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Veja como votou cada deputado pela redução da maioridade penal na CCJ
A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que define a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.
A medida recebeu 44 votos a favor e 18 contra. O texto de autoria do ex-deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) foi apresentado em 2015 e contou com a relatoria do deputado Coronel Assis (PL-MT).
Antes da votação desta quarta, o debate do texto precisou ser suspenso três vezes por falta de consenso entre os deputados de esquerda, principalmente com o argumento de que a proposta não resolveria o problema da criminalidade entre os mais jovens.
Na prática, a PEC faz com que adolescentes de 16 e 17 anos acusados de crimes hediondos, como homicídio, estupro e latrocínio, passem a responder criminalmente perante a Justiça comum e possam ser condenados à prisão.
Atualmente, menores de 18 anos não respondem pelo Código Penal e estão sujeitos apenas às medidas socioeducativas previstas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
A proposta original tinha dispositivo que tornava obrigatório o voto em eleições para maiores de 16 anos e permitia que a faixa etária pudesse se candidatar para o cargo de vereador. No entanto, esses trechos foram retirados pelo relator.
Com a aprovação, o texto agora segue para uma comissão especial que deve analisar o mérito do texto e, caso validado, vai para apreciação no plenário da Casa.
Veja como votou cada deputado da CCJ
*Sob supervisão de Lucas Schroeder
L’esordio di Vannacci a Otto e mezzo: “Lega sovranista a giorni alterni, io no”. Gaffe sul dizionario “Zingaretti” e scintille con Gruber sui diritti Lgbt
“Ma quante giravolte avrei fatto? Sono sempre stato coerente con i principi e i valori con i quali mi sono messo in gioco. Se la Lega fa la sovranista a giorni alterni, non fa per me“. Così a Otto e mezzo (La7) Roberto Vannacci, europarlamentare eletto con la Lega e fondatore di Futuro Nazionale, risponde alla conduttrice Lilli Gruber con cui nel corso del confronto ha diversi e accesi botta e risposta.
Sferzanti le critiche di Vannacci alla Lega: “Se vota contro le armi in Ucraina in Europa e invece in Italia vota per il decreto armi, è un problema di coerenza della Lega. Se la Lega si presenta come promotrice della famiglia naturale e poi invita i rappresentanti della comunità Lgbtq alle riunioni di partito non è un problema di Vannacci, rimasto coerentissimo coi propri principi, valori e ideali”.
Insorge la giornalista del Sole 24 Ore, Lina Palmerini: “Ma sulle armi in Ucraina lei lo sapeva, no?”.
Vannacci smentisce: “No, io non lo sapevo, tanto è vero che abbiamo discusso sul decreto armi in Italia fino all’ultimo giorno”.
Gruber rincara: “Quindi, lei mette alla porta i rappresentanti della comunità Lgbtq?”.
“No – risponde il leader di Futuro Nazionale – ma non li invito alle mie riunioni di partito, né mi metto a discutere su determinati paletti, per me estremamente chiari, su quella che è la famiglia naturale, che continuo a promuovere. Da parte della Lega c’è stata una deriva nel legittimare la categoria degli Lgbtq“.
“E questo è un male?”, incalza Gruber.
“Secondo me, sì – ribadisce Vannacci – non fa parte dei miei principi, e io continuo a promuovere la famiglia naturale, senza se e senza ma”.
La conduttrice ricorda che oggi quel concetto di famiglia naturale è obsoleto e superato, ma Vannacci è irremovibile: “Questo lo dice lei, a casa mia quel concetto esiste. E io continuo a promuovere la famiglia naturale”.
Il vis-à-vis si sposta poi sui gay. Gruber osserva: “Lei ha detto che gli omosessuali non sono normali. Poi ha specificato che si riferiva al fatto che fossero una minoranza”.
“No, mi riferivo al significato della parola ‘normalita’, che è quello comunemente accettato”, risponde Vannacci, che incespica in una gaffe citando il dizionario “Zingaretti” anziché il Zingarelli.
“Lei sembra un po’ ossessionato dagli omosessuali e dagli lgbtq”, osserva Gruber.
