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Irão: China pede “calma e moderação” após ataques dos Estados Unidos e retaliação

A China apelou esta quarta-feira à “calma e moderação” após os ataques dos Estados Unidos contra o Irão e a retaliação iraniana contra bases norte-americanas no Médio Oriente, defendendo um cessar-fogo rápido e o regresso à via diplomática.

O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lin Jian manifestou, em conferência de imprensa, a “profunda preocupação” de Pequim com a situação e apelou a todas as partes envolvidas para que adotem “medidas concretas” destinadas a reduzir as tensões.

Lin afirmou ainda que os diferendos devem ser resolvidos por meios políticos e diplomáticos e defendeu a concretização, “o mais rapidamente possível”, de um cessar-fogo “abrangente e duradouro”.

As declarações surgem depois de os Estados Unidos terem realizado três vagas de ataques contra o Irão, em resposta ao abate de um helicóptero Apache norte-americano no estreito de Ormuz, uma operação à qual Teerão respondeu com ataques contra bases militares dos EUA na Jordânia, Kuwait e Bahrein.

O ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano reafirmou hoje o “direito à autodefesa” da República Islâmica e advertiu os países do Golfo sobre a sua “responsabilidade” em impedir que os Estados Unidos utilizem os seus territórios para atacar o Irão.

Segundo a Guarda Revolucionária iraniana, entre os alvos da retaliação esteve a Quinta Frota norte-americana estacionada no Bahrein, enquanto a Jordânia assegurou ter intercetado vários mísseis sem registo de vítimas ou danos materiais.

A nova escalada ocorre apesar de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter afirmado que continua a ser possível alcançar um acordo com Teerão dentro de “dois ou três dias”, após várias semanas de negociações com a República Islâmica.

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Eis a tripulação da Artemis III. O primeiro europeu é o italiano que quase se afogou no Espaço

O astronauta italiano Luca Parmitano será o piloto da missão Artemis III da NASA, tornando-se o primeiro europeu a integrar uma das missões do programa, anunciou esta terça-feira a agência espacial norte-americana. A NASA apresentou esta terça-feira, em comunicado, a tripulação internacional de quatro elementos da próxima missão Artemis, que deverá realizar-se já no próximo ano. A missão Artemis II é um voo de ensaio fundamental antes de uma missão tripulada à superfície lunar, que a agência descreve como “uma das missões mais complexas alguma vez realizadas pela NASA”. Embora seja essencial para futuras missões à Lua, a Artemis III

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Irão acusa Estados Unidos de retirar bilhetes a adeptos do país

A Federação Iraniana de Futebol (FFI) denunciou esta terça-feira que os Estados Unidos revogaram a sua atribuição de bilhetes para os jogos da fase de grupos do Mundial, acusando o coanfitrião de impedir a presença de adeptos iranianos. Os EUA impuseram diversos obstáculos burocráticos ao Irão neste evento desportivo, incluindo a recusa de emitir vistos para grande parte da sua equipa de apoio, uma vez que os dois países continuam em guerra. “A menos de três dias do início do Mundial, é lamentável que, numa série de decisões fora dos agentes desportivos atuais por parte do país anfitrião, os EUA

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Jordânia diz que interceptou mísseis do Irã lançados contra base dos EUA

As Forças Armadas da Jordânia afirmaram nesta quarta-feira (10) que interceptaram e abateram cinco mísseis lançados do Irã em direção à área da base aérea americana em Al-Azraq, na Jordânia.

Os militares acrescentaram que os destroços da operação de interceptação caíram em território jordaniano, mas não causaram feridos nem danos materiais.

Mais cedo, na quarta-feira, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado quatro alvos na base militar americana de Al-Azraq, na Jordânia, utilizando mísseis de longo alcance.

Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.

A IRGC disse estar preparada para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.

Troca de ataques

No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Horas após os ataques, o Exército dos EUA disse que concluiu os ataques de autodefesa contar o Irã.

