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Bezos: Prometheus vai "acelerar o ciclo de invenção"

Com financiamento acima de 12 mil milhões de euros e talentos da OpenAI, a Prometheus ambiciona acelerar a invenção em áreas como motores a jato, robótica e medicamentos.

© AFP via Getty Images

Jeff Bezos anunciou o projeto Prometheus em novembro de 2025, sendo co-CEO juntamente com Vik Bajaj.
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Moçambique. Portugal quer apoiar transformação digital e IA

Em Maputo, o ministro Gonçalo Saraiva Matias partilhou experiências portuguesas em IA, serviços digitais e carteira empresarial como referência para modernizar o Estado moçambicano.

© HANNIBAL HANSCHKE/EPA

A experiência portuguesa poderá contribuir para acelerar a modernização digital moçambicana
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Japão aposta na IA para combater máximos históricos de suicídio infantil

No ano passado, registaram-se 538 suicídios entre estudantes do ensino primário, secundário e universitário, o número mais elevado desde que os dados começaram a ser recolhidos em 1980. O Governo japonês aprovou esta terça-feira um plano de ação para tentar reduzir os números recorde de suicídio infantil registados no país, incluindo medidas de conciliação familiar e uso de inteligência artificial (IA) para identificar riscos. “O suicídio infantil e juvenil é um problema grave que deve ser levado muito a sério”, declarou a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, citada pela agência local Kyodo. A dirigente presidiu a reunião do Conselho para a

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Tomó “algo natural para la memoria” y acabó orinando sangre: el peligro real de fiarse de la IA en temas de salud

José Antonio tiene 72 años. Desde hace un tiempo vive con la molesta sensación de que se le olvidan algunas cosas y decide consultar a un sistema de inteligencia artificial (IA) qué puede tomar para “mejorar la memoria”. Este jubilado de la provincia de Almería quiere que sea “algo natural”, porque no desea añadir otro medicamento a los que ya toma para la diabetes, el colesterol, la hipertensión y las arritmias. “Ginkgo biloba” es la respuesta que lee en la pantalla, así que compra un suplemento alimenticio con extractos de este árbol originario de China y confía en ver buenos resultados.

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© picture alliance (dpa/picture alliance via Getty Images)

Un usuario se dispone a utilizar herramientas de inteligencia artificial con su teléfono móvil.
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A Encíclica “Magnifica Humanitas”

VTM

É um texto longo, que merece uma leitura paciente e pausada nos próximos tempos, onde o Papa aborda as novas questões sociais que se levantam na atualidade, onde há o sério risco de se degradar ou diluir a pessoa humana, nomeadamente com o uso pouco ético, ponderado e criterioso da ferramenta poderosa e extraordinária que é a inteligência artificial, usada já em vários âmbitos da vida humana.

Alguns já insinuaram que mais uma vez a Igreja parece estar contra o progresso e o desenvolvimento, o que não é verdade, empresa que se revelaria, aliás, inglória e infrutífera, como quando se quer parar o vento com as mãos. O Papa não diaboliza a inteligência artificial, mais do que uma vez elogia o contributo importante que teve o progresso científico e tecnológico ao longo da história, permitindo uma melhoria significativa e assinalável na qualidade de vida do ser humano. A tecnologia é boa, é bem-vinda, contudo é preciso saber usá-la de forma responsável ao serviço da pessoa humana e do bem comum de toda a humanidade. Esta é, aliás, a ideia mestra desta Encíclica: no centro da vida deve estar a pessoa humana, sempre o respeito pelo humano, a humanidade, e não ferramentas que a possam substituir, distorcer ou apagar, como é a inteligência artificial.

São muitos os desafios que a inteligência artificial coloca à humanidade, que exigem uma séria reflexão. Primeiro que tudo, está nas mãos de poucos, que se estão a tornar cada vez mais poderosos, cujo conceito de bem e de mal desconhecemos, assim como intenções e interesses. Muito poder nas mãos de poucos não é bom para a humanidade. Depois, ninguém tem dúvidas de que a inteligência artificial vai tirar muitos empregos. O que fazer com muito trabalhador que não tem emprego? Para onde direcionar a ação humana e que outras formas de sustento haverá para a pessoa humana? No campo da informação, de forma traiçoeira, vemos proliferar muita notícia falsa e a engorda da manipulação. Como salvaguardar a verdade? No âmbito da ética, a inteligência artificial não sabe o que é o bem e o que é o mal. Não pode ter um protagonismo excessivo nas decisões da humanidade. E como usá-la corretamente no contexto da guerra, retirando o ser humano de cena, favorecendo a ideia de guerra justa e a desresponsabilização humana? Eis alguns desafios, que pedem reflexão ética.

