Normal view

Takeaways from the G7: Trump's new attitude toward allies buoyed by their praise for Iran deal

President Donald Trump is not known to be a fan of international gatherings of world leaders, but he changed his tune at this year's G7 summit at a French Alpine resort, where he was buoyed by support from his counterparts for his tentative agreement with Iran to end the war.

WATCH: Trump tours Palace of Versailles before dinner with France's Macron

On Wednesday night, the French president threw open Louis XIV's palace to his U.S. counterpart for a private reception, show and dinner marking America's 250th birthday.

Zelenskyy says G7 leaders pledge more vital help for Ukraine against Russia

Leaders attending the Group of Seven summit in France promised to strengthen Ukraine's air defenses and ensure its energy supply, as well as step up international economic pressure on Moscow.

Trump says oil reserves would run out in 4 weeks without Iran deal, risking ‘bedlam’

17 June 2026 at 18:49
President Trump said Wednesday that oil reserves could have run out in four weeks if the Strait of Hormuz were not opened. “We run out of reserves at about four weeks,” Trump said in France while at the Group of Seven summit, discussing the recent memorandum of understanding with Iran. “You know, there are reserves…

Trump says oil reserves would run out in 4 weeks without Iran deal, risking ‘bedlam’

17 June 2026 at 18:49
President Trump said Wednesday that oil reserves could have run out in four weeks if the Strait of Hormuz were not opened. “We run out of reserves at about four weeks,” Trump said in France while at the Group of Seven summit, discussing the recent memorandum of understanding with Iran. “You know, there are reserves…

Sobre cimeiras NATO, atrasos no SAFE e (algumas) desilusões

By: A A
17 June 2026 at 17:05

A cimeira que se realizou na Suécia não clarificou a posição dos EUA quanto à NATO, depois de Trump anunciar o envio de 5.000 tropas para a Polónia. Os grandes temas estarão guardados para o verão.

Ana MARCELA

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Quem tinha expectativa sobre alguma clarificação da posição dos EUA quanto à NATO, não foi com a cimeira que se realizou esta semana na Suécia — a primeira em solo do mais recente membro da Aliança Atlântica — que ficou esclarecido. Tirando o anúncio de que Zelensky iria participar na cimeira de Ancara, em julho, pouco ou nada de muito relevante emergiu da reunião de ministros dos negócios estrangeiros da Aliança.

A fazer fé nas palavras de Marco Rubio, os grandes temas estarão guardados para o verão. Será na Turquia — “uma das mais importantes cimeiras de líderes da história da NATO”, segundo Rubio — que os líderes terão de responder ao “desapontamento” de Trump com a resposta da Aliança “às operações [dos EUA] no Médio Oriente”.

Coincidência, mas muito provavelmente não, na mesma semana do encontro de Helsingborg, através da rede Truth Social, Trump anunciou o envio de 5.000 tropas americanas para a Polónia. Enquanto na Alemanha, sabe-se, está prevista a saída de mais de 5.000 militares. Rubio justifica essas decisões como movimentos regulares de tropas. “Não é uma punição”, assegurou.

Mark Rutte reagiu: “Congratulo-me com o anúncio (…). Mas sejamos claros: o caminho que seguimos é o de uma Europa mais forte e de uma NATO mais forte, garantindo que, com o tempo, passo a passo, dependamos menos de um único aliado, como temos feito há tanto tempo, que são os Estados Unidos”, afirmou o secretário o secretário-geral da Aliança Atlântica.

será em Ancara a altura de “mostrar que estamos a fazer progressos reais, que estamos a cumprir os nossos compromissos, o que significa produzir mais, reforçar as nossas cadeias de abastecimento e stocks, produzir mais rapidamente e garantir que as nossas forças armadas têm tudo o que precisam para dissuadir e defender-se”, referia Rutte, antes do arranque da cimeira.

Ora sobre essa capacidade de auto-defesa há quem tenha dúvidas. A começar por Kaja Kallas. “Não vimos a indústria crescer como esperávamos”, disse Kallas aos jornalistas após uma reunião de ministros da Defesa da União, em Bruxelas. “Os países têm muito financiamento disponível, mas a indústria de defesa não está a aumentar a produção. Precisamos de descobrir qual é o problema.”