“Forse lo è lei – ribatte Vannacci – e lo vuole dimostrare pure stasera, visto che ha riportato questo argomento in una discussione di politica”.
“Sì, sono una minoranza – rilancia la conduttrice – ma va tutelata”.
“Va rispettata – obietta il politico – Non capisco perché il frutto di un orientamento sessuale, quindi di un gusto personale, debba poi dare luogo a dei diritti”.
“E se scoprissimo che lei magari è gay?”, chiede Gruber.
“Non accamperei nessun diritto”, risponde Vannacci.
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<![CDATA[ Presidente da República fecha comemorações nos Açores com alegria "muito grande" ]]>

PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio
O PT (Partido dos Trabalhadores) enviou nesta quarta-feira (11) ao STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de investigação sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, ficção inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na petição enviada ao ministro Flávio Dino, o partido sustenta que a produção pode ter sido utilizada como “caixa 2” para o financiamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026.
O PT pede que o STF investigue “o envolvimento de emendas parlamentares e a destinação dos recursos financeiros relacionados ao filme, bem como a atuação dos agentes públicos, privados e das pessoas jurídicas envolvidas”.
Segundo o documento, há indícios de que o dinheiro destinado oficialmente à produção do filme tenha sido utilizado para promoção político-eleitoral, sob o pretexto da produção audiovisual.
Financiamento de Vorcaro
A petição cita a participação do ex-banqueiro e ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no financiamento do projeto e o envolvimento direto de Flávio nas negociações do financiamento da produção.
À CNN Brasil, Flávio Bolsonaro confirmou o repasse de US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 62 milhões) de Daniel Vorcaro para o filme.
“O que se coloca em discussão é a possibilidade de que recursos milionários tenham sido canalizados para uma peça de propaganda política com impacto direto sobre o processo eleitoral de 2026”, afirma a legenda.
O PT argumenta que, caso seja comprovado que recursos destinados ao filme foram utilizados para promover candidaturas ou movimentados por meio de estruturas destinadas a ocultar sua origem, a situação pode configurar abuso de poder econômico e caixa dois eleitoral.
A legenda também questiona se todo o valor empenhado para a realização do filme foi realmente utilizado na produção.
Ainda segundo a petição, os valores para a produção superariam os orçamentos de filmes premiados nacional e internacionalmente, enquanto relatos de bastidores veiculados pela imprensa mostram que o projeto teve corte de custos e problemas operacionais, fatos que seriam incompatíveis com o valor de financiamento do projeto.
Equipe de produção
Outro foco da petição é a rede de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao projeto “Dark Horse”.
O PT pede a apuração das relações entre a produtora Go Up Entertainment, sua proprietária Karina Ferreira da Gama, o ICB (Instituto Conhecer Brasil) e outras entidades associadas ao mesmo grupo.
Segundo o partido, investigações já em andamento apuram repasses de recursos públicos ao ICB, assim como possível utilização de contratos públicos e emendas parlamentares a entidades ligadas aos responsáveis pelo filme.
A petição também pede a investigação da participação do deputado federal Mario Frias (PL-SP), que assina roteiro e produção do filme. O PT afirma que o parlamentar aparece como “agente político interessado” e como destinador de emendas para entidades vinculadas aos responsáveis pela produção.
Outras investigações
No último mês, o MPTCU (Ministério Público junto ao TCU) também solicitou ao Tribunal de Contas que investigue eventuais irregularidades no filme “Dark Horse”.
No requerimento, o MPTCU requer que a Corte decida pela adoção das seguintes medidas:
- apure eventual utilização de incentivos fiscais, benefícios tributários, mecanismos de renúncia fiscal ou patrocínios incentivados relacionados à produção audiovisual “Dark Horse”;
- investigue eventual utilização de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, convênios, contratos administrativos, termos de fomento ou instrumentos congêneres vinculados, direta ou indiretamente, à produção “Dark Horse”;
- apure possíveis aportes financeiros destinados à produção audiovisual provenientes de empresas vinculadas direta ou indiretamente ao Banco Master ou ao Sr. Daniel Vorcaro;
- apure eventual utilização de estruturas societárias, empresas intermediárias ou mecanismos financeiros destinados à ocultação da origem, titularidade ou destinação dos recursos empregados no empreendimento audiovisual;
- investigue a rastreabilidade financeira dos recursos mencionados nas reportagens jornalísticas, inclusive quanto ao fluxo financeiro entre pessoas físicas, pessoas jurídicas, fundos de investimento e demais entidades eventualmente envolvidas nas operações relatadas.
