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Adyen lança plataforma para integrar comércio por IA sem alterar sistemas de retalho

18 June 2026 at 10:08

A Adyen anunciou esta terça-feira o lançamento do Adyen Agentic, uma plataforma composta por um conjunto de interfaces de programação (API) que pretende permitir às empresas integrar canais de comércio baseados em inteligência artificial (IA) através de uma única ligação, evitando a necessidade de adaptar os sistemas a cada nova plataforma.

Segundo a empresa de tecnologia financeira, a solução foi desenvolvida para responder ao crescimento do chamado agentic commerce, um modelo em que agentes de IA acompanham os consumidores em diferentes etapas do processo de compra, desde a descoberta de produtos até ao pagamento.

A plataforma assenta em três componentes: o Agentic Feed, responsável pela disponibilização de catálogos, preços e inventário em tempo real; o Agentic Cart, que liga os sistemas existentes de checkout, logística e gestão de encomendas às plataformas de comércio conversacional; e o Agentic Payments, dedicado ao processamento de pagamentos, autenticação e prevenção de fraude.

De acordo com a Adyen, o objetivo é funcionar como um “tradutor universal” entre os sistemas dos comerciantes e os diferentes protocolos utilizados pelas plataformas de IA, permitindo que as empresas integrem apenas uma vez a infraestrutura de comércio e a utilizem em vários ecossistemas.

Numa primeira fase, a solução está disponível de forma limitada para comerciantes empresariais nos Estados Unidos, estando prevista uma expansão para outros mercados numa fase posterior.

Entre os primeiros parceiros do ecossistema encontram-se a American Express, Mastercard, Salesforce e Visa, bem como os retalhistas ESW, Scheels, Sézane e SharkNinja.

“Cada nova superfície agentic exige que os comerciantes reconstruam tudo do zero”, afirmou no comunicado Karan Katyal, Global Head of Agentic Commerce na Adyen. “Acreditamos que o futuro do agentic commerce deve ser aberto, pelo que desenhámos intencionalmente o Adyen Agentic para ajudar os retalhistas a integrarem-se uma única vez e a participarem em plataformas, protocolos e experiências em evolução – sem terem de apostar em quais os ecossistemas que acabarão por vencer. O ecossistema está a evoluir rapidamente e estamos entusiasmados por permitir que comerciantes inovadores experimentem em primeira mão o agentic commerce.”

A empresa indicou ainda que o Adyen Agentic é compatível com o sistema de checkout por IA da Meta e suporta protocolos de comércio desenvolvidos por entidades como a Google e a OpenAI.

Rússia ataca solo ucraniano com sete mísseis e 239 drones

18 June 2026 at 10:04

As forças russas lançaram um total de 7 mísseis balísticos e 239 drones de longo alcance de vários tipos contra a Ucrânia esta madrugada, de acordo com o boletim diário da Força Aérea ucraniana.

As defesas ucranianas conseguiram neutralizar 4 dos mísseis balísticos e 212 dos drones em várias regiões do norte, leste e sul da Ucrânia.

Outros 2 mísseis balísticos e 26 drones de ataque atingiram 9 locais distintos na Ucrânia, não especificados pela Força Aérea, que informou ainda sobre a queda de fragmentos de drones ou mísseis abatidos em voo em outros sete locais.

A Força Aérea está a investigar o que aconteceu com o sétimo míssil balístico russo, e vários drones continuavam a sobrevoar a Ucrânia quando o comunicado foi publicado.

Instituto alemão Ifo prevê que a economia da Alemanha cresça 0,8% em 2026 mantendo o mesmo ritmo estimado para 2027

18 June 2026 at 10:02

O instituto alemão Ifo prevê que a economia da Alemanha cresça 0,8% em 2026, mantendo o mesmo ritmo estimado para 2027, num contexto marcado por forças opostas entre o choque energético e a política orçamental expansionista.

De acordo com a instituição sediada em Munique, o aumento dos preços da energia, associado ao conflito no Médio Oriente, deverá travar o crescimento em cerca de 0,4 pontos percentuais em ambos os anos. Em contrapartida, a despesa pública adicional — direcionada para infraestruturas, transição climática e defesa — deverá acrescentar cerca de 0,5 pontos percentuais ao produto interno bruto (PIB).

