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Primeira “vacina universal” concebida por IA testada em humanos

By: AFP
6 June 2026 at 10:00
A vacina experimental pretende atingir um vasto leque de vírus, incluindo os responsáveis por surtos mortais como a SARS, a MERS e a covid-19. Os investigadores esperam que este tipo de vacina possa, um dia, ajudar a travar futuras pandemias. Uma vacina dirigida a um conjunto alargado de vírus, concebida com recurso a inteligência artificial, teve um efeito “modesto” no sistema imunitário num pequeno ensaio inicial, segundo um novo estudo, recentemente publicado no Journal of Infection. Esta é a primeira vez que uma vacina cujo princípio activo foi inteiramente concebido por IA foi testada em seres humanos, afirmaram esta sexta-feira

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https://www.youtube.com/watch?v=uBD86IG38CE A vacina experimental pretende atingir um vasto leque de vírus, incluindo os responsáveis por surtos mortais como a SARS, a MERS e a covid-19. Os investigadores esperam que este tipo de vacina possa, um dia, ajudar a travar futuras pandemias. Uma vacina di

Governo distingue Lídia Jorge e debate o impacto da tecnologia no 4.º Fórum Cultura

Escritora algarvia recebe Medalha de Mérito Cultural em Loulé

A escritora Lídia Jorge será distinguida com a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo, no âmbito da 4.ª edição do Fórum Cultura, que decorre nos dias 8 e 9 de junho, no Algarve, cuja cerimónia, presidida pela Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, está marcada para as 18h30 de 8 de junho, segunda-feira, no Auditório do Solar da Música Nova, em Loulé.

Será a oportunidade de reconhecer uma das grandes intérpretes do Portugal contemporâneo, com uma obra que reflete, de forma sensível e profunda, as transformações sociais das últimas décadas”, afirma Margarida Balseiro Lopes.

O evento contará com a participação do artista Dino D’Santiago e de um quinteto de sopros do Conservatório de Música de Loulé.

O Fórum Cultura arranca na manhã de dia 8, no Museu Zer0, em Tavira, o primeiro do país dedicado à arte digital, com a habitual reunião de trabalho à porta fechada com os responsáveis pelas entidades tuteladas pelo Ministério na área da Cultura e representantes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

A partir das 14h30, o mesmo espaço acolhe a sessão pública “Impacto da tecnologia na Cultura: efeitos e novas expressões”. Especialistas de várias áreas, como o artista Leonel Moura, a professora catedrática Mirian Tavares, o cineasta Mário Patrocínio, a cantora Viviane ou Pedro Pina, vice-presidente do YouTube, abordam os desafios da digitalização e as novas formas de criação artística.

Margarida Balseiro Lopes

Para Margarida Balseiro Lopes, “a tecnologia deve estar ao serviço da Cultura, mas não pode substituir a visão, o pensamento crítico, a sensibilidade e a experiência humana”. Uma posição sublinhada na reunião informal dos Ministros da Cultura da União Europeia que decorreu esta semana em Nicósia, Chipre.

No dia 9 de junho, o Teatro das Figuras, em Faro, recebe a sessão “Políticas Culturais para a Música: da criação à circulação” com vários agentes e entidades culturais. A iniciativa pretende identificar respostas para um setor em transformação, marcado por novos modelos de negócio e desafios para a criação artística.

É preciso refletir sobre as condições da produção e da circulação da música e os novos padrões de consumo e os impactos no trabalho, valorização e reconhecimento dos artistas portugueses”, considera a Ministra afirmando que “uma discussão que é e será sempre indissociável da importância dos hábitos culturais e está em linha com uma das prioridades do Governo: mais Cultura para todos.

Cientistas descobrem efeito quântico que pode acabar com as baterias

By: ZAP
6 June 2026 at 07:20
Uma nova forma de controlar um fenómeno quântico invulgar poderá, um dia, ajudar a alimentar dispositivos electrónicos sem baterias. Uma equipa de investigadores descobriu como imperfeições microscópicas e vibrações atómicas podem ser usadas para controlar um poderoso efeito quântico num material avançado. Esse efeito pode transformar sinais eléctricos alternados presentes no ambiente directamente no tipo de corrente de que os dispositivos electrónicos precisam, sem recorrer a componentes tradicionais. À medida que a temperatura muda, o sinal pode até inverter a direcção, oferecendo aos cientistas uma nova forma de ajustar o desempenho dos dispositivos. A equipa internacional de investigadores, liderada por

L’Ai ci rende più soli? Così il Papa lancia l’allarme con la Magnifica humanitas

6 June 2026 at 06:42

Il valore dell’umano nelle nostre società? Basterebbe soltanto questo: i parcheggi dei centri commerciali sono gratuiti, quelli degli ospedali si pagano.