El Gobierno chavista intenta retomar el control de las minas de oro venezolanas
Los helicópteros militares de las Fuerzas Armadas de Venezuela han sobrevolado desde el martes el enclave minero de Las Claritas, al sur del país, en la frontera con Brasil. La maniobra es parte de una operación militar que ha desplegado el Gobierno como paso necesario para cristalizar las inversiones extranjeras que ha ofrecido Estados Unidos. Desde hace años, el lugar está tomado por grupos criminales, entre ellos la guerrilla colombiana del ELN, en complicidad con funcionarios, que son quienes en la práctica explotan el potencial minero de Venezuela.

© GABY ORAA
Tabata propõe ajustes no PL da Misoginia e prevê votação na próxima semana
A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) apresentou, nesta quarta-feira (10), o seu parecer no grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o projeto sobre a criminalização da misoginia.
Entre as mudanças, ela propôs novo conceito da prática de misoginia e a possibilidade, em caso de decisão judicial, de suspensão de perfis na internet utilizados para divulgar conteúdo ilícito.
Tabata prevê, na próxima semana, apresentar a versão final do seu relatório no colégio de líderes e realizar a votação do texto no grupo de trabalho. A intenção da relatora é levar a matéria ao plenário ainda em junho.
“O compromisso do presidente [da Câmara] Hugo Motta é, quando a pauta do plenário aqui da Câmara for destravada, esse projeto já ser incluído”, afirmou a relatora a jornalistas após a reunião do GT (Grupo de Trabalho).
Em seu parecer, a deputada alterou a proposta aprovada no Senado para classificar a misoginia como “prática, a indução ou a incitação de menosprezo ou discriminação contra a mulher, que promova violência, negue sua igualdade de direitos ou ofenda sua dignidade, em razão da condição de mulher”.
Antes, o texto do Senado estabelecia a misoginia como “conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. A proposta original é de autoria da senado Ana Paulo Lobato (PSB-MA) e foi aprovada no Senado em março.
Segundo Tabata, a intenção da mudança conceitual foi focar nos “atos de misoginia” e não em opiniões e sentimentos. “O que a gente está criminalizando são atos de misoginia. Não importa o que a pessoa [praticante] pensa e não importa o que a pessoa sente. Tem que ter a materialização de um ato”, disse a deputada.
O projeto inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação, previstos na Lei de Racismo. As penas variam de dois a cinco anos de reclusão, além de multa. O PL prevê pena em dobro caso o crime seja cometido contra a mulher no contexto de violência doméstica e familiar.
Outra mudança incluída por Tabata estabelece que a pena será aumentada em metade caso o crime seja cometido por duas ou mais pessoas e caso seja praticado contra crianças, adolescentes, pessoas idosas ou com deficiência. “Se tem mais de uma pessoa [praticando], é uma coisa articulada”, ressaltou a relatora.
Coordenadora do grupo, Tabata havia acordado com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a previsão de votar o projeto no plenário em junho, antes do recesso parlamentar. Na reunião desta quarta, ela reforçou a necessidade de aprovar o texto ainda neste mês.
A relatora também incluiu em seu parecer a redação de um anteprojeto que terá os integrantes do grupo de trabalho como coautores.
A proposta prevê, expressamente, como uma das finalidades das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher o auxílio às vítimas dos crimes praticados com menosprezo ou discriminação à condição de mulher.
O GT que analisou a proposta foi instalado no dia 5 de maio. Foram realizadas quatro audiências públicas que debateram, entre outros temas, aspectos jurídicos da possível criminalização; desafios de implementação da lei; o impacto da misoginia na vida das mulheres; e a disseminação dessa prática nas redes sociais.
Suspensão de perfis
Essa primeira versão do parecer apresentada por Tabata prevê a possibilidade, por meio de decisão judicial em caso de crimes identificados, de suspensão temporária de contas e perfis na internet utilizadas na veiculação do conteúdo ilícito, como a prática de misoginia, e os demais crimes previstos na Lei de Racismo.
