Normal view

French NATO jets shoot down drone over Latvia in country’s first intercept

8 June 2026 at 09:49

NATO Ukraine Russia war humanitarian intervention

French fighter jets operating under NATO's Baltic Air Policing mission shot down a drone over eastern Latvia on 8 June, the country's National Armed Forces (NBS) confirmed. The drone was intercepted over Nautrēni parish between Rēzekne and Kārsava, near Latvia's border with Russia.

It was the first time NATO jets had downed a drone over Latvian territory.

The intercept is the second in Baltic airspace since 19 May, when a Romanian F-16 shot down a stray Ukrainian strike drone over Estonia's Lake Võrtsjärv. Latvia's drone crisis has been the most politically destabilizing in the region.

A 7 May crash near the Rēzekne oil storage facility toppled the ruling coalition after Prime Minister Evika Siliņa forced Defense Minister Andris Sprūds' resignation.

Latvia described the drone as deflected by Russian electronic warfare

The NBS described the aircraft as "a foreign unmanned aerial vehicle that had flown into Latvia as a result of Russian electromagnetic warfare," Latvian public broadcaster LSM reported. A military spokesperson told Reuters the drone entered Latvian airspace from Russia.

Baltic defense ministries have previously identified drones entering their airspace as Ukrainian, knocked off course by Russian electronic jamming while targeting sites inside Russia. Estonian Foreign Minister Margus Tsahkna has argued Moscow deliberately steers those drones into NATO territory to erode Western support for Kyiv.

Several allied foreign ministers echoed that claim at a 22 May meeting in Helsingborg.

The NBS issued cell-broadcast alerts to residents in the Rēzekne, Ludza, Balvi, and Alūksne municipalities at around 09:20 local time. The threat level in Rēzekne and Ludza was raised to orange at 09:40.

The alert was lifted by approximately 10:30 after the drone was confirmed destroyed.

Drone also violated Moldova's airspace overnight

Separately, an unidentified drone violated Moldovan airspace overnight and exploded on impact, Yevropeiska Pravda reported. Authorities are examining the fragments.

The incident came a day after Moldovan President Maia Sandu instructed the government to draft legislation enabling domestic production of interceptor drones, citing repeated airspace violations linked to Russia's war on Ukraine.

Last week, 56 countries and the EU condemned a Russian drone violation of Romanian airspace at a UN Security Council emergency session requested by Bucharest.

Escalating incursions are reshaping Baltic security

The shootdown caps a month that has transformed how the Baltic states approach drone defense. Estonia activated its first border drone-detection sensors on 30 May.

Ukraine and Estonia expanded drone cooperation on 3 June. Latvia's armed forces commander General Kaspars Pudāns warned last week that Russia could exploit its drone advantage to attack the Baltics by the end of 2028.

European leaders have agreed to develop a "drone wall" along their eastern borders, and a US anti-drone system has been deployed to NATO's eastern flank. A NATO counter-drone testing range at Sēlija in central Latvia hosted European startup demonstrations on 26 May.

Larry The Cat ruba la scena al vertice tra Zelensky, Merz, Starmer e Macron ed esce per primo da Downing Street – Video

Larry The Cat il gatto di Downing Street numero 10 ha rubato la scena al vertice tra Zelensky, Merz, Starmer e Macron a Londra. Il gatto è uscito addirittura prima dei leader europei, mostrandosi a fotografi e telecamere.

Nel corso del colloquio, Zelensky ha illustrato la situazione sul campo di battaglia, evidenziando le pesanti perdite subite dalle forze di Mosca, che da cinque mesi consecutivi registrerebbero oltre 30mila tra morti e feriti ogni trenta giorni, secondo quanto riferisce Volodymyr Zelensky su Telegram. Not for sale.

L'articolo Larry The Cat ruba la scena al vertice tra Zelensky, Merz, Starmer e Macron ed esce per primo da Downing Street – Video proviene da Il Fatto Quotidiano.

Semana começa com frente fria e chance de tempestade no Sul do País

Logo Agência Brasil

Temporais acompanhados por rajadas de vento e chance até de granizo estão entre as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para praticamente todo o Rio Grande do Sul (incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre) e também para parcela dos territórios do Paraná e de Santa Catarina.

A frente fria no Sul do Brasil pode gerar outros dias de instabilidade durante esta semana. O Inmet chama atenção para cidades como Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas e Uruguaiana, onde há risco para chuva forte e possibilidade de granizo isolado. 

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Em Porto Alegre, por exemplo, há previsão de tempo encoberto para a semana inteira, com temperatura mínima de 14ºC. Curitiba também está com previsão de instabilidade e com temperatura máxima de 16ºC

Ainda nesta segunda, as chuvas devem chegar no oeste e interior de Santa Catarina, incluindo as cidades de Chapecó, Concórdia, Xanxerê e Lages.

No Paraná, os maiores riscos estão para as cidades do oeste, sudoeste e sul do estado, incluindo Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco.

Chuva e frio pelo País

O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.

No Sudeste, São Paulo (SP) deve ter temperatura mínima de 9ºC na terça (9), e Belo Horizonte, pode experimentar também o frio de 11ºC.

No Centro-Oeste, os brasilienses também podem sentir o frio de 11ºC nesta segunda e 13ºC, nesta terça. De quarta a sexta, a capital do Brasil deve ter muitas nuvens no céu.

