<![CDATA[ Governo está preparado para "soluções extraordinárias" de ajuda aos bombeiros ]]>



A questão do Banco Master segue provocando expectativa e preocupação entre os atores políticos e na mais alta Corte do país. A avaliação é de Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice. A revista Veja publicou reportagem que afeta Davi Alcolumbre, segundo a qual ele teria recebido dinheiro de Daniel Vorcaro. Além disso, a Polícia Federal comunicou que rejeitou a proposta de acordo de delação premiada apresentada por Daniel Vorcaro, embora uma nova proposta esteja sendo negociada com a Procuradoria-Geral da República.
Mesmo diante da possibilidade de rejeição do acordo, o caso deve continuar influenciando a disputa eleitoral de outubro, uma vez que as investigações prosseguem independentemente de qualquer acordo. Segundo Noronha, o Banco Master já produziu reflexos importantes no cenário sucessório, e ainda persistem muitas dúvidas sobre o alcance político das investigações.
No campo econômico, Noronha destacou a intensa preocupação do governo com projetos que ampliam o gasto fiscal, denominados de pautas-bomba. O Senado já aprovou uma proposta relacionada a dívidas rurais com impacto estimado em R$ 140 bilhões ao longo dos próximos 13 anos, segundo a equipe econômica, que sinalizou que Lula pode vetar o projeto ou recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso ele avance.
Houve ainda uma manifestação de Gilmar Mendes que, sem citar o projeto especificamente, defendeu que medidas que ampliem despesas públicas sejam acompanhadas das respectivas fontes de financiamento. A agenda legislativa segue intensa, apesar da proximidade com o calendário eleitoral.
Hugo Mota anunciou a intenção de votar na semana de 15 a 19 de junho, um projeto de lei de autoria do governo que trata das especificidades de determinadas categorias profissionais no contexto do debate sobre o fim da escala 6×1. O objetivo, segundo Noronha, é destravar a pauta da Câmara, já que o projeto tramita em regime de urgência constitucional. Entre as propostas que Hugo Mota pretende votar estão o projeto que aumenta o faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) — classificado pela equipe econômica como pauta-bomba por ter impacto fiscal estimado em cerca de R$ 50 bilhões — e o projeto sobre inteligência artificial.
No Senado, a expectativa recai sobre a Proposta de Emenda à Constituição que trata do fim da escala 6×1. Davi Alcolumbre continua demonstrando resistência ao projeto, enquanto o governo insiste para que a matéria avance o mais rapidamente possível.
No âmbito do Judiciário, Noronha destacou um julgamento previsto para a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal envolvendo Eduardo Bolsonaro. O caso decorre de declarações públicas e postagens em redes sociais nas quais ele afirmou ter atuado para incentivar sanções dos Estados Unidos contra ministros do Supremo, a PGR e a Polícia Federal. A tendência, segundo Noronha, é que ele seja condenado, gerando mais desgaste no campo bolsonarista.
Na agenda econômica, está prevista a reunião do Banco Central para decidir a taxa de juros, com expectativa de nova redução de 0,25 ponto percentual na Selic. Pesquisas eleitorais também devem ser divulgadas, com pelo menos dois levantamentos já registrados, do BTG Pactual e do CNT-MDA. No plano externo, Lula viaja para a França para participar da reunião do G7, ocasião em que pretende conversar com Donald Trump sobre tarifas — tema que também se tornou objeto de disputa eleitoral, inclusive com o candidato do PL, Flávio Bolsonaro.
A camisa da Seleção Brasileira tornou-se palco de uma disputa política entre representantes da direita e da esquerda. Em ano eleitoral e com a Copa do Mundo em curso, estrategistas dos dois campos buscam explorar ao máximo o apelo do uniforme canarinho junto à população brasileira.
De um lado, Flávio Bolsonaro (PL), em discurso para apoiadores, chegou a se referir à peça como “camisa do Bolsonaro”, reforçando a narrativa de que a família Bolsonaro representa o patriotismo nacional.
