O governo federal registrou o Pix, sistema de pagamento instantâneos criado pelo Banco Central, como marca de alto renome no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A medida foi anunciada nesta quarta-feira (10) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.
“Na forma da Lei da Propriedade Industrial, é a maior proteção que se pode conferir a uma marca e ao seu símbolo”, disse o ministro.
O que são marcas de alto renome
As marcas de alto renome são aquelas conhecidas pela população por terem reputação, prestígio e confiança. Com isso, recebem proteção especial estabelecida pela Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996).
Com esse reconhecimento, a marca fica protegida em todos os ramos econômicos, "independentemente da classe de produtos ou serviços para a qual foi originalmente registrada".
De acordo com o ministério, a publicação com o reconhecimento ocorrerá na próxima (16), na Revista da Propriedade Industrial (RPI), veículo oficial que divulga as decisões do INPI.
Ataque dos EUA
O sistema brasileiro tem sido alvo de ataques do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“A preocupação dos americanos é que o Pix pode abalar muito as empresas do cartão de crédito deles que estão aqui no Brasil. Acham que o Pix vai acabar com isso; e o Pix vai acabar mesmo, porque o Pix é de graça e é público e ninguém paga nada. É só clicar o Pix e tá resolvido o nosso problema”, afirmou em evento em Goiás, no dia 2 de junho.
A fala do ministro ocorre no contexto dos recentes anúncios feitos pelos Estados Unidos de barreiras comerciais e aumento de tarifas impostas a insumos e produtos manufaturados que atingem diretamente as exportações brasileiras.
Nesse sentido, Durigan ainda sinalizou que o Pix – hoje referência global de bancarização e inovação tecnológica – é um patrimônio estratégico que continuará sob estrita governança do Estado brasileiro contra interferências globais.
"A primeira demanda, a primeira tarefa que eu tenho é proteger a soberania ao lado do presidente Lula, em especial no nosso Pix."
As declarações foram dadas durante a abertura da 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), no Palácio do Itamaraty. Neste ano, o mote dos debates do chamado Conselhão é “Da soberania nacional ao protagonismo global”.
Para celebrar o registro do Pix como marca de alto renome no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), nesta quarta-feira, o presidente Lula posou ao lado de ministros de Estado, durante o evento oficial, segurando uma placa sobre o sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central com a frase "O Pix é do Brasil."
Respeito
Ao relatar agendas recentes no Fundo Monetário Internacional (FMI), no Banco Mundial, no G20 e no G7, o ministro da Fazenda destacou que a comunidade internacional reconhece a liderança brasileira no debate econômico, ambiental e da transição energética, exigindo que o país seja tratado com igualdade e respeito.
“O Brasil é liderança mundial e a gente não abre mão de ser tratado com respeito e tratar com respeito a todos os países, a todas as outras comunidades e culturas do mundo”, disse.
Agenda social
Durigan ainda tratou de pautas de apelo social e de segurança pública. Sobre a escala 6x1, ele ressaltou que manter esse modelo perpetua a desigualdade e sobrecarrega os trabalhadores de menor remuneração, negros e mulheres de dupla jornada, enquanto os setores que operam em escalas mais flexíveis (5x2) concentram os melhores salários e oportunidades de estudo.
“Quem já está na escala 5 por 2 é quem ganha mais, teve tempo e muitas vezes oportunidade familiar de estudar por mais tempo. E quem está na escala 6 por 1 são os trabalhadores mais mal remunerados, trabalhadores negros, mulheres e que ainda acumulam o trabalho com afazeres domésticos e outras responsabilidades, que ficam sobrecarregados.”
No fim de maio, a Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1. A PEC terá o cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. A proposta institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem diminuição salarial.
Cerco às bets
O ministro comparou o tratamento dado às casas de apostas online em gestões anteriores ao que é praticado no governo Lula. Segundo ele, antes, elas "tinham a mesma imunidade que as igrejas". “Hoje, as bets pagam mais do que a média dos setores empresariais e, hoje, passam os dados e estão sendo fiscalizadas.”
