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Al final solo encontrarán arena: la reconstrucción de Gaza prolonga la devastación

La Convención de las Naciones Unidas sobre el Genocidio aprobada en 1948 especifica cinco actos que constituyen este crimen cuando se cometen con la intención de destruir, totalmente o en parte, a un grupo. Los dos primeros abarcan los asesinatos en masa y los daños físicos o mentales de gravedad. El cuarto y el quinto tienen que ver con la interrupción de la continuidad biológica de un grupo. La tercera consideración (…) prohíbe “imponer deliberadamente al grupo unas condiciones de vida calculadas para provocar su destrucción física”. Es decir, las formas indirectas de matar, que no golpean frontalmente a los seres humanos, sino el entorno en el que viven. Para que las “condiciones de vida” sean adecuadas hacen falta edificios, hospitales, infraestructuras sociales, redes de alcantarillado y de suministro de agua, la red eléctrica y la agricultura. La destrucción o degradación intencionada de esas estructuras disminuye la capacidad de sobrevivir de una población y, por consiguiente, es una forma de aniquilación lenta y tortuosa.

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© Majdi Fathi (NurPhoto / Getty Images) (EL PAÍS)

Una mujer palestina en un edificio atacado por Israel en la ciudad de Gaza, el pasado mayo.
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La revolución de los flamencos se levanta contra los megaproyectos de la familia Trump en Albania: “Nuestro país no está en venta”

“Albania no está en venta”. Ese es el grito de batalla que se ha apoderado de Tirana, la capital del país, durante las últimas dos semanas. Miles de personas han salido a las calles este jueves para protestar por duodécimo día consecutivo contra dos megaproyectos turísticos impulsados por Ivanka Trump y Jared Kushner, la hija y el yerno del presidente de Estados Unidos, en un rincón paradisíaco en la costa del mar Adriático. “Este es nuestro hogar y venimos a defenderlo”, afirma Ana Kodra, una manifestante de 22 años, que lleva atada a sus espaldas la bandera del país.

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© Florion Goga (REUTERS)

Manifestantes protestan en Tirana contra dos megaproyectos impulsados por la familia Trump, el miércoles.
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CE desafia Governos a investir em habitação acessível

Vice-presidente da CE afirma que UE investiu "mais de 900 milhões de euros em projetos de redes, investimentos em eficiência energética, habitação, desenvolvimento urbano sustentável", entre outros.

© Anadolu via Getty Images

"A habitação sustentável a preços acessíveis deve ser uma prioridade e deve estar em consonância com o novo equilíbrio europeu", afirmou Raffaele Fitto.
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PS preocupado com aumento de encargos com habitação

BCE decide aumento das taxas de juro esta quinta-feira e Carneiro pede ao Governo que "pare, escute e olhe" para propostas, tendo em conta que a prestação da habitação aumenta há oito meses.

© RUI MINDERICO/LUSA

Para o líder socialista, "o aumento do custo de vida com os bens alimentares essenciais, com os combustíveis, a eletricidade e o gás", a par do "aumento expectável consecutivo com os juros dos empréstimos à habitação", justificam que o Governo "pare, escute e olhe para as propostas do PS"
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Alexandra Lange, Pulitzer de Crítica 2025: “Hemos hecho la infancia demasiado segura”

Alexandra Lange, en la entrada de la Librería Verbena, de Madrid, donde atendió a EL PAÍS.

Sale del colegio y va directo a Inglés. Después tiene entrenamiento y, más tarde, clases de música. Y cuando por fin llega a casa, apenas le queda tiempo para jugar. Buena parte de su jornada ha transcurrido en espacios diseñados por adultos, siguiendo horarios fijados por adultos y participando en actividades organizadas por adultos. En una época en la que las familias dedican enormes esfuerzos a elegir colegio, actividades extraescolares o métodos educativos, pocas veces se plantean una pregunta distinta: ¿qué aprenden los niños de los espacios que frecuentan cada día?

