Reading view

CML quer abrir concursos públicos para cargos dirigentes. “É uma reforma estrutural na gestão do talento”, diz Gonçalo Reis

A Câmara Municipal de Lisboa vai avançar com a abertura de concursos públicos para a seleção de todos os cargos dirigentes do Município, numa iniciativa que pretende reforçar os princípios de mérito, transparência e igualdade de oportunidades no acesso a funções de direção.

A autarquia prepara-se assim para avançar com o que chama de “uma mudança profunda” na escolha da sua estrutura de liderança. Em entrevista ao Jornal Económico (JE), Gonçalo Reis, vice-presidente do município com o pelouro dos Recursos Humanos, detalha o novo modelo de seleção dos quadros dirigentes, que põe fim às nomeações por substituição e institui o concurso público como regra obrigatória para todos os cargos. Trata-se, nas palavras do autarca, de “uma reforma estrutural na gestão dos recursos humanos e do talento e das competências da Câmara Municipal”.

A medida integra uma proposta que será submetida à próxima reunião do executivo municipal agendada para o diz 17 de junho e que diz respeito à constituição dos membros do júri responsáveis pelos procedimentos concursais.

A grande viragem prende-se com a alteração efetiva do método de escolha dos líderes das várias direções e divisões da autarquia. Gonçalo Reis explica que o objetivo central é introduzir novos padrões de exigência na administração pública local.

“Deixa de haver as chamadas de nomeação por substituição e todos os processos de quadros dirigentes (…) passam a ser por concurso. E esses é que são os grandes princípios que nós acreditamos. Ou seja, com esta alteração que queremos imprimir na Câmara asseguramos a transparência do processo, fomentamos a participação (…) incentivamos o mérito (…) e promovemos uma cultura de competências e de oportunidades de participação”, referiu.

Questionado sobre se os concursos são para vagas abertas ou não, Gonçalo Reis explicou que “atualmente, o universo de dirigentes da Câmara de Lisboa é composto por 163 cargos, quase na totalidade preenchidos (registam-se apenas três vagas em aberto: um diretor de departamento e dois chefes de divisão)”.

O vice-presidente da autarquia explica ao JE que esta estrutura divide-se em três níveis: 13 diretores municipais, ou seja a primeira linha dirigente, que reporta diretamente aos vereadores (incluindo áreas como Finanças, Engenharia Urbana e o Secretário-Geral), 47 diretores de departamento e 103 chefes de divisão.

Por se tratar de um “programa de grande escala”, o vice-presidente salvaguarda que a transição será feita de forma progressiva através de um plano plurianual. No entanto, garante avançar logo na segunda metade do ano.  “No segundo semestre de 2026 pretendemos e faremos já seguramente o lançamento de algumas dezenas de concursos”, revela Gonçalo Reis, que está optimista em relação à aprovação da medida que promete revolucionar o modelo de recrutamento na Câmara de Lisboa.

“Trata-se de pôr as pessoas certas nos lugares certos, escolhidas por processos que imprimam a transparência e que fomentem o mérito”, sublinhou.

Gonçalo Reis quer assegurar as estabilidade e faz um apelo aos atuais dirigentes para que concorram

Uma das principais preocupações manifestadas por Gonçalo Reis prende-se com a continuidade dos serviços municipais durante este período de transição. O vice-presidente esclarece que, como os atuais dirigentes se encontram em regime de substituição, “vão continuar em funções até ao resultado do concurso”, afastando qualquer cenário de vazio diretivo (vacatura).

O responsável pelos Recursos Humanos faz também um convite claro à permanência dos atuais quadros de comando, elogiando o talento já existente na autarquia.

“Todos os atuais dirigentes podem concorrer aos cargos. Eu diria, e eu digo mesmo, acho que é normal que muitos deles concorram. E digo, e ainda bem. Porque a Câmara Municipal tem, atualmente, nos seus quadros de dirigentes, muitas pessoas perfeitamente competentes com as valências técnicas e com todas as condições. E agora, essas vão ao concurso. E se forem selecionadas, no fundo são reconfirmados e ganham uma legitimação adicional”.