Durigan destacou que esse trabalho já resultou na derrubada de mais de 30 mil empresas irregulares e na proibição do uso do mercado de cartões de crédito para apostas, visando proteger o orçamento familiar.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), no Palácio Itamaraty - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Asfixia ao crime organizado
O ministro anunciou uma cooperação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e com o governo norte-americano para atacar o fluxo financeiro de facções criminosas.
A estratégia, operada via Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e Polícia Federal, será congelar os ativos do crime organizado. "O combate ao fluxo financeiro do crime organizado, eu acredito, é o mais importante para gente asfixiar esse mal que segue causando graves prejuízos à nossa comunidade", concluiu.
Crescimento industrial
Em discurso aos conselheiros, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, apresentou um balanço sobre a reindustrialização do país.
O ministro elencou os resultados que têm reaquecido a economia brasileira, como o aumento do salário médio e a menor taxa de informalidade da série histórica. Ele detalhou o desemprego em queda, com a taxa de 5,6%, consolidando-se na média histórica mais baixa; o recorde de 103 milhões de brasileiros empregados formalmente; e o maior rendimento médio, atingindo o patamar entre R$ 3.370 e R$ 3.732.
"Esses indicadores sociais só são obtidos porque a indústria voltou a crescer. Cresceu em 2024 com a lançamento da Nova Indústria Brasil, 3,1%. No primeiro quadrimestre, já avançou 1,7%. Por isso, tivemos mais de 7,6 milhões de postos formais no setor", destacou Elias Rosa.
The United States professional baseball league (MLB) was suspended for three months between May and July 2020, at the worst point of the pandemic. When it finally resumed, it did so behind closed doors or with very restricted access. For the first time in many years, stars of the sport such as Mike Trout of the Los Angeles Angels and Christian Yelich of the Milwaukee Brewers had to celebrate their victories in front of empty stands.
Artificial intelligence (AI) is addicted to money. The major labs developing AI models are intoxicated with the dollars that will finance the technology’s evolution. The three leading companies in the sector, Anthropic, OpenAI and SpaceX, have announced in recent days plans to go public to raise more funds in an endless race. Other long-established tech multinationals such as Google, Microsoft, Meta and Amazon have also launched financial operations in what is shaping up to be the biggest capital raising effort in the sector’s history.
A GWM acaba de apresentar ao mercado o Haval H6 2027 com motorização flex. A família do SUV eletrificado mais vendido do país agora pode rodar com gasolina ou etanol em todas as versões, tornando-se a primeira linha de veículos híbridos plug-in flex fabricada no Brasil.
O novo Haval H6 foi desenvolvido para o combustível brasileiro desde sua concepção, com uma calibração inédita liderada por engenheiros brasileiros em conjunto com especialistas da matriz chinesa. Seu preço inicial é de R$ 199.900 na nova versão de entrada HEV ONE, que retorna em definitivo à linha Haval H6.
Para receber a nova motorização flex, testada por mais de 400 mil quilômetros em condições reais de uso, o conjunto mecânico do Haval H6 passou por uma ampla evolução técnica. O projeto do motor 1.5 Turbo incorporou novas bombas de combustível de baixa e alta pressão compatíveis com etanol hidratado, bicos injetores com geometria específica para as características de atomização do combustível, além de velas de ignição desenvolvidas para as condições de combustão do etanol em Ciclo Miller.
Os componentes internos do motor também foram revisados. Sedes de válvulas, juntas, vedações e demais peças em contato com o combustível receberam materiais compatíveis com o uso prolongado de etanol. Tratamentos especiais de superfície foram aplicados em componentes internos para garantir durabilidade mesmo com utilização de E100.
Outro diferencial é a adoção de um sensor de etanol integrado ao sistema de gerenciamento eletrônico. Com auxílio de algoritmos desenvolvidos pela GWM, o veículo identifica em tempo real qualquer proporção de mistura entre gasolina e etanol e recalibra automaticamente a estratégia de funcionamento do motor, de forma imperceptível para o motorista.
Uma grande novidade do powertrain do Haval H6 Flex é a nova linha de transmissões DHT (Dedicated Hybrid Transmission), cujo diferencial é ter sida projetada para trabalhar totalmente integrada ao motor a combustão.