 

Inmet tem alerta para tempestade no Sul nesta madrugada

Logo Agência Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) disparou um alerta de risco de tempestade para parte da região Sul nesta segunda-feira (8). O órgão avaliou que há perigo potencial a partir das 3h da próxima madrugada. 

Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos. 

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As áreas afetadas estão situadas principalmente no Rio Grande do Sul, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre. Além desse Estado, segundo o Inmet, devem ficar em alerta cidades do oeste de Santa Catarina e do sudoeste do Paraná. 

Riscos

O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).

O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.

Frances Haugen: ‘We are worse off today than when I leaked the Facebook documents’

In September 2021, The Wall Street Journal published the Facebook Files, a series of reports based on internal documents from the tech company that, among other things, showed its executives were aware of the harms Instagram and Facebook were causing young people. It was a bombshell. It triggered the biggest reputational crisis for Mark Zuckerberg’s company, which weeks later rebranded as Meta. The person behind it was engineer Frances Haugen, 42, who left her post at Facebook carrying 21,000 internal documents. The U.S. Senate summoned her to testify, and investigations were opened into her revelations.

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After the leak, Haugen moved from California to Puerto Rico. From there she runs an NGO that fights for transparency in social media.Haugen decided to reveal herself a month after the leak in a television interview.

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Engineer Frances Haugen poses at the Llotja de Mar in Barcelona, where she participated in the First International Conference on Digital Rights.

Câmara reduz apoio de 570 para 300 mil euros: Imortal Basket sem condições para manter projeto desportivo

7 June 2026 at 02:00

A Câmara de Albufeira vai reduzir o apoio financeiro ao Imortal Basket em quase 50%, de 570 mil para 300 mil euros, segundo o presidente Rui Cristina, que assume outras prioridades. Face a este corte, o emblema – que tem duas equipas nas ligas profissionais de basquetebol – diz não ter condições para manter o atual projeto desportivo.

Em comunicado divulgado na sexta-feira, a direção do emblema informou, «com profundo lamento», que, em virtude dos recentes cortes de apoio financeiro por parte do município de Albufeira, não dispunha «das condições financeiras necessárias para manter o seu projeto desportivo» na época 2026/2027.

O Imortal Basket sublinhou ter atingido, nos últimos anos, «um patamar de excelência inédito no panorama do basquetebol nacional», elevando o nome de Albufeira a «níveis nunca antes alcançados, tanto no género masculino, como no feminino».

O clube de Albufeira é um dos quatro emblemas que têm equipas nas duas ligas profissionais da modalidade, além de Benfica, Sporting e Esgueira.

Na temporada 2025/26, o Imortal conseguiu o 3º lugar na fase regular da Liga feminina – foi eliminado pelo BC Barcelos nos quartos de final do playoff – e o 6º posto na primeira fase da Liga masculina, em que foi travado pelo FC Porto, também nos quartos do playoff.

Apesar do «enorme engenho e esforço para encontrar soluções orçamentais época após época», com apoio de empresas turísticas do concelho de Albufeira, em «refeições, alojamentos e outras contribuições», o Imortal Basket salienta que «sempre foi claro que a sustentabilidade de um projeto desta dimensão na elite do desporto nacional dependia, consideravelmente, do apoio financeiro do município».

«Com a quebra deste suporte vital no momento atual, torna-se matematicamente impossível para a presente direção viabilizar a continuidade da atividade nos moldes atuais», refere o elenco diretivo liderado por Jorge Guerreiro.

O presidente da Câmara de Albufeira explicou, em recentes declarações aos jornalistas, que o apoio seria reduzido em quase metade, de cerca de 570 mil euros para 300 mil euros, justificando com a existência de outras prioridades na gestão municipal.

«Se eu quero realmente fazer obra e se eu quero fazer a diferença em Albufeira, eu tenho de ter dinheiro para reabilitar infraestruturas, requalificar estradas. E, para isso acontecer, vou ter de gerir o dinheiro de outra forma. Eu não retiro importância ao Imortal, muito pelo contrário, é o clube mais importante de basquetebol do Algarve. Mas quase 600 mil euros é um valor muito elevado», disse Rui Cristina.

O autarca eleito pelo Chega salienta que os clubes, associações e instituições de solidariedade social do concelho recebem «8,8 milhões de euros» anuais.

«Tem de haver umas certas reduções, mas sempre com equilíbrio, não querendo prejudicar ninguém. Vamos ter de fazer regulamentos para apoios financeiros nesta área, porque não existem», indicou.

Sul Informação
Foto: Pedro Lemos | Sul Informação

Dentro do bolo de 300 mil euros, Rui Cristina vincou que se pretende reforçar a parcela destinada à formação do Imortal Basket, também com a introdução de «escalões sociais», para apoiar os pais «que têm menos possibilidades» e assim deverão «pagar menos».

«Nós temos de perceber uma coisa. Nós vamos apoiar sempre a formação, até vamos fortalecer a formação. A parte sénior, tentaremos ajudar dentro das nossas possibilidades. Temos de nos adaptar à nova realidade, mas nada contra ninguém», afirmou.