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La crítica y autora Alexandra Lange, en el interior de la Librería Verbena, en el madrileño barrio de La Latina.
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Capital nicaragüense destaca en Europa por gestión urbana

Managua, 10 jun (Prensa Latina) La capital de Nicaragua fue incluida en una agenda urbana utilizada en Europa para promover buenas prácticas de ciudades sostenibles, reconocimiento que destaca a la ciudad como un referente regional, resaltan hoy aquí medios locales de prensa.

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¿Qué queda por construir? Las dos manzanas de viviendas que necesita la Sagrada Familia para ser terminada

Para los barceloneses, el conflicto entre la Sagrada Familia y sus vecinos de enfrente no es nuevo. El desacuerdo aparece de manera cíclica cada vez que la finalización del templo acecha: las edificaciones habitadas deberían ser expropiadas y demolidas para encajar la gran escalinata y la amplia avenida previstas en algunos planos.

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Fuente: Planos firmados en mayo de 1885 por el arquitecto Antoni Gaudí i Cornet. Archivo Municipal de Barcelona.Fuente: Proyecto de la plaza estelada alrededor de la Sagrada, Arquitecto Antoni Gaudí. Octubre 1916. Archivo Municipal de Barcelona.Documento de 1975 que certifica que la escalinata del templo no es de Antoni Gaudí. Asociación de Vecinos de la Sagrada Familia (vía La Vanguardia).
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Chega diz que há casas "abandonadas" na Terceira

Seis habitações na Terra Chã foram emparedadas pelo Governo Regional. O Chega promete requerimento na Assembleia para apurar responsabilidades políticas.

© ANTÓNIO ARAÚJO/LUSA

"É uma incompetência, deixar casas que poderiam ser aproveitadas ao abandono, por tricas políticas", afirmou Francisco Lima
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Costa defende mais apoios da UE para habitação acessível

O presidente do Conselho Europeu discursou na abertura do Festival da Nova Bauhaus Europeia, em Bruxelas, defendendo uma resposta europeia a vários níveis para a crise de habitação.

© ANDREJ CUKIC/EPA

Para António Costa, é crucial o "envolvimento de todas as partes" na remodelação dos espaços públicos
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TGV traz ponte com duplo tabuleiro ao rio Douro e demolições a Campanhã

O projeto de execução da linha de alta velocidade no Porto e em Gaia confirma várias demolições de edifícios em Campanhã para a expansão da estação, mas o impacto habitacional em Gaia é reduzido face ao projeto anterior. De acordo com o projeto de execução referente ao troço de Espinho, Porto e Gaia da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, em consulta pública até dia 29, é possível ver que se mantém a previsão de demolições no Porto, entre as quais 44 habitações, sete atividades económicas (incluindo a bomba de gasolina na Avenida Gustave Eiffel) e três edifícios de outras categorias.

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Albufeira acolhe conferência sobre o Decreto Lei 108/2026 do ‘Novo Urbanismo’ publicado a 29 de maio

15 de junho – 09h00 / 16h00 ‘O NOVO URBANISMO – AS TRANSFORMAÇÕES IMPLEMENTADAS NA GESTÃO DO TERRITÓRIO PELO DECRETO – LEI N.º 108/2026’

Numa iniciativa do urbanista António Góis Nóbrega e integrada no Ciclo de Conferências sobre Urbanismo, Habitação e Qualidade de Vida, por si promovido e sem quaisquer fins lucrativos, decorre no Salão Nobre da Câmara Municipal de Albufeira, no próximo dia 15 de junho, entre as 09h00 e as 16h00, a conferência subordinada ao tema: ‘O Novo Urbanismo – As Transformações Implementadas na Legislação do Território, pelo Decreto Lei N.º 108/2026’.

Publicado no dia 29 de maio, este normativo vem alterar profundamente, alguns dos aspetos essenciais da legislação que envolve a gestão urbanística.

