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Copa do Mundo a milissegundos de distância, mas nem sempre foi assim

13 June 2026 at 21:00

Para sentir a emoção da arquibancada vibrando ao fundo enquanto o atacante supera a defesa e manda a bola para o gol, era preciso que ondas eletromagnéticas percorressem milhares de quilômetros até transformar a jogada em imagem nas telas de TV e em lembrança na memória do torcedor.

Hoje, pensar na cobertura de uma Copa do Mundo é falar de velocidade: um universo digital que opera em ritmos impensáveis para as tecnologias de comunicação de décadas atrás.

Velocidade 5G e o futebol

O 5G chegou ao Brasil em 2022 e passou a oferecer velocidades médias superiores a 200 Mbps, podendo ser milhares de vezes mais rápido do que a internet discada dos anos 1990. Se comparada às tecnologias, ele é 10 vezes mais rápido que o antecessor 4G.

Em 2002, quando a Seleção Brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato mundial, a internet no Brasil passava por transição. Foi quando experimentamos na navegação online aquela sensação de trocar uma corrida de bicicletas por carros na vida real. Na época, passamos dos 0,056 Mbps da internet discada para conexões ADSL (internet de alta velocidade pela mesma rede de fios de cobre usada pelo telefone fixo) que podiam atingir até 10 Mbps, sendo 180 vezes mais rápida que a tecnologia anterior.

Só que, na época, nada de Instagram, WhatsApp ou X. Interagir com os colegas online, só mesmo com serviços como ICQ, bate-papos online ou então por correntes de e-mail. Vale lembrar que, quando Ronaldo Fenômeno marcou os dois gols que deram ao Brasil o pentacampeonato mundial, o YouTube ainda não existia — ele só seria criado em 2005.

O streaming de vídeo em larga escala ainda engatinhava, e os smartphones que hoje colocam a Copa na palma da mão sequer faziam parte da rotina dos consumidores. Nesta época, os jogos eram acompanhados principalmente pela TV aberta, pelo rádio e pelos portais de notícias na internet, que ofereciam textos, fotos e atualizações em tempo real.

Nem TV, nem internet

A Copa de 1970, no México, foi um marco tecnológico e tanto para as transmissões do campeonato para os brasileiros. Foi a primeira vez que os torcedores puderam assistir a uma Copa do Mundo ao vivo, graças ao uso de satélites de telecomunicações. Um avanço e tanto para os profissionais de rádio e TV.

Edemar Annuseck narrou cinco mundiais entre os anos de 1974 e 1990 e lembra da dificuldade de transmitir um campeonato naquele tempo. “No rádio era preciso ter um sinal de satélite; e nem sempre a gente conseguia ter retorno do que estava sendo transmitido”. Fazendo uma ponte com as coberturas em tempo de internet, diz: “Hoje, com um computador, você faz a transmissão e a narração das partidas direto do estádio. Antes, era preciso ter 4 canais (áudio): dois para envio da voz e o restante para retorno.”

Luiz Fernando Magliocca, pesquisador e professor de rádio e TV, começou a trabalhar na área em 1964 e lembra de situações inusitadas quando os jogos eram em campo brasileiro. “Às vezes, durante as transmissões esportivas no rádio, havia interferências e até linhas cruzadas no meio da transmissão”. Com a chegada da internet, diz que o jogo fora do campo mudou: “Hoje ampliou a oferta de telas. A oferta maior é agora, com diversas emissoras e plataformas fazendo a transmissão dos jogos, enquanto o torcedor acompanha tudo pelo celular”.

Do carro popular ao trem-bala digital

Hoje, a combinação entre fibra óptica e redes 5G permite acompanhar os jogos em alta definição, com baixa latência, acesso simultâneo a múltiplas telas e velocidades de navegação que variam de 300 Mbps a 500 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps em algumas localidades.

No Brasil, essa velocidade alcança 221 Mbps em média, segundo dados divulgados no início de maio pela consultoria Ookla. O país está entre os líderes da América Latina em velocidade, embora ainda distante dos países que lideram o ranking global, como Singapura, Eslovênia e França. E o melhor, tudo em multiplataformas. Uma experiência que fica ainda mais intensa com a cobertura jornalística e diversidade de aplicativos.

Na CNN a cobertura do evento vai além dos jogos

O time da CNN Brasil entra em campo para a cobertura multiplataforma da Copa do Mundo de 2026 e acompanha a Seleção Brasileira e os principais destaques do torneio em parceria com a Itatiaia.

Na programação da CNN Brasil, o público tem conteúdos exclusivos, com quadros fixos nos telejornais Novo Dia, Live e CNN Prime Time. E no fim do dia, depois que a bola rola no campo, o “CNN na Copatraz um resumo dos principais acontecimentos do Mundial. 

No digital, a emissora aposta em uma programação robusta no YouTube, com lives diárias de até duas horas, e novidades no site. Na página oficial, a CNN também disponibiliza o Simulador da Copa do Mundo 2026 de resultados automatizado, permitindo que os torcedores façam projeções completas do chaveamento até a final.

E já que todo brasileiro tem um pouco de técnico no sangue e nunca é tarde para “palpitar”, a CNN Brasil criou o Simulador Convocação – Copa 2026, uma plataforma de escalação dos sonhos em que o público pode escolher os 26 jogadores que deveriam representar o Brasil no Mundial.

Agora, a decisão está nas mãos do torcedor: qual seria a sua convocação para a Copa do Mundo de 2026? Simulador Convocação – Copa 2026.