As versões HEV ONE, HEV2 e PHEV19 contam agora com uma nova DHT de duas marchas, que entrega mais desempenho e eficiência energética do que o modelo anterior. Já as versões PHEV35 e GT receberam uma nova DHT de quatro marchas (duas a mais que na anterior), a mesma que equipa o SUV híbrido de luxo GWM Wey 07.
A linha Haval H6 2027 agora é composta pelas versões HEV ONE, HEV2, PHEV19, PHEV35 e GT. O retorno do HEV ONE acontece agora em sua configuração definitiva, ampliando o acesso à tecnologia híbrida da marca e fortalecendo a gama de entrada da família H6.
As versões HEV ONE e HEV2 passam a utilizar uma nova bateria de 1,53 kWh, mais leve, eficiente e em nova posição, o que contribuiu para elevar a potência combinada para 248 cv (tanto no uso com etanol quanto com gasolina), um ganho de 5 cv em relação à linha anterior.
A evolução da tecnologia híbrida e da calibração dos sistemas também resultou em melhores números de desempenho em todas as configurações. As versões HEV ONE e HEV2 passam a acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, ante 7,9 segundos da linha anterior.
A versão PHEV19, por sua vez, reduziu o tempo de 7,6 segundos para 7,4 segundos, enquanto a PHEV35 cumpre a aceleração em 4,8 segundos (4,9 segundos anteriormente). Por fim, a GT atinge a marca em apenas 4,7 segundos (antes 4,8 segundos), posicionando-se entre os SUVs mais rápidos do segmento.
A linha Haval H6 2027 também avança em autonomia elétrica. A versão PHEV19 passa a oferecer até 77 km de autonomia no padrão PBEV, do Inmetro, contra 73 km do modelo anterior. Já as versões PHEV35 e GT alcançam 126 km pelo PBEV (antes 119 km) e até 180 km (170 km anteriormente) pelo ciclo WLTP.
Os ganhos de eficiência também aparecem no consumo de combustível. As versões HEV ONE e HEV2 registram agora 15,8 km/l em uso urbano com gasolina, contra 14,7 km/l da versão anterior. O PHEV19 passa a entregar 37,7 km/l na gasolina (35,0 km/l anteriormente), enquanto o PHEV35 alcança 30,7 km/l (29,3 km/l antes) em ciclo urbano, reforçando o equilíbrio entre eletrificação, desempenho e economia.
O Haval H6 HEV ONE Flex é a versão de entrada. Sua motorização híbrida combina o novo motor 1.5 Turbo Flex com um motor elétrico, gerando 248 cv de potência e 535 Nm de torque (no etanol e na gasolina). O modelo é um híbrido autocarregável, ou seja, não tem tomada de carregamento externo.
A lista de equipamentos traz sistema de condução semiautônomo (ADAS) Nível 2+, Head Up Display, comandos de voz inteligente, bancos dianteiros ventilados com ajuste elétrico, sistemas de segurança ativa, câmera 540° e carregamento sem fio de 50W. O HEV2 recebe o mesmo trem de força – a diferença entre as versões fica por conta da lista de equipamentos, que agrega itens como teto solar panorâmico elétrico, porta-malas com abertura hands-free.
O PHEV19 Flex já é um SUV híbrido plug-in, que necessita de carregamento externo. Equipado com motor 1.5 Turbo Flex e motor elétrico dianteiro, entrega 326 cv de potência e 535 Nm de torque combinados (no etanol e na gasolina), além de bateria de 19 kWh. Além da lista de itens de série do HEV2, a versão agrega rodas de 19 polegadas diamantadas, função V2L (gerador de energia) e sistema de som de 9 alto-falantes com subwoofer e amplificador.
As versões PHEV35 Flex e GT Flex trazem o novo motor 1.5 Turbo Flex associado a dois motores elétricos (um em cada eixo), alimentados por uma bateria de 35 kWh. Outra novidade técnica dessas versões é a nova transmissão DHT, que passa a contar com quatro marchas, duas a mais do que na versão anterior.
