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Viana do Castelo vai criar rota com três miradouros

A Câmara de Viana do Castelo abriu hoje um concurso público, pelo valor base de 347.251,68 euros, mais IVA, para criar uma rota dos Miradouros do concelho – Senhora do Crasto, Monte Galeão e da Senhora do Minho.

De acordo com o procedimento hoje publicado em Diário da República tem um prazo de execução do contrato de 300 dias.

Os interessados podem apresentar propostas até às 17:00 do dia 09 de julho, sendo que os concorrentes são obrigados a manter as respetivas propostas durante 66 dias a contar do termo daquela data.

Segundo a autarquia da capital do Alto Minho, a criação da rota dos miradouros resulta de “uma candidatura ao programa “Produtos turísticos sub-regionais e locais (IT), Aviso nº NORTE2030-2024-06 – Programa Regional do Norte 2021-2027 (NORTE2030)”.

A Rota dos Miradouros do concelho de Viana do Castelo”, formada pelos Miradouros Senhora do Crasto, do Monte Galeão e da Senhora do Minho, “enquanto pontos que têm uma envolvência muito díspar, tornando-os apetecíveis de visitação e com uma forte vertente paisagística”.

Os três locais em causa “necessitam da implementação de uma estrutura apta para o utilizador usufruir da paisagem de forma segura”.

O “concurso público prevê, assim, uma empreitada cujas despesas serão suportadas em partes iguais pelos orçamentos municipais de 2026 e 2027”.

“Entre o verde das serras e o azul do Atlântico, o concelho de Viana do Castelo revela-se através de paisagens naturais de enorme beleza. Os seus miradouros são autênticas janelas naturais que convidam à contemplação, oferecendo vistas privilegiadas sobre o rio Lima, o mar, os vales e as aldeias que preservam a identidade minhota”, explica o município.

O Miradouro Senhora do Crasto situa-se na freguesia de Deocriste, o Miradouro do Monte Galeão situa-se na vila de Darque e o e Miradouro da Senhora do Minho localiza-se na Montaria.

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Moreirense vai estrear equipa sub-23 e já tem treinador

O Moreirense, da I Liga portuguesa de futebol, confirmou hoje, através de uma publicação nas redes sociais, a criação de uma equipa de sub-23 para competir na Liga Revelação, sob o comando do treinador Henrique Abreu.

O emblema do concelho de Guimarães vai estrear-se na competição de sub-23, adicionando esse escalão às equipas de formação que já detém, desde os sub-7 aos sub-19.

Após cinco épocas seguidas no clube ‘verde e branco’, as duas últimas como analista da equipa principal, o treinador de 28 anos, natural da vila de Moreira de Cónegos, aceitou ser o primeiro ‘timoneiro’ do Moreirense na Liga Revelação.

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Empresa acata providência cautelar e suspende trabalhos em mina de lítio em Trás-os-Montes

A empresa Savannah disse ter sido hoje notificada da ordem de suspensão temporária dos trabalhos associados à exploração de lítio na mina do Barroso, em Boticas, após providência cautelar admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela.

“Tal como antecipado, a Savannah foi hoje notificada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela de uma ordem de suspensão temporária dos trabalhos de geotecnia que temos vindo a desenvolver, na sequência da receção de uma providência cautelar”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado pela Savannah.

Segundo a empresa, a notificação “foi entregue hoje” e, no seu entender, “tem efeitos apenas a partir de hoje”, o que “comprova o caráter ilegal do bloqueio feito na semana passada aos trabalhos”, criticando os promotores da ação.

“A Savannah lamenta mais uma tentativa por parte da direção do Baldio de Covas do Barroso e da UDCB [Unidos em Defesa de Covas do Barroso] de atrasar o processo de desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso, sendo esta a terceira vez que submetem providências cautelares aos tribunais”, acrescenta.

Vai agora, “com tranquilidade, esperar pelo desenvolvimento do processo de apreciação dos méritos da referida providência cautelar”, e promete “retomar os trabalhos” assim que as autoridades competentes o autorizarem, lembrando que o mesmo aconteceu no ano passado.

Em 01 de junho, a empresa tinha dito que atuava sem incumprir a lei, uma vez que não tinha sido notificada de qualquer providência cautelar.

Em comunicado dessa altura, o Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso indicou que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela admitiu a providência cautelar apresentada a 27 de maio para “suspender os efeitos da servidão administrativa e dos trabalhos dela decorrentes até que seja apreciada a sua legalidade”, acrescentando que a Savannah está “obrigada a parar os trabalhos”.

