Todo o país está este sábado sob Aviso Amarelo, exceto o Algarve
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para este sábado, 13 de junho, cerca de 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental em perigo máximo de incêndio rural, sendo os concelhos que estão em perigo máximo nos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.
O IPMA tembém colocou para este sábado vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Lisboa, Beja e Faro em perigo muito elevado e elevado de incêndio.
O instituto refere que o perigo de incêndio rural vai manter-se máximo e muito elevado pelo menos até domingo devido ao tempo quente, sendo que este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo os cálculos obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
Proteção Civil recomenda medidas preventivas à população
Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.
Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.
Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.
Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.
Portugal continental regista temperaturas elevadas com valores da temperatura máxima a variar entre os 23 graus Celsius em Sagres e os 37 graus em Évora.
O IPMA prevê para este sábado céu pouco nublado, com aumento de nebulosidade no interior Norte e Centro durante a tarde, com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoada.
Novo tema de Danni Gato, chama-se “Maré”, conta com a colaboração de Diogo Piçarra e é mais um single de avanço de “Soldier” – álbum que este ano se estreia ao vivo no icónico festival belga de música eletrónica Tomorrowland.
“Maré” é título do novo single de Danni Gato, editado ontem (12), que junta o produtor ao cantor e compositor Diogo Piçarra.
Danni Gato apresenta “Maré” numa colaboração com Diogo Piçarra que cruza a identidade afro house do produtor com uma abordagem mais pop e melódica. A colaboração surge de forma natural entre dois artistas com percursos distintos, mas com uma vontade comum de explorar novas linguagens. Liga-os a sua origem. São ambos algarvios.
Depois de temas como “Where Are You”, “Lisboa” ou “Tudo Bem”, “Maré” é mais um single de avanço de “Soldier”, o próximo álbum de Danni Gato, que este ano estreia-se ao vivo no icónico festival belga de música eletrónica Tomorrowland, no dia 17 de julho.
Saliente-se ainda que Danni Gato é hoje um dos nomes mais marcantes da música eletrónica portuguesa. O seu percurso começou em Faro, sempre ligado às raízes cabo-verdianas que moldaram o seu ouvido e a sua forma de criar.
A mistura entre a alma da morna e da coladeira com a energia do afro house tornou-se a base do seu estilo. Esse equilíbrio entre tradição e vanguarda fez com que conquistasse públicos de diferentes países e se afirmasse como um dos artistas em maior crescimento na cena afro house internacional.
A sua presença em palco levou-o a cidades como Ibiza, Paris, Londres, Amesterdão, Dubai, Boston e Nova Iorque. Partilhou cabine com nomes fortes do afro house como Shimza, Da Capo, Enoo Napa e DJeff, mostrando consistência e capacidade de adaptação em contextos muito distintos.
Em Portugal, tornou-se presença habitual em festivais de referência. Atuou no Brunch Electronik, MEO Sudoeste, O Sol da Caparica, Nova Era Beach Party, Festival F e Rock in Rio, onde reforçou a reputação de DJ capaz de criar momentos de grande intensidade.
No estúdio, o seu trabalho tem gerado sucessos que circulam entre os maiores DJ internacionais. Xaguada, Gratitude e Hulk tornaram-se temas de destaque em pistas e rádios especializadas. Já Pedrinha, Oskey e Num Tás a Ver valeram-lhe vários galardões de singles de Ouro e Platina, confirmando o impacto do seu catálogo e a sua evolução como produtor.
Na capital, Lisboa, Danni Gato alcançou um marco importante ao esgotar por três vezes o Pavilhão Carlos Lopes, reunindo milhares de fãs e reforçando a ligação que construiu com o público português. Esta capacidade de transformar a sua herança cultural em linguagem universal ajudou-o a definir uma identidade própria dentro do afro house e a levar o género a novos espaços.
Com uma combinação natural entre autenticidade, energia e visão, Danni Gato continua a marcar o ritmo da música eletrónica lusófona. O seu trabalho reflete uma evolução constante e uma vontade clara de levar a sonoridade que representa a públicos cada vez mais amplos. Cada novo set e cada novo lançamento reforçam o lugar que ocupa no panorama internacional.
As buscas pelo jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido desde a tarde de quinta-feira, 11 de junho, na praia do Peneco, concelho de Albufeira, foram retomadas nesta manhã de sábado, informa em comunicado a Autoridade Marítima Nacional (AMN).
Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estão empenhados junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones.
A Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.
A AMN adianta no seu comunicado que segundo o que foi possível apurar, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e nacionalidade britânica, que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro, tendo acabado por desaparecer.
