próximo do salário mediano em Portugal, alertou o Banco de Portugal (BdP) esta segunda-feira. Em 2025, a remuneração mínima fixada por lei atingiu 91% do salário mediano, deixando apenas 114,7 euros de diferença entre os dois valores. O BdP reconhece os efeitos positivos na redução da desigualdade salarial, mas alerta também para riscos sobre os incentivos dos trabalhadores, a valorização das qualificações e a produtividade da economia. Numa análise à distribuição
No ano passado, o Brasil registrou seu maior desempenho nas exportações de carne bovina, consolidando um ciclo de crescimento com expansão de volume, valorização de preços médios e novos mercados. Chegamos a 3,50 milhões de toneladas, um avanço de 20,9% sobre 2024 e receita de US$ 18,03 bilhões, 40,1% mais na comparação anual.
Foi um negócio da China. Literalmente, aquele país, mais uma vez, importou 1,68 milhão de toneladas, pagou US$8,90 bilhões e respondeu por quase metade (48%) do volume total exportado.
Recorde de vendas
E mesmo com o tarifaço americano (que atrapalhou os negócios das empresas brasileiras entre agosto e novembro), os Estados Unidos se consolidaram como o segundo principal cliente da carne bovina nacional, comprando 271,8 mil toneladas. O faturamento aumentou 21,3%, chegando a US$ 1,6 bilhão.
A seguir vieram a União Europeia (128,8 mil toneladas e US$ 1 bilhão), o Chile (136,2 mil toneladas e US$ 754,5 milhões) e o México (118 mil toneladas e US$ 645,4 milhões), que entrou no grupo dos cinco maiores clientes.
Nelore é a raça mais criado no Brasil que tem 200 milhões e cabeças. - DIVULGAÇÃO
Rumo a 4 milhões
Mantidas as condições de 2025, o Brasil poderia pensar em gravar até quatro milhões de toneladas exportadas. Mas o mercado mudou de uma forma tão extraordinária que até mesmo os maiores especialistas do setor se surpreenderam.
A China decidiu estabelecer uma cota de 1,1 milhão de toneladas para o Brasil em 2026, com uma tarifa padrão de 12%; os Estados Unidos consolidaram o interesse colocando a carne brasileira fora do novo tarifaço que cobra 25%; e a União Europeia excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal sob as novas regras relacionadas ao uso de antimicrobianos na produção pecuária o que atinge essencialmente a carne bovina.
Fora da taxação
A exclusão da lista de taxação americana de 25% se deve ao fato de que hoje os frigoríficos brasileiros têm forte presença nos Estados Unidos. Mas não se pode desvincular o fato de que, no dia em que saiu a decisão do USTR, fixando a nova taxação, a China reconheceu o Brasil como livre de febre aftosa depois de 20 anos de negociação.
Coincidência ou não, foi graças ao reconhecimento do novo status sanitário que o Brasil vai ampliar oportunidades para as exportações de produtos bovinos e suínos do Brasil no mercado chinês, como miúdos e carne com osso.
Brasil se prepara para vender vísceras, testículos e miúdos bovinos para a China - FERNNADO CASTILHO
Exportar miúdos
Empresários do setor esclarecem que o reconhecimento é muito importante e nos coloca no ranking de países com relação ao status sanitário global. No entanto, ainda há um processo a ser entendido sobre quando e se poderemos exportar miúdos e carne com osso para a China.
O anúncio é o primeiro passo e agora vem a negociação entre os governos para definir como será feito o processo ao qual os frigoríficos brasileiros terão que se submeter para fazer um pedido de extensão e buscar um novo processo de habilitação.
Miúdos vermelhos
O fato gera a expectativa de poder exportar tanto os miúdos vermelhos quanto os miúdos brancos em volume extraordinário. Porque, culturalmente, esse é um produto que o chinês tem no seu cardápio diário e é muito maior do que o das carnes nobres sem osso.