Assim, esse conjunto rende 393 cv de potência e 642 Nm de torque (no etanol e na gasolina). Há ainda tração integral variável e avançados recursos de assistência ao motorista. Entre os itens de série, as duas versões contam com câmera de reconhecimento facial com ajuste de perfil de motoristas, banco elétrico com memória e sete modos de condução.
A linha Haval H6 mantém a evolução estética apresentada na mais recente atualização do modelo, em novembro do ano passado. As versões HEV ONE, HEV2, PHEV19 e PHEV35 trazem a nova grade frontal inspirada no conceito Estética Galática, formada por 87 blocos de maior amplitude e integrada à nova assinatura luminosa.
Na traseira, a GWM optou por preservar as lanternas integradas que se tornaram uma das características mais reconhecidas do modelo no Brasil, mantendo a identidade visual aprovada pelos consumidores nacionais. A versão GT continua apostando na carroceria cupê e no perfil esportivo que a consagrou dentro da gama.
O interior recebe atenção especial para aprimorar ergonomia e experiência de uso. Conforme foi revelado na atualização da linha em novembro, o volante foi redesenhado com aro mais espesso, empunhadura aprimorada e base achatada. Os comandos físicos foram simplificados por meio de novos controles giratórios multifuncionais.
O console central também foi totalmente reformulado, com melhor distribuição dos comandos e carregador por indução de 50 W, mais potente e posicionado de forma mais acessível ao motorista.
As versões HEV ONE, HEV2 e PHEV19 trazem acabamento interno de couro ecológico na cor preta. A PHEV35 pode receber ainda acabamento dual tone, que combina tons de marfim e preto, enquanto a GT recebe interior escurecido com detalhes de camurça e elementos exclusivos na cor vermelha.
Outro destaque da linha 2027 é a plataforma digital Coffee OS 3, sistema operacional desenvolvido pela GWM apresentado na renovação da linha Haval H6 em novembro. A nova interface apresenta menus reorganizados, respostas mais rápidas e experiência de navegação inspirada nos smartphones de última geração. O sistema permite ainda a personalização de menus de acesso para se adequar à preferência de uso de cada motorista.
A central multimídia vem com tela Full HD de 14,6 polegadas, acompanhada por quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas com três modos de visualização personalizáveis. O sistema mantém conectividade com Apple CarPlay e Android Auto sem fio e oferece uma nova barra de atalhos configurável pelo usuário.
Há também atualizações remotas (OTA) e acesso remoto via aplicativo My GWM, que permite controlar funções como climatização remota, abertura e travamento das portas, localização do veículo, monitoramento do status da bateria, alertas de segurança e notificações em tempo real.
Como anunciado no lançamento do novo Haval H6 em novembro, a suspensão recebeu nova calibração, com amortecedores revisados e adoção de batentes mecânicos para melhorar a absorção de impactos em pisos irregulares. As mudanças elevam o conforto sem comprometer a estabilidade em velocidades mais altas.
O sistema de frenagem também evoluiu com a adoção de um atuador eletrônico integrado, proporcionando respostas mais progressivas, previsíveis e precisas.
As versões HEV ONE e HEV2 utilizam rodas de 18 polegadas voltadas ao conforto de rodagem, enquanto as versões PHEV19, PHEV35 e GT trazem rodas de 19 polegadas para privilegiar desempenho e estabilidade dinâmica.
A linha 2027 do Haval H6 Flex já está disponível em todas as concessionárias da marca, no site oficial da marca e no seu e-commerce a partir desta terça, 9 de junho. Os preços são de R$ 199.900 para a HEV ONE (reajuste de apenas R$ 900 apesar da nova tecnologia flex), R$ 225.000 para a HEV2, R$ 250.000 para a PHEV19, R$ 290.000 para a PHEV35 (alteração de R$ 1.000) e R$ 326.000 para a GT (manteve seu preço).
A adoção da tecnologia flex na linha Haval H6 2027 tornou o modelo uma opção ainda mais atraente no mercado brasileiro, pois diversos estados oferecem benefícios para esse segmento, como é o caso de São Paulo, onde híbridos flex de até R$ 261.154,45 recebem isenção de IPVA em 2026.