A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, INEVITÁVEL NA GESTÃO URBANÍSTICA, A RESOLUÇÃO DE CONFLITOS POR ARBITRAGEM E A RESPONSABILIZAÇÃO DOS INTERVENIENTES SÃO TEMAS A DEBATER E A APROFUNDAR

O novo diploma alivia e até isenta o controlo prévio municipal dos projetos e das obras em muitas situações, remetendo ao promotor e aos técnicos responsáveis a responsabilidade pelo cumprimento da lei e consequentemente da segurança e salubridade, mas estabelecem prazos para controlo sucessivo das operações urbanísticas.

ATÉ QUE PONTO AS AUTARQUIAS ASSUMIRÃO A RESPONSABILIDADE CIVIL PELOS ATOS PRATICADOS NO ÂMBITO DA GESTÃO URBANÍSTICA?

O planeamento e a gestão do território envolvem matéria fundamental em todos os setores relacionados com a vida humana.

A terra representa o suporte da existência e estabelece as suas regras específicas quanto á forma como o ser humano deve desenvolver as suas atividades.

NESTE EVENTO SERÃO DEBATIDAS, FRONTALMENTE, QUESTÕES PERTINENTES E DE SUSTENTABILIDADE DE TODO O SISTEMA DE CONTROLO PÚBLICO NO ÂMBITO DA GESTÃO URBANÍSTICA

A defesa, a sobrevivência, a seguranças, a saúde pública ou privada, a habitação, a família, a educação, cultura, tudo acontece no meio em que vivemos.

O debate objetivo e produtivo, a partilha de informação e a troca de conhecimentos neste domínio, mostra-se tão relevante como a qualidade da sociedade que construímos.

A NOVA LEI ALIVIA O CONTROLO PREVENTIVO POR PARTE DA CÂMARAS MUNICIPAIS, ASSIM, A PERGUNTA: SEM O CONTROLO PRÉVIO DAS CÂMARAS MUNICIPAIS, COM QUE METODOLOGIA, A ENGENHARIA GARANTIRÁ A SEGURANÇA E SALUBRIDADE DAS EDIFICAÇÕES?

Foram convidadas a participar em parceria, entre outras, as Ordens Profissionais diretamente envolvidas e que desempenham um papel fulcral, tanto na interpretação das regras, como e especialmente, na sua aplicação prática.

Foram convidados a participar na conferência:

  • Ordem dos Engenheiros; – (confirmada)
  • Ordem dos Advogados – (confirmada)
  • ASMIP – Associação dos Mediadores do Imobiliário – (confirmada)
  • Ordem dos Arquitetos;
  • O Prof. Doutor Rosaldo Rossetti – Categrático Especialista em Inteligência Artificial aplicada ao urbanismo – U. Porto
  • Associação Portuguesa de Arbitragem – Inovação na Resolução de Conflitos na Gestão Urbanística – DL 108/2026
  • A APPC _ Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores

Participam ainda, como oradores:

  • Dr. João Luis Gonçalves – Procurador – Tribunal Central Administrativo – Autor do Livro – ‘A Responsabilidade Civil das Autarquias’
  • António Góis Nóbrega – Urbanista e organizador do Ciclo de Conferências – URBANISMO, HABITAÇÃO E QUALIDADE D VIDA.

ENVOLVIDOS TÉCNICOS PROJETISTAS E DIRETORES DE OBRAS, A FIM DE SE APROFUNDAR A DIGNIDADE DO TERMO DE RESPONSABILIDADE, OU SEJA, O TERMO SUBSCRITO PELO TÉCNICO, GARANTIRÁ, EFETIVAMENTE, O CUMPRIMENTO DA LEGALIDADE E A SEGURANÇA JURÍDICA.

Estas e muitas outras questões importantes e oportunas, serão abordadas nesta Conferência que tem como Media Partner o jornal diariOnline Região Sul. O debate consciente e informado é a base essencial de qualquer política pública credível.