Do outro, o presidente Lula (PT) publicou fotos nas redes sociais vestindo a camisa da seleção e tem defendido que a esquerda também adote o verde e amarelo durante o torneio.
Segundo Matheus Teixeira, analista de Política da CNN, o movimento não é por acaso. “Os marqueteiros de campanha, os estrategistas, seja de Flávio Bolsonaro, seja do presidente Lula, também estão estudando como explorar isso ao máximo para conseguir colher o maior dividendo eleitoral possível”, afirmou.
O analista destacou que o engajamento gerado pela camisa da seleção nas redes sociais é notável: enquanto publicações comuns de Lula podem ter menos de 10 mil curtidas, uma foto do político com o uniforme da seleção ultrapassou 700 mil curtidas em um único fim de semana.
Matheus Teixeira ressaltou que o PT historicamente utiliza o vermelho como símbolo partidário, cor associada ao movimento operário e sindical no Brasil e no mundo. No entanto, em períodos de Copa do Mundo, Lula costuma fazer questão de vestir a camisa do Brasil para se aproximar do eleitorado.
“O PT nasceu ali do sindicalismo e, portanto, sempre explorou o uso da cor vermelha, mas em época de Copa do Mundo, o presidente Lula sempre também faz questão de usar a camisa do Brasil justamente para tentar se conectar um pouco mais diretamente com o povo brasileiro”, explicou o analista.
O embate vai além da camisa. Matheus Teixeira apontou que Lula tem explorado o discurso da soberania nacional em meio à possibilidade de tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, associando a bandeira do país a esse contexto.
Paralelamente, deputados do Partido dos Trabalhadores têm circulado nas redes sociais imagens de uma manifestação bolsonarista em que teria sido exibida a bandeira dos Estados Unidos, utilizando o episódio para questionar o patriotismo do campo adversário.
“De lado a lado, um buscando argumento para desgastar e medir quem seria mais patriota”, resumiu o analista.
Para Matheus Teixeira, o fenômeno é uma consequência natural da centralidade do futebol na cultura brasileira. “A Copa do Mundo permeia, o futebol permeia todo o nosso país e a nossa cultura, a política não fica de fora”, concluiu. Os dois lados seguem estudando formas de transformar o entusiasmo do torneio em capital eleitoral.
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou neste sábado (13) que o BRB (Banco Regional de Brasília) deve precisar de mais 15 dias para apresentar seu balanço financeiro de 2025.
A declaração se dá dias após a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovar o projeto que autoriza o governo a contratar empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para socorrer o banco.
A previsão foi dada por Celina a jornalistas durante agenda em Ceilândia, região administrativa do DF. Quando questionada sobre a data da apresentação do balanço, a governadora respondeu: “Isso, mais uns 15 dias”.
A divulgação pelo BRB das demonstrações financeiras consolidadas de 2025 já foi adiada em mais de uma vez. Originalmente, estava prevista para o final de março e, depois, para 29 de maio. Porém, o banco postergou a data em ambas as ocasiões.
O atraso na divulgação prejudica a imagem do banco, que teve seu rating rebaixado pela S&P Global pela 2ª vez em menos de três meses.
Em entrevista à CNN Brasil, Celina havia dito que o BRB precisaria de mais alguns dias para apurar os dados financeiros após o acordo de empréstimo firmado com a União. O acordo viabiliza uma operação de crédito para o banco, em meio à crise de liquidez após a tentativa de compra do liquidado Banco Master.
O BRB precisa de um aporte de R$ 8,8 bilhões para melhorar os seus índices de saúde financeira, dos quais R$ 6,6 bilhões serão adquiridos via empréstimo junto ao FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Outros R$ 2,2 bilhões serão aportados com recursos que o GDF (Governo do Distrito Federal) obteve com a securitização da dívida ativa.
Nesta semana, Nelson de Souza, presidente do banco, disse que a instituição pretende divulgar o balanço financeiro de 2025 até 30 de junho. No entanto, ele disse, ainda era preciso solucionar pendências antes da publicação do documento.