A aldeia de Marmelete acolhe no próximo dia 21 de junho, pelas 16:00 horas, o lançamento da 2.ª edição da revista Fábrica de Memórias.
O lançamento, segundo nos informa a Associação Vicentina, acontece no dia que assinala o solstício de verão, dando continuidade ao ciclo iniciado com a primeira edição no solstício de inverno.
Nesta segunda edição, reúnem-se novamente conteúdos que valorizam o património material e imaterial do concelho, abordando temas como as práticas agrícolas, a arquitetura, as festividades e os modos de vida locais. Ao longo desta edição, destaca-se a água enquanto elemento estruturante do território e recurso distintivo de Monchique no contexto regional. O património cultural imaterial assume também particular valor, através de um conjunto de oralidades recolhidas e registadas em Alferce e Marmelete, dando relevância à riqueza da tradição oral do concelho.
A sessão terá lugar às 16:00 horas, no Largo da Igreja de Marmelete, reunindo comunidade local, participantes e colaboradores do projeto para dar a conhecer os conteúdos desta nova edição. Após a apresentação da publicação, pelas 16h30, terá início o percurso cultural e “O Caminho das Fontes”, uma iniciativa concebida para assinalar o lançamento da revista e promover a ligação das diferentes gerações ao património cultural local.
Com partida no Largo da Igreja, o percurso conduzirá o público por algumas das fontes da aldeia, palco de momentos dedicados à partilha de cantigas, tradições orais, histórias e crenças associadas às festividades de verão. A entrada é livre.
A revistaFábrica de Memórias é uma das ações do projeto Cluster Criativo – Monchique Fábrica de Memórias, um projeto que resulta da parceria entre a Associação Vicentina e o Município de Monchique, financiado pelo Programa Regional Algarve 2030 através da operação Inclusão pela Cultura. Com duas edições anuais, publicadas em junho e dezembro, a publicação assume-se como um instrumento de valorização do património cultural material e imaterial e de promoção do envolvimento da comunidade em ações de valorização e preservação do mesmo.
Animação extraordinária ajudou a ultrapassar etapa abrasadora entre Alcochete e São Pedro do Sul
Foi um dia quente, muito quente mesmo, o vivido na segunda etapa do 28.º Portugal de Lés-a-Lés que levou a longa caravana mototurística de Alcochete a São Pedro do Sul. A temperatura andou regularmente acima dos 35º C e só a gigantesca animação nos setes (!) Oásis ajudou a ultrapassar as dificuldades dos 413 quilómetros ampliadas pela intensa canícula. Mais um dia de grande intensidade e elevada exigência para ficar na história da grande aventura gizada pela Federação de Motociclismo de Portugal. Um ‘esforço’ que todos reconheceram “ter valido bem a pena”, num dia em que a regularidade foi palavra de ordem para cumprir o percurso dentro das 11 horas e 20 minutos previstas.
Talvez por isso os participantes apresentaram-se sem atrasos à partida da Avenida D. Manuel I, despedindo-se de Alcochete com Lisboa em pano de fundo, tentando também escapar à confusão do trânsito normal de uma sexta-feira, ampliada pelas centenas de motociclistas que só queriam sair dali rumo às estradas mais despovoadas da lezíria ribatejana. As longas retas até Santo Estevão ajudaram a acordar os mais renitentes, mas não preparam ninguém para a grande festa instalada pelos elementos do Almansor Motor Clube, com apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Benavente. O mais divertido dos controlos que contou com importante contributo da Cambota, a vaca que era necessário desafiar para conseguir o furinho na tarjeta que atesta a passagem na totalidade dos controlos horários.
Desafio e correrias à frente do pequeno bovino que abriram o apetite para as bifanas e chouriço assado bem como para a gigantesca variedade de bolos e doçarias a acompanhar o café do pote. Bolos de laranja, de iogurte, de bolacha, de noz, de cerveja, de lima, de limão, de coco, tartes de feijão e de amêndoa e tantos outros bolos caseiros, feitos e oferecidos por toda a comunidade de Santo Estevão. A oferta era tão extensa que a grande dificuldade estava mesmo na escolha.
Quem não teve esse embaraço foi o pequeno José Ledo que, aos sete anos, cumpriu um sonho que dura, imagine-se há quatro anos. Desde que o pai, com o mesmo nome, lhe ofereceu uma pequena moto que “chateia sem parar para vir ao Lés-a-Lés. E agora que tem idade legal para andar de moto não havia como não o trazer”. Misturando uma grande alegria com a timidez própria da idade, o mais pequeno dos Zés reconheceu, entre sorrisos, que “o calor fez sofrer um bocadinho, mas já estava preparado para aguentar”.
