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«Maior feira vegan e sustentável» do país marcada para Loulé em Setembro

11 June 2026 at 16:14

A «maior feira vegan e sustentável do país», que celebra a sua 7.ª edição em Loulé, entre 18 e 20 de Setembro, já abriu candidaturas para expositores, comerciantes e projetos sociais e ideias ecológicas inovadoras.

A FAVA – Feira do Ambiente e Vegan do Algarve, organizada pela BENFAZER – Associação para o Bem-Estar Social, Ambiental e Animal, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, também está a receber propostas de atividades e espetáculos para o programa oficial.

Segundo a organização, a FAVA assume-se atualmente como uma das maiores feiras ao ar livre e gratuitas da Europa dedicadas à promoção de práticas de sustentabilidade e do veganismo.

Para a edição de 2026, o grande objetivo da FAVA é «melhorar a experiência das marcas e projetos participantes, dos visitantes, parceiros e colaboradores».

Uma das principais novidades deste ano é a criação de «um recinto exclusivo» no Parque Municipal, desenhado para «estreitar a ligação com as áreas verdes e cultivar um profundo sentimento de pertença e proximidade com a natureza».

A nova edição vai reforçar a experiência gastronómica com vários momentos de degustação de produtos e petiscos, assim como dezenas de opções de alimentação no recinto.

Vai ainda incluir iniciativas novas, como por exemplo o encontro nacional de fornos solares, o mercado de hortícolas biológico, provas radicais, e uma zona de reparações e transformações permanente, que irão compor um programa intergeracional com mais de 100 atividades e espetáculos gratuitos.

A distinção de “Expositor do Ano” mantém-se nesta 7.ª edição, mas chega com um incentivo extra: um prémio monetário no valor de 500 euros para o projeto vencedor.

Segundo a organização, na FAVA 2025 participaram 140 expositores e comerciantes de 20 setores de atividade diferentes, tendo sido servidas 4.125 refeições inteiramente de base vegetal.

O programa contou com 46 entidades envolvidas e 137 atividades e espetáculos totalmente gratuitos, foram distribuídos 730 cheques ao público para consumo na feira e foram oferecidos 1844 produtos de marcas parceiras.

Na última edição, 228 pessoas deram uma nova vida a 1.495 peças de vestuário, calçado ou livros usados, retirando de circulação 210 kg de artigos e poupando recursos ao planeta.

Os empreendedores, artesãos, produtores, marcas e associações que promovam um estilo de vida ecológico, consciente e compassivo devem apresentar a sua proposta de participação através do site oficial.

Estão também abertas as inscrições para oficinas, palestras, aulas de bem-estar, nutrição, espetáculos de música, dança e teatro de rua que se alinhem com os valores do certame.

As vagas para expositores são limitadas, sendo as candidaturas analisadas por critérios de sustentabilidade, relevância e criatividade.

Para as atividades e espetáculos, a originalidade e o impacto na promoção de um estilo de vida sustentável e vegano serão os fatores decisivos de seleção.

As condições de participação e os respetivos formulários estão disponíveis no site.

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Afinal, o que é o interesse da sociedade?

11 June 2026 at 00:08

Entre os conceitos técnicos que povoam o direito societário, poucos são simultaneamente tão centrais e tão difíceis de definir como o interesse da sociedade.

O interesse da sociedade é, desde logo, um dos critérios de aferição do cumprimento dos deveres dos gerentes e administradores. A lei exige-lhes que atuem no interesse da sociedade, e não em benefício próprio ou de terceiros. Mas o que significa, na prática, esse interesse?

Durante muito tempo, a resposta parecia simples: o interesse da sociedade correspondia ao interesse dos seus sócios ou acionistas e o interesse destes era tradicionalmente associado à maximização do retorno financeiro. Contudo, a crescente complexidade social, económica e do próprio tecido empresarial revelou uma realidade muito menos linear. Uma empresa não é apenas o somatório dos seus sócios ou acionistas (shareholders). Envolve também – e cada vez mais – os seus stakeholders, isto é, os outros sujeitos relevantes para a sustentabilidade da empresa, tais como trabalhadores, clientes e credores.