A grande mais-valia do modelo assenta, contudo, na abertura do universo de recrutamento. No caso dos 13 diretores municipais (os cargos de topo), a autarquia vai fazer uso da prerrogativa legal que permite abrir as candidaturas a profissionais externos à administração local.

“Podem concorrer funcionários da Câmara, funcionários da função pública sem ser da Câmara Municipal, e funcionários e pessoas do setor privado. E isso é muito interessante, porque nós aqui estamos a dar um passo além, porque estamos mesmo a alargar o pool de talento”, anuncia Gonçalo Reis.

“Todos os atuais dirigentes podem concorrer aos cargos e até acho que mais do que poderem, e eu digo mesmo, acho que é normal que muitos deles concorram e ainda bem. Porque, também há que sublinhar isso, a Câmara Municipal tem, atualmente, nos seus quadros de dirigentes, muitas pessoas muito competentes e com valências técnicas”, destaca o vice-presidente da autarquia.

Câmara de Lisboa vai abrir concursos públicos para todos os cargos dirigentes da autarquia para implementar meritocracia

Segundo a autarquia, trata-se do primeiro processo concursal abrangente para os quadros dirigentes desde 2010, sendo que há cerca de 16 anos não eram lançados concursos desta dimensão para cargos de direção. O atual executivo considera que esta iniciativa representa uma das suas marcas distintivas, ao assumir o compromisso de promover uma organização municipal assente na qualificação, no talento e na competência dos seus dirigentes.

No total, estão a ser preparados 163 procedimentos concursais, que abrangem cargos de diretores municipais, diretores de departamento e chefes de divisão. Para conduzir estes processos serão constituídos 38 júris de seleção, um número inferior ao dos concursos previstos, uma vez que, em várias áreas funcionais, o mesmo júri acompanhará mais do que um procedimento.

O júri será composto por personalidades internas e externas à Câmara Municipal de Lisboa, escolhidas em função da sua competência, idoneidade, independência e experiência profissional. O objetivo, de acordo com a autarquia, é garantir processos de recrutamento rigorosos, transparentes e centrados no mérito dos candidatos.

O novo modelo estabelece mandatos com regras diferenciadas para a duração das comissões de serviço dos candidatos vencedores dos concursos, separando de forma clara os cargos de natureza mais estratégica das funções puramente técnicas, como explicou Gonçalo Reis.

Ao abrigo destas novas diretrizes, os diretores municipais passam a cumprir mandatos de cinco anos, os quais apenas podem ser renovados uma única vez, fixando assim um limite máximo de 10 anos de permanência no cargo. Em contrapartida, os diretores de departamento e os chefes de divisão terão mandatos de três anos, com a possibilidade de renovação sem qualquer limite, dado tratarem-se de cargos com um perfil marcadamente mais técnico, sublinha o vice-presidente da CML.

Após a aprovação da proposta em reunião de Câmara, o documento seguirá para apreciação e votação na Assembleia Municipal de Lisboa. Concluída essa fase, serão abertos os respetivos procedimentos concursais, cujo arranque está previsto para o segundo semestre de 2026.

A Câmara Municipal de Lisboa defende que a realização destes concursos permitirá reforçar a cultura de mérito na organização, aumentar a transparência nos processos de recrutamento e seleção e alargar as oportunidades de acesso a cargos dirigentes, quer para trabalhadores da autarquia, quer para candidatos externos.

Calendário e o funcionamento do júri

Tal como já referido, o arranque formal da iniciativa está agendado para a reunião de Câmara do dia 17 de junho, onde será votada a constituição do júri examinador. Uma vez aprovado pelo executivo municipal e, posteriormente, pela Assembleia Municipal, o processo transita para a Direção de Recursos Humanos para que os avisos de abertura comecem a ser emitidos.

Questionado sobre o perfil de quem vai avaliar os candidatos, Gonçalo Reis adianta que o júri será constituído por “pessoas com idoneidade” e competências firmadas em gestão pública, recursos humanos e dinâmicas autárquicas, combinando quadros internos e peritos externos.