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Sirenes de ataque aéreo são acionadas no Kuwait

Sirenes soaram no Kuwait na noite desta terça-feira (9), com moradores sendo orientados a se dirigirem para locais seguros, informou o exército do reino do Golfo em um comunicado.

“Os sistemas de defesa aérea do Kuwait estão interceptando alvos aéreos hostis de acordo com os procedimentos operacionais aprovados”, diz o comunicado.

Os militares orientaram os moradores a “seguirem as instruções e diretrizes de segurança emitidas pelas autoridades competentes e a obterem informações de fontes oficiais aprovadas”.

A IRGC (Guarda Revolucionária do Irã) afirmou anteriormente que havia atacado alvos militares dos EUA na região após a última rodada de ataques americanos – que, por sua vez, foram uma resposta à queda de um helicóptero do Exército dos EUA.

A IRGC também informou ter atingido quatro alvos na base militar dos EUA de Al-Azraq, na Jordânia. Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.

No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Horas após os ataques, o Exército dos EUA disse que concluiu os ataques de autodefesa contar o Irã.

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

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Irã atinge base militar dos EUA na Jordânia, diz mídia iraniana

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) afirmou ter atingido quatro alvos na base militar dos EUA de Al-Azraq, na Jordânia, informou a mídia iraniana na noite desta terça-feira (9).

Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.

A IRGC disse estar preparada para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.

A Guarda Revolucionária também havia dito que atacou a Quinta Frota dos EUA no Bahrein, em resposta à ofensiva americana contra o país.

No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Horas após os ataques, o Exército dos EUA disse que concluiu os ataques de autodefesa contar o Irã.

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

(Com informações da CNNi e da Reuters)

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EUA finalizaram ataques em resposta à queda de helicóptero, diz Exército

O Exército dos EUA concluiu ataques de autodefesa contra o Irã em resposta à queda de um helicóptero Apache americano, informou o CENTCOM (Comando Central dos EUA).

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

https://t.co/nmeOOVXAcD

— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 10, 2026

Os militares americanos afirmaram que os ataques representam uma “resposta proporcional” aos recentes ataques contra forças americanas e navios internacionais em águas regionais.

Mais cedo, o Comando Central dos EUA afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

U.S. Central Command (CENTCOM) forces began launching self-defense strikes against Iran at 5 p.m. ET today at the Commander in Chief’s direction, in response to yesterday’s downing of a U.S. Army Apache helicopter. The mission is a proportional response to unjustified Iranian…

— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 9, 2026

Horas antes, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

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Guarda Revolucionária afirma ter atacado a Quinta Frota dos EUA no Bahrein

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) afirmou na noite desta terça-feira (9) que atacou a Quinta Frota dos EUA no Bahrein em resposta aos ataques americanos contra o país.

“As forças navais da IRGC lançaram um ataque com drones às 2h30 contra a Quinta Frota dos EUA no Bahrein”, afirmou um comunicado da agência de notícias semioficial Tasnim.

A IRGC disse que os EUA realizaram ataques contra Jask, Sirik e Qeshm, corroborando diversos outros relatos da mídia estatal iraniana sobre os ataques.

A IRGC afirmou que os ataques americanos supostamente danificaram uma torre de comunicações em Sirik e destruíram dois reservatórios de água no distrito de Bamani, segundo a agência Tasnim.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo no Bahrein nas últimas horas.

A CNN entrou em contato com o CENTCOM (Comando Central dos EUA) para obter uma resposta.

Um correspondente da IRIB em Jask disse que as explosões foram ouvidas por volta das 2h35, horário local, enquanto vários outros veículos de notícias estatais relataram explosões em Qeshm e Bandar Abbas.

A Ilha de Qeshm é considerada parte da “arco-defesa” do Irã perto do Estreito de Ormuz.

Bandar Abbas, uma cidade portuária no sul do país, abriga uma importante base naval e aérea iraniana. O condado de Jask também possui presença naval e abriga um importante porto marítimo estrategicamente localizado a leste do estreito.

Anteriormente, a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim informou que o porto de Jask e um local em Kuh Mobarak, no condado de Jask, haviam sido atacados.