Tendo em consideração a lotação da sala, as inscrições serão aceites pela ordem de registo e regularização. A participação na conferência tem um custo de 90,00€, valor que deve ser pago através de transferência bancária para o NIB: 0045.7012.4000.1231702.11, enviando depois o comprovativo para o e-mail: urbanismoordenamento@gmail.com. Para participar pode inscrever-se clicando aqui.

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Conferência em Albufeira debate impacto das novas regras do urbanismo

Albufeira recebe, no dia 15 de junho, entre as 9:00 e as 16:00, a conferência “O Novo Urbanismo — As Transformações Implementadas na Gestão do Território pelo Decreto-Lei n.º 108/2026”, uma iniciativa do urbanista António Góis Nóbrega, integrada no Ciclo de Conferências sobre Urbanismo, Habitação e Qualidade de Vida.

O encontro, sem fins lucrativos, pretende analisar as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 108/2026, de 29 de maio, diploma que revê o regime aplicável ao licenciamento de operações urbanísticas e procede a alterações ao Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, ao Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, ao Regulamento Geral das Edificações Urbanas e ao Decreto-Lei n.º 10/2024, segundo o Diário da República.

Alterações ao controlo municipal

Segundo a organização, o novo quadro legal “vem alterar profundamente alguns dos aspetos essenciais da legislação que envolve a gestão urbanística”, ao aliviar, em várias situações, o controlo prévio municipal sobre projetos e obras, reforçando a responsabilidade de promotores e técnicos pelo cumprimento da lei, bem como pelas condições de segurança e salubridade das edificações.

A conferência terá como eixos principais a aplicação da inteligência artificial à gestão urbanística, a resolução de conflitos por arbitragem e a responsabilização dos intervenientes nos procedimentos urbanísticos. Em debate estarão também os impactos do novo diploma no papel das câmaras municipais e na atuação dos técnicos projetistas, diretores de obra e demais profissionais envolvidos.

Entre as questões que a organização pretende colocar em discussão estão a responsabilidade civil das autarquias nos atos praticados no âmbito da gestão urbanística e a forma como a engenharia poderá garantir a segurança e salubridade das edificações num contexto de menor controlo prévio municipal.

Responsabilidade dos técnicos em análise

O programa prevê ainda uma reflexão sobre a “dignidade do termo de responsabilidade”, isto é, sobre o alcance efetivo da declaração subscrita pelos técnicos responsáveis e a sua capacidade de assegurar o cumprimento da legalidade e a segurança jurídica dos processos.

Foram convidadas a participar várias entidades profissionais e associativas ligadas ao urbanismo, construção, direito e mediação imobiliária, incluindo a Ordem dos Engenheiros, a Ordem dos Advogados, a ASMIP — Associação dos Mediadores do Imobiliário, a Ordem dos Arquitectos, a Associação Portuguesa de Arbitragem e a APPC — Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores.

De acordo com a informação enviada pela organização, estão confirmadas as participações da Ordem dos Engenheiros, da Ordem dos Advogados e da ASMIP.

Oradores e inscrições

Entre os oradores anunciados estão João Luís Gonçalves, procurador no Tribunal Central Administrativo e autor do livro “A Responsabilidade Civil das Autarquias”, e António Góis Nóbrega, urbanista e organizador do Ciclo de Conferências Urbanismo, Habitação e Qualidade de Vida.

A organização sublinha que “o debate consciente e informado é a base essencial de qualquer política pública credível” e considera que a partilha de conhecimento nesta área é determinante para a qualidade da sociedade e do território.

As inscrições estão sujeitas à lotação da sala e serão aceites por ordem de registo e regularização. O formulário de inscrição está disponível em: https://forms.gle/YzxQ3jvKR7h74gTt5

Leia também: António Nóbrega promove conferência em Albufeira sobre as novas regras do urbanismo

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