Greve nas conservatórias teve adesão de 93,41%

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

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© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

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O secretário-geral da CGTP afirmou hoje que há “todas as condições” para o pacote laboral “ser derrotado” no parlamento, reiterando que os partidos serão responsabilizados pelo seu posicionamento e acusou o Governo de “encurtar prazos”.
“Há todas as condições para o pacote laboral ser derrotado no próximo dia 18 [de junho] na Assembleia da República, dando resposta ao anseio que existe por parte dos trabalhadores”, afirmou o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, referindo-se à discussão da proposta de lei que será debatida em plenário na próxima quinta-feira, e, em princípio, votada na generalidade no dia seguinte, 19 de junho.
Questionado sobre uma eventual descida do documento à fase da especialidade sem votação na generalidade, Tiago Oliveira sublinha que “de qualquer das formas” terá que haver uma votação, dado que nesse cenário terá que ser apresentado um requerimento que será sujeito a votação, pelo que insiste que a proposta “só sobrevive se os partidos permitirem que sobreviva”.
Mas o “Governo vai tentar, como é óbvio, que o pacote laboral sobreviva o maior tempo possível”, acrescentou, em conferência de imprensa após a central sindical ter reunido o seu Conselho Nacional.
Neste sentido, a CGTP reitera que responsabilizará os partidos com assento parlamentar “relativamente ao seu posicionamento sobre o pacote laboral”, afirmou.
O líder da CGTP criticou o ‘timming’ da discussão, acusando o Governo de tentar por “todos os meios, encurtar prazos, não respeitando os próprios prazos da discussão pública”, lembrando que a discussão pública termina em 02 de julho.
Para o secretário-geral desta central sindical, a concentração convocada para quinta-feira frente à Assembleia da República é, por isso, mais um momento “para que a voz dos trabalhadores seja ouvida”.
Questionado sobre se a CGTP fez algum contacto prévio com a UGT para que esta pudesse ser uma concentração conjunta, Tiago Oliveira indicou a iniciativa foi alvo “de discussão com outras estruturas”, à luz de outras já realizadas, como a greve geral de 11 de dezembro, que contou com a convergência da central liderada por Mário Mourão, ou a greve do passado dia 03.
Não obstante, e não mencionando diretamente o nome da UGT, Tiago Oliveira considerou que foi a “CGTP que, ao longo de todos estes meses de discussão do pacote laboral, tem assumido a condução da luta”.
Já sobre a greve geral de 03 de junho, Tiago Oliveira reiterou que foi “uma grande greve geral”, em que foi dada “uma resposta massiva por parte dos trabalhadores, seja do setor público, seja do setor privado”.
O secretário-geral da CGTP criticou ainda a “falta de disponibilidade e de vontade política” do executivo de Luís Montenegro para responder aos problemas do país, nomeadamente ao nível dos serviços públicos, do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou da educação.
La compañía de reparto de comida a domicilio Just Eat ha alcanzado un acuerdo con los sindicatos CC OO, UGT y Fetico para llevar a cabo un despido colectivo que afectará a hasta 50 trabajadores del área de coordinación, y dejará fuera a los repartidores, según han informado esta última organización sindical. Los riders son el grueso de la plantilla y rondan los 2.000 empleados en España, pero no se verán afectados por el ajuste. De hecho Just Eat fue una de las primeras grandes plataformas de reparto de comida a domicilio en España en apostar por un modelo laboral con repartidores contratados como asalariados en lugar de emplear a falsos autónomos, y la primera en firmar un convenio colectivo propio para el sector tras la aprobación de la ley rider.

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La plantilla de Nissan ha ratificado por una amplia mayoría el preacuerdo de la dirección de la empresa con los sindicatos sobre el Expediente de Regulación de Empleo (ERE) que supondrá la salida de 195 personas, según han informado fuentes sindicales. El pacto, alcanzado el pasado miércoles, supone rebajar en 16 personas los afectados en los tres centros catalanes donde habrá recortes e indemnizaciones ajustadas a la edad de los despedidos. Según CC OO, el 88,85% de la plantilla ha aceptado las nuevas condiciones.

© Marta Perez (EFE)