“O desempenho da economia está atualmente a ser moldado por forças contraditórias”, afirmou no comunicado Timo Wollmershäuser, responsável pelas previsões do Ifo. O economista antecipa uma estagnação temporária no segundo trimestre de 2026, sem entrada em recessão, seguindo-se uma retoma a partir do terceiro trimestre, caso se verifique um alívio das tensões no Médio Oriente.

Apesar da recuperação, o crescimento terá custos significativos nas contas públicas. O défice orçamental deverá agravar-se de 2,8% do PIB em 2025 para 4,1% em 2026 e 4,9% em 2027, enquanto a dívida pública poderá atingir cerca de 68% do PIB até 2027.

O choque energético deverá também traduzir-se numa perda acumulada de cerca de 34 mil milhões de euros em poder de compra em 2026 e 2027, refletindo a subida dos preços das importações energéticas. A inflação deverá fixar-se em 2,9% em 2026, descendo apenas ligeiramente para 2,7% no ano seguinte.

No longo prazo, as perspetivas permanecem frágeis. O Ifo estima que o crescimento potencial da economia alemã se mantenha em apenas 0,1% até ao final da década, pressionado pelo envelhecimento demográfico e pela fraca produtividade. Segundo Wollmershäuser, as atuais medidas governamentais têm um efeito estabilizador, mas são insuficientes para gerar crescimento sustentado, exigindo reformas estruturais mais profundas.

A projeção assume uma desescalada do conflito no Médio Oriente e a reabertura do Estreito de Ormuz nas próximas semanas. Neste cenário, o preço do petróleo deverá iniciar uma trajetória descendente a partir do terceiro trimestre de 2026, situando-se abaixo dos 80 dólares por barril até ao final de 2027. Ainda assim, o ifo alerta que um eventual agravamento do conflito poderá manter os preços energéticos elevados, intensificando o abrandamento económico.

Estados Unidos poderão não fornecer apoio prometido à NATO, diz secretário-geral

18 June 2026 at 09:37

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou hoje não poder garantir que, em caso de guerra, os Estados Unidos disponibilizem à Aliança os recursos militares que prometeram por terem de se “ocupar de múltiplos teatros de operações”.

“Se rebentar uma guerra, é claro que todos os aliados, incluindo os Estados Unidos, farão tudo o que estiver ao seu alcance. Não digo que possam cumprir tudo o que prometeram no âmbito do modelo de forças da NATO, mas darão o máximo”, disse Rutte à imprensa à chegada a uma reunião dos ministros aliados da Defesa, na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas.

O antigo primeiro-ministro neerlandês precisou que “isso dependerá, naturalmente, do tipo de guerra em causa, das limitações existentes e dos desafios que surjam”.

“Mas estou bastante seguro de que lutaremos nessa guerra e a venceremos”, acrescentou.

Rutte pronunciou-se depois de Washington ter anunciado que vai reajustar a sua contribuição para o Modelo de Forças da NATO, a estrutura operacional que organiza, gere e comanda as forças militares dos países aliados.

“Os EUA disseram, e sabíamos que isto iria acontecer, que têm de se ocupar de múltiplos teatros de operações, e que não podem dispersar demasiado os seus recursos. Disseram que tinham de reduzir, em certa medida, a sua contribuição para o modelo de forças da NATO”, explicou.

O secretário-geral da NATO sublinhou que este reajuste é imediato, mas insistiu que se trata de uma “planificação” e que, em caso de guerra ou de ativação do artigo 5.º relativo à defesa coletiva da Aliança, “todos os aliados, incluindo os EUA, fariam tudo para garantir que pudéssemos travar a guerra”.

“Devemos ter em conta que os EUA estão a reduzir a sua contribuição, que continua a ser considerável”, disse o secretário-geral da NATO, deixando claro que os aliados europeus já estão “a cobrir essa diferença”.