Nos últimos meses, o BRB tem passado por uma crise envolvendo ligações com o antigo Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro. Preso em Brasília, o banqueiro é acusado de um esquema bilionário de fraudes dentro do mercado financeiro.
O Master é investigado por suspeita de manipulação de balanços e operações financeiras irregulares envolvendo outras instituições – dentre elas, o BRB.
Em setembro, o BRB chegou a tentar comprar o Banco Master, mas o Banco Central rejeitou a compra. A negociação se transformou em um escândalo bilionário quando se descobriu que os ativos oferecidos ao BRB eram fraudulentos, sem lastro real.
Segundo investigações da PF (Polícia Federal), há indícios de que o BRB estava ciente de que estava adquirindo “ativos podres”, sugerindo uma possível participação no esquema. Em abril deste ano, Paulo Henrique Costa, presidente do banco à época das operações com o Master, foi preso preventivamente.

© Petra Urban



Pressionada por vagas na disputa para o Senado, a governadora Raquel Lyra aproveitou um evento no município de Ibirajuba esta sexta-feira para mandar um recado para sua base através do senador Fernando Dueire. “Você Dueire, poderia estar satisfeito com seu mandato e ficar em Brasília mas não, você tem ajudado aos municípios e a mim sem esperar nada em troca. Você nunca me pressionou, só fez me ajudar. Obrigada pelo seu trabalho e por sua solidariedade. E aquilo que a gente não cobra a gente recebe de onde menos espera”. Na presença de Miguel Coelho, a governadora respondeu desta forma a uma entrevista dada por Dueire a uma emissora de rádio esta sexta pela manhã quando afirmou : “eu sei que a governadora me quer na chapa dela mas ninguém vai me ver constrangendo ou pressionando ela”.
Fernando Dueire assumiu o Senado em 2023 em substituição ao ex-governador e senador Jarbas Vasconcelos do qual era suplente. Como senador filiado ao PSD, o mesmo partido da governadora, ele poderia fazer pressão para ser escolhido pois tem direito natural de disputar a reeleição, prerrogativa garantida a todos os senadores de mandato e que os partidos são obrigados a acolher desde que o senador reivindique. Mesmo assim, embora permaneça cotado para uma das vagas, ele disse a Raquel, como divulgou na época este blog, que ela se sentisse à vontade pois o que mais desejava era que ela se reelegesse.
Apesar disso, o senador é de todos os pretendentes o que é mais próximo do Palácio e o que tem conversado mais com a governadora, além de ter o apoio declarado de mais de 100 prefeitos. Também nunca deixou de ser considerado por Raquel como uma opção e, como informou na entrevista desta sexta e revelou a pessoas mais próximas, a governadora lhe confidenciou que era um dos seus preferidos para compor a sua chapa. Se isso vai ocorrer não se sabe mas o elogio explícito foi tido como uma consideração e uma indireta no momento em que a Federação União Progressista tem dois pretendentes ao Senado, Eduardo da Fonte e o próprio Miguel Coelho, que ensaiam uma luta fraticida pela vaga.
O PL, como revelou esta coluna ontem, tinha marcado para a próxima quinta-feira encontro para definir sobre a participação do partido na eleição majoritária de governador e senador mas o presidente Anderson Ferreira resolveu adiar para após o São João, a pedido de deputados federais, estaduais e vereadores que já tinham compromisso assumido no interior. Deve ficar para a quinta-feira da semana seguinte ao São João, dia 25.
No meio político de Pernambuco caiu como uma bomba a coluna Giro Político desta sexta-feira publicada no Blogdellas e no Jornal do Commércio, revelando a ideia do PL de ter candidato a governador para oferecer palanque estadual ao pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro. A decisão foi interpretada como uma forma de ajudar o ex-prefeito João Campos uma vez que uma candidatura da legenda tira votos da governadora e tem envergadura para levar a eleição para o segundo turno.