A própria lei impõe aos gestores a consideração dos interesses de longo prazo dos shareholders, ponderados os interesses dos demais stakeholders.

O debate e a reflexão continuam abertos. Pode o interesse da sociedade ser identificado apenas com a criação de valor económico para os sócios? Ou deve integrar igualmente preocupações de sustentabilidade, impacto social, reputação e continuidade da própria empresa?

Em tempos de exigências sociais, geopolíticas e económicas crescentes, as preocupações ESG passaram do plano doutrinário para o centro das decisões empresariais.

Os administradores são hoje chamados a tomar decisões cujos benefícios nem sempre são imediatos, mas as empresas com vida longa e saudável são as que se regem por valores além do lucro de cada exercício. Investimentos em sustentabilidade, compliance ou cultura organizacional revelam-se frequentemente determinantes para a preservação e criação de valor no médio e longo prazo.

Este é o ponto axial do conceito: o interesse da sociedade como critério de equilíbrio entre o retorno e o risco, o controlo e o crescimento, entre o presente e o futuro.

Na velocidade dos dias, na pressão dos resultados trimestrais e na rápida transformação tecnológica, importa recordar qual o propósito de cada empresa para que ele não se dilua no meio das conveniências momentâneas dos seus diversos interesses e interessados.

O interesse da sociedade permanece um conceito aberto e a sua importância talvez radique nessa ductilidade: na capacidade de ter presente que governar uma empresa é muito mais do que gerir pessoas e números. É assegurar que a criação de valor económico permanece alinhada com o propósito que lhe confere sentido e horizonte de continuidade.

Os Sabores de Portugal

10 June 2026 at 15:53
Da produção nacional aos mercados internacionais, Alexandra Borges e António Almeida analisam os fatores que impulsionam o sucesso das exportações portuguesas.

Devolvidas 10 milhões de embalagens em 2 meses de "Volta"

10 June 2026 at 14:30
Iniciativa com mais de 2.500 pontos de recolha no país promove a devolução do valor de depósito de 10 cêntimos sobre latas e garrafas que sejam vendidas em supermercados e restaurantes.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Máquinas de reembolso dos depósitos devem chegar a mais de 3.000 nos próximos meses

Devolvidas 10 milhões de embalagens em 2 meses do Sistema de Depósito e Reembolso

10 June 2026 at 11:29

O Sistema de Depósito e Reembolso (SDR) recolheu mais de 10 milhões de embalagens desde que entrou em funcionamento, há dois meses, nos mais de 2.500 pontos ‘Volta’ distribuídos por todo o país, anunciou hoje a entidade gestora.

Em comunicado, a SDR Portugal – associação sem fins lucrativos responsável pela implementação e gestão do sistema, operacional desde 10 abril, – considera que “este marco, alcançado ainda na fase de transição da operação, demonstra a efetiva adesão inicial dos cidadãos à ‘Volta’”.

“10 de junho, 10 milhões de habitantes, 10 milhões de embalagens devolvidas: uma coincidência simbólica que assinala a adesão dos consumidores à ‘Volta’”, enfatiza.

O sistema permite aos consumidores recuperarem o valor de depósito de 10 cêntimos por embalagem pago no ato da compra de garrafas e latas de uso único, de plástico, metal e alumínio e inferiores a três litros, mediante a sua devolução nos mais de 2.500 pontos ‘Volta’ existentes em Portugal continental, Açores e Madeira, número que deverá aumentar para mais de 3.000 nos próximos meses.

A estes, juntam-se 50 quiosques ‘Volta’, sobretudo em zonas com forte presença do setor da hotelaria, restauração e cafetaria.

Para a SDR Portugal, este resultado “assume particular relevância tendo em conta que o sistema se encontra ainda numa fase de transição, com a entrada progressiva no mercado de embalagens identificadas com o símbolo ‘Volta’”.

