Normal view

Perrie Edwards rompe de vez com Jesy Nelson: “Não há volta”

11 June 2026 at 16:06

A cantora Perrie Edwards, 32, desabafou sobre a relação com Jesy Nelson, 34, sua ex-colega do grupo Little Mix. A artista falou abertamente sobre o rompimento com a britânica e garantiu que não há chances de reconciliação atualmente.

Edwards afirmou que não acredita que a ex-colega seja “um monstro”, mas garantiu que quer distância após o lançamento do documentário sobre a vida dela.

“Eu não estou dizendo que ela é um monstro e que tudo é culpa dela, mas tome responsabilidade por seus atos e perceba que você era uma pessoa difícil, que você teve momentos difíceis”, disparou ela ao programa “Great Company With Jamie Laing”.

“É isso: eu não sou uma pessoa horrível, (…) mas eu posso te cortar. Se você me magoar e me ferir de algum jeito não há volta, eu posso perdoar, mas não quero você no meu espaço”, declarou Perrie.

A ex-Little Mix continuou dizendo que tentou levantar Jesy diversas vezes até perceber que começou a ter problemas psicológicos por causa do comportamento da antiga amiga.

Documentário

Em fevereiro, Jesy Nelson lançou “A Vida Depois do Little Mix”, no Prime Video, em que relatava a dificuldade que enfrentou com a saúde mental enquanto se apresentava no grupo.

Na produção, a cantora afirmou que não tinha apoio das colegas em sua luta por validação e autoestima. Ela declarou que chegou a pensar em morrer várias vezes antes de seguir carreira solo.

Anitta responde rumores de treta com Bad Bunny

“Magari dico una bestialità, ma ascoltare Lucio Dalla a teatro equivale ad ascoltare Beethoven”: Pierdavide Carone nell’opera “L’anno che verrà”, dedicata al grande artista

11 June 2026 at 15:14

Le musiche, le parole, le canzoni e il talento di Lucio Dalla vengono celebrati con l’opera “L’anno che verrà” da dicembre in tour nei teatri. Il progetto è ideato da Marcello Corvino e diretto da Manuel Renga. La storia si svolge in un grande hotel sul mare, alla vigilia di Capodanno, dove si incrociano le vicende di alcuni viaggiatori: una giovane coppia in fuga, una cantante di piano bar alla ricerca di un amore perduto, un musicista disilluso e un uomo d’affari colpito da una crisi esistenziale. Ad accoglierli è un enigmatico portiere, che avrà il volto di Pierdavide Carone, che Dalla lo ha conosciuto bene. Il cantautore scomparso, infatti, non solo ha prodotto l’album “Nanì e altri racconti”, ma è salito sul palco del Festival di Sanremo 2012 per dirigere l’orchestra e duettare con Carone.

“Sarebbe assurdo immaginare un futuro in cui i ragazzi non conoscano Lucio Dalla o lo scoprano solo attraverso le piattaforme digitali – ha dichiarato Carone -. Magari dico una bestialità, ma ascoltare Dalla a teatro equivale ad ascoltare Beethoven. La musica pop che supera il tempo deve avere lo stesso peso della sinfonica, perché parla alle generazioni e le attraversa”.

E ancora: “La vocalità di Dalla era talmente esuberante che l’unico modo per cantare, soprattutto quando si aggiungerà l’orchestra, è quasi ‘aggredire’ le canzoni, cercando di farlo in modo degno. Quando devo cantare Lucio sono sempre preoccupato, però il concetto di preoccupazione si trasforma in sfida, per quel senso di gratitudine nei confronti di una persona a cui dobbiamo molto”.

Il regista Manuel Renga ha aggiunto: “Questa nuova opera pop è un lavoro che non racconta la vita del grande Lucio Dalla, ma prende a piene mani dalla sua creatività musicale e traduce in scena il grande affresco umano che le sue canzoni compongono. Lucio Dalla diventa per noi il ‘custode dei sogni’ colui che è in grado di leggere chiaramente le paure, i desideri, i sogni e le delusioni dell’uomo e trasformarle in situazioni musicali popolari, dirette, emozionanti”. Lo spettacolo è composto dai brani più conosciuti come “La sera dei miracoli” e “L’anno che verrà” e quelli contenuti in album meno popolari “per tenere conto di tutte le anime musicali di Dalla”. È un viaggio onirico, “dove i personaggi sono le incarnazioni di quei sogni, di quelle paure e speranze, racconti di vita che si intrecciano sulle note musicali”.

Il debutto è previsto per l’11 e 12 dicembre a Ferrara, si proseguirà il 18, 19 e 20 dicembre con tre spettacoli a Reggio Emilia, per poi salutare il 2026 il 22 e 23 dicembre con una doppia data a Ravenna. In tabellone a gennaio anche appuntamenti a Piacenza e Modena, mentre il Teatro Duse di Bologna ospiterà lo spettacolo il 10, 11 e 12 settembre. Sul palco ci saranno fino a cento artisti, tra attori, orchestra sinfonica e la compagnia di danza di Michele Merola, che curerà le coreografie.

L'articolo “Magari dico una bestialità, ma ascoltare Lucio Dalla a teatro equivale ad ascoltare Beethoven”: Pierdavide Carone nell’opera “L’anno che verrà”, dedicata al grande artista proviene da Il Fatto Quotidiano.

Alim Beisembayev e Rafal Blechacz estreiam-se em Portugal

11 June 2026 at 13:36
9.ª edição do Festival de Piano realiza-se entre 5 de julho e 2 de agosto e vai contar com repertório essencialmente romântico, do século XIX. Maria João Pires será homenageada no fim do festival.

© Redferns

O Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide, nos arredores de Lisboa, é o cenário para os seis concertos que constituem a programação, mais um que na edição do ano passado

CEO espacial, Bridgit Mendler aborda lançamento musical: “Não fui eu”

11 June 2026 at 14:50

A atriz e cantora Bridgit Mendler, 33, teve algumas de suas músicas vazadas na última quarta-feira (10), cerca de 10 anos depois de ter se afastado da indústria musical. Nos últimos anos, ela passou a atuar como CEO da startup especial “Northwood Space”. 

Tudo começou quando fãs perceberam que o perfil de Bridgit Mendler nas principais plataformas musicais continha um novo EP, intitulado “Once Again…”, com seis faixas nunca lançadas pela artista.

Bridgit Mendler não havia divulgado lançamento nas redes sociais. Fãs passaram a teorizar se as faixas seriam parte de um lançamento surpresa ou se eram parte descartada de projetos anteriores.

Algumas horas depois, a artista usou as redes sociais para negar envolvimento com a divulgação das faixas, dando a entender que elas teriam sido vazadas.

“Desculpe decepcionar todo mundo, o lançamento no Spotify não fui eu!”, escreveu.

No entanto, não deixou de alimentar esperanças nos fãs sobre voltar a trabalhar com música. “Quando for eu, acreditem em mim, vocês vão saber”, completou ela.

Até o momento, Bridgit Mendler não apagou as faixas recém-lançadas de seus perfis nas plataformas.

Bridgit Mendler foi revelada na Disney e estourou ao participar dos projetos “Boa Sorte, Charlie” (2010-2014) e “Lemonade Mouth” (2011). Ela chegou ao lançar seu primeiro álbum, “Hello My Name Is…”, em 2012, e um EP, “Nemesis”, em 2016.

