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La Ley del Cine recibe los apoyos para su aprobación antes de fin de año con el sí de Junts y tras superar el veto de PP y Vox

Por fin, la Ley del Cine y de la Cultura Audiovisual tendrá fecha de estreno. Al menos, ya tiene más claro su recorrido, tras recibir esta mañana el apoyo de Junts per Catalunya. De la Ley del Cine se sabía prácticamente todo: el nombre, las intenciones, las principales medidas, el contenido del articulado. Se quedó a un paso de la meta, en 2023, debido al adelanto electoral, porque ya estaba escrita con Miquel Iceta como ministro de Cultura y Beatriz Navas como directora del ICAA. Volvió a salir con un texto idéntico del Consejo de Ministros en junio de 2024 para acelerar su aprobación en el Congreso, donde se tramitó por la vía de urgencia. El Ministerio de Cultura pretendía que saliera adelante en 2024. Eso no ocurrió. En mayo, en el festival de Cannes, el ministro de Cultura, Ernest Urtasun, explicó a EL PAÍS que solo faltaban unos flecos para presentar el articulado a trámite parlamentario. Y uno de esos inconvenientes era la necesidad de apoyo de Junts para poder ser aprobada. Hasta esta mañana.

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El ministro de Cultura, Ernest Urtasun, a la salida del Congreso de los Diputados, este jueves.

© Manolo Pavón

Rodrigo Sorogoyen dirige a Javier Bardem y Victoria Luengo en el rodaje de 'El ser querido'.
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Doing Business Angola regressa a Lisboa a 15 de julho para a sua 4.ª edição

O Doing Business Angola (DBA) está de regresso para a sua 4.ª edição, que terá lugar no próximo 15 de julho, no EPIC SANA Lisboa Hotel, nas Amoreiras, reunindo empresários, investidores, decisores políticos e líderes de diversos setores económicos para debater os desafios e oportunidades que marcam o futuro da economia angolana.

Depois do sucesso das edições anteriores, o evento promovido pelo Jornal Económico e pela Forbes África Lusófona afirma-se como uma plataforma privilegiada para fortalecer as relações económicas entre Angola e Portugal, promover o investimento e estimular novas parcerias empresariais.

A edição de 2026 promete colocar em destaque alguns dos temas mais relevantes para o desenvolvimento económico angolano, num contexto internacional marcado por profundas transformações geopolíticas, energéticas e tecnológicas. O programa abordará áreas estratégicas para o crescimento sustentável do país, promovendo um diálogo aberto entre o setor público e privado e partilhando experiências de quem investe e faz negócios no terreno.

Ao longo do dia, os participantes terão acesso a painéis de discussão, intervenções de especialistas e momentos de networking qualificado, num ambiente pensado para gerar conhecimento, oportunidades de negócio e novas perspetivas sobre o mercado angolano.

Reserve já a data na sua agenda: 15 de julho de 2025, EPIC SANA Lisboa Hotel.

Em breve serão divulgados mais detalhes sobre o programa, oradores e inscrições.

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Mãe e criança com Ébola raptadas de hospital

O rapto de dois doentes com Ébola num hospital do leste da RD Congo volta a expor a desconfiança comunitária na saúde. Paradeiro das vítimas é desconhecido, mas as buscas continuam.

© DIEUDONNE DIROLE/EPA

O aumento repentino de casos foi causado por uma espécie rara de Ébola conhecida como Bundibugyo, que já provocou 200 mortes em África e 840 casos
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Mãe e criança com Ébola raptadas de hospital

O rapto de dois doentes com Ébola num hospital do leste da RD Congo volta a expor a desconfiança comunitária na saúde. Paradeiro das vítimas é desconhecido, mas as buscas continuam.