O que Raquel Lyra terá reservado para o senador Fernando Dueire que não lhe tem feito cobranças?


© Reprodução Blog Dellas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve criticar medidas “unilaterais” e “protecionistas”, na Cúpula do G7, sem citar o tarifaço dos Estados Unidos, segundo fontes no Palácio do Planalto. O encontro dos líderes acontece em Évian-les-Bains, na França, nos dias 16 e 17 deste mês.
Com Donald Trump presente, Lula não fará menções explícitas às tarifas, mas dará recados, garantem diplomatas brasileiros. A avaliação é de que não cabem, em uma cúpula multilateral, críticas direcionadas como as que o petista aborda em discursos no Brasil.
Não há previsão, até este sábado (13), de uma bilateral entre os mandatários às margens da Cúpula. O Palácio do Planalto decidiu não pedir uma nova reunião, sob o argumento de que não há motivação para tal, visto o recente encontro entre Lula e Trump na Casa Branca.
Dessa maneira, uma reunião preparada — como a ocorrida na Malásia em outubro de 2025 — está praticamente descartada pelo Planalto. Uma conversa fortuita e pontual, mais parecida com o contato na Assembleia Geral da ONU (Nações Unidas) em setembro, ainda é uma possibilidade.
Desde o encontro da Casa Branca, ao menos três episódios estremeceram a relação entre os governos dos países: a classificação pelos EUA de facções criminosas brasileiras como terroristas, e as ameaça de taxação em 25% na “seção 301” e 12,5% por suposta falta de controle sobre trabalho forçado.
O presidente embarca para a França no domingo (15). No G7, Lula retomará a ideia central de seus discursos em cúpulas do G20 e dos Brics: de que os países emergentes precisam de mais espaço nos espaços de debates globais.
O Brasil vai participar de sessões abertas aos convidados. Na terça-feira (16), a discussão será sobre parcerias internacionais. Na quarta-feira (17), o tema será o crescimento econômico equilibrado. Nesse mesmo dia, haverá um almoço dedicado a discutir a atuação e responsabilização das big techs.
Também estão previstas reuniões bilaterais. Até o momento, estão confirmados encontros entre Lula e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o presidente da França, Emmanuel Macron, que é o anfitrião do evento.

© Petra Urban
Em dia de estreia da seleção do Brasil na Copa do Mundo 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravou um recado ao técnico do time, Carlo Ancelotti.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Lula pediu que a equipe jogue “pensando no povo brasileiro” e ressaltou que no campeonato mundial a gente “não disputa, a gente ganha”.
“O que vale é a garra! O que vale é a coesão do time, a unidade do time, a a harmonia do time. Eles têm que estar bem, eles têm que estar motivados e eles têm que jogar pensando no povo brasileiro, que está precisando de uma vitória. Se você conseguir isso, Ancelotti, você vai virar o nosso herói”, afirmou.
“Time você tem, a Copa do Mundo a gente não disputa, a gente ganha! A gente não tem que ir pra disputar, a gente tem que ir para ganhar“, acrescentou o mandatário.
No vídeo, Lula ainda ressaltou que o país pode não ter “a melhor seleção do mundo”, mas tem a “melhor seleção do Brasil”.
“É ela [seleção] que você escolheu, são os jogadores que você sabe que podem fazer o que você espera que eles façam. Portanto, dê um conselho para esses meninos: além de jogar bola, que vocês sabem, joguem com um pouco de alma. Quando cair, levante. Quando cair não fique reclamando, levante e vá tirar a bola do adversário“, continuou.
Na sequência o chefe do Executivo pediu que, “pelo amor de Deus”, os jogadores chutem a bola no gol do adversário:
“E lembrar de uma coisa: o que vale é chutar a bola no gol do adversário e ela entrar. O que vale é bola no gol do adversário, então sempre que puder chute! Pelo amor de Deus, chute!”.
Professor Carlo Ancelotti e jogadores da nossa querida Seleção Brasileira, o recado de hoje é para vocês.
