23h. Greve do notariado com adesão acima dos 90%




© MIGUEL A. LOPES/LUSA

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O secretário-geral da CGTP afirmou hoje que há “todas as condições” para o pacote laboral “ser derrotado” no parlamento, reiterando que os partidos serão responsabilizados pelo seu posicionamento e acusou o Governo de “encurtar prazos”.
“Há todas as condições para o pacote laboral ser derrotado no próximo dia 18 [de junho] na Assembleia da República, dando resposta ao anseio que existe por parte dos trabalhadores”, afirmou o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, referindo-se à discussão da proposta de lei que será debatida em plenário na próxima quinta-feira, e, em princípio, votada na generalidade no dia seguinte, 19 de junho.
Questionado sobre uma eventual descida do documento à fase da especialidade sem votação na generalidade, Tiago Oliveira sublinha que “de qualquer das formas” terá que haver uma votação, dado que nesse cenário terá que ser apresentado um requerimento que será sujeito a votação, pelo que insiste que a proposta “só sobrevive se os partidos permitirem que sobreviva”.
Mas o “Governo vai tentar, como é óbvio, que o pacote laboral sobreviva o maior tempo possível”, acrescentou, em conferência de imprensa após a central sindical ter reunido o seu Conselho Nacional.
Neste sentido, a CGTP reitera que responsabilizará os partidos com assento parlamentar “relativamente ao seu posicionamento sobre o pacote laboral”, afirmou.
O líder da CGTP criticou o ‘timming’ da discussão, acusando o Governo de tentar por “todos os meios, encurtar prazos, não respeitando os próprios prazos da discussão pública”, lembrando que a discussão pública termina em 02 de julho.
Para o secretário-geral desta central sindical, a concentração convocada para quinta-feira frente à Assembleia da República é, por isso, mais um momento “para que a voz dos trabalhadores seja ouvida”.
Questionado sobre se a CGTP fez algum contacto prévio com a UGT para que esta pudesse ser uma concentração conjunta, Tiago Oliveira indicou a iniciativa foi alvo “de discussão com outras estruturas”, à luz de outras já realizadas, como a greve geral de 11 de dezembro, que contou com a convergência da central liderada por Mário Mourão, ou a greve do passado dia 03.
Não obstante, e não mencionando diretamente o nome da UGT, Tiago Oliveira considerou que foi a “CGTP que, ao longo de todos estes meses de discussão do pacote laboral, tem assumido a condução da luta”.
Já sobre a greve geral de 03 de junho, Tiago Oliveira reiterou que foi “uma grande greve geral”, em que foi dada “uma resposta massiva por parte dos trabalhadores, seja do setor público, seja do setor privado”.
O secretário-geral da CGTP criticou ainda a “falta de disponibilidade e de vontade política” do executivo de Luís Montenegro para responder aos problemas do país, nomeadamente ao nível dos serviços públicos, do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou da educação.
La compañía de reparto de comida a domicilio Just Eat ha alcanzado un acuerdo con los sindicatos CC OO, UGT y Fetico para llevar a cabo un despido colectivo que afectará a hasta 50 trabajadores del área de coordinación, y dejará fuera a los repartidores, según han informado esta última organización sindical. Los riders son el grueso de la plantilla y rondan los 2.000 empleados en España, pero no se verán afectados por el ajuste. De hecho Just Eat fue una de las primeras grandes plataformas de reparto de comida a domicilio en España en apostar por un modelo laboral con repartidores contratados como asalariados en lugar de emplear a falsos autónomos, y la primera en firmar un convenio colectivo propio para el sector tras la aprobación de la ley rider.

© PHIL NOBLE (REUTERS)
La plantilla de Nissan ha ratificado por una amplia mayoría el preacuerdo de la dirección de la empresa con los sindicatos sobre el Expediente de Regulación de Empleo (ERE) que supondrá la salida de 195 personas, según han informado fuentes sindicales. El pacto, alcanzado el pasado miércoles, supone rebajar en 16 personas los afectados en los tres centros catalanes donde habrá recortes e indemnizaciones ajustadas a la edad de los despedidos. Según CC OO, el 88,85% de la plantilla ha aceptado las nuevas condiciones.

© Marta Perez (EFE)
A atividade económica em Portugal teve uma quebra de 5,1% em 03 de junho, dia da greve geral, na que foi a maior contração num dia útil desde a greve geral de dezembro, segundo dados hoje publicados pelo BdP.
Numa nota que acompanha o indicador diário de atividade económica (DEI), o Banco de Portugal (BdP) refere que na semana terminada em 07 de junho, foi verificada “uma taxa de variação homóloga da atividade abaixo da observada na semana anterior, numa semana marcada pela greve geral”.
Em particular, no dia 03 de junho, quando ocorreu a greve geral convocada pela CGTP contra a reforma laboral proposta pelo Governo apoiado por PSD e CDS-PP, este indicador apresentou uma contração de 5,1%.
Este indicador agrega dados de alta frequência relacionados com a atividade económica em Portugal, como por exemplo o tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.
Esta é a variação negativa mais alta verificada num dia útil desde a greve geral de 11 de dezembro, quando foi registada uma contração de 6,3%. A greve de dezembro foi convocada pelas duas principais centrais sindicais em Portugal: CGTP e UGT.
Antes destas duas contrações, a maior contração tinha sido registada em 28 de abril de 2025, quando um corte generalizado no abastecimento elétrico deixou Portugal continental, Espanha e Andorra praticamente sem eletricidade, bem como uma parte do território de França.
Na ocasião, a contração registada neste indicador foi de 14,5%.
O conteúdo Greve geral provocou quebra de 5,1% na atividade económica aparece primeiro em O MINHO.