© DIEUDONNE DIROLE/EPA

O aumento repentino de casos foi causado por uma espécie rara de Ébola conhecida como Bundibugyo, que já provocou 200 mortes em África e 840 casos
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Justiça torna Deolane Bezerra ré em investigação contra Marcola e PCC

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público (GAECO) e tornou ré a advogada e influenciadora Deolane Bezerra. Além dela, o líder do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e membros de sua família também passaram à condição de réus.

Entre os crimes apurados pela Polícia Civil de São Paulo e o Ministério Público estão suspeitas de organização criminosa e lavagem de capitais.

Entenda acusação

A investigação, iniciada em 2019 após a apreensão de manuscritos no presídio de Presidente Venceslau, identificou a Transportadora Lado a Lado como instrumento de branqueamento de recursos da facção.

Deolane Bezerra e Marcola: veja elementos que indicam crimes em denúncia

Segundo os autos, a empresa era utilizada para pulverizar depósitos e ocultar a origem ilícita de valores provenientes do tráfico de drogas.

Deolane é apontada como receptora de repasses fracionados da transportadora. Relatórios técnicos do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) indicam que a influenciadora movimentou R$ 27 milhões de forma incompatível com sua capacidade econômica declarada.

A denúncia descreve o uso de sua projeção pública como camada de legalidade para integrar recursos da organização ao sistema financeiro.

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    Deolane é apontada pelas investigações como integrante do PCC • CNN Brasil/Reinaldo Macedo

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    Deolane é apontada pelas investigações como integrante do PCC • CNN Brasil/Reinaldo Macedo

Próximos passos judiciais

Com a decisão, os réus serão citados pessoalmente para apresentar resposta à acusação no prazo de 10 dias.

A CNN Brasil pediu um posicionamento para a defesa de Deolane, mas não obteve retorno até o momento. O espaço segue aberto.

Outro lado

A nota oficial emitida pela defesa de Marco Willians Herbas Camacho (Marcola) e sua família, assinada pelo advogado Bruno Ferullo, contesta a denúncia aceita pela Justiça.

Veja na íntegra

Bruno Ferullo, advogado de Marco Willians Herbas CamachoPaloma Sanches Herbas CamachoLeonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, vem a público informar que a denúncia oferecida em desfavor de seus constituintes no contexto da denominada Operação Vérnix, na qual se imputou a suposta prática dos delitos previstos no artigo 2.º da Lei n.º 12.850/2013 (organização criminosa) e no artigo 1.º da Lei n.º 9.613/1998 (lavagem de capitais), foi recebida pelo Juízo da 3ª Vara da Comarca de Presidente Venceslau no dia 16 de junho.

A Defesa reitera que Marco Willians Herbas Camacho e Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior encontram-se custodiados em estabelecimento penal federal de segurança máxima desde fevereiro de 2019, submetidos a severas restrições de contato e comunicação, o que, por si só, torna inviável qualquer participação nos fatos investigados e evidencia o equívoco da acusação.

Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Paloma Sanches Herbas Camacho também refutam integralmente as imputações formuladas. A Defesa destaca que o mero vínculo familiar com os demais denunciados não pode ser confundido com participação criminosa, sendo inaceitável que a simples proximidade afetiva sirva de fundamento para uma acusação desta magnitude.

Quanto aos elementos de natureza patrimonial e financeira mencionados na denúncia, a Defesa esclarece que eles serão devidamente contextualizados no decorrer da instrução processual, oportunidade em que serão apresentados os esclarecimentos e as provas pertinentes acerca da origem e da regularidade das operações apontadas pela acusação.

A Defesa, diante da acusação apresentada, adotará todas as medidas processuais cabíveis para demonstrar a fragilidade da narrativa acusatória e a improcedência das imputações atribuídas aos seus constituintes, confiando que, ao final da regular instrução processual, a verdade dos fatos será devidamente reconhecida pelo Poder Judiciário.