A estrela passou os anos que se seguiram estudando no Instituto de Tecnologia de Massachusetts e na Faculdade de Direito de Harvard.

when it is, trust me, you’ll know 😉

— Bridgit Mendler (@bridgitmendler) June 11, 2026

Princesas da Disney: conheça e veja a ordem cronológica dos filmes

MC Guimê anuncia sequência de hit “País do Futebol” e web reage: “Hexa vem”

11 June 2026 at 13:44

O cantor MC Guimê, 33, lançou “País do Futebol 2”, continuação de seu hit de 2013, como aposta para o período da Copa do Mundo.

O artista firmou parceria com a Turma do Pagode para a música, que agora mescla elementos de samba, pagode e funk. “‘País do Futebol 2’, por essa vocês não esperavam, né? No flow!”, celebrou ele.

A Turma do Pagode substitui o rapper Emicida na nova versão da música. O videoclipe, lançado na última quarta-feira (10), mostra os artistas no campo de futebol, acompanhados de torcedores com a camisa do Brasil.

Nas redes sociais, os internautas celebraram a parceria. “Chuva de benção! Agora o hexa vem”, profetizou um seguidor. “Trabalho lindo, vem mais 1 hit!”, comentou outra internauta.

Acidente

O clipe de “País do Futebol 2” foi gravado em Alphaville, em São Paulo, e marcou um susto na família de MC Guimê. Ao voltarem para casa, a esposa do artista, Fernanda Stroschein, e a filha dele, Yarin, de 5 meses, sofreram um acidente de carro envolvendo uma moto.

As duas ficaram bem, mas o motociclista que bateu no carro se machucou. “Jesus, obrigado por segurar nossas vidas em Tuas mãos mais uma vez”, escreveu o artista no Instagram, na ocasião.

Confira continuação do hot:

Como funciona o formato da Copa do Mundo de 2026: grupos, fases e mudanças

Alim Beisembayev e Rafal Blechacz estreiam-se em Portugal

11 June 2026 at 13:36
9.ª edição do Festival de Piano realiza-se entre 5 de julho e 2 de agosto e vai contar com repertório essencialmente romântico, do século XIX. Maria João Pires será homenageada no fim do festival.

© Redferns

O Auditório Municipal Ruy de Carvalho, em Carnaxide, nos arredores de Lisboa, é o cenário para os seis concertos que constituem a programação, mais um que na edição do ano passado

Quevedo sorprende a sus fans anunciando su nueva gira, 'El Baifo Tour', con un videojuego

11 June 2026 at 13:02

Quevedo ha vuelto a demostrar que le gusta hacer las cosas de manera diferente. Tras el lanzamiento de su tercer álbum y después de su parón profesional, el artista ha anunciado su nueva gira, El Baifo Tour, con una original iniciativa que ha sorprendido a sus seguidores.

Lejos de recurrir a un comunicado tradicional, el cantante canario ha presentado un videojuego interactivo en el que irá desvelando poco a poco las fechas y ciudades de sus próximos conciertos. Además, los usuarios podrán acumular puntos a medida que avancen en la experiencia y canjearlos posteriormente por diferentes recompensas.

El protagonista del juego es un baifo, el nombre con el que se conoce en Canarias a una cría de cabra. Los jugadores deberán superar distintos niveles mientras descubren nueva información relacionada con la gira.

No es la primera vez que el artista apuesta por una estrategia poco convencional para conectar con su público. Meses atrás ya llamó la atención al anunciar la llegada de su nuevo disco mediante un espectáculo de drones.

Este nuevo anuncio también ha servido para tranquilizar a sus fans, que desde su parón en 2024 se preguntaban si volverían a verlo sobre los escenarios. Ahora, con El Baifo Tour, el cantante confirma su regreso a la música en directo y su intención de reencontrarse con el público en una nueva etapa de su carrera.

'Titánicos', el nuevo álbum de Camela lejos del naufragio y de comentarios maledicentes

11 June 2026 at 11:06

Camela publica Titánicos, su vigésimo álbum de estudio, un trabajo llamado a convertirse en uno de los grandes acontecimientos musicales de la recta final del año.

En sus anteriores trabajos, el dúo formado por Dioni Martín y Ángeles Muñoz ya rindió tributo en sus portadas a Piratas del Caribe, Grease, guiño a la saga Star Wars o incluso coqueteó con Los Simpson en uno de sus vídeos.

Ahora, lejos del naufragio y de cualquier comentario maledicente, Ángeles y Dioni vuelven a cruzar océanos a bordo de este trabajo en forma de transatlántico. Porque si algo ha demostrado Camela a lo largo de los años es que existen materiales más resistentes que el acero: el cariño del público, la honestidad artística y una identidad inconfundible. Titánicos es un disco hecho con especial mimo, desde la portada hasta la última nota.

El álbum, que estará disponible en todas las plataformas digitales y formatos habituales a partir del próximo 6 de noviembre, incluirá sus dos singles ya lanzados: Nunca te he olvidado, la historia de uno de esos amores que quedan grabados en el alma por mucho que pase el tiempo, y Tu mirada, todo un manual de conquista, dos sencillos de éxito que han servido como carta de presentación de un trabajo que mantiene intacta la esencia emocional del dúo al tiempo que amplía su universo musical. Y es que Camela representa precisamente eso: el encanto de permanecer en el corazón de todos sin que importe el transcurso del tiempo.

A estas alturas, poco queda por descubrir de una trayectoria única que ha calado en varias generaciones de seguidores, acompañándolos desde hace más de tres décadas. Camela afronta esta nueva etapa en un momento especialmente significativo de su carrera. Tras recibir de manos de Sus Majestades los Reyes de España la Medalla de Oro al Mérito en las Bellas Artes, que otorga el Ministerio de Cultura, el grupo presenta un proyecto que reafirma su vigencia y su extraordinaria conexión con el público.

Camela tiene sello propio, eso es indiscutible, pero nunca ha dejado de innovar y actualizarse para que esa marca permanezca vigente. La publicación del álbum llegará además en plena actividad sobre los escenarios. La gira de Camela en 2026 suma ya más de 70 fechas confirmadas, consolidando al grupo como uno de los artistas nacionales con mayor capacidad de convocatoria y demostrando que su vínculo con el público permanece más fuerte que nunca.

Christof Loy sale por la puerta grande del Teatro de la Zarzuela

11 June 2026 at 10:24

“Sencillamente, no es algo que se pueda importar: para ello hay que ser, por instinto, un granuja y un maldito, y serlo con solemnidad”. Friedrich Nietzsche escribió esas palabras a su amigo Heinrich Köselitz desde Turín, el 16 de diciembre de 1888, después de escuchar dos veces La Gran Vía, de Chueca y Valverde, “principal reclamo de Madrid”, y de quedar fascinado por la Jota de los tres ratas: “Es lo más fuerte que he escuchado y que he visto, incluso como música: genial, imposible de etiquetar”.

Seguir leyendo

'El Gato Montés'

Música y libreto de Manuel Penella.

David Oller, barítono (Juanillo, el Gato Montés); Mané Galoyan, soprano (Soleá); Rodrigo Garull, tenor (Rafael, el Macareno); María Rodríguez, mezzosoprano (Frasquita); Carol García, mezzosoprano (Gitana); Manel Esteve, barítono (Padre Antón); Gerardo Bullón, barítono (Hormigón); Pablo Gálvez, barítono(Caireles); Alonso Gabarrús, barítono (Pezuño), entre otros.

Pequeños Cantores de la ORCAM (directora: Ana González).

Coro Titular del Teatro de la Zarzuela (director: Antonio Fauró).

Orquesta de la Comunidad de Madrid.

