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Socialistas pedem a Carneiro que suspenda eleições no PS/Coimbra e apontam ilegalidades

Militantes do PS, incluindo o histórico António Campos, pediram esta segunda-feira ao secretário-geral socialista que suspenda as eleições para a federação de Coimbra, denunciando “violação dos estatutos”, pagamento “massivo de quotas”, “ativação de sindicatos de votos” e cadernos eleitorais nulos.

Numa carta enviada a José Luís Carneiro, à qual a agência Lusa teve acesso, António Campos, Américo Batista (que é candidato a estas eleições para o PS/Coimbra) e Rui Moreira Claro denunciam “violações grosseiras dos estatutos e do regulamento internos” e consideram que isso torna “inviável a realização do ato eleitoral agendado para o próximo dia 20 de junho”.

“Razão pela qual se solicita ao camarada que imediatamente decrete a suspensão do mesmo, e seu adiamento, com a depuração dos Cadernos, nos termos estatutários, e a imediata participação ao Ministério Público – atenta a circunstância de se tratar de obrigação legal – dos elementos referentes ao pagamento massivo de quotas — por ser ilegal – para aferição das eventuais atividades de âmbito criminal, e dos seus agentes, tudo em nome da Democracia, Transparência e, finalmente, da Declaração de Princípios do PS”, defendem.

Segundo estes socialistas, para as eleições internas para a distrital do PS/Coimbra – à qual concorrem ainda Pedro Coimbra e Vitor Batista – tem-se “assistindo ao pagamento massivo de quotas em determinadas secções e concelhias”, com casos de “aumentos de pagamentos na ordem de 300%, face ao recente ato de eleição do secretário-geral”.

“Ora, os pagamentos massivos, e as afirmações sigilosas de camaradas que assumem que lhes pagaram as referidas quotas, e que apenas receberam telefonemas a indicarem onde votar, demonstram um fenómeno de adulteração das eleições por parte de algum, ou alguns dos candidato, com o intuito claro de defraudar as regras internas, e o livre exercício da cidadania e militância, além de impedir o debate e alternâncias decisivas para uma saudável democracia interna”, acusam.

De acordo cm estes militantes, trata-se de “ativação de sindicatos de votos, que visam assegurar que apenas os detentores de muito poder económico, poderão opor-se em fenómenos eleitorais internos”, indicando que esta situação “tem maior expressão nas três maiores concelhias” e “numa outra em que é militante e originário um candidato à liderança da Federação”.

“A situação relatada e reportada ao dia 03 do corrente mês (e notícias existem do agravamento da situação) apenas é possível por os cadernos eleitorais e de militantes se encontrarem em contravenção total com o disposto no Regulamento de Militância e Participação”, avisam.

De acordo com esta carta enviada a Carneiro, está prevista “a suspensão dos militantes com mais de dois anos de quotas por pagar, e que, depois de regularizado o seu pagamento, apenas 60 dias depois, poderá constar do recenseamento interno”, o que dizem que não acontece nos atuais cadernos.

“Ora, tais quotas estão a ser massivamente pagas, e a serem considerados como militantes e com plena capacidade eleitoral, quem, por força regulamentar, não o pode ser”, condenam

Para estes militantes “mais grave” é constarem dos cadernos “militantes com mais de quatro anos sem pagamento de quotas”, que deveriam “estar fora do recenseamento”.

“Quer isto dizer que os Cadernos de Militantes recenseados é absolutamente nulo, por inclusão de quem, nos termos estatutário ali não podia constar, e também por conferir direito de voto a quem apenas 60 dias apôs a regularização da sua situação contributiva, poderia exercer tal direito”, sintetizam.

António Campos, fundador do PS e próximo do ex-líder e Presidente da República Mário Soares, foi secretário de Estado em três Governos e deputado em várias legislaturas.

21h. Lista de clientes da Spinumviva já pode ser consultada

9 June 2026 at 21:16
Nesta nova declaração é possível perceber que o primeiro-ministro apresentou um pedido de oposição à consulta da matriz do seu património imobiliário. Ainda, o PS vai votar contra a PSU.

JPP requer estudo sobre a ligação marítima por ferry

8 June 2026 at 20:16
Um requerimento assinado pelo deputado do Juntos Pelo Povo (JPP), Filipe Sousa, relacionado com o estudo realizado pelo Governo central para a ligação marítima de passageiros e carga entre a Madeira e o continente, será votado esta terça-feira na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, diz o partido. Com esta iniciativa na Assembleia da República, […]

Movimentação de baiano pode destravar indicação de Messias no STF

8 June 2026 at 17:05
Uma movimentação envolvendo o ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), tem potencial de destravar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).Segundo o portal Platô BR, pelo desenho discutido nos bastidores, Dantas deixaria o TCU, abrindo uma vaga no tribunal de contas que seria ocupada pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), sem resistência da base governista. Em contrapartida, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) teria de aceitar Messias no Supremo.Ainda de acordo com a publicação, resta dúvidas se Pacheco estaria disposto a aceitar o acordo. Leia Também: ANOTA BAHIA Bruno Dantas recebeu homenagem do TCM em solenidade na capital baiana POLÍTICA Bruno Dantas toma posse no TCU e critica atos bolsonaristas POLÍTICA Câmara aprova Bruno Dantas para ministro do TCU Saída do TCUBaiano de Salvador, Bruno Dantas está prestes a deixar o Tribunal de Contas da União. Um dos destinos prováveis do ministro é a Avibras, empresa criada em 1961 e especializada em produtos e serviços de defesa, segundo a apuração do Platô BR.Enfrentando dificuldades financeiras, a Avibras voltou a operar no mês passado, após um acordo para pagamento de dívidas trabalhistas. Joesley Batista foi um dos que fizeram aportes financeiros. O sindicato dos trabalhadores defende a estatização da companhia.Apesar da forte possibilidade de Bruno Dantas migrar para a iniciativa privada, há no tribunal quem ainda acredite que ele siga no páreo para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, sobretudo pelas movimentações do atual presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, que mantém contato frequente com Lula.