Mais interessante foi a resposta ao melhor momento desta grande aventura ao longo do País: “Sem dúvida as bolas de Berlim da Honda! Os bolos de Santo Estevão? Pareciam ótimos, mesmo sem ter provado, porque ainda estava muito cheio do pequeno-almoço no hotel”. E lá seguiu supersatisfeito à pendura do pai e com a companhia de amigos de Esposende, mas também de outras localidades do Minho e até da vizinha Galiza.
Valiosa e demonstrando grande conhecimento de causa, foi também a dica dada por Rodrigo Ribeiro em Santo Estevão de que “as vacas são mais perigosas porque marram de olhos abertos, ao contrário dos bois que fecham os olhos quando investem”. Curiosamente, o ex-deputado do PSD aprendeu esta singularidade bem conhecido do mundo tauromáquico graças aos ensinamentos de João Oliveira, ex-presidente da bancada parlamentar… do PCP.
Retas e mais retas… antes de muitas curvas
Saídos de Santo Estevão, lá continuaram as intermináveis retas num dia em que as paisagens foram bem mais variadas do que as estradas, que variaram entre as retas, até à travessia do Tejo, em Constância, seguindo-se um festival de curvas, com uma segunda parte da etapa em troços de montanha.
Retas que levaram o pelotão até Fazendas de Almeirim, onde foram bem exaltadas as tradições ribatejanas do toureio, mas também da sopa da pedra e do pampilho. Mais um arraial montado na Junta de Freguesia, com o apoio da BMW Motorrad, dos Aceleras da Charneca e d’Os Cagões das BMW, além da animação do Rancho Folclórico local, e que até contou com cerimoniosa visita do presidente da Câmara Municipal de Almeirim, Joaquim Catalão.
Momento de festa ímpar, ora com uma tourinha, o boneco de touro para treinar as pegas de caras, ora dançando ao som de um artista local, ora cumprindo um dos principais desígnios do Lés-a-Lés: a descoberta gastronómica! Quer provando a bem conhecida sopa da pedra como o doce típico de Santarém, o pampilho, homenagem aos campinhos que na lezíria guardam os touros. O nome foi escolhido pela semelhança com a vara comprida usada pelos campinos para dirigir os animais, e o doce foi criado, há cerca de 30 anos, na Pastelaria Acides, local onde os alunos da Escola Agrária da região e a elite dos ‘forcados de Santarém’ se reuniam habitualmente para confraternizar.
Desta maneira foi criada uma doce homenagem às gentes ribatejanas, ligando os mais conhecidos ‘ex-líbris’ do Ribatejo (o touro e o cavalo), com um doce com cerca de 19/20 cm de comprimento por 4,5 cm de largura e 2 cm de espessura, numa cor amarelo-vidrada e tostada na parte superior, tendo como ingredientes farinha, açúcar em pó, ovos e manteiga e um recheio de doce de ovos com amêndoa.
Digestão dos bolos e da galhofa
Para fazer a digestão dos tesouros gastronómicos, mas também da barrigada de galhofa e boa disposição, nada como as estradinhas entre os verdejantes campos que aproveitam a fertilidade do vale do Tejo, antes da passagem por terras de fortes tradições no motocrosse. Benavente, Salvaterra de Magos, Glória do Ribatejo, Paço dos Negros e Raposa são nomes bem conhecidos dos adeptos da modalidade graças às pistas ali existentes.
E que ficarão na memória do galego Agustin Abalde Grela que viu a Serveta Jet 200 ficar com o depósito seco, talvez pela ‘estonteante’ velocidade que as longas retas permitiram a esta moto, fabricada em Espanha entre as décadas de 1960 e ’80 sob licença da Lambretta. Mais um problema “a juntar aos verificados no primeiro dia, quando a roda traseira desapertou-se ou as tampas laterais que caíram”. Quem parecia mais divertido com azares alheios era o companheiro, Pedro de La Fuente, normalmente vítima maior de todos os contratempos na sua Lambretta LI 150. E que, por esses e por outros obstáculos, só à terceira tentativa conseguiu cumprir o desejo de participar no Portugal de Lés-a-Lés. Primeiro foi a pandemia de Covid-19 em 2020 e no ano passado foram os problemas na máquina”.
Quem também teve problemas mecânicos foi o ex-piloto de enduro e Todo-o-Terreno Rodolfo Sampaio, que viu saltar o veio da transmissão da raríssima Honda 50 importada dos Estados Unidos. Uma falha já na parte final do dia que obrigou a reparação de improviso na berma da estrada, mas não ensombrou o mesmo sorriso que, curiosamente, se vira durante a manhã, mesmo à entrada de Santo Estevão, num grande cartaz de consultor imobiliário.