Ma tentiamo di comprendere meglio, alla luce dell’enciclica di Papa Leone XIV, Magnifica humanitas. Secondo uno studio del 2019, erano centinaia di milioni le persone che le davano quotidianamente il buongiorno. Mezzo milione di uomini le avevano dichiarato il proprio amore e oltre 250mila le avevano fatto una proposta di matrimonio. Non sto parlando di una signorina particolarmente avvenente, bensì di Alexa, il noto chatbot di Amazon.

E dire che il primo robot parlante risale al 1966, si chiamava Eliza ed era stata programmata dallo scienziato Joseph Weizenbaum per fare la psicologa. Peccato che, dopo svariati colloqui con Eliza, si era visto che le condizioni psicologiche degli esseri umani peggioravano vistosamente. Questo condusse lo scienziato tedesco a una vera e propria crociata per denunciare che, nel “dialogo” fra la macchina e l’essere umano, è quest’ultimo a finirci sotto malamente. La denuncia di Weizenbaum rimase perlopiù inascoltata, e si stava parlando di chatbot ancora rudimentali. Oggi sono parecchie le persone, soprattutto giovani, che si rivolgono a psicologi creati con l’Intelligenza artificiale per confrontarsi su questioni assai profonde. Ragazzi pronti ad affermare che l’IA li capisce e non giudica, li tratta meglio degli adulti.

Le poche multinazionali che ottengono profitti esorbitanti da tutto ciò che ruota attorno all’IA, in nome del sacro profitto, non si sono fatte alcuno scrupolo a generare una tossicodipendenza universale. Social network e dimensioni virtuali di vario genere, infatti, sono state metodicamente programmate per creare dipendenza. Chi li utilizza rimane come ipnotizzato e drogato da una produzione massiva di sostanze del benessere (endorfine, dopamina, serotonina). Questo aspetto, che colpisce soprattutto i più giovani – per via del lobo prefrontale scarsamente sviluppato, ossia la parte del cervello in grado di gestire le emozioni – produce un duplice effetto: persone sempre più impegnate a trascorrere ore scrollando i video, da una parte, e una vita reale che risulta sempre più noiosa, priva di senso e di stimoli perché non in grado di “regalare” le sostanze stupefacenti di cui sopra.

Risultati? Tre giovani su quattro dichiarano di aver bisogno di un supporto psicologico per ansia, senso di inadeguatezza, depressione, incapacità di allacciare relazioni profonde. Non era mai successo prima nella Storia, ma questa si sta avviando ad essere la prima generazione di giovani e giovanissimi in cui il suicidio è la principale causa di morte. Del resto, un nuovo e imponente studio longitudinale condotto su oltre 4mila preadolescenti – pubblicato su International Journal of Clinical and Health Psychology – ha rivelato che i ragazzi che più fanno uso degli schermi colorati sono anche quelli con più probabilità di manifestare i sintomi di cui sopra.

Basterebbe soltanto un dato per capire che i governanti mondiali sanno tutto ciò: TikTok, il social più famoso e usato fra i giovani, è un prodotto cinese vietato in un solo paese del mondo: la Cina. In nome del progresso tecnologico e del profitto economico, ormai gli unici due parametri con cui si riconosce valore a persone, cose e iniziative, si stanno volutamente trascurando gli effetti deleteri dell’IA sulle persone, ma anche sul pianeta, considerando che questa tecnologia è la più energivora e consumatrice di acqua (le “terre rare” per cui si fanno le guerre sono quelle ricche di minerali indispensabili all’IA).

La Magnifica humanitas di Leone XIV denuncia questo potere assoluto che il sistema tecno-finanziario esercita su democrazie degradate e impotenti, nel silenzio assordante di una politica largamente ignorante e genuflessa. Nonché di una Sinistra ancora una volta agevolmente scavalcata alla sua sinistra (dal Papa!), incapace di difendere le classi subalterne rispetto ad argomenti che hanno un impatto reale sulle persone. Anche a fine Ottocento ci volle un’enciclica, la Rerum novarum di Leone XIII (1891), per denunciare le ingiustizie del mercato e proporre azioni alternative alle tanto velleitarie quanto sanguinose rivoluzioni comuniste.

Il Papa di allora, cui dichiaratamente si ispira l’attuale, rimase inascoltato e questo fece piombare il mondo in due terribili guerre mondiali. Oggi si rischia perfino di più, considerato che la filosofia cui aderiscono tutti i grandi guru dell’IA è quel transumanesimo che si pone come scopo il superamento della magnifica umanità pensante e senziente. Assai meno redditizia della munifica superumanità di docili robot.