Segundo o despacho de 29 de maio, a providência cautelar foi apresentada pela Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, dando 10 dias para os interessados se pronunciarem.

A comunidade dos baldios de Covas do Barroso entende que a “servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro”.

O Ministério do Ambiente já tinha autorizado uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno, levando à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.

O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.

A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.

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Enfermeira em Ponte de Lima integra conselho de administração da ULSAM

A enfermeira Mónica de Morais iniciou hoje funções no conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), foi hoje anunciado.

Em comunicado, a ULSAM destaca a profissional “com um percurso ligado à prestação e organização de cuidados de saúde”, acrescentando que “a sua nomeação representa um momento de particular relevância, passando a ficar completa a equipa do conselho de administração”.

“O conselho de administração manifesta a sua satisfação pelo início destas funções, certo de que a experiência, o conhecimento da instituição e o seu compromisso constituirão um importante contributo para o reforço do trabalho desenvolvido, em prol da melhoria contínua dos cuidados de saúde prestados à população do Alto Minho”, adianta a nota.

Reside em Ponte de Lima há 31 anos

Mónica Angélica de Oliveira Costa Mimoso de Morais, de 55 anos, é natural de São João da Madeira, distrito de Aveiro, e reside em Ponte de Lima desde 1995.

Em dezembro de 1993 iniciou funções no centro de saúde de Ponte de Lima, onde se mantém até hoje.

Segundo a publicação, entre outras funções, integrou a EPVA (Equipa de Prevenção Violência em Adultos) do concelho de Ponte de Lima.

Em 2015 integrou a Equipa Local de Intervenção (ELI) de Ponte de Lima, como representante do Ministério da Saúde, e em 2017 foi nomeada coordenadora da mesma equipa, funções que exerce até ao momento.

Em 2020 concluiu a pós-graduação em administração e gestão de unidades de saúde e pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos.

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Viana entrega 60 casas: “Mais do que minorias, o bairro vai ser habitado por famílias vianenses”

O presidente da Câmara de Viana do Castelo anunciou hoje a entrega das chaves das 60 frações da urbanização do Carvalhal, em Darque, e adiantou que há ainda casas a disponibilizar a quem “cumprir os critérios” de admissão.

O autarca socialista, que falava aos jornalistas no final da reunião ordinária da Câmara, respondia a uma interpelação do vereador do Chega, José Belo, que, entre outras questões, “levantou dúvidas sobre os critérios utilizados, os valores efetivamente praticados e a sustentabilidade financeira deste investimento”.

O presidente da autarquia, Luís Nobre, disse que “todos os habitantes vão pagar renda conforme as possibilidades de cada agregado familiar”.

“Criou-se a ideia que a Câmara ia doar casas. Nós celebramos contratos de arrendamento, não damos casas a ninguém. Aumentámos o património municipal e foram celebrados contratos de arrendamento para que os inquilinos possam ocupar as frações com o pagamento de rendas, com a necessidade de contratos de abastecimento de energia, água, ligação à rede de saneamento, recolha de resíduos urbanos e serviço de telecomunicações para quem o desejar”, especificou.

Luís Nobre adiantou que as chaves das frações foram entregues, na sexta-feira, a 60 agregados familiares.

“Não tínhamos um bairro, tínhamos um espaço que era um degredo. Devolvemos a Viana do Castelo e à vila de Darque um espaço com todas as condições visuais e de funcionalidade. Mais do que minorias, o bairro vai ser habitado por famílias vianenses”, afirmou Luís Nobre.

Luís Nobre adiantou que “o espaço anteriormente ocupado pelo acampamento vai ser reabilitado ambientalmente para poderem ser realizadas outras atividades”.

“Acabámos com um acampamento dentro da área urbana. Acabámos com uma cortina arbórea que ninguém sabia o que acontecia lá dentro”, destacou.

Em outubro de 2023, o executivo municipal aprovou a adjudicação e minuta de contrato da empreitada de construção da Urbanização do Carvalhal, por um valor de cerca de 7,9 milhões. 

A obra de “Programa de apoio ao acesso à habitação – Urbanização do Carvalhal – Darque” foi alvo de um concurso público internacional e surgiu no âmbito da Estratégia Local de Habitação (ELH) de Viana do Castelo, contando com um prazo de execução de 720 dias e permitindo a transformação das construções abarracadas do Acampamento das Alminhas.