Lições gravadas na pedra
Também ele apreciou as vistas Oásis Yamaha/Bluemotor, com vistas sobre o Castelo de Almourol, onde o ‘road-book’ oferecia mais uma lição de história ao ensinar a muitos que as ameias da construção defensiva criada pelos mouros e reforçada pelo templário Gualdim Pais foram, afinal, colocadas durante o Estado Novo. E, depois da travessia por bucólicos azinhais e carvalhais, árvores que os motociclistas ajudam a proteger com a campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, tempo para novo Oásis, do Grupo Jomotos, em Santiago da Guarda, mesmo junto ao interessante Solar dos Condes de Castelo Melhor, antes de nova paragem em Vila Nova de Poiares, bem no centro da Capital da Chanfana.
Depois atravessando e bordejando o Mondego, a caravana foi vivendo a mudança de paisagens rumo a Penacova, com destino final à centenária Mata Nacional do Bussaco para mais uma animada e bem nutrida paragem na Porta de Sula. Local onde o Grupo Multimoto montou mais um Oásis, bem encostado aos muros que protegem a magia de mais de 40 hectares de uma floresta ímpar que a Fundação Mata do Bussaco gentilmente permitiu aceder de moto, passando pela Porta da Rainha rumo ao palácio mandado construir pelo Rei D. Carlos I e onde havia a obrigação de parar. Se não para apreciar o Palácio do Bussaco, pelo menos para fazer mais um furo na tarjeta, saindo depois pela Porta das Ameias em direção ao Luso.
Já com São Pedro do Sul no pensamento dos aventureiros, mais um Oásis, no espetacular parque de São João do Monte, onde a Cross-Pro ofereceu a água mais fresca do dia e um pão de chouriço, recheado também com cogumelos e azeitonas.
De barriga cheia, preparados para aguardar o momento de subida ao palanque, os mototuristas ainda tiveram tempo para uma boa dose de diversão no fantástico sobe-e-desce em estradas do Caramulo, pela Torre de Alcofra, a mais bem preservada das três de Vouzela, antes de passar pelas Termas de São Pedro do Sul e chegar, logo depois, à sede de concelho no Vale de Lafões. Local de onde parte a última tirada, até Vizela, que, mesmo sendo a mais curta, com ‘apenas’ 320 quilómetros de extensão será ‘osso duro de roer’. Ou não estivesse o Lés-a-Lés no norte de Portugal.
(Colaboração do Gabinete de Imprensa do Portugal de Lés-a-Lés)
Durante o mês de junho, a Biblioteca Municipal de Faro reforça a sua programação dedicada à promoção da leitura, da escrita e da expressão criativa, através de um conjunto de iniciativas dirigidas a jovens e adultos. Refere a Divisão de Comunicação da autarquia farense em nota distribuída à imprensa que entre clubes de leitura, oficinas de escrita criativa e encontros dedicados à edição independente, o programa pretende criar oportunidades de participação cultural, aprendizagem e partilha entre diferentes públicos.
Assim, nos dias 17 e 24 de junho, entre as 17:00 e as 19:00 horas, realiza-se mais uma edição do Zine Club – Clube de Fanzines do Algarve, desenvolvido em parceria com o Núcleo de Banda Desenhada e Animação do Algarve Drmakete Lab F/ Terminal Studios. A iniciativa convida os participantes a explorar o universo das edições de autor, promovendo a experimentação artística e o desenvolvimento de projetos criativos em áreas como a escrita, o desenho, os formatos editoriais alternativos e a engenharia do papel.
Este clube, orientado por Fernando Madeira, destina-se a participantes com idade igual ou superior a 16 anos e decorre na Sala de Audiovisuais da Biblioteca Municipal de Faro. Os participantes deverão fazer-se acompanhar dos seus próprios materiais de trabalho, de acordo com os projetos que pretendam desenvolver, nomeadamente materiais de escrita e desenho, ferramentas para cortar e colar, materiais de costura, papel e outros recursos criativos que considerem necessários.
No dia 25 de junho, pelas 17:30 horas, terá lugar mais uma sessão do Clube de Leitura, desta vez dedicada à discussão da obra “A História de Roma”, de Joana Bértholo. Aberta ao público em geral, a atividade proporciona um espaço de encontro para leitores que desejem partilhar impressões, debater interpretações e trocar experiências em torno da leitura da obra selecionada. O objetivo da iniciativa é fomentar o gosto pela leitura e estimular o diálogo através da literatura.