Entretanto, o problema mais sério é com a União Europeia. O bloco compra por ano em média 120 mil toneladas e paga US$ 1 bilhão. Mas como não interpretar como uma proteção adicional quando o anúncio se dá a menos de dois meses da entrada em vigor provisória do acordo comercial entre MERCOSUL e União Europeia?
Brasil foi autorizado a vender miúdos bovinos para a China. - FERNANADO CASTILHO
Cuidados na cadeia
A decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne vem com a justificativa de que não conseguimos comprovar que os produtores atendem a exigências sanitárias europeias, especialmente não utilizarem, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.
Aparentemente, parece claro que, como não era sustentável dizer que valeria apenas para carne, o documento que passa a valer em 3 de setembro incluiu aves, tripas, equinos, produtos de aquicultura e mel, caso o país não apresente as garantias exigidas pelo bloco até setembro. É difícil imaginar abelhas silvestres sendo tratadas com medicamentos antimicrobianos. Também não exportamos carne de cavalo nem tilápia. Mas ainda assim eles estão na lista.
Até mesmo mel
O que todo esse quadro chama a atenção é como um produto como carne bovina virou instrumento de ação política entre os três maiores blocos econômicos e como o produtor precisou se adaptar.
Nos últimos anos, o Brasil precisou se adequar às exigências dos Estados Unidos em termos de barreiras sanitárias aplicadas aos frigoríficos locais. Depois, as exigências da China, que não compra carne de animais com mais de 30 meses, fizeram o Brasil passar a criar o chamado “Boi China”, que virou o novo padrão internacional.
Apesra das exportações consumo per capita de carne no Brasil caiu 40% em 25 anos. - REPRODUÇÃO/PIXABAY
Cortes brasileiros
Agora o Brasil terá que provar à União Europeia que o gado (criado com pasto e finalizado em 24 meses em confinamento) não usou, em vida, nenhum medicamento antimicrobiano. Tudo isso para os europeus poderem comer um corte especial de carne do Brasil.
Brasil registou queda nas vendas de cimento em maio de 2026. - Divulgação
Vendas de cimento
As vendas de cimento em maio de 2026 registraram uma queda de 1,0% em relação ao mesmo mês de 2025 e totalizaram 5,7 milhões de toneladas, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o setor apresentou um crescimento de 1,2% frente ao ano passado. No acumulado do ano (janeiro-maio), o desempenho registra elevação de 2,2%.
Conta de energia
Começou nesta segunda-feira (8) uma consulta pública da Aneel para aprovar a mudança da cobrança de franquia mínima pela disponibilidade da energia, paga desde 1975 por consumidores de baixa tensão, por um encargo fixo mensal. Hoje a cobrança mínima, regra atual, é uma quantia acrescentada à conta de luz quando o consumo mensal de energia de um imóvel é inferior ao considerado mínimo para custear o transporte de energia até ele.
A conta mensal está sendo cobrada dos consumidores de modo desigual – quem consome mais energia arca com um valor muito maior do que quem usa menos, pois esse custo está embutido no valor do quilowatt-hora. A Aneel quer a cobrança fixa, em R$ por unidade consumidora por mês. Porque os serviços comerciais da distribuidora, como a leitura do medidor e o envio da conta, independem do consumo de energia.
JUstiça do Ceará suspendeu a homologação do Leilão de Capacidade da Aneel realizado em março. - Divulgação
Leilão de Capacidade
A Justiça Federal do Ceará suspendeu a homologação do mega leilão de energia realizado pelo governo em março. No dia 21 de maio, a Aneel homologou o resultado das primeiras contratações, confirmando aproximadamente 2 GW. Nesta terça-feira, 9, a agência iria homologar o resultado para as usinas restantes, que serão contratadas a partir de 2027, o que corresponde a cerca de 17 GW.
A briga envolve os vencedores: a Eneva, empresa que pertence ao BTG, de André Esteves; a Âmbar Energia, dos irmãos Joesley e Wesley Batista; a Petrobras, controlada pelo governo federal; e a Casa dos Ventos, empresa de energia eólica do empresário cearense Mário Araripe.
