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É possível resolver o problema dos salários?

O veto das bandeiras, as regras da PSU, a paciência dos portugueses e uma acumulação de funções. Na jogada da semana, a distância cada vez mais curta entre salário mínimo e mediano.

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É possível resolver o problema dos salários?

O veto das bandeiras, as regras da PSU, a paciência dos portugueses e uma acumulação de funções. Na jogada da semana, a distância cada vez mais curta entre salário mínimo e mediano.

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PCP questiona financiamento de 60 mil euros da Câmara de Braga à Cimeira da Indústria

O PCP de Braga acusou a câmara local de brincar com o dinheiro público, ao financiar com 59.988 euros, através de três ajustes diretos, a Cimeira da Indústria, que reuniu “a fina flor do capitalismo nacional e regional”.

Em comunicado, o PCP refere que vai remeter participações à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), ao Tribunal de Contas e à Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), para que sejam analisados os contornos financeiros do apoio do município.

O apoio foi atribuído através de três ajustes diretos, pela câmara (19.999 euros) e pelas empresas municipais TUB – Transportes Urbanos de Braga (19.999 euros) e AGERE- Empresa de Águas, Efluentes e Resíduos de Braga (19.990 euros).

O limite legal para a realização de um ajuste direto na aquisição de bens e serviços é de 20 mil euros.

Câmara responde que “não é um gasto”

Contactado pela Lusa, a câmara de Braga refere que “qualquer contratação prestada pelos municípios ou pelas empresas municipais está sujeita às regras estritas da contratação pública e fiscalização de custos, tal como aconteceu nesta situação”.

“Investimentos em montras como esta validam o trabalho de Braga e das suas empresas e capitalizam novas oportunidades. Não é um gasto, mas sim um investimento na atração de capital”, acrescenta.

Comunistas dizem que foi um “grande desvio”

O PCP refere que a Cimeira da Indústria, organizada pelo jornal Observador e que decorreu no dia 26 de maio em Braga, “juntou a fina flor do capitalismo nacional e regional” e “projetou os interesses de grandes grupos económicos e financeiros com atividade na região de Braga e no país”.

“A Câmara de Braga financiou um evento que teve como participantes a Bosch Portugal, Banco BPI, Siemens Portugal, Continental Mabor, Tabaqueira, TMG e DST Group, que, em conjunto, apresentam lucros de, pelo menos, mais de 800 milhões de euros (só o BPI teve lucros acima de 500 milhões de euros)”, acrescenta.

Para o PCP, trata-se de um “grave desvio” de dinheiro dos bracarenses para iniciativas de grupos milionários.

“Os munícipes de Braga e os trabalhadores das empresas municipais, que ajudaram a pagar estes luxos dos patrões, merecem explicações. Não se brinca com o dinheiro público que deve garantir boas condições de vida e de trabalho para todos os munícipes”, diz ainda o PCP.

A Câmara diz que o dinheiro “não foi para organizar a cimeira, mas para assegurar serviços de promoção institucional de Braga no âmbito do evento, nos termos legalmente previstos”.

Sustenta que a Cimeira da Indústria foi uma iniciativa pública, de entrada livre, realizada em Braga sobre “temas essenciais” para o desenvolvimento económico do concelho e do país.

“Braga tem uma economia forte, empresas relevantes, capacidade industrial e ambição de atrair ainda mais investimento. A Câmara Municipal de Braga não se envergonha de promover o concelho junto de decisores económicos, empresariais, políticos e académicos”, remata o município.

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Consenso parlamentar reforça debate sobre reabertura da Linha do Corgo

VTM

O relatório da Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação foi elaborado no âmbito de uma petição que defende a reativação total da linha, subscrita por mais de mil pessoas e apresentada por Daniel Conde.

Segundo o relatório, os deputados manifestaram acordo quanto à importância de reforçar a mobilidade ferroviária no interior, divergindo, sobretudo, quanto ao modelo de concretização, com alguns a defenderem estudos prévios de viabilidade e outros uma abordagem mais rápida ao processo.

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PCP contra "golpada" parlamentar na votação da lei laboral

O líder comunista considera que mais de um ano de discussão e duas greves gerais devem obrigar à votação do pacote laboral na generalidade.

© RUI MINDERICO/LUSA

"Se isto não é uma golpada, o que é que é isto? É preciso que haja coragem, é preciso que quem quer assumir o patrocínio, o apoio a este pacote laboral tenha a coragem para o fazer", apela
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PCP acusa Governo de atacar dependentes de apoios sociais

Paulo Raimundo criticou "pressa" no avanço da proposta da prestação social única, pelo que afirmou que o seu partido não aceitará "dar uma carta-branca" ao executivo no "aumento da precariedade".

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"O Governo está em guerra com os trabalhadores", afirma o secretário-geral do PCP
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PCP denuncia utilização abusiva dos “serviços mínimos” por parte do Governo Regional

O PCP veio denunciar a utilização abusiva da figura dos serviços mínimos por parte do Governo Regional da Madeira como instrumento de condicionamento do direito à greve dos trabalhadores. Ao longo dos últimos anos, o Governo Regional tem recorrido de forma sistemática à imposição de serviços mínimos em diversos sectores de actividade, ultrapassando claramente aquilo […]
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PCP quer transportes gratuitos e sugere soluções para tráfego “caótico” no Funchal

A Direcção Concelhia do Funchal do Partido Comunista Português realizou este sábado, um encontro com os militantes do concelho para debater e analisar os graves problemas que afectam o quotidiano dos funchalenses. O foco central da iniciativa incidiu sobre a mobilidade urbana, explicam os comunistas. Para os mesmos, a circulação no Funchal tornou-se insustentável, particularmente […]
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