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Fiemg alerta que fim da 6×1 pode elevar inflação e reduzir poder de compra

Representantes do setor produtivo do Brasil temem que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) pelo fim da escala 6×1 pode prejudicar financeiramente as empresas.

Em entrevista à CNN Brasil, Fernanda Ribas, gerente trabalhista da Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), projeta que a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução proporcional do salário aumentará o custo ao empregador, que terminará em repasses ao consumidor.

“O aumento do custo da hora trabalhada fatalmente será repassado ao preço dos produtos. Ao final, quem vai pagar essa conta seremos nós, toda a sociedade”, afirmou.

Ribas completou dizendo que proposta, se aprovada, pode elevar a inflação e ainda reduzir o poder de compra dos salários.

Ela também teme que empresários não consigam absorver o crescimento das despesas e desliguem funcionários contratados via CLT. “Fatalmente haverá aumento na informalidade”, destacou Ribas.

A gerente trabalhista da Fiemg explica que a redução da jornada de trabalho já é uma realidade de diversos setores e que a maioria dos instrumentos coletivos hoje tratam do tema. Ela discorda, porém, da forma como o debate tem sido pautado através de uma emenda à Constituição.

“A questão de se impor por lei um modelo único para todo o setor produtivo está errado. A negociação coletiva é a ferramenta ideal para se conseguir esse equilíbrio”, pontuou.

Ribas conclui que cada setor deve ter a liberdade para discutir e atender suas próprias demandas específicas.

Estudo: fim da escala 6×1 pode reduzir PIB, renda, empregos e empresas

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Com tanquinho à mostra, Virginia posta look para estreia da Seleção na Copa

Nos Estados Unidos para a Copa do Mundo 2026, a influenciadora Virginia Fonseca, 27, publicou nas redes sociais o look escolhido para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira no torneio mundial. O Brasil enfrenta o Marrocos neste sábado (13), às 19h, no Metlife Stadium, em Nova York, Estados Unidos.

Virginia escolheu uma calça jeans de cintura baixa e um cropped amarelo cravejado, o que deixa seu tanquinho à mostra. Para terminar de estilizar um look, escolheu um boné, também amarelo, e um salto branco (veja abaixo).

 

O que Virginia fará na Copa do Mundo 2026?

Virginia atuará como repórter na Copa do Mundo 2026 em parceria com o programa “Domingão com Huck”, da TV Globo. A influenciadora será a responsável por mostrar bastidores, além do cotidiano na cidade, como rotina de compras e restaurantes.

Além disso, a influenciadora supostamente teria reatado com o jogador da Seleção Brasileira, Vini Jr., 25.

Virginia mostra look para estreia da Seleção na Copa 2026 • Instagram/ Virginia

Fim de Virginia e Vini Jr.: relembre namoro e polêmicas do casal

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Neymar vai às redes e se pronuncia antes de estreia do Brasil na Copa

Principal nome do futebol brasileiro, o atacante Neymar foi às redes sociais e mandou um recado antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 neste sábado (13), contra o Marrocos.

Fora do jogo por conta de uma lesão, Neymar agradeceu a oportunidade de estar presente em mais uma Copa do Mundo.

“Obrigado meu DEUS … obrigado por me fazer viver isso mais uma vez”, publicou.

O Brasil encara o Marrocos às 19h (de Brasília) deste sábado, na abertura do Grupo C da Copa do Mundo, em Nova York/Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Neymar sofreu uma lesão muscular grau 2 na panturrilha direita, confirmada no dia 28 de maio, ainda no Brasil. O prazo de recuperação é de 2 a 3 semanas, e há expectativa de ele estar apto para o segundo jogo, contra o Haiti, no dia 19 de junho.

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Oficial do Irã diz que não há planos para viajar à Suíça nos próximos dias

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, negou relatos recentes que sugeriam que Genebra, na Suíça, seria em breve o local da assinatura de uma trégua entre EUA e Irã.

“O momento exato da assinatura deve ser aguardado; no entanto, não há planos de viagem para Genebra ou qualquer outro lugar nos próximos dias”, disse Baghaei no sábado (13), segundo a agência semi-oficial Tasnim News Agency, que é afiliada à IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã).

A logística da iminente assinatura de um memorando de entendimento entre EUA e Irã ainda não está clara. Opções mencionadas por autoridades dos EUA e do Irã incluem uma assinatura “remota” do acordo, possivelmente seguida por uma assinatura conjunta presencial em uma data posterior.

Baghaei, no entanto, afirmou que ambas as partes “nunca estiveram tão próximas de um entendimento”.

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Convocação CNN traz todas as informações da estreia do Brasil na Copa

O Convocação CNN vai analisar todo o ciclo de Copa do Mundo da Seleção, além dos detalhes finais do time brasileiro para a estreia contra o Marrocos no Mundial, neste sábado (13) às 19h (de Brasília), pela primeira rodada do Grupo C.

Direto do Estádio de Nova York/Nova Jersey, a repórter Ludmila Candal traz todo o clima do início da caminhada da Seleção Brasileira rumo ao hexa.

Com apresentação de Jairo Nascimento, comentários de Michel Bastos, Raul Moura e Henrique Marsalla, o time do CNN Esportes comenta sobre a escalação da Seleção e o clima dos torcedores antes da partida.

O Convocação CNN vai ao ar a partir das 17h no Youtube do CNN Esportes.

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Tema do Chicago Bulls: qual a música que toca na entrada dos times na Copa?

A música escolhida pela Fifa para a entrada dos jogadores durante a Copa do Mundo de 2026 tem história. “Sirius”, que tem sido tocada desde o primeiro jogo do Mundial, entre México e África do Sul, no Estádio Azteca, se tornou conhecida durante a era de Michael Jordan no Chicago Bulls.