Antes do mesmo encontro, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o país vai realizar um investimento de 1.500 mil milhões de dólares (1.302 mil milhões de euros) em Defesa em 2027, investimento que, considerou, irá também beneficiar a defesa da NATO.

Hegseth explicou que passará “semanas no Capitólio a defender a importância destes investimentos”, destinados a construir um “arsenal da liberdade”, que “protege os Estados Unidos e os seus interesses, mas que também sustenta a força da NATO” e restantes aliados.

O governante norte-americano agradeceu ainda o facto da Europa estar a liderar o regresso a uma “aliança militar firme”, e considerou que muitos países da organização estão a cumprir os compromissos assumidos, embora tenha salientado que outros ainda precisam de “fazer mais”.

Ao mesmo tempo, Hegseth elogiou o trabalho de Rutte na condução da transformação para a chamada “NATO 3.0”, alegando que esta mudança “representa o reconhecimento de que, após a Guerra Fria, é necessário [que a NATO] volte a ser uma aliança militar firme, dotada de capacidades militares reais, capazes de dissuadir aqui mesmo, no continente, e de assumir a liderança na defesa convencional”.

“É uma tarefa que vocês têm liderado e na qual outras nações estão a começar a participar ativamente”, acrescentou.

Rutte confirmou também que o presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, participará hoje na reunião do grupo de contacto, que junta cerca de 50 países no apoio à Ucrânia, e que terá lugar após a reunião ministerial da NATO.

O secretário-geral destacou a declaração de apoio à Ucrânia da cimeira do G7 e agradeceu aos Estados Unidos por “manterem o fluxo de equipamento essencial para a Ucrânia”, acrescentando que trabalhará para que aliados e parceiros continuem a aportar fundos.

A Aliança tem em curso a iniciativa PURL, através da qual os aliados europeus e o Canadá compram conjuntamente armamento norte-americano, que posteriormente doam a Kiev, sobretudo sistemas de defesa aérea.

Na reunião de hoje, os ministros vão preparar a cimeira aliada de 07 e 08 de julho em Ancara, onde se discutirá o apoio à Ucrânia, mas também como os países vão atingir o objetivo de investir 5% do PIB em defesa até 2035 e o reforço da produção militar.

Ukrainian drones strike rail bridge on Crimea’s Kerch–Dzhankoi line

18 June 2026 at 10:44

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Ukrainian drones struck the railway bridge over the North Crimean Canal near the village of Rozdolne, Sovetskoye district, in occupied Crimea overnight on 18 June, setting off a large fire, the Crimea-monitoring Telegram channel Krymsky Veter reported. Residents heard around 20 explosions in the area.

The bridge carries the Kerch–Dzhankoi line, the rail route Russia uses to move freight and troops onto the peninsula from the Kerch Bridge. If it is disabled, trains from Russia could reach no farther than the Vladyslavivka junction or Feodosia, according to the channel—though the degree of damage is not yet known.

Satellite data also showed a fire along the railway near Vladyslavivka station, a key junction in eastern Crimea, the channel said. Drones struck a road bridge beside the rail crossing at Rozdolne and, on the Arabat Spit in Kherson Oblast, two road bridges over the Promoina strait.

A campaign that moved from the land corridor inward

The strike extends a June campaign that had focused on the crossings linking Crimea to mainland Ukraine. On 11 June, drones hit four bridges at the peninsula's northwestern entrance near Armiansk; on 13 June, a strike on the Dzhankoi checkpoint also damaged a railway bridge and a pontoon crossing at Chonhar.

Ukraine hit the Chonhar and Henichesk road bridges again on 15 June, and on 17 June the General Staff confirmed fresh strikes on bridges in occupied Kherson Oblast used for military logistics. Russian-installed Kherson Oblast head Vladimir Saldo has reported drone attacks on the crossings repeatedly this month.

On the mainland side, the open-source group Dnipro Osint published satellite imagery on 18 June showing fresh damage to the Henichesk road bridge to the Arabat Spit, which it said was hit by at least three FP-2 and "Behemoth" drones. A pontoon crossing had already been set up beside it.