Com uma nova sessão do Clube de Escrita Criativa, que reúne pessoas interessadas em explorar ideias, palavras e narrativas num ambiente colaborativo e inspirador, a programação encerra no dia 30 de junho, entre as 16:30 e as 18:00 horas.
Refira-se que o clube constitui um espaço de experimentação literária, onde os participantes podem desenvolver competências de escrita, partilhar textos e descobrir novas abordagens criativas em boa companhia.
Importa também salientar que todas as atividades decorrem na Biblioteca Municipal de Faro. A participação é gratuita, mas carece de inscrição prévia, constituindo uma oportunidade para integrar uma comunidade de leitores, escritores e criadores que encontra na biblioteca um espaço privilegiado de encontro, aprendizagem e expressão cultural. Informações e inscrições: biblioteca.arquivo@cm-faro.pt
Sem que tenham sido encontrados vestígios do jovem britânico desaparecido na praia do Peneco, em Albufeira, as buscas foram interrompidas ao cair da noite desta sexta-feira, dia 12 de junho.
O jovem, de nacionalidade inglesa, de 23 anos de idade, desapareceu no mar durante a tarde desta quinta-feira, dia 11 de junho. As buscas foram imediatamente iniciadas, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN), e a vítima ainda não foi encontrada.
De acordo com a Autoridade Marítima Nacional (AMN), nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estiveram empenhados, por mar, tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”.
Também a partir de terra, o dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones, encontram-se empenhados nas buscas.
As busca serão retomadas na manhã deste sábado, 13 de junho, segundo informação da AMN.
A Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.
Upcoming Israeli elections give the U.S. president leverage he can use.
The U.S.-Israel relationship has never been less popular in America, but at the same time that support for Israel is cratering in American public opinion, Congress appears to be fast-tracking an effort to entrench the relationship and give Israel enduring access to both our most sensitive technologies and our most sensitive intelligence—in exchange for nothing more, it seems, than a thank you note from Israel’s Prime Minister Benjamin Netanyahu.
At the same time, the U.S. is at war, stuck in an unpopular and unnecessary conflict whose political and economic impacts create mounting and unanticipated obstacles for the Trump administration’s agenda. While this week Trump has seemed intent on escalating the conflict, he’s also shown a desire to end it—and a recognition of one major roadblock to peace. The president’s frustration at Netanyahu—who played a key role in convincing him to enter the conflict, and who can now act as a spoiler to prevent him from exiting it—has become evident in recent weeks.
Given the challenges posed by the Israeli leader, a common complaint on both the right and the left of American politics is that Israel exerts far too much power in U.S. politics. But a closer look at the facts demonstrates that Netanyahu is actually in an incredibly weak position—or would be, if the administration was willing to assess and deal with the entire U.S.-Israel portfolio holistically.
Trump’s interests are relatively clear: to extract the U.S. from the war in Iran, reduce Israel’s dependency on American military support, and get Israel to make real progress towards Palestinian self-determination in order to have a chance of getting the Abraham Accords back on track. As Trump’s apparent frustration with Netanyahu entered the headlines in recent weeks, the president seemed to understand the ways in which Israel’s prime minister undermines these interests.
Netanyahu’s own objectives are not shaped as much by geopolitics, or even national interest, as much as they are by the growing urgency of presenting himself as a winner in time for Israel’s elections this fall. To do this, he has to leverage U.S. military power to deliver something resembling a win in Iran (which seems less and less likely), do the same in Lebanon (now a quagmire), and demonstrate that despite the collapse of U.S. public support and the foreseeable end of U.S. grant military assistance, he has guaranteed a means of enduring Israeli influence in Washington that doubles as a financial boon for Israel’s tech sector and broader economy.
In short, his back is against the wall. By October, he may be out of a job. And by January, after the 120th Congress is seated, the odds of the U.S. enacting laws that entrench Israel in our defense and intelligence systems may drop precipitously.
Netanyahu, as is typical for him, is projecting strength, to the point of hubris (which is also typical for him). His advantage to this point has rested on keeping the two negotiations (Iran and framework legislation) separate. In the Iran context he can exercise significant leverage as a spoiler, and in the legislative context he can exercise significant leverage through Republican congressional endorsement of a plan for which he has publicly taken credit. For as long as these lanes stay apart, he would seem to have the advantage.
But as a businessman, Trump knows the value of writing his own script and re-framing the situation in a way that benefits his—and America’s—interests. In this context, the way to do that is by combining all three tracks in the U.S.-Israel relationship—Iran, Palestinian self-determination, and the future of security cooperation—into one.