A direção do Imortal Basket, que convocou para segunda-feira, dia 8 de Junho, uma conferência de imprensa, tem eleições para os novos corpos sociais agendadas para o próximo dia 17 de Junho.

«Independentemente de a atual direção considerar não haver as condições necessárias para dar continuidade ao rumo em curso, existe uma firme convicção no futuro da instituição», lê-se, no comunicado.

A expetativa, face aos «valiosos direitos desportivos de que o clube é titular», é que surja «um novo projeto» para «concretizar esses mesmos direitos, inscrevendo o clube para disputar os respetivos campeonatos nacionais».

Fundado em 24 de Junho de 2011 – por antigos atletas, técnicos, pais e dirigentes do Imortal Desportivo Clube –, o Imortal Basket Club conquistou 9 títulos nacionais e 26 títulos regionais na última década e meia, movimentando cerca de 250 atletas, femininos e masculinos, nos diversos escalões.

«É com profunda tristeza que a direção vê este percurso interrompido abruptamente por fatores exógenos à sua gestão desportiva e financeira, anexando o palmarés que espelha a glória construída em prol de Albufeira e do Algarve», conclui o emblema.

Foto de destaque: Imortal Basket / Facebook (Arquivo)

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Google Wants to Be the ID Checkpoint for Europe’s Internet

By: SGT
6 June 2026 at 20:00
by Ken Macon, Reclaim The Net: Google wants to sit between you and the growing list of websites that now demand proof of who you are. The company used its Money 20/20 Europe announcement to confirm that Google Wallet will start holding government digital IDs in select European Union countries this summer, with Ireland, Spain, France, Italy, […]

Le budget prévoyait + 38 milliards de dépenses, Lecornu passe au rationnement

Et si le gouvernement venait de réinventer, sans oser le mot, la carte de rationnement ? En demandant à ses ministres des « mesures supplémentaires de freinage de la dépense » pour absorber le coût de la guerre au Moyen-Orient, le gouvernement dit moins une politique d'économies qu'un aveu : la machine qu'on ne sait plus arrêter rationne désormais ses passagers.

Le budget prévoyait + 38 milliards de dépenses, Lecornu passe au rationnement
Le budget prévoyait + 38 milliards de dépenses, Lecornu passe au rationnement

Il existe, au fond des tiroirs de quelques familles françaises, des carnets de tickets jaunis que personne n'a jamais eu le cœur de jeter : pain, sucre, matières grasses. La France du rationnement les a conservés jusqu'en 1949 — quatre ans après la fin des combats, le temps que l'administration du manque veuille bien admettre que l'abondance était revenue. L'objet semblait mort, rangé entre la TSF et les actions russes. Il revient pourtant, dématérialisé, anobli, traduit en langue de Bercy. On ne dit plus ticket. On dit « freinage de la dépense ».

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Dans une lettre adressée à ses ministres, Sébastien Lecornu demande des « mesures supplémentaires de freinage de la dépense » pour absorber le coût de la guerre au Moyen-Orient — « au moins 6 milliards d'euros, à ce jour », selon ses propres termes : 4 milliards sur l'État, 2 milliards sur la sphère sociale. Et Bercy d'énoncer la règle du jeu : toute dépense nouvelle rendue nécessaire par la crise sera compensée « à l'euro près » par l'annulation d'une dépense prévue. La formule se veut martiale. Elle est surtout révélatrice.

Six milliards contre trente-huit

Prenons les deux récits en présence, car chacun mérite d'être entendu avant d'être renvoyé dos à dos. Côté gouvernement, on plaide le sérieux : une crise externe, un choc pétrolier, et un exécutif qui tient sa trajectoire en demandant l'effort à tous. Côté oppositions, on crie à l'austérité : l'hôpital, l'école, les collectivités paieraient la guerre des autres. Les deux camps jouent leur partition avec conviction, avec constance, avec un sens consommé du rôle.

Les deux oublient le même chiffre. Le budget 2026, promulgué le 19 février après trois recours au 49.3, prévoit 38 milliards d'euros de dépense publique supplémentaire, un déficit relevé en cours de route de 4,7 à 5 % du PIB, et une dette portée à 118,3 % du PIB en fin d'année. L'OFCE parle pudiquement d'un « déficit de compromis » ; l'iFRAP, plus crûment, d'un budget de renoncements. Six milliards de « freinage » contre trente-huit milliards d'accélération : le solde de l'année reste une augmentation massive, assumée, votée — ou plutôt non votée, puisque le 49.3 en a fait l'économie.

On ne freine pas un convoi qu'on vient soi-même de lancer à pleine vitesse. On en rationne les passagers.