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Ataques dos EUA atingiram reservatórios de água no Irã, diz mídia estatal

Os ataques realizados pelos EUA no sul do Irã atingiram dois reservatórios de água, informou a emissora estatal iraniana IRIB na noite desta terça-feira (9).

A ofensiva interrompeu o abastecimento de água em todas as aldeias do distrito de Bamani, perto da cidade de Sirik, no sul do Irã, informou a emissora.

O diretor executivo da Companhia de Água e Esgoto de Hormozgan afirmou que os ataques atingiram suas instalações no sul do país, de acordo com a agência de notícias semioficial iraniana Mehr.

Abdul Hamid Hamzehpour, o diretor executivo, disse que os reservatórios consistiam em um tanque de 500 mil litros e outro de 2 milhões de litros, ambos responsáveis ​​pelo abastecimento de água potável para o distrito de Bamani e a cidade de Kuhestak, informou a agência de notícias Mehr.

A CNN entrou em contato com o Comando Central dos EUA (CENTCOM) para comentar os ataques.

A CNN entrou em contato com o CENTCOM (Comando Central dos EUA) para comentar as informações.

Mais cedo, o CENTCOM informou que suas forças estavam fazendo ataques de “autodefesa” contra o Irã, em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Anteriormente, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou, citando moradores, que explosões foram ouvidas na região de Sirik, acrescentando que a natureza dos estrondos era desconhecida.

Já a agência de notícias semioficial do Irã Fars noticiou que explosões também foram ouvidas em partes do leste da província de Hormozgan.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

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Câmara dos EUA aprova projeto de lei de US$ 70 bilhões para financiar o ICE

A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou, nesta terça-feira (9), um projeto de lei de US$ 70 bilhões para financiar o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA) e a Patrulha da Fronteira durante o restante do mandato do presidente americano, Donald Trump.

A votação, com 214 votos a favor e 212 contra, encaminhou a legislação partidária à Casa Branca para a sanção de Trump. O deputado Kevin Kiley, ex-republicano que recentemente se tornou independente, juntou-se aos democratas para se opor à medida.

O Senado, que assim como a Câmara possui maioria republicana, aprovou o mesmo projeto de lei no final da semana passada, após uma longa sessão de votação. Os republicanos utilizaram um processo acelerado conhecido como reconciliação, que lhes permitiu contornar a oposição dos senadores democratas.

“Agora temos financiamento garantido para três anos completos, e não há um único democrata aqui que tenha votado a favor”, disse o presidente da Câmara, Mike Johnson, em uma coletiva de imprensa após a votação.

“Divergências políticas entre republicanos e democratas sobre reformas para agentes de imigração levaram a uma paralisação parcial do DHS (Departamento de Segurança Interna) por 76 dias no início deste ano.

A paralisação terminou em grande parte em abril, depois que Trump sancionou um projeto de lei bipartidário que financiava as agências do DHS não envolvidas na repressão à imigração promovida pelo presidente até 30 de setembro, o fim do ano fiscal.

Os democratas se opuseram veementemente ao financiamento da fiscalização da imigração após os assassinatos de dois americanos por agentes de imigração em janeiro. Mas não conseguiram chegar a um acordo com a Casa Branca sobre um pacote de reformas.

ICE: Conheça a estrutura do serviço de imigração dos EUA

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Presidente de Cuba vê risco de conflito armado com os EUA

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, disse que vê três possíveis cenários que o governo dos EUA está planejando para o futuro imediato do país: agitação social, diálogo coercitivo para assumir o controle da economia cubana ou conflito armado.

Ele fez essa declaração na última quinta-feira (4), em entrevista ao eldiario.es, cuja transcrição também foi publicada na segunda-feira (8) pelo governo cubano.

Díaz-Canel falou sobre a pressão que os Estados Unidos vêm exercendo sobre a ilha há meses, pressão essa que se intensificou nas últimas semanas com mais sanções, a acusação contra Raúl Castro e o risco de um possível ataque.