Salvini beffato su Mps minimizza: “Sull’offerta di Intesa non c’è una posizione della Lega”. Perché l’operazione mette d’accordo (quasi) tutti

8 June 2026 at 19:41

A caldo il ministero dell’Economia si è limitato a un laconico comunicato con cui ha preso “atto delle iniziative su Mps di cui è stato informato, che riconoscono la valorizzazione della banca risollevata da una posizione pre fallimentare”. Matteo Salvini, invece, per una volta non commenta “scelte che competono al libero mercato”, spiegando che “non c’è una posizione né del partito né del governo”. Del resto, gradita o meno, l’offerta di Intesa SanPaolo sul Monte dei Paschi di Siena mette d’accordo quasi tutti. Giorgia Meloni e con lei – obtorto collo o meno – anche Giancarlo Giorgetti, appunto: se l’operazione andrà in porto, si dice, potranno dormire sonni tranquilli sulla sorte del risparmio degli italiani custodito dalle Generali, merce sempre preziosa, tanto più in tempi di guerra, che finirebbe nelle mani di un azionariato stabile, capitanato dalla banca di sistema per definizione. Pazienza se questo comporterà l’apertura di un nuovo fronte con Salvini, il quale proprio sulle banche era tornato a puntare i piedi in questi giorni, mentre da sempre sogna un futuro di gloria per il Banco Bpm che a suo tempo aveva raccolto i cocci della Credieuronord leghista e che oggi rischia di diventare una facile preda.

Il sogno si profilava ancora più glorioso nel caso di un matrimonio con Siena, la banca della finanza rossa affossata dalla politica e salvata dalla destra con i denari dei contribuenti. Che però, beffa del destino, se l’intervento di Intesa andrà in porto ritornerà da dove era venuta, nelle mani di un altro simbolo della finanza rossa, la Unipol di Carlo Cimbri, nome che tutto sommato mette d’accordo anche il Partito Democratico. Ma vagli a spiegare agli elettori di Salvini, della destra e pure del Pd che oggi Unipol a parte il simbolo forte dell’azionariato, ha ben poco di rosso e molto di salotto buono. Meglio fare buon viso a cattivo gioco e fare leva sull’italianità, che non a caso è stata in assoluto la parola più pronunciata all’indomani delle indiscrezioni, confermate, sulla mossa del numero uno di Intesa. Carlo Messina, come trapelato domenica, prima si mangerà tutto il boccone Montepaschi più Mediobanca, mettendo sul piatto 30,6 miliardi di euro tra azioni e contanti. Poi cederà al gruppo di Cimbri per massimi 3,5 miliardi quasi tutte le attività bancarie che non può possedere per motivi antitrust e terrà per sé esclusivamente Piazzetta Cuccia, inclusa la partecipazione più importante della compagnia di Trieste (“un investimento finanziario”) e tutti i titoli di Stato che sono nel portafoglio di Mps.

“Siamo convinti che chi ha la responsabilità di governare il Paese non possa che apprezzare l’operazione”, dice Cimbri precisando che “teniamo in considerazione tutto il governo non solo il ministero dell’Economia”. Il diretto interessato, invece, glissa quando gli chiedono delle reazioni del governo, ma si sofferma a lungo su quella che ritiene sia la valenza di sistema della sua operazione. “L’elemento qualificante di tutto questo – dice il numero uno della prima banca del Paese e deus ex machina del suo prossimo concorrente diretto – è che si crea la seconda banca italiana: con questa operazione, che consente a Unipol di acquisire la componente significativa Montepaschi fondendola con Bper, la dimensione della banca risultante diventa la seconda banca del nostro paese”. L’altro elemento qualificante, aggiunge, è che “parliamo di Intesa SanPaolo che mette in sicurezza” la filiera Mediobanca- Generali e complessivamente “si realizzano delle operazioni per cui il primo operatore già era l’unico operatore realmente italiano di dimensioni nel contesto del mercato italiano ed europeo, ma anche la seconda banca italiana è diventa una banca con un fortissimo azionariato italiano”. Ogni riferimento a Unicredit è puramente casuale. Ancora meno casuale è quello a Salvini quando Messina commenta le ultime tirate del leader della Lega sugli extra profitti bancari: “Una cosa dobbiamo dircela. Il debito pubblico italiano è finanziato principalmente dalle banche e dalle assicurazioni. Se si vuol fare la contabilità credo che non sia l’approccio migliore e non credo che sia corretto torna su questi temi ogni anno. Con questa operazione di Mps porteremo in Intesa anche tutti i titoli di Stato che sono in quella banca. E continueremo a sostenere il debito pubblico con la garanzia che lo sta facendo una realtà italiana”.

Non teme contromosse? Chi ha più soldi si faccia sotto, è la replica: “Questa è una operazione di mercato e non di potere. Se c’è qualcuno disposto a pagare un premio più alto allora amen. L’operazione deve creare valore per i nostri azionisti”. Già, gli azionisti. Secondo il banchiere i soci privati di Siena, leggi Caltagirone e Del Vecchio, considereranno la sua offerta “particolarmente attrattiva”. E se l’operazione andasse in porto “le nostre fondazioni azioniste scenderebbero al 16% mentre i soci privati Delfin e Caltagirone si aggirerebbero tra il 6-7%”. Tutti italiani, insomma. E poi, Del Vecchio permettendo, tutti insieme nelle Generali. Insieme a Unicredit.

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Salvini ammette per la prima volta la riorganizzazione della Lega: “Lavori in corso”. Ed esulta per le vittorie a Vignola e Comacchio

8 June 2026 at 18:55

Matteo Salvini conferma per la prima volta la possibile riorganizzazione della Lega. “Lavori in corso” dice ai cronisti prima di entrare all’Urban Mobility Council di Milano. Eppure soltanto tre giorni fa lo stesso leader leghista bollava le indiscrezioni sul nuovo assetto del Carroccio come “articoli privi di fondamento”.