Deolane Bezerra: veja a linha do tempo do caso da influencer

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SLC Agrícola avalia compra de terras arrendadas do Grupo Radar

A SLC Agrícola informou nesta quinta-feira (18) que está analisando a possibilidade de comprar parte das terras que arrenda do Grupo Radar, após ser notificada sobre a venda dessas propriedades. As áreas envolvidas somam cerca de 17,6 mil hectares utilizados para produção agrícola.

Segundo a companhia, a análise ocorre porque ela possui direito de preferência sobre os imóveis, previsto em lei e nos contratos de arrendamento. 

Esse direito permite que a empresa tenha prioridade na compra das terras, desde que aceite as mesmas condições oferecidas a outros interessados.

Em comunicado ao mercado, a SLC afirmou que está avaliando as condições da oferta e que irá se manifestar dentro do prazo previsto sobre um eventual exercício desse direito.

A empresa manteve em sigilo o valor das propriedades e detalhes sobre elas.

Na quarta-feira (17), a Cosan anunciou que o Grupo Radar assinou um acordo para vender parte de suas propriedades agrícolas em Mato Grosso por R$ 1,85 bilhão. A fatia da Cosan na transação é de R$ 586 milhões.

As áreas negociadas totalizam 41,2 mil hectares, o equivalente a cerca de 12% do portfólio de terras da Radar. As propriedades são utilizadas para o cultivo de soja, milho e algodão.

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Antonio Elorza, historiador: "En la izquierda siempre hay una parte de frustración"

El historiador, ensayista y catedrático de Ciencias Políticas en la Complutense amplía y reedita en el sello Arzalia el clásico 'Queridos camaradas', la historia crítica del Partido Comunista que publicó en 1999 con su mujer, Marta Bizcarrondo Leer

El historiador, ensayista y catedrático de Ciencias Políticas en la Complutense amplía y reedita en el sello Arzalia el clásico 'Queridos camaradas', la historia crítica del Partido Comunista que publicó en 1999 con su mujer, Marta Bizcarrondo
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Fallisce azienda che organizza viaggi di studio all’estero, 60 liceali restano a casa: “Alcuni hanno già dato 10mila euro”

Un anno di studio all’estero, un sogno per una sessantina di liceali: per realizzarlo si erano affidati a Bec Italia, società che organizza soggiorni studio internazionali per studenti delle superiori di tutta Italia. Era tutto pronto, chi per andare negli Stati Uniti, chi in Canada e chi perfino in Asia: poi una mail dell’azienda ha interrotto tutto a causa di un “grave deterioramento della propria situazione finanziaria” e l'”arresto della propria operatività”. Bec Italia ha fatto dunque sapere di non essere al momento in grado di confermare la regolare esecuzione dei servizi previsti e di essere costretta ad annullare le partenze.

A rendere nota la vicenda è stata una famiglia torinese, la cui figlia ad agosto sarebbe dovuta partire alla volta degli Stati Uniti per frequentare il quarto anno di liceo, ospitata da una famiglia locale. Non solo il dispiacere per un’occasione persa, ma anche un danno economico non di poco conto, considerando che i genitori della giovane avevano già versato 10mila euro per il programma. Oltre a loro, le famiglie coinvolte in tutto il Paese sono circa sessanta.

“Il nostro percorso è iniziato una ventina di mesi fa – spiegano i familiari della ragazza torinese -. Nelle riunioni di preparazione si collegavano da tutta Italia e con destinazioni delle più varie. Dall’Australia alla Cina, dagli Stati Uniti al Canada, dall’Inghilterra alla Germania: ci aveva colpito il fatto che ci fossero ragazzi diretti in Thailandia e a Singapore, non soltanto nei Paesi anglofoni”. Bec Italia infatti non solo offriva diverse destinazioni in tutto il mondo, ma anche diversi “pacchetti”: soggiorni di tre mesi, di sei mesi o anche interi anni scolastici, con costi variabili a secondo della meta e dei servizi scelti.