T&A na Fiepe
Nesta terça (9), a T&A Pré-Fabricados S.A. receberá a Medalha do Mérito Industrial da FIEPE. Há 30 anos a empresa iniciou sua história com uma proposta inovadora para o mercado da construção civil no Nordeste: substituir métodos convencionais por soluções industrializadas em concreto pré-fabricado. E hoje está presente em vários edifícios, hotéis, shoppings e hospitais.
Promoção estratégica
A Associação das Pousadas de Fernando de Noronha promove capacitação em parceria com a Econoronha e a operadora FRT na próxima terça-feira (9),em Foz do Iguaçu. A iniciativa integra uma estratégia de promoção comercial voltada para fortalecer a presença de Fernando de Noronha em mercados emissores relevantes e estimular novas oportunidades de negócios para o setor turístico local.
Antonino Brasil
Nesta quinta-feira (11), a Antonino Brasil,representante exclusiva da marca na região, promove apresentação institucional voltada para arquitetos e parceiros estratégicos pelo fundador da empresa, Brunno Antonino. A empresa atua na importação, distribuição e representação de rochas naturais e possui exclusividade regional da Neolith, marca espanhola. A CEO de Neolith Américas, Michele Ballarini, e a gerente de vendas no Brasil, Adriana Macedo, recebem os convidados na sede da Antonino Brasil.
A banca italiana prepara-se para uma batalha de licitações pelo Monte dei Paschi di Siena (MPS), com o Intesa Sanpaolo e o Banco BPM a disputarem o controlo da instituição.
Esta segunda-feira, a Intesa anunciou uma oferta de 30,6 mil milhões de euros pela instituição financeira, o que criaria o segundo maior banco europeu considerando a capitalização de mercado.
A oferta também representa um prémio de 12,5% em relação à cotação final na sessão de sexta-feira.
O MPS é o banco mais antigo de Itália, sendo que a oferta da Intesa assume um valor de mercado de 27,4 mil milhões de euros. A instituição foi resgatada pelo governo italiano em 2017 e posteriormente reprivatizada em 2023 e 2024.
Desde então que a instituição é vista como um alvo apetecível para consolidação, em linha com várias operações desta natureza que têm ocorrido nos últimos semestres na economia italiana.
A oferta da Intesa surge depois de o BPM ter sinalizado, na passada semana, a sua intenção de discutir uma possível fusão com o MPS. Perante esta vontade do banco, o diretor executivo da Intesa, Carlo Messina, classificou a posição do BPM como “uma declaração de amor”, por oposição à oferta concreta e real da sua instituição.
A Intesa tornou-se no maior banco italiano depois de adquiri a UBI em 2020, saltando da quarta posição para o topo da banca transalpina e ultrapassando o UniCredit. Caso se confirme a aquisição do MPS, o novo banco passa o BNP Paribas e o BBVA como a segunda maior instituição financeira europeia, atrás apenas do Santander.
As ações da Intesa caíram mais de 2% durante a sessão desta segunda-feira, enquanto as do MPS valorizaram mais de 10%. Já o BPM valorizou modestamente, abaixo de 1%.
Hay restaurantes a los que uno vuelve para comprobar si siguen estando donde estaban. Y hay otros —poquísimos— a los que regresamos con la certeza de que jamás estarán en el mismo sitio, aunque conserven dirección, teléfono y coordenadas GPS. DiverXO pertenece desde hace mucho tiempo a esta segunda especie: la de los animales mutantes, las criaturas de laboratorio, los ovnis con mantel, los templos paganos donde la cocina no se limita a alimentar, sino que aspira a secuestrar al comensal durante cuatro horas y devolverlo, al final, un poco más contento, más confuso y más reconciliado con la vida.
Con la llegada de los golpes de calor, miles de personas que practican running se enfrentan al mismo desafío cada año: adaptar sus entrenamientos a las altas temperaturas. Aunque correr sigue siendo una de las actividades físicas más accesibles y populares, hacerlo en condiciones extremas puede afectar tanto al rendimiento como a la salud. Por eso, los especialistas insisten en la importancia de modificar ciertos hábitos durante los meses estivales.