Spinto dall’exploit del generale Vannacci e dalla fuoriuscita dei suoi deputati, il leader leghista accelera e mercoledì si potrà conoscere quale potrebbe essere il nuovo ruolo di Luca Zaia. Il leader leghista però non perde il buonumore ed esulta per le vittorie di Lecco, Arezzo Macerata, ma soprattutto per le vittorie in due comuni “che faranno meno notizie, ma hanno scelto di cambiare: Vignola e Comacchio”.

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Ballottaggi elezioni comunali, Meloni esulta: “Avanti così”. Schlein: “Ha problemi con la calcolatrice, ha vinto il centrosinistra”. Ecco tutti i numeri

8 June 2026 at 18:41

Hanno vinto tutti, come al solito. Ha vinto il centrodestra, che tiene Arezzo e Macerata e si prende Lecco. Ma ha vinto anche il centrosinistra, che trionfa – a sorpresa – ad Agrigento e si conferma a Chieti e Trani. E dunque, a stare a sentire i politici degli opposti schieramenti, c’è da festeggiare. Tuttavia a ben guardare le elezioni amministrative nel complesso non ha vinto né l’uno né l’altro. Sì, perché nei 118 comuni con più di 15mila abitanti al voto quest’anno tanto il centrodestra quanto il centrosinistra perdono sindaci. Chi vincono, quindi? I civici.

Tutti i risultati

L’elaborazione è pubblicata da YouTrend: dopo la tornata del 2026 il centrosinistra, in termini assoluti, porta a casa 50 città, 40 invece il centrodestra. Qual era la situazione prima del voto? Il centrosinistra aveva 59 sindaci, 42 il centrodestra. E dunque è boom per i candidati civici, che da 17 passano a 28.

Nei 18 capoluoghi di provincia il centrosinistra ne porta a casa dieci, sei il centrodestra e due i civici. E qui sì che per i due schieramenti c’è un miglioramento: il primo partiva da otto, il secondo da cinque. Dunque un piccolo incremento per entrambi. I ballottaggi di oggi, invece, dicono che c’è stato un sostanziale equilibrio: tre a tre, col centrodestra che ha strappato Lecco e il centrosinistra, come detto, Agrigento. Per Lorenzo Pregliasco di YouTrend “i capoluoghi confermano la tendenza del primo turno, di un certo equilibrio. L’affluenza registra un calo fisiologico di circa otto punti” e si conferma il “punto debole dei ballottaggio che tendono a vedere una partecipazione inferiore”. L’affluenza si è attestata al 52,07%, in calo di oltre otto punti.

Centrodestra vs centrosinistra

La presidente del Consiglio, Giorgia Meloni, nel pomeriggio ha fatto sapere, attraverso i social, che è soddisfatta del risultato, che conferma “ancora una volta la forza del centrodestra, la solidità della coalizione e il suo radicamento nei territori. Avanti così, con serietà e concretezza”. Per Antonio Tajani “il centrodestra vince moltissimi ballottaggi e si conferma la coalizione protagonista”. Soddisfazione anche per la Lega, con la ministra per la Disabilità, Alessandra Locatelli, secondo cui “la Lega vince a Lecco, Arezzo, Macerata e in tantissimi altri comuni e vince il centrodestra”, e con Matteo Salvini, che ha affidato ai social poche parole di circostanza, impegnato com’è nella gestione degli scossoni all’interno del partito e con una probabile riorganizzazione dei vertici.

A Meloni risponde prima Matteo Renzi, su X: “Nei comuni capoluogo è finita 10-6 per il centrosinistra. Sulla politica internazionale non ci hanno invitato a Londra. Sulla politica economica peggiorano debito, stipendi, bollette e produttività. E tu ci dici ‘avanti così?’ Chi si contenta gode, capisco. Ma così è troppo”. Poi tocca a Elly Schlein: “Vedo che continua ad avere problemi con la calcolatrice. Che si tratti di ammettere i troppo scarsi investimenti sulla sanità pubblica di questo governo o i risultati delle amministrative, il tentativo è sempre lo stesso: capovolgere la realtà. Quanto a noi, avevamo detto che i conti li avremmo fatti alla fine. Su 18 capoluoghi al voto, tra primo turno e ballottaggi, al centrosinistra vanno 8 sindaci e al centrodestra 6 sindaci. Belle vittorie a Agrigento, dove governavano loro, a Chieti e a Trani. Già al primo turno tra i comuni sopra i 15mila abitanti il centrosinistra ha vinto in 37 e il centrodestra in 25, cui si aggiungono numerosi comuni vinti in questo secondo turno, come la splendida vittoria di Molfetta. Al di là della propaganda di Meloni e Salvini, anche in questa tornata elettorale i numeri fotografano una chiara affermazione dell’alleanza progressista, con il Pd primo partito in gran parte del Paese”.

Sempre per i dem, c’è il responsabile organizzazione Igor Taruffi: “Alle vittorie di Mantova, Pistoia, Prato, Avellino e Andria al primo turno si aggiungono oggi Chieti, Trani e Agrigento al ballottaggio. Numeri ancora più chiari se si tiene conto dei risultati di altri due capoluoghi quali Salerno ed Enna già assegnati al primo turno in cui a prevalere non è stato certo il centrodestra”. E infine, il caso Molfetta, con Manuel Minervini di Rifondazione, sostenuto dal campo largo: “La vittoria netta del candidato del campo progressista è una nota particolarmente preziosa maturata in condizioni difficili ma che segnala l’affermazione anche del nuovo corso del Pd, che ha scelto di costruire l’alleanza progressista dicendo no a trasformismi e ambiguità”.

