Ciudad de Panamá, 13 jun (Prensa Latina) El Ministerio de Relaciones Exteriores precisó que 86 delegaciones internacionales confirmaron hasta hoy su participación en la Semana de Alto Nivel del Bicentenario del Congreso Anfictiónico, que tendrá lugar del 20 al 27 de junio en Panamá.
O cantor Tiago Abravanel, 38, compartilhou na noite da última quinta-feira (11) um vídeo enquanto se arrumava para um show. Na filmagem, o artista fez um desabafo sobre sua perda de peso nos últimos meses.
“Agora que eu emagreci, as pessoas estão comentando: ‘Nossa, como você está mais bonito’. E eu entendo que isso vem como um elogio, mas me faz pensar em uma coisa. Porque o mais importante nesse processo não foi o que aconteceu por fora, foi voltar a prestar atenção em mim, na minha saúde. E, principalmente, no meu bem-estar”, começou.
Durante a época em que esteve no BBB 22, o ator recebeu diversos comentários sobre seu corpo nas redes sociais. Na filmagem recente, Tiago ainda reforçou que sentiu vários benefícios em sua saúde mental ao fazer com que os exercícios físicos virassem um hábito em sua rotina.
“Talvez a verdadeira beleza esteja aí. Quando a gente começa a cuidar da gente com mais carinho, porque, no fim das contas, mais importante do que parecer bem, é estar bem. E só pra constar: eu sempre me achei bonito, de qualquer jeito. Bora pro show!”, finalizou ele.
Atualmente, Abravanel está em cartaz em São Paulo com a peça “Shrek – O Musical”, na qual ele interpreta o protagonista da trama. Para viver o personagem, o neto do apresentador Silvio Santos passa por uma grande transformação todas as noites em que se apresenta.
Nas redes sociais, Tiago compartilha semanalmente sua rotina entre os shows noturnos como cantor e a vida corrida como ator de teatro.
*Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil
Bogotá, 12 jun (Prensa Latina) La Ley Nuclear, que fue aprobada por el Congreso de Colombia y hoy solo espera por la sanción presidencial, contribuirá a distintos ámbitos sociales y económicos, según destacan autoridades del país.
Buenos Aires, 12 jun (Prensa Latina) El escándalo de corrupción por enriquecimiento ilícito, evasión fiscal y mentir al Congreso del jefe del Gabinete argentino, Manuel Adorni, ennegrece aún más hoy la ya muy dañada imagen del gobierno de Javier Milei.
O ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, preso novamente nesta quarta-feira (10) pelo esquema de fraudes em ICMS em São Paulo, responde por mais de 130 crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, além de já ter causado um prejuízo bilionário às contas públicas.
A CNN Brasil apurou que Artur já configura como réu em sete ações penais movidas pelo Ministério Público de São Paulo. Até a próxima semana, ele deve ser denunciado em outras três investigações.
Ao todo, Artur responde por mais de 130 vezes de lavagem de dinheiro e corrupção nos esquemas relacionados às empresas Fast Shop, Ultrafarma e a Rede 28. Os casos foram investigados durante as operações Ícaro, Mágico de Oz e Fisco Paralelo, todas realizadas pelo Ministério Público paulista.
“Artur tinha um catálogo de serviços de corrupção”, afirma uma fonte ligada à investigação.
O ex-auditor da Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo), exonerado em agosto de 2025, foi preso em casa nessa quarta, alvo de dois mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão. Com ele, foram encontrados diversos documentos evidenciando a contínua prática criminosa, mesmo sob medidas cautelares.
Documentos obtidos pela reportagem também detalham os impactos financeiros do esquema liderado por Artur, identificados desde o início das investigações nos primeiros meses de 2025, que somam R$ 8,53 bilhões em prejuízos ao Estado.
Segundo os levantamentos, a Sefaz-SP já contabiliza R$ 5,75 bilhões em danos relacionados ao esquema. Desse total, R$ 1,93 bilhão estão ligados a créditos de ressarcimento e R$ 3,82 bilhões a outros créditos investigados.
Entre as empresas citadas nas apurações aparecem Fast Shop, com cerca de R$ 2 bilhões envolvidos, e Ultrafarma, com aproximadamente R$ 1 bilhão. As investigações também apontam um prejuízo estimado em R$ 1,74 bilhão à Receita Federal do Brasil.
Além disso, a Controladoria-Geral do Estado de São Paulo aplicou à Fast Shop uma multa de R$ 1,04 bilhão com base na Lei Anticorrupção, apontada como a maior já aplicada no Brasil dentro da legislação.