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Astronautas apanharam um susto. NASA ordena (e cancela) evacuação da Estação Espacial

By: ZAP
6 June 2026 at 06:00
Uma fuga de ar que se agravou a bordo da Estação Espacial Internacional levou cinco astronautas a refugiarem-se na Crew Dragon e a prepararem-se para uma eventual evacuação durante cerca de duas horas, enquanto a Rússia tentava reparar uma fissura na sua secção do laboratório orbital. A NASA ordenou esta sexta-feira aos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) que vestissem os fatos espaciais, se refugiassem e se preparassem para uma evacuação. A instrução foi dada numa altura em que os dois tripulantes russos tentavam reparar uma fuga de ar que se agravara do seu lado da estação. Menos

Armas biológicas em mãos erradas: um perigo da IA

By: ZAP
5 June 2026 at 11:21
Responsáveis de Google, Microsoft ou OpenAI, além de especialistas, deixam o apelo: atenção às compras de ADN sintético. O ADN sintético é um material genético produzido artificialmente. Pode ser feito à medida por empresas – mas também pode ser encomendado pela internet. É essencial na criação de medicamentos que salvam vidas, ajuda a modificar microorganismos e a armazenar grandes quantidades de dados digitais. O facto de ser comprado online acelerou o desenvolvimento de vacinas, impulsionou a investigação básica e permitiu que equipas pequenas acedessem a capacidades que só grandes instituições tinnham. Mas, ao ser encomendado pela internet (confirmado por empresas),

Três países controlam o mercado do lítio. Uma startup do MIT quer quebrar esse domínio

5 June 2026 at 08:00
A mineração de lítio é como uma corrida ao ouro moderna. Um novo processo para extrair lítio de rocha rica neste metal poderá reduzir drasticamente os custos e a poluição — e descentralizar a produção mundial de lítio. Uma equipa de investigadores do MIT desenvolveu uma forma mais limpa e mais barata de extrair lítio de rocha dura, um avanço que poderá enfraquecer o domínio dos três países que atualmente controlam a oferta mundial: China, a Austrália e o Chile. O lítio é o ingrediente central das baterias que alimentam smartphones, veículos elétricos e sistemas de inteligência artificial, e a

Alguém “queimou” 107 bitcoins. O mundo pergunta-se quem deitou fora 6,7 milhões de euros

By: ZAP
4 June 2026 at 22:30
107 bitcoins ficaram bloqueados para sempre num endereço inutilizável da rede, uma espécie de “cemitério de criptomoedas”. Uma operação avaliada em quase oito milhões de dólares que desencadeou uma vaga de teorias. A operação mais insólita da história das criptomoedas ficou registada esta semana na blockchain da bitcoin, onde 5 endereços diferentes enviaram fundos para o mesmo destino: 1111111111111111111114oLvT2. Não se tratou de uma transferência convencional, mas sim de um envio para um endereço conhecido por funcionar como um beco sem saída digital. Essas cinco carteiras estavam sem qualquer movimento desde Abril de 2014 e, depois das transacções, ficaram com

Rayman Legends Retold, un ritorno che vuole ricostruire tutto da capo

4 June 2026 at 16:48

C’è qualcosa di coraggioso nel tornare su un brand che porta il peso di decenni di aspettative e dichiarare, senza mezzi termini, che si riparte da zero. È esattamente quello che Ubisoft Montpellier e Ubisoft Milano hanno scelto di fare insieme con Rayman Legends Retold: non un seguito, non un omaggio nostalgico, ma una rifondazione vera e propria dell’universo di Rayman, pensata per chi quella saga la conosce a memoria e per chi non l’ha mai sfiorata.

Abbiamo avuto modo di vedere e provare il gioco in anteprima, con accesso a due delle regioni che comporranno la mappa di gioco. Quel che ne è uscito è un quadro ancora incompleto — il titolo è atteso per il 1° ottobre 2026 e lo sviluppo è ancora in corso — ma già capace di lasciare il segno.

Un mondo che respira da solo

La svolta più evidente rispetto al passato è la nuova presentazione con ambienti tridimensionali, che non è un semplice aggiornamento estetico ma una scelta strutturale. Legends Retold abbandona la progressione lineare a livelli separati e la sostituisce con un’unica grande mappa di gioco, divisa in regioni autonome, ognuna con carattere visivo e lore distinti. È un’architettura che promette esplorazione vera, non solo attraversamento.

Delle due regioni che abbiamo visitato, Old Teensie Kingdom introduce il mondo con la sobrietà di un atto primo classico, mentre The Stinkbog — la regione delle paludi, con le sue cavalcate sui draghi che aprono la mappa verticalmente — ha il passo di chi sa di avere qualcosa da dire. Le ambientazioni che abbiamo visto hanno tutte un carattere deciso e riconoscibile: niente sfondi intercambiabili, ogni area porta con sé una storia che si legge prima ancora di interagire con essa. Alcune ci hanno lasciato letteralmente a bocca aperta.