Il caso Vigevano e il No al referendum

A far parlare di sé, dopo il primo turno, era stata la seconda città più popolosa della provincia di Pavia – dopo il capoluogo – vale a dire Vigevano. E lo aveva fatto per il risultato oltre le aspettative del candidato di Roberto Vannacci, che correva senza simbolo (per ragioni organizzative), Fulvio Suvilla. Il candidato di Futuro Nazionale, infatti, aveva preso oltre il 14% dei voti, mentre Salvini aveva commissariato il partito dopo il disastro elettorale (il candidato del Carroccio è stato escluso dal ballottaggio). Nei giorni scorsi, Vannacci ha dato l’indicazione di non appoggiare nessuno, e di fare scheda bianca o nulla. Oggi ha vinto il candidato di Forza Italia, Paolo Previde Massara. E dall’analisi dei flussi elettorali di YouTrend, risulta che il 52% di chi aveva espresso il voto per Fuvilla è rimasto a casa, mentre il 41% ha dato la propria preferenza a Previde Massara.

Interessante un’altra elaborazione di YouTrend, che ha preso in considerazione il voto al referendum costituzionale dello scorso 22-23 marzo. Incrociando i dati tra le elezioni comunali e il referendum, emerge che il centrodestra “ha conquistato 25 comuni nei quali aveva prevalso il No. Al contrario, ci sono 6 comuni in cui aveva vinto il Sì ma in cui si è affermato il centrosinistra. Sebbene in questa tornata i comuni sopra i 15mila abitanti in cui il No aveva prevalso siano nettamente più numerosi rispetto a quelli in cui aveva vinto il Sì (91 contro 27), il dato evidenzia come il consenso raccolto dal No al referendum non si sia tradotto automaticamente in un sostegno ai candidati di centrosinistra alle amministrative”.

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CDU culpa Câmara de Santa Cruz pelo mau funcionamento do Mercado do Santo da Serra

8 June 2026 at 18:40
A CDU realizou domingo uma acção de contacto com feirantes e com o público que se desloca ao Mercado do Santo da Serra, onde responsabilizou a Câmara Municipal de Santa Cruz pelo mau funcionamento do mercado. As recentes obras de beneficiação do Mercado do Santo da Serra, que foram concretizadas a mando da autarquia, passado […]

PS pretende transparência na compra de gás natural liquefeito pela EEM e pede informações detalhadas

8 June 2026 at 18:01
O PS-M reforçou a sua exigência de transparência na compra de gás natural liquefeito (GNL) pela Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), ao apresentar um pedido de informação detalhado sobre todos os contratos que abastecem a Central Termoelétrica da Vitória III e sobre o concurso público recentemente lançado para fornecimento de gás natural. O Grupo […]

Brasil prorroga sobretaxação em produto dos EUA e isenta China

8 June 2026 at 16:46
O governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, oficializou a prorrogação da aplicação de “direitos antidumping” sobre as importações brasileiras de pirofosfato ácido de sódio (SAPP) originárias do Canadá e dos Estados Unidos. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 8, e terá validade por até cinco anos, ou seja, até 2031.O antidumping é uma ação governamental unilateral contra uma empresa específica ou várias empresas que praticam comércio desleal para se beneficiarem em outros mercados. Na prática, a medida do governo brasileiro prevê a manutenção de um imposto extra sobre um determinado produto e/ou sobre uma empresa de um país exportador com o intuito de tornar o seu preço mais próximo do “valor normal” ou de remover o dano aos produtos da indústria local. Leia Também: MUNDO Encontro entre Lula e Trump tenta reverter tarifaço de 37,5% ECONOMIA Brasil tenta acordo para evitar tarifa de 25% dos EUA sobre importações TARIFAÇO DOS EUA Indústria baiana prevê perda na petroquímica e ferroligas com tarifaço A ação foi adotada após investigação concluir que o fim das taxas sobre os EUA e o Canadá traria danos à indústria nacional. Um relatório com mais de 70 páginas, analisado pelo portal A TARDE, foi publicado no DOU junto à decisão.Em relação ao produto, o SAPP é utilizado em fermentos químicos em pães e bolos, além de estabilizante em produtos embutidos, como a salsicha.China ficou isentaDiferente das origens norte-americanas, as importações vindas da China tiveram a medida encerrada. O Departamento de Defesa Comercial (Decom) concluiu que não havia evidências de que os exportadores chineses retomariam a prática de dumping caso o direito fosse extinto, resultando na recomendação de não prorrogação para esta origem.O parecer do Decom afirma que, no caso dos EUA, por exemplo, as exportações americanas em 2024 foram quase 13 vezes maiores que o mercado total brasileiro.Já no caso da China, a análise do grupo “Xingfa”, o maior exportador individual para o Brasil em períodos anteriores, constatou que o valor normal do SAPP era inferior ao preço da indústria doméstica e das demais origens, o que afastou a probabilidade de retomada de dumping por parte da empresa e, por extensão, da China como um todo.Valores AplicadosOs direitos antidumping serão recolhidos na forma de alíquotas específicas fixadas em dólares estadunidenses por tonelada, com variações conforme o produtor e o país de origem:CanadáInnophos Canada Inc.: US$ 546,30/tDemais empresas: US$ 1.066,30/tEstados UnidosInnophos Inc.: US$ 418,13/tPrayon Inc.: US$ 734,28/tDemais empresas: US$ 734,28/tO produto e o setor de panificaçãoO pirofosfato ácido de sódio é um aditivo de grau alimentício essencial para a indústria de alimentos. Ele atua como fermento químico em pães e bolos, estabilizante e emulsificante em produtos cárneos (salsichas e embutidos) e lácteos, além de ser utilizado no tratamento de água e em rações animais.Segundo o relatório, o produto é considerado fundamental na indústria da panificação, pois controla a velocidade de liberação de gás carbônico (CO2), que promove a expansão da massa de pães, bolos e biscoitos. Foto: Divulgação Ainda no DOU, o Brasil também chegou a aplicar o antidumping sobre o leite em pó e derivados da Argentina e Uruguai, mas suspendeu a medida temporariamente por “interesse público”.A autoridade concluiu que taxar a importação deste insumo agora elevaria os custos de produção das padarias, gerando efeitos indiretos nos preços ao consumidor final em um momento de “sensibilidade inflacionária”.Agora, a Secretaria de Comércio Exterior iniciará uma avaliação formal de interesse público para estudar os impactos que a taxação teria na inflação e no bolso do consumidor. Somente após esse estudo o governo decidirá se a cobrança deve ser ativada ou se continuará suspensa.Tarifaço dos EUANeste mês de junho, o governo dos Estados Unidos anunciou que poderia realizar a aplicação de um “tarifaço” de 37,5% sobre os produtos brasileiros. A expectativa é de que, caso aplicada, a medida diminua o poder de compra das famílias brasileiras em até R$ 38 bilhões.As estimativas de mercado apontam que o impacto das medidas sobre o Produto Interno Bruto (PIB) deve variar entre 0,3 e 0,6 ponto percentual em 2026. Além disso, as projeções de crescimento para este ano, que antes oscilavam entre 1,2% e 1,7%, foram revisadas para baixo de forma generalizada pelo mercado após o anúncio das tarifas.Ainda segundo a pesquisa, os setores mais vulneráveis seriam os seguintes:Indústria de máquinas pesadas;Etanol;Transformadores elétricos;Madeira e granito trabalhado.Em um dos principais segmentos do país, o agronegócio, a carne bovina pode registrar retração de até 20% nas exportações para os EUA.