Com a chegada da família Haval H6 Flex fabricada em Iracemápolis (SP), a GWM reforça sua posição como protagonista da mobilidade sustentável no país. Ao combinar eletrificação com etanol, combustível renovável amplamente disponível no mercado brasileiro, a marca estabelece um novo padrão tecnológico para os veículos híbridos produzidos localmente.
Help for Parkinson’s patients in the Rio Grande Valley
Seek appropriate care. Dr. CJ Martínez-Menéndez, a neurologist at the University of Texas Rio Grande Valley, emphasizes that Parkinson’s treatment is a team effort. Finding a neurologist is the first step; ask for a referral to a movement disorders specialist, physical therapists and occupational therapists, and possibly a psychiatrist or psychologist for emotional support.
Join a support group. Two hospital systems — South Texas Health System and DHR Health System — hold monthly meetings. Another group meets at Siesta Retirement Village in Weslaco, Texas. Myla Garza, a Parkinson’s patient, encourages people not to be “afraid” of the diagnosis. “There are many things that can improve your quality of life,” she says.
Explore online resources. The Michael J. Fox Foundation and the Parkinson’s Foundation offer free, reliable information to help patients and families understand and cope with the disease. The Parkinson’s Foundation also operates a toll-free helpline (1-800-473-4636) available in English and Spanish.
Participate in Parkinson’s research projects. Contact brain@utrgv.edu for information about Dr. Kelsey Baker’s study at the University of Texas Rio Grande Valley. You can also email genetics@parkinson.org or call the Parkinson’s Foundation helpline (1-800-473-4636) to enroll in the foundation’s national genetic study, which offers free genetic testing to all participants.
Celebrated Left-wing economist Thomas Piketty has unveiled a mad new plan to impose a global 90% income tax and 20% wealth tax to 'save the planet'. It proves global quasi-communism was always the real goal, says Ben Pile.
Baggio, Roberto Baggio, perdeu. Mandou por cima da baliza. Mas o italiano não erra, poucas vezes falhou, por que desperdiçaria uma penalidade máxima agora? A bola deveria beijar o ângulo de Claudio Taffarel. E não beijou. O Brasil virou o primeiro tetracampeão, em 1994.
A câmera enquadra o camisa 10 da Azzurra. Está com a mão na cintura, olha para a marca da cal, expressão incrédula. Começa o doc “Tetra: Acreditar de Novo” (Netflix), dirigido por Luis Ara: a desacreditada seleção de Carlos Alberto Parreira conquistou a Copa após 24 anos.
Na TV Globo, Galvão Bueno se esganiça. “Acabou, acabou! É tetra, é tetra, é tetra”, grita o narrador, abraçado ao Rei Pelé. Mas essa cena, que pena!, não está no filme. De toda forma, inicia-se a festa no Rose Bowl, em Pasadena, Los Angeles, nos EUA, com 94.194 pessoas.
Não importa se foi a primeira final de Copa do Mundo a ficar no 0 a 0. Nem se foi a primeira decidida nos pênaltis. Mário Lobo Zagallo, coordenador técnico, sagrou-se em 17 de julho de 94 o único a participar de quatro títulos mundiais — era jogador em 58 e 62, técnico em 70.
Corta. É 24 de junho de 1990, Brasil e Argentina, oitavas de final da Copa. O Delle Alpi, em Turim, na Itália, viu o lesionado Diego Armando Maradona ajeitar a bola no centro e, como numa tacada de sinuca, enfiar um passe mágico para Caniggia, que saiu na cara de Taffarel.
El Pájaro eliminou a Seleção. E Maradona quase fez o segundo gol argentino em cobrança de falta espalmada por Taffarel. O técnico Sebastião Lazaroni, no entanto, achou que sua equipe jogara melhor. “Criamos mais”, lamentou ao “O Globo”, em 2023, ainda triste pelo placar.
E os culpados?
“Ao final, com a eliminação da Copa, vem a necessidade de apontar o culpado, o responsável ou os responsáveis. Acredito que um dos fatores do insucesso tenha recaído sobre mim”, desabafa, lembrando ter feito parte da transição do futebol arte para o pragmatismo de 94.