Dirección musical: José Miguel Pérez-Sierra.

Dirección de escena: Christof Loy.

Teatro de la Zarzuela, 10 de junio. Hasta el 28 de junio.

© Elena del Real

El barítono David Oller (Juanillo, el Gato Montés), la soprano Mané Galoyan (Soleá) y el tenor Rodrigo Garull (Rafael, el Macareno) al final del primer acto de ‘El Gato Montés’, el 10 de junio en el Teatro de la Zarzuela.

Javi Cantero: "Ser hijo de el Fary te marca, pero he conseguido un estilo propio"

11 June 2026 at 10:20

El cantante y compositor Javi Cantero celebra este año sus bodas de plata como artista, y asegura que han sido veinticinco años de trayectoria en los que ha sabido asentar su propio estilo, aunque sin olvidar que ser el hijo de el Fary es algo "que te marca como persona y cantante".

Lo explica en una entrevista con EFE en Gerena (Sevilla), donde se ha mostrado muy satisfecho con todo lo que ha ideado para este simbólico año, en el que tiene algunas fechas marcadas en rojo en su calendario, como las citas del 19 de junio en la sala Trinchera de Málaga, o la del día siguiente en la Malandar de Sevilla, en un listado que le está llevando a actuar con su banda en directo en medio país.

Nacido en Madrid en 1983, el autor de éxitos como 'Y cuanto más acelero' o 'Recordando a Bob', lleva sus primeras reflexiones, precisamente, a la figura de su padre, del que afirma estar "bien orgulloso", igual que de su madre, y señala que ser hijo de el Fary musicalmente es algo muy importante y destaca "su figura como artista, como cantaor", algo que lleva "mamando" desde que era pequeño.

"También es verdad que procuro también llevar mi forma, mi estilo a la hora de crear canciones y a la hora de interpretarlas, pero seguro que tengo cosas de él, porque es de donde vengo", subraya Javi Cantero, y enfatiza el papel como cantaor de su padre, ya que "el que sabe de cante solo tiene que escucharle y ver lo que había ahí".

En la música desde los 16 años

Tuvo que ser su padre el que, a los 16 años, le escuchara cantar en su habitación, y ahí comenzó su carrera, y el productor Paco Ortega le dio forma a su primer disco, un trabajo homónimo que salió a la venta en el año 2001 con el sello discográfico Muxxic.

Han sido, desde entonces, muchos años "cogiendo cositas de aquí y de allí, aprendiendo de lo que uno escucha y de lo que le gusta a la hora de crear y componer", algo que, afirma, "sale de manera natural", lo que ha llevado a un momento de su vida personal y profesional en el que se encuentra "muy bien, y aprendiendo, siempre aprendiendo de lo que se siente de verdad".

En esa diversión constante que, para él, es su música, ha querido darle un aire de reggae a Como el aire, un tema que define como "muy alegre, muy vacilón", y explica que una de sus curiosidades es que el videoclip oficial de la canción fue rodado en un globo aerostático, en el que pasó "mucho miedo en las alturas", aunque pudo sacar adelante el proyecto, y se alegra de que "ha tenido muy buena acogida y a la gente le gusta mucho".

El mejor termómetro para calcular la aceptación de su música lo sitúa en sus actuaciones en directo, donde "todo el mundo canta la canción", y lo volverá a experimentar de cara al verano, con muchas fechas firmadas, y feliz "de estar por todos los lados repartiendo alegrías, y, sobre todo, también recibiendo alegrías de mucha gente".

Y todo, asegura, con el secreto de su música y su voz, mientras bromea con que "no hay que decir de este agua no beberé" cuando se le pregunta si usaría autotune para alguno de sus temas, el procesador de audio que detecta y corrige automáticamente la afinación de la voz o de instrumentos musicales.

"Me gusta más lo natural, y usar el instrumento de la voz, el natural, y yo tengo el mío como otro cantante tiene el suyo", y con esa naturalidad se muestra muy contento de haber tomado completamente las riendas de la composición y la producción de su canciones junto a su hermano Raúl, fusionando el flamenco con otros estilos como el funk, el blues, el pop o el reggae, y comenzando una etapa de celebración que va camino, como mínimo, de sus bodas de oro.

Copa do Mundo: saiba tudo sobre os shows de abertura nesta quinta

11 June 2026 at 09:55

A Copa do Mundo de 2026 tem início nesta quinta (11), pela primeira vez com cerimônias acontecendo em três países: México, Canadá e Estados Unidos. Desta forma, acontecerão três shows de abertura em cada um dos países, sendo o primeiro em terras mexicanas.

A sequência de apresentações terá início com Shakira, acompanhada do cantor nigeriano Burna Boy que subirão ao palco do Estádio Azteca, na Cidade do México. Eles são responsáveis pelo hit “Dai Dai”, que é a música oficial da Copa do Mundo de 2026.

O show também terá performances de Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángels Azules, Maná e Tyla.

As performances terão início por volta das 14h30 (de Brasília), noventa minutos antes do jogo de abertura, México e África do Sul, marcado para as 16h. Não há detalhes sobre os horários exatos em que os artistas subirão ao palco.

ATV Globo, SBT, SporTV, N Sports, GeTV (Globoplay) e CazéTV (Youtube) farão a transmissão da abertura — o CNN Esportes acompanha em TEMPO REAL.

Na sexta (12), acontecerão as cerimônias de abertura do Canadá e Estados Unidos da América, antes dos confrontos contra Bósnia Herzegovina e Paraguai, respectivamente.

Para a abertura canadense, as principais atrações são Alanis Morissette e Michael Bublé. Ainda na sexta, sobem ao palco de Los Angeles Katy Perry, Lisa, do grupo Blackpink, Rema e a brasileira Anitta cantam juntos para dar início à Copa nos Estados Unidos.

Onde assistir a cerimônia de abertura

  • TV: Globo, SBT, SporTV e N Sports
  • Streaming: Ge TV (apenas no Globoplay) e CazéTV (YouTube)
  • Tempo real: CNN Esportes

Ficha técnica da cerimônia de abertura

  • Data: 11/6/2026
  • Horário: 14h30 (horário de Brasília)
  • Local: Estádio Azteca, na Cidade do México

Shakira no Rio: relembre o estilo da cantora colombiana

Ana Mena y Lola Índigo presentan 'pa ti toa <3', su ansiada colaboración juntas

11 June 2026 at 08:51

Ana Mena y Lola Índigo han presentado por fin su esperada colaboración juntas. Las artistas lanzarán este viernes pa ti toa <3, un tema que aspira a convertirse en uno de los grandes himnos del verano y en una de las colaboraciones femeninas más destacadas del momento.

Producida por Tunvao y compuesta por el propio productor junto a Ana Mena, Lola Índigo y J Cruz, la canción apuesta por un sonido de merengue pop que combina ritmos pegadizos, frescura y conquistar al público desde la primera escucha.

El lanzamiento también contará con un videoclip oficial que acompañará al estreno del tema. La pieza audiovisual ha sido dirigida por el realizador italiano Attilio Cusani, quien ha trabajado en una propuesta pensada para reforzar la identidad y la conexión de ambas artistas.

La colaboración llega después de meses de especulaciones entre sus seguidores. Desde que Ana Mena apareció como artista invitada durante el concierto de Lola Índigo en Granada, ambas cantantes han alimentado las expectativas de sus fans a través de guiños y publicaciones en redes.

Con pa ti toa <3, Ana Mena y Lola Índigo unen dos de las carreras más exitosas del pop español actual en una colaboración que promete dar mucho que hablar durante los próximos meses.