Inma Herrera, investigadora del Instituto Ecoaqua: «Necesitamos que existan seguimientos continuados de las comunidades planctónicas»

13 June 2026 at 20:24
El plancton incluye tanto la parte vegetal, el fitoplancton, como la parte animal, el zooplancton, que es mi especialidad. Aunque no podamos verlo a simple vista, es esencial para la vida en el planeta, ya que produce gran parte del oxígeno que respiramos, captura dióxido de carbono y sostiene toda la cadena trófica marina, desde los peces hasta los mamíferos. Cualquier alteración en esta base alimentaria repercute directamente en el funcionamiento de los ecosistemas y en la salud de los océanos.

Kate Middleton vuelve a reinar durante el cumpleaños oficial de Carlos III

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Londres ha vuelto a vestirse de gala este sábado para acoger una de las citas más emblemáticas del calendario británico: el Trooping the Colour, la gran parada militar con la que se celebra oficialmente el cumpleaños del rey Carlos III. Aunque el monarca cumplirá 78 años el próximo mes de noviembre, la tradición establece que la conmemoración tenga lugar en junio, aprovechando las mejores condiciones meteorológicas para un evento que reúne cada año a miles de ciudadanos y a los principales miembros de la familia real.

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Zapatero ante el juez: las principales claves que el expresidente del Gobierno tendrá que aclarar en la Audiencia Nacional

13 June 2026 at 19:18

El expresidente socialista José Luis Rodríguez Zapatero cuenta ya los días para comparecer ante la Audiencia Nacional en el marco de la investigación judicial relacionada con el rescate de la aerolínea Plus Ultra en 2021. Será los próximos 17 y 18 de junio cuando, por primera vez en democracia, un expresidente se sentará así ante este Tribunal ante las sospechas de que pudo liderar una red de tráfico de influencias en favor de la aerolínea a cambio de comisiones.

Zapatero acudirá acompañado de su abogado, el prestigioso catedrático Víctor Moreno Catena, y ambos ejercerán su defensa "con toda la firmeza y convicción" -según dijo el exlíder del PSOE al conocerse su imputación-. Ambos tendrán que convencer al juez José Luis Calama de que "jamás" ha hecho gestiones ante ninguna "administración pública ni sector público en relación con el rescate" de 53 millones de euros a la citada aerolínea.

El magistrado, además, ha ampliado la imputación de Zapatero a un delito fiscal y a otro de contrabando por las joyas valoradas en 1,3 millones de euros halladas en una caja fuerte de su oficina. Además de la Fiscalía, lo cierto es que Zapatero tendrá enfrente casi a una decena de acusaciones populares coordinadas por el PP, que podrían pedir medidas cautelares contra él. Estas son todas las claves que tendrá que aclarar ante la Audiencia Nacional:

Zapatero, el "vértice" de la trama

Una de las cuestiones que tendrá que resolver Zapatero será así su papel en toda la presunta trama. El juez sitúa al expresidente en el "vértice" de toda la operativa, ejerciendo un "liderazgo no visible" de forma que, de cara a conseguir decisiones y ventajas a favor de terceros, esencialmente de Plus Ultra, Zapatero habría aportado sus "contactos institucionales y empresariales de alto nivel".

Además de las gestiones para lograr el rescate a la aerolínea, se investiga si la trama intervino ante autoridades venezolanas para "asegurar la autorización de vuelos". En el auto de imputación, el juez apunta además a la "influencia determinante" de Zapatero, que tenía acceso a "personas situadas en los más altos niveles de responsabilidad política", para la compraventa de petróleo en Venezuela.

Unas joyas de 1,3 millones de euros

Ha sido también otra de las cuestiones más sorprendentes. El registro a la oficina del expresidente trajo consigo el hallazgo de unas 80 piezas de joyería en una caja fuerte y que están valoradas, según una tasación preliminar, en 1,3 millones de euros. En concreto, un collar de 278.000 euros, de oro blanco, diamantes y dos esmeraldas, es la joya de más valor hallada junto a otras con piezas de oro, zafiros -algunos de Tailandia-, rubíes o esmeraldas de Zambia.

Zapatero ha argumentado por el momento que son herencia de su madre y su suegra y que estaban allí porque vivía en una casa de alquiler sin caja fuerte. Pese a sus palabras, las joyas han desencadenado en una nueva imputación por delito fiscal y de contrabando ante el origen aún no justificado de estas. Con ello, el juez investigará todo lo relativo a estas joyas en una pieza separada, aunque lo cierto es que Zapatero podrá aclarar su origen en su comparecencia de esta semana.

Canales financieros hacia su entorno

Otra de las sospechas de los investigadores es que los supuestos beneficios económicos que habría obtenido Zapatero habrían sido canalizados a través de una maraña de empresas que no solo se dirigían hacia él, sino también hacia su entorno, especialmente, sus dos hijas. De esta manera, el juez apunta a "sociedades instrumentales, documentación simulada y canales financieros opacos para ejercer influencias ilícitas, ocultar el origen y destino de los fondos y obtener beneficios económicos en favor de terceros y del propio entramado".

El magistrado cifra en 1,9 millones de euros los supuestos beneficios de toda la trama, que se repartieron en distintas empresas. Entre ellas, destacan por ejemplo los 490.780 euros que habría recibido Zapatero de Análisis Relevante -propiedad de su amigo e imputado Julio Martínez Martínez-, que tiene bloqueados; o los 239.755 que percibió la empresa de sus hijas.

Sus trabajos para Análisis Relevante

Con ello, el expresidente será preguntado ante la Audiencia Nacional por sus trabajos realizados con Análisis Relevante, otra de las cuestiones más importantes a resolver. El expresidente ha reconocido que hizo labores de consultoría para este empresa por los que cobró 70.000 euros brutos anuales entre 2020 y 2025.

