Normal view

Empresa acata providência cautelar e suspende trabalhos em mina de lítio em Trás-os-Montes

9 June 2026 at 20:01

A empresa Savannah disse ter sido hoje notificada da ordem de suspensão temporária dos trabalhos associados à exploração de lítio na mina do Barroso, em Boticas, após providência cautelar admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela.

“Tal como antecipado, a Savannah foi hoje notificada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela de uma ordem de suspensão temporária dos trabalhos de geotecnia que temos vindo a desenvolver, na sequência da receção de uma providência cautelar”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado pela Savannah.

Segundo a empresa, a notificação “foi entregue hoje” e, no seu entender, “tem efeitos apenas a partir de hoje”, o que “comprova o caráter ilegal do bloqueio feito na semana passada aos trabalhos”, criticando os promotores da ação.

“A Savannah lamenta mais uma tentativa por parte da direção do Baldio de Covas do Barroso e da UDCB [Unidos em Defesa de Covas do Barroso] de atrasar o processo de desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso, sendo esta a terceira vez que submetem providências cautelares aos tribunais”, acrescenta.

Vai agora, “com tranquilidade, esperar pelo desenvolvimento do processo de apreciação dos méritos da referida providência cautelar”, e promete “retomar os trabalhos” assim que as autoridades competentes o autorizarem, lembrando que o mesmo aconteceu no ano passado.

Em 01 de junho, a empresa tinha dito que atuava sem incumprir a lei, uma vez que não tinha sido notificada de qualquer providência cautelar.

Em comunicado dessa altura, o Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso indicou que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela admitiu a providência cautelar apresentada a 27 de maio para “suspender os efeitos da servidão administrativa e dos trabalhos dela decorrentes até que seja apreciada a sua legalidade”, acrescentando que a Savannah está “obrigada a parar os trabalhos”.

Segundo o despacho de 29 de maio, a providência cautelar foi apresentada pela Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, dando 10 dias para os interessados se pronunciarem.

A comunidade dos baldios de Covas do Barroso entende que a “servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro”.

O Ministério do Ambiente já tinha autorizado uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno, levando à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.

O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.

A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.

O conteúdo Empresa acata providência cautelar e suspende trabalhos em mina de lítio em Trás-os-Montes aparece primeiro em O MINHO.

IPMA prevê que efeitos do El Niño sejam indiretos no país

9 June 2026 at 18:57
O fenómeno climático deverá persistir até ao fim de 2026, mas os efeitos em Portugal serão indiretos e pouco significativos, diz o IPMA.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

o El Niño pode influenciar os padrões climáticos à escala global

Livro da Climáximo é apresentado em Faro e Portimão

9 June 2026 at 17:19

Climáximo apresenta o livro «Quebrar em Caso de Emergência Climática» em Faro e Portimão, em duas sessões abertas ao público.

O conteúdo Livro da Climáximo é apresentado em Faro e Portimão aparece primeiro em Barlavento.

Nucleare, Parisi: “Una distrazione rispetto ai problemi che abbiamo in Italia. Abbiamo un’enorme disponibilità di energia solare”

By: F. Q.
9 June 2026 at 17:00

“Abbiamo un’enorme disponibilità di energia basata sul solare, però per usare l’energia solare è necessario anche ammodernare la rete per cui è necessario fare una serie di lavori sulle centrali elettriche per usarle come accumulatori”. Lo dice il premio Nobel, Giorgio Parisi, al seminario di studi sulla IA organizzato dal Pd. “Il nucleare adesso è una distrazione rispetto a dei problemi energetici che abbiamo in Italia e che vanno risolti in altra direzione”, aggiunge. “Gli Small Modular Reactor soluzione per il futuro? Penso di no, perché il problema è che l’installazione del nucleare costa moltissimo e per essere commercialmente utile deve essere utilizzata al 100%. Noi siamo nella situazione in cui andando avanti costerà molto di meno l’energia solare, che sarà disponibile moltissimo quindi il nucleare dovrà essere spento per tanto tempo – aggiunge -. Dal punto di vista commerciale una macchina che è costosa per la costruzione e non costosa per l’utilizzo, visto che bisognerà spegnerla tanto tempo, è commercialmente molto inutile“.

L'articolo Nucleare, Parisi: “Una distrazione rispetto ai problemi che abbiamo in Italia. Abbiamo un’enorme disponibilità di energia solare” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Bacia do São Francisco: petroleira terá de recuperar poços abandonados

Logo Agência Brasil

A petroleira Petra Energia, em Minas Gerais, terá de reparar danos ambientais decorrentes da falta de manutenção em 24 poços abandonados na Bacia do São Francisco. De acordo com decisão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF 6), a concessionária é responsável pela área, mesmo após o encerramento dos contratos de exploração. 