Il crac finanziario della società è stata una notizia inaspettata per tutte le famiglie coinvolte. Fino ai primi giorni di giugno infatti niente lasciava presagire una situazione così drammatica: “Il 3 giugno abbiamo scritto alla persona di riferimento perché non avevamo ancora il nome della famiglia ospitante, la città dove sarebbe andata nostra figlia o l’appuntamento in consolato per il visto – spiega a Repubblica il padre della ragazza torinese -. Ci hanno tranquillizzati, dicendoci che non c’era nessun problema e che ci avrebbero fatto sapere il prima possibile. Sette giorni dopo esatti ci hanno comunicato la situazione”.

Nelle mail inviate ai clienti, Bec Italia ha fatto sapere di avere richiesto l’intervento del Fondo Vacanze Felici, organismo di garanzia del turismo organizzato. L’istruttoria è però ancora in corso e non è ancora chiaro se il fondo interverrà, quando e come: il sito della società è stato chiuso. “È una beffa enorme – conclude il padre della giovane -. Per questo speriamo che si facciano avanti anche gli altri genitori, in modo da costruire una massa e farci sentire: l’obiettivo è non dare la sensazione a questi ragazzi che sono stati abbandonati da adulti che rubano i loro sogni“.

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Maturita 2026, tra le tracce spunta Pavese ma sui social scoppia la polemica: “Non è nel programma”. Ma gli esperti smentiscono: “Colpa dei docenti”

“Che tracce assurde. A Pavese non ci arrivi manco per scherzo con il programma?”; “Ma puoi mettere una traccia come Pavese? Chi fa quest’autore?”. E’ la polemica che circola sui social in queste ore post prima prova della Maturità. A puntare il dito contro le decisioni del ministero sono soprattutto genitori, studenti delle classi quarte che il prossimo anno dovranno affrontare l’Esame di Stato e ragazzi che l’hanno già fatto. Per la maggior parte di loro lo scrittore di Santo Stefano Belbo morto nel 1950 a scuola non si studia perché “non è nel programma”. Una critica non del tutto precisa perché gli esperti ci dicono che le “indicazioni nazionali” (che hanno sostituito i programmi) suggeriscono di trattare la letteratura fino ai giorni nostri. Semmai il problema è che gli insegnanti non lo fanno.

Lo sa bene Roberto Carnero, Professore di letteratura italiana contemporanea all’Alma Mater Studiorum – Università di Bologna: “Autori come Pavese e Brancati rientrano a pieno titolo in queste indicazioni. Il problema – spiega a “IlFattoQuotidano.it” -non è quindi il ministero, ma la prassi consolidata di molti docenti che, per varie ragioni (anche comprensibili, come la vastità dei contenuti), non riescono a completare il programma cronologico e si fermano prima del secondo dopoguerra”. La vera questione sta nel fatto che, per abitudine o altre difficoltà, gli insegnanti non riescono a trattare il programma letterario del Novecento nella sua interezza.

A questo, Carnero, aggiunge una sottolineatura non indifferente: “L’analisi del testo, come quella su Pavese proposta alla maturità, è una prova di competenza. Non è necessario aver studiato l’autore specifico, poiché le domande sono strutturate per essere risolte analizzando il brano fornito con gli strumenti critici acquisiti durante il percorso scolastico. Avere familiarità con l’autore aiuta, ma non è un prerequisito indispensabile per svolgere la traccia. Lo studente non può quindi lamentarsi di non aver “fatto” l’autore, perché la prova testa la capacità di analisi”.

Per Carnero le mosse fatte negli ultimi anni dagli uffici di viale Trastevere sono giuste: “Includere autori come Pasolini, Pavese o Brancati è positivo. Serve a spingere i docenti ad aggiornare i loro programmi e ad andare oltre gli autori più tradizionali del primo Novecento come Ungaretti, Montale, Quasimodo. In questo modo, si incentiva l’insegnamento di autori più vicini alla sensibilità contemporanea degli studenti, che sono nati nel XXI secolo e per i quali il secondo Novecento rappresenta già un passato significativo”. Per il professore c’è persino “l’urgenza culturale di spingersi oltre, considerando che gli studenti attuali sono nati negli anni 2000”.