Utilizada na entrada das equipes no gramado durante o Mundial, a faixa foi lançada em 1982 pela banda The Alan Parsons Project e ganhou fama ao se tornar o tema oficial da apresentação da equipe liderada por Jordan, Scottie Pippen e Dennis Rodman antes dos jogos da NBA.

Nas redes sociais, a escolha da Fifa repercutiu entre os telespectadores dos jogos, principalmente, entre os norte-americanos, já que a canção se tornou parte da cultura popular e esportiva do país.

A banda responsável pelo hit, que encerrou a parceria em 1990, celebrou o fato da música ter sido resgatada para anteceder os jogos da Copa.

“Quem mais ouviu nossa icônica música ‘Sirius’ sendo usada na entrada dos times nas partidas de abertura da Copa do Mundo 2026? Preparem-se, pois vocês vão ouvi-la antes de todos os jogos!”, comemorou a banda.

Veja música durante entrada dos jogadores na Copa:

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Esposa de Endrick publica carta aberta antes de estreia do Brasil na Copa

Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, a influenciadora Gabriely Miranda publicou carta emocionante para o marido Endrick, atacante convocado para representar o Brasil no mundial.

Grávida do primeiro filho do casal, ela escreveu um texto com palavras de carinho e versículos bíblicos, relembrando a trajetória do jogador e do relacionamento entre os dois.

“Sonhamos primeiro em te ver novamente com a camisa do Brasil e, por fim, sonhamos em te ver disputando uma Copa do Mundo. E, para a glória de Deus, você vai realizar o seu sonho”, escreveu na legenda de um vídeo, que já acumula mais de 300 mil curtidas. Na carta, ela diz estar escrevendo a “quatro mãos” ou “dois corações”, em referência ao bebê.

Grávida, esposa de Endrick publica carta aberta para jogador • Reprodução Instagram/Gabriely Miranda
Grávida, esposa de Endrick publica carta aberta para jogador • Reprodução Instagram/Gabriely Miranda

O casal anunciou a gravidez em abril, por meio das redes sociais. Eles estão juntos desde 2023 e oficializaram a união no final de 2024 e, desde então, vivem em Madri, na Espanha, onde também realizaram uma cerimônia intimista em julho de 2025.

Nos comentários, fãs se emocionaram com as palavras de Gabriely e desejaram felicidades ao casal. “Vocês são um casal muito especial. Deus vai honrá-los”, escreveu uma. “Você é especial demais, Gaby. Deus blinde sempre vocês de todo mal! Uma mulher sábia realmente edifica um lar, você é exemplo demais”, comentou outra.

O jogador respondeu à demonstração de carinho da esposa e comentou: “Te amo, meu amor, obrigado por estar comigo sempre”. “Nós te amamos infinitamente, até Jesus voltar. O seu caminho está apenas começando amor. Agora é sua vez de brilhar!”, finalizou ela.

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Embolo, autor de gol da Suíça na Copa, quase ficou de fora por visto

Breel Embolo, autor do primeiro gol da Suíça na Copa do Mundo no confronto contra o Catar deste sábado (13), quase ficou de fora do Mundial por problemas com seu visto.

O jogador de 29 anos não conseguiu embarcar com a delegação na data programada devido a uma pendência envolvendo sua autorização de entrada no país. A ausência do atacante preocupava a comissão técnica, já que Embolo é uma das principais referências ofensivas da seleção, com 24 gols marcados em partidas internacionais.

Na última temporada, o atacante atuou pelo Rennes, da França, e anotou 10 gols.

Segundo a imprensa britânica, o problema migratório estava relacionado a uma condenação decorrente de uma confusão ocorrida em Basileia, em 2018. Embolo foi condenado por ameaças em 2023 e optou por não recorrer da decisão, o que levou o caso a ser analisado pelas autoridades norte-americanas.

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Ex-jogador da Seleção inicia carreira de técnico em clube de Daniel Alves

Ex-jogador do Tottenham e da Seleção Brasileira, Sandro Raniere foi anunciado como novo técnico do São João de Ver, clube da Terceira Divisão de Portugal de propriedade de Daniel Alves. Essa será a primeira experiência do ex-atleta como treinador.

“Sou um apaixonado pelo futebol e vou dar tudo por mim e pelos jogadores. Estou muito feliz por estar aqui e tenho a certeza de que será um ano maravilhoso. Quero que os meus jogadores abracem este projeto. Temos de criar aqui uma família”, declarou Sandro em sua chegada ao clube.

 

Sandro se aposentou em setembro de 2023, mas chegou a disputar uma partida pelo Harborough Town, clube que disputa a Southern Football League, equivalente à sétima divisão do futebol inglês, em novembro de 2024.

O ex-volante iniciou a carreira profissional no Internacional, clube pelo qual foi campeão gaúcho em 2008 e 2009, da Copa Sul-Americana de 2008 e da Libertadores de 2010, atraindo interesse de clubes europeus.

Ele foi contratado pelo Tottenham por 7,5 milhões de euros em 2010, e ficou no time do Norte de Londres por quatro temporadas. Sandro criou forte identificação com a torcida e até hoje frequenta eventos oficiais do clube.

Entre 2010 e 2013, Sandro foi convocado para a Seleção Brasileira, e, ao todo, disputou 14 partidas representando o país. Ele esteve na lista de suplentes de Dunga na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Em 2009, ele foi campeão do Campeonato Sul-Americano Sub-20.

Além das suas passagens por Inter e Tottenham, Sandro também defendeu Queens Park Rangers (Inglaterra), West Bromwich (Inglaterra), Antalyaspor (Turquia), Benevento (Itália), Udinese (Itália), Genoa (Itália), Goiás e Belenenses SAD (Portugal), seu último clube, em 2023.