Pablo Lucero, corredor y embajador de Iam Ziva Running Club, considera que la prevención es la mejor herramienta para seguir disfrutando de este deporte cuando suben los termómetros. En este sentido, lanza una recomendación que, aunque pueda parecer evidente, sigue siendo fundamental: "El mejor consejo que se puede dar es evitar las horas de mayor calor".
Según explica, muchas personas subestiman el impacto que las altas temperaturas tienen sobre el organismo durante el ejercicio físico. Correr bajo una exposición intensa al sol no solo incrementa la sensación de fatiga, también aumenta el riesgo de sufrir deshidratación, golpes de calor o problemas relacionados con el sobreesfuerzo. Por ello, Lucero recomienda trasladar los entrenamientos a las primeras horas de la mañana o al final de la jornada. De hecho, destaca especialmente la experiencia de correr durante las noches de verano. "Salir a correr en las noches de verano es maravilloso", señala. Además de unas temperaturas más suaves, estos horarios suelen permitir una práctica más cómoda y segura, especialmente en zonas urbanas donde el asfalto acumula calor durante gran parte del día.
La importante de beber agua
La hidratación es otro de los aspectos que considera imprescindibles. "No dejes la hidratación de lado" advierte. Mantener un correcto aporte de líquidos antes, durante y después del ejercicio resulta esencial para compensar la pérdida de agua producida por el sudor y evitar una disminución del rendimiento físico. Los expertos coinciden en que la sensación de sed no siempre es un indicador suficiente, por lo que recomiendan establecer pautas de hidratación adaptadas a la intensidad del entrenamiento y a las condiciones ambientales.
Con qué complementar el running
Más allá de los consejos específicos para el verano, Lucero también pone el foco en una cuestión que considera clave para cualquier corredor: la necesidad de complementar el running con otras disciplinas. A su juicio, existe la tendencia a pensar que correr es suficiente para mantenerse en forma, cuando en realidad un programa de entrenamiento equilibrado debe trabajar distintas capacidades físicas.
El experto insiste en que el running debe entenderse como una parte de una preparación más amplia. "A nivel deportivo es importante hacer sesiones de trabajo de running con otras capacidades: resistencia, fuerza, velocidad y flexibilidad", afirma. Esta última, añade, "suele ser una de las grandes olvidadas dentro de las rutinas de entrenamiento". El trabajo de fuerza, por ejemplo, contribuye a mejorar la estabilidad muscular y puede ayudar a reducir el riesgo de lesiones. La velocidad permite desarrollar una mayor eficiencia en carrera, mientras que los ejercicios de movilidad y flexibilidad favorecen una mejor amplitud de movimiento y una recuperación más completa.
"Estoy aquí para ayudar a todos y cada uno de los que acudan a los entrenamientos y se vinculen con el movimiento IAM y su club de running", explica, y añade que quieren que "correr sea la herramienta para conectar, disfrutar y mejorar el bienestar físico y mental de cada uno, sin importar el nivel del que parta". El proyecto, según detalla, está abierto a perfiles muy diversos, desde corredores con experiencia que pueden compartir conocimientos con otros participantes hasta personas que nunca han practicado este deporte y desean iniciarse de manera progresiva.
Lucero defiende una práctica responsable basada en la constancia y en la adaptación a las circunstancias de cada temporada. Durante el verano, esto implica escuchar al cuerpo, respetar las condiciones meteorológicas y no descuidar aspectos tan básicos como la hidratación o los horarios de entrenamiento. Aunque correr sea una actividad relativamente sencilla, hacerlo de forma inteligente puede marcar la diferencia entre disfrutar del ejercicio o asumir riesgos innecesarios. Y cuando el calor aprieta, la prudencia sigue siendo una de las mejores aliadas para cualquier corredor.
A morte de uma cadela e o diagnóstico de novos casos de cinomose entre cães comunitários acenderam um alerta no campus da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. A situação mobilizou estudantes e voluntários que atuam na proteção dos animais que circulam pela instituição.