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Gli atenei italiani salgono nella Qs World University Rankings 2027: il Politecnico di Milano nella top 100 mondiale

Mentre le università europee perdono punti, nella classifica del QS World University Rankings 2027, di QS Quacquarelli Symonds, è l’Italia a stupire scalando diverse posizioni. Dei 47 atenei italiani in lista, 26 hanno migliorato la propria posizione e solo 15 sono arretrati: è l’unico grande sistema dell’Unione Europea con più università in crescita che in calo. A trainare è il Politecnico di Milano, primo ateneo italiano per il dodicesimo anno di fila e che quest’anno sale di 11 posizioni rispetto alla passata edizione. Ha così raggiunto l’87esimo posto mondiale, ottenendo il miglior risultato della sua storia e il più alto piazzamento mai ottenuto da un ateneo italiano. Guardando alla classifica generale, l’Italia conta così 15 università nella top 500 mondiale, contro le 12 del 2017.

I valori misurati dalla classifica Qs sono molti e vanno dall’impatto della ricerca (Citation per faculty), in cui l’università Vita Salute San Raffaele è sesta al mondo, al feedback dei datori di lavoro (Employer reputation), in cui la Cattolica di Milano ha guadagnato sull’anno prima 37 posizioni. Ma se sommati tutti insieme, tutti gli indicatori danno risultati sorprendenti sulla classifica mondiale generale. I dieci atenei italiani meglio posizionati infatti avanzano tutti in classifica. Roma Sapienza ha raggiunto il suo record nella storia della graduatoria con il 111esimo posto mondiale: dal 2017 a oggi ha guadagnato 112 posizioni (+50,2%). C’è poi Bologna con il suo 123esimo posto, 85 posizioni in più in dieci anni, ma anche Padova che passa dal 336esimo al 204esimo posto mondiale (+132 posizioni, +39,3%). Segue il Politecnico di Torino che raggiunge il miglior piazzamento mai ottenuto, facendo 99 in un colpo solo (dal 305esimo al 206esimo posto, +32,5%).

L’Università degli Studi di Milano sale dal 370esimo al 270esimo posto mondiale (+100 posizioni, +27,0%), l’Università di Pisa passa dal 429esimo al 341esimo (+88 posizioni, +20,5%) e Roma Tor Vergata registra uno dei progressi più marcati dell’intera top 10 italiana, avanzando dal 479esimo al 342esimo posto (+137 posizioni, +28,6%). Anche l’Università di Napoli Federico II migliora sensibilmente rispetto al punto di partenza del decennio, passando dal 478esimo al 401esimo posto (+77 posizioni, +16,1%), mentre l’Università degli Studi di Firenze sale dal 451esimo al 409esimo posto (+42 posizioni, +9,3%).

I risultati sono ottimi ma siamo comunque lontani dai vertici della classifica mondiale. Al primo posto si trova il Mit di Boston, Stanford al secondo, parimerito con l’Imperial college di Londra. Seguono Oxford al quarto, Harvard al quinto, poi Cambridge e la California Institute of Technology. Nella top dieci domina quindi il duopolio Regno Unito – Stati Uniti: per trovare la prima università al di fuori di questi due Paesi in classifica bisogna arrivare all’ottavo posto, occupato dall’ETH di Zurigo.

Il confronto del nostro Paese si gioca dunque con le istituzione europee, a cui l’Italia, stando alla classifica Qs, non ha niente da invidiare. Nello stesso arco di tempo in cui le università italiane guadagnavano posizioni, la Germania ha visto peggiorare 38 delle sue istituzioni su 60, la Spagna 24 su 48, la Francia 19 su 38 e i Paesi Bassi 11 su 13. Tra i sistemi universitari europei con oltre dieci università classificate, solo Irlanda (+63%) e Austria (+75%) registrano un saldo tra atenei in miglioramento e in calo superiore a quello dell’Italia (+34%).