Así lo dijo hace meses en el Senado, donde admitió que la empresa de sus hijas prestó a esa mercantil servicios de comunicación y marketing. Sin embargo, el juez sospecha que Análisis Relevante, cliente de Plus Ultra, es en realidad una empresa "instrumental" para canalizar fondos en un periodo que coincide "con gestiones dirigidas a influir en la concesión de ayudas públicas".

Una sociedad en Dubái

El juez también cree que, siguiendo instrucciones de Zapatero, la trama llegó a crear una sociedad en Dubái, que estaría participada al 100% por otra empresa que había suscrito un contrato con Plus Ultra para percibir 530.000 euros (el equivalente al 1% del "rescate público"), sin constancia del pago en España. Se trataría así de una dinámica que "reforzaría la hipótesis" según el magistrado de que dicha sociedad se habría creado con el objetivo de "recibir fondos en el extranjero". Pese a todo, Zapatero asegura que nunca ha tenido una sociedad de este tipo ni en España ni en el extranjero y que siempre ha cotizado al IRPF.

Conversaciones entre los miembros de la trama

Otro de los indicios contra Zapatero son las conversaciones que se han desvelado entre los presuntos miembros de la trama. Así, las alusiones al expresidente entre directivos de Plus Ultra son constantes en el sumario y constituyen uno de los principales caballos de batalla del abogado del expresidente socialista, quien ha sembrado dudas sobre su autenticidad.

En este sentido, lo cierto es que parte de estas conversaciones provienen de la extracción del móvil que una agencia gubernamental estadounidense realizó de Rodolfo Reyes, accionista de la aerolínea, en 2021. Estados Unidos, así, las ha aportado a la Policía española cinco años después, en 2026. Por ello, el abogado sospecha de su origen e integridad: quiere saber qué resolución judicial amparó la incautación y el clonado del móvil, así como si se respetó la cadena de custodia.

El juez, adelantándose a posibles peticiones de nulidad, ha solicitado ya a Estados Unidos autorización para usar esas comunicaciones como "medio de prueba" en todo el proceso penal. En aquellas conversaciones, los directivos de Plus Ultra hablaban de "tocar puertas" y "pedir ayuda a Zapatero" para conseguir el préstamo. También aludían a un llamado "Grupo Zapatero" o "boutique financiera".

De entre los mensajes analizados, la UDEF atribuye uno a Zapatero. "En tiempo y forma. Exitosa gestión", habría recibido Julio Martínez el 31 de julio de 2021 de un contacto registrado como "Z" tras una gestión "al más alto nivel con Venezuela".

Semana de mil talentos artísticos encerra hoje com espetáculo imperdível no Jardim Municipal

13 June 2026 at 19:08
O Funchal tem sido palco de uma demonstração criativa de talentos,  com particular realce para a educação artística através da Semana das Artes, um evento dinamizado pela Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, através da Direção Regional de Educação e da Direção de Serviços de Educação Artística. Uma iniciativa que envolve alunos de todos […]

Um prodígio ao piano: Sérgio Varela Cid no Liceu

13 June 2026 at 18:12
Assinalado a 21 de junho, o Dia Europeu da Música celebra a música enquanto linguagem universal e meio privilegiado de comunicação entre povos e culturas. Neste âmbito, o núcleo museológico apresenta uma fotografia que documenta a atuação do jovem pianista Sérgio Varela Cid no Liceu do Funchal. A imagem regista o recital realizado a 9 […]

De cerezas a remolacha: recetas de Dani García para hacer un gazpacho diferente este verano

13 June 2026 at 17:00

Cuando llega el verano y las altas temperaturas inundan cada calle de las ciudades de España, nuestro organismo pide a gritos nutrirlo de recetas refrescantes y deliciosas, siendo el gazpacho una de las ideas a las que más recurre gran parte de la población de nuestro país. Además, gracias a chefs profesionales como Dani García, con 3 Estrellas Michelin, encontramos versiones diferentes de este plato con sabores distintos.

El chef marbellí de restaurantes como Smoked Room y BiBo ha compartido públicamente algunas ideas de gazpachos con sabores que van desde la querida cereza hasta la suntuosa remolacha. Aquí van algunos ejemplos que propone el cocinero que conoce también el secreto para lograr unas patatas fritas con el dorado y el crujiente perfecto.

Gazpacho de remolacha y queso

Se trata de una de las múltiples versiones que el chef andaluz ha compartido en sus redes sociales. A pesar de llevar pocos ingredientes, Dani García asegura que es un gazpacho con mucho sabor, perfecto para triunfar en una comida de verano con los amigos. ¿El toque final que también marca la diferencia? Un queso fresco especial.

Link a la receta completa del gazpacho de remolacha y queso.

Gazpacho de cerezas

Si tienes cerezas guardadas en la nevera, hojas de albahaca, pimiento verde, tomates, ajo, anchoas y queso fresco, cuentas con los ingredientes necesarios para hacer este gazpacho de Dani García.

Link a la receta completa del gazpacho de cerezas.

Gazpacho de fresas

Con esta receta, el chef asegura que uno logra cocinar el "mejor gazpacho del mundo". No contiene agua ni pepino ni pan porque los ve como unos ingredientes innecesarios que eclipsan el sabor que debe tener el plato.

Ingredientes

  • Tomate cherry en rama
  • ​Fresón
  • ​Queso feta
  • ​Ajo
  • ​Pimiento verde
  • ​Cebolla
  • ​Sal
  • ​Aceite de oliva
  • ​Vinagre de Jerez

Receta del gazpacho de fresas de Dani García

  1. Troceamos los tomates, el ajo, el pimiento verde y la cebolla.
  2. ​Echamos los ingredientes en un bol e incorporamos sal, aceite de oliva y vinagre de Jerez.
  3. Mezclamos todo y dejamos reposar en la nevera durante 8 o 9 horas.
  4. Trituramos hasta obtener un gazpacho con la textura deseada y colamos.
  5. Cortamos las fresas en finas láminas.
  6. En un plato, colocamos las láminas de las fresas, el queso feta desmigado y el cebollino picado. Echamos el gazpacho y un poco de aceite.