Segundo relatos de voluntários, três cães receberam diagnóstico confirmado da doença e permanecem em tratamento. Outros quatro animais apresentaram sintomas compatíveis com a infecção viral, considerada altamente contagiosa entre cães.
Parte dos animais recebeu atendimento em clínica veterinária particular, enquanto outro permaneceu sob cuidados de uma voluntária dentro do campus. As despesas com medicamentos, consultas e exames foram custeadas por meio de campanhas de arrecadação organizadas por estudantes.
Integrantes do grupo responsável pelos cães comunitários afirmaram que a falta de um programa permanente de controle sanitário pode ter favorecido a disseminação da cinomose. Eles defendem a ampliação das ações de vacinação e acompanhamento dos animais que vivem na universidade.
Em nota, a Universidade Federal de Goiás informou que acompanha os casos e destacou que a cinomose possui caráter sazonal no campus, com ocorrências registradas em diferentes anos. A instituição ressaltou que a chegada frequente de novos animais dificulta o controle completo da doença.
O Hospital Veterinário da UFG informou que realizou avaliações clínicas, testes diagnósticos e orientações técnicas para os casos suspeitos. A unidade explicou que não interna animais com cinomose devido a protocolos de biossegurança destinados à proteção de outros pacientes.
De acordo com a UFG, a maior parte dos cães comunitários recebe vacinação e acompanhamento por meio de ações conjuntas entre o Hospital Veterinário, a Secretaria de Promoção da Segurança e Direitos Humanos e grupos de voluntários. A instituição também reforçou que a cinomose não representa risco de transmissão para seres humanos
Um novo mapa de satélite, pensado para a previsão de incêndios e inserido numa ferramenta tecnológica ligada à propriedade rústica, permite verificar qual o território mais suscetível ao fogo este verão, ao nível das freguesias de Portugal continental.
“Este ano, pode verificar o seu terreno antes da chegada do verão. Pela primeira vez em Portugal, um mapa de satélite de 10 metros mostra as condições de fogo deste ano para cada parcela do país”, revelaram os promotores da plataforma “LandOS – A Minha Terra”.
À agência Lusa pela Lusa, Pedro Rocha, da equipa de desenvolvimento do projeto, explicou que o novo mapa foi criado por uma empresa dos Países Baixos “que trabalha em modelos matemáticos e inteligência artificial, mas com foco muito grande na prevenção de incêndios”.
“Através da introdução de outras variáveis, conseguiu gerar esse mapa, que nos dá uma previsibilidade sobre as zonas onde há mais risco de incêndio”, observou.
Frisou que a “LandOS” utiliza como base informação oficial produzida por entidades do Estado, “que usam uma série de informação, estatística, climática e outra, para calcular o risco de incêndio, e estes mapas de risco estrutural são tecnicamente muito bem feitos”. Estes mapeiam as condições da paisagem – do relevo, ao declive, tipo de vegetação ou histórico de uso do solo – que tornam o fogo mais provável.
Perante o risco estrutural existente em Portugal – consubstanciado num mapa “que não mexe ou muda de 10 em 10 anos” – a “LandOS foi à procura de criar um mapa de risco sazonal, como o que agora apresenta”.
“Olhamos para o que sucedeu no último inverno, da quantidade de precipitação, à presença de vegetação, à madeira acumulada, todas essas novas variáveis e também onde ardeu no verão passado, zonas com pouco ou nenhum coberto vegetal este ano, mas que no mapa estrutural continuam com risco elevado de incêndio”, vincou Pedro Rocha.
O novo mapa não funciona, no entanto, em tempo real: “Não diz dia a dia, hora a hora, onde está o risco. É um mapa que, à entrada do verão, nos diz, por exemplo, onde a situação é pior. E isso vai-nos ajudar, no futuro, a orientar recursos para a limpeza”, observou.
Pedro Rocha deu o exemplo do Alentejo, onde, no último inverno, choveu muito: “Se virmos no risco estrutural, pode aparecer num nível baixo. Mas se formos ao sazonal, vamos ver que há zonas que aparecem com risco alto”, indicou.