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Chi sono gli autori della maturità 2026 Frank Furedi, Wenke Husmann e Vitaliano Brancati: il sociologo vicino a Orbán, la giornalista e lo scrittore del ‘900 difficilmente studiato a scuola

Ma chi sono gli autori citati nella Maturità 2026? Che piacciano o meno le proposte, si tratta di scrittori poco conosciuti al grande pubblico tra cui Frank Furedi, un sociologo e intellettuale britannico di origine ungherese, noto per le sue posizioni conservatrici in tema di cultura, educazione e libertà di espressione molto vicine a Viktor Orbán. Tra le tracce del testo argomentativo è spuntato lui con un brano, tratto dal libro da “I confini contano. Perché l’umanità deve scoprire l’arte di tracciare frontiere” (Meltemi). I suoi studi si sono concentrati sulla sociologia della conoscenza e dell’educazione, sul ruolo della paura e dell’incertezza, nonché sulle guerre culturali nelle società occidentali. È autore di venti libri, tra i quali ricordiamo le traduzioni in italiano: “Il nuovo conformismo” (2005), “Che fine hanno fatto gli intellettuali?” (2007) e “Fatica sprecata” (2012). In passato proveniva dalla sinistra radicale, ma negli ultimi decenni è diventato una figura influente negli ambienti conservatori europei. Non è consigliere personale diretto di Orbán ma dal 2021 dirige MCC Brussels, il centro europeo del Mathias Corvinus Collegium (MCC), un’istituzione finanziata attraverso fondi e asset trasferiti dal governo ungherese vicino al partito di Orbán, Fidesz.

L’autore ha spesso difeso il governo Orbán dalle critiche provenienti da istituzioni europee e dai media occidentali, soprattutto sui temi della sovranità nazionale, dell’immigrazione, della famiglia tradizionale e della libertà di espressione. Lo scrittore sostiene che oggi il conflitto politico non riguardi soltanto economia o istituzioni, ma soprattutto valori, identità e cultura; una visione nazional-conservatrice che valorizza sovranità nazionale, tradizioni e famiglia. Va precisato che da quando governa la Destra in Italia, il suo rapporto con il nostro Paese si è intensificato.

Altro nome poco conosciuto è quello di Wenke Husmann con un suo articolo pubblicato su “Internazionale”. Wenke Husmann è una giornalista e autrice tedesca. Lavora da molti anni per “Die Zeit”. Non è conosciuta come romanziera o poetessa ma come giornalista culturale. Gli articoli di Wenke Husmann si muovono spesso dentro territori vicini alla vita delle persone: famiglia, relazioni, emozioni, cultura, comportamenti sociali, modi di guardare il mondo. “Internazionale” ha pubblicato diversi articoli ripresi da lei.

Tra gli sconosciuti ai ragazzi anche Vitaliano Brancati, nome assolutamente nuovo all’Esame di Stato. Difficile trovarlo tra gli scrittori che si studiano a scuola. Brancati (1907-1954) è stato uno dei più importanti scrittori italiani del Novecento. Siciliano, ha trascorso gran parte della giovinezza a Catania. Negli anni giovanili ha aderito al fascismo, ma in seguito se ne è distaccato, sviluppando una visione critica che emerge chiaramente nelle sue opere. Tra i suoi lavori più celebri troviamo: “Don Giovanni in Sicilia” (1941): una satira della mentalità maschile siciliana e del mito del seduttore. “Gli anni perduti” (1944): una critica allegorica del regime fascista. “Il bell’Antonio” (1949): considerato il suo capolavoro che affronta il tema dell’apparenza sociale e della virilità maschile.