“O valor alcançado – 10.006.067 embalagens recolhidas em apenas dois meses – reflete a participação expressiva dos consumidores e o compromisso das entidades aderentes ao SDR na estabilização de uma rede de recolha nacional, operacional e eficiente”, sustenta.

Citado no comunicado, o presidente da SDR Portugal destaca que este número “corresponde, em média, a uma embalagem devolvida por cada cidadão, mas representa muito mais do que um marco estatístico”.

“Estamos a assistir ao início de uma mudança de comportamentos e confiantes de que Portugal seguirá o percurso dos sistemas de depósito e reembolso mais bem-sucedidos da Europa, contribuindo para o cumprimento das exigentes metas europeias de circularidade e sustentabilidade”, afirma Leonardo Mathias.

Os dados de operação hoje divulgados indicam que as devoluções acontecem com maior frequência ao fim de semana, em especial aos domingos, no que a SDR Portugal diz evidenciar “a adaptação progressiva do sistema às rotinas da população”.

Até 09 de agosto, o sistema encontra-se num período de transição, em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo ‘Volta’, à medida que os produtos disponíveis vão sendo progressivamente substituídos pelas novas embalagens integradas na operação.

Assim, a aquisição de embalagens sem o símbolo ‘Volta’ não envolve o pagamento do valor de depósito associado, pelo que estas também não são aceites pelo sistema, devendo antes ser encaminhadas para os respetivos ecopontos.

Os pontos automáticos ‘Volta’ existentes nos supermercados e hipermercados e os quiosques reconhecem as embalagens elegíveis e permitem a devolução do valor de depósito sob diversas formas: vale convertível em numerário, vale de desconto no ponto de venda, carregado num cartão de fidelização ou através de outras soluções digitais, ainda em desenvolvimento. É também possível optar pela doação a instituições de cariz social.

As embalagens podem ser devolvidas em qualquer ponto ou quiosque, independentemente do local de compra, podendo também as embalagens adquiridas em estabelecimentos como cafés, restaurantes ou bares ser entregues nesses locais.

Para serem abrangidas, as garrafas e latas devem conter o símbolo ‘Volta’, o código de barras legível, estar vazias, não amolgadas ou amachucadas e, no caso das garrafas, com tampa.

Segundo destaca a entidade gestora, o SDR é “essencial para que Portugal cumpra as metas europeias de recolha seletiva e reciclagem de embalagens de bebidas de uso único, incluindo o objetivo de atingir 90% de recolha até 2029”.

Devolvidas 10 milhões de embalagens em dois meses do Sistema de Depósito e Reembolso

Até 9 de agosto, o sistema encontra-se num período de transição, em que coexistem no mercado embalagens com e sem o símbolo 'Volta', à medida que os produtos disponíveis vão sendo progressivamente substituídos pelas novas embalagens integradas na operação.

Goldenergy e Panike firmam parceria para fornecimento de biometano

8 June 2026 at 21:41

VTM

A Goldenergy, comercializadora de eletricidade e gás natural, e a Panike, líder no setor da panificação e pastelaria ultracongelada, formalizaram uma parceria estratégica. O objetivo é reforçar a transição energética da indústria de panificação em Portugal através do fornecimento de biometano com garantias de origem certificadas.

Este acordo marca a expansão da Goldenergy na introdução de gases renováveis no tecido industrial português, uma vez que a empresa já fornece biometano a setores como a cerâmica e o têxtil, além do turismo. O fornecimento à Panike foi reforçado em junho de 2026, com um aumento dos volumes adquiridos, representando atualmente cerca de 2% do consumo total de gás da empresa.

Henrique Soares, CEO e fundador da Panike, afirmou que “esta incorporação ecológica será implementada nas três unidades industriais da PANIKE – Maia, Santo Tirso e Tondela – e constitui mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa.” Ele acrescentou que a utilização de biometano complementa os investimentos em eficiência energética e eletrificação, permitindo a descarbonização de processos produtivos que ainda dependem de energia térmica.