Pourquoi la France, centre de votre patrimoine, est l’endroit le plus dangereux, par Vincent Clairmont
Le taux d’emprunt à dix ans de la France évolue autour de 3,9 %, avec un spread d’environ 75 points de base sur le Bund allemand — le double de l’écart de 2022. L’Agence France Trésor doit lever un montant record en 2026, supérieur au pic du Covid. La BCE devrait
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Réponse à une lectrice : Livret A, devises, Bitcoin, foncières — quatre précisions sur l’allocation Barbell, par Vincent Clairmont
Une lectrice m’écrit après la chronique de dimanche. Elle a mis en place une allocation Barbell pour son époux il y a un an, elle en est satisfaite, et elle pose quatre questions précises. Elles sont si justes — l’une d’elles relève d’ailleurs une incohérence réelle de ma part — que je
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La guerre, vieille complice

Bertrand de Jouvenel, écrivant Du Pouvoir dans l'immédiat après-guerre, avait décrit le mécanisme avec une précision d'horloger : chaque guerre hisse l'État sur un palier de prélèvement et de commandement dont il ne redescend jamais tout à fait. La crise passe, le palier reste. Je n'irai pas chercher de longues citations — l'idée se suffit : le Pouvoir ne rétrécit pas de lui-même, il profite de chaque urgence pour étendre ce qu'il tient, et quand l'urgence l'oblige à choisir, il ne choisit jamais contre lui-même. Il redistribue la contrainte vers le bas.

La lettre de Matignon en est l'illustration chimiquement pure. La guerre au Moyen-Orient coûte 6 milliards ? On ne suspend pas un programme d'agence, on ne ferme pas un guichet, on ne rend pas un périmètre à la société civile. On demande aux ministères de « freiner » — c'est-à-dire de faire payer la crise par les administrés, en bout de chaîne, sous forme de services réduits et de files allongées. Le palier, lui, est sanctuarisé.

Le frein est pour les autres.

Ce qu'on voit, ce qu'on ne voit pas

Appliquons au « freinage » la grille de Bastiat — ce qu'on voit, ce qu'on ne voit pas — qui n'a pas pris une ride.

Ce qu'on voit : un chiffre rond, une conférence de presse, un Premier ministre qui annonce des économies. Le mot « freinage » lui-même est une trouvaille : il suggère le geste du conducteur prudent, la maîtrise, le sang-froid dans la descente.

Bastiat, le libertarien du visible et de l’invisible !
Dans cette nouvelle livraison de la Liberty Academy, je passe en revue les éléments les plus importants de la philosophie du français Frédéric Bastiat. Essentiel pour comprendre la liberté.
Le budget prévoyait + 38 milliards de dépenses, Lecornu passe au rationnementVerhaeghe BriefingEric Verhaeghe
Le budget prévoyait + 38 milliards de dépenses, Lecornu passe au rationnement

Ce qu'on ne voit pas : que ces « économies » sont, pour l'essentiel, des moindres hausses. Contrepoints l'a relevé dès février : pendant que le gouvernement vantait sur X une « dépense publique en recul », les dépenses des administrations centrales passaient de 664 à 681 milliards d'euros. Le recul était un recul en proportion d'un PIB espéré, pas une soustraction. Et la Cour des comptes, dans sa note de février, a écrit l'autre moitié de la phrase : la modeste réduction du déficit 2025 — 161 milliards d'euros tout de même, 5,4 points de PIB — est « exclusivement » imputable à 23 milliards de hausses d'impôts. Exclusivement. Pas un euro de l'effort n'est venu de la dépense ; tout est venu du contribuable. Faut dire que c'est plus commode : le contribuable, lui, ne fait pas grève.

Je suppose qu'il se trouvera, dans les cabinets, des gens sincères pour défendre la règle de compensation « à l'euro près ». Mais cette règle ne s'applique qu'aux dépenses nouvelles — la base, les quelque 1 700 milliards de dépense publique annuelle, près de 57 % du PIB, reste hors du champ du frein. On rationne le supplément. Jamais le banquet.

Une tradition française

Ce n'est pas nouveau ; à le bien regarder, c'est très français. Le plan Barre de 1976 promettait la rigueur ; le tournant de 1983 la promettait encore ; le plan Juppé de 1995, la RGPP de 2007, les pactes et rabots des années 2010 l'ont promise tour à tour, sérieusement, solennellement, presque pieusement. Un demi-siècle de freinages successifs — et au terme de ce demi-siècle de freins, la dépense publique est passée d'environ 40 % du PIB au milieu des années 1970 à 57 % aujourd'hui. Aucun pays au monde n'a freiné si fort pour accélérer autant.

La constante de ces épisodes n'est pas l'échec comptable, qui se discuterait. C'est le vocabulaire. Jamais « réduction », qui obligerait à dire ce qu'on supprime. Jamais « retrait », qui obligerait à dire ce qu'on rend. Toujours des mots de mécanique douce — freinage, maîtrise, modération, rabot — qui décrivent une intention sans engager une politique, et qui permettent à chaque gouvernement de tenir le rôle du gestionnaire rigoureux pendant que la machine, sous lui, continue sa soûlographie budgétaire. Nous avons changé les mots à chaque décennie. Nous n'avons pas changé la pratique.

Pendant ce temps

Pendant que Paris débat de six milliards, les créanciers, eux, recomptent. L'Insee décrit un « nouveau choc pétrolier » et un net regain d'inflation ; la Banque de France abaissera mi-juin sa prévision de croissance ; la BCE, face à une inflation de zone euro remontée à 3,2 %, s'apprête à relever ses taux le 11 juin. Or la Cour des comptes le rappelle dans la même note de février : la France aborde cette séquence avec le déficit le plus élevé de la zone euro, le troisième stock de dette — 3 465 milliards d'euros fin 2025 — et un ratio qui monte quand celui de nos voisins descend. Chaque quart de point de taux supplémentaire se transformera, année après année, en milliards d'intérêts — des milliards qu'aucune lettre de Matignon ne pourra « freiner », parce qu'on ne négocie pas avec une courbe de taux.