There are signs he may already have recognized this. Although the White House pushed back on recent reporting from NBC and the New York Times regarding Israeli espionage against the United States, those stories may have been a shot across the bow following an incredibly contentious call between the two leaders. Or in other words: “Play nice on Iran, or the intelligence cooperation under consideration by Congress gets pulled.”
There’s no reason for the White House not to lean into this further. Netanyahu has not shown himself to be a helpful partner for the U.S.—indeed, from Gaza to Iran he has undermined U.S. regional and global influence and interests. There’s no reason to think a future Israeli government under his leadership would be any more compliant, particularly once laws are passed by the U.S. guaranteeing Israel lasting influence over U.S. national security equities. In short, while Israel may be able to punch above its weight when it comes to shaping U.S. diplomacy (and warfare) on Iran, in the bigger picture Netanyahu needs Trump far more than Trump needs Netanyahu.
The administration should leverage this opportunity by linking all three tracks together. Specifically, it should signal to Israel that continued progress on the pending U.S. legislation is premised on Israeli compliance with U.S. efforts to wind down the regional conflict and with U.S. efforts to drive forward a real diplomatic pathway for Palestinian self-determination. To demonstrate he holds the upper hand, Trump should also work with Republican leadership in Congress to slow-roll the current legislative vehicles so that Netanyahu cannot present them as a “sure thing” prior to Israel’s elections.
Such an approach would not only incentivize Netanyahu to work more constructively with the administration, but could also inform the policies and campaign strategies of Israel’s opposition leaders, resulting in a more compliant Israelis after the fall elections.
U.S. presidents have always had the upper hand, in theory, when it comes to dealing with Israel. They can suspend arms transfers or soften their diplomatic support for Israel, opening it up to both sanctions risk and legal peril through the ongoing proceedings at the International Court of Justice and International Criminal Court. Trump would be right to consider integrating these pressure points into his strategy as well, though he’s unlikely to take that path. But there’s a unique opportunity now between Netanyahu’s domestic political position as Israel enters election season, and Israel’s potential moment of crisis when it comes to transitioning U.S. security assistance into some form of enduring influence.
This is a winning hand for President Trump, should he choose to play it. There is no need to give away the game, as Congress now seems poised to do, just as the cards have been dealt. Trump can use Israel’s desperation for defense and intelligence integration as leverage to constrain Netanyahu on Iran. After Israel’s elections and the U.S. midterms, he will still have time to assess if the current legislative work to integrate Israel needs to proceed, or if further concessions are needed from Netanyahu or a new Israeli government, before signaling his assent to Congress.
As the US withdraws troops from Europe, European countries are once again facing the echoes of the past. In search of protection from growing threats, Norway has become the ninth European power to seek the French “nuclear umbrella.” On 27 May 2026, Norway’s Prime Minister Jonas Gahr Store met the French President Emmanuel Macron in […]
El chef asturiano José Andrés, una de las figuras más influyentes de la gastronomía internacional, ha vuelto a llamar la atención por un aspecto que va más allá de los fogones. El cocinero, conocido por su defensa de la cocina española y mediterránea en Estados Unidos, desveló cómo logró perder 14 kilos en apenas 21 días gracias a un estricto régimen de ayuno que redujo su ingesta diaria a unas 300 calorías.
Las declaraciones fueron realizadas durante una entrevista en el podcast Tom Talks, presentado por el humorista estadounidense Tom Segura. Allí, José Andrés explicó que había llevado a cabo este tipo de ayuno en dos ocasiones durante un periodo de seis meses y aseguró que los resultados fueron sorprendentes tanto a nivel físico como de sensaciones.
Una ingesta muy inferior a la habitual
“Comía 300 calorías al día, con algunas sopas ligeras o verduras”, relató el chef. Lejos de describir una experiencia negativa, aseguró que durante el proceso se sintió con más energía de la que cabría esperar. “Te sientes lleno de energía”, afirmó, desmontando la idea de que una reducción tan drástica de calorías implique necesariamente una sensación constante de fatiga.
Según explicó, una de las claves del método era la sensación de saciedad que le proporcionaban los alimentos que consumía. “Cuando te comes estas sopas o verduras, no tienes ganas de comer”, señaló. Además, destacó otros efectos que percibió durante el proceso y que considera especialmente llamativos. “No sientes ningún tipo de dolor en ninguna parte de tu cuerpo”, aseguró.