Em 2024, a Advocacia-Geral da União (AGU) obteve bloqueio judicial de R$ 69 milhões em bens da empresa para assegurar recursos destinados à futura recuperação ambiental das regiões afetadas. O TRF 6 restabeleceu integralmente as determinações fixadas em primeira instância.

Notícias relacionadas:

A corte determinou à Petra Energia a apresentação de um plano para a desativação definitiva e segura dos poços e demais estruturas, a recuperação ambiental das áreas afetadas e a atualização das informações técnicas perante a Agência Nacional do Petróleo (ANP), autora da ação.

O julgamento também validou os elementos técnicos produzidos pela ANP em fiscalizações feitas em 2017 e 2022, em que reconhece risco ambiental atual e concreto decorrente da falta de manutenção das estruturas.

Fundamentos da ação

Na ação civil pública, a ANP sustentou que a responsabilização da empresa encontra amparo na Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997), na Constituição Federal, na Política Nacional do Meio Ambiente, nos contratos de concessão e nas normas regulatórias do setor. 

Entre as obrigações descumpridas pela concessionária está a apresentação do Plano de Devolução de Área (PDA), exigido para o encerramento seguro das atividades e recuperação das áreas exploradas.

O acórdão consolidou o entendimento de que a responsabilidade ambiental do concessionário deve ser submetida à teoria do risco integral.

Pela tese, empresas que exercem atividades potencialmente poluidoras respondem pelos danos ambientais independentemente de culpa, não podendo atestar dificuldades financeiras, inviabilidade econômica ou disputas contratuais para afastar o dever de reparação.

A decisão também reforçou que o encerramento do contrato de concessão não extingue as obrigações ambientais do concessionário. 

Segundo o TRF 6, o interesse público na proteção do meio ambiente e da segurança coletiva deve prevalecer diante de riscos concretos de dano ambiental, estabelecendo precedente relevante para casos semelhantes no setor de petróleo e gás.

Histórico

A Petra Energia atuava na exploração de petróleo e gás natural em áreas concedidas pela ANP durante a sétima rodada de licitações do setor. Ao longo da execução dos contratos, perfurou dezenas de poços exploratórios, a maior parte deles com ocorrência de gás natural.

A partir de 2010, a empresa iniciou a devolução de áreas exploratórias e, entre 2011 e 2013, diversos poços receberam a classificação de abandono temporário.

Em 2019, após a ANP constatar a perda dos requisitos financeiros e jurídicos necessários à manutenção das concessões, os contratos foram extintos. Segundo a agência, porém, as áreas não passaram pelos procedimentos necessários para o encerramento definitivo das atividades nem pela recuperação ambiental exigida.

Bacia do São Francisco: petroleira terá de recuperar poços abandonados

Logo Agência Brasil

A petroleira Petra Energia, em Minas Gerais, terá de reparar danos ambientais decorrentes da falta de manutenção em 24 poços abandonados na Bacia do São Francisco. De acordo com decisão do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF 6), a concessionária é responsável pela área, mesmo após o encerramento dos contratos de exploração. 

Em 2024, a Advocacia-Geral da União (AGU) obteve bloqueio judicial de R$ 69 milhões em bens da empresa para assegurar recursos destinados à futura recuperação ambiental das regiões afetadas. O TRF 6 restabeleceu integralmente as determinações fixadas em primeira instância.

Notícias relacionadas:

A corte determinou à Petra Energia a apresentação de um plano para a desativação definitiva e segura dos poços e demais estruturas, a recuperação ambiental das áreas afetadas e a atualização das informações técnicas perante a Agência Nacional do Petróleo (ANP), autora da ação.

O julgamento também validou os elementos técnicos produzidos pela ANP em fiscalizações feitas em 2017 e 2022, em que reconhece risco ambiental atual e concreto decorrente da falta de manutenção das estruturas.

Fundamentos da ação

Na ação civil pública, a ANP sustentou que a responsabilização da empresa encontra amparo na Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997), na Constituição Federal, na Política Nacional do Meio Ambiente, nos contratos de concessão e nas normas regulatórias do setor. 

Entre as obrigações descumpridas pela concessionária está a apresentação do Plano de Devolução de Área (PDA), exigido para o encerramento seguro das atividades e recuperação das áreas exploradas.

