A Coreia do Norte tem a história de sucesso económico mais surpreendente do mundo?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desacelerou o ritmo de viagens internacionais em seu terceiro mandato. O petista registrou 70 visitas a outros países e soma 127 dias fora do Brasil, segundo levantamento da CNN com dados da agenda oficial do mandatário, de janeiro a junho deste ano.
O tempo em viagens internacionais equivale a cerca de 10% do terceiro mandato do petista – ou pouco mais de quatro meses. Em 2023, Lula passou 51 dias fora do Brasil; em 2024, 23 dias; em 2025, 40 dias; e em 2026, 13 dias.
O levantamento considera as viagens já realizadas pelo presidente. Lula deve ter mais duas agendas no primeiro semestre: a primeira é a Cúpula do G7, na França, na próxima semana; a segunda é a cúpula do Mercosul, no Paraguai, que acontece no fim de junho. No segundo semestre, o petista ainda deve comparecer à Assembleia Geral da ONU, à Cúpula do G20, ambos nos Estados Unidos, e à COP31, na Turquia, mas priorizará agendas nacionais em campanha à reeleição.
O número de deslocamentos está distante daqueles registrados nos primeiro e segundo mandatos de Lula. Em seu primeiro governo (2003-2006), o presidente realizou 104 visitas internacionais e passou 216 dias fora do Brasil; já no segundo governo (2007-2010), acelerou o ritmo de agendas externas, com 146 visitas e 276 dias fora do país.
Em todo o seu mandato, entre 2019 e 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizou 31 visitas internacionais e passou 63 dias fora do Brasil. A frequência menor de viagens se deu, em parte, em razão das restrições sanitárias impostas pela pandemia de Covid-19.
Em seu terceiro mandato, Lula também visitou um número menor de países: desde 2023, o mandatário viajou a 42 nações. No primeiro mandato, o petista foi recebido em 51; e no segundo, em 61.
Fontes próximas ao presidente, sob reserva, atribuem o ritmo menor ao fato de que eventos internacionais relevantes, como as cúpulas do G20, da COP e dos Brics, foram realizados no Brasil. Também afirmam que, atualmente, há maior facilidade em viabilizar contatos de alto nível virtualmente.
Segundo o levantamento, os continentes mais visitados por Lula em seu mandato são a Europa e a Ásia, com viagens a 10 diferentes países de cada. Na sequência aparece a África, com sete; a América do Sul, com seis; América Central, com quatro; e América do Norte, com três.
As nações mais visitadas por Lula foram Estados Unidos – mesmo em meio ao momento mais tenso das relações diplomáticas entre os países – e Colômbia, com cinco viagens a cada. O presidente foi quatro vezes ao Uruguai, e três à Argentina, Vaticano e Emirados Árabes Unidos.
Parcela importante das viagens internacionais no mandato foram resultado da participação em cúpulas multilaterais. Lula participou de quatro cúpulas do G7, foi três vezes à Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), compareceu a sete compromissos da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), entre outras agendas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira (11) que o confronto com o Irã estaria chegando ao fim após, segundo ele, obter garantias de que Teerã não desenvolverá armas nucleares. A fala, porém, foi recebida com cautela pelo governo iraniano, que negou qualquer desfecho definitivo para a crise.
As negociações entre os dois países avançam em torno de um possível memorando de entendimento dividido em etapas. A primeira prevê a normalização do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz em até 30 dias. Já a segunda abriria um período de cerca de dois meses para discutir um novo acordo nuclear.
Trump chegou a afirmar que o documento pode ser assinado já nos próximos dias. Apesar disso, representantes iranianos ressaltaram que ainda não há uma decisão final sobre os termos apresentados.
Especialistas avaliam que o cenário atual representa mais uma ampliação da trégua existente do que propriamente o encerramento do conflito. Segundo analistas, diversos pontos seguem sem consenso entre as partes.

Entre os principais obstáculos estão a recusa do Irã em discutir seu programa de mísseis balísticos, o apoio a grupos armados aliados na região e a exigência de acesso a parte dos recursos financeiros bloqueados pelos Estados Unidos como condição para avançar nas negociações.
Além dos desafios diplomáticos, Trump enfrenta pressão dentro dos próprios Estados Unidos. O aumento dos preços dos combustíveis, a alta da inflação e a proximidade das eleições legislativas ampliam a cobrança por uma solução rápida para a crise.
No cenário regional, Israel também segue como peça central nas tratativas. O governo de Benjamin Netanyahu mantém posições consideradas sensíveis para um acordo mais amplo, especialmente em relação à atuação de grupos armados no Líbano e na região.
The post Trump anuncia avanço em acordo com Irã, mas Teerã evita falar em fim da guerra appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
Donald Trump declarou nesta terça-feira (9) que as negociações para encerrar o conflito entre Irã e Israel estão próximas de um desfecho. Segundo o presidente dos Estados Unidos, um entendimento entre as partes poderá ser concluído em até três dias, abrindo caminho para a retomada da circulação no Estreito de Ormuz e para novas garantias relacionadas ao programa nuclear iraniano.
Ao conversar com jornalistas após acompanhar as finais da NBA, Trump afirmou que as duas nações aceitaram interromper os ataques recentes após uma nova rodada de confrontos registrada nos últimos dias. De acordo com ele, os avanços ocorreram com participação direta da diplomacia americana.

O republicano também declarou estar confiante de que as negociações caminham para um resultado positivo e disse não enxergar obstáculos significativos para a assinatura do acordo. Mesmo com o otimismo, destacou que as restrições impostas pelos Estados Unidos aos portos iranianos permanecem em vigor.
Um dos pontos centrais das conversas, segundo Trump, é impedir que o Irã desenvolva armamento nuclear. Ele afirmou que o eventual acordo incluirá mecanismos para evitar esse cenário e contribuirá para reduzir a instabilidade na região.
Apesar das declarações, o momento segue delicado. Irã e Israel suspenderam temporariamente as ofensivas mútuas após uma escalada recente de violência, mas autoridades iranianas já sinalizaram que novos ataques poderão ocorrer caso operações militares israelenses continuem no sul do Líbano.
The post Trump prevê acordo entre Irã e Israel em poucos dias e fala em reabertura de Ormuz appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.