Após a aposentadoria, Sandro se aventurou fazendo participações esporádicas em times de menor expressão de divisões inferiores da Inglaterra.

Clube de Daniel Alves

O ex-lateral Daniel Alves, com passagens por Barcelona e Seleção Brasileira, adquiriu 50% do Sporting Clube São João de Ver em janeiro. O anúncio foi feito nas redes sociais do clube fundado em 1929, que oficializou a entrada do brasileiro como coproprietário da SAD.

De acordo com o comunicado, existe ainda a possibilidade de Daniel Alves ampliar sua participação para mais 30% após o fim da temporada 2025/26, previsto para o meio do ano. Com isso, o ex-jogador poderá chegar a 80% do controle da sociedade esportiva.

O São João de Ver conta atualmente com o atacante Raí Nascimento no elenco. No Brasil, o jogador já defendeu clubes como Bahia, entre 2021 e 2022, e Guarani, durante a temporada 2025.

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Vovô Anésio: velório no interior de São Paulo será aberto ao público

A família do influenciador Vovô Anésio, que faleceu na manhã deste sábado (13), aos 88 anos, divulgou informações sobre o velório nas redes sociais. A solenidade vai acontecer no município de Rincão, no interior de São Paulo, onde o idoso morava. O velório será aberto ao público.

“Agradecemos imensamente todo o carinho, as orações, as mensagens e o amor de cada pessoa que acompanhou a história do Vovô Anésio”, escreveu a família no Instagram. A cidade fica a cerca de 270 km da capital paulista, e o corpo será velado entre as 18h de sábado (13) e as 9h de domingo (14), na Igreja da Praça Matriz de Rincão.

Idoso teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu • Reprodução/Instagram

Anésio, apelidado carinhosamente de “vovô do Brasil”, acumulava mais de 700 mil seguidores em seu perfil do Instagram e ficou conhecido após gravar vídeos com o neto, Caio Fiori. Vídeos do idoso viralizavam por seu carisma, teimosia divertida e conversas bem-humoradas com o neto.

Segundo publicação nas redes sociais, o idoso sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. Ele estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde a manhã de sexta-feira (12), em Araraquara.

“Ele não foi embora vazio. Ele foi depois de viver uma linda transformação. Saiu da tristeza, reencontrou o sorriso, voltou a cantar, voltou a brincar, voltou a receber amor e, principalmente, se reconciliou com a Vovó Elza. O Vovô cumpriu a missão dele. Tocou milhares de corações, ensinou sobre perdão, família, cuidado, recomeço e fé”, escreveu Caio em publicação em seu perfil.

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Copa do Mundo: Ralf Rangnick renova com seleção da Áustria até 2028

O técnico da Áustria, Ralf Rangnick, renovou seu contrato até 2028 neste sábado (13), após rumores da imprensa o ligarem a um cargo de diretor técnico no Milan.

O alemão de 67 anos comandou o Manchester United entre 2021 e 2022 antes de assumir a seleção austríaca ainda naquele ano. Seu vínculo anterior era válido até após a Copa do Mundo disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.

Rangnick conduziu a Áustria à classificação para uma Copa do Mundo pela primeira vez em 28 anos.

“Rangnick continuará a trajetória de sucesso com a seleção austríaca e permanecerá em sua função na Federação Austríaca de Futebol pelo menos até a Eurocopa de 2028”, informou a entidade em comunicado.

“Sob a liderança de Rangnick, a equipe austríaca evoluiu de forma excepcional nos últimos anos, tanto dentro de campo quanto em sua estrutura, consolidando-se no cenário internacional.”

A Áustria estreia na Copa do Mundo na próxima terça-feira (16) contra a seleção da Jordânia, no Estádio de São Francisco. A equipe está no Grupo J, que também conta com a atual campeã Argentina e a Argélia.

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Saiba quando será o próximo jogo do Brasil na Copa após duelo com Marrocos

A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo de 2026 neste sábado (13) em Nova Jersey contra Marrocos. Depois, entra em campo apenas no final da próxima semana.

O segundo jogo do Brasil no Mundial acontece na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília) contra o Haiti, na Filadélfia. Antes, Escócia e Marrocos abrem a segunda rodada no mesmo dia, às 19h.

O grupo do Brasil na Copa

Além do duelo deste sábado entre brasileiros e marroquinos, a rodada inicial do Grupo C terá Haiti x Escócia às 22h, em Boston.

Na última rodada, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta a Escócia no dia 24, às 19h, em Miami. Marrocos x Haiti acontece no mesmo dia e horário, em Atlanta.

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Governo publica MP que cria nova linha de financiamento para motociclistas

Foram publicados em edição extra do DOU (Diário Oficial da União) a MP (Medida Provisória) nº 1.366/2026 e o Decreto nº 13.026/2026, que criam e regulamentam uma nova linha de financiamento voltada a motociclistas profissionais que atuam no transporte individual de passageiros e entregas por aplicativos, além de empregados celetistas.

Lançada na manhã desta sexta-feira (12) no Palácio do Planalto, a iniciativa faz parte do programa Move Brasil, que também trouxe linhas de crédito para motoristas de aplicativos, taxistas, caminhões e máquinas agrícolas.

A cerimônia de lançamento contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e de representantes da categoria de entregadores de aplicativo que usam motocicletas como instrumento de trabalho.

No caso dos entregadores, será permitido o financiamento de um veículo por beneficiário, com dois meses de carência e prazo de financiamento de até 48 meses. O seguro prestamista, proteção que ajuda a quitar a dívida em caso de imprevistos graves com o trabalhador, também poderá ser financiado.

Os dois atos normativos publicados viabilizam a aplicação de recursos do FIIS (Fundo de Investimento em Infraestrutura Social) para renovação de frota, aquisição de veículos e investimentos associados à mobilidade urbana individual, incluindo infraestrutura ligada ao aumento da produtividade e à descarbonização do setor.