O acórdão consolidou o entendimento de que a responsabilidade ambiental do concessionário deve ser submetida à teoria do risco integral.

Pela tese, empresas que exercem atividades potencialmente poluidoras respondem pelos danos ambientais independentemente de culpa, não podendo atestar dificuldades financeiras, inviabilidade econômica ou disputas contratuais para afastar o dever de reparação.

A decisão também reforçou que o encerramento do contrato de concessão não extingue as obrigações ambientais do concessionário. 

Segundo o TRF 6, o interesse público na proteção do meio ambiente e da segurança coletiva deve prevalecer diante de riscos concretos de dano ambiental, estabelecendo precedente relevante para casos semelhantes no setor de petróleo e gás.

Histórico

A Petra Energia atuava na exploração de petróleo e gás natural em áreas concedidas pela ANP durante a sétima rodada de licitações do setor. Ao longo da execução dos contratos, perfurou dezenas de poços exploratórios, a maior parte deles com ocorrência de gás natural.

A partir de 2010, a empresa iniciou a devolução de áreas exploratórias e, entre 2011 e 2013, diversos poços receberam a classificação de abandono temporário.

Em 2019, após a ANP constatar a perda dos requisitos financeiros e jurídicos necessários à manutenção das concessões, os contratos foram extintos. Segundo a agência, porém, as áreas não passaram pelos procedimentos necessários para o encerramento definitivo das atividades nem pela recuperação ambiental exigida.

Faro hasteia Bandeiras Azuis e reforça acessibilidade nas praias

9 June 2026 at 16:02

Faro volta a hastear Bandeiras Azuis nas praias do concelho e reforça medidas de acessibilidade, segurança e sustentabilidade.

O conteúdo Faro hasteia Bandeiras Azuis e reforça acessibilidade nas praias aparece primeiro em Barlavento.

Circular Verde: um novo paradigma de mobilidade para Faro

9 June 2026 at 16:01

Paulo de Oliveira Botelho defende a criação da Circular Verde de Faro, uma rede ecológica e de mobilidade suave para ligar a cidade e valorizar o território.

O conteúdo Circular Verde: um novo paradigma de mobilidade para Faro aparece primeiro em Barlavento.

Inmet alerta para condições favoráveis a novo episódio de El Niño

Logo Agência Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta nesta terça-feira (9) para condições favoráveis a um novo episódio de El Niño.

Esse fenômeno climático global resulta de elevações nos ventos e nas temperaturas da superfície do mar sobre o Oceano Pacífico tropical.

Notícias relacionadas:

De acordo com o Inmet, um evento de El Niño ocorre quando o Índice Oceânico Niño Relativo (Roni) permanece igual ou superior a 0,5°C por, pelo menos, cinco trimestres.

“Com base nos dados observados no mês de maio e nas projeções, é possível inferir que o primeiro trimestre a atingir esse limiar será abril-maio-junho”, informa o boletim do Inmet.

Monitoramento

O instituto monitora as condições no Oceano Pacífico Equatorial, quanto à Temperatura da Superfície do Mar (TSM), bem como os demais indicadores atmosféricos e oceânicos associados ao fenômeno El Niño.

Ao mesmo tempo, avalia previsões e boletins emitidos pelos principais centros meteorológicos internacionais especializados no monitoramento climático.

A previsão é que o Inmet divulgue, ao final desta semana, nova nota técnica sobre a possível evolução do fenômeno.

Inmet alerta para condições favoráveis a novo episódio de El Niño

Logo Agência Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta nesta terça-feira (9) para condições favoráveis a um novo episódio de El Niño.

Esse fenômeno climático global resulta de elevações nos ventos e nas temperaturas da superfície do mar sobre o Oceano Pacífico tropical.

Notícias relacionadas:

De acordo com o Inmet, um evento de El Niño ocorre quando o Índice Oceânico Niño Relativo (Roni) permanece igual ou superior a 0,5°C por, pelo menos, cinco trimestres.

“Com base nos dados observados no mês de maio e nas projeções, é possível inferir que o primeiro trimestre a atingir esse limiar será abril-maio-junho”, informa o boletim do Inmet.

Monitoramento

O instituto monitora as condições no Oceano Pacífico Equatorial, quanto à Temperatura da Superfície do Mar (TSM), bem como os demais indicadores atmosféricos e oceânicos associados ao fenômeno El Niño.

Ao mesmo tempo, avalia previsões e boletins emitidos pelos principais centros meteorológicos internacionais especializados no monitoramento climático.