Do fracasso à glória — conforme mostra “Acreditar de Novo” —, a jornada foi incerta. A Seleção ia mal nas Eliminatórias. De cara, empatou sem gols com o Equador, sofrendo em seguida uma derrota inédita para a Bolívia, em La Paz, na qual Taffarel cometeu uma falha.
Parreira, agora o técnico, estava ameaçado. Cobravam-lhe Romário, mas o Baixinho não era fácil. Nem seus antecedentes o ajudavam, já que, em 1985, de acordo com Zagallo, o atacante urinou em direção a turistas barulhentos e fez gestos obscenos a prostitutas de Copacabana.
“Em relação a essa colocação, eu espero que não tenha saído dele, pois seria mentiroso. Nunca fiz isso”, rebateu o artilheiro, que brilhara no PSV e era a estrela no Barcelona. “Uma coisa que o meu pai sempre me ensinou foi ter respeito com as pessoas, independente da idade.”
Aquele 19 de setembro de 93 foi decisivo. A Bolívia havia se classificado para o Mundial, obrigando Brasil e Uruguai a disputarem a última vaga. Parreira chegou pressionado ao confronto. Cedeu à pressão popular: Romário convocado. Formaria o ataque com Bebeto.
“Acreditar de Novo” revive jogo decisivo no Maraca
Romário dribla goleiro uruguaio nas Eliminatórias, em 1993 – Foto: Youtube/ Reprodução
No filme “Tetra: Acreditar de Novo”, o Baixinho conta que tinha dois (ou três) objetivos naquele jogo. Um deles, claro, era dar uma caneta num zagueiro celeste, enquanto as outras promessas envolviam sua habilidade maior, o gol. Os tentos saíram no segundo tempo.
Adeus maracanazo, adeus trauma de 50: Romário abriu o placar. Subiu lá em cima e, então, botou a testa na bola. Doze minutos depois, o atacante recebeu em profundidade, com um latifúndio a ser explorado à sua frente. Corria. A torcida observava o ídolo da forma como mais gostava: livre, sem ninguém para marcá-lo, tendo a bola nos pés e o gol diante de si.
Ciente de seu papel, o goleiro Siboldi tentou esticar o cotovelo. Não parou o camisa 11, que aplicou-lhe um debochado drible de corpo e, como um felino, pôs a caça adiante. Aí ficou fácil: Romário levou a redonda aonde gostava. Cem mil pessoas explodiram no Maraca.
Até o dia 20 de junho de 94, quando o Brasil enfrentou a Rússia, Parreira pensou no time ideal para a estreia nos Estados Unidos. Mas, claro, ele não podia barrar o craque de seus titulares. Ao escalá-lo, o placar acabou 2 a 0 para a Canarinha — com um gol de Romário.
Dunga converte cobrança de pênalti na decisão da Copa de 94 – Foto: Netflix/ Divulgação
Campanha
Passada a ansiedade da estreia, a Seleção garantiu a vaga para a próxima fase ao vencer Camarões. Romário marcou no primeiro tempo. Já o terceiro tento nasceu de uma jogada na qual ele driblou o goleiro, mas errou o chute. Bem-posicionado, Bebeto empurrou a pelota.
Em Detroit, pela terceira rodada da fase de grupos, a Seleção Brasileira fez uma partida fraca. Ficou no empate com a Suécia por 1 a 1, mesma equipe que iria enfrentar na semifinal. Inclusive, os brasileiros saíram atrás, mas Romário igualou o marcador no segundo tempo.
Nas oitavas de final, não foi simples superar os donos da casa. O gol só saiu aos 28 minutos da etapa final, quando Bebeto assegurou a classificação às quartas. Depois dessa partida, o Brasil ainda suou para vencer a Holanda — Branco acertou um forte chute de fora da área.
Em meio à muralha sueca, o pequeno Romário (1,68 m) cabeceou após cruzamento de Jorginho. O atacante perderia outra chance, chutando à direita do arqueiro escandinavo. A Seleção, enfim, chegou à final. E você já sabe: Baggio, Roberto Baggio, perdeu aquele pênalti.