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Trabalhador morre em Trás-os-Montes após queda de 8 metros

Um homem de 44 anos morreu hoje em Torre do Pinhão, concelho de Sabrosa, após uma queda de cerca de oito metros no seu local de trabalho, revelou à Lusa fonte da GNR de Vila Real.

O alerta foi dado pelas 15:25, acrescentou a fonte que não soube precisar o local em causa.

Para o local foram mobilizados meios do Instituto Nacional de Emergência Médica, Bombeiros de Sabrosa e de Vila Real – Cruz Verde, indicou fonte do Comando Sub-Regional do Douro.

A GNR tomou conta da ocorrência.

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Misericórdia de Santo Tirso alvo de ciberataque no fim de semana

A Santa Casa da Misericórdia de Santo Tirso foi alvo de um ciberataque no fim de semana que foi detetado na segunda-feira de manhã, revelou hoje à Lusa o provedor, Ricardo Baptista.

Segundo o responsável, os efeitos do ataque informático estão a fazer-se sentir, sobretudo no atendimento nas “unidades médicas de trabalho externo”.

Ricardo Baptista deu como exemplo o imperativo de terem de cancelar as marcações na “clínica de gastroenterite”.

Sem implicações, garantiu, continua o cuidado que prestam aos utentes das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas e permanentes.

O ataque foi sinalizado à Polícia Judiciária, confirmou Ricardo Baptista, acrescentando que, entretanto, “fecharam o sistema de forma hermética ao exterior, estando já uma equipa externa a tentar detetar de onde partiu o ataque e o que foi afetado”.

O ataque foi detetado na segunda-feira de manhã, referiu o provedor da Santa Casa, admitindo que tenha ocorrido durante o fim de semana.

Questionado sobre o tempo que vai demorar a repor a normalidade, o responsável referiu que depende do ‘feedback’ que receber sobre “o que foi afetado e onde está o problema”, bem como descobrir ”a vulnerabilidade que permitiu o ataque”.

“Enquanto não tivermos essa informação, é impossível em inconsciência dizer que vai demorar A, B, ou C ou D, porque depende muito da quantidade de serviços que tiverem sido afetados”, disse.

Ricardo Baptista revelou não ter recebido qualquer pedido de resgate até ao momento.

“Demos conhecimento às entidades competentes e responsáveis e aguardamos as indicações”, concluiu.

Num ‘email’ enviado esta manhã pela diretora de Recursos Financeiros e Tecnologia de Informação da misericórdia, Susana Freitas, a que a Lusa teve acesso, é pedido aos colaboradores que adotem comportamentos de segurança.

Na missiva, a Santa Casa pede aos colaboradores para “não ligar, desligar ou reiniciar ou tentar reparar qualquer equipamento por iniciava própria”. Pede também para não abrirem ‘emails’, anexos ou ligações suspeitas.

Os colaboradores não devem ainda inserir pens/dispositivos USB nos computadores até indicação em contrário.

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Prazo para concluir obras de 12,2 milhões em Viana alargado por 34 dias

O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou por maioria alargar o prazo por 34 dias para a conclusão da reabilitação, ampliação e modernização da escola básica da Abelheira pelo valor de 12.242.248,67 euros, intervenção financiada pelo PRR.

Esta aprovação não contou com o voto do vereador do Chega, que se ausentou por conflito de interesses, uma vez que leciona naquele estabelecimento de ensino.

A conclusão da obra está prevista para 31 de julho.

O presidente da Câmara, Luís Nobre, explicou o atraso com as condições meteorológicas adversas registadas este ano, atrasos na entrega de materiais, mão de obra escassa e, principalmente, alterações no projeto de especialidade devido aos constrangimentos de estrutura dos edifícios existentes.

O projeto de ampliação e modernização da escola básica da Abelheira, construída em 1990 e que conta com mais de 600 alunos, é reclamado há anos por pais e encarregados de educação.

O projeto prevê “o aumento da capacidade da escola de 24 para 28 turmas, melhores condições físicas dos espaços para os alunos com multideficiência, acessibilidades, melhoria da eficácia energética, segurança contra incêndios e das condições gerais do edifício na componente letiva”.