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OpenAI pondera cortar preços drasticamente do ChatGPT

A empresa do ChatGPT quer responder ao sucesso da ferramenta Claude, produto da rival Anthropic. Discussões decorrem internamente e ainda não foi tomada uma decisão final.

© NurPhoto via Getty Images

A pressão competitiva aumentou nos últimos meses, devido ao crescimento acelerado das receitas da Anthropic depois de a sua ferramenta de programação Claude Code se ter tornado extremamente popular
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China planeia avançar com 295 mil milhões para construção de centros de dados

A China planeia avançar com 295 mil milhões de dólares (255,7 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), nos próximos cinco anos, para a construção de centros de dados em todo o país, com o intuito de rivalizar com os Estados Unidos na área da inteligência artificial (IA), como refere a agência noticiosa Bloomberg. País asiático quer apostar em fornecedores locais.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, que é uma agência governamental, é uma das entidades envolvidas no desenho desse plano, de acordo com as fontes consultadas pela agência noticiosa.

De acordo com a Bloomberg, a China Mobile e a China Telecom devem operar a maior parte dos centros de dados e assegurar a sua conectividade. O plano prevê uma aposta em fornecedores locais como a Huawei Technologies para pelo menos 80% da tecnologia, como os chips de IA, excluindo as norte-americanas Nvidia e a Advanced Micro Devices (AMD).

As fontes consultadas pela agência noticiosa referiram que este plano nacional de centros de dados ainda está numa fase inicial de discussão e os detalhes podem mudar. Os 295 mil milhões de dólares de investimento previsto para os centros de dados deve ser financiado através de dívida soberana, incluindo obrigações governamentais especiais de longo prazo, geralmente com maturidade superior a 10 anos, e fundos estatais para investimento em setores estratégicos. Os empréstimos bancários e o capital privado iriam complementar o financiamento, salientaram as fontes ouvidas pela Bloomberg.

O investimento anunciado não inclui os gastos de empresas como a Alibaba e a Tencent.

As fontes disseram que a China tem também planos para integrar a rede elétrica no projeto.

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Apollo e Blackstone financiam plataforma da Broadcom de IA que junta Anthropic e OpenAI

A Broadcom, que desenvolve e fornece soluções de semicondutores, anunciou a criação da Plataforma AI XPV. Entre os principais investidores estão as gestoras Apollo e Blackstone. Projeto avança com uma tranche inicial de 35 mil milhões de dólares (30,3 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual).

Esta plataforma foi criada com a intenção de “viabilizar mais de 20 gigawatts em capacidade computacional utilizando as XPU [unidade de processamento] e as soluções de rede da Broadcom, personalizadas para laboratórios de inteligência artificial (IA) de topo, incluindo a Anthropic e a OpenAI, até 2028″, refere a Blackstone.

A plataforma foi lançada na terça-feira (9 de junho) com uma tranche inicial de 35 mil milhões de dólares (30,3 mil milhões de euros) liderada pela Apollo, em parceria com a Blackstone, para “facilitar a expansão de capacidade” previamente anunciada pela Anthropic, de mais de um gigawatt de infraestrutura computacional, com previsão de implementação em sites baseados em Fluidstack a partir de meados de 2026. “Isto fortalece a sólida relação estratégica entre a Broadcom e a Anthropic e ilustra a dimensão e as capacidades imediatas da Plataforma”, salientou a gestora.

“A plataforma estabelece também uma estrutura escalável para futuras implementações de capacidade computacional e redes baseadas em XPU, permitindo o treino e a inferência de modelos de ponta com o menor custo e consumo de energia, reduzindo significativamente os custos de entrega por token [unidades de dados processadas pela IA]”, referiu a Blackstone.

O presidente e CEO da Broadcom, Hock Tan, referiu que se está “num ponto de inflexão histórico”, em que a procura por computação de IA está a “remodelar fundamentalmente” o panorama económico global.

“Esta plataforma estratégica com a Apollo e a Blackstone sincroniza o capital mais sofisticado do mundo com o roteiro tecnológico avançado da Broadcom para aproveitar esta oportunidade única, permitindo aos nossos clientes em rápida expansão, começando pela Anthropic, concretizar as suas visões de IA mais ambiciosas de forma rápida e segura”, referiu Hock Tan.

O presidente da Apollo, Jim Zelter, disse que “enorme escala” da oportunidade global da IA ​​exige um “modelo ousado e colaborativo”.

Jim Zelter adiantou que o investimento da gestora na plataforma “reflete a convicção” da Apollo na liderança tecnológica da Broadcom e no “roteiro vanguardista” da Anthropic.

“Orgulhamo-nos de fornecer a base de capital que permite a este ecossistema crescer de forma eficiente”, acrescentou Jim Zelter.