Jogadores fazem festa no Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, com 94.194 pessoas – Foto: Netflix/ Divulgação
OpenAI files for IPO. Credit: Focal Foto / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0
OpenAI confirmed Monday it has confidentially filed an IPO with U.S. regulators, joining rival Anthropic as the AI sector moves toward public markets. No timeline, share count, or pricing was announced.
The company said the move preserves the option for an earlier listing, while some decisions are easier to handle as a private firm.
Reuters reported OpenAI is targeting a valuation near $1 trillion for a debut possible as early as September. Anthropic filed for a U.S. IPO on June 1 after a $65 billion funding round valued it at $965 billion.
SpaceX is also pursuing a $75 billion offering at a $1.75 trillion valuation. Analysts say the simultaneous push by three major AI companies toward public markets is the most significant development of its kind for technology investors in a decade.
In March, OpenAI raised $122 billion from SoftBank, Amazon, and Nvidia at a valuation of $840 billion to $852 billion. ChatGPT had exceeded 900 million weekly active users and 50 million paying subscribers.
Monthly revenue stood at $2 billion, up from roughly $1 billion per quarter at the end of 2024, growing nearly four times faster than Alphabet and Meta at comparable stages. Internal projections put the company’s break-even point no earlier than 2030.
Beyond ChatGPT, OpenAI launched tools for government, healthcare, and finance, a web browser, consumer hardware plans, and an AI coding agent. It added a lower-cost $8 subscription tier and advertising as new revenue sources.
The Information reported in April that OpenAI projects 122 million subscribers this year and expects advertising to lead revenue by 2030.
A renegotiated Microsoft deal, covering $13 billion in investment since 2019, enabled growth at Azure and opened new agreements with Amazon and Alphabet.
OpenAI files its IPO amid legal battles and market pressure
Gil Luria of D.A. Davidson warned that large AI listings and Google’s recent secondary share sales could reduce the capital available for smaller offerings.
Michael Ashley Schulman of Cerity Partners said OpenAI appeared to be keeping its options flexible while Anthropic moved ahead in the IPO filing process. Prediction markets had expected OpenAI to file first.
OpenAI began as a nonprofit in 2015 and later added a for-profit arm under nonprofit oversight, a structure that drew attention when CEO Sam Altman was ousted by its board and reinstated within days in late 2023.
The company announced plans to convert to a public benefit corporation in December 2024. Early backer Musk filed a lawsuit alleging Altman and others redirected the organization from its founding mission for personal benefit.
A jury ruled against Musk in May, removing what analysts described as a significant legal obstacle ahead of the OpenAI IPO filing. His attorneys plan to appeal. Separate lawsuits link ChatGPT to shootings and suicides, and public skepticism toward AI persists.
The ruins of Delphi—once believed to be the centre of the world—where Ancient Greeks sought divine answers to life’s mysteries. Credit: Berthold Werner, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons.
The very air we breathe here in Greece, the same air that ancient philosophers inhaled, often seems to carry ideas that still intrigue modern minds. And among them, few are as stubbornly persistent and as profoundly unsettling as that ancient riddle that became known by Epicurus.
The question that has endured throughout millennia, posing a challenge to both theologians and laypeople, is referred to as the Epicurean paradox, more commonly recognized as the Problem of Evil. It asks, plainly and simply, how a truly good, all-powerful God can exist alongside a world so utterly overflowing with suffering.
This conundrum has sparked numerous theological and philosophical debates, challenging us to confront its deeply significant implications.
Epicurus was a Greek philosopher, born in 341 BC on the island of Samos in an Athenian family. Credit: Richard Mortel, Wikimedia Commons, CC-BY-2.0
The Epicurean paradox is a challenge to the divine
Now, while we often attribute this to Epicurus, the exact words we use—”Either God wants to abolish evil and cannot; or he can and does not want to. Or he wants to and can, and he is good. So, where does evil come from?” These were put down much later by a Christian man named Lactantius.