“O que a gente está atrás é da suspensão do conteúdo só com determinação judicial e em caso de crime. Eu sou defensora da regulação das redes sociais, mas a gente não trouxe esse debate aqui. O que a gente coloca é decisão judicial e tem que se comprovar o crime”, afirmou.
Pelo texto, a suspensão valerá para as demais contas e perfis na internet utilizados, direta ou indiretamente, pelo usuário infrator para propagar e incentivar atos de misoginia.
“Entendendo essa lógica da ‘machosfera’ e dos redpills, uma coisa que ficou clara é que o ódio contra as mulheres é o clickbait para vender curso. Não dá para só suspender o conteúdo criminoso. A gente coloca uma gradação para suspender a conta”, disse Tabata.
Quaest: para 58%, Flávio pode estar escondendo envolvimento com Master
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (10) aponta que 58% dos eleitores acreditam que o pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pode estar escondendo um possível envolvimento ilegal com o liquidado Banco Master, de Daniel Vorcaro.
Entretanto, para 27% o senador não está envolvido com o escândalo que estourou no fim do ano passado. Outros 15% não souberam ou não soube responderam.
Metodologia
A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 5 e 8 de junho, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07661/2026.
Hegseth arenga a las tropas en Guantánamo a estar dispuestas ante “cualquier contingencia” en Cuba
El secretario de Defensa de Estados Unidos, Pete Hegseth, se ha sumado este miércoles a la campaña de presión de su Gobierno contra el régimen en Cuba, al visitar a las tropas de su país en la base naval de Guantánamo, en el este de la isla, y arengarlas para que estén listas ante “cualquier posible contingencia”.

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MPDFT recebe pedido de investigação sobre ONG ligada a “Dark Horse”
O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) recebeu, na última terça-feira (9), a representação do deputado distrital Chico Vigilante (PT-DF) pedindo a investigação dos recursos repassados à ONG Instituto Conhecer Brasil, comandada por Karina Ferreira da Gama — proprietária da produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Entre 2023 e 2025, a organização teria recebido R$ 5 milhões por meio de acordos firmados com a Secretaria de Educação do Distrito Federal e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal.
O Ministério Público encaminhou a notícia fato à Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social.
Segundo o governo do DF, os contratos tinham como objetivo a execução do programa “Steam Maker”, implantado em 16 escolas públicas do Distrito Federal.
A iniciativa buscava “transformar a experiência educacional nas escolas por meio da metodologia STEAM”, em um curso de um ano voltado a estudantes da rede pública de ensino.
Em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF, o instituto ficou responsável pelo fornecimento de equipamentos tecnológicos aos alunos e pela realização de cursos de formação.
De acordo com publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, a ONG foi selecionada no processo seletivo do “Projeto Desafio DF”, no qual concorria com outras duas organizações.
Inicialmente, em 2023, o ICB recebeu R$ 4 milhões do governo distrital. Em 2025, a parceria foi ampliada por meio de um aditivo de R$ 1 milhão.
De acordo com o parlamentar, “se há investigação formal envolvendo a mesma entidade beneficiária de recursos públicos do Distrito Federal, mostra-se imperioso verificar se os recursos distritais foram efetivamente empregados na finalidade pública anunciada, se os equipamentos foram adquiridos e entregues, se os laboratórios se encontram em funcionamento e se os valores pagos guardam correspondência com os serviços efetivamente prestados”.
O deputado faz referência a uma investigação conduzida pelo MPSP (Ministério Público do Estado de São Paulo), que apura possíveis irregularidades em um contrato firmado entre a Prefeitura de São Paulo e a ONG ligada a Karina Ferreira da Gama.
O acordo previa a instalação de pontos de Wi-Fi em uma comunidade da capital paulista.
A Polícia Civil de São Paulo também instaurou inquérito para apurar possíveis, segundo comunicado da Secretaria da Segurança Pública, “crimes de frustração do caráter competitivo de procedimento licitatório, fraude na execução de contrato administrativo e emprego irregular de verbas ou rendas públicas envolvendo a Prefeitura de São Paulo”.