In Puglia neo-sindaci di Rifondazione e M5s. Acerbo: “Dopo Mamdani a New York, ecco Minervini a Molfetta”

8 June 2026 at 17:56

Uno di Rifondazione Comunista, l’altro del Movimento Cinque Stelle. Nel giorno in cui perde la sindaca di Foggia, dimessasi per tensioni interne alla maggioranza, il campo largo conquista due paesi della Puglia con due candidati “radicali”. Il ballottaggio delle amministrative consegna la guida del Comune di Molfetta a Manuel Minervini, eletto con il 67,47% dei voti, e quella di San Vito dei Normanni a Marco Ruggiero, con un successo al fotofinish. Entrambi vengono da partiti che rappresentano le ali “esterne” del centrosinistra.

Minervini, addirittura, è un esponente di Rifondazione Comunista. Alla fine, come raccontato da Il Fatto Quotidiano, era stato l’unica figura a riuscire ad aggregare l’intero centrosinistra per riprendersi una città che nel 2025 aveva visto la giunta decapitata da un’inchiesta che aveva coinvolto l’allora sindaco con l’accusa di appalti in cambio di voti. Ingegnere meccanico di 36 anni, il neo-sindaco fa politica da quando aveva 15 anni: era partito dall’associazionismo di base, poi aveva fatto parte nei movimenti contro l’austerità post-governo Monti e dal sei anni è in Rifondazione.

La sua affermazione ha fatto festeggiare il segretario del partito, Maurizio Acerbo, con un paragone a stelle e strisce: “Dopo Mamdani a New York la conferma che c’è voglia di sinistra viene dalla vittoria del nostro compagno Manuel Minervini a Molfetta. Si può vincere coinvolgendo i giovani e il popolo del No con idee chiare e di sinistra – ha detto – La corsa al centro e il trasformismo hanno aperto la strada alla destra. Intorno a un giovane candidato di Rifondazione Comunista come Manuel si è creato un movimento giovanile e popolare e un fronte costituzionale e democratico pieno di entusiasmo e partecipazione”.

Un centinaio di chilometri più a sud, in provincia di Brindisi, ecco un’altra sorpresa: la vittoria di Marco Ruggiero a San Vito dei Normanni. Espressione del Movimento Cinque Stelle, e sostenuto dall’intero centrosinistra, Ruggiero ha superato al ballottaggio il candidato del centrodestra Giacomo Viva con il 51,48% delle preferenze. San Vito era amministrato dal centrodestra con l’ex sindaca Silvana Errico, fuori dal ballottaggio in una guerra tutta a destra e una frattura che ha fatto sentire i suoi strascichi anche al secondo turno. Viva, infatti, era stato il candidato più suffragato al primo turno, con il 38%, ma è uscito sconfitto nella volata finale. “Da domani sono certo – ha detto il neo sindaco – metteremo da parte le posizioni avute. Il ballottaggio è un’elezione a se. Non bisogna dimenticare la bassa affluenza al primo e secondo turno. Sono tutti piccoli segnali che dobbiamo mettere insieme per poter programmare e coinvolgere la cittadinanza nelle politiche dei prossimi cinque anni”.

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JPP contesta opção do executivo de C. de Lobos: gastar 155 mil euros em comunicação e imagem

8 June 2026 at 16:38
O vereador do JPP na Câmara Municipal de Câmara de Lobos e deputado na ALRAM, Miguel Ganança, veio questionar a opção da autarquia em celebrar dois contratos na área da comunicação que, no conjunto, representam uma despesa pública na ordem dos 155 mil euros. Em causa estão um contrato para aquisição de serviços de fotografia, […]

La linea rossa per il Pd si chiama politica estera. Parla Petruccioli

8 June 2026 at 16:13

L’addio della vicepresidente del Parlamento europeo Pina Picierno al Partito democratico non è stata una sorpresa per Claudio Petruccioli, già presidente Rai ed ex dirigente storico della sinistra italiana. Evidenzia un malcontento che in tanti manifestano, spiega in una conversazione con Formiche.net, sia fuori che dentro il Pd. E c’è una “linea rossa” insuperabile che i riformisti devono tracciare, che è quella dell’europeismo e dell’atlantismo, oltre la quale non si può andare. Tradotto: il Pd non può inseguire le posizioni del Movimento 5 Stelle solo per tenere compatta la coalizione, perché a rischiare sarebbe l’Italia intera.