Descoberta estrutura em forma de leque escondida sob o gelo da Antártida

11 June 2026 at 08:00
Décadas de observações geofísicas revelaram um misterioso mundo enterrado sob a Antártida. Foi-lhe dado o nome de Província de Bacias em Forma de Leque da Antártida Oriental, e é possível que se tenha formado antes da fragmentação do supercontinente Gondwana. Num novo estudo, publicado a semana passada na Nature Geoscience, os cientistas identificaram uma província em forma de leque composta por cerca de 30 bacias interligadas. A província abrange várias estruturas subglaciais já conhecidas, incluindo as bacias de Wilkes e Aurora, bem como a bacia que contém o Lago Vostok, o maior lago subglacial conhecido. “Como estas bacias se encontram

Detector subterrâneo na China obtém informações sobre partículas fantasmas

11 June 2026 at 07:34

Pesquisadores que trabalham para desvendar os mistérios dos neutrinos revelaram as primeiras descobertas científicas de uma nova instalação subterrânea na China – as medições mais precisas até agora de certos aspectos dessas partículas subatômicas fantasmagóricas .

Os dados provêm da instalação JUNO – abreviação de Observatório Subterrâneo de Neutrinos de Jiangmen – que utiliza um detector de partículas construído sob cerca de 650 metros (2.130 pés) de rocha, abaixo de uma colina perto da cidade de Kaiping, na província de Guangdong, no sul da China.

Os cientistas detalharam suas descobertas em um estudo, publicado  na revista Nature, com base em dados coletados no período inicial de operação após a conclusão do detector no ano passado – seus primeiros 59 dias, aproximadamente, de 26 de agosto a 2 de novembro.

“Isso é importante não apenas porque os números em si são úteis para a física de neutrinos, mas também porque demonstram o desempenho do JUNO como um novo detector em larga escala”, disse Yifang Wang, físico do Instituto de Física de Altas Energias da Academia Chinesa de Ciências em Pequim e porta-voz da Colaboração JUNO.

“Este artigo demonstra que o experimento partiu de uma base sólida”, disse Wang.

Juntamente com o DUNE (sigla para Deep Underground Neutrino Experiment) nos Estados Unidos e o experimento Hyper-Kamiokande no Japão, o JUNO é um dos três grandes projetos emblemáticos que devem moldar a física de neutrinos nas próximas décadas.

Veja as principais descobertas astronômicas do ano

  • 1 de 31

    Descobertas de 2026 - (1): Astrônomos do Observatório Europeu do Sul identificaram uma "onda de choque" em torno de uma estrela morta. O fenômeno foi formado a partir de uma colisão entre o gás e a poeira ejetados pela estrela morta RXJ0528+2838, e foi identificado com auxílio do VLT (Very Large Telescope) • ESO/K. Iłkiewicz and S. Scaringi et al. Background: PanSTARRS

  • 2 de 31

    Descobertas de 2026 - (2): A lua Europa, de Júpiter, está na lista restrita de lugares do nosso Sistema Solar considerados promissores na busca por vida além da Terra, com um grande oceano subterrâneo que se acredita estar escondido sob uma camada externa de gelo. No entanto, novas pesquisas estão levantando dúvidas. Após modelar as condições de Europa, os pesquisadores concluíram que seu assoalho rochoso provavelmente é mecanicamente forte demais para permitir esse tipo de atividade. • Nasa/JPL-Caltech/SETI Institute

  • 3 de 31

    Descobertas de 2026 - (3): O vento solar, em combinação com o campo magnético da Terra, tem transportado partículas da atmosfera do nosso planeta para a superfície da Lua há bilhões de anos, revela pesquisa da Universidade de Rochester • Shubhonkar Paramanick/Universidade de Rochester

  • 4 de 31

    Descobertas de 2026 - (4): Astrônomos podem ter descoberto um tipo de objeto até então desconhecido, apelidado de "Cloud-9", que pode lançar luz sobre a matéria escura. Pesquisa publicada no periódico The Astrophysical Journal Letters mostra que Cloud-9 é uma nuvem de matéria escura que pode ser um remanescente da formação de galáxias nos primórdios do universo • NASA/ESA/VLA/Gagandeep Anand/Alejandro Benitez-Llambay/Joseph DePasquale

  • 5 de 31

    Descobertas de 2026 (5) - Um objeto vindo do espaço chocou-se com a Terra há cerca de seis milhões de anos, espalhando fragmentos pelo Brasil. Somente agora, em 2026, a ciência conseguiu confirmar o evento, que deu origem a pedaços de vidro conhecidos como tectitos. • Álvaro Cóstra/Unicamp

  • 6 de 31

    Descobertas de 2026 (6) - Observações realizadas peloTelescópio Espacial James Webb identificaram centenas de pequenos objetos avermelhados em imagens profundas do Universo primitivo. Um estudo liderado por Rusakov et al., publicado na revista Nature em janeiro, apresentou uma nova interpretação para esses objetos. De acordo com os autores, os LRDs correspondem a buracos negros em fase inicial de crescimento • Reprodução NASA, ESA, CSA, STScI, JWST; Dale Kocevski (Colby College)

  • 7 de 31

    Descobertas de 2026 (7) - Os astrônomos há muito tempo buscam indícios de que uma estrela companheira oculta se encontra fora de vista perto da supergigante vermelha Betelgeuse. Agora, eles descobriram uma nova evidência: um rastro semelhante ao deixado por um barco, atravessando a atmosfera superior de Betelgeuse, provavelmente formado pela companheira invisívelElizabeth Wheatley/ESA/NASA

  • 8 de 31

    Descobertas de 2026 (8) - Uma equipe internacional de astrônomos revelou a descoberta de uma estrutura inédita de ferro ionizado no interior da Nebulosa do Anel. Os cientistas detectaram a "barra" estreita que emite luz especificamente através de átomos de ferro • Telescópio Espacial James Webb

  • 9 de 31

    Descobertas de 2026 (9) - Uma equipe de astrônomos, com o auxílio do ALMA (Atacama Large Millimeter Array), um rádio-observatório que fica no Chile, conseguiu registrar em alta resolução 24 discos de detrito em torno de estrelas. Os anéis fotografados fazem parte da Cintura de Kuiper, que fica no mesmo Sistema Solar da Terra, depois de Netuno. Divulgação/ESO

  • 10 de 31

    Descobertas de 2026 (10) - Astrônomos registraram um dos exemplos mais impressionantes já vistos no espaço após observarem a presença de um buraco negro “renascido” após 100 milhões de anos em inatividade em uma cena comparada à erupção de um “vulcão cósmico”. Segundo o estudo publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, o fenômeno foi observado no centro da galáxia J1007+3540LOFAR/Pan-STARRS/S. Kumari et al.