Segundo o governo, a medida provisória permite a utilização de recursos do FIIS em linhas de financiamento reembolsável destinadas à renovação de frota, aquisição de equipamentos e expansão da infraestrutura relacionada ao transporte urbano individual de passageiros e cargas, inclusive serviços intermediados por plataformas digitais.

Também autoriza a utilização de recursos do FGO (Fundo Garantidor de Operações) para reduzir o risco das operações e prevê a atuação do FGI (Fundo Garantidor para Investimentos), ampliando a segurança para a concessão do crédito.

o decreto adapta as regras do FIIS para dar suporte à nova política pública e institui o CGEFrota (Comitê Gestor Específico para as Linhas de Financiamento para Renovação da Frota e para Infraestrutura do Transporte Urbano Individual).

Coordenado pela Casa Civil, o colegiado será responsável por acompanhar a implementação da política, definir diretrizes e supervisionar a aplicação dos recursos voltados ao setor.

Condições de financiamento

Os entregadores e motociclistas precisam estar cadastrados em plataformas digitais há pelo menos seis meses e ter realizado, no mínimo, 100 corridas ou entregas no período.

Também poderão acessar o crédito motociclistas profissionais com vínculo celetista e, no mínimo, seis meses de exercício da atividade. Para participar, será necessário possuir CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria A.

Poderão ser financiadas motocicletas, motonetas e ciclomotores flex produzidos no país, de até 160 cilindradas, além de motocicletas, ciclomotores e bicicletas elétricas produzidas no Brasil ou vinculadas a projetos de investimento produtivo nacional.

O MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) será responsável por habilitar fabricantes e divulgar a lista de marcas e modelos elegíveis ao financiamento. A política também prevê contrapartidas das montadoras, incluindo descontos na aquisição dos veículos participantes do programa.

As condições financeiras incluem juros de 12,5% ao ano (0,99% ao mês) para homens e 11,5% ao ano (0,91% ao mês) para mulheres, prazo de pagamento de até 48 meses e carência de dois meses. Em simulação apresentada pelo governo, um financiamento de R$ 21 mil teria prestação estimada em aproximadamente R$ 552 mensais.

A operacionalização do programa contará com a participação do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e de outros agentes financeiros e fintechs eventualmente habilitados, desde que assumam os riscos das operações.

Para aderir ao programa, os interessados deverão compartilhar as informações necessárias para verificar sua elegibilidade. No caso dos profissionais vinculados a aplicativos, as próprias plataformas irão compartilhar dados para confirmação dos requisitos mínimos de participação.

O início das contratações da linha de crédito está previsto para 13 de julho.

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“Nobreza do Amor”: qual é o mistério de Ritinha?

Em “A Nobreza do Amor”, a pequena Ritinha, vivida por Júlia Salarini, vive um mistério sobre sua origem. Mas qual é a verdadeira história da criança?

Até o momento, ela foi apresentada como uma criança órfã, deixada na porta da igreja, porque seus pais biológicos teriam morrido. Foi assim que o padre Viriato (Marcelo Médici) passou a cuidar dela e a chamá-la de sobrinha. Belmira, que é familiar do pároco, é quem o ajuda na criação.

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Mas, na verdade, a Ritinha é fruto de uma relação extraconjugal de Diógenes (Danton Mello) com Belmira, já que o banqueiro é casado com Marta (Emanuelle Araújo). Ela nem imagina, mas é irmã de Virginia (Theresa Fonseca) e Aurelinda (Antonella Benvenuti), e ainda tem um pai rico.

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Iberdrola 'escribe' su historia en el cielo de Bilbao con 1.500 drones

Lema del asniversario de Iberdrola compuesto por 1.500 drones sobre la Ría de bilbao.

Fue el espectáculo con drones más ambicioso jamás llevado a cabo en España. Iberdrola celebró su 125 aniversario en Bilbao con un espectáculo con 1.500 drones que, en torno a la torre que alberga su sede en la capital vizcaína y junto a la Ría, repasaron a través de un show de luces y música la historia de la energética.

El espectáculo fue visto por más de 40.000 personas que abarrotaron los márgenes de la Ría y los alrededores para ver el acto con el que la compañía cerró una jornada de celebraciones que había comenzado horas antes en el cercano parque de Doña Casilda. Allí, artistas como Juanes, Antonio Orozco, Rigoberta Bandini y Süne completaron un espectáculo de acceso gratuito que se desarrolló durante más de cinco horas con un público entregado que llenó el parque bilbaíno. La instalación de siete pantallas gigantes permitió seguir los conciertos en Bilbao a los miles de personas que acudieron para ver a los artistas en una jornada soleada y calurosa.

El mayor show de drones de España

El plato fuerte de la conmemoración del aniversario de la compañía, nacida en Bilbao en 1901, tuvo lugar a pocos metros de allí, en el entorno de la Torre Iberdrola y la Ría, cuando pasadas las 23.00 horas de la noche el zumbido de los 1.500 drones -cuatro veces más de los empleados en el espectçáculo de la Sagrada Familia para la inauguración de la Torre de Jesus- comenzó. Durante casi media hora de espectáculo, una sucesión de dibujos de elementos relacionados con la historia de la compañía se fueron sucediendo a modo de repaso por los 125 años de Iberdrola.