Le vrai freinage ne viendra peut-être pas de Matignon. Il viendra du marché obligataire, qui ne publie pas de circulaires.

Comment sortir légalement son épargne de France ? par Vincent Clairmont
Face à l’arrivée de l’euro numérique et à l’effondrement de nos finances publiques, Vincent Clairmont explique comment, légalement, placer son épargne hors de la zone euro, c’est-à-dire COMMENT CHANGER LÉGALEMENT DE JURIDICTION. Le 17 octobre 2025, Standard & Poor’s a abaissé la note souveraine de la France de AA– à A+
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Le budget prévoyait + 38 milliards de dépenses, Lecornu passe au rationnement

Dernier mot

Une société libre ferait l'inverse exact de ce qui s'annonce. Elle commencerait par nommer : non pas « freinage », mais choix — dire quelles missions l'État abandonne, quels organismes il ferme, quels périmètres il rend à la société. Elle distinguerait la soustraction réelle de l'addition ralentie, et publierait l'une et l'autre sans les confondre. Elle admettrait surtout qu'un pays qui consacre 57 % de sa richesse à la dépense publique n'a plus d'amortisseur quand le choc externe arrive — et que c'est cette absence d'amortisseur, non le pétrole, qui le rend fragile.

Rien de tout cela ne sera fait, je suppose, et les Français le sentent confusément — ils regardent monter la dette comme on regarde monter une crue, depuis le pas de la porte, en se demandant jusqu'où l'eau viendra cette fois. Mais le lecteur de ces colonnes n'est pas condamné au pas de la porte. Ce que l'État appelle freinage, chacun peut l'appeler par son nom — rationnement — et en tirer la conséquence pratique : ne pas attendre de la machine qu'elle se réforme, et construire, à son échelle, par son travail, par son épargne, par ses choix de vie, l'indépendance que la dépense publique promet et ne livre jamais. Les tickets de 1949 ont fini dans les tiroirs. Reste à savoir ce que nos petits-enfants y trouveront de nous.

Il ct Luca Banchi: “Ben venga Nba Europe, ma si conservi la passione dei nostri palazzetti. I ragazzi che giocano a Marano senza il ferro? Si curino i campetti, lì nasce il talento”

6 June 2026 at 08:00

“Il Fatto a spicchi” è la rubrica dedicata a chi ama il rumore dei rimbalzi e il fischio delle suole sui parquet dei templi del basket o sul cemento dei campetti di quartiere, a chi non rinuncia a giocare con gli amici neppure se più vecchio e meno tutto di Lebron o a chi vorrebbe farlo senza rompersi le ossa, a chi sogna di diventare campionessa o campione, a chi si commuove quando la figlia o il figlio fanno canestro in palestra e poi nella vita. Perché il basket può essere una scuola di vita. Vediamo come con grandi personaggi che ne hanno fatto e ne fanno la storia in Italia. Sesta puntata

Prima puntata: Datome
Seconda puntata: Capobianco
Terza puntata: Sottana
Quarta puntata: Bufacchi
Quinta puntata: Linton Johnson

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Luca Banchi, 60 anni, spirito da ragazzino, vive in simbiosi con la pallacanestro da sempre, ed è uno dei migliori coach in circolazione. Ha allenato negli Stati Uniti, in Russia, in Grecia, in Turchia, in Francia, in Germania e top team italiani tra Milano, Bologna e Siena. Oggi siede sulla panchina azzurra dopo un’esperienza epica su quella della nazionale lettone, dove è riuscito a mettere in fila 24 vittorie su 25 partite nei tornei di qualificazione e il miglior risultato di sempre col quinto posto al campionato del mondo. Parlerebbe di pallacanestro per ore senza fermarsi ed è un piacere ascoltarlo, piacere che qui proviamo a riproporre ai lettori nella necessaria sintesi di un’intervista.

Qual è il valore che il basket le ha dato?
Il fortissimo senso di appartenenza a qualcosa che è molto più grande di me. Partecipare a qualcosa che va ben al di là dell’affermazione di sé: il risultato della squadra, i cui progressi come gruppo sono un valore maggiore della gratificazione individuale. Per questo motivo mi sono attaccato a questo sport in un’altra veste una volta che ho smesso di giocare. Il legame era troppo forte e all’epoca, avevo appena diciotto anni, per prendere il patentino di allenatore bisognava per regolamento arbitrare per ventiquattro mesi almeno quaranta partite l’anno. Era positivo perché in un territorio vasto come la provincia di Grosseto in questo modo si riusciva a dare regolare copertura ai campionati giovanili. E, personalmente, mi ha aiutato molto a capire le problematiche dell’arbitraggio e mettermi in quei panni, rendermi conto della gestione del ruolo dell’arbitro rispetto al pubblico, ai genitori soprattutto, ed è stato molto utile per la successiva esperienza da allenatore. In quei momenti, in quegli anni, ho percepito che la pallacanestro era parte della mia vita a prescindere dal ruolo.