De acordo com a proposta aprovada, o júri do concurso decidiu propor ao executivo municipal contratar a adjudicação ao concorrente Baltor – Engenharia e Construção, Lda., pelo valor de 12.242.248,67 euros, acrescido de IVA, à taxa legal em vigor, a “única empresa que apresentou proposta ao concurso público lançado em agosto”.

O executivo municipal aprovou também, por unanimidade, a abertura de concurso público e o projeto para a empreitada por lotes na ampliação da rede de drenagem de águas residuais e rede de abastecimento de água.

Em causa estão obras que vão permitir levar uma nova rede de águas residenciais a 90 habitações de cinco freguesias de Viana.

O executivo municipal aprovou ainda, por unanimidade, um contrato de comodato do Edifício da Antiga Escola Primária de Mazarefes para que este espaço se torne a futura Junta de Freguesia.

De acordo com o contrato de comodato, a ser firmado entre a Câmara Municipal de Viana do Castelo e a Junta de Freguesia de Mazarefes, foi solicitada a cedência do edifício da antiga escola primária, situado na Rua das Boas Novas, n.º 926, em regime de contrato de comodato, com vista ao início do processo de reabilitação do referido espaço.

A cedência do uso da escola é efetuada pelo prazo de 10 anos, a contar da data de assinatura do contrato, podendo o mesmo ser renovado por igual período se se mantiver o fim e objeto previstos.

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Viana aprova 400 mil euros para trabalhos a mais e reequilíbrio financeiro da nova ponte

A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje a realização de trabalhos complementares e o reequilíbrio financeiro da construção da nova ponte sobre o rio Lima, que tem conclusão prevista para o final do mês.

Em causa está um valor de 215.613 euros, mais IVA, para trabalhos complementares e 176.533 euros, mais IVA, para reequilíbrio financeiro da obra.

Na reunião ordinária do executivo municipal, os três vereadores do PSD votaram contra a realização de trabalhos a mais e abstiveram-se no reequilíbrio financeiro da intervenção, por não integrarem o executivo municipal do mandato anterior.

Já o vereador do Chega, José Belo, votou contra invocando questões técnicas da estrutura.

Estará pronta no final deste mês

A nova ponte, entre a Estrada Nacional (EN) 203, na freguesia de Deocriste, e a EN 202, em Nogueira, tem uma extensão total aproximada de 1,95 quilómetros.

Começou a ser construída no final de 2024 e estará pronta no final deste mês.

Em 2024, a empreitada estava orçada 19.494.881,35 euros, mas o valor já sofreu um acréscimo. 

Em dezembro de 2024, quando a obra foi consignada, foi referido um investimento de 23 milhões de euros financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e 510 dias de execução.

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Ana Frango Elétrico em festival de entrada livre que celebra a “cultura independente” em Braga

Ana Frango Elétrico, Amijas, Capela Mortuária e Navegantes da Rua estão entre os artistas e bandas que atuam em agosto em Braga no festival ESTEOESTE, de entrada gratuita, dedicado “à música, à criação artística e à cultura independente”.

De acordo com a organização do festival, num comunicado hoje divulgado, a edição deste ano está marcada para os dias 07 e 08 de agosto no Parque da Ponte, mantendo “a aposta na valorização do tecido artístico local, apresentando uma programação que cruza projetos emergentes e artistas de maior projeção”.

O cartaz este ano inclui Alcrud3, Almorada, Ana Frango Elétrico, aMijas, Capela Mortuária, Cardu, Fourward, Hope/Delete, Illi Alex, Máquina Culona, Mira Quebec x Diogo Mendes, Navegantes da Rua, Peixinhos da Horta e Plaka, “refletindo a diversidade de linguagens musicais e artísticas que caracteriza o festival”.

Nesta edição, além da música regressam também o Mercado de Criadores, o ‘Food Market’ (mercado de comida, em português) e a área “dedicada a atividades infanto-juvenis, reforçando o seu papel enquanto espaço de celebração intergeracional e criativa”.

As atuações começam às 18:15 e estendem-se “até de madrugada”.

O Festival ESTEOESTE é organizado pela associação cultural Aubhaus, anteriormente conhecida como Cosmic Burger, e pela agência e promotora cultural Bazuuca, com o apoio da Câmara Municipal de Braga.