Il comparto artistico è affiancato da una colonna sonora firmata da Christophe Héral e Grant Kirkhope — coppia già collaudata su Origins e Legends — con audio immersivo che entra nel gameplay diretto nei livelli musicali, dove ritmo e movimento si sincronizzano in modo istintivo.

Gameplay: la difficoltà come scelta, non come punizione

Sul piano delle meccaniche, il gioco conferma l’approccio “forgiving” promesso dagli sviluppatori nella modalità storia: dovremo esplorare, usare l’ambiente come alleato — per spostarci, per attaccare, per sopravvivere — e un moveset classico da platform — salto, pugno in caduta, attacchi caricati — che non chiede nulla di nuovo al giocatore ma funziona. L’impressione è quella di un platform costruito per non escludere nessuno al primo contatto.

Chi cercherà sfida la troverà nei livelli dedicati, pensati ad hoc per il pubblico più competitivo. Tornano Kung Foot, il minigame sportivo ormai culto, e Cave of Trials, il livello platform infinito che misura i riflessi senza sconti. È una coesistenza che funziona proprio perché le due anime non si sovrappongono mai: la storia non perde accessibilità, la sfida non perde mordente.

La cooperativa fino a 4 giocatori in locale è integrata nell’esperienza fin dall’inizio — non un’aggiunta, ma una modalità progettata con lo stesso peso della singola.

Un universo che si prende sul serio

Una delle scelte più indicative dell’ambizione del progetto riguarda la produzione audio: Ubisoft ha curato la selezione del cast vocale con la stessa attenzione che si riserva alle produzioni narrative di peso, puntando a dare profondità ai personaggi invece di trattare il doppiaggio come un dettaglio di contorno. È una scelta che, insieme alla localizzazione in 8 lingue, dice molto su come il team consideri questo titolo — non un aggiornamento di servizio, ma un tentativo serio di restituire a Rayman il rilievo che merita. Il nuovo mondo dei morti viventi, con la sua lore inedita e un boss finale che promette di lasciare il segno, va nella stessa direzione: Legends Retold sta costruendo mitologia, non solo livelli.

In conclusione

Rayman Legends Retold è ancora in lavorazione, e il quadro che ne emerge è per forza di cose incompleto. Ma quello che abbiamo visto è sufficiente per capire che Ubisoft Montpellier non sta semplicemente aggiornando una vecchia IP: sta costruendo qualcosa con una visione precisa, artistica e strutturale, che rispetta la saga senza esserne prigioniera.

Se l’obiettivo era dimostrare che Rayman ha ancora qualcosa da dire nel panorama dei platform contemporanei, la risposta anticipata è sì — e con una certa convinzione. L’appuntamento è per ottobre!

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Xiaomi annuncia i nuovi prodotti del 2026: lo smartphone 17T Pro, dispositivi wearable, TV ed elettrodomestici per una casa sempre più connessa

4 June 2026 at 16:48

Xiaomi ha scelto Vienna per un evento che va oltre il tradizionale lancio di uno smartphone. La casa cinese la scorsa settimana ha portato sul palco una nuova ondata di prodotti pensati per raccontare la sua idea di ecosistema: telefoni, wearable, auricolari, speaker, TV e grandi elettrodomestici. Il filo conduttore è sempre lo stesso, cioè la strategia “Human × Car × Home”, con cui Xiaomi vuole mettere in comunicazione dispositivi personali, casa intelligente e mobilità. In questo scenario lo smartphone resta il centro dell’esperienza, ma non è più l’unico protagonista. Intorno a lui si muovono prodotti pensati per accompagnare momenti diversi della giornata, dal lavoro allo sport, dall’intrattenimento alla gestione della casa.

Xiaomi 17T Pro e Xiaomi 17T

Il prodotto più atteso dell’evento è stato Xiaomi 17T Pro, affiancato dal più compatto Xiaomi 17T. La serie T ha sempre avuto un ruolo particolare nella gamma del marchio, perché prova a portare funzioni da top di gamma in una fascia di prezzo meno estrema rispetto ai modelli Ultra. Con questa generazione Xiaomi punta soprattutto su fotografia, autonomia e display, tre aree che oggi pesano moltissimo nella scelta di uno smartphone. La collaborazione con Leica resta centrale, ma non va letta come un semplice marchio applicato al retro del telefono. Il lavoro riguarda ottiche, resa cromatica, modalità di scatto e approccio generale all’immagine, con l’obiettivo di rendere il telefono più versatile in ogni situazione. Entrambi i modelli hanno una tripla fotocamera con sensore principale da 50 MP e, soprattutto, un teleobiettivo Leica 5x da 50 MP con stabilizzazione ottica, una novità importante per la serie T.