E cosa le hanno insegnato gli anni successivi da allenatore?
Che la qualità del lavoro di un istruttore di bambini e ragazzi non la misuri dal numero di partite vinte, ma dal numero di atleti che fai ereditare alla categoria di età successiva, a quanto riesci ad allargare la base dei partecipanti e quanti di questi giovani contribuisci a far rimanere nel movimento della pallacanestro: come futuro ct della nazionale, come dirigente sportivo, come genitore che possa indirizzare il figlio al basket pensandolo come il posto migliore in cui stare.

Archivio FIP/Ciamillo-Castoria
Archivio FIP/Ciamillo-Castoria

Ci sono le finali under19 eccellenza domenica 7 giugno a Roma, negli ultimi anni sempre vetrina di nuovi talenti, e sono in corso le conclusive spettacolari serie per lo scudetto, ma si parla molto di titoli sportivi ceduti, società che spariscono e altre che dovrebbero nascere. Sullo sfondo il sogno o lo spauracchio di Nba Europe. Qual è lo stato di salute della pallacanestro italiana?
Nell’ultima stagione ci sono stati episodi capaci di gettare discredito sull’intero movimento, con Serie A e A2 che hanno perso una squadra a stagione in corso. Ma non si può ridurre solo a questo lo stato di salute della nostra pallacanestro. Le categorie giovanili continuano a sfornare ragazzi di grande talento e prospettiva e ci sono dei fiori all’occhiello di cui farci vanto: presenza diffusa sul territorio e organizzazione. Le finali under19 in questi ultimi anni stanno trovando a Roma un palcoscenico capace di esaltare l’evento e impreziosirlo sempre di più: al clinic per allenatori con Zeljko Obradovic c’erano quattrocento giovani coach in apertura di manifestazione… In generale a livello di nazionali giovanili mi pare si ottengano spesso risultati positivi, sia a livello maschile sia femminile e c’è un grande impegno della Fip per dare impulso alle attività per le ragazze e ottenere numeri più elevati di partecipazione. Rispetto ai titoli sportivi trasferiti bisogna dire che il regolamento lo concede e che nessun aspetto di quelle operazioni viola l’etica sportiva. Il basket ha costi sempre più importanti, certo capisco che la delusione sia tanta se realtà con grandi tradizioni vedono scomparire la propria squadra, c’è la passione e c’è il cuore, ma purtroppo non bastano per mantenere in piedi un’impresa sportiva sostenibile. Dove accade, dove appunto squadre di grande tradizione scompaiono, non bisogna affliggersi, nella consapevolezza che le rinascite e il ritorno al vertice sono percorsi possibili: penso a quanto è successo a Bologna, Treviso, Torino… Nella nostra Serie B nazionale, la terza divisione italiana, abbiamo realtà rinate come la Juve Caserta, la Virtus Roma, la Pielle Livorno, Montecatini; queste compagini, se trovano nella presenza dei tifosi e nella gestione sostenibile del club pilastri solidi, sono destinate a ritornare protagoniste ad alti livelli.

Quindi Nba Europe potrà far bene al movimento?
Mi pare che ci sia questa volontà di Nba di estendere il marchio nel nostro continente e credo che l’operazione possa riuscire molto bene se si terrà conto delle peculiarità europee, della passione che si vive nei nostri palazzetti. A proposito di palasport, l’arrivo qui di Nba credo possa far fare un salto di qualità alle strutture. E in Italia qualcosa si è già mosso a prescindere, non vedo l’ora di vedere i nuovi impianti avveniristici che dalla prossima stagione avremo a Cantù, Venezia e Bologna. E ipoteticamente anche a Roma, tra ritorno al PalaEur e copertura del Centrale del Foro italico. In ogni caso penso che Nba Europe possa funzionare se sapranno creare una sinergia con Fiba ed Eurolega.

Nazionali. Nei tre più popolari sport di squadra stiamo tra il disastro del calcio fuori per tre mondiali consecutivi alla pallavolo con maschile e femminile contemporaneamente campioni del mondo. L’Italbasket sta un po’ nel mezzo, cosa possiamo aspettarci dai suoi azzurri? Si può sognare?
Difficile fare dei confronti. Nel caso del calcio tutti i campionati si fermano a livello mondiale per le finestre di qualificazione delle nazionali, tutte le federazioni riconoscono la Fifa. Però anche loro hanno pochissimo tempo come noi per radunare le squadre e organizzare allenamenti. Noi in più conviviamo con realtà come Nba, Wnba ed Eurolega i cui calendari non coincidono con gli impegni delle nazionali. Abbiamo giocato un match con la nazionale, fondamentale per la qualificazione ai mondiali (in Qatar dal 27 agosto al 12 settembre 2027), preparato con i giocatori della Virtus Bologna che sono arrivati a Livorno subito dopo la partita a Barcellona per poi venire con noi a Newcastle. I club spesso percepiscono le gare delle nazionali come una minaccia per l’integrità fisica dei giocatori. Bisognerebbe sedersi a un tavolo con federazioni e leghe e ragionare su calendari meno fitti. Adesso io devo lavorare con finestre per le qualificazioni che consentono al massimo tre allenamenti, impossibile dare una identità di squadra in così poco tempo a giocatori che non hanno alcun vissuto comune. Nel volley è un altro discorso, oltre al grande talento di giocatori e giocatrici e ad allenatori favolosi, bisogna osservare come l’attività delle nazionali sia al centro e come i campionati dei club siano disegnati in funzione di quelle attività: la nazionale maschile è stata assieme tre mesi per il mondiale vinto. Un territorio che per noi nel basket è totalmente sconosciuto. Ma conosco il contesto in cui siamo e ci combatto ogni giorno, in ogni caso dobbiamo sapere che i risultati delle nazionali non indicano lo stato di salute del movimento sportivo.