Guillaume Faury assemelha a situação do dilema do “ovo ou a galinha”. “De um lado, há a expectativa por parte dos governos de que a indústria faça mais; de outro, a expectativa da indústria de obter clareza quanto à necessidade de contratos e de garantir que os investimentos estejam a ser direcionados para o caminho certo. Levou algum tempo até que as coisas começassem a avançar. Creio ser exatamente isso o que observamos hoje”, reagiu o CEO da Airbus ao ECO/eRadar, à margem da primeira cimeira de defesa da empresa em Manching, na Alemanha. “A transição de um cenário de paz para uma era de conflitos — e para cenários de conflito — exige algum tempo por parte da indústria. Estamos a organizar-nos; por isso, estou confiante de que alcançaremos uma situação mais favorável e de que continuaremos a progredir“, defende.

Dois pontos para reflexão. Os países da UE adquirem de empresas europeias menos de 10% do que os EUA compram a empresas americanas. Dos 19 países que recorreram ao SAFE, apenas dois — Polónia e Lituânia — já assinaram contratos.

Em Portugal, “em maio não será”, disse o ministro da Defesa, Nuno Melo. Data concreta para ser feito também não é conhecida, mas já foi aprovado em conselho de ministros a estrutura de missão responsável pela gestão do SAFE e uma comissão independente para acompanhar a aplicação dos 5,8 mil milhões de euros de investimentoAguardemos pela chegada do investimento à indústria.

Publicado originalmente por  sapo.pt

Kazan e a consolidação da parceria Rússia-ASEAN em um mundo multipolar

By: A A
17 June 2026 at 16:05

Moscou segue avançando a integração estratégica com nações asiáticas – o Ocidente reage com desinformação.

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A realização da cúpula comemorativa dos 35 anos de diálogo entre a Rússia e a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), sediada em Kazan, representa mais um passo significativo no aprofundamento das relações entre Moscou e uma das regiões mais dinâmicas do sistema internacional contemporâneo. O encontro, que reúne representantes dos países-membros da organização, reforçou a crescente relevância da cooperação Rússia-ASEAN em um contexto marcado pela transição para uma ordem mundial multipolar e pelo enfraquecimento gradual dos mecanismos de hegemonia unipolar construídos pelo Ocidente após o fim da Guerra Fria.

Nos últimos anos, Kazan consolidou-se como um dos principais centros diplomáticos da Federação Russa. Após sediar importantes fóruns internacionais, incluindo encontros relacionados ao BRICS, a capital do Tartaristão tornou-se um símbolo da capacidade russa de descentralizar suas iniciativas diplomáticas e demonstrar ao mundo a diversidade política, econômica e cultural de seu território. A escolha da cidade para receber mais um evento internacional de grande porte reforça essa estratégia de projeção internacional.

A presença de líderes e representantes de alto nível dos países da ASEAN demonstrou que, apesar das tentativas ocidentais de isolar Moscou no cenário internacional, a Rússia continua ampliando suas relações com parceiros estratégicos em diferentes regiões do globo. Particular atenção foi dada ao interesse de vários governos do Sudeste Asiático em aprofundar o diálogo bilateral com o Kremlin, refletindo uma percepção crescente de que a cooperação com a Rússia oferece oportunidades importantes em áreas como energia, segurança alimentar, tecnologia, infraestrutura e defesa.

Entretanto, como tem ocorrido em praticamente todos os grandes eventos internacionais realizados pela Rússia desde 2022, a cúpula foi acompanhada por uma intensa disputa narrativa. Diversos meios de comunicação ocidentais buscaram enquadrar o encontro dentro de uma lógica de suposto isolamento diplomático russo, frequentemente enfatizando aspectos secundários do evento em detrimento de seus resultados políticos concretos. Trata-se de uma abordagem que já foi observada em fóruns econômicos, cúpulas multilaterais e reuniões de alto nível organizadas por Moscou nos últimos anos.

Da mesma forma, determinados veículos de comunicação do Sudeste Asiático reproduziram avaliações alinhadas à narrativa predominante no espaço informacional anglo-saxão. Essa convergência não deve ser analisada apenas como coincidência editorial, mas como parte de um fenômeno mais amplo de influência informacional. Em um cenário de crescente competição geopolítica, a batalha pelas percepções tornou-se tão importante quanto as negociações diplomáticas propriamente ditas.