The "island" claim

Defense Minister Mykhailo Fedorov said this week that drones are turning Crimea into an island, part of a supply-interdiction push he calls Logistics Lockdown. Unmanned Systems Forces commander Robert Brovdi, call sign Madyar, has separately vowed to isolate the peninsula from Russia.

What remains unconfirmed is whether the rail bridge is out of service. Monitors reported fire and explosions; neither Ukraine's military nor the occupation authorities had detailed the damage to the Kerch–Dzhankoi crossing.

EE UU lanza una revisión de su presencia militar en Europa y del compromiso de los aliados con Trump

18 June 2026 at 10:20

El secretario de Defensa de Estados Unidos, Pete Hegseth, ha anunciado que el Pentágono hará una revisión durante los próximos seis meses de su presencia militar en Europa tras la decisión de varios países, entre ellos España —aunque no la ha citado explícitamente— de denegarle el uso de las bases militares y el espacio aéreo para sus operaciones durante la guerra contra Irán que lanzó de forma unilateral con Israel. Al mismo tiempo, ha advertido de que Estados Unidos reducirá proporcionalmente su aportación a la OTAN si los aliados no cumplen el compromiso de elevar el gasto en defensa al 5% del PIB sellado en la cumbre de La Haya.

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© Virginia Mayo (AP Photo/Virginia Mayo)

El secretario de Defensa de EE UU, Pete Hesgeth, y el secretario general de la OTAN, Mark Rutte, al comienzo de la reunión de ministros de Defensa en Bruselas este jueves

Lo que Zapatero debería aprender de Graham Platner

18 June 2026 at 09:40

Lo que Zapatero debería aprender de Graham Platner

Hay muchas personas en España que piensan que en el caso Zapatero no va a haber ningún delito, pero sería difícil encontrar una que afirme que las cosas que estamos escuchando coinciden con lo que pensábamos sobre el expresidente hace seis meses

Los lectores lo recordarán: era un 14 de julio del año 2010 y Zapatero anunciaba desde la tribuna del Congreso de los Diputados que su Gobierno haría unos recortes históricos para salvar al país de un rescate financiero que, en aquel momento, parecía casi asegurado: “Voy a ejercer el principio de responsabilidad de un gobernante que es, precisamente, gobernar. Voy a seguir ese camino cueste lo que cueste. Y cueste… lo que me cueste.”

Era una declaración de principios rotunda, muy parecida a las que le habíamos escuchado en los momentos más duros de su gobierno. Idéntica en la forma y en el fondo a la que ayer, al salir del juzgado, trasladó en un comunicado en el que pedía a la ciudadanía “confianza” en su inocencia y en la justicia. Tengan paciencia; con el tiempo, afirma el presidente, “la verdad se abrirá pasó”. Zapatero en estado puro.

Y yo, que estoy de acuerdo con el contenido y lo dije aquí, a pocas horas de que se conociera su imputación, creo que este comunicado es un error de bulto.

Porque la diferencia entre el año 2010 y el 2026 es que hoy la mayor parte de la población –en todo el mundo– alberga una desconfianza profunda hacia la clase política. Una falta de fe que no está en absoluto infundada, más bien al contrario. En estos años que han transcurrido desde la bonanza anterior a 2008, una parte importante de la ciudadanía ha vivido con una inseguridad creciente. Al mismo tiempo, todos tenemos la sensación de que los acontecimientos –como el COVID, o la invasión de Ucrania, o la de Gaza— se están acelerando sin que podamos ejercer algún control sobre lo que se avecina. Y en ese caldo de cultivo no dejamos de escuchar todos los días historias nuevas que nos recuerdan que las personas en las que habíamos confiado para guiarnos en estos momentos difíciles no son quienes decían ser. Y a veces es porque han cometido un delito pero, otras, es simplemente porque la imagen que proyectaban de sí mismos no se corresponde con la realidad.

Y hoy hay muchas personas en España que piensan que en el caso Zapatero no va a haber ningún delito, pero sería difícil encontrar una que afirme que las cosas que estamos escuchando coinciden con lo que pensábamos sobre el expresidente hace seis meses. Es evidente que su personaje público y su persona, en privado, no eran iguales. Es esa sensación de haber sido engañados, por más que no haya crimen, la que duele y la que quiebra la confianza en las instituciones.