Cosa pensa dell’addio al Pd di Pina Picierno?

Non posso dire che mi abbia sorpreso. Però vorrei fare una premessa. Io non sono iscritto a nessun partito: sono un elettore e guardo alle cose con le preoccupazioni di un elettore. Nei prossimi anni saremo chiamati a scegliere chi governerà il Paese in una fase decisiva per l’Italia, per l’Europa e per il mondo. Eppure conosco molte persone che non sanno per chi votare. Da una parte c’è il centrodestra guidato da Giorgia Meloni, dall’altra un centrosinistra che appare diviso e nel quale la leadership politica sembra oscillare tra Elly Schlein e Giuseppe Conte. Molti elettori moderati e riformisti vedono limiti e inadeguatezze in entrambi gli schieramenti. In questo contesto si colloca la scelta di Pina Picierno. Non è la sola ad aver lasciato il Partito democratico negli ultimi anni e mesi, ma la sua uscita ha un significato particolare.

Perché?
Non ha detto di voler passare dall’altra parte, ha detto che così non si può andare avanti e che il problema non è soltanto vincere le elezioni, ma chiedersi con quale progetto di governo. A mio avviso ha posto una questione reale: la credibilità di un eventuale governo del campo largo su temi fondamentali come l’Ucraina e l’Europa. Sono due questioni strettamente collegate e per me rappresentano un criterio essenziale di scelta. Molti, anche tra coloro che condividono le sue preoccupazioni, le hanno posto una domanda legittima: “E dopo?”. Qual è la prospettiva politica che segue alla critica? È una domanda che vale per Picierno, ma vale anche per chi è rimasto nel Pd sostenendo che la battaglia vada combattuta dall’interno. Io penso però che il punto sia un altro.
Quale?
Qual è la linea rossa? Se il Pd riuscirà a correggere la propria posizione e ad affermare con chiarezza una linea europeista e atlantica, bene. Ma se questo non accadrà, fino a che punto i riformisti saranno disposti a seguirne la strategia? Perché la risposta che arriva dalla segreteria Schlein è sostanzialmente questa: per battere la destra bisogna tenere unita la coalizione, e quindi bisogna tenere conto delle posizioni di Conte. Ma il problema non è stare o non stare con Conte. Il problema è quale linea prevale nella coalizione. Se prevale una linea chiara sull’Ucraina, sull’Europa e sulla difesa europea, allora sarà Conte eventualmente a dover decidere se accettarla. Se invece, per tenere insieme la coalizione, il Pd continua a inseguire le posizioni del Movimento 5 Stelle, allora il problema diventa serio. Per questo la domanda “e dopo?” non riguarda soltanto Picierno. Riguarda anche chi è rimasto nel Pd. Se la linea politica non cambia, qual è il limite oltre il quale i riformisti non sono più disposti a seguire il partito?
Quindi la linea rossa da tracciare si chiama politica estera?

Per come la vedo io, sarebbe dannoso per l’Italia sia un altro governo della destra sia un governo del campo largo incapace di esprimere una posizione credibile e coerente sui grandi temi internazionali. I prossimi cinque anni saranno decisivi per il futuro dell’Europa e non possiamo permetterci ambiguità.

Arturo Parisi parlando con Formiche.net ha detto che con le vecchie identità si fa poca strada e che servono nuove riforme e nuovi riformatori all’altezza delle sfide del presente. Cosa ne pensa?

Sono d’accordo. Però cerco di partire dalle questioni più concrete. La domanda posta a Picierno (“e dopo?”) è giusta. Ma deve valere per tutti. Chi sostiene che bisogna restare nel Pd e cambiarlo dall’interno deve spiegare come intende farlo e soprattutto su quali contenuti. Prendiamo l’esempio più evidente: Ucraina, Europa e difesa europea. Qual è oggi la posizione del campo largo su questi temi? Qual è la posizione che dovrebbe avere un governo credibile per l’Italia e per l’Europa? Prima ancora di discutere di nuove identità politiche, bisogna dare una risposta a queste domande. Senza una risposta chiara, il problema della credibilità di governo resta aperto.

Picierno ha lanciato Spazio Pubblico, un movimento che ha ricevuto apprezzamenti da Calenda, Marattin e altri esponenti dell’area riformista ed europeista. Pensa che sia possibile mettere insieme queste realtà, al di là dei personalismi?

Se tutte queste persone, che su molti temi dicono sostanzialmente le stesse cose, riuscissero a costruire un’iniziativa comune, sarebbe certamente meglio della situazione attuale. Non penso che da sola sarebbe la soluzione di tutti i problemi. Bisogna essere realistici sui limiti di ciascuno. Tuttavia potrebbe rappresentare una presenza politica più forte e visibile, capace di costringere tutti gli altri attori a confrontarsi con questioni che oggi vengono spesso eluse. In questo senso sarebbe utile, perché introdurrebbe nel dibattito una voce capace di porre con chiarezza e determinazione problemi che molti elettori avvertono, ma che troppo spesso la politica preferisce non affrontare.

Loulé recebeu Seixas da Costa para uma reflexão sobre geopolítica internacional

8 June 2026 at 16:08

A Casa do Meio Dia, em Loulé, recebeu no passado sábado uma sessão de reflexão e debate dedicada à atualidade internacional, tendo como convidado o embaixador Francisco Seixas da Costa, uma das vozes mais reconhecidas da diplomacia portuguesa. Sob o tema “O Lugar de Portugal num Mundo Dividido”, a iniciativa reuniu um público atento e participativo para uma análise dos principais desafios geopolíticos que marcam o panorama mundial contemporâneo.