Il teleobiettivo è probabilmente la caratteristica più interessante per chi usa davvero tanto la fotocamera dello smartphone. Non serve soltanto a fotografare un soggetto lontano, ma permette anche di lavorare meglio su ritratti, dettagli architettonici, concerti, viaggi e scene in cui avvicinarsi fisicamente non è possibile. Xiaomi parla di zoom ottico 5x nativo, zoom ottico 10x e Ultra Zoom AI fino a 120x, numeri che attirano l’attenzione ma che vanno riportati alla vita reale. La differenza più importante, infatti, sta nella possibilità di avere una focale più lunga e stabile per scattare immagini meno “piatte” e più curate. Anche le prime recensioni italiane hanno messo in evidenza proprio il teleobiettivo Leica 5x come una delle ragioni principali per guardare con interesse al 17T Pro.

La parte fotografica introduce anche Leica Live Moment, una funzione che prova a superare il concetto di semplice scatto statico. L’idea è catturare non solo il momento finale, ma anche il movimento e l’emozione che lo precedono, trasformando una foto in un piccolo racconto visivo. È una funzione pensata per scene dinamiche, bambini, animali, sport, viaggi o momenti spontanei in cui un singolo fotogramma rischia di perdere qualcosa. Sul 17T Pro arriva anche la Cinematografia Live, con Ultra-HD Live Moment in 4K e opzioni creative più evolute per gestire zoom e profondità. La versione Pro aggiunge inoltre una parte video più ambiziosa, con registrazione cinematografica 4K a 60 fps e un bokeh naturale dello sfondo, utile per dare ai filmati un aspetto più curato.

Il display segue la stessa direzione. Xiaomi 17T Series utilizza pannelli AMOLED 1.5K con luminosità di picco fino a 3.500 nit, pensati per restare leggibili anche all’aperto e sotto luce intensa. Il Pro arriva fino a 144 Hz, mentre Xiaomi 17T si ferma a 120 Hz, comunque più che sufficienti per una navigazione fluida, gaming all’altezza e contenuti video. Xiaomi introduce anche Vision Care, una tecnologia studiata per ridurre affaticamento visivo, luce blu, sfarfallio e motion blur.

L’altra grande notizia è la batteria. Xiaomi 17T Pro monta un’unità al silicio-carbonio da 7.000 mAh, affiancata da ricarica cablata HyperCharge da 100 W e ricarica wireless da 50 W. Xiaomi 17T, più compatto, integra invece una batteria da 6.500 mAh con ricarica cablata da 67 W. Il Pro utilizza il MediaTek Dimensity 9500 a 3 nm, mentre il modello base adotta il Dimensity 8500-Ultra a 4 nm. Entrambi sono supportati dal sistema Xiaomi 3D IceLoop, pensato per gestire meglio il calore durante gaming, registrazione video e multitasking. In Italia i prezzi partono da 899,90 euro per Xiaomi 17T Pro e da 749,90 euro per Xiaomi 17T, con promozioni di lancio che includono bundle e servizi digitali.

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Uber demite 23% da equipe de RH em reestruturação global

A empresa de mobilidade Uber anunciou, nesta quinta-feira (4), a demissão de 23% de seus funcionários das áreas de recursos humanos, recrutamento e cultura, que inclui também o relacionamento com os motoristas.

O gigante do transporte por aplicativo disse que os cortes devem afetar cerca de 1% de seus 35 mil empregados, segundo memorando interno visto pela emissora americana CNBC. A companhia ainda mobiliza o trabalho de cerca de 10 milhões de motoristas parceiros.

Procurada, a Uber não esclareceu se os cortes vão afetar a sede da empresa no Brasil.

Reestruturação e cortes

A demissão em massa, focada principalmente em cargos seniores, faz parte de uma reestruturação comandada por Jill Hazelbaker, diretora de assuntos corporativos recém-promovida a presidente da empresa de transporte por aplicativo. O objetivo é simplificar a gestão das equipes.

Diferentemente de grandes dispensas recentes em empresas de tecnologia, a Uber afirmou em entrevista à Bloomberg que os cortes não estão ligados ao uso de inteligência artificial generativa.

Expansão no Brasil

A empresa tem um centro de tecnologia na capital paulista, com cerca de 500 engenheiros. Em entrevista à Folha, o CEO da empresa Dara Khosrowshahi anunciou uma expansão para o Rio, investindo mais de R$ 2 bilhões em tecnologia.