“Nunca ameaçamos ninguém. No entanto, a agressão contra Cuba está cada vez mais presente na retórica dos porta-vozes do governo dos EUA. Essa retórica está se intensificando cada vez mais”, disse o presidente em um extenso relatório publicado na quinta-feira.

A CNN enviou um pedido de comentário ao Departamento de Estado dos EUA sobre essas declarações do presidente cubano e aguarda uma resposta.

Tanto Donald Trump quanto membros de sua administração afirmaram em diversas ocasiões que a mudança de regime é necessária em Cuba, e o presidente americano chegou a não descartar a possibilidade de “assumir o controle” do país.

Na semana passada, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, referiu-se a Havana como “uma base de operações avançada para guerra irregular global” contra os interesses dos EUA.

Nesse contexto, segundo Díaz-Canel, o governo dos EUA está seguindo três cenários: primeiro, um de “estrangulamento econômico”, cujo objetivo é “provocar agitação social, e que essa agitação social lhes dê a oportunidade, sob o pretexto de ajuda humanitária, de intervir no país”.

A escassez de petróleo afetou Cuba desde que o país perdeu os carregamentos da Venezuela, seu principal fornecedor, e os EUA também ameaçaram impor tarifas adicionais a países que fornecem petróleo a Cuba direta ou indiretamente.

Isso aprofundou e acelerou a crise no país, que se deteriora ainda mais sob a pressão dos EUA. Os impactos são evidentes na falta de eletricidade, gasolina, serviços médicos e até mesmo serviços públicos essenciais.

O segundo cenário, diz Díaz-Canel, é continuar um diálogo “coercitivo” com Cuba, “de pressão máxima, para assumir o controle da economia cubana, para ocupar economicamente o país, e que isso lhes daria a oportunidade de provocar uma mudança no sistema político”.

Essa mudança no sistema político, afirma ele, “é a grande aspiração” dos Estados Unidos.

Para o presidente cubano, o terceiro cenário é o de uma agressão militar, e ele afirma que, nesse caso, a ilha está se preparando para oferecer resistência.

“Temos o direito de nos defender, de nos prepararmos para nos defender, para que não haja surpresas e para que não haja derrota”, afirmou.

Nesse momento, Díaz-Canel citou o exemplo dos 32 agentes cubanos que morreram em 3 de janeiro durante o ataque dos EUA em Caracas, no qual o presidente Nicolás Maduro foi detido e capturado. Eram agentes cubanos que desempenhavam funções de defesa e proteção na Venezuela e que “heroicamente deram suas vidas defendendo seus princípios”.

“Se 32 cubanos foram capazes de confrontar de surpresa uma força de elite dos EUA, que os superava em número e tecnologia, o que não fariam milhões de cubanos dispostos a defender a Revolução, a defender a soberania, a defender a independência e a manter a autodeterminação que temos neste país?”, comentou o presidente cubano na entrevista.

Um exemplo claro da argumentação de Díaz-Canel ocorreu em março, quando o governo cubano presenteou o cantor e compositor cubano Silvio Rodríguez com um fuzil AKM e uma réplica da mesma arma por sua “disposição patriótica” em defender o país. “Assim como ele, milhões de cubanos não abandonarão seu país”, declarou a Presidência cubana na ocasião, em referência à homenagem.

Díaz-Canel vê uma ligação direta entre o que está acontecendo em Cuba e o que já ocorreu na Venezuela com as ações dos Estados Unidos, e afirma que se trata de uma guerra “ideológica, cultural e midiática”.

Como reiterou nos últimos meses, Díaz-Canel afirmou que estão dispostos a manter um diálogo com o governo Trump para fortalecer os laços comerciais e culturais, mas que essa disposição tem um limite: deve ser um diálogo “sem pressão” e sem condições para a mudança do sistema político.

Apagão e bloqueio de petróleo: O que está acontecendo em Cuba?

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Irã faz ataques contra alvos dos EUA na região, diz Guarda Revolucionária

O Irã lançou mísseis e drones contra alvos dos EUA na região, informou a IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica) em uma publicação no Telegram noite desta terça-feira (9).