A previsão é que o Inmet divulgue, ao final desta semana, nova nota técnica sobre a possível evolução do fenômeno.

Braval garante que trata resíduos na Póvoa de Lanhoso com sistema mecânico e biológico

9 June 2026 at 14:45

A empresa Braval – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, contrariou, hoje, em comunicado, a associação ambiental Zero, garantindo que dispõe do sistema TMB (Tratamento Mecânico e Biológico) em pleno funcionamento há cerca de 10 anos, contribuindo de forma significativa para a redução da quantidade de resíduos depositados em aterro.

Em resposta à posição da Zero – que defende a impossibilidade de deposição em aterro sem tratamento prévio e se pronunciou contra o alargamento do aterro sanitário da empresa na Póvoa de Lanhoso, a administradora da AGERE, Alexandra Roeger, esclarece que, “à exceção dos sistemas ValorSul e LIPOR, a generalidade das entidades gestoras de resíduos em alta em Portugal tem como base estratégica o recurso a aterro sanitário, coexistindo, em simultâneo, com sistemas de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB), como é o caso da Braval ”.

Explica que, de facto, “a Braval desenvolveu o projeto e promoveu o concurso público para a construção da nova célula do Aterro Sanitário, a qual já se encontrava prevista no processo inicial datado de 1996. À data, foi deliberado avançar apenas com a construção das duas primeiras células, dado que o seu período de exploração permitiria, numa fase posterior, o alargamento da área de aterro”.

E, acentua: “Atendendo, no momento atual, à necessidade de proceder ao encerramento das células em exploração e, simultaneamente, assegurar a continuidade do serviço através da nova célula, foi realizado o respetivo Estudo de Impacte Ambiental, no âmbito do processo de Avaliação de Impacte Ambiental, conforme exigido pela legislação em vigor”.

Aterro é indispensável

É precisamente no contexto deste processo, – prossegue – “nomeadamente durante a fase de consulta pública, que surge a posição da Zero, manifestando a sua discordância e qualificando este alargamento como um “modelo ilegal e insustentável”.

Importa, contudo, referir – diz, ainda – que a Braval “tem vindo a defender, no âmbito dos programas Terra e Terra+, a necessidade de repensar a estratégia nacional de gestão de resíduos, promovendo a valorização energética dos refugos como forma de minimizar o recurso ao aterro. No entanto, enquanto essas soluções técnicas não estiverem plenamente disponíveis, a deposição em aterro mantém-se como uma solução indispensável”.

Aumento das taxas de reciclagem

A gestora salienta, também, que, “sem prejuízo disso, a Braval continua a investir em campanhas de sensibilização junto da comunidade, com vista ao aumento das taxas de reciclagem em todas as fileiras, incluindo os biorresíduos. Regista-se, aliás, com satisfação, que a taxa de recolha seletiva da Braval se encontra acima da média nacional, ainda que, como em outros sistemas, exista margem significativa de melhoria ao nível da separação na origem por parte dos cidadãos”.

Em suma, – anota – “a construção da nova célula revela-se inevitável. Importa ainda destacar que o Estudo de Impacte Ambiental prevê um conjunto abrangente de medidas de minimização e mitigação dos impactes ambientais, bem como rigorosos mecanismos de acompanhamento e monitorização, assegurando elevados padrões de segurança ambiental, de saúde pública e de bem-estar das populações”.

Modernização da Estação de Tratamento de Águas Lixiviadas

Acresce ainda a este investimento, o da “requalificação/modernização da Estação de Tratamento de Águas Lixiviadas, equipada com tecnologias de última geração, que permitirá o reaproveitamento da água tratada em diversas operações, como a lavagem de camiões, contentores e pavimentos, bem como a sua utilização em processos como a digestão anaeróbia. Esta medida vem demonstrar, mais uma vez, a visão e a capacidade de antecipação da Braval no que diz respeito à contínua adaptação e melhoria das suas infraestruturas e a implementação das melhores tecnologias ao seu dispor no que concerne ao tratamento e valorização de resíduos”.

A concluir, a Braval – que gere os resíduos urbanos de Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro – sublinha que, “para além dos municípios integrantes do sistema multimunicipal, as entidades competentes ao nível regional e nacional têm vindo a acompanhar todos estes fortes investimentos, numa conjugação de esforços, cujo interesse público está bem patente e cujo cumprimento de metas nacionais e europeias é fulcral objetivo”.

O conteúdo Braval garante que trata resíduos na Póvoa de Lanhoso com sistema mecânico e biológico aparece primeiro em O MINHO.