Começou a Copa do Mundo e agora é hora de jogar com raça, vontade, entrega e espírito de equipe. Futebol se ganha dentro das quatro linhas, com concentração, dedicação,… pic.twitter.com/oRU6fvoYLF
— Lula (@LulaOficial) June 13, 2026
A seleção brasileira entrará em campo a partir das 19h (de Brasília) contra o Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey, que também será palco da final do Mundial.

Vincenzo De Luca torna stabilmente nel suo “laboratorio” salernitano e, come un vero “modesto artigiano della politica”, riprende in mano il megafono social. Nella sua consueta diretta Facebook del venerdì, il neo-sindaco (per tutti ancora “lo Sceriffo”) non risparmia nessuno, lanciando ufficialmente la nuova fase della sua storica campagna “Cafoni zero” per restituire lustro e decoro urbano a Salerno. Il primo bersaglio dell’ex presidente della Regione Campania è la ditta incaricata del rifacimento della segnaletica stradale. “Un’impresa non so se inadeguata o di malviventi”, tuona De Luca, denunciando che le strisce pedonali appena dipinte siano svanite dopo soli due giorni.”Questi pensano di fare le strisce non con la vernice resistente, ma con il latte scremato – commenta sarcasticamente – Cari ragazzi, non va bene, sono cattive abitudini che avete maturato in questi anni, di cui dovete liberarvi”. Per evitare nuovi “ingolfamenti” nel traffico, il sindaco avverte di aver già dato disposizione affinché questi lavori vengano eseguiti tassativamente di notte, promettendo controlli rigorosi sui materiali per evitare truffe.
La battaglia contro la “cafoneria” tocca apici di sdegno, quando l’ex presidente campano racconta l’episodio di “un giovanotto extracomunitario, forse moldavo”, sorpreso a esibirsi in atti osceni nei giardini di Piazza San Francesco in pieno giorno: “Dopo essersi stravaccato, non so se già ubriaco a prima mattina o meno, essendo stimolato credo da problemi di prostata, ha ritenuto di andare allegramente nei giardini in mattinata, nei giardini ad esibirsi. Bene, lo abbiamo denunciato, abbiamo fatto il decreto di espulsione, vediamo se lo rincontriamo per strada”.
Non c’è pace neppure per gli “imbecilli” e gli “idioti” che alle due di notte disturbano il sonno dei residenti con corse folli di moto dalle “marmitte sfondate”. La ricetta del sindaco contro le corse clandestine è chiara: blocchi stradali notturni, denuncia dei centauri e sequestro immediato dei mezzi. “È bello farli camminare a piedi, così si attiva la circolazione”, aggiunge, sottolineando la necessità di “rieducare” i giovani a un piano di civiltà. “Rieducare è una cosa che serve per vivere meglio tutti quanti, niente di repressivo”, precisa De Luca.
Il pezzo forte della strategia del sindaco salernitano resta però la gestione della “movida cafona”, locuzione diventata celebre nella sua crociata contro chi violava le restrizioni durante la pandemia. L’obiettivo dichiarato è una città a “cafoni zero”, dove “l’ammuina” non sarà più consentita. Per trasformare le serate salernitane in momenti di “grande bellezza” e “qualità culturale”, l’amministrazione sta preparando un bando per artisti di strada, mimi, ritrattisti e giovani musicisti del conservatorio, a patto che non utilizzino “amplificazione, casse, rotture di scatole, cafonate nelle serate di movida”. L’idea è quella di un “lavoro di cesello” per creare piazze tematiche dedicate alla ceramica, alla moda e alla poesia, liberando finalmente Salerno dall’immagine di “sciatteria e degrado”. Per De Luca, infine, la sicurezza deve camminare insieme alla solidarietà, motivo per cui annuncia che per i lavori di piccola manutenzione come la pitturazione di ringhiere e dissuasori, verranno impiegati anche detenuti selezionati dal carcere di Salerno per ridare quotidianamente dignità alla città.