La experiencia de José Andrés ha generado interés porque combina dos elementos cada vez más presentes en el debate sobre salud y nutrición: el ayuno y las dietas hipocalóricas. Sin embargo, el propio chef quiso lanzar un mensaje de prudencia y recordó que se trata de un régimen muy exigente que no debe realizarse sin supervisión médica o profesional.
Dietas que deben ser revisadas por profesionales
Aunque en su caso la pérdida de peso fue notable —14 kilos en apenas tres semanas—, los expertos suelen advertir de que las dietas extremadamente restrictivas pueden conllevar riesgos si no están adaptadas a las necesidades de cada persona. Factores como la edad, el estado de salud, la actividad física o la composición corporal son determinantes a la hora de establecer cualquier plan alimenticio.
Por ello, José Andrés insistió en que este tipo de ayunos deben desarrollarse bajo control profesional para evitar que una estrategia diseñada para mejorar la salud termine provocando efectos contraproducentes. Su experiencia, más allá de los resultados obtenidos, vuelve a poner sobre la mesa el debate sobre los límites de las dietas de adelgazamiento y la importancia de personalizar cualquier cambio nutricional.
Alguns agentes da polícia do Peru conduziram uma operação para deter um narcotraficante mascarados de mascotes do Mundial 2026. Suspeito é fã de futebol.
Carlo Ancelotti è al debutto ai Mondiali sulla panchina del Brasile, ma ha già dimostrato di sapersi muovere da ct con la stessa naturalezza con cui ha conquistato spogliatoi e trofei in tutto il mondo. Alla vigilia dell’esordio della Seleção contro il Marocco, il commissario tecnico italiano ha regalato ai giornalisti una delle sue immagini più efficaci: semplice, divertente e allo stesso tempo significativa. Parlando della paura, Ancelotti ha spiegato che non è necessariamente un nemico da combattere. Anzi. “La paura è una parte importante della vita… perché se non hai paura e appare un leone, potresti pensare che sia un gatto”, ha detto il tecnico emiliano, provocando l’immediata risata dell’intera sala stampa.
Una battuta che racconta bene il suo approccio: alleggerire la tensione senza mai perdere di vista la sostanza. Perché il Brasile si presenta a questo Mondiale con enormi aspettative e una pressione che pochi allenatori al mondo sarebbero in grado di gestire. Ancelotti, invece, sembra perfettamente a suo agio. “Sono molto ottimista e siamo ben preparati per il Mondiale”, ha assicurato. Per lui si tratta di una sfida completamente nuova. “È una nuova esperienza, la responsabilità è qualcosa di speciale. Rappresentare il paese del calcio… e la nazionale più titolata del mondo. Due cose: responsabilità e impegno. È un momento bellissimo della mia storia”.
Sul campo, il nuovo Brasile porta già i primi segni della sua gestione. Più controllo del gioco e maggiore possesso palla, anche se per Ancelotti le priorità restano altre: “È un aspetto del gioco, ma non è la cosa più importante. La cosa più importante sono i gol segnati e i golsubiti. Il controllo è importante, ma non la cosa più importante”. Nessuna sottovalutazione, poi, per il debutto contro il Marocco, una delle squadre più attese del torneo. “Sono una squadra molto ben organizzata, con qualità in ogni aspetto. Dobbiamo giocare una partitacompleta; non possiamo dimenticare nulla”. E ancora: “Nel calcio moderno non esistono squadre deboli”. Insomma, Ancelotti sa che ai Mondiali basta un attimo per scambiare un leone per un gatto.
As praias de Matosinhos disponibilizam 600 cadeiras de praia e para-ventos, 16 espreguiçadeiras e 12 camas de rede de utilização gratuita para os banhistas. A época balnear começa este sábado, dia 13 de junho
Un episodio inquietante ha fatto scattare l'allarme a Tijuana, in Messico, nella giornata di venerdì 12 giugno, quando un cadavere in avanzato stato di decomposizione è stato ritrovato nel bagagliaio di un veicolo parcheggiato vicino allo stadio dove la nazionale iraniana si sta allenando per i Mondiali 2026
Secondo l'AFP, la polizia locale ha aperto il bagagliaio di un suv Toyota con targa californiana particolarmente sospetto, posteggiato nell'area antistante il supermercato situato di fronte allo Stadio Caliente, rinvenendo al suo interno una salma avvolta in un sacco nero. Gli investigatori della scientifica hanno recintato l'area dando avvio alle doverose indagini e effettuando i rilievi del caso sul posto prima di rimuovere il corpo. La Procura Generale di Tijuana ha riferito che il veicolo, fermo da tre giorni nello stesso parcheggio, è stato identificato con successo dagli agenti intervenuti dopo le numerose segnalazioni.