Na página da plataforma, onde se lê que “uma em cada três freguesias apresentam sinais elevados de combustível e vegetação esta época”, constam ainda outros dois exemplos, consultados pela Lusa, um deles sobre a zona do Interior Centro (concelhos da Pampilhosa da Serra, Arganil e Covilhã).
“Está entre os concelhos de maior risco estrutural em Portugal. Os incêndios de 2025 arderam grande parte desta região – a camada [do mapa] sazonal de 2026 reflete isso, o combustível desapareceu e o risco, este ano, é claramente inferior ao que a base estrutural sugere”.
O outro exemplo incide sobre o interior algarvio, “historicamente uma das zonas de menor risco no mapa estrutural”.
No entanto, a “LandOS” avisa que após um inverno “invulgarmente chuvoso, a camada de satélite mostra vegetação elevada em partes do interior – combustível que normalmente ali não existe”.
Outros dados disponíveis na plataforma tecnológica mostram que uma parte significativa de áreas florestais do interior Norte e Centro do país ardeu três ou mais vezes nos últimos 20 anos, constatando que certas paisagens, em Portugal, estão estruturalmente predispostas a arder.
A Goldenergy, comercializadora de eletricidade e gás natural, e a Panike, líder no setor da panificação e pastelaria ultracongelada, formalizaram uma parceria estratégica. O objetivo é reforçar a transição energética da indústria de panificação em Portugal através do fornecimento de biometano com garantias de origem certificadas.
Este acordo marca a expansão da Goldenergy na introdução de gases renováveis no tecido industrial português, uma vez que a empresa já fornece biometano a setores como a cerâmica e o têxtil, além do turismo. O fornecimento à Panike foi reforçado em junho de 2026, com um aumento dos volumes adquiridos, representando atualmente cerca de 2% do consumo total de gás da empresa.
Henrique Soares, CEO e fundador da Panike, afirmou que “esta incorporação ecológica será implementada nas três unidades industriais da PANIKE – Maia, Santo Tirso e Tondela – e constitui mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa.” Ele acrescentou que a utilização de biometano complementa os investimentos em eficiência energética e eletrificação, permitindo a descarbonização de processos produtivos que ainda dependem de energia térmica.
Miguel Checa, General Manager da Goldenergy, expressou o seu orgulho em apoiar a Panike na sua jornada rumo à neutralidade carbónica, destacando que a empresa já descarbonizou 15 empresas em Portugal através do biometano. Esta parceria representa a estreia da Goldenergy no abastecimento de biometano ao setor alimentar, alargando a sua quota de descarbonização industrial.
O biometano utilizado garante compatibilidade com as redes de transporte existentes, permitindo à Panike complementar a descarbonização do seu processo de fabrico sem a necessidade de investimentos adicionais em novos equipamentos ou alterações estruturais nas suas linhas de produção atuais.
O lentíssimo serviço dos CTT na Madeira continua a aborrecer e prejudicar os utentes, gerando revolta entre os residentes nesta região autónoma, que têm que aguardar prazos absurdos enquanto o seu correio, ou mais especificamente, as encomendas “dormem” o sono dos justos num qualquer armazém. A irritação é tanta que já há quem, em desespero […]
O incêndio rural que deflagrou este domingo, dia 7 de junho, na zona do Monte da Negrita, em Santo Aleixo da Restauração, no concelho de Moura, está atualmente em fase de rescaldo, «mantendo-se no terreno um dispositivo operacional destinado a consolidar o rescaldo e a prevenir eventuais reacendimentos», informou hoje o Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura.
De acordo com a «avaliação provisória efetuada», o incêndio terá consumido «aproximadamente 700 hectares, afetando sobretudo áreas de pasto, mato e sobreiro», acrescentou.
Apesar da evolução favorável da situação, os trabalhos prosseguem no terreno até estarem garantidas todas as condições de segurança.