L'articolo De Luca e la campagna “Cafoni zero”: dal moldavo coi “problemi di prostata” alle corse clandestine. “Ora rieduchiamo tutti” proviene da Il Fatto Quotidiano.

“È evidente che quando non si hanno le idee, poi, le si copiano. In campagna elettorale questa proposta di Pasquale Tridico era stata derisa letteralmente, sia da Occhiuto sia da tutto il sistema di informazione a lui vicino, un po’ compiacente. Oggi diventa un’idea vincente, geniale, solo perché l’ha proposta lui”. Così, la pentastellata Vittoria Baldino ad Affaritaliani commenta la proposta di abolire il bollo auto rilanciata da Roberto Occhiuto, presidente della Regione Calabria e vicesegretario nazionale di Forza Italia, che in un’intervista al Messaggero ha indicato l’eliminazione della tassa automobilistica come una possibile battaglia fiscale del centrodestra, definendola una “patrimoniale nascosta” e sostenendo che la sua cancellazione rappresenterebbe un beneficio immediatamente percepibile dai cittadini.
“Noi andiamo oltre. Visto che oggi Roberto Fico ha anche cambiato i criteri per i premi ai dirigenti sanitari, che non saranno più economici ma anche qualitativi, noi diciamo a Occhiuto: copiaci pure questo”, prosegue Baldino. L’idea, infatti, non è nuova. Durante la recente campagna elettorale regionale, innescata dalle dimissioni di Occhiuto e dalle indagini ancora in corso a suo carico, era stato il suo sfidante Pasquale Tridico a proporre la sospensione o l’abolizione del bollo auto per alcune categorie di contribuenti. Una misura che divenne uno dei punti qualificanti del programma dell’ex presidente dell’Inps, ma che venne accolta con scetticismo dagli avversari.
Lo stesso Occhiuto ha ricordato quell’episodio: “Presi in giro il mio avversario Tridico che propose come misura della Calabria l’eliminazione del bollo”. Il governatore ha però sottolineato quella che considera la differenza sostanziale: “Non sapeva che una Regione non può farlo. Però mi ha fatto pensare che è una norma da proporre a livello nazionale”. Le Regioni dispongono infatti di margini limitati di intervento sul tributo: possono modificare le aliquote entro determinati limiti, introdurre esenzioni o agevolazioni per specifiche categorie di veicoli e contribuenti, ma non possono eliminare definitivamente la tassa senza compensare integralmente il mancato gettito con risorse proprie.
Secondo Occhiuto, quindi, il problema non riguardava il merito della proposta, ma il livello istituzionale al quale veniva avanzata. Se l’abolizione del bollo auto in Calabria sarebbe stata difficilmente sostenibile, una riforma nazionale potrebbe invece essere presa in considerazione. Così, una delle proposte più discusse della campagna elettorale calabrese torna oggi d’attualità, questa volta sotto l’egida del centrodestra e con l’ambizione di trasformarsi in una misura valida per tutto il Paese.
L'articolo Abolizione bollo auto, Occhiuto rilancia la proposta di Tridico. Baldino (M5s): “Quando non si hanno le idee, le si copiano” proviene da Affaritaliani.it.

Cosa avrà mai combinato il Pd di Gragnano per vedersi chiudere la pagina Facebook all’improvviso? Se lo chiede perplesso l’avvocato Antonio Marinaro, capogruppo dei dem in consiglio comunale, che a ilfattoquotidiano.it dice: “Prima hanno chiuso la mia pagina personale e professionale, poi quella del Pd cittadino. Tutto questo è avvenuto in pochi giorni. Una coincidenza che non può passare inosservata”. E ci mostra la schermata standard inviata in questi casi da Meta. “Il tuo account o la relativa attività non rispetta i nostri standard della community in materia di integrità dell’account”. Utente disabilito per sei mesi, possibilità di inviare un ricorso, altrimenti l’oscuramento diventa definitivo.