João Cancelo: “Lembro-me do último grito da minha mãe. Tentei levantar o carro para tirá-la de lá, mas não consegui”

13 June 2026 at 16:42

O lateral, atualmente com 32 anos, partilha com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal.

La gentrificación también llega a las escuelas de Barcelona

La gentrificación no solo afecta a la composición social de una ciudad —sus barrios, calles, viviendas o comercios—, sino que también "transforma" las escuelas. Es la afirmación que se desprende del estudio, "Una aproximación a la gentrificación escolar en Barcelona: mecanismos e implicaciones para la política pública", elaborado por investigadores de la Universitat Autònoma de Barcelona (UAB), el Institut Metròpoli y la Universidad de Barcelona (UB), que parte de la siguiente pregunta: "¿cómo afecta la llegada de nuevas clases medias, a menudo transnacionales, a los centros educativos de barrios históricamente populares?".

Dinámicas

El análisis pone de manifiesto que la gentrificación escolar no es solo un proceso que nace de la transformación urbanística, sino que presenta "dinámicas específicas" a través de las cuales los centros y las administraciones públicas interactúan.

Y pone el acento, además, en el caso "singular" de Barcelona donde la turistificación, las migraciones transnacionales y alternaciones del mercado de la vivienda altera más notoriamente "las dinámicas de elección de centro en los mercados educativos locales". El estudio apunta que la gentrificación escolar no es "fruto de una voluntad explícita de exclusión", sino que "a menudo emerge de decisiones cotidianas de familias y centros educativos que, acumuladas, acaban produciendo nuevas formas de segregación y desigualdad".

Mecanismos

La investigación, elaborada a partir de un trabajo de campo en barrios y ciudades de Barcelona, expone una paradoja derivada de la gentrificación. Mientras este proceso puede generar "efectos percibidos como positivos" —mejoras en los centros guetificados, más recursos o renovaciones pedagógicas—, puede traer consigo "consecuencias no deseadas". Entre ellas, la marginación involuntaria de familias con menos capital cultural, la sobrerrepresentación de determinados perfiles sociales en los espacios de participación y la reclasificación simbólica de los centros educativos dentro de los mercados escolares locales.

Los autores, así pues, han identificado siete mecanismos que explican el desarrollo de la gentrificación en la capital catalana.

Según Marcel Pagès, Andreu Termes y Xavier Bonal, las "estrategias de competición escolar para atraer determinados perfiles familiares" es uno de ellos, así como "la legitimación del cambio escolar a través de discursos pro diversidad e innovación pedagógica". También "el uso de códigos, simbólicos y escolares, que conectan mejor con familias "gentrificadoras", de clase media con estudios superiores". Entre otras tendencias que derivan en la segregación escolar, señalan "la de las familias a relacionarse y escolarizarse con personas de grupos sociales parecidos" o "la construcción de relatos morales que permiten justificar determinadas opciones educativas sin percibirlas como excluyentes", entre otras.

Por ello, el estudio llama a incorporar la "dimensión educativa" en las políticas urbanas y la "dimensión territorial" en las políticas educativas. Los investigadores enumeran una serie de medidas que consideran necesarias aplicar para abordar esta problemática social como son: reducir la sobreoferta de plazas escolares, revisar los sistemas de zonificación, reforzar criterios de proximidad e impulsar políticas de cohesión dentro de las escuelas.

© EFE

En la imagen, un padre junto a su hijo a la salida de un colegio

Russia's recruitment system nears breaking point, forcing debate over forced mobilization

13 June 2026 at 14:07

As Russian battlefield gains slow and recruitment drive falters, Ukraine is warning that the Kremlin may finally reach for the measure it has long resisted — a forced mobilization.

According to Kyiv, Moscow is preparing to call up tens of thousands of fresh soldiers to offset its climbing battlefield losses.

Ricardo Araújo Pereira: "Sorteio está feito de maneira a que, com elevada probabilidade, haja um Portugal-Argentina"

"Coincidência total?", é a pergunta feita por Ricardo Araújo Pereira no o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, desta sexta-feira. O humorista brinca com a elevada probabilidade de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi se defrontarem nos quartos de final do Mundial 2026.

El SEPE lo hace oficial: el subsidio para mayores de 52 años no se concederá a las rentas superiores a 916 euros

13 June 2026 at 13:36

La protección social para los trabajadores de mayor edad se ha convertido en una pieza clave dentro del sistema de prestaciones en España. Para muchas personas que superan los 50 años y pierden su empleo, la reincorporación al mercado laboral se convierte en un proceso especialmente complejo debido a la menor demanda de perfiles senior y a las dificultades de reciclaje profesional en determinados sectores. En este contexto, las ayudas asistenciales adquieren un papel determinante para evitar situaciones de vulnerabilidad económica prolongada.

Los últimos datos de la Encuesta de Población Activa del cuarto trimestre de 2025, publicada por el Instituto Nacional de Estadística, reflejan esta realidad. El número de desempleados de 50 años o más se situó en 755.500 personas, una cifra que evidencia el peso del desempleo en este tramo de edad. Si se acota el análisis a los mayores de 55 años, el volumen de personas en paro asciende a 501.500. Estas cifras se conectan con el sistema de protección asistencial, que en el cierre de 2025 contabilizaba más de 545.000 beneficiarios dentro del conjunto de subsidios para mayores de 50 años, siendo especialmente relevante el subsidio para mayores de 52 años, que concentra alrededor del 84% del total de esta cobertura.