  • 11 de 31

    Descobertas de 2026 (11) - Conceito artístico do exoplaneta candidato HD 137010 b, apelidado de "Terra fria" por ser um possível planeta rochoso ligeiramente maior que a Terra, orbitando uma estrela semelhante ao Sol a cerca de 146 anos-luz de distância • NASA/JPL-Caltech/Keith Miller (Caltech/IPAC)

  • 12 de 31

    Descobertas de 2026 (13) - Uma molécula de 13 átomos contendo enxofre (como pode ser visto nesta ilustração) foi descoberta no espaço interestelar pela primeira vez. Os pesquisadores consideram a descoberta um "elo perdido" na compreensão das origens cósmicas da química da vida. • Divulgação/ MPE/NASA/JPL-Caltech

  • 13 de 31

    Descobertas de 2026 (14) - Júpiter é, sem dúvida, o maior planeta do nosso Sistema Solar. No entanto, uma recente descoberta mostrou que ele não é tão grande assim — por uma margem muito pequena — quanto os cientistas pensavam. Segundo as observações de Juno, Júpiter tem um diâmetro equatorial de 142.976 km (88.841 milhas), aproximadamente 8 km (5 milhas) menorNasa

  • 14 de 31

    Descobertas de 2026 (15) - Cientistas estão monitorando o comportamento de um buraco negro supermassivo que apresenta hábitos alimentares específicos desordenados. Usando principalmente radiotelescópios no Novo México e na África do Sul, eles acompanham o buraco negro, localizado no centro de uma galáxia muito além da Via Láctea, enquanto ele continua a expelir um jato de material em alta velocidade após rasgar e devorar uma estrela que cometeu o erro de se aproximar demais • Nasa

  • 15 de 31

    Descobertas de 2026 (16) - Uma nova análise de dados de radar de Vênus, obtidos pela sonda Magellan da Nasa na década de 1990, indicou a presença de uma cavidade subterrânea criada por um fluxo de lava, a primeira estrutura subterrânea já detectada no planeta vizinho da Terra • Divulgação/RSLab, University of Trento

  • 16 de 31

    Descobertas de 2026 (17) - Imagine todos os oceanos da Terra, que cobrem cerca de 70% do planeta e são compostos principalmente de hidrogênio. Agora multiplique isso por nove. Essa pode ser a quantidade de hidrogênio no núcleo da Terra, relataram cientistas na revista Nature Communications. • Tumeggy/Science Photo Library RF/Getty Images

  • 17 de 31

    Descobertas de 2026 (18) - Pesquisadores rastrearam uma estrela grande e brilhante que, em seus estertores, praticamente desapareceu de vista ao se transformar em um buraco negro sem explodir. Agora, ela só é detectável devido a um brilho sutil causado pelo aquecimento do gás e da poeira remanescentes, que são sugados pela força gravitacional irresistível do buraco negro recém-nascido. A estrela, chamada M31-2014 - DS1, estava localizada na Galáxia de AndrômedaKeith Miller, Caltech/IPAC – SELab

  • 18 de 31

    Descobertas de 2026 (19) - Um sistema exoplanetário a cerca de 116 anos-luz da Terra pode mudar completamente a forma como os planetas se formam. Quatro planetas orbitam LHS 1903 — uma estrela anã vermelha, o tipo mais comum de estrela no Universo — e estão dispostos em uma sequência peculiar. • Reprodução/ESA

  • 19 de 31

    Descobertas de 2026 (20) - Uma vista de Saturno e Titã, a maior lua do planeta, capturada pela sonda Cassini. Pesquisadores sugerem que uma colisão antiga da maior lua de Saturno com outro corpo celeste pode ter dado origem aos anéis • NASA/JPL-Caltech/Instituto de Ciências Espaciais

  • 20 de 31

    Descobertas de 2026 (21) - A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou uma impressionante fotografia do cometa interestelar 3I/ATLAS. Foi o primeiro registro de Juice da passagem do cometa. • ESA/JUICE/JANUS

  • 21 de 31

    Descobertas de 2026 (22) - Corpos celestes com formato semelhante a “bonecos de neve” são mais comuns no Sistema Solar do que se imaginava. A forma curiosa, marcada por dois blocos unidos, é resultado da fusão lenta de objetos menores no início da formação planetária. O exemplo mais conhecido é Arrokoth, visitado em 2019 pela sonda New Horizons • Reprodução/Google

  • 22 de 31

    Descobertas de 2026 (23) - Astrônomos identificaram uma galáxia tão tênue que é quase invisível — uma descoberta que pode ajudar a lançar luz sobre uma das substâncias mais elusivas do Universo. Os pesquisadores encontraram a Candidate Dark Galaxy-2, ou CDG-2, usando o Telescópio Espacial Hubble, e acreditam que ela seja composta por pelo menos 99,9% de matéria escuraLi (utoronto), Ima/ESA/NASA

  • 23 de 31

    Descobertas de 2026 (24) - Astrônomos afirmam que os misteriosos “pequenos pontos vermelhos” observados pelo Telescópio Espacial James Webb podem ser estrelas gigantes do início do Universo, e não buracos negros, como se pensava inicialmente • Bangzheng “Tom” Sun

  • 24 de 31

    Descobertas de 2026 (25) - Cientistas obtiveram o mapa mais completo e de alta resolução do gás frio no centro da Via Láctea, que contém a matéria-prima a partir da qual estrelas e planetas são formados. As informações da imagem podem ajudar os astrônomos a entender a origem do nosso sistema solar. A imagem é fruto de um esforço internacional de quatro anos, utilizando um dos telescópios mais potentes da Terra, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, ou ALMA, um conjunto de mais de 50 antenas de rádio espalhadas por um planalto nos Andes chilenosALMA(ESO/NAOJ/NRAO)/S. Longmore/D. Minniti et al.

  • 25 de 31

    Descobertas de 2026 (26) - Uma intensa bola de fogo cortou o céu na Europa por volta de 14h55 do domingo (8/3), deixando um rastro de fumaça. O brilho foi de aproximadamente seis segundos, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA). O registro foi observado por muitas pessoas na Bélgica, França, Alemanha, Luxemburgo e Holanda.AllSky7/ESA

  • 26 de 31

    Descobertas de 2026 (27) - Uma supernova superluminosa envolvendo uma estrela enorme em uma galáxia a cerca de um bilhão de anos-luz da Terra está agora ajudando os cientistas a resolver esse mistério. Os pesquisadores determinaram que ela se tornou extremamente brilhante porque a explosão deixou para trás um magnetar , um remanescente estelar extremamente compacto e de rotação rápida, com um campo magnético imensamente poderosoJoseph Farah and Curtis McCully

  • 27 de 31

    Descobertas de 2026 (28) - Um estudo publicado na revista científica Astronomy & Astrophysics sugere que o Sol pode não estar exatamente em seu local de origem. De acordo com os pesquisadores, a estrela do Sistema Solar pode ter nascido em uma região mais próxima do centro da Via Láctea e migrado ao longo de bilhões de anos até a posição atual. • Nasa

  • 28 de 31

    Descobertas de 2026 (29) - Astrônomos identificaram um possível novo tipo de planeta fora do Sistema Solar, com interior derretido e atmosfera rica em enxofre. O objeto, chamado L 98-59 d, fica a cerca de 35 anos-luz da Terra e foi analisado com dados do telescópio espacial James Webb Space Telescope e de observatórios em solo. O interior do planeta pode ser formado por rocha derretida, semelhante à lava • Mark A. Garlick

  • 29 de 31

    Descobertas de 2026 (30) - Uma supernova - a morte explosiva de uma estrela - é sempre violenta, lançando material para o espaço e geralmente deixando para trás um remanescente estelar compacto, como uma estrela de nêutrons ou um buraco negro. Mas algumas supernovas envolvendo as maiores estrelas do cosmos podem ser tão imensamente poderosas que não deixam absolutamente nada para trás • Universidade Monash

  • 30 de 31

    Descobertas de 2026 (31) - Observações diárias por satélite revelaram um aumento contínuo do brilho noturno em todo o mundo devido à iluminação artificial, com importantes variações regionais, incluindo um aumento na África Subsaariana e no Sudeste Asiático, juntamente com uma redução deliberada na Europa, motivada por preocupações com a conservação de energia e a poluição luminosa. • Reuters

  • 31 de 31

    Descobertas de 2026 (32) - Uma nova imagem revela um objeto celeste deslumbrante — uma estrela, emparelhada com outra, em processo de morte, que se assemelha a uma bola de cristal. Cientistas capturaram a imagem da NGC 1514, apelidada de Nebulosa Bola de Cristal, com o Espectrógrafo Multiobjeto Gemini. O instrumento está instalado no telescópio Gemini Norte, localizado em Maunakea, um vulcão adormecido no Havaí. • Observatório Internacional Gemini/NOIRLab/NSF/AURA

“Os neutrinos são partículas básicas e extremamente abundantes no universo, mas continuam sendo algumas das menos compreendidas”, disse Wang.