“A procura por poder computacional criou uma oportunidade sem precedentes para investir em grande escala em todo o ecossistema de infraestruturas de IA, incluindo o fornecimento de financiamento através dos nossos negócios de crédito e seguros. Orgulhamo-nos de apoiar esta poderosa combinação da tecnologia excecional da Broadcom e dos modelos pioneiros da Anthropic”, disse o presidente da Blackstone, Jon Gray.

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“É cada vez mais difícil diferenciar bots e humanos”, refere CPO da Tools for Humanity

O avanço tecnológico tem sido algo positivo, contudo tem trazido algumas dificuldades e desafios com ele. Um dos mais presentes na vida das pessoas é o ter de provar, quando se entra em sites, que se é humano.

Uma das palavras que entrou para o nosso vocabulário foi “bot”, uma abreviação para robô e que permite a execução de tarefas repetitivas numa rede. Apesar de terem sido criados com uma boa intenção, estes bots também podem ser mal-intencionados. Neste caso, os bots realizam atividades que criam riscos de segurança para as organizações.

Mas o que é que os bots têm a ver com o termos de provar que somos humanos? Na era tecnológica existe um conceito oposto ao de bots, ‘proof of humanity’, é aqui que provamos que somos humanos e impedimos que o bot e contas falsas entrem.

É com este objetivo que nasceu a Tools for Humanity, uma empresa criada por Sam Altman e Alex Blania, em 2019, para desenvolver soluções para humanos na era da inteligência artificial (IA).

Tiago Sada, CPO da Tools for Humanity, explicou ao Jornal Económico (JE) que a ideia para esta empresa nasceu porque os “fundadores acreditavam que a IA avançada ia acontecer mais rápido e cedo que a maioria das pessoas pensava”.

Com esta crença a empresa foi criada para “construir tecnologia para ajudar a combater alguns desafios” que nascessem com a IA.

Um dos primeiros desafios que a empresa está a tentar resolver é a “quebra de confiança na internet”, refere. Na era da IA um dos maiores problemas é não “saber em quem confiar”, uma vez que tudo “pode ser falso”.

“Quando hoje vemos duas mil contas no Twitter a dizer algo, não sabemos se é de facto a opinião de duas mil pessoas ou apenas de uma pessoa com dois mil bots”, apontou.

Apesar de este ser um problema que já existia nas redes sociais há algum tempo, está-se a espalhar por toda a internet. Esta é uma realidade que criou um “ecossistema inseguro”.

Assim sendo, a empresa acredita que a solução “passa pela ‘proof of humanity’, que é basicamente a ideia de conseguirmos saber se uma conta na internet pertence a uma pessoa ou a um bot, sem sabermos mais nada sobre eles”.

Para conseguir isso a empresa criou o “World ID”, que funciona como um passaporte digital anónimo, e que prova se o utilizador é uma pessoa real sem ter de se revelar nenhuma informação pessoal. Os utilizadores podem utilizar este serviço através da aplicação World App.

Este passaporte tem vários níveis de verificação. No mais básico é apenas necessário tirar uma fotografia com o smartphone, no nível intermédio verifica-se a humanidade com o passaporte ou com a carta de condução e no nível mais elevado o utilizador tem de se deslocar a um local que tenha uma “orb”, uma câmara desenvolvida pela empresa e que utiliza IA para verificar de facto se a pessoa é humana.

Depois da fotografia ser tirada a orb “envia-a para o smartphone da pessoa e apaga-a da sua memória”. Ou seja, tudo fica apenas na posse do utilizador.

Esta é uma solução que já está disponível em mais de 100 países, sendo Portugal um deles, e que já conta com mais de 18 milhões de utilizadores a utilizar a orb e um total de 40 milhões.

Até agora quando entramos num site somos confrontados com um captcha, uma ferramenta de segurança que confirma se somos ou não humanos, mas neste momento “alguns bots são mais inteligentes do que os humanos, e então a inteligência já não serve para diferenciar humanos de bots”, referiu.

Atualmente “é muito difícil diferenciar os dois” uma vez que o bots têm aprendido a simular um humano na internet. Todos os modos que existiam até agora a “IA tem conseguido ultrapassar, por isso tivemos de criar algo novo, que não existia antes”.

Apesar de ser inovadora, Tiago Sada revelou que acredita que os níveis mais baixos de verificação que a aplicação permite vão ser “ultrapassados” pela IA no futuro, mas no caso da orb é um pouco diferente. “O que torna especial a orb é o facto de não se puder fazer a partir de casa, ou seja, as pessoas têm de se deslocar a um local próprio para a utilizarem e assim ninguém consegue utilizar IA, nem ligar a nada”, explicou.

Com o objetivo de “preservar a confiança na internet” sem ter de “partilhar informação pessoal com ninguém”, a aplicação já tem protocolos com várias empresas de diversos setores.

 

Utilizadores estão mais conscientes

Enquanto no passado os utilizadores da internet estavam pouco a par da necessidade e da importância de provar que era humano, atualmente a realidade já é outra.