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Recreación del perfil de la Torre Iberdrola y el Museo Guggenheim." data-fslightbox="lightbox-mfev">
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1.500 drones recrean varias torres eólicas sobre la Ría de Bilbao." data-fslightbox="lightbox-mfev"> <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-13-at-093318.jpeg" class="galeria__foto item" data-caption="

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Lema del aniversario de Iberdrola compuesto por 1.500 drones sobre la Ría de bilbao. | E. I." data-fslightbox="lightbox-mfev"> Lema del asniversario de Iberdrola compuesto por 1.500 drones sobre la Ría de bilbao. <a href="https://www.elindependiente.com/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2026-06-12-at-202806-1-1200x799.jpeg" class="galeria__foto item" data-caption="

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El show arrancó con un gigantesco ‘Bilbao, 1901’ -fecha de fundación de la compañía- junto al logo de la energética que los drones dibujaron en el cielo. La secuencia que le continuó comenzó con la conformación de la imagen de una presa, como símbolo de generación eléctrica, y a la que siguieron otras muchas figuras con las que se visibilizó la evolución de la producción de energía a lo largo del último siglo.

Así, no faltaron ni las torres de alta tensión, las placas solares, las torres eólicas o el coche eléctrico que los drones fueron configurando al ritmo de la música que acompañó el espectáculo aéreo. Tampoco faltó el repaso por la expansión de la compañía a lo largo de su historia, que los drones representaron con una espectacular recreación del globo terráqueo girando sobre sí y en la que se podían identificar todos los continentes. El espectáculo concluyó con el lema que ha presidido este año de eventos, ‘125 años de luz’ en euskera y con el aplauso de los miles de personas que abarrotaban los alrededores.

Próximos conciertos del 125 aniversario de Iberdrola

A este evento popular de Iberdrola pronto se le sumará otro de los actos importantes con el que celebrará su aniversario: el concierto de Lenny Kravitz el próximo 27 de junio en Madrid. Un concierto que se completará con actuaciones de Manuel Carrasco, Ana Mena y Alvaro de Luna. Ya en noviembre, el día 28, Estopa y Mafalda Cardenal protagonizarán un concierto en Valencia dentro de los programas de actos de ‘125 años de luz’ de Iberdrola.

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El PSOE empieza a abrir los ojos con Zapatero: "La caída del mito es prácticamente irreversible"

(Foto de ARCHIVO) El expresidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero, interviene durante el cierre de la campaña del PSOE, a 13 de marzo de 2026, en Valladolid, Castilla y León (España). El PSOE cierra su campaña autonómica en la Cúpula del Milenio de Valladolid, donde Pedro Sánchez arropa al candidato Carlos Martínez y a Óscar Puente en un mitin concebido para movilizar a la militancia, disputar la hegemonía del PP y presentar su proyecto de servicios públicos y cohesión territorial. Photogenic/Claudia Alba / Europa Press 13 MARZO 2026;MITIN;CIERRE DE CAMPAÑA;CAMPAÑA ELECTORAL;ELECCIONES;CAMPAÑA AUTONÓMICA;MILITANTES;SOCIALISTAS; 13/3/2026

Las percepciones han cambiado. No son, sencillamente, las mismas que las que invadían el PSOE el pasado 19 de mayo —hace menos de un mes, pero una eternidad en política—, cuando de manera sorpresiva el juez de la Audiencia Nacional José Luis Calama imputó por el caso Plus Ultra a José Luis Rodríguez Zapatero por varios delitos, entre ellos tráfico de influencias, blanqueo de capitales, falsedad documental y organización criminal. Entonces cundió la incredulidad, la sensación de que no podía ser verdad, que el expresidente no podía haber actuado así. Su imagen hasta ese momento había quedado inmaculada. Pero ahora, a las puertas de su declaración ante el magistrado —17 y 18 de junio—, que todos en el partido esperan con auténtica ansiedad, la figura de tótem para la izquierda que había atesorado se está empezando a deshacer. Crecen las preguntas y crece la desconfianza, el descreimiento, la decepción. También el convencimiento en algunos de que, pase lo que pase, ya nada será igual, que no será posible mirar a Zapatero con los mismos ojos. Que el mito se ha roto en mil pedazos, de manera "prácticamente irreversible".

Y la razón de ese desengaño que expresan muchos dirigentes, con mucha prudencia, con mucho dolor, está en el nuevo giro de guion de la causa. La tasación de las joyas que fueron encontradas en la caja fuerte de la oficina del expresidente, en el número 35 de la calle de Ferraz. 1.323.915 euros, según el análisis preliminar encargado a la prestigiosa casa de subastas madrileña Ansorena, en colaboración con el Instituto Gemológico Español (IGE). Una cifra muy superior a los 30.000-50.000 euros que calculó el portavoz designado por Zapatero, Luis Arroyo, según había trasladado un experto que nunca identificó. "No son las joyas de Sissi emperatriz, como están diciendo. Hay una valoración, dijo entonces. "Pido perdón en mi propio nombre por haber inducido a error sobre el valor de las joyas del presidente Zapatero", se disculpó Arroyo este viernes en redes sociales.

El valor de las joyas, en el mercado primario, es de 1.323.915 euros, a años luz de los 30.000-50.000€ que anticipó el portavoz de Zapatero, que este viernes se disculpaba por haber "inducido a error"

En el conjunto de alhajas, y según el informe de Ansorena, hay piezas de muchísimo valor, como un collar de oro blanco de 18 quilates, de 82 gramos de peso, "cuajado de diamantes talla brillante" y con esmeraldas naturales con origen Zambia. 278.000 euros. 220.000 cuesta otro collar de oro blanco de 18 quilates con 13 zafiros principales talla perilla de origen Tailandia, también preñado de diamantes. Otras piezas del ajuar tienen escaso o nulo valor. El peritaje está realizado según su valoración en el mercado de reposición, es decir, en el mercado primario, impuestos incluidos, por lo que los "márgenes comerciales de cada establecimiento" pueden ofrecer "algunas diferencias". Es decir, que su precio en una joyería sería seguramente mayor.

Pido perdón en mi propio nombre por haber inducido a error sobre el valor de las joyas del presidente Zapatero.