“O júri para os diretores municipais tem sempre alguns elementos que são de fora da Câmara — académicos e pessoas com credibilidade académica, setorial e com experiência nestas áreas. E depois, o júri para os chefes de departamento e diretores de departamento são também quadros seniores da Câmara. É um mix de quadros da Câmara com independentes”.

Demonstrando total convicção no acolhimento político da proposta, Gonçalo Reis antecipa uma aceitação pacífica e robusta nos órgãos deliberativos da cidade. “A expectativa é altíssima que isto venha a ser aprovado e implementado, porque esta iniciativa vai na direção certa, vai na direção da transparência, do mérito, de processos previsíveis e de alargamento de oportunidades”, sublinha.

Sem querer interferir na autonomia de outras autarquias, o vice-presidente defende que a capital portuguesa tem o dever de liderar pelo exemplo no que toca às metodologias de governação e captação de recursos humanos.

“Eu não quero dar lições aos outros municípios (…) Agora, nós achamos que o município de Lisboa deve dar o exemplo e os nossos critérios de exigência são os critérios de exigência mais altos que existem. A Câmara Municipal tem que estar regida pelas melhores práticas de gestão de recursos humanos.”

A terminar, Gonçalo Reis reforça a visão de longo prazo que norteia este plano, recusando a ideia de que se trate de uma resposta conjuntural para problemas pontuais.

“O nosso objetivo estrutural é ter as pessoas certas nos lugares certos e escolhidas de acordo com processos transparentes e que fomentem o mérito. (…) Nós não estamos a resolver a situação A ou B ou C. Nós estamos a colocar em prática na Câmara uma nova política estrutural, definitiva e sistemática para a gestão do talento”.

  •  

Aeroporto de Lisboa é o sexto pior do mundo. Faro é o melhor português

O Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, surge entre os piores do mundo no AirHelp Score 2026, ocupando a 274.ª posição entre 279 aeroportos analisados, com uma pontuação global de 6,59, ficando apenas à frente dos aeroportos de Islamabade, Hurghada, Ho Chi Minh, Lahore e Tunes-Cartago. Há boas notícias e más notícias para o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. As más: é o sexto pior do mundo. As boas: em 2019, no ranking da Airhelp, era o pior do mundo. A edição deste ano do ranking da AirHelp avaliou 279 aeroportos de 76 países, o número mais elevado de sempre, com

  •  

Líder do Chega/Lisboa que rompeu com Mascarenhas demite-se

Luís Pereira Nunes rejeita "problemas" com a distrital de Lisboa e quer dedicar-se às funções na AML. Apresentou demissão com "efeitos imediatos", mas direção não permite nomear substituto para já.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

À direita, Luís Pereira Nunes, o presidente demissionário da concelhia de Lisboa do Chega
  •  

PS quer ouvir Moedas após TdC "arrasar" plano de saúde 65+

Auditoria conclui que programa foi "redundante e ineficiente". Só 12% dos potenciais beneficiários aderiram e metade da despesa foi em publicidade e pareceres jurídicos.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Para o BE, estas conclusões do TdC exigem responsabilidades políticas e "uma mudança de rumo"
  •  

Líder do Chega/Lisboa que rompeu com Mascarenhas demite-se

Luís Pereira Nunes rejeita "problemas" com a distrital de Lisboa e quer dedicar-se às funções na AML. Apresentou demissão com "efeitos imediatos", mas direção não permite nomear substituto para já.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

À direita, Luís Pereira Nunes, o presidente demissionário da concelhia de Lisboa do Chega
  •  

PS quer ouvir Moedas após TdC "arrasar" plano de saúde 65+

Auditoria conclui que programa foi "redundante e ineficiente". Só 12% dos potenciais beneficiários aderiram e metade da despesa foi em publicidade e pareceres jurídicos.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Para o BE, estas conclusões do TdC exigem responsabilidades políticas e "uma mudança de rumo"
  •  

"Viaje sem pressa" detetou 19.000 infrações rodoviárias

Foram fiscalizados presencialmente e por radar 47.099 veículos em Aveiro, Faro e Lisboa. Autoridades reportaram ainda infrações com a não utilização de cinto e com a falta de condições técnicas.