É virale un video di ragazzi che giocano in un campetto privo del ferro del canestro a Marano di Napoli. Giocano lo stesso, lo immaginano. Si legge degrado o si legge forza dello sport?
É talmente forte l’amore per lo sport che non lo ferma il degrado degli impianti all’aperto. Non è solo carenza, ma anche scarsa cura e qui mi appello alle amministrazioni locali: mettetecela la cura perché dal piacere di giocare all’aperto nei nostri sport di squadra sono emersi i più grandi talenti. Per giocare a calcio è sempre bastato un parcheggio, un pallone sgonfio e due sassi grandi per immaginare le porte. Per giocare a pallacanestro basta disegnare un bersaglio sul muro e non serve la palla a spicchi di ultima generazione. Ma curiamoli questi campetti all’aperto, coccoliamo i nostri talenti dove è possibile.

Qual è l’errore che un genitore non deve fare portando al minibasket i figli?
Parlerei piuttosto di quello che devono fare: partecipare e sostenere! I genitori sono una risorsa indispensabile per far funzionare le cose. Non demonizzo la loro presenza, non tutti i ragazzi hanno le risorse per vivere lo sport in autonomia dalle famiglie. Anzi, alimentate il loro entusiasmo, certo senza intromissioni tecniche, ma partecipate e restate vigili. Lo sport deve essere inteso per i ragazzi come legato a una collettività che si muove insieme e a un divertimento. Il ruolo dei genitori, ripeto, è fondamentale.

L'articolo Il ct Luca Banchi: “Ben venga Nba Europe, ma si conservi la passione dei nostri palazzetti. I ragazzi che giocano a Marano senza il ferro? Si curino i campetti, lì nasce il talento” proviene da Il Fatto Quotidiano.

How social media platforms keep students hooked: Notifications during school hours and paid ‘teen ambassadors’

TikTok executives decided not to disable notifications during school hours, ignoring recommendations from their own safety team, and paid millions of dollars to parents’ and teachers’ associations to promote the social network in schools. Snapchat sent alerts to teenagers while they were in class urging them to share what was happening in the classroom. Google executives knew that YouTube was recommending videos to students during the school day that were unrelated to their lessons. Meta paid “teen ambassadors” to promote Instagram and hand out gifts to their classmates.

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© JUAN BARBOSA

A group of teenagers with their cell phones.

Brunson è inarrestabile, Towns è prezioso: così i Knicks si prendono a sorpresa il fattore campo | NBA Freestyle

5 June 2026 at 15:53

Implacabile Jalen Brunson

Più che una mano sinistra, ha un cobra incantatore collegato al braccio. Che si piega, si attorciglia, si contorce in entrata per trovare la giusta angolazione di tiro, anche all’interno di fitte selve di braccia protese. Velenoso in palleggio arresto e tiro, velenoso in avvicinamento. In una finale NBA, non si vedeva un go to guy (giocatore a cui passare la palla quando il tiro conta per davvero…) con queste (ridotte) dimensioni dai tempi di Allen Iverson. Solo che The Answer saltava un metro e mezzo da fermo, cambiava direzione in palleggio alla velocità di uno Space Shuttle, correva i 100 metri tipo campione olimpico. Jalen Brunson invece non è particolarmente esplosivo, non ha un grande stacco da terrà, non palleggia come Kyrie Irving.

Eppure, per certi versi, è inarrestabile come marcatore. Ha esordito in finale portando i Knicks a una clamorosa vittoria in trasferta, appropriandosi del fattore campo. Sta tirando così e così in questi playoff da tre, circa 34%, cosa che non gli ha impedito di metterne 30 (con 2 su 9 da tre) in gara 1 e di decidere nei momenti finali la partita. Sa usare il piede perno quasi come un centro degli anni ’90, solo che è dotato di un senso del canestro sovraumano, che gli fa trovare comunque una soluzione accettabile, anche quando è in affanno e il difensore riesce a non farsi confondere dalle finte. Perde un po’ troppi palloni, ma dalle sue mani passa una mole di gioco impressionante. Ha un cuore grande così, per questo New York lo ama alla follia. Pensa se riuscisse a portare davvero il titolo nella Grande Mela dopo 53 anni.

Karl-Anthony Towns, era ora

Quando arrivò a Minnesota, prima scelta nel Draft del 2015, si pensava a un “modesto” incrocio tra il Chris Webber visto a Sacramento e il Brad Dougherty visto purtroppo per poco tempo a Cleveland. Ah, con l’aggiunta di un tiretto da fuori niente male, cosa buona e giusta per un lungo in una NBA già all’epoca ampiamente influenzata dagli “sparatutto” di Golden State. Invece le stagioni passavano, mentre Karl-Anthony Towns rimaneva sempre lì, in mezzo al guado. Troppo forte (e bravo tecnicamente) per essere un semplice secondo violino. Caratterialmente non adatto a fare la superstar e a trainare con sé un’intera franchigia.