Nas operações de combate ao fogo estiveram ontem envolvidos cerca de 160 operacionais, apoiados por 30 veículos terrestres e seis meios aéreos.
De acordo com a «avaliação provisória efetuada», o incêndio terá consumido «aproximadamente 700 hectares, afetando sobretudo áreas de pasto, mato e sobreiro», acrescentou aquele
Por isso, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura expressou «o seu reconhecimento a todos os agentes de proteção civil envolvidos na resposta a esta ocorrência, cujo empenho e profissionalismo foram determinantes para o controlo do incêndio e para a proteção de pessoas, bens e património natural».
A Proteção Civil de Moura salientou que «continuará a acompanhar a evolução da situação, prestando informação sempre que se justifique».
La fórmula de comprar un piso para reformar no es nueva, pero ha evolucionado. Es una alternativa atractiva para los particulares que buscan vivienda a precios más ajustados en zonas tensionadas y con escasa oferta lista para entrar a vivir. También para inversores que quieren obtener retornos a través de la rehabilitación y reventa. Sin embargo, este tipo de producto escasea en el centro de las grandes ciudades y, además, los altos precios hacen que muchas operaciones no compensen. Por esto, el interés se ha desplazado unos kilómetros: ahora la búsqueda se concentra sobre todo en el extrarradio y en municipios cercanos con buena conexión.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico acionou o plano de gestão de excedentes manobrando a redução da carga em 1 GW entre 10h e 14h. Segundo o ONS, a medida foi indicada para poder equilibrar a alta geração de micro e minigeração distribuída, combinada a uma carga menor por conta do final de semana prolongado em função do feriado de Corpus Christi. Foi a primeira vez que ONS precisou fazer esse tipo de manobra.
A decisão do ONS não foi uma operação normal do gestor do sistema elétrico brasileiro. Ele precisou fazer isso porque simplesmente não tinha como cortar o fornecimento de 1 GW, como pode determinar a todos os demais atores de geração de energia no Brasil.
O ONS simplesmente não tem o poder de, como diz o seu comunicado, interromper o fornecimento da geração distribuída porque(por um desses absurdos do setor elétrico), ela entra direto na rede das distribuidoras e passa a ser consumida.
Essa situação é hoje um dos assuntos de maior preocupação no setor elétrico porque decorre de toda uma situação que foi criada no passado quando o discurso de geração distribuída foi vendido aos brasileiros que passaram a ter a condição de através de placas solares gerar sua própria energia, injetá-la na rede da distribuidora a qual está conectada e receber o crédito como redução de sua conta mensal.
Do ponto de vista social foi um avanço extraordinário a ponto de hoje existir um parque gerador nos tetos de casas e empresas capaz de gerar quase 50 GW (49.227 MW) correspondentes a quase 20% (19,5%) de tudo que o Brasil pode gerar e metade do que efetivamente vem consumindo.
Modelo de Geração Distribuída - Divulgação Aneel
O problema da GD é que ela entra direto na rede e define o que as distribuidoras precisam comprar das geradoras. E devido à legislação o próprio mando do ONS está comprometido em relação a ela. Hoje 4,13 milhões de unidades consumidoras que contam com créditos gerados nas quase 2,9 milhões de centrais instaladas no país
Por exemplo: quando qualquer uma das usinas geradoras de energia ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) produz um volume de energia que excede a capacidade de absorção do mercado ao longo do dia, o ONS determina que ela corte seu fornecimento.
Esse gesto chama-se curtailment (quando o ONS se recusa a receber a energia dos parques solares e eólicos), o que atualmente é motivo de uma enorme controvérsia no setor elétrico sobre quem vai pagar por essa perda de faturamento. Inclusive com judicialização.
Porém, no caso da GD, o ONS é apenas comunicado pelas distribuidoras que vão precisar de uma menor quantidade de energia. Especialmente durante o dia quando o sol está gerando energia nas placas fotovoltaicas.
Mas essa é apenas uma face da moeda. Desde a sua criação o programa de incentivo da geração de energia distribuída conta com incentivos seja de linhas de crédito com juros subsidiados seja com o não pagamento do uso da rede de transmissão.