Com organização de Carlos Albino e João Guerreiro e apresentação/moderação da diretora do Jornal do Algarve, Luísa Travassos, a sessão decorreu num ambiente de proximidade e diálogo, permitindo aos presentes acompanhar uma reflexão alargada sobre as transformações em curso na ordem internacional, e os desafios que se colocam a Portugal num contexto global cada vez mais complexo e marcado por tensões políticas, económicas e estratégicas.

Ao longo da sua intervenção, Francisco Seixas da Costa recorreu à vasta experiência acumulada ao longo de décadas de carreira diplomática para enquadrar algumas das principais mudanças que têm vindo a redefinir as relações internacionais. A crescente fragmentação do sistema internacional, a emergência de novos centros de poder e as consequências dos conflitos que marcam diferentes regiões do mundo foram alguns dos temas que estiveram no centro da reflexão.

Após a exposição inicial, seguiu-se um período de perguntas e respostas que permitiu aprofundar várias das questões abordadas, num debate vivo e esclarecedor. As intervenções dos participantes versaram sobre a importância que o mar tem para o nosso país, sobre a desvalorização crescente do mundo mediterrânico e contribuíram para enriquecer a discussão, refletindo o interesse que os temas internacionais e a envolvência de Portugal nos mesmos continua a suscitar junto da comunidade.

Num tempo em que as questões geopolíticas assumem uma importância crescente na vida das sociedades, a sessão constituiu uma oportunidade para promover uma reflexão informada sobre o posicionamento de Portugal perante os desafios do século XXI. O encontro confirmou igualmente a vocação da Casa do Meio Dia como espaço de cultura, pensamento e cidadania, capaz de reunir personalidades de referência e público em torno de temas de reconhecido interesse público.

A sessão foi integralmente gravada, permitindo que todos os interessados possam acompanhar ou revisitar a reflexão promovida pela Casa do Meio Dia. O vídeo completo do encontro, incluindo a intervenção de Francisco Seixas da Costa e o debate com o público, encontra-se disponível AQUI.

Governo prepara linha de crédito para motociclistas de aplicativos

Logo Agência Brasil

O governo federal lançará uma nova linha de crédito para motociclistas de aplicativos financiar motos novas. A Move Motos seguirá a lógica do Move Aplicativos, lançada no mês passado para ajudar motoristas de aplicativos e taxistas a financiarem veículos.

A medida foi anunciada pela ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, na semana passada, durante reunião ministerial comandada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, Lula lembrou que todas as entregas do governo federal devem ocorrer até 3 de julho, em razão do calendário eleitoral.

Notícias relacionadas:

“Seguimos atuando para sustentar o crescimento e estimular o investimento produtivo.”

Miriam fazer balanço do programa Move Brasil, que também foi ampliado recentemente e visa à renovação da frota de caminhões, ônibus e implementos rodoviários.

No primeiro dia de operações, R$ 3,2 bilhões em crédito foram contratados pelo Move Brasil, dos R$ 21,2 bilhões colocados à disposição pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável por operar os recursos. No caso do Movo Máquinas Agrícolas, R$ 10 bilhões estão à disposição para micro e pequenos empreendedores turísticos.

Move Aplicativos

No caso do Move Aplicativos, 740 mil profissionais já atenderam aos requisitos para acessar a linha de financiamento com as condições mais favoráveis. A análise do crédito e contratação com os bancos começa em 19 de junho.

O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 30 bilhões para a compra de veículos por motoristas de táxi e de aplicativo. Os recursos serão repassados pelo Ministério da Fazenda ao BNDES, que também vai operacionalizar a medida.

Para se habilitar, o motorista precisa preencher cadastro na plataforma gov.br/movebrasil. Em um prazo de até cinco dias após o cadastro, o trabalhador será informado se poderá participar do programa.

Governo prepara linha de crédito para motociclistas de aplicativos

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O governo federal lançará uma nova linha de crédito para motociclistas de aplicativos financiar motos novas. A Move Motos seguirá a lógica do Move Aplicativos, lançada no mês passado para ajudar motoristas de aplicativos e taxistas a financiarem veículos.

A medida foi anunciada pela ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, na semana passada, durante reunião ministerial comandada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, Lula lembrou que todas as entregas do governo federal devem ocorrer até 3 de julho, em razão do calendário eleitoral.

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No primeiro dia de operações, R$ 3,2 bilhões em crédito foram contratados pelo Move Brasil, dos R$ 21,2 bilhões colocados à disposição pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável por operar os recursos. No caso do Movo Máquinas Agrícolas, R$ 10 bilhões estão à disposição para micro e pequenos empreendedores turísticos.

Move Aplicativos

No caso do Move Aplicativos, 740 mil profissionais já atenderam aos requisitos para acessar a linha de financiamento com as condições mais favoráveis. A análise do crédito e contratação com os bancos começa em 19 de junho.

O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 30 bilhões para a compra de veículos por motoristas de táxi e de aplicativo. Os recursos serão repassados pelo Ministério da Fazenda ao BNDES, que também vai operacionalizar a medida.

Para se habilitar, o motorista precisa preencher cadastro na plataforma gov.br/movebrasil. Em um prazo de até cinco dias após o cadastro, o trabalhador será informado se poderá participar do programa.

