Aeroporto de Lisboa é o sexto pior do mundo. Faro é o melhor português

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© Tiago Petinga/LUSA

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A AirHelp, empresa líder mundial em tecnologia de compensação de passageiros aéreos, apresentou hoje os resultados do AirHelp Score Aeroportos 2026. Esta edição avalia 279 aeroportos de 76 países – o maior número de sempre – analisando o desempenho dos aeroportos entre 01 de maio de 2025 e 30 de abril de 2026. Em Portugal, o Aeroporto de Faro mantém a liderança nacional, enquanto o Aeroporto do Porto sobe para segundo lugar, ultrapassando o da Madeira. O Aeroporto de Lisboa Humberto Delgado continua a registar o pior desempenho entre os aeroportos portugueses, estando muito perto do final do ranking mundial.
O Aeroporto de Faro (posição 125 mundial) é novamente o melhor aeroporto português, com uma pontuação global de 7,61: 7,90 na pontualidade; 7,60 na experiência do passageiro e 6,90 nas instalações e conforto. Apesar de uma ligeira descida face à posição 118 em 2025, Faro mantém-se consistentemente no topo nacional, beneficiando do seu menor volume de tráfego que contribui para melhores índices de pontualidade.
Em segundo lugar surge o Aeroporto do Porto (posição 192 mundial), com uma pontuação de 7,41. Face a 2025, o Porto sobe da posição 205 para 192, registando uma melhoria assinalável, sobretudo na pontuação de experiência do passageiro (8,20). Esta evolução positiva contrasta com a queda verificada no ano anterior e posiciona o Porto como um aeroporto em recuperação e com desempenho crescente.
O Aeroporto da Madeira (posição 262 mundial) desce para terceiro lugar, com uma pontuação de 6,96, uma queda de 61 posições face a 2025 (posição 201). A descida reflete uma menor pontuação em instalações e conforto (5,70), que pode indicar uma perceção menos positiva dos passageiros sobre as comodidades oferecidas por este espaço.
O Aeroporto de Lisboa Humberto Delgado (posição 274 mundial) permanece como o pior aeroporto português com uma pontuação de 6,59, ao continuar muito perto do final do ranking global, com uma pontualidade de apenas 6,30. O elevado volume de tráfego (cerca de 225.000 voos anuais) continua a pressionar o desempenho operacional.
El comedor de la moderna y funcional Ciudad del Fútbol de la federación portuguesa ubicada en Oeiras, a las afueras de Lisboa, es un hervidero de conversaciones en el que se entremezclan empleados de todas las edades. La preponderancia de la juventud y las mesas de pimpón en la terraza adyacente confieren al diáfano habitáculo los trazos de cualquier empresa tech. Es la una de la tarde, hora de comer, y Roberto Martínez (Balaguer, Lleida, 52 años), el seleccionador que carga con la responsabilidad de concretar el favoritismo de Portugal en la conquista de su primer Mundial, se dispone al seguimiento de El País Semanal durante una jornada. Esta incluirá dos actos publicitarios y una charla en el Instituto Cervantes de Lisboa para reflexionar sobre la evolución de las relaciones entre España y Portugal.

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A cidade de Lisboa e do Porto são os principais mercados imobiliários nacionais, de acordo com o mais recente relatório da consultora imobiliária eRetail.
Com 15,9 milhões de dormidas, a capital portuguesa lidera o turismo português, seguida do Porto, que conseguiu chegar aos 10 milhões de dormidas. Já em termos de consumo, em Lisboa os dados mostram uma concentração de 51,3% de compras, enquanto na zona Norte concentram-se 19,1%. De acordo com a consultora, esta tendência leva a que a taxa de ocupação dos espaços imobiliários das duas cidades está praticamente lotada.
Lisboa continua a ser um dos mercados retalhistas mais importantes do país, com uma faturação de 20 mil milhões de euros em 2025, o que corresponde a 29% do total nacional.
Este valor deve-se ao aumento do investimento das marcas de luxo nas principais ruas da capital, que têm acompanhado o aumento do turismo na cidade.
A restauração, a moda e a secção de luxo lideram a procura pelos principais espaços comerciais nesta cidade. Sendo que 65 dos espaços já estão ocupados por moda. Atualmente a disponibilidade de espaços na capital é de 5%.
“Caracterizada pelo comércio direto à rua, e reduzidas zonas de centro comercial, o eixo principal do centro de Lisboa sofre, contudo, com uma baixa rotação de espaços e escassez de novos comércios, o que torna a pressão imobiliária maior, aumentando as rendas”, revela o estudo.
Os dados mostram que as rendas mais baixas são dos espaços com área superior a mil metros quadrados, enquanto os espaços de menor tamanho têm rendas mais elevadas.
Já no Porto, o crescimento de renda no ano passado situou-se nos 9,5%, tendo-se tornado um “centro de atração de investimento”.
As rendas na invicta são ligeiramente mais baixas do que na capital, com o metro quadrado a oscilar entre os 50 euros e os 160 euros.
Enquanto a Avenida da Liberdade é a principal escolha em Lisboa, no Porto, é a Avenida dos Aliados que domina com marcas de luxo. Contudo, os Clérigos têm-se tornado atrativos para os turistas e combinam “retail urbano com a principal zona de ócio noturno da invicta”.

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