World Cup by the numbers: 1,248 players, 48 teams and 3 countries make this the largest ever











Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
Notícias relacionadas:
🎯 Another piece of Lionel Messi magic!#WeAre26 | #FIFAWorldCup pic.twitter.com/2NrcHljpf3 — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 8, 2023
- Argentina conquista o tricampeonato mundial e consagra Lionel Messi.
- Messi se isola como jogador com mais partidas em Copas do Mundo.
- Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
Argentina's moment. 🏆#FIFAWorldCup pic.twitter.com/rAWuwPC88W
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) December 18, 2025
A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
🇩🇿 Algeria.
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 15, 2024
3️⃣5️⃣ games.
📆 November 18 2018 - January 16 2022. pic.twitter.com/kmOrhRVIwS
Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
Austria have qualified for their first #FIFAWorldCup since 1998! 🇦🇹#WeAre26 pic.twitter.com/vExxJni3GG
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 18, 2025
Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.
🇯🇴 Jordan have qualified for their first-ever #FIFAWorldCup!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/uJZkrOPnZI
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025
Após uma trajetória emocionante que culminou com o título no Mundial do Catar, em 2022, a equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni fez um bom ciclo (com a conquista dos títulos das Eliminatórias Sul-Americanas e da Copa América de 2024) e é apontada como uma das grandes candidatas a ficar com o título (ao lado de França e Espanha) na competição que terá como sedes os EUA, o Canadá e o México.
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- Argentina conquista o tricampeonato mundial e consagra Lionel Messi.
- Messi se isola como jogador com mais partidas em Copas do Mundo.
- Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo.
Já aos 38 anos de idade, Messi continua sendo o grande nome da seleção de seu país, mas agora depende ainda mais de uma equipe que possa colocá-lo em boas condições de desiquilibrar os jogos. Para isto nomes como os dos meio-campistas Enzo Fernández, do Chelsea (Inglaterra), e Alexis Mac Allister, do Liverpool (Inglaterra), têm papel fundamental.
Outras peças importantes da equipe são o experiente goleiro Emiliano Martínez, do Aston Villa (Inglaterra), e o talentoso atacante Julián Alvarez, formado no River Plate (Argentino) e que, após passagem pelo Manchester City (Inglaterra), agora defende o Atlético de Madrid (Espanha).
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A segunda força do Grupo J é a Argélia. A equipe africana disputa um Mundial pela quinta vez em sua história (após as presenças em 1982, 1986, 2010 e 2014). E a Copa disputada no Brasil foi o palco da melhor campanha das Raposas do Deserto, as oitavas de final.
O técnico bósnio Vladimir Petkovic tem em seu plantel peças interessantes. O primeiro é o goleiro Luca Zidane, filho do craque francês Zinédine Zidane. O experiente Riyad Mahrez, ponta do Al-Ahli (Arábia Saudita) com passagem marcante pelo Manchester City (Inglaterra), e o lateral-esquerdo Rayan Aït-Nouri, do Manchester City, também podem desequilibrar.
🇩🇿 Algeria.
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Quem também aparece como candidato a garantir uma vaga na segunda fase é a Áustria. A confiança em uma boa campanha vem na proposta de jogo adotada pelo técnico alemão Ralf Rangnick, baseada na pressão na defesa e nas transições em velocidade no ataque.
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Em seu retorno à uma Copa após um intervalo de 28 anos, a Áustria aposta no volante Konrad Laimer, do Bayern de Munique (Alemanha), no meia Marcel Sabitzer, do Borussia Dortmund (Alemanha), e no experiente lateral David Alaba, do Real Madrid (Espanha).
Já o patinho feio da chave é a Jordânia, que defende um Mundial de seleções masculinas pela primeira vez na história. Sem nomes de grande destaque no panorama internacional, a equipe comandada pelo técnico marroquino Jamal Sellami tem a disciplina tática e a organização coletiva como suas maiores virtudes.
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A Federação Iraniana de Futebol (FFIRI) afirmou nesta terça-feira (9) que foi impedida de distribuir a cota de ingressos destinada aos torcedores da seleção para a Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11). Segundo a entidade, a medida foi adotada poucos dias antes do início da competição e prejudica fãs que já haviam se planejado para acompanhar a equipe no torneio.
Em nota oficial, a federação informou que o processo de venda dos bilhetes já estava em andamento quando recebeu a comunicação de que não poderia mais disponibilizá-los ao público iraniano. A FFIRI destacou que muitos torcedores haviam organizado viagens e outras despesas com base nas orientações divulgadas anteriormente.
A entidade criticou a decisão e afirmou que a restrição contraria princípios fundamentais das competições esportivas internacionais, como igualdade de tratamento entre os países participantes. Além disso, declarou que o episódio levanta questionamentos sobre a influência de fatores políticos e não esportivos na organização do principal torneio do futebol mundial.
De acordo com as regras da Copa do Mundo, cada federação recebe uma parcela dos ingressos de suas partidas para distribuir entre seus torcedores. A FFIRI, no entanto, não revelou quem determinou o bloqueio da cota, mas pediu que a Fifa atue de acordo com os princípios de neutralidade, justiça e respeito aos regulamentos da competição.