GD goza de subsídios do governo
Esse subsídio é cobrado a todos os consumidores através da Conta de Desenvolvimento Econômico (CDE) que todo consumidor pode constatar na sua fatura com o nome de Encargos Setoriais.
Em 2026, apenas a parte relativa ao subsídio à GD na conta dos demais consumidores brasileiros será de R$6,8 bilhões, além dela, existe a despesa de mais R$19,6 bilhões para as demais fontes incentivadas. Toda a conta da CD vai somar R$ 52,66 bilhões.
Para completar, o cenário é de crescimento da GD. Em 2030, segundo o próprio ONS ela deve representar um quarto de toda energia que pode ser gerada no Brasil com previsão de 79 GW ( 69,28 GW). E essa perspectiva originou uma interferência direta do Congresso no setor elétrico.
No ano passado, ao analisar o projeto de lei do Combustível do Futuro (PL 528/2020), os deputados aprovaram um jabuti (emenda, estranha aos objetivos do PL) que prorrogou de 12 para 30 meses o prazo de transição instituído no marco legal da geração distribuída (lei 14.300/2022) e amplia a quantidade de projetos de Minigeração Distribuída que receberão subsídios até o ano de 2045.
Isso quer dizer que a GD vai continuar e ao ONS parece estar reservada a missão de gerenciar as crises que essa situação vai criar. No setor elétrico cresce um entendimento de que o ONS precisa ter poder de cortar a geração de GD.
É um assunto delicado porque o segmento se fortaleceu politicamente e a maior prova de que tem força foi a manutenção de todos os subsídios de que goza atualmente. Isso já é motivo de um embate com os produtores de energia solar e eólica através de grandes parques que estão sendo comunicados todos os dias de interrupções de fornecimento. Se queixam de que pagam o curtailment para a BG se beneficiar dos subsídios.
Geração de energia solar em grandes parques. - Divulgação
Energias renováveis viraram problema
A questão das energias renováveis de solução virou um problema. Quando se junta todo o que a GD pode produzir mais as usinas eólicas 13,7%, mais os parques solares 8,5%, tem um total de 41,7% de todo o parque de geração do Brasil. Tudo aconteceu muito rápido. A geração de energia solar começou em 1992. A solar no ano de 2012 quando nasceu o programa de estímulo à GD.
Mesmo que a primeira hidrelétrica (Marmelos) do Brasil tenha sido inaugurada em 1889 em Minas Gerais e a usina de Angiquinhos tenha sido inaugurada, em 1913, por Delmiro Gouveia, na cachoeira de Paulo Afonso, o Brasil levou quase 90 anos para se tornar um país hidroelétrico com Furnas e a Chesf. As renováveis conquistaram metade do parque de geração em pouco mais de 30 anos.
O problema é que em 20 anos, o governo deu às energias renováveis um grande volume de subsídios que os brasileiros pagam até hoje e devem continuar pagando por décadas. O gesto do ONS neste domingo para equilibrar a alta geração de micro e minigeração distribuída é um atestado de que já não controla 100% do Sistema Interligado Nacional.
Isso não quer dizer que ele tenha perdido as condições de gerenciar com enorme eficiência a distribuição de um insumo estratégico como a geração de energia num país continental como o Brasil. Não se trata disso.
O que o evento inédito deste domingo apenas põe em evidência é a necessidade de o Ministério das Minas e Energia e todos os demais órgãos do setor elétrico voltarem à mesa de trabalho para rediscutir o assunto.
O Brasil sempre planejou seu consumo de energia com base nas projeções de crescimento de uma década. Infelizmente o que estamos observando é que passou a fazer isso em função da oferta de geração. Claro que abrir essa discussão num ano de eleição é muito difícil.
Mas não dá para achar que o sistema de geração de energia elétrica pode funcionar dependendo de uma matriz que representa 27% do parque gerador e que para quando o sol se põe todos os dias. Com todas as repercussões que isso possa ter a partir deste domingo.
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