Os neutrinos podem atravessar qualquer coisa, raramente interagindo com a matéria. Na verdade, trilhões deles atravessam nossos corpos a cada segundo sem que percebamos.

Forjados em locais como o núcleo do Sol e estrelas em explosão chamadas supernovas, os neutrinos vêm em três tipos, ou “sabores”, e podem mudar de um para outro, num processo chamado oscilação, à medida que se propagam. A diferença de massa, conhecida como ordenação de massa, entre os tipos de neutrinos permanece uma questão fundamental sem resposta.

“O objetivo central da missão JUNO é determinar a ordem de massa dos neutrinos, ou seja, a ordem dos estados de massa dos neutrinos. Sabemos que os neutrinos têm massa, mas ainda não sabemos qual estado de massa é o mais leve e qual é o mais pesado”, disse Wang.

“Este primeiro resultado ainda não determina a ordem de massa. Seu valor reside em validar o detector e a análise com dados reais”, disse Wang.

Segundo Wang, a sonda JUNO mediu dois dos seis parâmetros fundamentais de oscilação de neutrinos com a melhor precisão até agora, cerca de 1,6 vezes melhor do que anteriormente.

Cada tipo de partícula da matéria comum possui uma antipartícula correspondente com a mesma massa, mas carga elétrica oposta — positiva, negativa ou neutra, como é o caso dos neutrinos. Assim, cada neutrino possui um antineutrino correspondente.

A principal abordagem do experimento JUNO para medir as oscilações de neutrinos é através da observação de antineutrinos emanados das usinas nucleares de Yangjiang e Taishan, a cerca de 52,5 km (33 milhas) do detector. Os dois parâmetros envolvidos são o comportamento dos antineutrinos.

O detector JUNO é um grande tanque esférico preenchido com 20.000 toneladas de um líquido orgânico que emite luz no escuro quando partículas, incluindo antineutrinos, o atravessam.

Os neutrinos são partículas elementares, ou seja, não são constituídos de partículas menores, o que os torna um dos blocos de construção fundamentais do universo. Por serem eletricamente neutros, os neutrinos não são afetados nem mesmo pelos campos magnéticos mais fortes. Ao viajarem pelo espaço, atravessam a matéria sem impedimentos – estrelas, planetas e tudo o mais.

Os cientistas podem rastreá-los até sua origem e, assim, aprender sobre alguns dos processos mais energéticos do cosmos. Eles podem ser a chave para entender a origem da matéria e sua prevalência no cosmos em relação à antimatéria, a natureza da matéria escura e da energia escura e o funcionamento interno das supernovas .

Wang afirmou que a JUNO estudará neutrinos provenientes do Sol, da Terra, da atmosfera e possivelmente de uma futura supernova.

“Um número enorme de neutrinos atravessa a Terra a cada segundo, mas apenas uma pequena fração interage. É por isso que experimentos como o JUNO precisam de detectores muito grandes, locais subterrâneos profundos, blindagem cuidadosa e operação estável a longo prazo”, disse Wang.

JUNO, que custou mais de 300 milhões de dólares, representa uma colaboração científica internacional. Wang afirmou que JUNO, DUNE e Hyper-Kamiokande são esforços complementares.

“Eles usam tecnologias e fontes de neutrinos diferentes, então cada um traz uma perspectiva diferente para algumas das questões mais importantes da física de neutrinos. Juntos, eles proporcionarão uma compreensão mais ampla e robusta das propriedades dos neutrinos”, disse Wang.

Contaminazioni riuscite: i dieci anni del FestiValle nella Valle dei Templi

11 June 2026 at 03:45

C’è un momento al tramonto in cui il tufo calcareo della Valle dei Templi si fonde con il paesaggio; come in un rito collettivo la folla danza al ritmo di esibizioni live insolite per un sito archeologico che ha visto scorrere 2600 anni di storia. In dieci anni, per quattro giorni consecutivi, FestiValle è riuscito a costruire proprio questo: un festival che non usa i luoghi come sfondo scenografico, ma li trasforma in parte integrante dell’esperienza. Nato ad Agrigento da un’intuizione di Fausto Savatteri, FestiValle ha attraversato un decennio di mutazioni del mercato musicale senza cedere alla logica delle lineup fotocopia o dei grandi nomi messi lì per accumulare biglietti. Al contrario, ha costruito la propria reputazione attorno alla ricerca, alla contaminazione tra discipline, alla valorizzazione del patrimonio archeologico e a un’idea romantica, quella della musica suonata dal vivo.

Per il decennale, dal 7 al 10 agosto, il festival torna nella Valle dei Templi con una programmazione che tiene insieme Ezra Collective, Apparat live band, Greentea Peng, Cory Henry & The Funk Apostles, Octave One, Mace e una costellazione di artisti internazionali, live site specific, aftershow e produzioni originali come Il Risveglio degli Dèi, performance all’alba al Tempio della Concordia diventata ormai uno dei momenti simbolici della manifestazione. FestiValle è anche il racconto di una sfida culturale e territoriale. Quella di dare vita ad un festival internazionale in una città periferica, fuori dalle grandi rotte europee dei concerti. Di continuare a scommettere sulla scoperta in un momento storico in cui, come ci ha raccontato Savatteri «c’è meno volontà di ascoltare musica autentica». Ci abbiamo chiacchierato in occasione dei dieci anni del festival.

Courtesy of FestiValle

FestiValle nasce in un luogo che, geograficamente e culturalmente, non era il contesto più semplice in cui immaginare un festival internazionale. Come è iniziato tutto?
Agrigento è un luogo di svantaggio geografico, territoriale e anche culturale. Quando abbiamo iniziato, l’idea era educare la gente locale all’ascolto di sonorità non convenzionali e, dall’altra parte, attrarre un turismo musicale. Il nostro obiettivo è sempre stato creare un contenitore capace di mettere ancora più in risalto luoghi oggettivamente mozzafiato come quelli che abbiamo in Italia e in Sicilia.

Negli ultimi anni molti festival sono diventati esperienze ibride, dove musica, arti visive, performance e paesaggio convivono. Qual è la tua opinione in merito a questa contaminazione tra discipline?
Dipende dalla manifestazione e dal territorio. Con FestiValle abbiamo sempre cercato di evitare le lineup fotocopia. È una scelta identitaria, anche se non sempre è quella che ti premia di più. Oggi noto che c’è meno voglia di scoprire musica autentica, suonata davvero. L’ascoltatore medio italiano preferisce spesso rivedere per la decima volta gli stessi artisti invece di soffermarsi su un gruppo internazionale, magari famosissimo all’estero. Quello che conta per noi è raccontare il festival in maniera originale: allo straniero offriamo una Valle dei Templi da vivere, non da visitare in un giorno; allo stesso tempo, il residente si riappropria di una Valle che magari non aveva mai sperimentato prima.