Deputado bolsonarista reage a post de Lula com camisa do Brasil

8 June 2026 at 14:44
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) afirmou que o presidente Lula (PT) está em desespero após postar uma foto, em seu perfil no Instagram, em que aparece vestido com a camisa amarela da Seleção Brasileira que será utilizada na Copa do Mundo.Na postagem, o mandatário aparece na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República, em Brasília, utilizando o uniforme do Brasil. Na legenda do perfil, ele escreveu: "O Brasil é dos brasileiros". Leia Também: MUNDO Encontro entre Lula e Trump tenta reverter tarifaço de 37,5% POLÍTICA Rejeição a Messias abre crise entre Lula e ministro do STF EM DISCUSSÃO Linha de crédito para entregadores pode ser lançada em breve por Lula A decisão de Lula em usar a camisa amarela com detalhes em verde representa uma tentativa de resgatar um dos símbolos nacionais que, nos últimos anos, foi visto como uma marca da extrema-direita no país.Na reunião ministerial realizada na última quarta-feira, 3, Lula determinou que os integrantes da Esplanada e as lideranças aliadas passem a vestir a camisa da Seleção Brasileira e adotem as cores verde e amarela nas agendas governamentais e, posteriormente, nos palanques da corrida presidencial. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Luiz Inácio Lula da Silva (@lulaoficial)EnganaçãoAo repercutir a postagem do presidente, Alden, que faz parte da base de oposição a Lula na Câmara dos Deputados, classificou a ação do petista como desespero em ano eleitoral.De acordo com o liberal, "a movimentação dos partidos de esquerda em abandonarem o vermelho e passarem a escolher as cores da bandeira nacional" é uma forma de enganar a população, especialmente os eleitores que desconhecem as pautas defendidas pela esquerda. Deputado federal Capitão Alden (PL-BA) - Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados “O patriotismo, o respeito aos símbolos nacionais e, principalmente, a defesa de Deus, Pátria, Família e Liberdade sempre foi e sempre será a marca do bolsonarismo", afirmou. "E jamais abrimos mão disso! Vamos alertar o povo de que quem sempre vestiu vermelho nunca deixará de defender ditaduras e o gradativo cerceamento da liberdade de expressão”, completou Capitão Alden.

Integrante da campanha de Lula confirma palanque duplo com Raquel e João

8 June 2026 at 14:09

Pela primeira vez, um nome de peso da coordenação da campanha de Lula no Nordeste afirmou diretamente que o presidente terá dois candidatos em Pernambuco. A declaração é de Wellington Dias (PT), ministro do Desenvolvimento Social e ex-governador do Piauí, em entrevista ao jornal O Globo publicada nesta segunda-feira (8). Senador licenciado, Dias foi escalado pelo próprio Lula para articular a estratégia eleitoral na região e deve se afastar do ministério a partir de julho, durante o período das convenções.

Confirmação

A afirmação de Dias não deixa margem para ambiguidade. "Lá temos o João Campos e a Raquel Lyra", disse ao Globo, listando Pernambuco ao lado de Maranhão e Paraíba como estados onde a estratégia do duplo palanque está em curso. O ministro ainda contextualizou a relação do PT com a governadora: Lyra se colocou como oposição em 2022, adotou neutralidade no segundo turno, mas parte considerável do campo petista permaneceu ao seu lado. O enquadramento é de cooptação progressiva, não de aliança consolidada.
A declaração tem peso político específico porque vem de quem vai coordenar a campanha. Não é mais leitura de bastidores nem sinalização difusa. É posição oficial de quem responde pela estratégia eleitoral de Lula no Nordeste.

Contexto

A confirmação chega em momento particular da disputa pelo Governo de Pernambuco. A pesquisa Datafolha divulgada em 28 de maio mostrou Raquel Lyra (PSD) com 48% das intenções de voto no primeiro turno, contra 43% de João Campos (PSB). É a primeira vez que a governadora aparece numericamente à frente do ex-prefeito do Recife em levantamento do instituto.

O dado é relevante porque antecede justamente o período em que o PSB apostava numa virada de cenário. As principais apostas estratégicas do campo socialista não produziram os resultados esperados. A migração em massa de prefeitos para o palanque de Campos nunca aconteceu. A governadora mantém influência sobre a esmagadora maioria dos gestores municipais do estado. O desgaste da máquina estadual, alvo de ofensiva parlamentar e discursiva do PSB nos últimos meses, também não apareceu nas pesquisas. Pelo contrário: a aprovação da gestão Lyra avançou de 60% para 67% no mesmo levantamento.

Variável

Restava, então, a terceira frente. O apoio exclusivo de Lula era tratado internamente no PSB como a única carta com potencial real de alterar o equilíbrio da disputa. Era a variável capaz de compensar as demais, de dar ao ex-prefeito do Recife o impulso necessário para superar uma governadora sentada na cadeira, com aprovação crescente e cobertura de prefeitos. A viagem de Campos a Brasília, em 28 de maio, foi lida nos bastidores exatamente como uma tentativa de pressionar Lula a definir posição.

O que circulou depois foi que nada havia mudado. E agora, com a declaração de Wellington Dias ao Globo, o cenário está formalmente posto: Lula manterá os dois palanques. A lógica do presidente é clara. Pernambuco é estado relevante para a disputa presidencial, Lyra administra um governo bem avaliado, e o PT não tem interesse em escolher entre dois aliados quando pode tentar abraçar os dois.

Pressão

A sequência dos últimos dias ajuda a entender o timing da declaração. Na semana passada, a Coluna do Estadão revelou que dirigentes do PSB, irritados com o que chamam de fogo amigo do PT, já descartam apoiar um nome petista à Presidência em 2030. A nota citou diretamente o cenário indefinido em Pernambuco como um dos motivos do mal-estar. Segundo o Estadão, após a reunião de Campos com Lula no Planalto, o presidente teria se comprometido a declarar palanque único no estado. O anúncio nunca veio.

A declaração de Wellington Dias ao Globo, publicada dias depois, é a resposta que chegou, mas não era a que o PSB esperava.

Afunilamento

A eleição em Pernambuco ainda está longe de ser decidida. O estado tem histórico de campanhas que mudam de direção com velocidade. João Campos é um político com capital eleitoral real, construído na Prefeitura do Recife, e tende a fazer uma disputa acirrada contra Lyra.

Mas o quadro atual é de estreitamento de opções para o ex-prefeito. Os prefeitos não migraram. O desgaste da gestão estadual não apareceu nas pesquisas. O apoio exclusivo de Lula não vai acontecer. As dificuldades, hoje, são maiores para ele do que para a governadora.

© reprodução

Lula com Raquel e João Campos no camarote do Galo da Madrugada
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