Marinaro e il segretario dei dem di Gragnano, Aniello Troiano, hanno allertato i loro legali. E hanno diffuso una nota per sottolineare un dato: “Sono stati oscurati i tutti gli strumenti attraverso i quali il Pd informava cittadini e iscritti sull’attività politica e istituzionale svolta sul territorio, e la circostanza assume particolare rilievo perché questi episodi si sono verificati immediatamente dopo l’avvio di un’attività di approfondimento e controllo sulla gestione del campo sportivo comunale, tema di grande interesse pubblico”.
Si riferiscono a un’interpellanza consiliare che chiedeva chiarimenti urgenti su un grave infortunio capitato a un minore nel novembre 2025 all’interno del campo. Cinque pagine a firma di Marinaro e del consigliere Antonio D’Arco con una raffica di domande sull’esistenza o meno di contenziosi legali, di polizze assicurative, di eventuali responsabilità sull’accaduto.
L’interpellanza al sindaco Aniello D’Auria e ad altri soggetti istituzionali è datata 4 giugno. Il blocco delle pagine Pd avviene quattro giorni dopo. L’ultimo post che sono riusciti a pubblicare riguardava proprio il botta e risposta sulle polemiche iniziate con la diffusione di quel documento. “Se ogni richiesta di verifica o controllo viene vissuta come un’offesa, allora è legittimo chiedersi il perché”, si leggeva, prima dell’oscuramento. Nei prossimi giorni sono attesi a Gragnano il segretario campano del Pd, Piero De Luca, e quello napoletano, Francesco Dinacci. Vogliono portare solidarietà. Ed annunciare ulteriori azioni.
L'articolo Facebook “oscura” il Pd di Gragnano: “Cancellati dopo le nostre interpellanze su un incidente al campo sportivo” proviene da Il Fatto Quotidiano.
Nella cornice della Fondazione Banco Napoli è andato in scena un incontro che sembrava sospeso tra la cronaca giudiziaria e la riflessione filosofica. Sergio Cusani e Carlo Sama, volti simbolo della stagione di Tangentopoli e della vicenda Montedison, si sono ritrovati per presentare il libro di Cusani, “Il colpevole”, offrendo un ritratto inedito del loro presente e di un passato mai del tutto archiviato. Sergio Cusani, un tempo braccio destro di Raul Gardini e uomo chiave della maxi-tangente Enimont, è stato l’imputato numero uno del processo Mani Pulite. Nonostante la condanna e il carcere scontato per falso in bilancio, rivendica oggi una scelta controcorrente: quella di essere “colpevole per decisione”. “Io sono colpevole, ma sono un colpevole che ha deciso di essere colpevole – premette l’ex manager – perché ha deciso di non accettare il metodo della Procura di Milano. È questo che è stato detto l’altra sera al pubblico ministero”. Il riferimento è ad Antonio Di Pietro, che fu il principale accusatore di Sergio Cusani nel processo Enimont e che nei giorni scorsi è stato protagonista di un confronto televisivo con lo stesso Cusani e Sama negli studi di Quarta Repubblica, su Rete4.
L’ex dirigente del gruppo Ferruzzi ribadisce: “Ho rifiutato il metodo mercantile del do ut des: mi dai qualche cosa e ti tratto in un certo modo; non mi dai niente e becchi le legnate. Non l’ho accettato, perché innanzitutto io venivo dal Movimento Studentesco, ero dirigente dell’Università Bocconi e a livello nazionale dei collettivi universitari. Il principio fondamentale era che ognuno si doveva assumere le proprie responsabilità fino in fondo e ne doveva rispondere“.
Cusani spiega che in nome di un’etica della responsabilità individuale, ha deciso coscientemente di non attribuire le proprie colpe ad altri per ottenere vantaggi: “Mai e poi mai avrei accettato di scaricare su un’altra parte delle mie responsabilità per acquistare i benefici. Una roba così vile proprio non mi passava neanche per l’anticamera del cervello. E ho affrontato tutto quello che ne derivava consapevolmente”.