"Durante un'ispezione del veicolo, nel bagagliaio è stato ritrovato un cadavere avvolto in un sacco nero con evidenti segni di violenza", ha dichiarato un portavoce dell'ufficio. Le autorità ritengono che l'auto fosse stata abbandonata almeno da mercoledì 10.
L'episodio, avvenuto durante i Mondiali di calcio organizzati congiuntamente da Messico, Stati Uniti e Canada, ha fatto scattare l'allarme, anche per la delicata posizione dell'Iran: la nazionale, infatti, ha trasferito il proprio ritiro dall'Arizona al Messico proprio a causa delle tensioni e degli scontri con gli Stati Uniti e, dal suo arrivo nel Paese, è sotto stretta sorveglianza. I giocatori vengono regolarmente scortati da soldati armati tra l'hotel e lo stadio. Per ora, essendo le indagini in corso, non sono state segnalate connessioni né con la situazione sportiva né con eventuali attività criminali, particolarmente frequenti nella zona.
Tijuana, situata al confine con gli Stati Uniti, è considerata una delle città più pericolose del Messico a causa delle attività dei cartelli della droga: secondo i dati ufficiali, solo nel 2025 sono stati registrati oltre 1.200 omicidi in città. L'Iran continua serenamente la sua preparazione in vista del debutto, atteso alle 3.00 del mattino, ora italiana, contro la Nuova Zelanda.
Greek Defense Minister Nikos Dendias inaugurated a new drone manufacturing and R&D facility. Photo credit: AMNA
Greece on Friday inaugurated a new manufacturing plant to upgrade the production of drones (Unmanned Aerial Vehicles, UAVs) on an industrial scale. Greek Minister of National Defense, Nikos Dendias led the inauguration ceremony of the 309th Unmanned Aerial Vehicle Systems Manufacturing Plant in Malakasa, Attica.
“Unmanned Systems and Unmanned Countermeasure Systems, i.e. anti-drones, are an integral part of the new operational concept of the Armed Forces,” , the defense minister stated. “The new Unmanned Systems Manufacturing Factory is coming to transform an initial capability into an industrial-scale production. It is the first large industrial installation of the Greek Armed Forces that is completely specialized in the manufacturing of Unmanned Vehicles.”
The project inaugurated includes two distinct interventions in the Armed Forces Camp: Complete reconstruction and modernization of the old facilities of the Camp, with restoration of its static adequacy, as well as external and internal damages. The facilities will be converted into modern production, support, and technical work areas.
The facility covers an area of 2,800 sq. m. and the necessary actions are underway so that the works for the 309th Factory can begin within 2026.
More production lines and RD facilities
The Greek Defense Minister spoke about the new facility being part of the new Armed Forces project:
“The “2030 Agenda” is a holistic program for the protection of our homeland with a specific design. The “Achilles Shield” project, which extends to the sea, on land, in the air, but now also in cyberspace and space. And it has a basic concept, a basic parameter: the change of everything as we knew it. Today’s ceremony signals this program. Unmanned Systems and Systems for Countering Unmanned Systems, i.e. anti-drones, are an integral part of the new concept of operations. Autonomous Systems in the air, at sea, and on land, are the organic element of the modern operational environment, across the entire spectrum of missions.”
Dendias added the importance of the Greek Armed Forces being prepared to respond to international threats: “A country that has received an active threat against it, does not have the luxury of passively monitoring what is happening.”
The new facilities will develop production lines for class I and II drones, for research and development of class III drones, for Unmanned Ground Vehicles, for Unmanned Surface Vessels, for Unmanned Underwater Systems, as well as for the manufacture of anti-drones.
“A leap forward”
The Defense Minister said that the goal is to increase the annual production of class I drones to at least 10,000 from the current 4,000, the annual production of at least 300 class II drones, 300 ground vehicles and 300 anti-drones, while creating the capabilities for Research and Development of Surface Vessels and Submarine Vessels.
The second major intervention is the construction of a new building with a total area of 3,600 sq. m. to develop on two levels. It will constitute the core of the complex, housing advanced production lines, Research and Development areas, Laboratories and Test Centers.
Its construction will allow other than production increase, new specialized R&D capabilities, close cooperation with the defense industry and the country’s research institutions.
“Today,” Dendias emphasized, “we are taking a big step forward. I dare say, a leap. This new Unmanned Systems Manufacturing Factory is coming to transform an initial capability into an industrial-scale production. It is the first large industrial installation of the Greek Armed Forces, which is completely specialized in the manufacturing of Unmanned Vehicles. The 309th Unmanned Vehicle Systems Factory.”
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