Tres horas de evasivas de Zapatero ante el juez: silencio con las joyas, no recuerda una cita clave y no usa Excel ni el 'email'






© Graeme Sloan / POOL/EPA

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“Acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil. Ele sabe disso. Por isso eu disse que ele continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo”, disse, em entrevista coletiva após o fim da cúpula do G7, em Évian, na França.
“Na hora em que terminar a negociação, se não der em nada, não tenho nenhum problema de pegar o telefone, ligar para o Trump e marcar outra conversa. Nasci no mundo político negociando. Desde muito cedo, a minha vida foi negociar com gente tão poderosa quando ele.”
“Acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil. Ele sabe disso. Por isso eu disse que ele continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo”, disse, em entrevista coletiva após o fim da cúpula do G7, em Évian, na França.
“Na hora em que terminar a negociação, se não der em nada, não tenho nenhum problema de pegar o telefone, ligar para o Trump e marcar outra conversa. Nasci no mundo político negociando. Desde muito cedo, a minha vida foi negociar com gente tão poderosa quando ele.”
VTM
Em comunicado publicado nas redes sociais, o município de Tabuaço pede cautela aos habitantes, principalmente devido aos detritos caídos nas vias de comunicação, como árvores e estruturas afetadas.
Pode ler-se na publicação que “na sequência da passagem de uma tempestade pela nossa região, registaram-se alguns danos causados pelo vento forte e pelas condições meteorológicas adversas”. Assim sendo, pede a autarquia que a população “circule com especial cuidado nas vias públicas, mantendo atenção a possíveis obstáculos, ramos, árvores, estruturas ou outros elementos que possam ter sido afetados pelas condições atmosféricas”.
Destaca o município que “a colaboração e prudência de todos são fundamentais para garantir a segurança da comunidade”.
Recordamos que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) decretou, para hoje, aviso laranja para os distritos de Bragança, Viseu, Guarda e Vila Real devido à previsão de trovoada, elevando o alerta amarelo anteriormente decretado. A medida está em vigor desde as 14h29 e as 21 horas para esse território.
Ainda nas redes sociais, há vários vídeos partilhados por habitantes de vários concelhos destes distritos, testemunhando as más condições meteorológicas durante esta tarde.
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Um acordo de livre comércio entre a Grã-Bretanha e a Índia entrará em vigor no próximo mês, após a Índia ter informado que suas preocupações sobre o próximo regime tarifário do aço do Reino Unido, que ameaçava atrasar a implementação do acordo, foram resolvidas.
O Reino Unido e a Índia concordaram no ano passado com um cobiçado pacto de livre comércio, vinculando a quinta e sexta maiores economias do mundo em um dos acordos mais ambiciosos desse tipo, à sombra da turbulência tarifária provocada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Segundo dados do governo britânico, prevê-se que o acordo aumente o PIB britânico em £ 4,8 bilhões (US$ 6,5 bilhões) e aumente o comércio bilateral em £ 25,5 bilhões a longo prazo.
Segundo o acordo, a Índia reduzirá as tarifas do uísque para 40%, de 150% até o décimo ano do acordo, e os automóveis para 10% sob uma cota de 100%, com a Grã-Bretanha reduzindo tarifas sobre bens como roupas, calçados e alguns alimentos.
Na quarta-feira, os dois países concordaram em avançar com a implementação do acordo comercial em 15 de julho, após o primeiro-ministro britânico Keir Starmer realizar conversas com seu homólogo indiano Narendra Modi em uma cúpula dos líderes do G7 na França.
“Um marco histórico para as relações Índia-Reino Unido”, disse Modi no X, acrescentando que o acordo “impulsionaria significativamente nosso comércio e investimento bilaterais.”
Autoridades indianas já haviam levantado a possibilidade de reabrir ou adiar a aplicação do FTA devido à preocupação com o impacto das novas medidas de comércio de aço no Reino Unido, que devem entrar em vigor em 1º de julho.
Em um esforço para proteger sua indústria doméstica de um aumento na oferta global, o Reino Unido reduzirá drasticamente as cotas isentas de tarifas para aço e imporá tarifas pesadas sobre remessas além desses limites a partir do próximo mês, embora os detalhes das medidas ainda estejam em fase de finalização.
O governo indiano disse na quarta-feira que 85% das exportações indianas não seriam afetadas pelas medidas britânicas sobre o aço, e as linhas cobertas pelas medidas teriam acesso por meio de cotas e outros meios.
“Após deliberações construtivas, ambos os lados concordaram mutuamente em proteger interesses comerciais, minimizar as interrupções do mercado e garantir um ambiente comercial equilibrado e estável para os exportadores”, afirmou o governo indiano.
Um funcionário britânico disse anteriormente que as negociações para implementar o FTA eram separadas das medidas comerciais de aço, e o anúncio de quarta-feira pelo governo britânico não fez referência a nenhum acordo separado sobre aço.
O acordo de livre comércio entrará em vigor quase exatamente um ano após sua assinatura, o que a Grã-Bretanha disse ter sido o mais rápido de retorno já visto após a assinatura. Autoridades indianas sugeriram anteriormente que a disputa do aço impediu uma implementação antecipada em maio, embora a Grã-Bretanha nunca tenha estabelecido um prazo para as negociações.
“O acordo dá aos exportadores britânicos uma vantagem sobre concorrentes internacionais”, disse o secretário britânico de Negócios e Comércio, Peter Kyle, em um comunicado.
Reino Unido e Índia também concordaram que os trabalhadores não precisarão mais prestar contribuições de previdência social tanto na Índia quanto no Reino Unido enquanto estiverem temporários na outra área, e na quarta-feira disseram que estenderam o período em que os trabalhadores poderão ser isentos das chamadas “contribuições duplas” sob o esquema para cinco anos, em vez de três.