¿Cómo se puede sostener, en estos trances, esa confianza? No basta con pedir un acto de fe a los ciudadanos: la política tiene que hacer también una reflexión sobre la forma en que sus representantes se proyectan ante la sociedad.

Porque esos políticos inmaculados que nos contábamos en el siglo XX—los que no habían roto un plato en su vida, que no tenían un mal pensamiento ni un vicio oculto, ni una debilidad humana que proteger— sencillamente no existen. Ni han existido nunca. Eso no son personas. Y para bien o para mal, en el siglo XXI, cuando el poder mediático ya no está concentrado como estaba en los años en los que vivían aquellos personajes, todo termina por traslucir.

Zapatero podría aprender alguna cosa de un político inesperado al otro lado del Atlántico. En el diminuto estado de Maine, al norte de Estados Unidos, un exmarine reconvertido en candidato demócrata al Senado amenaza seriamente con arrebatarle el escaño a la senadora republicana Susan Collins. Si lo consigue, su victoria sería decisiva para retirarle a Trump la mayoría en la cámara. Hay muchos intereses y mucho dinero en juego, y Graham Platner está dando una batalla extraordinaria.

Y eso que este hombre está lejos de ser el candidato perfecto. Al contrario: si se ha convertido en una celebridad es porque su corta carrera política ha estado plagada por una sucesión de escándalos que incluyen desde un tatuaje con simbología nazi que se hizo una noche de borrachera en Croacia siendo marine, hasta algunos comentarios sobre violencia de género que dejó durante años en Reddit y la revelación reciente de que intercambió mensajes sexuales con distintas mujeres a pesar de que está casado.

Lo que le convierte en el político más innovador del momento, en mi opinión, es que ante cada una de estas revelaciones ha respondido con algo que resulta al mismo tiempo políticamente eficaz y extraordinariamente saludable para la democracia: el reconocimiento de su propia imperfección. En lugar de responder, como ha hecho ZP, con un comunicado en defensa de su integridad como si aquí no hubiera pasado nada, Platner lleva un año contando la historia de un hombre que volvió de la guerra con un trastorno de estrés post-traumático, que pasó una época muy oscura, que ha hecho terapia, que ha atravesado una crisis profunda con su mujer y que sigue intentando entenderse a sí mismo. Un hombre que no sabe exactamente quién es todavía, que sabe que está lejos de ser perfecto, pero que no tiene ningún problema en decirlo en voz alta.

Claro que Zapatero no ha ido a la guerra. Pero tengo la sensación de que todas estas cosas que están saliendo a la luz y que nos cuesta entender, a pesar de que no sean delitos –como la relación profesional de sus clientes con la empresa de sus hijas– tienen también algo que ver con sus debilidades. Y creo que la mejor manera en que el expresidente podría contribuir a reforzar esa confianza en las instituciones es hablando de ello.

Si lo hiciera, los demás nos haríamos un buen servicio si atendemos a sus explicaciones con compasión. Si queremos una clase política honesta, en la que podamos confiar y que no se corrompa, lo primero que tenemos que hacer es dejar de exigirles que mientan sobre sí mismos.

Valencia Basket - Barcelona, horario y dónde ver el primer partido de la final de la Liga Endesa

18 June 2026 at 09:37

La última misión esta temporada del equipo más divertido de Europa, el Valencia Basket, es conquistar la Liga Endesa ante el mejor Barça del curso. El club taronja persigue un doblete inédito en la historia del baloncesto español. Después de que su equipo femenino conquistara la Liga Endesa ante el Casademont Zaragoza, ahora es el turno para los de Pedro Martínez, que disponen del factor cancha ante el conjunto azulgrana.

Las temporadas de ambos equipos no pueden ser más diferentes. El Valencia ya sabe lo que es ganar un título, la Supercopa Endesa, y su paso por la Euroliga ha sido memorable. Terminó segundo la primera fase y remontó una eliminatoria de escándalo ante el Panathinaikos para alcanzar su primera Final Four. En los «playoffs» ha sido inalcanzable tanto para el Surne Bilbao como para el La Laguna Tenerife. Sólo en los dos primeros partidos de ambas series pasó algún apuro.