Na representação apresentada ao MPDFT, Chico Vigilante solicita a apuração dos seguintes pontos:
- se os laboratórios previstos no Projeto Steam Maker foram efetivamente implementados;
- se os equipamentos adquiridos estão instalados e em funcionamento nas escolas contempladas;
- se os valores repassados pelo Distrito Federal correspondem aos bens e serviços efetivamente entregues;
- se houve subcontratações, terceirizações ou pagamentos a empresas vinculadas direta ou indiretamente à direção da entidade;
- se existem inconsistências entre a execução física do projeto e os documentos apresentados na prestação de contas;
- se os aditivos celebrados observaram critérios técnicos e justificativas adequadas;
- se os mecanismos de fiscalização da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal foram efetivamente exercidos durante toda a execução da parceria.
*Sob supervisão de Lucas Schroeder
Lula comenta estreia do Brasil na Copa e diz que vitória “de meio a zero já está bom”
Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança em um resultado positivo contra o Marrocos. A equipe comandada por Carlo Ancelotti entra em campo no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
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Governo Lula avalia decretar ponto facultativo em jogos do Brasil na Copa de 2026
Durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão, realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília, Lula comentou a expectativa para a partida e afirmou acreditar em vitória brasileira. Em tom de brincadeira, o presidente lembrou previsões feitas em Copas anteriores que não se concretizaram, mas reforçou o otimismo com o desempenho da Seleção.
“Olha, sinceramente, o meu palpite é de que o Brasil vai ganhar. Eu já errei em 1982, em 1986, mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas acho que o Brasil vai ganhar”, disse Lula.
Brasil inicia caminhada em busca do hexacampeonato
A partida contra o Marrocos marcará o início da campanha brasileira na Copa do Mundo de 2026. O duelo será disputado em Nova Jersey e representa o primeiro compromisso da Seleção no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México.
Apontado como o adversário mais forte do Grupo C, o Marrocos surge como o principal desafio da fase inicial para a equipe brasileira. O confronto também será o primeiro teste de Carlo Ancelotti em uma Copa do Mundo à frente da Seleção.
O Brasil chega ao Mundial em busca do sexto título da história. A estreia diante dos marroquinos é vista como um passo importante para as pretensões da equipe na competição, que reúne 48 seleções pela primeira vez.
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PSD aciona MPRJ contra ex-secretário e Cláudio Castro por improbidade
O PSD (Partido Social Democrata) protocolou no MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) na segunda-feira (09) uma representação por improbidade administrativa contra o ex-secretário da Polícia Civil do estado e pré-candidato a deputado federal Felipe Curi (PP), o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o delegado Pedro Cassundé.
O pedido se deu pela causa da condução da prisão e investigação do vereador Salvino Oliveira (PSD), em março deste ano, por supostamente negociar diretamente com o traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, envolvido com o CV (Comando Vermelho), uma autorização para fazer campanha eleitoral na comunidade da Gardênia Azul, que está sob domínio da facção carioca.
O partido do pré-candidato ao Palácio das Laranjeiras, Eduardo Paes, alegou que houve múltiplos abusos e ilícitos na deflagração da prisão do vereador e o uso incorreto do aparato policial para perseguição política; a divulgação de dados sigilosos em redes sociais e a exploração da imagem do investigado como base para um discurso de ataque político.
O partido também questiona a condução dos interrogatórios feitos pelo Delegado Pedro Cassundé com familiares, que os qualificou como “voluntários”, mas que foram submetidos, sem a presença de advogado, a responder perguntas sobre Salvino Oliveira.
A sigla argumenta que a ordem da prisão deflagrada não foi organizada sob o controle do MP (Ministério Público) fluminense em parceria com o Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) como costuma ocorrer em operações que envolvem o crime organizado.
Segundo eles, a operação teria sido organizada por um setor da Polícia Civil, comandada pelo então secretário Felipe Curi e o delegado Pedro Cassundé, integrantes do Departamento Geral de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro.