Apenas no Brasil, são mais de 2 milhões de motoristas que trabalham com a Uber. “Estimamos que mais de 85% da população brasileira já usou a Uber de alguma forma”, disse Khosrowshahi. (Pedro S. Teixeira/FOLHAPRESS)

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Papa Leone XIV e l’IA. Una visione concreta che sfida il paradigma americano

4 June 2026 at 14:17

Auto elettrica, l’UE studia una strategia che richiama il modello cinese

4 June 2026 at 12:52

La sopravvivenza industriale dell’automotive europeo? È anche una questione di geopolitica. La Commissione Europea ha infatti allo studio una tattica che ricorda da vicino i metodi storicamente utilizzati dalla Cina per regolamentare l’ingresso dei costruttori europei nel sistema produttivo a basso costo della Repubblica Popolare. L’obiettivo dell’UE è imporre alle aziende cinesi rigidi vincoli di investimento, partnership incentivate o forzate e, soprattutto, trasferimenti tecnologici all’interno del Vecchio Continente. Esattamente come facevano i cinesi coi car makers europei desiderosi di accedere al sistema industriale e al mercato del gigante asiatico. Un ingresso vincolato alla creazione di joint venture con le aziende locali pensato per assorbire il know how industriale e tecnologico occidentale.

Si tratterebbe di una vera e propria “strategia a specchio”, concepita per riequilibrare i rapporti di forza in vari comparti industriali strategici, a partire dalla cruciale catena del valore dell’auto elettrica, attualmente in tutto e per tutto in mani cinesi. Sostanzialmente, con questa mossa l’Unione Europea tenta di recuperare (per quanto possibile) il terreno perduto in questi anni, sia in termini di tecnologia sia in termini di competitività industriale. Come accennato, per anni le aziende occidentali sono state costrette ad accettare le severe condizioni imposte dal Dragone pur di accedere alla piazza cinese. L’obbligo di siglare alleanze con partner locali ha rappresentato per lungo tempo il fulcro della strategia di crescita della superpotenza asiatica. Attraverso questo meccanismo, Pechino ha potuto assimilare competenze, segreti industriali e modelli produttivi d’avanguardia, per poi capitalizzarli a proprio vantaggio. Oggi Bruxelles punta a ricalcare quella stessa logica per difendere i propri confini produttivi.

La svolta dimostra che la Commissione non intende limitarsi alla sola arma, per certi versi spuntata, dei dazi doganali sulle auto elettriche. Le barriere tariffarie, infatti, rischiano di essere facilmente aggirate dai colossi asiatici localizzando l’assemblaggio finale dei veicoli in Europa. Il target dei legislatori europei diventa quindi molto più profondo: spingere i giganti cinesi a investire in veri e propri stabilimenti produttivi europei, obbligandoli a condividere parte del proprio prezioso know-how sulle batterie e a creare partnership più equilibrate con la filiera locale. In ballo ci sono la sovranità industriale continentale, la tutela dell’occupazione e la salvaguardia della competitività del settore automobilistico continentale.

L’Europa è divenuta infatti sempre più dipendente dal Paese asiatico in ambiti cruciali che vanno dalle batterie per auto alle terre rare, fino a componenti e beni industriali di ogni tipo. Allo stesso tempo, l’avanzata globale di Pechino in diversi settori, a partire dall’automotive, appare ormai difficilmente contenibile. Quindi, se non puoi batterli, alleati con loro.

Fra le economie europee più esposte a questa transizione c’è senza dubbio quella tedesca, fortemente e storicamente dipendente dall’automotive. Berlino ha finora mantenuto un approccio economico e politico prudente con la Cina, col governo tedesco attento a non compromettere i cruciali rapporti commerciali con il Dragone e a evitare possibili ritorsioni, soprattutto sul delicato fronte delle materie prime critiche.

Tuttavia, nel dibattito politico ed economico interno alla Germania stanno emergendo i primi segnali di ripensamento. Infatti, l’industria tedesca attraversa una fase complessa, segnata da un preoccupante calo dell’occupazione e da pressioni competitive crescenti a livello globale, le stesso che impongono un ripensamento delle relazioni commerciali con Pechino.

Le diplomazie del vecchio continente sono già al lavoro e spingono con forza per ridurre la dipendenza da Pechino. Il governo francese ha parlato apertamente di un “rullo compressore cinese” capace di comprimere l’economia europea e azzerare la concorrenza. La presidente della Commissione, Ursula von der Leyen, e i principali commissari discuteranno i possibili interventi normativi a fine maggio, con l’obiettivo di definire i dettagli tecnici per poi sottoporli ufficialmente ai leader dell’Unione Europea in occasione del cruciale vertice di Bruxelles in programma a giugno.