A declaração veio após os EUA anunciarem ataques retaliatórios contra o Irã pela derrubada de um helicóptero do Exército americano.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Explosões foram ouvidas nas cidades iranianas de Sirik e Minab e na ilha de Qeshm, informou a agência de notícias semioficial Tasnim.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Explosões são ouvidas no sul do Irã após EUA anunciarem ataques, diz mídia

Explosões foram ouvidas na cidade costeira iraniana de Sirik, informou a agência de notícias semioficial iraniana Mehr, citando moradores locais que ouviram “diversas explosões na área”.

Estrondos também foram ouvidos em Bandar Abbas e Qeshm, cidades próximas ao Estreito de Ormuz.

“A natureza exata desses sons ainda não foi determinada e, até o momento, nenhuma autoridade militar ou policial oficial comentou sobre a causa das explosões”, pontuou a Mehr.

A notícia das explosões foi publicada momentos após os EUA anunciarem que lançaram uma nova onda de ataques contra o Irã, em retaliação à derrubada de um helicóptero do Exército americano.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central tenha dito que são uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

A agência de notícias iraniana Fars também informou que sons de explosões foram ouvidos em partes do leste da província de Hormozgan.

Trump havia prometido resposta à derrubada de helicóptero

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Chanceler do Irã alertou contra escalada de ataques

Após a ameaça de Trump, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, pediu que as forças estrangeiras deixem o Estreito de Ormuz, sob o risco de serem “pegos em constante perigo”.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi em uma publicação na rede social X.

O chanceler iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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EUA lançam ataques contra o Irã em resposta à queda de helicóptero militar

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou nesta terça-feira (9) que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

U.S. Central Command (CENTCOM) forces began launching self-defense strikes against Iran at 5 p.m. ET today at the Commander in Chief’s direction, in response to yesterday’s downing of a U.S. Army Apache helicopter. The mission is a proportional response to unjustified Iranian…

— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 9, 2026

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Anteriormente, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou, citando moradores, que explosões foram ouvidas na região de Sirik, acrescentando que a natureza dos estrondos era desconhecida.

Já a agência de notícias semioficial do Irã Fars noticiou que explosões também foram ouvidas em partes do leste da província de Hormozgan.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, instou as forças estrangeiras a deixarem o Estreito de Ormuz ou correrem o risco de serem “pegos em constante perigo”, após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar Teerã de abater um helicóptero Apache do Exército na costa de Omã.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi em uma publicação na rede social X.

“Para reduzir o risco, a melhor solução é que as forças estrangeiras deixem, o mais rápido possível, um ambiente que nunca será hospitaleiro a uma presença hostil”, acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”, ecoando uma declaração semelhante feita anteriormente pelo principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O ministro das Relações Exteriores afirmou que o Estreito de Ormuz não é considerado águas internacionais, mas sim compartilhado pelo Irã e Omã. Ele prometeu que as forças armadas iranianas estão em constante alerta para “qualquer violação do espaço aéreo, território ou águas territoriais do Irã”.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Irã diz que EUA podem ser “pegos em fogo cruzado” caso não deixem Ormuz

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, instou as forças estrangeiras a deixarem o Estreito de Ormuz ou correrem o risco de serem “pegos em constante perigo”, após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar Teerã de abater um helicóptero Apache do Exército na costa de Omã.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi nesta terça-feira (9), em uma publicação na rede social X.

“Para reduzir o risco, a melhor solução é que as forças estrangeiras deixem, o mais rápido possível, um ambiente que nunca será hospitaleiro a uma presença hostil”, acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”, ecoando uma declaração semelhante feita anteriormente pelo principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O ministro das Relações Exteriores afirmou que o Estreito de Ormuz não é considerado águas internacionais, mas sim compartilhado pelo Irã e Omã. Ele prometeu que as forças armadas iranianas estão em constante alerta para “qualquer violação do espaço aéreo, território ou águas territoriais do Irã”.