© Tiago Petinga/LUSA

Durante o período da campanha, foram registados a nível nacional (continente e regiões autónomas) 2.664 acidentes, dos quais resultaram dez vítimas mortais, 71 feridos graves e 845 feridos ligeiros
  •  

"Viaje sem pressa" detetou 19.000 infrações rodoviárias

Foram fiscalizados presencialmente e por radar 47.099 veículos em Aveiro, Faro e Lisboa. Autoridades reportaram ainda infrações com a não utilização de cinto e com a falta de condições técnicas.

© Tiago Petinga/LUSA

Durante o período da campanha, foram registados a nível nacional (continente e regiões autónomas) 2.664 acidentes, dos quais resultaram dez vítimas mortais, 71 feridos graves e 845 feridos ligeiros
  •  

AirHelp: Humberto Delgado é o pior aeroporto português

A AirHelp, empresa líder mundial em tecnologia de compensação de passageiros aéreos, apresentou hoje os resultados do AirHelp Score Aeroportos 2026. Esta edição avalia 279 aeroportos de 76 países – o maior número de sempre – analisando o desempenho dos aeroportos entre 01 de maio de 2025 e 30 de abril de 2026. Em Portugal, o Aeroporto de Faro mantém a liderança nacional, enquanto o Aeroporto do Porto sobe para segundo lugar, ultrapassando o da Madeira. O Aeroporto de Lisboa Humberto Delgado continua a registar o pior desempenho entre os aeroportos portugueses, estando muito perto do final do ranking mundial.

O Aeroporto de Faro (posição 125 mundial) é novamente o melhor aeroporto português, com uma pontuação global de 7,61: 7,90 na pontualidade; 7,60 na experiência do passageiro e 6,90 nas instalações e conforto. Apesar de uma ligeira descida face à posição 118 em 2025, Faro mantém-se consistentemente no topo nacional, beneficiando do seu menor volume de tráfego que contribui para melhores índices de pontualidade.

Em segundo lugar surge o Aeroporto do Porto (posição 192 mundial), com uma pontuação de 7,41. Face a 2025, o Porto sobe da posição 205 para 192, registando uma melhoria assinalável, sobretudo na pontuação de experiência do passageiro (8,20). Esta evolução positiva contrasta com a queda verificada no ano anterior e posiciona o Porto como um aeroporto em recuperação e com desempenho crescente.

O Aeroporto da Madeira (posição 262 mundial) desce para terceiro lugar, com uma pontuação de 6,96, uma queda de 61 posições face a 2025 (posição 201). A descida reflete uma menor pontuação em instalações e conforto (5,70), que pode indicar uma perceção menos positiva dos passageiros sobre as comodidades oferecidas por este espaço.

O Aeroporto de Lisboa Humberto Delgado (posição 274 mundial) permanece como o pior aeroporto português com uma pontuação de 6,59, ao continuar muito perto do final do ranking global, com uma pontualidade de apenas 6,30. O elevado volume de tráfego (cerca de 225.000 voos anuais) continua a pressionar o desempenho operacional.

  •  

Roberto Martínez, el español que puede llevar a Portugal a ganar su primer Mundial

El comedor de la moderna y funcional Ciudad del Fútbol de la federación portuguesa ubicada en Oeiras, a las afueras de Lisboa, es un hervidero de conversaciones en el que se entremezclan empleados de todas las edades. La preponderancia de la juventud y las mesas de pimpón en la terraza adyacente confieren al diáfano habitáculo los trazos de cualquier empresa tech. Es la una de la tarde, hora de comer, y Roberto Martínez (Balaguer, Lleida, 52 años), el seleccionador que carga con la responsabilidad de concretar el favoritismo de Portugal en la conquista de su primer Mundial, se dispone al seguimiento de El País Semanal durante una jornada. Esta incluirá dos actos publicitarios y una charla en el Instituto Cervantes de Lisboa para reflexionar sobre la evolución de las relaciones entre España y Portugal.