O envolvimento do vereador com o CV alegado pela corporação, segundo a defesa do PSD, ocorreu após um dialogo supostamente travado entre terceiros, em 2025 — um ano antes da operação —, onde um dos interlocutores questiona a procedência da autorização de Salvino fazer campanha dentro da comunidade.
Uma das principais reclamações do partido é a construção política por trás da prisão. Eles defendem que o ex-governador Cláudio Castro teria mandado a detenção pelo fato de o vereador ser aliado político do então prefeito Eduardo Paes.
O feito, segundo a peça, se caracterizaria como “mais uma evidência de abuso de poder, de perseguição, de desrespeito deliberado e consciente ao devido processo legal, de perseguição política”.
Entenda o caso
Em março deste ano, o vereador foi preso durante uma operação da PCERJ (Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro) contra o CV, na capital carioca. Além dele, outros cinco policiais militares foram detidos.
Conforme as investigações, o político teria negociado a autorização articulando benefícios ao CV como forma de compensação através de ações voltadas à população local. A definição da parte dos beneficiários teriam sido determinadas por integrantes do crime organizado, sem processo público aparente.
A investigação teria apurado a participação direta de familiares de Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, um dos principais líderes do CV. Segundo a apuração, Márcia Gama, esposa do líder e mãe do artista Oruam, atuava na intermediação de interesses do grupo fora do sistema prisional.
Entre as ações estão serviços, imóveis e outros negócios usadas para geração de recursos e expansão do poder do grupo.
Salvino Oliveira tem 28 anos e nasceu na Cidade de Deus, zona oeste do Rio. Formado em gestão pública, tornou-se o secretário municipal mais jovem da cidade, aos 22 anos, ao assumir a Secretaria da Juventude na gestão do prefeito Eduardo Paes.
Nas eleições municipais seguintes, em 2024, foi eleito vereador pelo PSD com mais de 27 mil votos.
“Se ganhar de meio a zero, já está bom”, diz Lula sobre jogo do Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta quarta-feira (10), que se a Seleção Brasileira derrotar Marrocos “por meio a zero” no próximo sábado (13), “já está bom”.
O palpite foi dado pelo chefe do Executivo durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o chamado “Conselhão”, em Brasília.
“Eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas eu acho que o Brasil vai ganhar, tá?”, disse o petista.
A Seleção estreia na Copa do Mundo 2026 às 19h (horário de Brasília) deste sábado contra Marrocos no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A equipe comandada pelo italiano Carlo Ancelotti está no Grupo C da competição, ao lado também de Haiti e Escócia.
Lula critica protestos no México
Ao longo de seu discurso no “Conselhão”, o presidente fez críticas à onda de protestos que atinge o México, país que sediará a Copa do Mundo juntamente com os EUA e o Canadá.
“Agora mesmo, no México, está acontecendo um pouco daquilo que aconteceu aqui em 2013”, disse Lula em alusão às Jornadas de Junho. “Todo mundo está lembrado de que uma simples reinvidicação de R$ 0,20 de aumento do transporte foi o pretexto para que a extrema-direita tomasse conta das ruas utilizando o verde e amarelo”, acrescentou o mandatário.
Às vésperas da abertura da Copa do Mundo, protestos liderados por professores ameaçam interromper o início do torneio. As manifestações vêm ocorrendo há pouco mais de um mês, depois de a CNTE (Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação) apresentar uma lista de reinvindicações ao governo da presidente Claudia Sheinbaum.
“Todo mundo sabe que R$ 0,20 não causariam nenhuma revolução em lugar nenhum do mundo. É que, a partir daquele movimento, inventaram os ‘black blocks’, que fizeram um quebradeira em São Paulo e, a partir dali, a extrema-direita tirou proveito, fez o impeachment da Dilma, elegeu até um presidente da República. Então, minha conversa com a Claudia [Sheinbaum] é porque eu acho que isso está acontecendo no México agora”, contou Lula.
Por fim, o chefe do Planalto disse acreditar em um envolvimento externo na questão. “Às vezes, acho que tem o dedo de alguém. E talvez nem seja mexicano”, concluiu.