A Fifa ainda não havia comentado o caso. Mais cedo, a entidade informou que o secretário-geral Mattias Grafstrom teve uma conversa considerada positiva com o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, após a chegada da seleção à sua base para o torneio. Segundo a Fifa, o diálogo com a FFIRI continuará para garantir uma experiência adequada à delegação iraniana.
A participação do Irã no Mundial vem sendo marcada por incertezas desde o agravamento das tensões no Oriente Médio após os ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica no fim de fevereiro. Em meio ao cenário, a federação transferiu o centro de treinamento da equipe do Arizona para o México, diante das dúvidas sobre a emissão de vistos e da intenção de reduzir a permanência da delegação em território americano.
Após semanas de indefinição, os Estados Unidos autorizaram a entrada de todos os jogadores da seleção apenas dez dias antes da estreia. Ainda assim, integrantes da comissão técnica e membros da delegação não receberam permissão para viajar ao país.
O Irã está no Grupo G da Copa do Mundo e fará seus dois primeiros jogos em Los Angeles: contra a Nova Zelândia, em 15 de junho, e diante da Bélgica, em 21 de junho. A equipe fecha sua participação na fase de grupos em 26 de junho, contra o Egito, em Seattle.
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Teherán, 9 jun (Prensa Latina) La Federación Iraní de Fútbol acusó hoy a Estados Unidos de cancelar la cuota de entradas asignada a sus aficionados para los partidos de la fase de grupos de la Copa Mundial y solicitó la intervención de la FIFA.
The post Irán denuncia cancelación de su cuota de entradas para el Mundial first appeared on Noticias Prensa Latina.

The first time FIFA announced cooling breaks in World Cup matches, in 2014, the matter ended up in court. Players, worried about the heat and humidity in Brazil, did not trust soccer’s world governing body, which left the decision for each match to the discretion of its medical staff. The players went to a labor court and obtained an order that the pauses would be automatic at the 30th minute of each half if temperatures reached 32 degrees Celsius. Twelve years later, FIFA has mandated three-minute hydration breaks at the 22nd minute of every match at the 2026 World Cup, regardless of temperature or humidity. The move, announced as being for the “well-being of the players,” signals a fundamental change in how the game is played: from two 45-minute halves, as it has been since 1897, to four quarters of roughly 22 minutes.

© Agustin Marcarian (REUTERS)

Las restricciones aduaneras para entrar en Estados Unidos han terminado por salpicar directamente al corazón deportivo del Mundial, en concreto a su sistema arbitral. El colegiado somalí Omar Artan, que iba a convertirse en el primero de su país en arbitrar en una Copa del Mundo, no podrá dirigir partidos del torneo, que arranca este jueves y se prolongará hasta el 19 de julio, al denegársele la entrada a Estados Unidos. El Servicio de Aduanas y Protección Fronteriza (CBP, en ingles) indicó en un comunicado que su entrada fue denegada, alegando “preocupaciones en la verificación de antecedentes”.

© Mosa'ab Elshamy (AP Photo/Mosa'ab Elshamy)
Além de ser considerada a Copa mais inclusiva da história, com a participação de 48 seleções nacionais, há outras curiosidades envolvendo a atual edição.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
A edição também inaugura outro marco: será disputada simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá, ampliando a dimensão territorial do torneio e a participação direta das torcidas em diferentes regiões.
A Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
A abertura oficial seguirá essa lógica ampliada. Pela primeira vez, haverá três cerimônias de abertura, uma em cada país-sede, conectadas por um conceito comum que une futebol, música e identidade cultural.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla, de acordo com a Fifa.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Com um número maior de seleções participantes (48 em vez de 32), a Copa de 2026 se torna a mais inclusiva de todas as Copas do Mundo. Serão 104 partidas, o maior número da história, distribuídas em 12 grupos com quatro equipes cada.
Avançam ao mata‑mata os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados, formando uma fase eliminatória com 32 times. Até o nome desta segunda etapa é uma novidade. Em vez de oitavas, será chamada de “Round of 32” (Rodada de 32).
Com isso, para ser campeã, a seleção vencedora terá de disputar oito jogos – um a mais do que no formato anterior.
Além de ser considerada a Copa mais inclusiva da história, com a participação de 48 seleções nacionais, há outras curiosidades envolvendo a atual edição.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
A edição também inaugura outro marco: será disputada simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá, ampliando a dimensão territorial do torneio e a participação direta das torcidas em diferentes regiões.
A Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
A abertura oficial seguirá essa lógica ampliada. Pela primeira vez, haverá três cerimônias de abertura, uma em cada país-sede, conectadas por um conceito comum que une futebol, música e identidade cultural.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla, de acordo com a Fifa.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Com um número maior de seleções participantes (48 em vez de 32), a Copa de 2026 se torna a mais inclusiva de todas as Copas do Mundo. Serão 104 partidas, o maior número da história, distribuídas em 12 grupos com quatro equipes cada.
Avançam ao mata‑mata os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados, formando uma fase eliminatória com 32 times. Até o nome desta segunda etapa é uma novidade. Em vez de oitavas, será chamada de “Round of 32” (Rodada de 32).
Com isso, para ser campeã, a seleção vencedora terá de disputar oito jogos – um a mais do que no formato anterior.

La primera vez que la FIFA anunció pausas de refresco en los partidos de un Mundial, en 2014, el asunto acabó en los tribunales. Los futbolistas, preocupados por el calor y la humedad de Brasil, no se fiaban de la FIFA, que dejó la decisión de cada partido al criterio de sus servicios médicos. Acudieron a un juzgado de asuntos laborales y lograron que las paradas se fijaran como automáticas en el minuto 30 de cada parte si se alcanzaban los 32 grados. Doce años después, la FIFA ha decretado pausas de hidratación de tres minutos en el 22 de todos los partidos del Mundial 2026, independientemente de las condiciones de temperatura y humedad. El movimiento, anunciado por el “bienestar de los jugadores”, apunta a un cambio esencial en cómo se juega el fútbol: de tener dos tiempos de 45 minutos, como desde 1897, a cuatro cuartos de unos 22.

© CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH (EFE)