He was only trying to sum up what he understood of Epicurean thought. But you can bet your last drachma that the core of the problem, that uneasy tension between divine attributes and human experience, absolutely resonated within the Lyceum and the Academy of Athens, two of the most famous philosophical schools of Ancient Greece. Just imagine, if you will, those heated debates under the Athenian sun, where bright young minds wrestled with the implications of a whole pantheon of powerful, often quite moody, gods and the undeniable reality of plague, famine, and all-out war. This was truly a fascinating time to be alive.
How, then, could you possibly square the benevolent side of gods like Zeus, the protector of justice, with the glaring injustices you saw all around you? The Epicurean paradox, therefore, wasn’t just a logic puzzle; it was a full-blown existential crisis, a question that cut right to the very core of how Ancient Greeks understood the universe and their tiny place within it.
Wrestling with the Epicurean paradox from Ancient Greece to modern thought
Fast forward a few centuries, and this problem intensified with the arrival of monotheistic religions, especially Christianity, which, of course, posits a single, all-loving, all-powerful God. This really made the intellectual and emotional burden of The Epicurean paradox even bigger. If God truly is omnipotent, capable of absolutely anything, and omnibenevolent, desiring nothing but good, then why do we still witness such unspeakable horrors around the globe? Why the gut-wrenching agony of a child, the sheer devastation of a natural disaster, the creeping, insidious grip of disease, the unfathomable destruction of war?
Think about the Lisbon earthquake of 1755, a cataclysm that shook Enlightenment Europe to its core, inspiring Voltaire to write his biting satire Candide, which skewered the overly optimistic philosophies of the day. That earthquake, a seemingly random act of immense suffering, became a crucial symbol of the problem of evil, forcing thinkers around Europe to stare down the uncomfortable truth that even in an age of supposed reason, the existence of suffering remained a massive issue for anyone who believed in a good and powerful God. The entire debate, in essence, shifted from the sometimes whimsical nature of many gods to the unsettling feeling of indifference or impotence from just one.
Christianity often comes under attack by atheists, who use the argument of the Epicurean paradox. The Last Supper by Leonardo da Vinci (1495-1498). Credit: Unknown photographer via Wikimedia Commons. Public Domain
Why the problem of evil still resonates
Even today, in our supposedly secular age, the Epicurean paradox continues to provoke debates worldwide. While most people might not frame it in theological terms, that fundamental question just won’t leave humanity alone: why is there so much suffering in the world? We see it every day in the news, in the quiet struggles of individuals, and in the grand, sweeping stories of human history across civilizations.
The “New Atheists” of our time often brandish the problem of evil like a sword against religious belief, arguing that the mere existence of suffering is an insurmountable logical contradiction for any benevolent, omnipotent God. And yet, religious thinkers, from ancient Church Fathers like Augustine right up to modern theologians, have offered a dazzling array of “theodicies”—attempts to make sense of God’s attributes in light of evil. Some argue that suffering is simply the unfortunate consequence of free will, a necessary price for genuine moral agency.
Others suggest it serves some greater, grander, perhaps utterly inscrutable, divine plan, maybe to foster compassion or spiritual growth. Still, others just admit that our tiny human brains can’t grasp the full scope of divine purpose. The true genius of these arguments, however, isn’t that they definitively solve the paradox, but rather that they wrestle with it, reflecting humanity’s endless, sometimes heartbreaking, efforts to find meaning in a world that often seems utterly devoid of it.
Ultimately, the Epicurean paradox, whether debated by Ancient Greeks who argued about their gods or by modern minds contemplating a singular deity, remains relevant today. It’s a question that forces us to squarely face the uncomfortable realities of existence, to grapple with the limits of our understanding, and constantly re-think our place in a world that is both beautiful and, at times, heartbreakingly cruel.
So, the next time you are wandering through some ancient ruins in Greece or elsewhere, or even just scrolling through the daily headlines of current affairs, take a moment to consider the power of Epicurus’ ancient challenge. It’s a question that, far from offering easy answers, invites us all into a profound and, quite frankly, ongoing conversation about faith, reason, and that beautiful, bewildering mystery we call life, suffering, and God.