<![CDATA[ Governo acompanha regulamento europeu de retorno mas recusa centros em países terceiros ]]>

Pesquisa Quaest: por que Lula sobe e Flávio Bolsonaro perde terreno
A pesquisa Genial/Quaest nacional desse mês de junho registra dois movimentos simultâneos: Lula (PT) cresce e Flávio Bolsonaro (PL) recua. A leitura apressada pode tratar os dois como faces do mesmo fenômeno, como se Lula melhorasse porque Flávio piorou. Não é a realidade.
Flávio perde porque o caso Banco Master deteriorou sua posição fora do bolsonarismo e os números são específicos sobre isso. Lula avança porque suas políticas públicas estão produzindo efeitos percebidos pelo eleitorado e a pesquisa deixa isso claro.
São dinâmicas independentes, com origens distintas, e entender a diferença entre elas é essencial para não afundar em pessimismo ou decolar em empolgação.
Recuo
No confronto direto, Flávio aparece com 38% e Lula com 44%. A diferença de 6 pontos ganha peso quando comparada a maio: há um mês, o senador tinha 41% e o presidente, 42%. O empate técnico de 30 dias atrás transformou-se numa vantagem de 6 pontos para o líder petista.
O recuo não veio de dentro do bolsonarismo. Flávio ainda concentra 94% das intenções de voto do grupo e mantém 70% de voto consolidado, índice praticamente igual ao que Lula tem com o seu eleitorado à esquerda. O problema é que o bolsonarismo não vence uma eleição presidencial sozinho. Os eleitores da chamada "direita bolsonarista" representam cerca de 13% apenas. Para Flávio vencer é preciso ter a "direita não bolsonarista" e os independentes.
A soma da direita bolsonarista com a direita não bolsonarista representa 33% do eleitorado. Flávio aparece com 29% no primeiro turno. Ele não consegue fechar nem o campo que deveria ser todo seu. Uma parcela da direita que não se identifica como bolsonarista não migrou para o senador. Os 4 pontos que faltam para completar os 33% estão dispersos ou indecisos.
Independentes
A série entre os independentes, aqueles que declaram não ser nem direita e nem esquerda, torna o movimento negativo para Flávio ainda mais preciso. Em janeiro, o filho de Bolsonaro liderava esse grupo: 29% contra 26% de Lula. Em fevereiro já havia perdido a dianteira: 23% contra 27%. Em junho, a distância se aprofundou para 24% contra 37% de Lula.
O candidato da oposição saiu da liderança entre os independentes e ficou 13 pontos atrás. A coincidência com o período de maior visibilidade do caso Banco Master não é casual.
Sustentação
Já o crescimento na aprovação do presidente tem explicação própria, separada da queda do adversário.
Entre os beneficiários do Bolsa Família, a aprovação do governo chega a 60%. Entre os não beneficiários, cai para 43%. A distância de 17 pontos mostra que o programa segue funcionando como base de sustentação política.
A isenção do Imposto de Renda alcançou 32% dos entrevistados. Desse grupo, 57% já percebem ganho financeiro concreto: 23% afirmam que a renda aumentou significativamente e 34%, um pouco. São efeitos que chegam ao bolso e depois vão à urna.
O Desenrola 2.0 registra aprovação combinada de 70%, onde 50% consideram boa ideia e 20% avaliam que ajuda um pouco. Apenas 25% o classificam como má ideia. O número tem peso porque inclui parcelas do eleitorado não alinhadas ao governo.
Foi especificamente nesses pontos que Lula cresceu.
Estrutura
Em resumo, Flávio Bolsonaro encolheu fora do bolsonarismo e não porque Lula melhorou.
Já Lula melhorou porque suas políticas estão produzindo efeitos percebidos e não porque Flávio caiu.
Entender isso é importante para evitar depressão ou empolgação. O jogo ainda está aberto, principalmente se for para o segundo turno.


© Ricardo Stuckert/PR: Andressa Anholete/Agência Senado
10 de Junho: discurso do Presidente Seguro elogiado da esquerda à direita, Chega foi a exceção
Se para Marcelo Rebelo de Sousa, o discurso de estreia no Dia de Portugal de António José Seguro foi "excecional", entre os partidos com representação parlamentar, da esquerda à direita, a maioria também teceu elogios aos apelos, e recados, feitos pelo Presidente da República a partir dos Açores.