En este escenario, el subsidio para mayores de 52 años se consolida como una ayuda esencial para quienes han agotado otras prestaciones por desempleo y necesitan un ingreso mínimo hasta alcanzar la edad ordinaria de jubilación. Sin embargo, su acceso está condicionado al cumplimiento estricto de una serie de requisitos económicos y de cotización que determinan su concesión, por lo que conocer estas condiciones resulta fundamental para evitar rechazos por parte del Servicio Público de Empleo Estatal.

Este es el tope máximo de ingresos para acceder al subsidio

El elemento más determinante es el límite de rentas. El Servicio Público de Empleo Estatal establece que solo podrán acceder al subsidio aquellas personas cuyos ingresos sean inferiores al 75% del Salario Mínimo Interprofesional. Con el SMI fijado en 1.221 euros mensuales, este umbral se sitúa en 915,75 euros, que en la práctica se redondea a 916 euros. Superar esta cantidad, aunque sea ligeramente, implica la denegación automática del subsidio para mayores de 52 años.

¿Cuánto cobras y cómo se calcula en cada caso?

El importe de esta prestación está vinculado al 80% del Indicador Público de Renta de Efectos Múltiples. Teniendo en cuenta que el IPREM mensual se sitúa en 600 euros, la cuantía del subsidio asciende a 480 euros mensuales. Para calcular si se cumple el requisito de rentas, el SEPE analiza una amplia variedad de ingresos. Se consideran rentas los rendimientos del trabajo, como salarios brutos, así como los derivados del capital mobiliario e inmobiliario, incluyendo alquileres y derechos de uso de bienes inmuebles distintos de la vivienda habitual.

También se tienen en cuenta los ingresos procedentes de actividades económicas, prestaciones contributivas o no contributivas, cuentas bancarias y pensiones compensatorias o alimenticias. En el caso de actividades empresariales o profesionales, el cálculo se realiza descontando los gastos necesarios para obtener dichos ingresos.

Otros requisitos que debes cumplir

Además del requisito económico, existen otras condiciones para acceder al subsidio. Es necesario haber agotado previamente una prestación contributiva o subsidio por desempleo, o acreditar situación legal de desempleo desde el 1 de noviembre de 2024 o fecha posterior, con al menos 90 días cotizados en determinados supuestos. También se exige haber cotizado al menos seis años por la contingencia de desempleo a lo largo de la vida laboral y estar en alta o situación asimilada en la Seguridad Social. Cabe destacar que el SEPE también puede rechazar la ayuda si detecta ocultación de rentas o solicitar la devolución de cantidades indebidamente percibidas, lo que refuerza el control sobre el cumplimiento de los requisitos.

© Europa Press

Una mujer a las puertas de una oficina del SEPE y oficina de empleo de la CAM

¿Qué diferencias hay entre la baja médica de un autónomo y un trabajador por cuenta ajena? Esta es la realidad

13 June 2026 at 13:01

Las bajas médicas continúan ganando peso en el mercado laboral español. Según los datos de BBVA Research, durante el primer trimestre de 2026 un total de 1.075.900 ocupados se ausentaron de su puesto de trabajo por enfermedad, accidente o incapacidad temporal. La cifra pone de manifiesto la relevancia de esta prestación dentro del sistema de protección social y refleja el impacto que los problemas de salud tienen tanto sobre los trabajadores como sobre la actividad económica. También evidencia la necesidad de contar con mecanismos eficaces que garanticen ingresos durante los periodos de recuperación.

La evolución de estos procesos también evidencia una tendencia al alza. El número de ocupados que estuvieron de baja durante los tres primeros meses de 2026 fue 87.100 superior al registrado en el mismo periodo del año anterior. Además, la cifra actual multiplica por 2,4 el promedio de los primeros trimestres comprendidos entre 2008 y 2019, lo que demuestra que las situaciones de incapacidad temporal tienen hoy una presencia mucho mayor que antes de la pandemia. Este incremento ha situado el debate sobre la protección de los trabajadores en el centro de las políticas laborales y sociales.

Ante este escenario surge una pregunta frecuente entre millones de trabajadores sobre si existen realmente diferencias importantes entre la baja médica de un autónomo y la de un empleado por cuenta ajena. Aunque sobre el papel ambos colectivos tienen derecho a una protección similar cuando una enfermedad o un accidente les impide trabajar, la realidad demuestra que las condiciones económicas, los trámites y las garantías de cobertura presentan diferencias significativas que pueden influir en la decisión de solicitar una incapacidad temporal. Conocer estas particularidades resulta fundamental para entender el alcance real de la protección que ofrece cada régimen.

Las cuantías que se cobran en cada momento

Tanto los autónomos como los asalariados pueden acceder a una baja médica por enfermedad común, accidente no laboral, accidente de trabajo o enfermedad profesional. En ambos casos, durante los tres primeros días no se percibe prestación económica. A partir del cuarto día se cobra el 60% de la base reguladora y desde el día 21 el porcentaje asciende al 75%. Sin embargo, en el caso de los trabajadores autónomos la cuantía depende directamente de la base por la que estén cotizando. Así, quien cotice por la base mínima percibirá una prestación notablemente inferior a la de otro profesional que haya elegido bases más elevadas. En caso de accidente laboral o enfermedad profesional, el autónomo tiene derecho al 75% de la base reguladora desde el día siguiente al hecho causante.

La diferencia más evidente: los trámites

Las diferencias se hacen más visibles en los aspectos prácticos. El trabajador por cuenta propia debe obtener el parte médico, presentar la documentación ante la mutua colaboradora y aportar una declaración de situación de actividad, además de acreditar determinados requisitos de cotización cuando la baja deriva de enfermedad común o accidente no laboral. Por el contrario, en el caso de los asalariados gran parte de la gestión se realiza de forma automática a través de la empresa y de los servicios públicos de salud. Además, mientras el autónomo continúa obligado a afrontar numerosos gastos relacionados con su actividad, los trabajadores por cuenta ajena mantienen una protección más amplia durante su ausencia.