Miguel Checa, General Manager da Goldenergy, expressou o seu orgulho em apoiar a Panike na sua jornada rumo à neutralidade carbónica, destacando que a empresa já descarbonizou 15 empresas em Portugal através do biometano. Esta parceria representa a estreia da Goldenergy no abastecimento de biometano ao setor alimentar, alargando a sua quota de descarbonização industrial.

O biometano utilizado garante compatibilidade com as redes de transporte existentes, permitindo à Panike complementar a descarbonização do seu processo de fabrico sem a necessidade de investimentos adicionais em novos equipamentos ou alterações estruturais nas suas linhas de produção atuais.

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Seniores do Funchal fizeram desfile pela sustentabilidade no Mercado dos Lavradores

8 June 2026 at 17:43
A Câmara Municipal do Funchal  realizou, hoje, no Mercado dos Lavradores, um desfile de materiais reciclados, no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente. O evento, que contou com o apoio da Unidade de Sensibilização Ambiental da autarquia, envolveu 31 participantes dos ginásios municipais da Barreirinha, de Santo António e de São Martinho, do […]

Porque o crescimento dos SUV eléctricos é um problema para o clima, a saúde e a equidade

4 June 2026 at 23:10
Governos e fabricantes automóveis apresentam os carros eléctricos como o futuro da mobilidade verde. Mas há uma tendência menos visível que põe esta narrativa em causa: os carros eléctricos estão a ficar maiores. A Agência Internacional de Energia informou recentemente que os modelos de maiores dimensões, incluindo os veículos utilitários desportivos (SUV), estão a ocupar uma fatia significativa dos mercados de automóveis eléctricos. Na China, os SUV eléctricos representaram mais de 60% das vendas de carros eléctricos em 2025. Na Europa, correspondiam a quase 75% dos modelos eléctricos vendidos em 2025. Nos EUA, a percentagem era ainda mais elevada, superando

‘Lagoa Wine Talks’ reúnem especialistas e agentes do setor para debater a sustentabilidade na vitivinicultura

4 June 2026 at 23:05

O Município de Lagoa promove, no próximo dia 6 de junho, pelas 17h00, no Convento de S. José, mais uma edição das Lagoa Wine Talks, uma conferência integrada no Lagoa Wine Show, dedicada à reflexão e partilha de conhecimento sobre o setor vitivinícola.  Sob o tema “Sustentabilidade na produção da vinha e do vinho”, o […]

Há uma cidade alemã que tem a sua própria moeda

By: ZAP
4 June 2026 at 15:30
Tudo começou como um projeto escolar para promover os negócios locais numa região remota da Baviera. Agora, a moeda “Chiemgauer” ajuda a reduzir as emissões globais de gases com efeito de estufa. Entre numa padaria ou livraria na zona de Chiemgau, na Baviera, e poderá ver um cliente a pagar com o que parece dinheiro de brincar — notas coloridas estampadas com gafanhotos, joaninhas e outros insetos. “Estima-se que 10 a 15% dos clientes paguem desta forma“, disse um livreiro à DW. Os habitantes locais chamam-lhe “Chiemgauer” e é uma moeda que eles próprios inventaram. Por mais peculiar que possa

Vilamoura Boat Show regressa dcom foco na inovação, sustentabilidade e experiências no Mar

3 June 2026 at 17:27

A Marina de Vilamoura volta a receber, entre os dias 6 e 14 de junho, a 29ª edição do Vilamoura Boat Show, um dos mais emblemáticos eventos náuticos realizados em Portugal. Ao longo de nove dias, visitantes, profissionais do setor e entusiastas da náutica poderão conhecer as mais recentes novidades do mercado, experimentar soluções inovadoras […]

Município de Olhão voltou a homenagear profissionais do mar nas comemorações do Dia do Pescador

3 June 2026 at 07:01

O Município de Olhão assinalou este domingo, 31 de maio, o Dia do Pescador, com uma cerimónia de homenagem aos profissionais ligados ao mar, numa iniciativa que decorreu no Auditório Municipal Maria Barroso e que reuniu pescadores, armadores, aquicultores, representantes do setor e população em geral.

