É a bebida energética da natureza. O mel ajuda a recuperar dos treinos

A primeira edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou. Desde então, a parada sempre levou para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.
“Em 2005 tratamos sobre o direito à união estável e, uma década depois, isso foi reconhecido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Já tratamos sobre a criminalização da LGBT fobia. Em 2006 trouxemos esse tema e, depois, o STF também veio a reconhecer isso equiparando a questão da LGBTfobia ao crime de racismo. Falamos sobre direitos da população trans, direito à doação de sangue, direito à adoção. Todos esses foram temas que, antes de estarem nos tribunais, passaram pela Avenida Paulista. Então, isso mostra a importância da Parada de São Paulo nessas três décadas de lutas”, reforçou Silva.
Apesar de muitas conquistas, o diretor da Parada SP reforça que ainda há um caminho a ser perseguido.
A gente precisa ainda de um compromisso do nosso Legislativo para assegurar esses direitos na letra da lei – e não apenas com decisões judiciais como nós temos atualmente, disse.
Por isso, neste ano, a Parada leva como tema as eleições. “É importante a gente falar sobre isso para conscientizar a nossa população, em especial as pessoas LGBT+, para
que elejam e para que votem em pessoas comprometidas com os direitos da população LGBT e com a sociedade como um todo, que não legislem para si só, mas sim para o povo”, afirmou Silva.
Um pouco menor este ano por causa da diminuição de patrocínios, a ParadaSP vai às ruas com 14 trios elétricos, seguindo em desfile pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, até chegar à Praça da República.
Segundo os organizadores do evento, houve uma redução de 60% na receita com patrocinadores neste ano, o que afetou não somente a organização da Parada, como também as ações sociais e culturais promovidas pela APOLGBT-SP. Com menos patrocínio, houve redução no número de trios elétricos que vão desfilar pela Avenida Paulista este ano: serão apenas 14, contra 17 que desfilaram no ano passado. Em 2023 a Parada chegou a desfilar com 19 trios elétricos.
Apesar disso, muita gente chegou cedo à Avenida Paulista para acompanhar o evento. A manifestação teve início às 10h de hoje e conta com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello.
“O Ministério dos Direitos Humanos tem marcado presença na Parada. A de São Paulo é a maior do mundo, então é uma alegria para a gente estar aqui. E neste ano o Ministério está com uma campanha, O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas, e para a gente é importante lembrar e ressaltar junto à população brasileira sobre a necessidade da garantia dos direitos da população LGBT”, falou a ministra, em entrevista à Agência Brasil durante o evento.
“A gente tem uma série de políticas voltadas para as diferentes dimensões da população LGBTQIA+. Temos desde políticas ligadas ao empoderamento e à inclusão produtiva, até políticas de acolhimento em momentos de vulnerabilidade. E enviamos recentemente ao Congresso Nacional a Política Nacional de Direitos LGBT, que vai pegar diferentes dimensões, inclusive sobre o enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+”, completou a ministra.
Segundo a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, também presente ao evento, o ministério desenvolveu um acordo técnico com o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai começar a produzir dados governamentais sobre a violência contra a população LGBT+.
“E, a partir daí, vamos construir protocolos mais institucionais que ajudem em todo o processo, desde o acolhimento da denúncia, até a investigação e o sistema de justiça”, explicou.