Além do tempo de prisão, o ex-deputado foi condenado a oito anos de inelegibilidade e à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.
Além disso, outras medidas adotadas pelo governo norte-americano, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte.
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Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos, desta forma, perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.
Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado do presidente Donald Trump, e a notificação para cumprimento da pena dificilmente seria cumprida pelo governo norte-americano.
Durante o julgamento, a acusação foi lida pelo subprocurador-geral da República Antônio Edilio Magalhães Teixeira, que defendeu a condenação de Eduardo.
Segundo o subprocurador, as ameaças de Eduardo ocorreram durante a tramitação do processo da trama golpista e foram concretizadas por meio do tarifaço, a suspensão dos vistos de oito dos 11 ministros da Corte e por meio das sanções econômicas da Lei Magnitsky.
A defesa do ex-deputado foi feita pela Defensoria Pública da União (DPU).
Durante a sustentação, o defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho disse que Eduardo não teve ingerência na decretação das medidas do presidente Donald Trump contra o Brasil. Segundo Esdras, Eduardo realizou "interlocução política".
"Eduardo não teve poder decisão sobre a política externa dos Estados Unidos, não integra o governo norte-americano e não exerce função pública naquele país", afirmou.
O placar unânime de 4 votos a 0 foi obtido a partir do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes.
O ministro disse que o ex-deputado levou desinformação ao governo norte-americano e prejudicou o Brasil. Contudo, segundo Moraes, as ações não impediram a condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão.
A manifestação do relator foi seguida pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
Além do tempo de prisão, o ex-deputado foi condenado a oito anos de inelegibilidade e à perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.
Além disso, outras medidas adotadas pelo governo norte-americano, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte.
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Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos, desta forma, perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.
Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado do presidente Donald Trump, e a notificação para cumprimento da pena dificilmente seria cumprida pelo governo norte-americano.
Durante o julgamento, a acusação foi lida pelo subprocurador-geral da República Antônio Edilio Magalhães Teixeira, que defendeu a condenação de Eduardo.
Segundo o subprocurador, as ameaças de Eduardo ocorreram durante a tramitação do processo da trama golpista e foram concretizadas por meio do tarifaço, a suspensão dos vistos de oito dos 11 ministros da Corte e por meio das sanções econômicas da Lei Magnitsky.
A defesa do ex-deputado foi feita pela Defensoria Pública da União (DPU).
Durante a sustentação, o defensor público federal Esdras dos Santos Carvalho disse que Eduardo não teve ingerência na decretação das medidas do presidente Donald Trump contra o Brasil. Segundo Esdras, Eduardo realizou "interlocução política".
"Eduardo não teve poder decisão sobre a política externa dos Estados Unidos, não integra o governo norte-americano e não exerce função pública naquele país", afirmou.
O placar unânime de 4 votos a 0 foi obtido a partir do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes.
O ministro disse que o ex-deputado levou desinformação ao governo norte-americano e prejudicou o Brasil. Contudo, segundo Moraes, as ações não impediram a condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão.
A manifestação do relator foi seguida pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
O placar unânime de 4 votos a 0 foi obtido no julgamento da ação penal na qual Eduardo é réu pela acusação de articular o tarifaço contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação ex-presidente Jair Bolsonaro no processo da trama golpista.
Os votos foram proferidos pelo relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
A sessão do colegiado prossegue para a definição das penas de Eduardo, a chamada dosimetria da pena.
Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.
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