¿Cuánto cobran como máximo los autónomos?

Otro de los elementos que marca la diferencia es la cobertura económica final. Muchos convenios colectivos mejoran la prestación de incapacidad temporal de los asalariados mediante complementos que permiten alcanzar porcentajes cercanos al salario habitual e incluso el 100% de las retribuciones en determinados supuestos.

Los autónomos carecen de esta posibilidad salvo que hayan contratado seguros privados específicos. A ello se suma que no pueden desarrollar nuevas actividades ni facturar trabajos realizados durante el periodo de baja, aunque sí pueden cobrar servicios efectuados con anterioridad. Estas circunstancias ayudan a explicar por qué las bajas médicas son mucho menos frecuentes entre los trabajadores por cuenta propia, un colectivo que a menudo sigue trabajando pese a los problemas de salud por miedo a perder ingresos o clientes.

© La Razón

No es depresión, es desequilibrio hormonal: estos son los 3 mitos más comunes

Alfonso Muñoz, funcionario del INSS: "Si retrasas un año tu jubilación la Seguridad Social puede darte 8.000 euros o más"

13 June 2026 at 11:28

La jubilación continúa siendo una de las principales preocupaciones económicas de millones de españoles, especialmente en un contexto marcado por el aumento del coste de la vida y la necesidad de garantizar unos ingresos suficientes durante la etapa de retiro. Los últimos datos del Ministerio de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones reflejan la enorme relevancia de estas prestaciones dentro del sistema público. En mayo se contabilizaron 6,7 millones de pensiones de jubilación, una cifra que representa la mayor parte de las 9,5 millones de pensiones que integran la nómina total del sistema.

El peso de estas prestaciones también se aprecia en el gasto público destinado a financiarlas. Las pensiones de jubilación absorbieron el 73,3% de los 14.365,8 millones de euros abonados en el conjunto de la nómina mensual, lo que equivale a 10.533 millones de euros. Además, la pensión media de jubilación alcanzó los 1.572 euros mensuales, un 4,4% más que en mayo de 2025, consolidando una tendencia de crecimiento que busca preservar el poder adquisitivo de los pensionistas.

En este escenario, cada vez más trabajadores se interesan por las fórmulas que permiten mejorar su futura prestación. Una de ellas es la jubilación demorada, una opción que recompensa a quienes deciden continuar trabajando una vez alcanzada la edad ordinaria de retiro. Sobre esta posibilidad ha llamado la atención Alfonso Muñoz, funcionario de la Seguridad Social en el INSS y conocido por sus vídeos divulgativos sobre procedimientos administrativos. En una de sus publicaciones más recientes explica las ventajas de esta medida y lanza un mensaje contundente. "Por retrasar un año, solamente un año, tu jubilación, la Seguridad Social puede darte una gratificación de 8.000 euros o más", esclarece el profesional del sector público.

Los beneficios económicos de retrasar tu jubilación

Según detalla Muñoz, muchas personas desconocen que la legislación contempla incentivos específicos para quienes retrasan voluntariamente su jubilación. En concreto, el artículo 210.2 de la Ley General de la Seguridad Social establece que, cuando una persona accede a la pensión a una edad superior a la ordinaria, puede recibir una compensación económica. Esta puede materializarse mediante un porcentaje adicional sobre la pensión, una cantidad a tanto alzado o una combinación de ambas modalidades. El experto subraya además que la elección debe realizarse en el momento de presentar la solicitud y que posteriormente no puede modificarse.

¿Incremento en la pensión mensual o pago único?

Entre las alternativas disponibles, una de las más atractivas para muchos trabajadores es el cobro de una cantidad única. En lugar de optar por un incremento permanente de la pensión mensual, algunos prefieren recibir un pago inmediato. Tomando como referencia una pensión media similar a la actual, retrasar un año la jubilación puede traducirse en una gratificación de entre 8.000 y 8.500 euros. No obstante, Muñoz aclara que se trata únicamente de una estimación, ya que la cuantía final depende de factores como la pensión que corresponda al trabajador y su historial de cotización.

Hasta 10.000 euros por cada año de demora

El funcionario también recuerda que existen casos en los que este incentivo supera claramente los 10.000 euros por cada año de demora. Sin embargo, advierte de que estas cantidades no están exentas de tributación y deben declararse en el IRPF como rendimientos del trabajo, por lo que la cifra neta percibida será inferior. Asimismo, insiste en que la decisión de prolongar la vida laboral no debe analizarse únicamente desde una perspectiva económica. Aspectos como el estado de salud, las condiciones laborales, la calidad de vida o los proyectos personales también deben formar parte de una valoración que permita tomar una decisión informada sobre el futuro de cada trabajador.

 

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Cómo se calcula la jubilación en España: a qué edad puedo hacerlo y qué cantidad voy a cobrar

El descubrimiento de un palacio que pone en duda el mito de la llegada al poder de Esparta

By: Ana · Martínez
13 June 2026 at 11:15

Esparta, una de las ciudades más poderosas y militarizadas de la Antigua Grecia. Situada en la península de Peloponeso y con una gran fama por su disciplina, y educación militar, dominó la región de Laconia y lideró a los griegos en las Guerras Médicas.

O eso se pensaba hasta ahora, porque una investigación del historiador Hans Beck en The Annual of the British School en Atenas, ha revelado la verdad sobre esta parte de la historia, y es que, podríamos estar hablando de que una de las ciudades más conocidas en la historia de los conflictos bélicos no comenzó siendo un estado guerrero conquistador.