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Ambientalistas contra ampliação de aterro na Póvoa de Lanhoso: “Modelo ilegal e insustentável”

A Zero defendeu hoje que a ampliação do aterro da Braval, responsável pela gestão dos resíduos urbanos de Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro, “perpetua modelo ilegal e insustentável”.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a associação ambientalista diz que o “projeto de ampliação do aterro da Braval [na Póvoa de Lanhoso] perpetua modelo ilegal e insustentável de deposição de resíduos”, considerando “inviável [o] licenciamento sem tratamento prévio da fração orgânica e redução efetiva da deposição em aterro”.

No âmbito da consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto de reengenharia e alargamento do aterro do Sistema de Gestão de Resíduos Urbanos da Braval, a Zero emitiu parecer desfavorável, por este perpetuar “um modelo de gestão de resíduos assente na deposição massiva em aterro de resíduos orgânicos não estabilizados, em incumprimento da legislação nacional e europeia”.

A Lusa questionou a Braval sobre as acusações da Zero, aguardando resposta da empresa.

Durante a fase de consulta pública, que decorreu entre 30 de março a 12 de maio, foram submetidas na Plataforma Participa 19 participações, das quais 15 “revelaram tipologia de discordância com o projeto”, uma “revelou tipologia de reclamação” e três participações “revelaram tipologia de sugestão”, não havendo “participações de concordância com o projeto”.

Segundo a Zero, “o projeto prevê a união das células 1 e 2 do aterro e o aumento da sua altura, disponibilizando capacidade adicional para cerca de 678 mil toneladas de resíduos”.

“Contudo, a própria documentação do EIA demonstra que esta solução apenas prolonga temporariamente a vida útil do aterro, mantendo uma dependência estrutural da deposição em aterro”, frisa a associação.

Para a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, “a solução não pode passar por aumentar sucessivamente a capacidade do aterro, mas sim por transformar estruturalmente o modelo de gestão de resíduos urbanos da região”.

Nesse sentido, defende “a instalação urgente de capacidade adequada de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB), capaz de tratar integralmente os resíduos indiferenciados antes da deposição em aterro, garantindo a estabilização da fração orgânica e a recuperação adicional de materiais recicláveis”.

Acrescenta que sistemas como os da Resialentejo (Beja) e Ambilital (Santiago do Cacém) “demonstram que esta solução é tecnicamente viável, desviando 70% de resíduos de aterro e os que têm esse destino deixaram de ter características biodegradáveis”.

A Zero defende igualmente o reforço da recolha seletiva porta a porta, incluindo biorresíduos, bem como a implementação do sistema PAYT (Pay-as-You-Throw), com tarifação baseada na produção de resíduos indiferenciados.

A associação ambientalista lembra que o Artigo 5.º do Regime Jurídico da Deposição de Resíduos em Aterro (RJDRA) estabelece que apenas podem ser depositados em aterro resíduos sujeitos a tratamento prévio, incluindo seleção de fluxos e estabilização eficaz da fração orgânica, acrescentando que, desde 01 de janeiro, é também proibida a deposição em aterro de resíduos urbanos biodegradáveis que mantenham características biodegradáveis após tratamento.

“O projeto da Braval não demonstra a existência de capacidade efetiva instalada e operacional de tratamento suficiente para garantir a estabilização integral da matéria orgânica presente nos resíduos indiferenciados antes da deposição em aterro”, diz a Zero.

De acordo com a Zero, o próprio EIA “identifica os odores como um dos impactes negativos mais relevantes da exploração do aterro”, salientando que “a monitorização realizada confirma a perceção de odores na envolvente da instalação, sendo já previstas medidas adicionais de minimização”.

“A deposição continuada de resíduos orgânicos não estabilizados tende igualmente a agravar a produção de lixiviados e biogás, aumentando os riscos ambientais associados à qualidade do ar, águas subterrâneas e saúde pública”, alerta a associação.

A Zero exige a não aprovação do projeto “enquanto não for demonstrado o cumprimento integral do Artigo 5.º do RJDRA, incluindo tratamento prévio e estabilização eficaz da fração orgânica”, e até que seja garantido o cumprimento do Artigo 9.º, impedindo a deposição em aterro de resíduos urbanos biodegradáveis não estabilizados”.

Defende ainda que não se permita o aumento da capacidade de deposição sem a existência prévia de capacidade suficiente de TMB, exigindo a implementação de “metas vinculativas, calendarizadas e verificáveis de redução da deposição em aterro”.

“Sem estas garantias, a Zero considera que o projeto de reengenharia do aterro da Braval não deve ser aprovado”, lê-se no comunicado.