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“Bene gli autori della seconda metà del Novecento. Ma tra le tracce della tipologia A ancora una volta non c’è una donna”. La scrittrice Maria Pia Veladiano commenta la prima prova della maturità

“Cesare Pavese e Vitaliano Brancati sono un messaggio chiaro del ministero ai docenti: vanno affrontati autori moderni. Tuttavia, Grazia Deledda, tanto citata nel toto-tema ci poteva stare. Tra le tracce della tipologia A ancora una volta non c’è una donna”. A commentare per “IlFattoQuotidiano.it”, la tipologia letteraria è la scrittrice ed ex dirigente scolastica Maria Pia Veladiano. Una che ne sa di Scuola e di letteratura.

La sua premessa è chiara. “Per il secondo anno consecutivo il ministero seleziona autori della seconda metà del Novecento. E’ un segnale per i docenti: occorre spingersi oltre il canone tradizionale e includere autori più vicini alla contemporaneità. Gli insegnanti dovrebbero “arrivare” a questi autori, considerati comunque fondamentali. Fermarsi a “un secolo fa” non è più adeguato”. Per Veladiano la scelta ministeriale va intesa come indicazione precisa a indagare la “quasi modernità”, includendo testi che parlano al presente degli studenti e aprono nuove piste critiche e didattiche. Altra critica: l’assenza delle scrittrici. Ad eccezione di Wenke Husmann, le altre sei proposte non citano una donna. Per la scrittrice non è questione di quote rosa ma serve “una vigilanza attiva per contrastare la strutturale invisibilità del femminile nei media, nei convegni e nelle istituzioni. Pensi al G7 con Giorgia Meloni unica donna oppure alla visita del Papa in Spagna”. Per Veladiano l’obiettivo è correggere il pregiudizio di partenza, non imporre numeri, rendendo la presenza femminile pensabile e visibile. Entrando nel merito dei temi: “Il testo di Pavese è una poesia d’amore, probabilmente non corrisposto. Anche senza approfondita conoscenza dell’autore, gli studenti hanno potuto lavorare bene seguendo la traccia, con la possibilità di un coinvolgimento personale”, dice Maria Pia Veladiano.

Per l’ex preside “il testo consente un’analisi efficace e dialoga con esperienze emotive tipiche della giovinezza, pur aprendo a temi novecenteschi come la scienza e l’espansione dal presente all’orizzonte più ampio”. A scuola si lavora più sulla prosa di Pavese (resistenza, dopoguerra, Langhe) e meno sulla poesia ma la poesia scelta, tratta da “Lavorare stanca”, “risulta inusuale ma valida”, puntualizza Veladiano. Diverso il parere su Brancati: “E’ meno noto e la traccia sulla memoria può risultare complessa per studenti giovani, culturalmente “appiattiti” sul presente, con una memoria consumata nell’attimo. E’ facile scivolare nella retorica della “memoria maestra di vita” o nel moralismo ma la prova richiede un lavoro letterario e non autobiografico. Vediamo chi lo sceglie…”.

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Maturità 2026, la figlia di Saragat: “La traccia suo mio padre una scelta magnifica, positivo portare un discorso così importante per la nascita della Repubblica all’attenzione degli studenti”

Il discorso pronunciato il 25 giugno 1946 da Giuseppe Saragat, in occasione del suo insediamento come presidente dell’Assemblea incaricata di elaborare la nuova Costituzione italiana, è approdato sui banchi di scuola come traccia dell’esame di Maturità. Una decisione del Ministero dell’Istruzione che ha suscitato profonda commozione e orgoglio nella famiglia dello storico esponente socialdemocratico ed ex Presidente della Repubblica.