L’intento dei vertici comunitari è anche quello di favorire una posizione più coesa all’interno dell’Unione, poiché un eventuale e definitivo cambio di passo della Germania potrebbe avere un effetto trainante decisivo sugli altri Stati membri, anche in virtù dei legami esistenti fra le catene di fornitura dei vari Paesi membri.

Resta da capire quale sarà la reazione della controparte: Pechino osserva con crescente irritazione la possibile svolta protezionistica europea. Secondo quanto riferito da agenzie di stampa internazionali, le ipotesi di vincoli strutturali agli investimenti e di trasferimenti tecnologici forzati vengono lette dalla leadership asiatica come una deriva pericolosa, in aperto contrasto con i principi di apertura commerciale e libero scambio che Bruxelles ha sostenuto e promosso nel mondo.

Il governo cinese continua a rivendicare che la propria straordinaria competitività sui mercati globali sia esclusivamente il risultato di investimenti nell’innovazione, efficienza produttiva e grande scala industriale, respingendo categoricamente le accuse occidentali di pratiche scorrette o sussidi illeciti (pur comprovati). Se l’Unione Europea dovesse davvero imboccare questa strada senza fare passi indietro, si aprirebbe inevitabilmente una nuova e complessa fase nei rapporti euro-cinesi, dai risvolti tutti da definire.

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È morta la giornalista Carola Frediani, tra le voci più autorevoli sul mondo della tecnologia. Aveva 51 anni

3 June 2026 at 18:11

Una pioniera e poi un punto di riferimento fortissimo per la tecnologia digitale e cybersicurezza in Italia. Carola Frediani è morta a 51 anni dopo una breve malattia: lascia un figlio, il marito Luca e un grande vuoto nel mondo del giornalismo. Era nota soprattutto per la newsletter Guerre di Rete, nata nel 2018, poi diventata un sito web con diversi collaboratori e più di 15mila iscritti. Proprio la pagina web ne ha annunciato la scomparsa: “Lascia un vuoto incolmabile in tutti coloro che l’hanno conosciuta in questi anni”. L’ultimo saluto si terrà il 5 giugno alle 12.00 al tempio laico di Staglieno, nella sua Genova.

Nata nel capoluogo ligure, si è laureata in lettere per poi conseguire un master in Italian Literature all’University of Pittsburgh. Ha iniziato la sua carriera nella sua città natale nel 2000. Era stato Franco Carlini a darle una possibilità nell’agenzia Totem, tra i primi giornalisti italiani a occuparsi di Internet. Da lì in poi solo successi, a partire dal 2010 quando ha fondato l’agenzia EffeCinque, collaborando in parallelo con le maggiori testate del Paese, tra cui La Stampa, Corriere della Sera, Wired, Vice, L’Espresso. Tra le voci più autorevoli del settore, si occupava di social media, sicurezza informatica, hacking, sicurezza e diritto della rete in modo approfondito e autorevole: sempre con grande passione e professionalità. Un talento riconosciuto nel 2019 con il Premio Galilei per la divulgazione scientifica e nel 2021 con il Premio giornalistico Arrigo Benedetti.

Tutti i suoi progetti, soprattutto Guerre di Rete, non parlavano mai solo di tecnologia, ma anche di diritti. Una forte dimensione civile che ha caratterizzato tutta la sua carriera: ha fatto parte del team dedicato alla sicurezza globale del segretariato di Amnesty International e si è unita al dipartimento di sicurezza informatica di Human Rights Watch, tra le più note Ong i diritti umani. Entrambe le esperienze hanno rafforzato la sua visione del digitale come questione politica e sociale, non solo tecnica. Sicurezza informatica, sorveglianza e libertà online erano per Frediani aspetti strettamente legati alla difesa dei diritti delle persone. Su questa scia, dall’inizio del 2024 curava anche la newsletter Digital Conflicts, bisettimanale e in inglese.

Frediani è stata anche autrice di libri che hanno aiutato il pubblico a capire meglio i grandi temi del mondo digitale e della sicurezza informatica. Tra i titoli più noti DeepWeb, #Cybercrime (Hoepli), ls Rete oltre Google e L’inganno dell’automa, uscito lo scorso settembre. Tra le sue opere anche il thriller a sfondo digitale Fuori Controllo (Venipedia). In molti tra amici e colleghi hanno affidato un ultimo saluto ai social. Anche l’Ordine e l’associazione dei giornalisti liguri hanno espresso le condoglianze “al marito Luca, al figlio adolescente e alla mamma Luciana”. Frediani però è stata anche un orgoglio per la propria città, che l’ha ricordata con un messaggio della sindaca di Genova, Silvia Salis: “L’ufficio portavoce della sindaca e l’ufficio stampa del Comune di Genova si uniscono al dolore dei colleghi e della comunità giornalistica, ricordandone non solo il valore professionale, ma anche la generosità e l’energia contagiosa”.