Negli anni avete continuato a portare artisti molto ricercati, anche quando economicamente sarebbe stato più semplice puntare altrove.
Certo. Prendiamo gli Ezra Collective per esempio: nel Regno Unito sono delle star, ma in Sicilia li conoscono ancora in pochi. Eppure, costano quanto, se non più, di molti artisti pop italiani che farebbero numeri infinitamente superiori. È una sfida continua. In questi anni abbiamo cercato di costruire un’identità precisa: musica contemporanea, jazz, elettronica, format multidisciplinari. Ma senza snaturarci. Posso affermare con orgoglio che a FestiValle non è mai salito sul palco un artista con l’autotune. Ciò che conta per noi sono il concetto di spettacolo dal vivo, di sinergia con il pubblico.

Quanto conta il sito nella costruzione della programmazione?
Tutto parte dai luoghi. Ho sempre cercato l’artista giusto per ogni angolo della Valle. All’inizio c’erano il Tempio di Giunone e il Tempio dei Dioscuri, agli estremi opposti della Via Sacra. Poi negli anni il festival si è espanso e ci ha aiutato anche a raccontare altri spazi di Agrigento. Durante il Covid, per esempio, abbiamo trasformato un’area del giardino della Kolymbethra in un palco circolare al tramonto. Oggi è diventato uno dei simboli del FestiValle. La gente entra al tramonto ed esce all’alba attraversando tutta la Valle. Ad un certo punto, abbiamo perso il palco principale storico sotto il Tempio di Giunone. Sembrava un dramma, invece ci siamo reinventati nella Cava di Tufo, che per me è ancora più significativa: è da qui che si estraeva il materiale per costruire la Valle dei Templi. Non celebriamo solo il monumento finito, patrimonio dell’UNESCO, ma anche il colossale lavoro umano che c’è stato dietro.

Fausto Savatteri. Photo by Fabiana Amato. Courtesy of FestiValle

Edizione dopo edizione, avete introdotto sempre più elementi visivi e performativi. Quando hai capito che il festival poteva diventare qualcosa di più di una rassegna musicale?
Quando abbiamo iniziato a lavorare in modo site-specific. Nella Cava di Tufo organizziamo videoproiezioni, spettacoli audiovisivi, visual immersivi. L’anno scorso, per esempio, con i Cinematic Orchestra abbiamo costruito un’esperienza pensata apposta per quello spazio. Anche Il Risveglio degli Dèi nasce da questa idea: oltre quaranta performer al Tempio della Concordia, all’alba, in una produzione originale che mette insieme musica, teatro e ritualità contemporanea. Tutto rigorosamente dal vivo, ci tengo moltissimo.

FestiValle è cresciuto molto anche nei numeri, pur restando volutamente un boutique festival.
L’anno scorso abbiamo accolto 10.500 spettatori paganti in quattro giorni. Potremmo fare numeri più grandi, ma non è la direzione verso cui spingere. Più della metà del pubblico arriva con l’abbonamento completo e vive il festival come un’esperienza immersiva. La soddisfazione più grande è vedere persone che arrivano magari per un headliner e poi scoprono artisti che non conoscevano. È sempre stato questo il senso del festival: unire musiche diverse ma affini e creare connessioni.

In questi dieci anni hai avuto la sensazione di anticipare alcuni trend?
Ci è successo di ospitare artisti molto prima che diventassero popolari in Italia. Marco Castello, per esempio, l’abbiamo chiamato quando era meno conosciuto. Lo stesso discorso vale per Kokoroko o i Nu Genea, quando si chiamavano ancora Nu Guinea. Non siamo stati gli unici ma siamo stati sicuramente tra i primi a crederci, ad apprezzare la loro musica senza calcoli su quanti biglietti avrebbero venduto. Mi piace pensare a FestiValle come a un luogo dove certi artisti trovano finalmente spazio anche in Italia, il nostro mercato è diverso rispetto a quello francese, tedesco o inglese.

Quanto è difficile oggi tenere in piedi un festival indipendente in Italia?
È molto più difficile rispetto a dieci anni fa. I costi sono aumentati e spesso i sostegni non seguono il passo. Il paradosso è che il riconoscimento del Ministero, invece di facilitare le cose, a volte ha complicato i rapporti con gli enti territoriali: alcuni pensano che se hai il ministero allora non hai bisogno di altro supporto. Ogni volta devi ricominciare da zero, spiegare chi sei, cosa fai, perché vuoi organizzare una manifestazione in un sito archeologico. A mio parere, quei luoghi non devono appartenere a nessuno: bisogna piuttosto trovare idee creative per valorizzarli nel modo giusto. Sono molto critico verso certi utilizzi dei siti archeologici trasformati semplicemente in discoteche a cielo aperto. Per me il senso è creare un dialogo autentico tra cultura, performance e patrimonio.

Courtesy of FestiValle

Guardando alla line up del decennale, qual è il filo rosso di questa edizione?
La scena UK resta per me una delle più interessanti degli ultimi anni, quindi abbiamo invititato Ezra Collective, Greentea Peng, The Josh Barry Experience. Poi Apparat live band, Octave One, Cory Henry & The Funk Apostles. Mi interessava portare in scena una celebrazione coerente dei dieci anni, invitando artisti che avessero un senso dentro il percorso del festival. Anche quest’anno ci saranno molti debutti italiani e tanti artisti su cui scommettiamo. Per me il festival funziona quando qualcuno viene magari per Mace o Apparat e poi torna a casa dicendo che il concerto più bello è stato quello dell’opening act o dell’aftershow. È lì che succede davvero qualcosa.

E tu, dopo dieci anni, cosa senti di aver costruito?
Sicuramente una comunità. E forse anche un modo diverso di vivere la Valle dei Templi. Non è stato un percorso semplice. Però quando vedi migliaia di persone attraversare la Valle dei templi dalla sera fino all’alba, godersi la musica, scoprire artisti, vivere il territorio in modo rispettoso, allora capisci che forse qualcosa di buono è stato fatto per davvero.

FestiValle
Dal 7 al 10 agosto
Valle dei Templi, Agrigento
https://festivalle.it/

L'articolo Contaminazioni riuscite: i dieci anni del FestiValle nella Valle dei Templi proviene da Linkiesta.it.

Prêmio da Música Brasileira 2026: veja lista completa dos vencedores

11 June 2026 at 02:03

O Prêmio da Música Brasileira aconteceu nesta terça-feira (10), e celebrou os maiores destaques da música nacional no último ano. Com uma homenagem ao artista Cazuza, o evento buscou valorizar os principais lançamentos musicais dos últimos meses.

Ao longo da cerimônia, diversos artistas se apresentaram, como Seu Jorge, Ney Matogrosso, Chico Chico, Ludmilla, Marina Sena e Luedji Luna.