Cinque Terre, il mare avanza: Monterosso e Vernazza a rischio entro il 2150. Lo studio

Le coste dei paesi di Monterosso e Vernazza, nel Parco Nazionale delle Cinque Terre, in Liguria, sono sempre più minacciate dall’innalzamento del livello del mare. A lanciare l’allarme è uno studio pubblicato su Remote Sensing, a firma di un gruppo di ricercatori dell’Istituto Nazionale di Geofisica e Vulcanologia (INGV), dell’Istituto di Geologia Ambientale e Geoingegneria (IGAG) del Consiglio Nazionale delle Ricerche (CNR), del Dipartimento di Ingegneria dell’Università degli Studi della Basilicata (UNIBAS), dell’Ente Parco Nazionale delle Cinque Terre, dell’Università “Aristotele” di Salonicco (Grecia), dell’Osservatorio astronomico “Lesia” di Parigi (Francia) e dell’Università olandese Radboud.

“Secondo le nostre elaborazioni, entro il 2150 l’innalzamento relativo del livello del mare potrebbe collocarsi tra 0,60 e 1,17 metri, con conseguente ampliamento delle superfici esposte al rischio di allagamento”, spiegano Marco Anzidei, dirigente di ricerca dell’INGV, e Alessandro Bosman, primo ricercatore dell’IGAG-CNR e associato di ricerca dell’INGV, coordinatori dello studio. “Il nostro lavoro ha inoltre evidenziato che, in corrispondenza di eventi estremi, le aree più sensibili sono le spiagge di dimensioni ridotte e gli ambiti portuali posti a bassa elevazione”.

“Durante le mareggiate più forti, con tempi di ritorno di 1 e 100 anni in condizioni di livello marino più alto, nello scenario climatico più severo le onde potranno raggiungere altezze di run-up di oltre 13 metri, con possibili rischi per le linee ferroviarie che collegano le Cinque Terre”, aggiungono i ricercatori. Lo studio si basa sull’elaborazione congiunta di dati topografici e batimetrici ad alta definizione, misurazioni geodetiche, registrazioni storiche dei livelli marini e simulazioni numeriche degli eventi meteomarini estremi. Grazie a questo approccio multidisciplinare è stato possibile elaborare una prima stima complessiva dei potenziali scenari di sommersione costiera fino al 2150, in linea con le più recenti proiezioni climatiche dell’IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change).

Le evidenze emerse indicano che l’area della Liguria presa in esame è interessata da un progressivo aumento del livello del mare, caratterizzato da dinamiche variabili nel tempo e non riconducibili a un andamento costante. I risultati mettono in luce una crescente esposizione delle zone costiere poste a quote più basse ai rischi legati all’innalzamento del mare, con possibili ripercussioni sugli ecosistemi, sugli insediamenti urbani e sulle infrastrutture presenti lungo il litorale. Tali informazioni rappresentano un importante supporto per la pianificazione territoriale e per la definizione di future misure di adattamento ai cambiamenti climatici.

Gianmarco Pondrano Altavilla

L'articolo Cinque Terre, il mare avanza: Monterosso e Vernazza a rischio entro il 2150. Lo studio proviene da Il Fatto Quotidiano.

Árvores na Praia do Carvoeiro cortadas pela Câmara porque danificavam «infraestruturas, pisos e piscina» de casa

9 June 2026 at 14:00

Três árvores frondosas da rua do Barranco, uma das principais artérias da Praia do Carvoeiro, foram ontem decepadas pelos serviços municipais da Câmara de Lagoa, como se pode ver nas fotografias.

Luís Encarnação, presidente da Câmara de Lagoa, contactado pelo Sul Informação, garantiu que o corte das árvores foi necessário porque estas estavam «a danificar, de alguns anos para cá, as infraestruturas, os pisos e a piscina da casa adjacente».

«Na sequência de várias queixas e elevados danos, tivemos de intervir», acrescentou.

Segundo informação prestada ao autarca pelos serviços da Câmara, também tem havido «diversos alertas apresentados por residentes da zona, em virtude da existência de ramos em risco de queda, quer para o espaço público, quer para o interior de propriedade privada».

Sul Informação

Por isso, garantem esses serviços, «a intervenção teve, para já, o objetivo de eliminar situações de potencial perigo, assegurando a integridade física de pessoas e bens, bem como prevenir a ocorrência de acidentes resultantes da queda de ramos degradados, secos ou estruturalmente comprometidos».

«A intervenção revelou-se necessária e justificada por razões de segurança pública, prevenção de riscos e proteção de pessoas e património», acrescentam.