Outro elemento relevante foi a intensificação de atividades de grupos oposicionistas e estruturas políticas hostis ao governo russo durante o período do evento. Paralelamente, registraram-se denúncias sobre ações de grupos cibernéticos ligados à Ucrânia, supostamente direcionadas contra recursos informacionais associados à organização da cúpula. Independentemente do impacto prático dessas iniciativas, sua ocorrência evidencia como os grandes eventos internacionais passaram a constituir alvos estratégicos dentro da chamada guerra híbrida contemporânea.

Infelizmente, a guerra informacional está escalando de forma acelerada. Sem meios políticos, econômicos e diplomáticos para neutralizar o força da integração russo-asiática, o Ocidente aposta no uso da guerra informacional como uma forma de diminuir o potencial de cooperação entre seus países rivais. Alguns veículos de mídia nos próprios países emergentes acabam aderindo a muitas das narrativas anti-multipolares espalhadas pelo Ocidente, ajudando a criar uma atmosfera de tensão e confronto de narrativas.

Mais do que um simples encontro diplomático, a cúpula Rússia-ASEAN em Kazan simboliza uma transformação estrutural das relações internacionais. À medida que novos polos de poder emergem e ampliam sua cooperação, cresce também a resistência daqueles que buscam preservar mecanismos tradicionais de influência global.

Nesse sentido, as disputas narrativas observadas em torno do evento são uma consequência direta e inevitável de sua relevância geopolítica ampla. Apesar dos constantes esforços de forças sabotadores para desestabilizar os laços profundos entre Moscou e o mundo asiático, o atual processo de aproximação parece já impossível de ser travado.

WATCH: Trump holds news conference as G7 summit in France wraps up

Leaders at the Group of Seven summit on Wednesday threw their support behind U.S. President Donald Trump's tentative agreement with Iran to open the Strait of Hormuz and further extend a shaky ceasefire — even though he's offered scant specificity about how that would be implemented.

Nuno Pimentel: “Comece com o problema, não com a tecnologia”

17 June 2026 at 14:25
Nuno Pimentel

Nuno Pimentel, sales manager Europe da Automaise, empresa portuguesa especializada no desenvolvimento de AI Agents para Customer Service, deixou claro esta quarta-feira, 17, qual deve ser o primeiro passo num processo de automatização: “Entenda o problema que tem em mãos e tente perceber se é possível automatizar ou não”. 

Ao intervir no painel AI in Customer Service: What’s Happening Now and What’s Next, onde se expressou em inglês, na conferência CX Summit 2026, Nuno Pimentel deixou conselhos úteis e práticos às empresas: “Comece com o problema, não com a tecnologia” e “não escolha entre automatizar e humanizar. Defina o que é melhor para o seu caso”. A reputação, por exemplo. Faz sentido ter num sistema de self-service ou ter o Copilot a ajudar!?

O terceiro aspeto apontado como de capital importância pelo responsável da Automaise respeita aos dados, que é de onde vem a consistência de que o decisor precisa para tomar a decisão. “Com bons dados, tem 80% de probabilidades de fazer uma boa implementação do seu sistema de IA”, afirmou, explicando que sem números não se quantifica, não se mede. Por exemplo, o ROI (ou Return on Investment, Retorno Sobre o Investimento) se continuar invisível, quem quererá investir? 

O sales manager Europe da Automais esclareceu também que “projetos de AI (inteligência artificial do original em inglês artificial intelligence não são projetos de TI (tecnologias de informação”, também são mais do que projetos de negócio, são projetos de toda a organização, envolvendo pessoas de diferentes áreas. “É importante ter toda a organização envolvida”, salientou.

Nuno Pimentel começou por revelar os resultados de um estudo feito aos clientes da empresa, que identifica três problemas: Estrutura – como garantir a consistência da operação através de múltiplos canais; estratégico – como evoluir da eficiência para a cultura da experiência, considerando a mudança demográfica em termos do perfil do cliente; e tecnológico – como e pode evoluir e escalar.

Explicou depois o processo de integração da IA nas operações de negócio das empresas – quando faz sentido e em que cenários. Entre outros números revelou que 33% das empresas, a maior parte, implementam chatbots de IA com o email, que agentes de IA ajudam a otimizar a produtividade, mas que desse ponto de vista, é preciso manter o ser humano no processo e automatizar as tarefas rotineiras. Os seres humanos trazem muito à mesa – empatia, sentido crítico, criatividade, – competências, que juntos são fundamentais para o coração do negócio.