Él dará explicaciones ante el juez, también sobre eso. Yo siempre trato de informar con honestidad y veracidad. No concibo la comunicación de otro modo.

Gracias.

— Luis Arroyo (@LuisArroyoM) June 12, 2026

Pero el juez dio un paso más que reseñable. Abrió una pieza separada para investigar a Zapatero por otros dos ilícitos: delito fiscal y de contrabando. Precisamente por las joyas, porque su origen "en estos momentos no está justificado". Calama considera que la posesión de bienes de lujo de elevado valor, "unida a la ausencia de trazabilidad fiscal sobre su adquisición, constituye un indicio objetivo y racional de la posible existencia de una defraudación tributaria relevante". Y es así porque la adquisición de joyas de gran valor "genera necesariamente obligaciones fiscales, ya sea en concepto de IVA, impuesto sobre transmisiones patrimoniales, impuesto sobre sucesiones y donaciones e IRPF". La "inexistencia de declaración o pago" de esos tributos permitiría inferir que expresidente ha podido cometer delito fiscal, ya que la cuota defraudada sería superior a los 120.000 euros.

El juez Calama abre pieza separada y atribuye dos ilícitos más a Zapatero: delito fiscal y contrabando, porque pudo saltarse sus obligaciones fiscales e introducir ilegalmente las piezas en España

Y como tampoco hay constancia del pago de derechos arancelarios por la introducción de joyas en España, impuestos especiales o tributos asociados a su importación, Zapatero podría haber incurrido en contrabando. La ausencia de papeles, razona el juez en su auto, "impide descartar" que ese conjunto de joyas de gran valor "hubieran sido introducidas en España al margen de los procedimientos de control aduanero, superando ampliamente el umbral cuantitativo de 150.000 euros previsto" en el ámbito penal.

El juez investiga a Zapatero por presunto delito fiscal y de contrabandohttps://t.co/NeQyRPvZQx pic.twitter.com/NzDAVjJyMQ

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De estas dos últimas acusaciones, y de las que pesan sobre él en el caso Plus Ultra, el expresidente tendrá que defenderse el próximo miércoles, 17 de junio, ante Calama, que ha habilitado una segunda sesión, el jueves 18, por si la comparecencia se alargara. La ansiedad entre los cargos socialistas es máxima. Todos subrayan que están "deseando" que se explique, con la esperanza de que ofrezca argumentos solventes que convenzan al juez.

Escuchar las explicaciones

El Gobierno de Pedro Sánchez y Ferraz continúan mostrando un respaldo sin fisuras al exjefe del Ejecutivo. "Mantenemos el apoyo. No vamos a comentar los detalles de un proceso judicial en marcha", se limitan a manifestar desde la Moncloa. "Yo solo espero que Zapatero lo explique todo. No tengo ni idea de dónde vienen esas joyas —señala un ministro de mucho peso—, ni sé cómo lo justificará. Habrá que escucharle y ver qué explicación da".

Mantenemos el apoyo. No vamos a comentar los detalles de un proceso judicial en marcha", afirma la Moncloa. "Él lo explicará todo, la clave es que hable", apuntalan en la dirección del partido

"Él lo explicará todo. La clave es que hable. Y que lo cuente todo, pero tiene explicación", subrayan convencidos desde el aparato federal del partido. En Ferraz apuntan a que las joyas de mayor valor —12 del total de 80 peritadas— pudieron ser regalos recibidos por Zapatero en su etapa como presidente (2004-2011). Pero chocaría con lo que él mismo aprobó en 2005, el Código de Buen Gobierno de los miembros del Ejecutivo y de los altos cargos de la Administración General del Estado, cuyo artículo tercero indicaba que se debería rechazar "cualquier regalo" que fuera "más allá de los usos habituales, sociales y de cortesía" y que imponía que los obsequios de mayor cuantía se incorporaran al patrimonio del Estado. Esa normativa fue derogada al aprobarse la ley reguladora del ejercicio del alto cargo de 2015, ya con Mariano Rajoy en el poder. Dos años antes, el Ejecutivo del PP sacó adelante con su mayoría absoluta la ley de transparencia, también en vigor, y que, en su artículo 26, impide a los altos cargos aceptar regalos de gran cuantía y prescribe que los presentes de "una mayor relevancia institucional" se agreguen al "patrimonio de la Administración pública correspondiente".

Diana Morant sostiene que en España hay "doble rasero" y que la Justicia "no es igual y no se aplica igual para todos"https://t.co/34il3Cbzwz pic.twitter.com/rrQWbwMv5g

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"Lo importante es la ley", defienden en el cuartel general de los socialistas, deslizando que la obligación de devolver los regalos de mayor valor está en pie desde la ley de transparencia de 2013, posterior a la salida de Zapatero del Ejecutivo, porque hasta entonces solo operaba un Código de Buen Gobierno, sin fuerza de ley. "Además, puedes desconocer el valor de un regalo. Y en todo caso, el valor de aquellos años no es es el de ahora. Y, de todas formas, lo importante es que se explique", insisten en Ferraz. Pero para que el juez crea que se trata de regalos de su etapa en la Moncloa, y que por tanto los supuestos delitos hubieran prescrito, el exmandatario tendría que poder acreditarlo documentalmente.

En Ferraz enfatizan que "lo importante es la ley" que regula los regalos institucionales, posterior a la salida del poder del expresidente. La ministra Morant habla de "doble rasero" de la Justicia

Este viernes dominó, no obstante, el silencio en público de buena parte del Ejecutivo. La que trasladó la versión oficial fue la ministra de Ciencia, Diana Morant, quien remachó que mantiene su "apoyo y confianza" hacia el expresidente. La también líder de los socialistas valencianos continuó con la tesis de la conspiración judicial, agitada por los ministros Óscar Puente y Óscar López, con el respaldo de la Moncloa, cuando estalló el caso Leire: "Hay un doble rasero y la Justicia no es igual para todos y no se aplica igual para todos".