A primeira edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo ocorreu em 1996, na Praça Roosevelt e, só no ano seguinte, passou a ocupar a Avenida Paulista, onde se consolidou. Desde então, a parada sempre levou para as ruas a discussão de temas fundamentais tais como o reconhecimento da união estável, o direito à identidade de gênero, a adoção por casais homoafetivos e a criminalização da LGBTfobia, entre outros. No ano passado, por exemplo, a discussão foi sobre o envelhecimento.
“Em 2005 tratamos sobre o direito à união estável e, uma década depois, isso foi reconhecido pelo STF [Supremo Tribunal Federal]. Já tratamos sobre a criminalização da LGBT fobia. Em 2006 trouxemos esse tema e, depois, o STF também veio a reconhecer isso equiparando a questão da LGBTfobia ao crime de racismo. Falamos sobre direitos da população trans, direito à doação de sangue, direito à adoção. Todos esses foram temas que, antes de estarem nos tribunais, passaram pela Avenida Paulista. Então, isso mostra a importância da Parada de São Paulo nessas três décadas de lutas”, reforçou Silva.
Apesar de muitas conquistas, o diretor da Parada SP reforça que ainda há um caminho a ser perseguido.
A gente precisa ainda de um compromisso do nosso Legislativo para assegurar esses direitos na letra da lei – e não apenas com decisões judiciais como nós temos atualmente, disse.
Por isso, neste ano, a Parada leva como tema as eleições. “É importante a gente falar sobre isso para conscientizar a nossa população, em especial as pessoas LGBT+, para
que elejam e para que votem em pessoas comprometidas com os direitos da população LGBT e com a sociedade como um todo, que não legislem para si só, mas sim para o povo”, afirmou Silva.
Um pouco menor este ano por causa da diminuição de patrocínios, a ParadaSP vai às ruas com 14 trios elétricos, seguindo em desfile pela Avenida Paulista e pela Rua da Consolação, até chegar à Praça da República.
Segundo os organizadores do evento, houve uma redução de 60% na receita com patrocinadores neste ano, o que afetou não somente a organização da Parada, como também as ações sociais e culturais promovidas pela APOLGBT-SP. Com menos patrocínio, houve redução no número de trios elétricos que vão desfilar pela Avenida Paulista este ano: serão apenas 14, contra 17 que desfilaram no ano passado. Em 2023 a Parada chegou a desfilar com 19 trios elétricos.
Apesar disso, muita gente chegou cedo à Avenida Paulista para acompanhar o evento. A manifestação teve início às 10h de hoje e conta com a presença de artistas como Pabllo Vittar, Urias, Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, Melody, MC Soffia, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, MC Trans, Zumbicore e Thiago Pantaleão, além da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello.
“O Ministério dos Direitos Humanos tem marcado presença na Parada. A de São Paulo é a maior do mundo, então é uma alegria para a gente estar aqui. E neste ano o Ministério está com uma campanha, O Brasil é de Todas as Cores: Para Todas as Pessoas, e para a gente é importante lembrar e ressaltar junto à população brasileira sobre a necessidade da garantia dos direitos da população LGBT”, falou a ministra, em entrevista à Agência Brasil durante o evento.
“A gente tem uma série de políticas voltadas para as diferentes dimensões da população LGBTQIA+. Temos desde políticas ligadas ao empoderamento e à inclusão produtiva, até políticas de acolhimento em momentos de vulnerabilidade. E enviamos recentemente ao Congresso Nacional a Política Nacional de Direitos LGBT, que vai pegar diferentes dimensões, inclusive sobre o enfrentamento da violência contra pessoas LGBTQIA+”, completou a ministra.
Segundo a secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, também presente ao evento, o ministério desenvolveu um acordo técnico com o Ministério da Justiça e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que vai começar a produzir dados governamentais sobre a violência contra a população LGBT+.
“E, a partir daí, vamos construir protocolos mais institucionais que ajudem em todo o processo, desde o acolhimento da denúncia, até a investigação e o sistema de justiça”, explicou.
A Prefeitura do Recife iniciou neste fim de semana o projeto "Pintando o Hexa", que prevê a pintura e decoração de ruas em cinco bairros da cidade em alusão à Copa do Mundo de 2026. A ação é realizada por meio do Gabinete de Inovação Urbana (GIURB), com apoio da Tintas Coral, responsável pela doação das tintas utilizadas nas intervenções.
Participam do projeto a Travessa Márcia Mendes, em Linha do Tiro; a Rua Alameda das Hortênsias, na Imbiribeira; a Rua Ary Peter, em Nova Descoberta; a Rua Santos Cosme e Damião, no Habitacional CAIC, na Cohab; e a Rua Doutor Devaldo Borges, em Jardim São Paulo.
As pinturas seguem até o dia 13 de junho. No dia 14, a prefeitura realizará uma programação nas cinco localidades e abrirá uma votação no perfil do GIURB no Instagram para escolher a rua vencedora da iniciativa. O resultado será divulgado em 19 de junho, durante o segundo jogo da Seleção Brasileira no torneio.

Segundo a gerente-geral de Intervenções Urbanas, Camila Inocêncio, as ruas foram selecionadas após análise das solicitações recebidas e visitas técnicas realizadas pela equipe do projeto.
“A nossa ideia foi tentar abranger as diferentes RPAs. Recebemos as demandas e realizamos uma vistoria prévia nas cinco ruas, verificando a infraestrutura e o engajamento da comunidade. Além disso, promovemos reuniões com a população para apresentar o projeto e conduzir o processo de cocriação”, informou.
Moradores interessados em realizar pinturas ou ornamentações em vias públicas durante o período da Copa do Mundo devem solicitar autorização prévia à Secretaria Executiva de Controle Urbano do Recife (Secon).
O pedido pode ser feito presencialmente nas unidades regionais do órgão ou pelo e-mail [controleurbano@recife.pe.gov.br](mailto:controleurbano@recife.pe.gov.br).
As intervenções devem utilizar tinta lavável e de fácil remoção, além de priorizar vias locais com baixo fluxo de veículos. Não é permitido pintar sinalizações de trânsito ou mobiliário urbano, nem realizar intervenções em avenidas e vias de grande circulação sem autorização dos órgãos responsáveis.
Também são proibidas pinturas com finalidade publicitária ou conteúdos considerados ofensivos, discriminatórios ou relacionados a armas e drogas.
Regional Norte
Av. Beberibe, 1020, Arruda
Regional Centro-Oeste
Rua Dr. José Higino, 77, Madalena
Regional Sul
Av. Senador Robert Kennedy, 350, IPSEP