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La stretta soft di Trump. Ecco l’ordine esecutivo sui modelli IA

3 June 2026 at 11:44

Era atteso, soprattutto dopo gli ultimi modelli rilasciati dalle aziende. E alla fine è arrivato. Donald Trump mette la sua firma sull’ordine esecutivo che regola l’intelligenza artificiale. Anzi la restringe. “Promuovere l’innovazione e la sicurezza dell’IA”: questo il titolo e l’obiettivo del documento. La pubblicazione è stata ancor più complessa del previsto. Ma il rilascio è uno snodo importante per il progresso tecnologico made in Usa.

Con l’ordine esecutivo la Casa Bianca intende anticipare eventuali rischi derivanti dagli strumenti di IA. Alle aziende viene dunque richiesto di collaborare con le agenzie federali per mettere al sicuro le infrastrutture critiche. Il governo potrà visionare quei modelli chiamati “di frontiera” 30 giorni prima che vengano rilasciati sul mercato. Gli strumenti dovranno rispondere a degli standard, pena la loro non conformità. Per mitigare e risolvere eventuali minacce, viene creato un “centro di coordinamento per la sicurezza informatica”. Come si legge nel testo del decreto presidenziale, “le capacità avanzate dell’intelligenza artificiale rendono la nostra nazione più forte, ma introducono anche nuove considerazioni in materia di sicurezza nazionale che richiedono un’azione coordinata tra i vari dipartimenti e agenzie”.

Tutto è però basato sulla disponibilità e sulla volontà delle aziende, per cui non ci sono obblighi ma raccomandazioni. Questo è un aspetto cruciale dell’intera vicenda. Che un ordine esecutivo di questa portata fosse nell’aria era chiaro. Ancor di più dopo il (non) rilascio di Mythos, il modello più potente di Anthropic, tale da poter creare inconsapevolmente dei problemi enormi per la sicurezza nazionale. Si pensava dunque che l’amministrazione repubblicana potesse stringere le maglie, andando contro il proprio approccio laissez-faire adottato fino a oggi. Invece è stato un cambiamento più graduale. Quando Trump ha ricevuto una prima versione sul suo tavolo, l’ha rifiutata perché troppo stringente. La paura era di soffocare il progresso tecnologico americano. Ritardando così di qualche settimana la firma.

L’ordine esecutivo riflette dunque “l’approccio di Trump, che consiste nel collaborare con l’industria per bilanciare innovazione e sicurezza, consolidando il continuo predominio globale degli Stati Uniti nell’intelligenza artificiale e nella sicurezza informatica”, afferma la portavoce della Casa Bianca, Liz Huston. A pressare il presidente è anche l’ala Maga, che gli chiedeva un passo del genere.

A remare contro sono stati soprattutto David Sacks, ex czar dell’intelligenza artificiale, oggi uomo-ponte tra Washington e la Silicon Valley, e Ryan Baasch, vicedirettore del Consiglio economico nazionale. Entrambi hanno spinto per rendere volontarie le nuove misure, togliendo così il vincolo dell’adesione obbligatoria. Anche Scott Bessent, segretario al Tesoro, e Susie Wiles, capo dello staff della Casa Bianca, spingevano per la volontarietà delle aziende. Sacks era preoccupato che troppe regole avrebbero alla fine favorito la Cina e, secondo Axios, è riuscito a ottenere la riduzione a 30 giorni per la pre-implementazione. Anche il capo del Pentagono Pete Hegseth vede Pechino come un pericolo. Ma al contrario di Sacks avrebbe preferito maggiori limiti per i modelli più problematici, perché altrimenti i cinesi potrebbero metterci le mani e avvantaggiarsene.

Per Chris Lehane, Chief Global Affairs di OpenAI, l’ordine esecutivo “rappresenta un importante passo avanti per la sicurezza nazionale, le infrastrutture critiche e le comunità in tutto il paese. Man mano che i sistemi di IA diventano più capaci, garantire che vengano sviluppati e distribuiti in sicurezza richiederà una stretta collaborazione tra governo e industria. La cybersecurity – aggiunge – può sembrare astratta, ma i bersagli sono spesso profondamente locali e centrali nella vita quotidiana delle persone: ospedali, scuole, servizi pubblici, istituzioni finanziarie, governi locali e i sistemi su cui le comunità fanno affidamento. Ecco perché è così importante che gli strumenti di IA difensiva più capaci finiscano prima nelle mani di difensori di fiducia”.

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