Vencedor da lotaria italiana obtém visto de residência

© UCG/Universal Images Group via G

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Los bebés y niños pequeños también están en la mira de los agentes migratorios. Una investigación de The Marshall Project y MS NOW encontró que al menos 500 menores de tres años han pasado por centros de detención del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas (ICE) desde enero de 2025, un incremento que coincide con el regreso de Donald Trump al poder y la reanudación de la detención de familias migrantes.

© David Dee Delgado (REUTERS)
La ubicuidad del apostolado de la fe esta vez se ha hecho con sobrecarga bollywodiense de luz y de color con eje pastelero en el centro de Barcelona: la apoteosis explosivamente plástica y musical ha sido hipnótica. En conjunto este viaje papal ha fabricado la campaña de márketing más poderosa que se recuerda en los siglos de los siglos (después de la campaña de venta de la IA lanzada urbi et orbi, nunca mejor dicho, por los oligarcas del nuevo tecnofascismo benditamente disfrazado de servicio público y denodada vocación de fraternidad desinteresada). De punta a punta del país, los medios públicos y privados han asumido el marco de la fe católica como espacio privilegiado de la virtud, el bien y la bondad, gracias al empuje y la inteligencia de un papa culto, batallador y bregado en las condiciones materiales de la existencia de los parias de la tierra, en su caso los parias del Perú.

© Alejandro J. Rosa/ACFI/Europa Pr (Europa Press)

Las colas de emigrantes ante la Oficina de Gestión del Consorcio Regional de Transportes de Madrid, colapsada esta primavera por extranjeros en situación irregular que necesitaban el certificado de la tarjeta de transportes regional para demostrar su arraigo y acogerse a la regularización promovida por el Gobierno de España, difícilmente volverán a producirse. La Comunidad de Madrid, que preside Isabel Díaz Ayuso, ha decidido que a partir del lunes ese título solo se pueda obtener con el correspondiente empadronamiento en un municipio de la región, o de un grupo seleccionado de Castilla-La Mancha y Castilla y León.
O papa Leão XIV se encontrou com migrantes em Tenerife nesta sexta-feira (12), último dia de sua visita de uma semana à Espanha, durante a qual o pontífice pediu aos líderes mundiais que tratassem os migrantes com mais humanidade.
“De certa forma, todos nós somos migrantes”, disse ele à plateia.
O pontífice, que tem se mostrado mais incisivo em suas críticas à direção da liderança global nos últimos meses, está visitando as Ilhas Canárias, um arquipélago espanhol na costa oeste da África, como culminação de sua visita de três paradas.
As ilhas são uma das principais portas de entrada para a Europa para migrantes, que arriscam uma travessia mortal pelas águas do Atlântico, muitas vezes em pequenas embarcações improvisadas e superlotadas.
“Ninguém abandona sua terra, sua família e suas raízes de livre e espontânea vontade quando pode viver em paz. Deixamos para trás nossas memórias, nossos entes queridos e uma parte de nossos corações, na esperança de encontrar uma vida melhor”, disse o migrante nigeriano Bousso Diouf em um discurso ao papa no evento.
Localizadas a mais de mil quilômetros da Espanha continental, as Ilhas Canárias receberam um número recorde de 46.843 migrantes irregulares em 2024, em comparação com menos de mil em 2015, segundo dados oficiais.
Mais de três mil pessoas morreram em 2025 tentando chegar às ilhas, segundo a ONG Caminando Fronteras.
O pontífice disse ao Parlamento espanhol, na segunda-feira (8), que a falta de ajuda aos migrantes do mundo está desafiando “os fundamentos éticos da ordem internacional”.
Na quinta-feira (11), ele pediu “vias legais e seguras” para a imigração, cooperação internacional no combate ao tráfico de pessoas e financiamento para o resgate de migrantes em perigo no mar.
O mundo precisa fazer mais para erradicar a pobreza, as guerras e a corrupção que forçam os migrantes a fugir de suas casas, afirmou ele.
“Não basta gerenciar as chegadas, divulgar estatísticas, reforçar as fronteiras ou lamentar as mortes depois que elas já ocorreram”, continuou o papa.
Juan Carlos Lorenzo, coordenador da Comissão Espanhola para Refugiados nas Ilhas Canárias, disse à agência de notícias Reuters que a visita de Leão XIV foi um “marco significativo”.
“Servirá como uma forte afirmação da defesa dos direitos humanos, do respeito e da dignidade que todas as pessoas merecem, independentemente de sua origem”, disse Lorenzo.
Ao contrário da maior parte da Europa, a Espanha adotou uma postura mais aberta em relação aos migrantes, implementando um programa para conceder residência a mais de meio milhão de pessoas sem documentos.
A iniciativa, no entanto, atraiu críticas de líderes da ultradireita e o país enfrenta dificuldades com a lentidão na concessão de status legal a milhares de pessoas em situação migratória indefinida.

© MIGUEL BARRETO/EPA

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