“No momento em que as coisas começaram a evoluir, com o lançamento do ChatGPT e dos restantes modelos, as pessoas e as empresas começaram a ter mais noção da importância desta verificação”, revelou.

Para Tiago Sada estamos num momento em que “quando falamos com clientes, todos entendem o problema, e mais do que perceber, já o sentiram na sua vida”.

 

Podemos acabar com os bots?

Na opinião de Tiago Sada esta não é a solução para o problema. “Os bots são fantásticos, a IA é muito útil, e ambos têm mudado a nossa forma de viver e trabalhar”, referiu.

Para o CPO todas as inovações, desde carros aos computadores, trouxeram desafios mais tarde, a IA não é exceção. “A IA é uma ferramenta incrível, mas vem com alguns desafios”, salientou, “mas só porque temos de resolver esses desafios não significa que isto não valha a pena”, declarou.

Com esta nova tecnologia a cibersegurança ganhou outro valor, sendo o mais provável que nos próximos anos experienciemos “tempos de instabilidade”, devido aos novos modelos de IA que vão chegar e que facilmente vão encontrar vulnerabilidades nos sistemas que eram desconhecidas.

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Gigantes de inteligência artificial preparam entrada em Wall Street a valer 12 vezes o PIB português

Três gigantes da Inteligência Artificial (IA) preparam a sua entrada em bolsa este ano. Juntas valem 3,6 biliões de dólares (3,1 biliões de euros) e prometem trazer muito capital a Wall Street. O valor é 12 vezes superior à riqueza gerada anualmente pela economia portuguesa, uma pipa de massa.

A OpenAI foi a tecnológica mais recente a juntar-se à lista de empresas que preparam a Oferta Pública Inicial (IPO em inglês) este ano, tendo entregado a documentação esta semana junto do regulador de mercado norte-americano, o SEC, revelou a “Bloomberg”.

Das três gigantes da IA, a SpaceX de Elon Musk é a que vale mais: 1,8 biliões de dólares (mais de 1,5 biliões de euros). Segue-se a Anthopic, responsável pelo ‘chatbot’ Claude, com 965 mil milhões de dólares (840 mil milhões de euros) e a OpenAI com 852 mil milhões (740 mil milhões).

A companhia liderada por Sam Altman disse que ainda não decidiu o timing do IPO, admitindo que pode “demorar um pouco”, pois há certas questões que prefere realizar enquanto não estiver em bolsa, não dando detalhes, e reconhecendo que até pode vir a acelerar o processo se for no seu melhor interesse.

A OpenAI foi responsável pelo disparo na IA generativa com o lançamento do ChatGPT no final de 2022, com o ‘chatbot’ a tornar-se sinónimo de IA para uma boa parte do mundo.

Mas a concorrência não dorme e a companhia está a enfrentar uma concorrência cada vez mais feroz, com a Anthropic e a Google a acelerarem.

A “Bloomberg” sublinha que a companhia falhou metas internas de receitas e de crescimento, com vários executivos a saírem da empresa.

Se se confirmar o calendário, o mundo vai assistir a um novo duelo entre os arqui-rivais Sam Altman e Elon Musk. O fundador da SpaceX já tentou processar a OpenAI e o seu presidente, mas não conseguiu.

Estas gigantes tecnológicas além de desenvolverem inteligência artificial, necessitam de comprar chips valiosos e espaço em centros de dados para alimentar o trabalho dos seus ‘chatbots’.

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Hospitales en Malaui se alían con la inteligencia artificial para reducir la mortalidad infantil

Una enfermera en la planta de pediatría del hospital del distrito de Mangochi.

“Antes podíamos tener cuatro muertes [de niños] en una semana o 15 días, pero ahora registramos quizás una muerte”. Quien habla es Blessings Juma, encargada de la sala pediátrica del Hospital de Distrito de Mangochi, en Malaui. La sanitaria atribuye este cambio a IMPALA, un sistema de monitorización con inteligencia artificial diseñado para detectar de forma temprana el deterioro de los pacientes hospitalizados y reducir así la mortalidad infantil en clínicas con escasos recursos.

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Onde andam os pais? As mães influencers estão a usar a IA para as ajudar com os filhos

Cada vez mais mães usam ferramentas de IA para as ajudar na gestão do dia a dia dos filhos, como na escolha de refeições ou presentes para os filhos. Um número crescente de mães está a adotar a inteligência artificial como ferramenta para gerir as responsabilidades parentais, dando origem a uma nova onda de influenciadoras online que promovem a IA como forma de reduzir o stress e aliviar a carga mental que recai desproporcionalmente sobre as mulheres. A tendência ganhou destaque através de histórias como a de Lilian Schmidt, uma mãe de Zurique que conta ter recorrido ao ChatGPT depois

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