El Barça puede arreglar a lo grande una temporada, como mínimo, desastrosa. Cayó en cuartos de Copa, se quedó fuera de los mejores en la Euroliga, sufrió infinidad de lesiones, cambió a Joan Peñarroya por Xavi Pascual... y en las últimas semanas se está viendo la mejor versión del equipo con mucha diferencia. El anuncio de las salidas de Xavi Pascual y Jan Vesely, en el caso del checo por su retirada, ha fortalecido a un vestuario con ganas de reivindicarse. La derrota del Madrid en cuartos de final ha ofrecido un horizonte con el que nadie contaba hace pocas semanas.

El primer partido se disputará en el Roig Arena a partir de las 20:00 y se podrá ver en Movistar + y Dazn. El directo del estreno de la final de la Liga Endesa también se podrá seguir en LA RAZÓN. A partir de las 18:00 en www.larazon.es estarán todos los detalles de antes, durante y después del choque abre la eliminatoria por el título en la ACB.

"PLAYOFFS" LIGA ENDESA

Cuartos de final

1. Real Madrid, 1-La Laguna Tenerife, 2

2. UCAM Murcia, 1-Barcelona, 2

3. Valencia Basket, 2-Surne Bilbao, 0

4. Kosner Baskonia, 1-Asisa Joventut, 2

Semifinales

1. Barcelona, 3-La Laguna Tenerife, 0

2. Valencia Basket, 3-Asisa Joventut, 0

Final (al mejor de cinco)

Valencia Basket-Barcelona (20:30; 20; 22; 24 y 27)

-Todos los partidos en Dazn y Movistar +

© EFE

Presentación de la final de la Liga Endesa en el Ayuntamiento de Valencia

O milagre do treinador norueguês que morreu sete minutos

18 June 2026 at 09:32
Quando Solbakken ainda era jogador, o seu coração esteve parado 7 minutos. O incidente precipitou o fim da sua carreira como atleta, mas abriu caminho para o atual cargo de treinador.

© ANP via Getty Images

Stale Solbakken precisou de colocar um pacemaker

Cuenta atrás para las elecciones

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El 25 de julio de 2014 se produjo en Catalunya uno de esos hitos que traería consigo efectos que siguen notándose hoy. Aquel día Jordi Pujol desveló que él y su familia tenían dinero en Andorra no declarado. En concreto dio la cifra de 140 millones de pesetas (unos 840.000 euros) supuestamente recibidos en herencia de su padre Florenci, aunque la UDEF, la unidad de delitos económicos de la Policía Nacional, habló de más de 30 millones de euros y los vinculó al cobro de comisiones. El juicio se celebró hace unas semanas y aún estamos pendientes de la sentencia. El nacimiento de Junts per Catalunya está relacionado con aquel episodio. El derrumbamiento del fundador y referente fundamental de Convergència bajo la sombra de la corrupción provocó que el partido cambiara de nombre y hasta de forma de ejercer la política. En el estrépito de su caída quedó dañada también la imagen de la política catalana, puesto que con Pujol se identificaron también electores de otros partidos. Con José Luis Rodríguez Zapatero ocurre algo parecido.

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Moscow refinery supplying 50% of region’s diesel hit by drones – second strike in three days

18 June 2026 at 08:27

Aftermath of the attack.

Ukrainian drones struck the Moscow oil refinery in Kapotnya early on 18 June, sparking a large fire, Moscow mayor Sergei Sobyanin said.

The strike is the second to hit the same refinery within 48 hours: Ukrainian drones had already damaged the plant's ELOU-AVT-6 primary oil processing unit on 16 June, forcing a temporary shutdown.

What happened on 18 June

Residents of Moscow and the surrounding region reported a mass drone overflight on the morning of 18 June, according to monitoring Telegram channels. Russian authorities claimed 52 drones were shot down, but several reached their target.