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Nova plataforma ‘online’ mostra se terreno é suscetível ao fogo este verão

Um novo mapa de satélite, pensado para a previsão de incêndios e inserido numa ferramenta tecnológica ligada à propriedade rústica, permite verificar qual o território mais suscetível ao fogo este verão, ao nível das freguesias de Portugal continental.

“Este ano, pode verificar o seu terreno antes da chegada do verão. Pela primeira vez em Portugal, um mapa de satélite de 10 metros mostra as condições de fogo deste ano para cada parcela do país”, revelaram os promotores da plataforma “LandOS – A Minha Terra”.

À agência Lusa pela Lusa, Pedro Rocha, da equipa de desenvolvimento do projeto, explicou que o novo mapa foi criado por uma empresa dos Países Baixos “que trabalha em modelos matemáticos e inteligência artificial, mas com foco muito grande na prevenção de incêndios”.

“Através da introdução de outras variáveis, conseguiu gerar esse mapa, que nos dá uma previsibilidade sobre as zonas onde há mais risco de incêndio”, observou.

Frisou que a “LandOS” utiliza como base informação oficial produzida por entidades do Estado, “que usam uma série de informação, estatística, climática e outra, para calcular o risco de incêndio, e estes mapas de risco estrutural são tecnicamente muito bem feitos”. Estes mapeiam as condições da paisagem – do relevo, ao declive, tipo de vegetação ou histórico de uso do solo – que tornam o fogo mais provável.

Perante o risco estrutural existente em Portugal – consubstanciado num mapa “que não mexe ou muda de 10 em 10 anos” – a “LandOS foi à procura de criar um mapa de risco sazonal, como o que agora apresenta”.

“Olhamos para o que sucedeu no último inverno, da quantidade de precipitação, à presença de vegetação, à madeira acumulada, todas essas novas variáveis e também onde ardeu no verão passado, zonas com pouco ou nenhum coberto vegetal este ano, mas que no mapa estrutural continuam com risco elevado de incêndio”, vincou Pedro Rocha.

O novo mapa não funciona, no entanto, em tempo real: “Não diz dia a dia, hora a hora, onde está o risco. É um mapa que, à entrada do verão, nos diz, por exemplo, onde a situação é pior. E isso vai-nos ajudar, no futuro, a orientar recursos para a limpeza”, observou.

Pedro Rocha deu o exemplo do Alentejo, onde, no último inverno, choveu muito: “Se virmos no risco estrutural, pode aparecer num nível baixo. Mas se formos ao sazonal, vamos ver que há zonas que aparecem com risco alto”, indicou.

Na página da plataforma, onde se lê que “uma em cada três freguesias apresentam sinais elevados de combustível e vegetação esta época”, constam ainda outros dois exemplos, consultados pela Lusa, um deles sobre a zona do Interior Centro (concelhos da Pampilhosa da Serra, Arganil e Covilhã).

“Está entre os concelhos de maior risco estrutural em Portugal. Os incêndios de 2025 arderam grande parte desta região – a camada [do mapa] sazonal de 2026 reflete isso, o combustível desapareceu e o risco, este ano, é claramente inferior ao que a base estrutural sugere”.

O outro exemplo incide sobre o interior algarvio, “historicamente uma das zonas de menor risco no mapa estrutural”.

No entanto, a “LandOS” avisa que após um inverno “invulgarmente chuvoso, a camada de satélite mostra vegetação elevada em partes do interior – combustível que normalmente ali não existe”.

Outros dados disponíveis na plataforma tecnológica mostram que uma parte significativa de áreas florestais do interior Norte e Centro do país ardeu três ou mais vezes nos últimos 20 anos, constatando que certas paisagens, em Portugal, estão estruturalmente predispostas a arder.

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Presidente da República entrega bandeira de Portugal à seleção para ser usada na final

O Presidente da República, António José Seguro, entregou hoje uma bandeira nacional à seleção portuguesa de futebol, para que esta a possa utilizar após a final do Mundial2026, manifestando esperança de que se sagre campeã.

“O país acredita em vós. Façam-nos sonhar e tragam para Portugal a taça que nos falta. Vamos todos torcer por vocês. Acredito que, com o vosso entusiasmo, força, fibra, talento e trabalho, isso é possível. Entrego hoje, simbolicamente, a bandeira nacional, para que todos a possam transportar no dia 19 de julho. Será o sinal que conseguimos e que o sonho se tornou realidade e são de novo os campeões, mas, desta vez, campeões do mundo”, afirmou, numa cerimónia na Cidade do Futebol.