«Infelizmente, as árvores plantadas na Rua do Barranco não são as mais adequadas para o local, o que já obrigou, no passado, à retirada de várias árvores daquela espécie», havendo até «várias caldeiras sem arvores na referida rua», informam os mesmos Serviços Municipais.

Nas suas declarações ao Sul Informação, o presidente da Câmara acrescentou que «vamos procurar transplantar estas árvores para outro local e plantar na Rua do Barranco, em substituição, árvores de raiz aprumada e mais adequadas ao meio urbano».

Quanto ao facto de o corte das árvores – que, pelas características da operação, deverá inviabilizar o seu transplante para outro local, ao contrário do que o edil afirma – ter sido feito em dias de muito calor, quase no início do Verão, diminuindo a pouca sombra que existe naquela rua da Praia do Carvoeiro, Luís Encarnação não deu qualquer explicação.

Sul Informação

Como escreveu, num artigo publicado no Sul Informação em Abril de 2023, o decano arquiteto paisagista Fernando Santos Pessoa, recente doutorado honoris causa pela UAlg, «a presença da Natureza na cidade já não oferece dúvidas, exceto aos negacionistas e aos especuladores fundiários».

«Uma das medidas mais eficazes para a redução do CO2 e para garantir condições de temperatura mais amenas é a reflorestação – e então no espaço urbano a sua função é fundamental», acrescentava.

«As cidades, e particularmente no Sul, como o Algarve, exigem que cada vez mais se aposte no arvoredo. Mais do que jardins de dispendiosa manutenção e exigência em água, o que precisamos no nosso Sul é de arvoredo, de sombras, aproveitando todos os recantos e espaços mortos para instalar árvores capazes de satisfazerem as exigências climáticas e garantirem um ambiente urbano saudável e acolhedor», escrevia ainda Fernando Santos Pessoa.

Mas já então salientava: «nem todas as autarquias têm correspondido a este requisito e tem que ser a opinião pública, os munícipes, a fazerem valer a sua vontade».

Sul Informação

Fotos: Tânia Marques | Sul Informação

Leia mais sobre este tema aqui:

«Há muito tempo que estamos a tratar mal as árvores»: Soluções? Inventariar, formar e investir
https://www.sulinformacao.pt/2026/05/ha-muito-tempo-que-estamos-a-tratar-mal-as-arvores-solucoes-inventariar-formar-e-investir/

e aqui

La sombra que salva Sevilla: los naranjos pueden bajar hasta 12 grados la temperatura de la calle
https://www.lavanguardia.com/local/andalucia/20260523/11545362/sombra-salva-sevilla-naranjos-bajar-12-grados-temperatura-calle.html

Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
 
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo.
Obrigado por fazer parte desta missão!
Contribua aqui!




O conteúdo Árvores na Praia do Carvoeiro cortadas pela Câmara porque danificavam «infraestruturas, pisos e piscina» de casa aparece primeiro em Sul Informação.

Faro recebe evento satélite do Festival da Nova Bauhaus Europeia com dois dias de atividades

9 June 2026 at 12:34

O Al-Bauhaus Dream Academy, um evento satélite do Festival da Nova Bauhaus Europeia 2026, realiza-se em Faro nos dias 11 e 12 de Junho, com atividades em vários espaços da cidade.

Esta vai ser «uma oportunidade de conhecer, celebrar e, também, de aprofundar a comunidade Bauhaus no Algarve e os 40 anos de Portugal Europeu», refere a organização.

Durante dois dias, o festival reúne workshops, exposições, cinema e momentos de conversas na capital algarvia, divididas entre Jardim da Alameda, campus da Penha da Universidade do Algarve, direção regional do Instituto Português do Desporto e Juventude e skate park da Penha.

Inspirado pelo movimento Bauhaus, o Al-Bauhaus «convida estudantes, criativos e público em geral a imaginar novas formas de pensar, habitar e construir o futuro».

«Mais do que um evento, é um espaço para experimentar, partilhar ideias e transformar a criatividade numa ferramenta para pensar o Algarve», lê-se.

A Nova Bauhaus Europeia (NEB) é um movimento artístico que começou a ser desenvolvido pela Comissão Europeia em 2020, e que procura traduzir o Pacto Ecológico Europeu e o Acordo Industrial Limpo em mudanças concretas no terreno, «melhorando a vida quotidiana através de soluções sustentáveis para o ambiente construído e estilos de vida».