Accanto a lui, Carlo Sama descrive il loro rapporto attuale come quello di una “coppia di fatto” della storia repubblicana, paragonandosi ironicamente a Sandra Mondaini e Raimondo Vianello. Sebbene uniti dal destino processuale, i due divergono profondamente sulla visione attuale delle istituzioni. Il dibattito, infatti, si è acceso sul tema della riforma della giustizia e del recente referendum. Cusani ha rivelato di aver votato No, motivando la scelta con la necessità di sottrarre un tema così delicato alla bagarre politica e alle menzogne elettorali: “Non si può litigare, non si possono raccontare bufale, balle, offese su una questione così importante e delicata come la giustizia, Ma scherziamo? Se si vuole fare una cosa seria, si prende il Calamandrei della situazione e si costituisce una commissione per riformare davvero il sistema e si lavora. Penso ad esempio al grandissimo giurista Luigi Ferrajoli“.
Di parere opposto Carlo Sama, che ha votato Sì. Per il cognato di Gardini, lo scandalo Palamara ha scoperchiato una “pentolaccia” di correnti interne che, in un Paese normale, avrebbero dovuto portare alla dismissione del Csm. La sua posizione è dettata dalla volontà di rendere i magistrati responsabili delle proprie azioni, proprio come avviene per i medici. Eppure, nonostante lo scontro frontale con il pool di Milano, Cusani conserva un riguardo profondo per la magistratura: “Io coi magistrati ho avuto un rapporto che Carlo non condivide: li rispetto, non li ho mai offesi, non sentivo assolutamente questo bisogno. Il mio rapporto con loro è sempre stato molto franco: ognuno al suo posto”.
A testimonianza di questo, ha mostrato con commozione un biglietto di condoglianze inviatogli da Francesco Saverio Borrelli, allora procuratore capo di Milano, in occasione della morte di sua madre nel 2000. Con la voce rotta dall’emozione, Cusani non è riuscito a leggere tutto il contenuto della lettera, limitandosi a pronunciare il commiato di Borrelli (“un abbraccio”) e a mormorare: “A me ha fatto molto piacere”.
Oggi, lontano dalle aule di tribunale, Cusani appare come un uomo profondamente segnato da un nuovo afflato umanitario. Interpellato su quale sarebbe la sua scelta politica attuale, ha risposto senza nominare alcun partito, ma esprimendo chiaramente la sua visione: “Voto per chiunque sia contro la guerra e difende i diritti dei più deboli. Penso, in particolare, alla Palestina”. Questo impegno non è solo teorico, ma ha un volto concreto e commovente: l’ex manager ha infatti rivelato di avere una bambina palestinese in affido internazionale, una piccola che è riuscita miracolosamente a fuggire dalle atrocità dei massacri israeliani a Gaza. È un Cusani che, oltre la colpa e la pena, si dichiara oggi “per la tutela dei diritti, sempre e comunque”, in un percorso che lega l’etica della responsabilità individuale ala cura silenziosa per chi non ha più nulla.
L'articolo Tangentopoli, Sergio Cusani: “Ho votato No al referendum. Sulla giustizia non si possono raccontare bufale” proviene da Il Fatto Quotidiano.
“Io sono una persona di mondo, ho vissuto in caserma, ci sono molte sfumature nelle parole. Un’osservazione” come quella di Francesco Silvestri del Movimento 5 stelle sulle ginocchiere di Giorgia Meloni “non l’avrei recepita come una possibile offesa sessista, e la stessa cosa avrei fatto con ‘cortigiana’. Ma io non sono una donna e quindi non posso rispondere”. Lo dice il leader di Futuro nazionale, Roberto Vannacci, nel punto stampa durante l’assemblea costituente del suo partito.
L'articolo Futuro nazionale, Vannacci dice la sua anche sulle “ginocchiere” di Meloni: “Se fossi una donna non la riterrei una frase sessista” proviene da Il Fatto Quotidiano.