Videos circulated online showed multiple fires across the refinery grounds in Kapotnya, with thick black smoke columns visible from several districts of Moscow.

"Air defense forces continue repelling the massive attack. Several drones managed to reach the Moscow oil refinery. Measures are being taken to deal with the consequences," Sobyanin wrote at 6 am, according to his Telegram channel.

Why the refinery matters

The Kapotnya refinery sits about 15 kilometers from the Kremlin and is a critical part of Moscow's fuel infrastructure. The plant covers about 40% of the Moscow region's gasoline needs and 50% of its diesel, and also produces aviation kerosene for the capital's airports.

The 16 June strike on the same facility had already disabled the ELOU-AVT-6 unit, one of the refinery's primary processing units, according to earlier reports. The 18 June strike marks the second time in three days that drones have penetrated air defenses to reach the plant.

Seleção de luxo, mas futebol de chinelo: o flop na estreia

18 June 2026 at 08:20
Com craques de elite, Portugal jogou como se estivesse na praia. Ronaldo tocou menos na bola que o guarda-redes e Martínez parece que adormeceu no banco. A Seleção foi para o Mundial ou para a praia?

Carneiro acusa de Montenegro de "cambalhota política"

18 June 2026 at 08:09
O líder do PS critica o primeiro-ministro por não ter rejeitado publicamente a proposta do Chega de baixar a reforma para os 65 anos. E acusou-o de governar com a extrema-direita.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

Proposta do Chega "pode significar custo de 4,5 mil milhões de euros por ano", diz PS

Portugal recua três posições no ranking mundial de competitividade do IMD e ocupa o 40.º lugar

18 June 2026 at 08:00

Portugal desceu três posições no Ranking Mundial de Competitividade do IMD 2026 e ocupa agora o 40.º lugar entre 70 economias avaliadas, num resultado que contrasta com a melhoria registada no pilar do Desempenho Económico, onde o país subiu sete lugares para a 35.ª posição. Os dados foram divulgados esta quarta-feira pela Porto Business School (PBS), parceira exclusiva do IMD em Portugal para a recolha, análise e divulgação dos resultados nacionais.

A queda global resulta sobretudo do desempenho negativo nos pilares da Eficiência Governativa (41.º lugar), da Eficiência Empresarial (45.º) e das Infraestruturas (31.º), que contrasta com indicadores económicos favoráveis, nomeadamente o quarto lugar mundial nas Receitas do Turismo e o 11.º nos Fluxos de Investimento Direto Estrangeiro em percentagem do PIB.

É na Eficiência Empresarial que Portugal regista a sua posição mais baixa, com recuos nas práticas de gestão (53.º), no mercado de trabalho (46.º) e na produtividade (48.º), a que se somam fragilidades no empreendedorismo, na dimensão das PME e nas competências financeiras das empresas.

No topo do ranking, Singapura recupera a liderança mundial, seguida de Hong Kong, Suíça, Taiwan e Emirados Árabes Unidos. Os Estados Unidos regressam ao grupo das dez economias mais competitivas, após o 13.º lugar em 2025.

Para o diretor do World Competitiveness Center do IMD, Arturo Bris, “as nações com instituições credíveis e testadas ganham vantagem” num contexto de deterioração das condições geopolíticas e de crescente fragmentação global.

O dean da Porto Business School, José Esteves, sublinha que “a competitividade do futuro não se mede pelos ativos que temos”, defendendo empresas mais ágeis, instituições mais eficazes e líderes capazes de “executar melhor, adaptar-se mais depressa e criar valor de forma sustentável”.

Para José Esteves, dean da Porto Business School, o desafio é tão claro quanto mobilizador: “Portugal tem profissionais de excelência, atrai investimento e é uma economia aberta ao mundo. Mas a competitividade do futuro não se mede pelos ativos que temos – mede-se pela forma como os transformamos em produtividade, inovação, escala e impacto. Precisamos de empresas mais ágeis, instituições mais eficazes e líderes preparados para executar melhor, adaptar-se mais depressa e criar valor de forma sustentável”.