Seguir leyendo

Especial Mundial 2026

Este reportaje forma parte del número monográfico de 'El País Semanal' del 7 de junio dedicado al Mundial de fútbol.

© Vicens Giménez (EL PAÍS)

Roberto Martínez, en el campo de entrenamiento de la Federación Portuguesa de Fútbol.
  •  

Navegante disponibiliza informação em tempo real

Através da plataforma, pretende-se disponibilizar dados mais fiáveis sobre horários dos transportes, sobre a localização dos veículos e sobre o estado do serviço, tornando as viagens mais previsíveis.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Será possível consultar linhas, percursos, paragens e alertas operacionais na plataforma
  •  

Vereador do PCP questiona obras do quiosque da Estrela

João Ferreira considera que "persistem dúvidas sobre a natureza da intervenção" e "sobre quem foi a entidade promotora da obra".

© FRANCISCO ROMÃO PEREIRA/OBSERVADOR

João Ferreira considera que "persistem dúvidas sobre a natureza da intervenção"
  •  

Quatro detidas no aeroporto de Lisboa com documentos falsos

As quatro mulheres não tinham documentos e tentaram utilizar documentação alheia ou contrafeita para ultrapassar os mecanismos de controlo de fronteiras no aeroporto de Lisboa.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Uma das detenções aconteceu no terminal 1, como explicou a PSP
  •  

Lisboa e Porto concentram investimento no mercado de retalho nacional

A cidade de Lisboa e do Porto são os principais mercados imobiliários nacionais, de acordo com o mais recente relatório da consultora imobiliária eRetail.

Com 15,9 milhões de dormidas, a capital portuguesa lidera o turismo português, seguida do Porto, que conseguiu chegar aos 10 milhões de dormidas. Já em termos de consumo, em Lisboa os dados mostram uma concentração de 51,3% de compras, enquanto na zona Norte concentram-se 19,1%. De acordo com a consultora, esta tendência leva a que a taxa de ocupação dos espaços imobiliários das duas cidades está praticamente lotada.

Lisboa continua a ser um dos mercados retalhistas mais importantes do país, com uma faturação de 20 mil milhões de euros em 2025, o que corresponde a 29% do total nacional.

Este valor deve-se ao aumento do investimento das marcas de luxo nas principais ruas da capital, que têm acompanhado o aumento do turismo na cidade.

A restauração, a moda e a secção de luxo lideram a procura pelos principais espaços comerciais nesta cidade. Sendo que 65 dos espaços já estão ocupados por moda. Atualmente a disponibilidade de espaços na capital é de 5%.

“Caracterizada pelo comércio direto à rua, e reduzidas zonas de centro comercial, o eixo principal do centro de Lisboa sofre, contudo, com uma baixa rotação de espaços e escassez de novos comércios, o que torna a pressão imobiliária maior, aumentando as rendas”, revela o estudo.

Os dados mostram que as rendas mais baixas são dos espaços com área superior a mil metros quadrados, enquanto os espaços de menor tamanho têm rendas mais elevadas.

Já no Porto, o crescimento de renda no ano passado situou-se nos 9,5%, tendo-se tornado um “centro de atração de investimento”.

As rendas na invicta são ligeiramente mais baixas do que na capital, com o metro quadrado a oscilar entre os 50 euros e os 160 euros.

Enquanto a Avenida da Liberdade é a principal escolha em Lisboa, no Porto, é a Avenida dos Aliados que domina com marcas de luxo. Contudo, os Clérigos têm-se tornado atrativos para os turistas e combinam “retail urbano com a principal zona de ócio noturno da invicta”.

  •  

Lisboa e Leiria sob aviso amarelo devido ao vento forte

Aviso amarelo vai estar em vigor entre as 12h00 e as 21h00 de terça-feira. O IPMA prevê nestes dois distritos vento forte de norte/noroeste, com rajadas até 80 quilómetros por hora.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

IPMA prevê para terça-feira no continente céu pouco nublado ou limpo, vento moderado a forte com rajadas na faixa costeira e nas terras altas e pequena subida da temperatura no interior
  •  
❌