Esparta

Esparta surge en el siglo IX a.C. y se dice que dominó gran parte de Peloponeso entre el 700 y el 371 a.C., año en el que comenzó su declive tras la derrota contra los tebanos en la Batalla de Leuctra. Destacó por su sistema de reinado, entre los que encontramos a personalidades como Leónidas I, Agesilao II, Cleómenes I, o su hija Gorgo, que fue la esposa de Leónidas.

Analizando unos descubrimientos arqueológicos de Agios Vasielios, en Creta, Beck explica que "Esparta surgió de un paisaje cultural lacedemonio más antiguo, en lugar de ser creada de cero por los guerreros conquistadores".

De esos restos se descubrieron vestigios de un completo palaciego, espadas de bronce, y registros administrativos escritos en la lineal B, la forma más antigua de escritura griega. El estudio se centra principalmente en un santuario llamado Amyklai que permaneció activo tras colapsar el castillo y que cobró importancia para tanto para los espartanos como para los lacedemonios.

"El ascenso de Esparta alteró profundamente el panorama. Sin embargo, Amyklai conservó su calidad como una ubicación privilegiada de los legaros de Lacedemonia" explica Hans. La cantidad de actividad analizada sugiere que las tradiciones antiguas de la época sobrevivieron al periodo en el que Esparta estaba emergiendo, cuestionando así el origen de la ciudad.

Este estudio no cuestiona la reputación de Esparta como ciudad de gran poder militar, pero explica que los orígenes que se asociaban con ella no eran del todo correctos. Estos descubrimientos ayudan a entender la historia y a corregir los pequeños errores que se pueden cometer por la falta de documentación antigua.

Más mitos sobre Esparta

Al tratarse de una parte tan conocida de la historia, de la que luego han creado varios contenidos audiovisuales como las famosas películas Troya y 300, también se han generado diferentes mitos a su alrededor, destacando el del Agogé y los niños perfectos, y el de el sacrificio de los 300 en las Termópilas.

El primer mito explica que en la tradición espartana los bebés enfermos o deformes eran arrojados por el monte Taigeto. Sin embargo, los historiadores modernos han concluido en que esto es falso ya que se les examinaba únicamente para saber si podrían entrar en el ejército a futuro, pero no se lanzaban al vació, De hecho, un ejemplo de ello es el el rey Agesilao II, que se sabe que nació cojo.

El segundo viene del cine, que ha fomentado la idea de que el rey Leónidas, y su guardia personal lucharon solos contra el imperio Persa. Esto es falso, ya que en realidad en la Batalla de las Termópilas en el 480 a.C. lucharon junto a ellos unos 7.000 soldados griegos más de las ciudades aliadas.

© La Razón

El descubrimiento de un palacio que pone en duda el mito de la llegada al poder de Esparta

La strategia di Trump: né trionfo né ritirata

L'approccio di Donald Trump nei confronti dell'Iran rivela una complessa architettura strategica nella quale la retorica della non proliferazione sembra progressivamente lasciare spazio a esigenze politiche, economiche e di immagine ben più immediate. Dietro la giustificazione ufficiale dell'intervento emerge una questione più concreta: la necessità di evitare che il presidente sia percepito come un leader debole sulla scena internazionale.

Tuttavia, la strategia di massima pressione implementata sull'Iran si scontra con una realtà che nemmeno l'enorme superiorità militare americana è in grado di garantire: la rapida capitolazione di un regime consolidato come quello iraniano.

Ed è qui che emerge il vero dilemma strategico di Trump. Se il suo obiettivo è la resa dell'Iran, o anche solo lo smantellamento delle sue capacità strategiche, gli strumenti finora impiegati appaiono insufficienti. Per raggiungere un risultato del genere sarebbe necessario accettare un conflitto molto più lungo e imprevedibile. Ma questa è una strada che il presidente non può percorrere senza smentire le promesse politiche che gli hanno aperto per due volte le porte della Casa Bianca. Al tempo stesso, una ritirata senza risultati sarebbe difficilmente presentabile persino per il suo più fedele elettorato. Trump si trova quindi stretto tra due opzioni che non può permettersi: l'escalation e la rinuncia. In questo quadro il negoziato non appare come una delle possibili soluzioni, ma come l'unica vera via d'uscita.

L'obiettivo diventa allora ottenere un accordo sufficientemente credibile da poter essere presentato come una vittoria politica. Da questo punto di vista Trump ha probabilmente più fretta di tutti gli altri protagonisti. Ha interesse a chiudere il confronto prima dei prossimi appuntamenti internazionali, presentandosi non come il presidente che ha aperto una nuova guerra in Medio Oriente, ma come il leader che è riuscito a fermarla.

Questa esigenza si riflette in una diplomazia che sembra vivere alla giornata e che guarda con attenzione anche alle reazioni dei mercati finanziari. L'annuncio di un'intesa imminente contribuisce a trasmettere un messaggio di stabilizzazione e a rafforzare la percezione che la crisi stia entrando nella sua fase conclusiva. Se poi la realtà dei negoziati si rivela più complessa, il costo politico appare relativamente contenuto rispetto al beneficio di alimentare l'aspettativa di una soluzione.

Nelle ultime ventiquattro ore questo gioco di specchi ha raggiunto il suo culmine con l'alternarsi di aperture diplomatiche e segnali di rallentamento delle operazioni militari, mentre Teheran prende tempo e alcuni alleati regionali degli Stati Uniti guardano con crescente preoccupazione a un possibile compromesso.

Il testo negoziale riflette perfettamente questa logica. L'Iran potrebbe ottenere un alleggerimento della pressione economica e la fine del blocco navale; Trump, in cambio, la fotografia politica che cerca fin dall'inizio della crisi. Non si tratterebbe di un accordo fondato sulla fiducia reciproca, ma sulla convenienza del momento. E il suo destino dipenderà da chi, nelle prossime ore, riuscirà a imporre la propria idea di vittoria.