Este movimento é «uma continuação do Bauhaus histórico» (célebre escola de arte alemã ativa entre 1919 e 1933) e propõe «integrar sustentabilidade, estética e inclusão nas cidades e na vida quotidiana, com respeito pela diversidade de territórios, património e culturas europeias», respeitando os princípios de “belo”, “sustentável” e “para todos”.

A cada dois anos, a Comissão Europeia organiza o festival, que celebra e avalia o progresso da Nova Bauhaus Europeia.

A edição de 2026 do Festival Bauhaus terá lugar em Bruxelas entre 9 e 13 de Junho, mas há uma série de eventos-satélite marcados em toda a Europa.

Pode consultar toda a programação do Al Bauhaus em Faro aqui.

O conteúdo Faro recebe evento satélite do Festival da Nova Bauhaus Europeia com dois dias de atividades aparece primeiro em Sul Informação.

Stop alla caccia grossa della cornacchia molesta a Pordenone: il Tar sospende la doppia ordinanza del sindaco

9 June 2026 at 10:14

PORDENONE – La caccia grossa alla cornacchia considerata “molesta” a Pordenone è stata per il momento interrotta da un decreto del presidente del Tar del Friuli Venezia Giulia. A darne notizia è la Lega Antivivisezione (Lav) che ha ottenuto la sospensione con effetto immediato delle due ordinanze con le quali il sindaco del capoluogo friulano aveva dato ordine di sopprimere il volatile, che evidentemente in queste settimane difende anche la prole.

Una prima ordinanza firmata da Alessandro Basso porta la data del 29 maggio. Quando si è diffusa la notizia del ricorso dell’associazione ambientalista, il primo cittadino ha firmato una nuova ordinanza, praticamente una duplicazione della precedente, così da vanificare l’istanza al Tar. La Lav, assistita dall’avvocato Alessandro Sperotto del foro di Pordenone, si è rivolta direttamente al presidente del Tribunale amministrativo ottenendo una vittoria. La decisione è arrivata l’8 giugno mentre era in corso un presidio ambientalista in via Damiani a Pordenone. Era iniziato alle 6 e vi hanno preso parte esponenti di Lav, Oipa, Meta e Anonymous for the Voiceless.

L’abbattimento dell’animale indicato nei provvedimenti impugnati costituirebbe un danno grave e (palesemente) irrimediabile – scrive il Tar – Non appare del tutto convincente l’argomentazione motivazionale secondo cui non si riesca a (e sarebbe addirittura impossibile) conseguire – pur se con l’ausilio della scienza, delle moderne tecniche, dei sofisticati strumenti e dei potenti mezzi (civili e militari) dei quali l’Ordinamento amministrativo può disporre – l’obiettivo di neutralizzare la condotta iper/aggressiva di una cornacchia, senza però giungere all’estremo rimedio del suo abbattimento”.

Era proprio il comportamento dell’uccello, aggressivo nei confronti di chi transita nei pressi del suo nido, ad aver avviato le segnalazioni giunte in municipio. Qualche passante era stato colpito alla testa. Così il sindaco aveva dato incarico alla forestale di provvedere, ordinando “l’intervento straordinario di rimozione forzata dell’esemplare molesto di corvide da attuarsi mediante prelievo selettivo eutanasico”.

“Siamo felicissimi di questo risultato – ha dichiarato Massimo Vitturi, responsabile Animali Selvatici della LAV – la condanna a morte degli animali è sempre inaccettabile, tanto più quando avviene nei confronti di animali selvatici che si comportano come qualsiasi genitore di fronte a possibili minacce verso la prole, un comportamento che adotterebbe anche qualunque essere umano”. Gli ambientalisti invocavano soluzioni alternative rispetto all’abbattimento, in nome di una convivenza pacifica con il mondo animale. “Ora il sindaco Basso faccia immediatamente scaricare le armi e avvii un confronto con le associazioni per individuare insieme una soluzione incruenta e praticabile che rispetti la vita degli animali e garantisca la serenità dei cittadini” ha concluso la Lav.

L'articolo Stop alla caccia grossa della cornacchia molesta a Pordenone: il Tar sospende la doppia ordinanza del sindaco proviene da Il Fatto Quotidiano.

Ambientalistas contra ampliação de aterro na Póvoa de Lanhoso: “Modelo ilegal e insustentável”

9 June 2026 at 08:59

A Zero defendeu hoje que a ampliação do aterro da Braval, responsável pela gestão dos resíduos urbanos de Braga, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde, Amares e Terras de Bouro, “perpetua modelo ilegal e insustentável”.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a associação ambientalista diz que o “projeto de ampliação do aterro da Braval [na Póvoa de Lanhoso] perpetua modelo ilegal e insustentável de deposição de resíduos”, considerando “inviável [o] licenciamento sem tratamento prévio da fração orgânica e redução efetiva da deposição em aterro”.