O Ranking Mundial de Competitividade do IMD avalia anualmente 70 economias com base em dados estatísticos e no Executive Opinion Survey, em quatro dimensões: Desempenho Económico, Eficiência Governativa, Eficiência Empresarial e Infraestruturas.

"André Aventuras" e "Moranguete": este enunciado de teste do Instituto Politécnico de Setúbal é real? A SIC Verifica

18 June 2026 at 08:00

Um alegado teste de avaliação da Escola Superior de Ciências Empresariais, do Instituto Politécnico de Setúbal, está a gerar polémica nas redes sociais. A imagem, que também foi enviada ao nosso programa, mostra um enunciado onde o partido Chega e o seu líder surgem retratados de forma satírica, com referências como “Cheguei Chegando” e “André Aventuras”. É ainda descrita a venda de uma pistola Glock “para erradicar todos os emigrantes" numa escola. Trata-se de um enunciado real ou de uma fotografia manipulada? A SIC Verifica.

"André Aventuras" e "Moranguete": este enunciado de teste do Instituto Politécnico de Setúbal é real? A SIC Verifica

18 June 2026 at 08:00

Um alegado teste de avaliação da Escola Superior de Ciências Empresariais, do Instituto Politécnico de Setúbal, está a gerar polémica nas redes sociais. A imagem, que também foi enviada ao nosso programa, mostra um enunciado onde o partido Chega e o seu líder surgem retratados de forma satírica, com referências como “Cheguei Chegando” e “André Aventuras”. É ainda descrita a venda de uma pistola Glock “para erradicar todos os emigrantes" numa escola. Trata-se de um enunciado real ou de uma fotografia manipulada? A SIC Verifica.

Fernando Tordo: “O Villas-Boas dizia ‘Tens a mania de imitar o clichê, tens de vir cá a casa ouvir cantores a sério’. E enchia-me de Sinatra e Tony Bennett”

Compositor, autor, cantor e também pintor, começou a cantar no coro do Colégio Moderno e, aos 16 anos, acompanhava-se à viola em canções de Cliff Richard e dos Beatles. Fernando Tordo é o convidado do novo episódio do Geração 40, com Júlio Isidro

Reacciones tras la declaración de Zapatero y a la espera de la decisión sobre Begoña Gómez: última hora y reacciones en directo

El juez de la Audiencia Nacional José Luis Calama ha rechazado la imposición de medidas cautelares para el expresidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero tras su declaración como investigado por el caso Plus Ultra y que habían sido solicitadas por la Fiscalía y las acusaciones populares. Zapatero ha optado en su declaración ante el juez Calama por insistir en los argumentos exculpatorios que ya expuso durante su comparecencia en el Senado: que no tuvo ninguna influencia en la concesión de los 53 millones del rescate de Air Europa y en negar la relación con la mayor parte de los imputados junto a él en una presunta red internacional de blanqueo de capitales. Este jueves continua su declaración.

Verão e picadas: o perigo está no que fazemos depois

18 June 2026 at 06:01
Os mosquitos voltaram em força e, com eles, as picadas que fazem parte do verão. Mas quando é que uma simples picada deixa de ser apenas incómodo e passa a ser motivo de preocupação?

Antipetro, ‘outsider’, costeño y millonario: las claves del fenómeno Abelardo de la Espriella

18 June 2026 at 05:00

Tan solo unos días antes de la primera vuelta de las elecciones presidenciales de Colombia, en cualquier reunión que se preciara, amigos, compañeros de trabajo y familiares lanzaban al aire sus apuestas. Con Iván Cepeda liderando las encuestas, la inmensa mayoría creía que la izquierda acabaría ganando la elección en la segunda vuelta, e incluso en la primera, aunque no fuera lo que deseaban. Casi nadie supo leer lo que se venía: Abelardo de la Espriella obtuvo más de 10 millones de votos y superó hasta sus propias expectativas. Hoy la elección está reñida, aunque el promedio de los sondeos da al ultra un 80% de posibilidades de ganar.

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© ERNESTO GUZMAN JR (EFE)

Abelardo de la Espriella en su cierre de campaña, en Buga (Colombia), el 14 de junio.
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