El mejor lugar de Europa para ver las estrellas está al lado de España y es un pionero del astroturismo

13 June 2026 at 11:00

El astroturismo ha ganado un protagonismo innegable durante los últimos años en España, y es que el firmamento ya juega un papel fundamental en el sector turístico. Cada vez son más los que buscan destinos para poder ser testigos de espectáculos en el cielo, bien sea contemplar las Perseidas o poder admirar el eclipse total que oscurecerá España durante unos instantes el próximo 12 de agosto.

En la península ibérica hay numerosos lugares perfectos para contemplar las estrellas, conocidos como ‘Destinos Starlight’, aunque el mejor sitio para hacerlo en Europa no se encuentra en territorio español, sino que está en Portugal, y es que el área protegida de Dark Sky Alqueva ha sido condecorada con dicho honor en la quinta edición de los Tourism Leaders Awards 2026, ganando en la categoría de mejor experiencia... y lo mejor de todo es que se encuentra a un paso de la frontera con España.

Dark Sky Alqueva, el lugar en el que mirar al cielo

Dark Sky Alqueva es un área de unos 10.000 kilómetros cuadrados ubicada en la maravillosa región del Alentejo que se ha establecido como uno de los mejores lugares del planeta para observar cuerpos celestes, sobre todo gracias a su escasa contaminación lumínica y a la calidad del firmamento, lo cual ha atraído a miles de turistas durante los últimos años. Por ello, no es de extrañar que haya conseguido este premio.

Desde hace un tiempo, los responsables de este lugar han llevado a cabo numerosos proyectos para que cada vez más curiosos puedan contemplar el cielo nocturno en este apasionante enclave luso. Además, en la zona hay numerosos pueblos llenos de encanto que por la noche se mantienen prácticamente a oscuras para que los amantes del astroturismo puedan visualizar una estampa única en la atmósfera.

Entre esos pueblos se encuentran Alandroal, Reguengos de Monsaraz, Portel o Mourão, que además son destinos de turismo rural increíbles y que ocultan tesoros alucinantes. Además, casi todos ellos tienen una amplia oferta hotelera y de restauración para que los que acudan a la ‘reserva’ puedan disfrutar de una estancia apasionante e inolvidable en un lugar sumamente espectacular.

Esta zona portuguesa fue la primera de todo el mundo en recibir la certificación de Destino Starlight y cuenta con un imponente embalse (del mismo nombre) que se enclava en plena frontera hispanolusa. Al estar a apenas unos kilómetros de España, es sin duda uno de los mejores lugares a los que se puede hacer una escapada de fin de semana este verano si lo que se quiere es ver constelaciones en su máximo esplendor.

Carmelo Bosque, el chef con Estrella Michelin y apasionado de la trufa que liderará la cena de la gala de la Guía Michelin 2027

13 June 2026 at 11:00

Dentro de unos meses, la Guía Michelin celebrará su icónica gala con la que repartirá sus codiciadas Estrellas Michelin. Si el año pasado, Málaga fue la sede oficial para la entrega de dichas distinciones y otros reconocimientos, Huesca se convierte en su sucesor.

Además, como viene siendo una tradición que forma parte del evento, tendrá lugar una cena después de la gala. El año pasado, Benito Gómez del restaurante Bardal (Ronda, Málaga) con 2 Estrellas Michelin, fue el encargado de coordinar al equipo. Este 2026, dicha labor ha sido encomendada al aragonés Carmelo Bosque.

¿Quién es Carmelo Bosque?

Carmelo Bosque es el chef de Lillas Pastia, que cuenta con 1 Estrella Michelin. Aparte de tener la oportunidad -y responsabilidad- de coordinar el equipo de cocina de la cena que servirá después de la gala, Bosque cuenta con 30 años de experiencia profesional y en la página web de su local afirma que su predilección es la trufa, uno de los alimentos por excelencia de la cocina aragonesa y protagonista en la carta.

"Con 30 años, Carmelo Bosque consiguió su primera estrella Michelin en el restaurante Navas de Huesca antes de abrir el restaurante Flor y en 1995 comenzar su andadura en el Lillas Pastia, en el que consiguió otra estrella Michelin tres años más tarde. Carmelo Bosque es un gran defensor de los productos de su tierra, Aragón, y uno de los grandes expertos de la cocina con trufa, el producto fetiche del Lillas Pastia", explica el negocio en su página web sobre la trayectoria de Bosque.

Por su parte, la Guía Michelin describe al restaurante de Bosque como un lugar con una "cuidada estética contemporánea" que esconde en su interior "un reservado exclusivo dedicado a la trufa (para 10 comensales) y el restaurante gastronómico como tal, con la cocina semivista y en una de sus paredes, realizada a partir de Inteligencia Artificial, una gran ilustración de una mujer cantando ópera (de ahí viene el nombre Lillas Pastia, de la taberna reflejada en la famosa ópera Carmen)".

¿Cuándo se celebrará la Gala de la Guía Michelin?

La Gala de la Guía Michelin será el 24 de noviembre en el Palacio de Congresos de Huesca. Será la primera vez que la ciudad acoja una edición de uno de los eventos más importantes de la gastronomía nacional.

"Celebrar la Gala de la Guía Michelin en Huesca es una oportunidad para visibilizar el extraordinario patrimonio gastronómico y la riqueza de producto de Aragón (...) Esta elección refuerza nuestro compromiso con la pluralidad territorial de la gastronomía española y la capacidad de la cocina local para dialogar con las grandes tendencias internacionales", señalan desde Michelin sobre la elección de la ciudad aragonesa.

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