Dudas crecientes entre la dirigencia

Los llamamientos del Ejecutivo y de Ferraz no acaban de tranquilizar a buena parte de los cuadros del partido. Muchos prefieren refugiarse en un elocuente silencio. Pero otros no dudan en mostrar su recelo. Sus dudas. "Esto hace un daño enorme, aunque vamos a ver qué explicaciones da la próxima semana", indica un secretario de Organización de una federación muy relevante. Y es que es el principal temor, la onda expansiva de este caso, dado que Zapatero se había convertido, en los últimos años, en una figura icónica para su partido y para la izquierda, sobre todo a partir de las generales de 2023 en las que influyó decisivamente en el ánimo de cuadros y bases para que saliesen a disputar unas elecciones que se daban por perdidas.

Hay dudas y desazón. Pero al margen de cómo acabe el proceso, yo ya tengo asumido que Zapatero a nivel político ha acabado, y eso es un palo para el partido muy grande", asegura un mando regional

—Yo la verdad es que estoy bastante preocupado —confiesa un alto mando de otro territorio—. Tampoco he entendido muy bien el papel de Arroyo, que dio una cuantía de las joyas muy alejada de la tasación. A ver cómo va la declaración de la semana que viene, pero pinta jodido. Veo bastante difícil que pueda satisfacer a quienes queremos que esto sea una pesadilla que se pueda aclarar. Solo espero que estos días le hayan servido para prepararse bien la defensa, pero solución yo creo muy complicado que vayamos a tener. Hay dudas y desazón. Pero independientemente de cómo acabe el proceso, yo ya tengo asumido que Zapatero a nivel político ha acabado, y eso es un palo para el partido muy grande. Era un dirigente que transmitía a nivel moral y personal una imagen que es la antítesis de esto que estamos viendo. Y es que te lo creías. Incluso gente de derechas que le podía odiar a nivel político, a nivel personal le tenía cierta simpatía por ser un tipo íntegro.

Ese sentimiento de decepción y de rabia por el daño reputacional estaba en las últimas horas muy presente en dirigentes del PSOE. Lo sintetiza un responsable con muchos años a su espalda de militancia y con hilo directo con la cúpula del Ejecutivo. Y él, como otros compañeros, coincide con que el problema se le presenta a Zapatero con esta pieza separada sobre las joyas.

Porque la principal, la del caso Plus Ultra, "está todavía cogida con alfileres", ya que "no hay pruebas directas" que incriminen al expresidente y las evidencias con más fuste proceden del contenido del móvil intervenido a Rodolfo Reyes, quien fuera presidente de la compañía aérea. El juez pidió autorización a EEUU, que había interceptado el teléfono del empresario, para poder utilizar ese volcado en la causa. La defensa de Zapatero reclamaba esta semana que se esclareciesen las circunstancias en las que la agencia americana Homeland Security Investigations (HSI) accedió en 2021 a las comunicaciones de Reyes, que fueron aportadas a la UDEF de la Policía Nacional el pasado marzo, cinco años después. "Esa prueba podía ser endeble, pero esta, si se confirma el valor y no se logra acreditar la situación fiscal de las joyas, es letal. Me temo que la caída del mito es prácticamente irreversible. ¡Qué tristeza!", apunta este citado responsable.

Para un secretario provincial, "cada día que pasa, el crédito del expresidente está más que agotado. Es una situación muy difícil para el PSOE. Estamos deseando escucharle cuanto antes"

Más dirigentes expresan ese mismo dolor. "Es que está claro que Zapatero es ya irrecuperable", indica una portavoz autonómica. "Es que, aunque espero que todo sea legal y lo pueda demostrar, sí parece que es un lobista más. Yo creo que con el sueldo de expresidente podría haber vivido más que bien. Ese era el ejemplo, pero parece que el dinero nunca es suficiente. No predico que ser de izquierdas sea ser pobre, ni vivir con estrecheces. Al contrario, que todos vivamos y disfrutemos. Pero esta ambición y encima dando lecciones es intolerable", comparte una integrante de una ejecutiva regional. "Si esto se confirma, lamentablemente es así que le habremos perdido tercia un barón provincial—. Cada día que pasa, su crédito está más que agotado. Es una situación muy difícil para el PSOE. Estamos deseando escuchar cuanto antes a Zapatero".

La apertura de una pieza por las joyas venía a añadir incomodidad a un asunto de entrada muy molesto para los socialistas. Y llegaba en un momento de máxima alerta, de máxima debilidad por la derivada infinita del caso Leire. "Otra noticia más —constata con pesar un responsable de un aparato autonómico. Intentamos sacar la cabeza, pero... En fin, la gente está esperando a que dé las explicaciones ante el juez. A ver si es que tienen explicación". En el fondo, en el partido quieren creer que Zapatero dispondrá de un arsenal que le permita desmontar las acusaciones que pesan sobre él. "Es como cuando te cuentan algo muy malo de alguien al que quieres mucho mucho, muchísimo, como tu padre o tu hermano, y tú no lo has visto", ilustra una exalcaldesa.

El referente casi perdido

Y es que el expresidente era hasta ahora un referente total y una autoridad moral y ética para el partido. "Un icono al que sacabas como un santo en procesión —conviene un cargo local—. Un presidente que amplió derechos y que era un faro para mucha gente, y una persona leal al partido. Zapatero incorporaba a una parte del partido que no votó a Sánchez en las primarias de 2017. Y, tras aquel desgarro de una guerra civil como la que hubo en aquel año en el partido, Zapatero ayudaba a la cohesión interna. Por eso el impacto es gordo y todo es tan jodido". Y todo podría agravarse si Calama adoptara algún tipo de medida cautelar contra él, aunque por ahora en el partido no se sitúan en la hipótesis de que pueda ser enviado a prisión provisional.