La visita del papa León XIV a Madrid está dejando momentos para el recuerdo. De una misa multitudinaria a su encuentro nocturno con la juventud católica, el santo padre ha logrado congregar a cientos de miles de personas en torno a su mensaje de paz y justicia social. También se han rendido a su personalidad tranquila pero carismática la patronal y los representantes sindicales, que este domingo han participado de un singular evento que ha combinado economía, cultura y deporte.
En el caso del presidente de la CEOE, Antonio Garamendi, y los secretarios generales de UGT, Pepe Álvarez, y Comisiones Obreras, Unai Sordo, han protagonizado una intervención en la que ha quedado patente su voluntad por alcanzar un nuevo "contrato social" acorde a nuestros tiempos. El líder de la patronal ha subrayado que ese nuevo acuerdo "sólo podrá construirse sumando capacidades, compartiendo objetivos y poniendo siempre a las personas en el centro del progreso".
Todo ello lo ha presenciado Yolanda Díaz, que se encontraba entre las miles de asistentes que han llenado el Movistar Arena. La vicepresidenta segunda y ministra de Trabajo ha asistido sonriente a la ceremonia desde la primera fila, junto a Carlos Cuerpo. Aunque las relaciones de la líder de Sumar y Garamendi no pasan por su mejor momento, Díaz ha querido exhibir sintonía con el nuevo pontífice. Ya lo hizo en su momento con su predecesor, Francisco, con quien se reunió en varias ocasiones.

Por su parte, el líder de CCOO ha dejado claro su voluntad de "hacer renacer lo más noble de los estados sociales que es la solidaridad entre anónimos". Además, de cara a construir ese renovado contrato social, ha pedido no "blindarnos en torres de marfil entre idénticos". En el caso de Álvarez, ha exigido que un acuerdo de este tipo garantice que "el progreso tecnológico se construye desde la equidad y la justicia", en referencia a la irrupción de la inteligencia artificial en el ámbito laboral. Un guiño a la primera encíclica de León XIV, que también aborda esta cuestión.
En el discurso, el papa ha recogido las inquietudes de patronal y sindicatos. Su intervención ha subrayado la importancia de mantener un diálogo social con el mundo de la cultura, el deporte y la empresa. Así, ha pedido que "la actividad empresarial no vea al empleado como un factor más en la ecuación de sus intereses".
Sobre la necesidad de la Iglesia de permanecer en diálogo con todos estos ámbitos, ha señalado que el catolicismo puede ayudar a responder a la pregunta sobre "qué significa ser verdaderamente humano". Y ha alertado del riesgo de ser "expertos en los medios y eficaces para producir", pero sin conocer realmente para quién se produce. Por ello, ha llamado a que la empresa "reconozca la dignidad de la persona" y a que el trabajo "siga siendo motor de esperanza".
Un mensaje que se relaciona con el que expresó en su encíclica Magnifica Humanitas, una defensa de la dignidad del ser humano frente a la inteligencia artificial. Precisamente esta preocupación ante el avance sin control de la tecnología expresada por el papa en su carta a los cristianos se relaciona también con el mundo de la cultura, la enseñanza y el deporte, que también han estado representados en el acto.
O Algarve voltou a ter, tal como em Dezembro, uma «boa adesão» à Greve Geral que se vive esta quarta-feira, 3 de Junho, com constrangimentos no Aeroporto de Faro, nos comboios, escolas fechadas e hospitais em serviços mínimos.
Em declarações ao Sul Informação, Catarina Marques, coordenadora da União dos Sindicatos do Algarve, afeta à CGTP, considerou que a região deu, uma vez mais, uma «resposta» ao pacote laboral do Governo.
Um dos setores mais afetados foi o da educação, com várias escolas fechadas, como a E.B 2,3 D. Afonso III (Faro), a Neves Júnior (Faro) e a Secundária Laura Ayres (Quarteira).
Na saúde, apenas se cumpriram os serviços mínimos em Faro e Portimão e houve um dado novo: «a adesão, em cerca de 30%, do setor privado», segundo Catarina Marques.
Os comboios também apenas fizeram os serviços mínimos e, na rede de autocarros, houve uma adesão de cerca de 50%. No Aeroporto de Faro, registaram-se cerca de 40 voos cancelados.
Nas autarquias locais, o serviço de recolha do lixo, em Silves, aderiu a 100% e há também boas percentagens em Olhão ou Vila Real de Santo António. Os Centros de Emprego de Olhão, Silves, Portimão e Loulé estiveram encerrados.
Além disso, houve duas praças de greve, em Faro e Portimão, que juntaram cerca de 300 pessoas, no total.
Fotos: Luz Venceslau | Sul Informação
Nota: Luz Venceslau é aluna finalista do curso de Fotografia Profissional 24|26 da ETIC_Algarve – Escola de Tecnologias, Inovação e Criação do Algarve e está a fazer o seu estágio curricular no Sul Informação
O conteúdo Algarve teve «boa adesão» à Greve Geral aparece primeiro em Sul Informação.