“As empresas devem equilibrar a IA e as interação humana”, salientou a propósito, referindo que pensar automatizar todo o negócio não faz sentido. “Tem que saber o que quer implementar, que seja fundamental para o seu negócio e a partir dai perceber o que funciona melhor para o seu caso”. Do nosso ponto de vista, salientou: “A IA para o que é repetitivo, rotineiro, automatizável”.

Salientando que o que se pretende automatizar depende do risco que se está disposto a tomar, Nuno Pimentel : “O estudo permite concluir que as empresas em Portugal e Espanha movimentam-se na direção certa, mas lentamente, e isso é importante. Quando falamos de velocidade, a grande diferença ente quem lidera e quem segue está no tempo que vai levar a implementar e a a testar essas ferramentas que permitirão a implementação em grande escala. Esse é o ponto. Não a tecnologia, mas o tempo que tem para implementá-la”.

A Automaise tem escritórios em Portugal e Espanha e presença em diversos países, sendo um dos principais players na aplicação de Agentes de IA à gestão da relação com o cliente. A empresa distingue-se pelo seu contributo para a transformação do setor através de modelos operacionais mais eficientes e orientados para o valor. 

O Jornal Económico e a Forbes Portugal são media partners da CX Summit conferência, que dias 16, 17 e 18 de junho, junta líderes empresariais, especialistas internacionais, decisores e profissionais das áreas de Customer Experience, tecnologia, marketing, operações e transformação digital, na Nova SBE, em Carcavelos.

ISW: Zelenskyy keeps offering to meet Putin, the Kremlin keeps refusing

17 June 2026 at 11:54

zelenskyy g7

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy offered to meet Russian President Vladimir Putin on the sidelines of the G7 summit in Évian-les-Bains, France, but Russia did not provide a clear response, Zelenskyy told journalists on 15 June, as reported by Reuters. US President Donald Trump, who met Zelenskyy at the summit on 16 June, stated that Russia "should make a deal" with Ukraine to end the war, the Institute for the Study of War (ISW) reported on 16 June.

The offer was the latest in a series of Ukrainian proposals for high-level talks that the Kremlin has rejected or ignored. Putin had dismissed Zelenskyy's 4 June open letter proposing a bilateral leader-level meeting, and Russia's non-response to the G7 offer extended that pattern into a multilateral setting backed by both the United States and Europe, ISW reported.

G7 as a proposed venue

Speaking at the Kyiv-Pechersk Lavra, damaged in Russia's overnight attack, Zelenskyy said the United States had agreed to invite Putin to the summit. "We sent a message about readiness to meet with Putin during the G7 summit, because Trump and Macron are there, so Europeans plus America. This is a good, I think a very good, opportunity to meet all together," he said. Ukraine transmitted the invitation through US and French channels and directly to Russian counterparts, a Ukrainian official told Reuters, but received no clear answer. The Élysée Palace did not respond to a request for comment.

"Europe and the United States reached agreement, and Russia once again demonstrated that they are not ready to talk," Zelenskyy said.

US as an alternative venue

Zelenskyy said on 15 June that he and Trump had discussed on 14 June the possibility of holding peace negotiations in the United States in a format designed to be more difficult for Putin to refuse, ISW reported. On 16 June, Zelenskyy said he wants talks with Putin held in a neutral country before the start of winter 2026–2027, naming the United States as a possible venue.

Kremlin disputes the account

Kremlin Presidential Aide Yuriy Ushakov claimed on 16 June that Russia had not received any offers to organize a Putin–Zelenskyy meeting in the United States, and said the possibility was not discussed during Putin and Trump's 14 June phone call, ISW reported. Kremlin Spokesperson Dmitry Peskov separately claimed that Zelenskyy had not invited Putin to meet on the G7 sidelines.

Ukraine has repeatedly offered to arrange high-level peace negotiations with Russian officials, including Zelenskyy's 4 June open letter to Putin proposing a head-of-state meeting, which Putin subsequently rejected, ISW reported.

Kazan and the consolidation of the Russia-ASEAN partnership in a multipolar world

By: A A
17 June 2026 at 11:09

Moscow continues advancing strategic integration with Asian nations – the West reacts with disinformation.