A celebração teve início com a palestra “Valorização e Sustentabilidade de Recursos Marinhos Partilhados – O Caso do Atum em Portugal”, dedicada à reflexão sobre a preservação dos recursos marinhos e a sustentabilidade da atividade piscatória.

Seguiu-se a cerimónia de entrega de distinções, que reconheceu o contributo de homens e mulheres que diariamente ajudam a afirmar Olhão como uma referência nacional da economia do mar. 

Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Calé, destacou a importância estratégica do setor para o concelho e os desafios que enfrenta atualmente.

“O setor enfrenta hoje desafios concretos: alterações climáticas, custos de operação elevados, pressão sobre os recursos e uma renovação geracional que tarda. Mas a capacidade de adaptação e a resiliência sempre foram marcas dos olhanenses e é com essa convicção que o Município tem trabalhado para que a pesca e a aquacultura tenham futuro, competitividade e capacidade de atrair novas gerações, criando oportunidades e investimento”, afirmou.

O autarca sublinhou, ainda, que “Olhão continua a afirmar-se como referência nacional na economia azul, o que, para nós, é um orgulho”. Ricardo Calé aproveitou, igualmente, a ocasião para reforçar a necessidade de intervenção urgente nas infraestruturas do Porto de Pesca de Olhão.

“Continuaremos a lutar e exigir, quer da tutela, quer da Docapesca, que sejam efetuadas as reabilitações dos pontões de acesso às embarcações e do cais de combustível, fundamentais à segurança dos profissionais do setor que diariamente utilizam estas infraestruturas”, afirmou, acrescentando que o Município já manifestou disponibilidade para colaborar na requalificação dos acessos e no processo de renovação e modernização do porto, que completou recentemente 70 anos.

Os distinguidos na edição de 2026 do Dia do Pescador foram:

– Arrasto – Novo Peixe de Ouro;

– Cerco – Selma;

– Polivalente Local – VIP, Até Já, Vencedor e Mãezinha;

– Polivalente Costeira – Mar Bravo e André Sousa;

– Armação – Tunipex e Real Atunara;

– Aquicultura e Moluscicultura – Relíquias da Paisagem e José Manuel Prata;

– Mariscador Apeado – José da Cruz de Brito Amador;

– Mulher na Pesca – Alcina Sousa;

– Mulher na Aquicultura – Anabela Maria Arrais Pereira;

– Pescador Mais Antigo – Manuel Bruno Gouveia Carrada;

– Pescador Mais Novo – Tiago Fernando Pereira Sousa;

– Pescador em Progressão – Dinis Gonçalves Matos;

– Homem na Indústria Conserveira – Mário Rodrigues Soares;

– Mulher na Indústria Conserveira – Maria Fátima Sousa dos Santos;

– Prémio Mérito – Maria Alexandra Anica Teodósio;

– Prémio Carreira – António Valeriano Picoito Rolão.

As comemorações terminaram com uma demonstração de ronqueio de atum e uma degustação, proporcionando aos participantes uma experiência ligada às tradições marítimas e gastronómicas que fazem parte da identidade de Olhão.

Com esta iniciativa, o Município voltou a prestar homenagem aos profissionais do mar e a reafirmar o seu compromisso com um setor que continua a desempenhar um papel fundamental na economia, cultura e identidade do concelho.

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Porto de Sines e Luanda reforçam cooperação estratégica em inovação, sustentabilidade e logística

2 June 2026 at 15:39

A Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A e a Empresa Portuária de Luanda assinaram, no dia 01 de junho, um novo Protocolo de Cooperação que reforça a parceria estratégica entre os portos de Sines e Luanda, com foco na transformação digital, sustentabilidade ambiental, cibersegurança e capacitação de recursos humanos no domínio logístico‑portuário. […]

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