Foi com este mote que António José Seguro visitou a comitiva que vai disputar o Campeonato do Mundo, numa organização tripartida entre Estados Unidos da América, Canadá e México, que arranca na quinta-feira e termina em 19 de julho.

“Joguem uns pelos outros, trabalhem uns pelos outros, joguem e trabalhem em memória do nosso Diogo Jota também. Quero que saibam que, mais importante do que tudo, está a alegria e o orgulho de vestir a camisola das ‘quinas’”, apelou.

O Presidente da República lembrou que, a torcer, vão estar todos os portugueses que vivem no país, os portugueses que vivem “espalhados pelo mundo” e ainda muitos que, não sendo portugueses, “se identificam com o espírito e entusiasmo”.

“Num torneio desta dimensão, também se passa por muitas dificuldades e muitas exigências, mas é aí que se mostra a fibra e a alma de ser português. Nessa altura, estarão milhões de pessoas em todos os cantos do mundo a torcer por vós e a dar-vos o máximo apoio”, frisou o Chefe de Estado, eleito em março deste ano.

Pelas mãos do capitão Cristiano Ronaldo, António José Seguro recebeu também a camisola oficial da equipa das ‘quinas’, personalizada com o seu nome, além de um busto com essa mesma camisola representada, entregue pelo presidente da Federação Portuguesa Futebol (FPF), Pedro Proença.

“A seleção nacional parte em breve para um desafio de enorme exigência, mas fá-lo com a confiança de saber que leva consigo o apoio de todo o país. O exemplo, dedicação e espírito ao serviço público de vossa excelência é uma inspiração para a nossa seleção. Tal como no exercício das mais altas funções de Estado, também o futebol se exige de amor, compromisso e sentido de missão”, salientou Proença.

O presidente da FPF apontou o significado e a importância do futebol na vida coletiva, sendo um espaço de “identidade, coesão e esperança”, e espera que a seleção corresponda às expectativas depositadas.

No final da cerimónia, o Presidente da República e o líder da FPF juntaram-se ao selecionador Roberto Martínez e a todos os 27 futebolistas convocados para uma fotografia oficial e para juntos entoarem o hino oficial do país, A Portuguesa.

“A sua presença aqui representa a união de todos os portugueses à volta da nossa equipa e dá-nos ainda mais força para os desafios que temos pela frente. A nossa seleção vai dar tudo por Portugal e vai entrar em campo com a responsabilidade de levar os sonhos de milhões de portugueses”, disse o selecionador de Portugal, o espanhol Roberto Martínez, na qualidade de porta-voz de toda a comitiva lusa.

Portugal viaja na sexta-feira rumo a Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai ‘montar’ o seu centro de estágio, iniciando a prova inserido no Grupo K, tendo a estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 horas de Lisboa).

Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia, em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).

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Vitória SC oficializa venda de Saviolo para a Turquia

O Vitória SC oficializou hoje a transferência do extremo Noah Saviolo para os turcos do Trabzonspor, após o vice-presidente do clube da I Liga portuguesa de futebol, Rui Rodrigues, ter confirmado o negócio, na sexta-feira.

Além dos vimaranenses, também o emblema da cidade de Trabzon e a Plataforma de Divulgação Pública (KAP, na sigla turca), sistema ligado à Bolsa de Valores de Istambul, divulgaram o acordo.

Segundo a KAP, a transferência do extremo luso-belga, de 22 anos, deu-se por uma verba de 8,5 milhões de euros (ME), pagos em quatro prestações, e por uma quantia adicional de três milhões de euros, condicionada ao cumprimento de objetivos.

O emblema vimaranense reserva ainda 20% do valor de uma futura transferência do internacional português sub-21, lê-se na nota da KAP.

Na sexta-feira, num debate no canal televisivo TVI V+, o vice-presidente em exercício e candidato pela lista D às eleições do Vitória de Guimarães, agendadas para sábado, adiantou que a transferência de Noah Saviolo para o Trabzonspor se deu por 11,5 ME.

Natural de Bruxelas, Noah Saviolo ingressou no emblema vimaranense na temporada 2022/23, para jogar na equipa de sub-19, e ascendeu ao plantel principal na época 2025/26, tendo somado dois golos e cinco assistências em 36 partidas oficiais.

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