No âmbito da consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto de reengenharia e alargamento do aterro do Sistema de Gestão de Resíduos Urbanos da Braval, a Zero emitiu parecer desfavorável, por este perpetuar “um modelo de gestão de resíduos assente na deposição massiva em aterro de resíduos orgânicos não estabilizados, em incumprimento da legislação nacional e europeia”.

A Lusa questionou a Braval sobre as acusações da Zero, aguardando resposta da empresa.

Durante a fase de consulta pública, que decorreu entre 30 de março a 12 de maio, foram submetidas na Plataforma Participa 19 participações, das quais 15 “revelaram tipologia de discordância com o projeto”, uma “revelou tipologia de reclamação” e três participações “revelaram tipologia de sugestão”, não havendo “participações de concordância com o projeto”.

Segundo a Zero, “o projeto prevê a união das células 1 e 2 do aterro e o aumento da sua altura, disponibilizando capacidade adicional para cerca de 678 mil toneladas de resíduos”.

“Contudo, a própria documentação do EIA demonstra que esta solução apenas prolonga temporariamente a vida útil do aterro, mantendo uma dependência estrutural da deposição em aterro”, frisa a associação.

Para a Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, “a solução não pode passar por aumentar sucessivamente a capacidade do aterro, mas sim por transformar estruturalmente o modelo de gestão de resíduos urbanos da região”.

Nesse sentido, defende “a instalação urgente de capacidade adequada de Tratamento Mecânico e Biológico (TMB), capaz de tratar integralmente os resíduos indiferenciados antes da deposição em aterro, garantindo a estabilização da fração orgânica e a recuperação adicional de materiais recicláveis”.

Acrescenta que sistemas como os da Resialentejo (Beja) e Ambilital (Santiago do Cacém) “demonstram que esta solução é tecnicamente viável, desviando 70% de resíduos de aterro e os que têm esse destino deixaram de ter características biodegradáveis”.

A Zero defende igualmente o reforço da recolha seletiva porta a porta, incluindo biorresíduos, bem como a implementação do sistema PAYT (Pay-as-You-Throw), com tarifação baseada na produção de resíduos indiferenciados.

A associação ambientalista lembra que o Artigo 5.º do Regime Jurídico da Deposição de Resíduos em Aterro (RJDRA) estabelece que apenas podem ser depositados em aterro resíduos sujeitos a tratamento prévio, incluindo seleção de fluxos e estabilização eficaz da fração orgânica, acrescentando que, desde 01 de janeiro, é também proibida a deposição em aterro de resíduos urbanos biodegradáveis que mantenham características biodegradáveis após tratamento.

“O projeto da Braval não demonstra a existência de capacidade efetiva instalada e operacional de tratamento suficiente para garantir a estabilização integral da matéria orgânica presente nos resíduos indiferenciados antes da deposição em aterro”, diz a Zero.

De acordo com a Zero, o próprio EIA “identifica os odores como um dos impactes negativos mais relevantes da exploração do aterro”, salientando que “a monitorização realizada confirma a perceção de odores na envolvente da instalação, sendo já previstas medidas adicionais de minimização”.

“A deposição continuada de resíduos orgânicos não estabilizados tende igualmente a agravar a produção de lixiviados e biogás, aumentando os riscos ambientais associados à qualidade do ar, águas subterrâneas e saúde pública”, alerta a associação.

A Zero exige a não aprovação do projeto “enquanto não for demonstrado o cumprimento integral do Artigo 5.º do RJDRA, incluindo tratamento prévio e estabilização eficaz da fração orgânica”, e até que seja garantido o cumprimento do Artigo 9.º, impedindo a deposição em aterro de resíduos urbanos biodegradáveis não estabilizados”.

Defende ainda que não se permita o aumento da capacidade de deposição sem a existência prévia de capacidade suficiente de TMB, exigindo a implementação de “metas vinculativas, calendarizadas e verificáveis de redução da deposição em aterro”.

“Sem estas garantias, a Zero considera que o projeto de reengenharia do aterro da Braval não deve ser aprovado”, lê-se no comunicado.

O conteúdo Ambientalistas contra ampliação de aterro na Póvoa de Lanhoso: “Modelo ilegal e insustentável” aparece primeiro em O MINHO.

❌