La reazione della figlia Ernestina a 98 anni

A commentare per prima la notizia all’agenzia Adnkronos è stata Ernestina Saragat, 98 anni, figlia dello statista. “È una scelta che mi fa molto piacere, direi una scelta magnifica”, ha dichiarato. L’anziana donna ha sottolineato il valore storico, civico e didattico dell’iniziativa ministeriale: “È senz’altro positivo che un discorso così alto e importante di mio padre, pronunciato agli esordi della Repubblica, sia stato portato all’attenzione degli studenti. Il suo messaggio era importante allora e lo è ancora oggi”.

L’orgoglio dei nipoti e il ricordo al Quirinale

A fare eco alle parole di Ernestina sono intervenuti i nipoti dell’ex Capo dello Stato, Augusto, Giuseppina e Pietro Santacaterina. “Questa scelta è un grande onore per la nostra famiglia, ne siamo molto felici, anche perché è un testo bello e molto attuale. Siamo orgogliosi del discorso di nostro nonno“, hanno spiegato. L’auspicio dei familiari è che la prova d’esame possa trasformarsi in un ponte generazionale: “Questo tema della maturità, speriamo, offra l’opportunità di riscoprire la figura di nostro nonno, che per noi familiari è sempre presente ed è un punto di riferimento”.

La soddisfazione dei nipoti si estende anche al riconoscimento indiretto per la madre Ernestina, figura chiave durante il mandato presidenziale del padre. Fu proprio lei, infatti, ad affiancare Giuseppe Saragat nelle vesti di primadonna durante le visite ufficiali dal 1964 al 1971. Una necessità istituzionale e familiare nata dal fatto che la moglie di Saragat, Giuseppina Bollani, era scomparsa da oltre tre anni al momento dell’elezione al Quirinale. “Siamo molto contenti e felici di questa scelta anche per nostra madre”, hanno concluso i nipoti, ribadendo come la memoria del nonno rimanga un faro costante nei loro pensieri.

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Maturità 2026, “Passerò per Piazza di Spagna”: Pavese accende una luce nella tenebra dell’amore anticamera della morte

Uno spiraglio di luce in un orizzonte di morte, quella che “verrà” metaforicamente con gli occhi di Constance Dowling e poi nella realtà il 27 agosto in una stanza dell’Hotel Roma, a Torino. Nella raccolta “Verrà la morte e avrà i tuoi occhi“, dominata da toni cupi e dai presentimenti di suicidio che il poeta aveva disseminato nel corso di tutta la sua opera fin dagli anni della gioventù, la poesia “Passerò per piazza di Spagna“, datata 18 marzo 1950, si apre come un ultimo inno alla vita prima del buio definitivo. Dedicata all’attrice statunitense, estremo disperato amore di Cesare Pavese che per lei e la sorella Doris aveva scritto anche soggetti cinematografici, la poesia funziona per contrasto rispetto al resto della raccolta.

Se le altre liriche descrivono una natura immobile, una “terra che dolora e che tace”, a piazza di Spagna esplode la primavera di Roma – che lo scrittore conosceva per averci vissuto e lavorato quando negli anni ’40 si trattò di gestire l’ufficio romano della casa editrice Einaudi – compaiono “fiori spruzzati di colori“, “rondini” e “terrazze“. Il silenzio d’angoscia delle altre liriche lascia il posto al suono: “le scale le terrazze le rondini canteranno nel sole” e “le pietre canteranno”.

In quel momento la figura femminile – “tu” – non è associata alla morte e di lei Pavese parla al futuro: “Sarai tu, ferma e chiara”. Un richiamo alla vita ancora più forte perché l’avvenire di cui il poeta parla nella primavera del 1950 non arriverà mai e quello di Piazza di Spagna resterà una parentesi quasi onirica, un sogno a occhi aperti, un richiamo alla vita tanto potente quanto fatuo. Di lì a poco l’attrice tornerà negli Stati Uniti – “Le poesie sono venute a te e se ne vanno con te”, le scriverà ad aprile -, Pavese si toglierà la vita ad agosto, compiendo il proprio destino.

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