Axé – Melhor Artista

  • Daniela Mercury
  • Ivete Sangalo
  • Margareth Menezes
  • Olodum (VENCEDOR)
  • Timbalada

Axé – Melhor Lançamento

  • Daniela Mercury – “Cirandaia” (VENCEDOR)
  • Ivete Sangalo – “O Verão Bateu Em Minha Porta”
  • Margareth Menezes – “Ramalhete de Flor”
  • Olodum, BaianaSystem – “Ginga Olodum”
  • Timbalada – “Fervo na Cidade”

Reggae – Melhor Artista

  • Alma Djem
  • Maneva (VENCEDOR)
  • Maskavo
  • Ponto de Equilíbrio
  • Sintonize

Reggae – Melhor Lançamento

  • Alma Djem – “Acústico Alma Djem” (Ao Vivo)
  • Bia Ferreira, Little Lion Sound – “O Seu Silêncio” (VENCEDOR)
  • Capilé, Chico César – “Saci”
  • Maskavo – “Além-Mar”
  • Sintonize – “Original Brasileiro”

Raízes – Melhor Artista

  • Dona Onete
  • Geraldo Azevedo
  • João Gomes
  • Mestrinho (VENCEDOR)
  • Orquestra Malassombro

Raízes – Melhor Lançamento

  • Boi da Macuca, Henrique Albino – “Frevo da Macuca”
  • Dona Onete – “Quatro Contas”
  • Mestrinho – “Macaco Sessions: Mestrinho” (Ao Vivo)
  • Orquestra Malassombro – “Recife, Início, Meio e Fim” (VENCEDOR)
  • Santanna O Cantador – “Santanna ‘O Cantador’ Canta Petrúcio Amorim”

Samba – Melhor Artista

  • Alcione (VENCEDOR)
  • Jorge Aragão
  • Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
  • Péricles
  • Xande de Pilares

Samba – Melhor Lançamento

  • Alcione – “Alcione”
  • Moacyr Luz e Samba do Trabalhador – “20 Anos”
  • Péricles – “Pagode do Pericão” (Ao Vivo Em São Paulo) (VENCEDOR)
  • Xande de Pilares – “Nos Braços do Povo, Vol. 1” (Ao Vivo)
  • Xande de Pilares, Neguinho Da Beija Flor – “Empretecendo”

Rap/Trap – Melhor Artista

  • Baco Exu do Blues
  • BK’ (VENCEDOR)
  • Don L
  • Emicida
  • Negra Li

Rap/Trap – Melhor Lançamento

  • Baco Exu do Blues – “HASOS”
  • BK’ – “Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer”
  • Don L – “CARO Vapor II – qual a forma de pagamento?” (VENCEDOR)
  • Emicida – Emicida Racional VL 2 – “Mesmas Cores & Mesmos Valores”
  • FBC – “ASSALTOS E BATIDAS”

Revelação

  • Fitti (VENCEDOR)
  • Joaquim
  • Orquestra Malassombro
  • Pedro Emílio
  • Zaynara

Instrumental – Melhor Artista

  • Alessandro Penezzi
  • Antônio Adolfo
  • Hamilton de Holanda (VENCEDOR)
  • João Camarero
  • Rogério Caetano

Instrumental – Melhor Lançamento

  • Alessandro Penezzi – “Sonhos”
  • Andrea Ernest Dias, Aline Gonçalves, Eduardo Neves, Carlos Malta – “Obra viva de Hermeto Pascoal – Vol. 1: flautas”
  • Antonio Adolfo – CARNAVAL – “The Songs Were So Beautiful”
  • Hamilton de Holanda – “Hamilton de Holanda Trio – Live in NYC”
  • João Camarero – “Baden” (VENCEDOR)

Rock – Melhor Artista

  • Black Pantera (VENCEDOR)
  • Fresno
  • Mateus Fazeno Rock
  • Selvagens à Procura de Lei
  • Terno Rei

Rock – Melhor Lançamento

  • Black Pantera – “Seleção Natural”
  • Selvagens à Procura de Lei – “Y”
  • Supercombo – “Caranguejo” (Parte 1)
  • Terno Rei – “Nenhuma Estrela” (VENCEDOR)
  • Vivendo do Ócio – “Hasta La Bahia”

Eletrônico – Melhor Lançamento

  • Africanoise – “CABAÇA” (VENCEDOR)
  • Afterclapp, Furmiga Dub – “Rabecada”
  • BADSISTA – “CUTEBOYZ”
  • DJ Memê – “Saudade”
  • Zopelar – “Just Like Heaven EP”

Língua Estrangeira – Melhor Lançamento

  • Francisca Barreto – “Habana”
  • Guga Stroeter – “Guga Stroeter e Orquestra HB apresentam: Elas cantam Chet” (br)
  • Indiana Nomma, André Pinto – “Mercedes Sosa: A Voz Dos Sem Voz” – Volume II
  • João Fênix, Virginia Rodrigues – “Alfonsina Y El Mar”
  • Silvia Machete – “Rhonda’s Boots & Legs” (Live) (VENCEDOR)

Erudito – Melhor Lançamento

  • Gabriele Leite – “Gunûncho” (VENCEDOR)
  • Guido Sant’Anna, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Thierry Fischer – “Mendelssohn & Tchaikovsky: Violin Concertos”
  • Orquestra Ouro Preto – “Villa-Lobos, Piazzolla & Mehmari: Orchestral Works”
  • Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – “Abertura Brasil 2014” (Ao Vivo)
  • Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – “Sinfonia em Sol Menor” (Ao Vivo)

Projeto Especial – Melhor Lançamento

  • Caetano Veloso, Maria Bethânia – “Caetano e Bethânia Ao Vivo”
  • Inezita Barroso – “Relicário: Inezita Barroso” (Ao Vivo no Sesc 1978)
  • Elas Cantam Donato
  • João Gomes, Mestrinho, Jota.Pe – “Dominguinho” (VENCEDOR)
  • Ney Matogrosso – “Homem com H”

Pop – Melhor Artista

  • BaianaSystem
  • Lenine
  • Luedji Luna (VENCEDOR)
  • Marina Sena
  • Os Garotin

Pop – Melhor Lançamento

  • BaianaSystem – “O Mundo Dá Voltas”
  • Lenine – “EITA”
  • Lia de Itamaracá, Daúde – “Pelo Olhos do mar”
  • Luedji Luna – “Antes Que A Terra Acabe” (VENCEDOR)
  • Luedji Luna – “Um Mar Pra Cada Um”

Funk – Melhor Artista

  • Deize Tigrona (VENCEDOR)
  • Enme
  • Mac Júlia
  • MC Kevin o Chris
  • O Kannalha

Funk – Melhor Lançamento

  • Deize Tigrona – “NÓS É FIRME, NÃO É CREME”
  • KING Saints – “Músicas Para Marolar”
  • PEDRO SAMPAIO, Mc Meno K, Melody – “JETSKI”
  • Rico Dalasam – “Dilema”
  • Totonho e os Cabra – “Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato” (VENCEDOR)

MPB – Melhor Artista

  • Djavan (VENCEDOR)
  • Dori Caymmi
  • Marisa Monte
  • Mateus Aleluia
  • Mônica Salmaso

MPB – Melhor Lançamento

  • Djavan – “Improviso” (VENCEDOR)
  • Dori Caymmi – “Utopia”
  • Mateus Aleluia – “Mateus Aleluia”
  • Monica Salmaso – “Minha Casa”
  • Zé Ibarra – “AFIM”

Sertanejo – Melhor Artista

  • Ana Castela
  • Bruna Viola
  • Chitãozinho & Xororó (VENCEDOR)
  • Lauana Prado
  • Yasmin Santos

Sertanejo – Melhor Lançamento

  • Ana Castela – “Let’s Go Rodeo”
  • Bruna Viola – “Improvável” (Live)
  • Chitãozinho & Xororó – “Meninos De Roça” (VENCEDOR)
  • Lauana Prado – “Raiz BH” (Ao Vivo)
  • Yasmin Santos – “Eu, Yasmin Santos” (Ao Vivo)

Mais de 90% das músicas mais tocadas no Brasil em 2025 foram nacionais

 

❌