Los dirigentes relatan el "impacto" de la caída en desgracia de un Zapatero que era hasta ahora referente de todo el partido, un icono que destacaba por su "austeridad" y comportamiento "íntegro"

Una exministra que trabajó con el expresidente también resalta su "austeridad", su figura de político "muy familiar, muy apasionado con su responsabilidad política, muy rompedor". Una imagen que ahora comienza a venirse abajo, para horror de su partido. "Es que se me parte el alma. Es todo una pesadilla", continúa esta exintegrante de su Ejecutivo.

—El mito se cae desde el momento en que hay duda. Y duda la hay. Si encima no se dice la verdad, como ha ocurrido con la valoración de las joyas, peor —expresa una baronesa provincial.

La tasación encargada por el juez estima en 1,3 millones de euros las joyas intervenidas a Zapatero https://t.co/0injGXUl37 pic.twitter.com/57V0EN8osz

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—Es lo peor que le puede pasar a Zapatero: la gente piensa que les ha engañado y ha jugado con sus sentimientos —apuntala una responsable que ha tratado mucho estos años al expresidente y que formó parte de su cúpula.

—El mito se cae para quien lo creyera como tal —indica con bastante más distancia una dirigente territorial muy conocida por el conjunto del PSOE—. Hace ya semanas que pasamos el shock.

Como expresa un miembro de la cúpula federal, "no deja de ser paradójico" que Zapatero no se quedase en el Consejo de Estado, cuando él cambió la ley para que los expresidentes recalaran allí

La desconfianza también alcanza a algunos miembros de la cúpula federal. Uno de ellos apunta que "no deja de ser paradójico" que habiendo Zapatero cambiado la ley para que los expresidentes pudieran incorporarse al Consejo de Estado tras dejar el cargo, "él no se incorporase". El exlíder socialista pasó por el máximo órgano consultivo del Gobierno solo tres años, entre 2012 y 2015, para pasar después a la actividad privada.

"Hay jueces que prevarican"

No obstante, muchos cuadros piden cautela, no juzgar por anticipado. Esperar. "Dentro hay incredulidad y estupor. Pero no se debe emitir juicio hasta escuchar sus explicaciones. Un poco de paciencia. Yo, que le conozco, no tiro la toalla aún. No estoy dispuesto todavía a bajar el pulgar. Es verdad que a nuestra gente, que es muy ciclotímica, los escándalos relacionados con la honestidad les desmoralizan mucho", señala un dirigente con mucha trayectoria a su espalda y muy respetado en el partido. Pero él mismo advierte de que, llegado el caso, el partido "ha de ser fiel a sus ideas por encima de las personas".

Varios responsables piden prudencia, esperar a la comparecencia de la semana próxima, y algunos aluden a las "dos velocidades" de la Justicia, muy rápidos con ellos y muy lentos con el PP

En la ejecutiva federal recuerdan que las bases están "en apretar filas", en no rendirse. Y en los territorios también hay dirigentes que ven la apertura de una pieza separada por presunto delito fiscal y contrabando como una continuación del "acoso", de una estrategia para tumbar a Sánchez, "cuando el Gobierno no tiene nada que ver con una tasación de unas joyas". E insisten en ese "doble rasero" de la Justicia del que hablaba este viernes Morant. Para algunos socialistas, como expone un jefe de un aparato autonómico, es flagrante que el juez que instruye la causa por presunta corrupción en los negocios de Alberto González Amador, novio de Isabel Díaz Ayuso, haya tardado seis meses en autorizar a la UCO de la Guardia Civil para que investigue los movimientos de varias cuentas bancarias. Como tampoco se explican que las pesquisas contra el exministro de Hacienda Cristóbal Montoro sigan dilatándose después de años. "Lo nuestro, en cambio, va a la velocidad de la luz. Todo huele tanto a cloaca que ya... Está claro que hay dos velocidades. Cada partido tiene sus papeletas, pero unas van a un ritmo y otras a otro", sostiene este responsable de Organización regional.

Para que se entienda:

Hay jueces que prevarican. Y si no son ellos, son alguien de su entorno.

Felicidades Álvaro García Ortiz y al resto de galardonados por los Premios @publico_es pic.twitter.com/0m01aGd22q

— Oscar López Agueda (@oscarlopeztwit) June 10, 2026

Palabras que caminan en la línea de lo manifestado el pasado miércoles por el titular de Transformación Digital, Óscar López: "Hay jueces que prevarican". Sin ambages. Sugiere una idea próxima otra ministra: "Creo que estamos validando investigaciones prospectivas y el proceso penal tiene que tener una finalidad concreta, no investigar a ver qué sale. Eso coloca al investigado en una posición de indefensión contraria a sus derechos y pervierte el proceso penal, aparte de vulnerar la presunción de inocencia. Estos casos generales son muy cuestionables". "Yo aguardaría, vamos a ver todo", reclama un presidente autonómico.

Estamos validando investigaciones prospectivas y el proceso penal tiene que tener un fin concreto, no investigar a ver qué sale. Eso coloca al investigado en una posición de indefensión", dice una ministra

Sí, el PSOE es un partido ahora mismo a la espera. Expectante ante lo que Zapatero pueda esgrimir ante el juez a partir del próximo miércoles. Deseoso de escucharle, de comprender sus explicaciones, de que se acabe la "pesadilla". Pero poco a poco el partido ha ido perdiendo la venda. Y la incredulidad total ha mutado en un mayor recelo, en una cierta irritación y desconfianza. En la convicción de que su mayor referente ético, el que les unía a todos, ha descendido a unos infiernos de los que difícilmente ya podrá escapar indemne.

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