10 de Junho: discurso do Presidente Seguro elogiado da esquerda à direita, Chega foi a exceção
Se para Marcelo Rebelo de Sousa, o discurso de estreia no Dia de Portugal de António José Seguro foi "excecional", entre os partidos com representação parlamentar, da esquerda à direita, a maioria também teceu elogios aos apelos, e recados, feitos pelo Presidente da República a partir dos Açores.
Bagarre alla Camera, scontro sulla commissione Covid. FdI: “Conte abbia il coraggio di venire a riferire”. M5s: “Onestà, onestà”. Seduta sospesa
Bagarre in Aula alla Camera tra Fratelli d’Italia e Movimento 5 stelle. Tema dello scontro è la commissione Covid. La deputata meloniana, Alice Buonguerrieri, è tornata ad attaccare il leader M5s, Giuseppe Conte, invitandolo a dimettersi da componente della commissione per farsi ascoltare. “Non accettiamo lezioni di coraggio da chi parla di gestione pandemia in tv ma non è ancora venuto a farsi sentire”.
Immediata la risposta del deputato M5s Alfonso Colucci che ha attaccato la maggioranza denunciando “gravi illegittimità” nello svolgimento dei lavori di commissione e bollando gli interventi del centrodestra come un “disperato tentativo di perseguire un inconsistente teorema accusatorio”.
Dai banchi della maggioranza si sono alzati brusii e voci di protesta, con la pronta risposta del Movimento 5 stelle che ha replicato con il coro “onestà, onestà”. Anche dai banchi di FdI, al termine dell’intervento di Buonguerrieri, i deputati avevano intonato le stesse parole.
Lo scontro è stato interrotto dal vicepresidente di turno, Sergio Costa, che è stato costretto a interrompere la seduta.
L'articolo Bagarre alla Camera, scontro sulla commissione Covid. FdI: “Conte abbia il coraggio di venire a riferire”. M5s: “Onestà, onestà”. Seduta sospesa proviene da Il Fatto Quotidiano.
Rodrigo Pacheco ganha apoio da oposição para relatar PEC da 6×1
Rodrigo Pacheco (PSB-MG) desponta como o nome favorito para assumir a relatoria da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê o fim da escala 6×1 no Senado Federal. O senador mineiro é descrito como moderado e favorável à proposta, o que o tornaria uma escolha equilibrada para ambos os lados do espectro político.
Segundo apuração da analista de Política Larissa Rodrigues, detalhada no Bastidores CNN desta quarta-feira (10) o senador conta com o apoio tanto do governo quanto da oposição, além de setores produtivos. A informação foi obtida após conversas realizadas diretamente no Congresso Nacional.
O PL e demais partidos de oposição transmitiram formalmente a preferência por Pacheco ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em conversas realizadas na véspera.
Segundo a apuração de Larissa, a oposição sinalizou que aceitaria Rodrigo Pacheco como relator, diferentemente de outros nomes cogitados, como o do senador Rogério Carvalho (PT-SE).
Embora Carvalho tenha experiência com matérias semelhantes dentro do Senado, a oposição sinalizou que reagiria de forma contrária à sua indicação.
Pessoas ligadas ao próprio Pacheco também foram consultadas e confirmaram que, por ele, a indicação seria bem-vinda. “Ele fala com todo mundo, ele está só na expectativa”, disseram as fontes ouvidas pela analista.
Próximos passos
Para que a escolha seja oficializada, ainda é necessária uma conversa entre Alcolumbre e o Planalto. Segundo Larissa, o presidente do Senado teria sinalizado que consultaria o governo federal se o nome de Pacheco agrada.
Embora a relação entre Pacheco e o Planalto seja descrita como boa, há tensões entre o governo e o atual comando do Senado, o que torna esse encontro um passo decisivo.
Além da definição do relator, parlamentares aguardam que Alcolumbre encaminhe o texto à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A expectativa, segundo Larissa, é de que essa movimentação ocorra até quinta-feira (11).
A PEC, aprovada no fim de maio na Câmara dos Deputados, prevê o fim da escala 6×1 e o início da escala 5×2, com vigência 60 dias após a aprovação pelo Congresso.