Dilemmi ormai superati. Towns non è né l’una né l’altra cosa, dopo oltre dieci anni nella lega si può dire con ragionevole certezza. Towns è semplicemente un centro molto dotato, con una gran mano, che può mettere palla a terra, e che inserito in un sistema vincente, organizzato, con le giuste gerarchie, può fare spesso la differenza. In questi playoff, l’ex giocatore dei Kentucky Wildcats ha giocato un basket davvero molto solido. In gara 1 delle finali, è stato importante per la vittoria tanto quanto Brunson. Con la sua mano da fuori (46,8% in questi playoff), Wembanyama lo ha costantemente marcato faccia a faccia sul perimetro (allontanandosi da canestro). Il centro dei Knicks ha colto così tutte le occasioni che poteva per bruciare il francese in penetrazione, con partenza incrociata o stessa mano stesso piede, e finire quasi sempre al ferro. Ha chiuso la partita con 18 punti e 12 rimbalzi. Molto prezioso.

Victor Wembanyama: c’è spazio per migliorare

È lungi dall’essere ancora un giocatore completo. Ci mancherebbe, ha appena 22 anni. Ha ampi margini di miglioramento e tanti aspetti del gioco su cui deve lavorare alacramente. Proprio per questo, Victor Wembanyama fa così tanta paura. Attenzione, parliamo sempre di un giocatore che – salvo disgrazie – dominerebbe la lega nel corso dei prossimi dieci anni così com’è. Senza aggiungere una virgola. Ma perché negarsi l’opportunità di dominare anche l’Universo? Nella prima gara persa contro i Knicks, Wembanyama ha segnato 26 punti, tirando non benissimo sia dal campo (6 su 21) che da fuori (2 su 9).

Tra le cose su cui lavorare, emerse anche in questi playoff, potrebbe esserci per esempio il gioco in post basso. Al momento, il francese predilige attaccare da posizione frontale e anche quando riceve spalle a canestro sfrutta il perno per girarsi. Poi cerca di tirare in testa al difensore, fare jab step, oppure penetrare dal palleggio, quando non riceve sull’arresto a due tempi e la spara da fuori. Sviluppare un gioco più solido e meno occasionale in post, gli permetterebbe di aggiungere un’ulteriore dimensione al proprio basket, di essere meno prevedibile, di rifugiarsi (lui, che è 2.26) nei pressi del canestro tutte le volte che magari non trova ritmo al tiro.

Potrebbe studiarsi, per dire, i video di Alonzo Mourning. Capirebbe come l’ex centro di Charlotte e Miami riusciva a prendere posizione, muoversi sul perno in base alle reazioni del difensore, e tirare un semigancio di rara bellezza ed efficacia, dando un punto di riferimento costante ai passatori sul perimetro. Altro aspetto migliorabile? Beh, anche rinforzare la parte bassa del corpo non gli farebbe certo male. Talvolta, infatti, in penetrazione, se l’avversario riesce a limitarlo verticalmente, Wembanyama sembra faticare fisicamente a concludere e sembra che gli manchi un po’ di potenza nelle gambe. Dettagli, eh. Ma questo qui ha la testa, la serietà e l’atteggiamento giusto per andare avanti e non lasciare nulla al caso.

That’s all Folks!
Alla prossima settimana.

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A Marano dei ragazzini giocano a basket senza canestro: il video simbolo di passione e degrado

5 June 2026 at 15:20

Non c’è il ferro. Non c’è la rete. Del canestro a Marano di Napoli c’è solo la base e il tabellone. Eppure ogni pomeriggio, nel campetto in questione, un gruppo di ragazzi continua a giocare a basket come se nulla mancasse. Palleggiano, costruiscono azioni e tirano verso un bersaglio invisibile, affidando all’immaginazione ciò che il degrado ha portato via. Ha fatto il giro del web il video che mostra 7 ragazzi palleggiare e tirare a canestro, ma senza il ferro: “Abbiamo una regola: per segnare si colpisce la parte interna del quadrato nero”, dice uno de ragazzi. È stato condiviso da “La Giornata Tipo”, pagina social che si occupa di basket.

Immagini che sono il simbolo della passione e dei campetti degradati, ma che fanno riflettere: si dice spesso che i giovani non giochino più per strada – calcio, basket o qualsiasi altro sport che sia -, ma poi le condizioni in cui sono costretti a giocare sono queste. “La loro passione per lo sport mi ha colpito. Per questo ho deciso di riprenderli e di diffondere il filmato: volevo mandare un messaggio di speranza“, riassume Francesco Calabrese, l’autore del video, in una dichiarazione pubblicata dal Corriere della Sera.

Da quel video, qualcosa si è mosso. Diversi i personaggi del mondo dello sport che si sono fatti avanti per capire se, e come, poter aiutare. Da Giovanni Malagò all’ex cestista Andrea Bargnani, fino alla Federazione Italiana Pallacanestro. E si è mosso anche qualcosa nel Comune, che in una nota ha comunicato “l’accelerazione ai previsti lavori di riqualificazione e ammodernamento“, che cominceranno il 10 giugno con un finanziamento di 200 mila euro.

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