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The commemorative summit marking 35 years of dialogue between Russia and the Association of Southeast Asian Nations (ASEAN), hosted in Kazan, represents another significant step in the deepening of relations between Moscow and one of the most dynamic regions of the contemporary international system. The gathering, which brought together representatives of ASEAN member states, highlights the growing importance of Russia-ASEAN cooperation amid the ongoing transition toward a multipolar world order and the gradual weakening of the mechanisms of unipolar hegemony established by the West after the Cold War.

In recent years, Kazan has established itself as one of the Russian Federation’s leading diplomatic centers. After hosting major international forums, including events related to BRICS, the capital of Tatarstan has become a symbol of Russia’s ability to decentralize its diplomatic initiatives and showcase the political, economic, and cultural diversity of its territory. The decision to host yet another high-profile international event in the city reinforces this strategy of international projection.

The presence of senior leaders and representatives from ASEAN countries demonstrated that, despite Western efforts to isolate Moscow on the international stage, Russia continues to expand its relations with strategic partners across different regions of the world. Particular attention was drawn to the interest shown by several Southeast Asian governments in deepening bilateral dialogue with the Kremlin, reflecting a growing perception that cooperation with Russia offers important opportunities in areas such as energy, food security, technology, infrastructure, and defense.

However, as has been the case with virtually every major international event hosted by Russia since 2022, the summit was accompanied by an intense battle of narratives. Various Western media outlets sought to frame the gathering within the context of Russia’s alleged diplomatic isolation, often emphasizing secondary aspects of the event while downplaying its concrete political outcomes. This approach has already been observed in economic forums, multilateral summits, and high-level meetings organized by Moscow in recent years.

Likewise, certain Southeast Asian media organizations echoed assessments aligned with the dominant Anglo-American information narrative. This convergence should not be viewed merely as an editorial coincidence, but rather as part of a broader phenomenon of informational influence. In an era of intensifying geopolitical competition, the struggle to shape perceptions has become nearly as important as diplomacy itself.

Another relevant aspect is the increased activity of opposition groups and political structures hostile to the Russian government during the period surrounding the event. At the same time, reports emerged concerning the actions of cyber groups linked to the Kiev regime targeting information resources associated with the organization of the summit. Regardless of the practical impact of such initiatives, their occurrence illustrates how major international events have increasingly become strategic targets within the framework of contemporary hybrid warfare.

Unfortunately, the information war is escalating rapidly. Lacking the political, economic, and diplomatic means to neutralize the strength of Russian-Asian integration, the West is resorting to information warfare as a way to diminish the potential for cooperation between its rival countries. Some media outlets in emerging countries themselves end up adhering to many of the anti-multipolar narratives spread by the West, helping to create an atmosphere of tension and conflicting narratives.

More than a simple diplomatic gathering, the Russia-ASEAN summit in Kazan symbolizes a broader structural transformation of international relations. As new centers of power emerge and expand their cooperation, resistance from those seeking to preserve traditional mechanisms of global influence also intensifies.

In this sense, the narrative disputes observed around the event are a direct and inevitable consequence of its broad geopolitical relevance. Despite the constant efforts of sabotaging forces to destabilize the deep ties between Moscow and the Asian world, the current process of rapprochement seems impossible to stop.

Questions linger over U.S.-Iran deal as details remain murky

Meeting leaders of the top industrial nations at the G7 summit in the French Alps, President Trump again extolled the framework deal the U.S. struck with Iran to start nuclear negotiations and end the war. But the prevailing question remains: What is actually in that deal? Days after it was announced, no text has been released publicly. White House correspondent Liz Landers reports.

Carney caught on hot mic pitching Chinese EV import deal to Trump at G7

16 June 2026 at 19:30
The deal with China has raised concern within the Trump administration, with Trump himself threatening new tariffs and saying he won't allow Canada to become a 'drop-off port.'

Carney caught on hot mic pitching Chinese EV import deal to Trump at G7

16 June 2026 at 19:30
The deal with China has raised concern within the Trump administration, with Trump himself threatening new tariffs and saying he won't allow Canada to become a 'drop-off port.'

WATCH: Trump says he 'wouldn't mind' sending Iran deal memo to Congress

16 June 2026 at 17:13
The president voiced his openness to making the move at the start of a meeting with United Arab Emirates President Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan on the sidelines of the G7 summit in the French Alps.

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