Embora o estreito esteja localizado dentro das águas territoriais do Irã e de Omã, ele é considerado um estreito internacional pela CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar), o que significa que embarcações estrangeiras, incluindo navios de guerra, têm o direito de “trânsito” irrestrito por ele.

Nem o Irã nem os Estados Unidos ratificaram a CNUDM, e Teerã rejeita a disposição que permite o trânsito.

Acusação de Trump

Mais cedo, Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

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Seguro defende que “boas relações” com EUA e autonomia da Europa são complementares

O Presidente da República defendeu esta terça-feira que se deve manter “boas relações” com os EUA, e aprofundá-las, mas ao mesmo tempo assegurar a “autonomia estratégica” da Europa em matéria de segurança e defesa. “Acho que as duas dimensões são perfeitamente complementares”, declarou António José Seguro aos jornalistas, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, onde chegou, para as comemorações do Dia de Portugal, e se reuniu com a representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Susana Goulart Costa. Questionado pelos jornalistas sobre qual o momento adequado para uma eventual revisão do acordo de cooperação e defesa entre

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China está “a crescer mais rápido do que qualquer outro país”. Já chegou às 620 armas nucleares

A China está a expandir o seu arsenal nuclear de armas mais rapidamente do que qualquer outro país. O mais recente anuário do Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI) afirma que Pequim possui atualmente cerca de 620 ogivas nucleares. Esta evolução poderá constituir motivo de preocupação para os EUA e os seus aliados, uma vez que, segundo o relatório, a China continua a desenvolver novos sistemas nucleares. “A China poderá potencialmente ter, até ao final da década, pelo menos tantos mísseis balísticos intercontinentais como a Rússia ou os EUA”, refere o relatório. Segundo o Interesting Engineering,

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Portugueses concluem projeto de baterias na América

A EDP Renováveis concluiu um projeto de baterias no estado do Arizona, nos Estados Unidos da América.

Este é o seu maior sistema de armazenamento de baterias com capacidade de 200 MW/800 MWh, suficiente para abastecer mais de 44 mil famílias.

O projeto Flatland Energy Storage vai contribuir para “garantir um fornecimento fiável durante períodos de maior procura e para apoiar o crescimento das necessidades energéticas do estado”.

“Os sistemas elétricos estão a tornar-se cada vez mais complexos e a procura de energia continua a aumentar, tornando cada vez mais importante o investimento em sistemas mais resilientes. Projetos de armazenamento de energia à escala, como este — o maior dentro do Grupo EDP até à data — são fundamentais para reforçar a estabilidade e a resiliência da rede, bem como para assegurar um desempenho mais fiável do sistema”, disse Miguel Stilwell d’Andrade, presidente-executivo do Grupo EDP.

Este projeto vai gerar mais de 17 milhões de euros de impacto económico local e regional ao longo da sua vida útil, incluindo receitas para as autoridades locais.

“A EDP Renováveis América do Norte é um dos principais promotores e operadores de infraestruturas de energia limpa no Arizona, com cerca de 600 MW de capacidade operacional bruta em energia solar e armazenamento, abastecendo o equivalente a mais de 113.000 lares”, segundo a companhia.

A EDP conta com um portfólio de mais de 460 MW de armazenamento em operação e em construção nos Estados Unidos, Europa, América do Sul e Ásia-Pacífico.

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Helicóptero dos EUA cai junto ao estreito de Ormuz

Um helicóptero AH-64 Apache do exército dos EUA caiu perto do Estreito de Ormuz nesta segunda-feira. Os dois tripulantes da aeronave sobreviveram ao acidente e foram resgatados em segurança. Ainda não é claro se o Apache foi abatido por fogo iraniano, sofreu uma avaria mecânica ou se ocorreu outro problema. Este incidente ocorreu um dia depois de o Irão e Israel terem afirmado que tinham suspendido os ataques mútuos, na sequência de um apelo de Trump, embora Teerão tenha advertido que retomaria as hostilidades se Israel continuasse a atacar o Hezbollah no Líbano. De acordo com o New York Times,

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