A investigação também aponta um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas. Artur armazenaria recursos ilícitos em carteiras frias de criptomoedas, conhecidas como cold wallets, que ficam desconectadas do sistema financeiro, para fazer movimentações para o exterior.
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Cartas e anotações mostram pedidos de alinhamento de defesas, menções a criptos e suposta distribuição de mesadas a outros denunciados • Reprodução
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Cartas e anotações mostram pedidos de alinhamento de defesas, menções a criptos e suposta distribuição de mesadas a outros denunciados • Reprodução
A CNN Brasil teve acesso aos documentos encontrados durante o cumprimento dos mandados de prisão e busca e apreensão realizados na quarta-feira (10), em São Paulo.
Em uma das cartas, Artur pede que um dos investigados assine uma procuração para o advogado responsável pela defesa do grupo.
“Confia em mim, pode assinar a procuração para (advogado de Arthur) assinar por favor. Isso é muito importante para vencermos tudo. Você me conhece muito bem para saber que sou eu falando”, diz o manuscrito.
Outra carta, intitulada “obrigações a fazer”, traz anotações relacionadas a pagamentos e movimentações financeiras. Entre os itens listados aparecem frases como “fazer conexão de trabalho”, “receber honorários da Fast Shop” e “negociar dívidas”.
Os investigadores também encontraram documentos com cálculos numéricos e anotações ligadas ao pagamento de mesadas para investigados e familiares.
Em outro trecho, direcionado a uma pessoa identificada como Rafael, Artur orienta o investigado a não colaborar com o Ministério Público.
“Rafael, não faça acordo com o MP, não faça delação, não confie no MP. Fica tranquilo que nós vamos resolver tudo”, escreveu. Ao final da mensagem, ele assina como “The King”.
Artur havia sido solto no último dia 2 de junho, quando o alvará de soltura foi cumprido. No entanto, antes mesmo da liberação, o Gedec (Grupo de Atuação Especial de Combate aos Delitos Econômicos) do Ministério Público já havia protocolado dois novos pedidos de prisão preventiva, concedidos pela Justiça no dia 3 de junho
A reportagem tenta contato com a defesa de Artur para um posicionamento. O espaço está aberto.
La Generalitat valenciana deja en el aire la contratación de 5.000 docentes, la inversión en infraestructuras por un importe de 1.409 millones de euros y la bajada de ratios de estudiantes por aula que ofreció durante la huelga indefinida, que ha durado 24 días y que el profesorado votó suspender el miércoles en una consulta telemática, con la advertencia de que puede reanudarse en septiembre sin necesidad de preaviso. Los sindicatos solo firmaron este jueves dos de las propuestas planteadas por el Ejecutivo autonómico que preside Juanfran Pérez Llorca, del PP: la relativa a la simplificación de la burocracia escolar (suscrita por STEPV, CSIF, CC OO y UGT) y a la regulación del valenciano (sin apenas contenido, que solo ha suscrito CSIF). A ello hay que sumar el acuerdo de aumento salarial, de 200 euros al mes, que suscribieron tras los primeros días de la huelga ANPE y CSIF, que también es de obligado cumplimiento para la Generalitat.
Vicenta Pellicer, de 60 años, profesora de Valenciano en un instituto público de Castellón, ha perdido 3.600 euros con la huelga indefinida que empezó el 11 de mayo y ha quedado suspendida este miércoles. Pellicer tenía previsto reformar el baño de su casa y cambiar el ordenador, pero ha aplazado ambos gastos y planea, además, unas vacaciones austeras. “Es una cantidad muy grande”, dice, “y evidentemente afecta a mis planes a corto y medio plazo”. El impacto en el hogar de Ismene Baños, maestra de Primaria en Mislata (Valencia), de 39 años, será mayor. Su pareja también es docente, han hecho 22 días de huelga, y calculan que la factura se acercará a los 7.000 euros. “Tenemos una reducción de jornada para cuidar de nuestra hija de año y medio, pero el curso que viene estamos pensando en renunciar a ella”, afirma. Y Cristina Arroyo, educadora infantil en una escuela del barrio de Aluche, en Madrid, acumula 28 jornadas de huelga desde abril, lo que reducirá, calcula, a casi la mitad su exiguo sueldo de 1.300 euros, y le ha obligado a volver a vivir a casa de sus padres a sus 40 años. “Si normalmente me cuesta llegar a fin de mes, imagina ahora”.