© Gutemberg Borba/PCR
Conservatório de Albufeira celebrou 30 anos, no sábado, dia 6 de junho de 2026, e mantém projetos para reforçar o ensino artístico no concelho.
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VTM
As listas definitivas de colocação de docentes da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário foram publicadas pela Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE). De acordo com os dados, foram colocados 19.172 professores, dos quais 5.454 em zonas do país com dificuldades na atração e retenção de docentes.
O ministério, liderado por Fernando Alexandre, afirmou que a colocação antecipada, a mais de três meses do início do ano letivo de 2026/2027, é crucial para garantir a estabilidade e o planeamento da vida pessoal e profissional dos docentes e das escolas. No Quadro de Zona Pedagógica 45, que inclui localidades como Amadora e Cascais, foram colocados 2.814 professores, enquanto no Quadro de Zona Pedagógica 46, que abrange Alcochete e Setúbal, foram alocados 1.124 docentes.
O MECI destacou que as áreas com maior carência foram o 1.º Ciclo do Ensino Básico, com 3.090 colocações, a Educação Especial 1, com 1.784, e a Educação Pré-Escolar, com 1.697. O 1.º Ciclo do Ensino Básico tem enfrentado uma escassez significativa de docentes nos últimos anos.
Além disso, 14.396 professores de carreira mudaram de local de vínculo através do concurso interno, enquanto 4.776 docentes foram integrados nos quadros do MECI através do concurso externo. O ministério também informou que os candidatos admitidos ao concurso externo que não foram colocados poderão participar na ‘contratação inicial’ a partir de 06 de julho.
Os docentes colocados têm um prazo de cinco dias úteis para aceitar a colocação na plataforma eletrónica SIGRHE da AGSE. O MECI anunciou que, a partir do ano letivo de 2027/2028, o modelo de colocação de docentes sofrerá alterações significativas, com a introdução de um concurso interno e externo anual, que garantirá a mobilidade dos docentes já vinculados e a satisfação de necessidades permanentes.
O ministério sublinhou que este novo modelo visa respeitar a expectativa de conciliação da profissão docente com a vida familiar, assegurando que a colocação respeitará sempre a graduação profissional. Haverá também um concurso contínuo ao longo do ano para atender às necessidades temporárias das escolas, permitindo a mobilidade interna dos professores e o recrutamento de novos docentes disponíveis para ensinar.
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Sensibilizar a população para a importância da redução do desperdício alimentar e da adoção de hábitos de consumo mais conscientes e sustentáveis é o objetivo das iniciativas que a Câmara Municipal de Portimão está a promover, para assinalar o Dia Municipal de Combate ao Desperdício Alimentar, que se celebra este domingo, 7 de junho,.
Neste âmbito, no dia 2, foi promovida uma ação de sensibilização junto da comunidade escolar da Escola Básica e Secundária da Bemposta, envolvendo alunos dos 7.º e 10.º anos de escolaridade.
A iniciativa integrou uma sessão prática dedicada à valorização dos resíduos orgânicos através da compostagem, dinamizada pela EMARP, permitindo aos jovens alunos conhecerem o percurso dos resíduos alimentares e a importância da sua correta separação para posterior valorização.
Através de exemplos práticos, os participantes perceberam como os restos de alimentos podem ser transformados num recurso útil para a agricultura e para a melhoria dos solos.

A ação incluiu ainda uma sessão de educação alimentar promovida pela Associação In Loco, que sensibilizou os jovens para a adoção de hábitos alimentares mais equilibrados, saudáveis e sustentáveis.
A sessão abordou a importância de escolhas alimentares informadas, do consumo responsável e da redução do desperdício alimentar, tendo culminado com a oferta de exemplares do livro de receitas, incentivando o melhor aproveitamento dos alimentos e a confeção de refeições nutritivas e acessíveis.
Através desta ação de sensibilização e demonstração prática em contexto escolar, os jovens foram desafiados a refletir sobre a importância da redução do desperdício alimentar, da correta separação dos resíduos orgânicos e do aproveitamento responsável dos recursos, promovendo comportamentos mais conscientes e sustentáveis no seu dia a dia.
A aposta na sensibilização da comunidade educativa integra a estratégia municipal de promoção da sustentabilidade ambiental e da cidadania ativa, reconhecendo o papel das novas gerações na construção de uma sociedade mais responsável e resiliente.

Projeto “Comida sem Desperdício – Alimentar sem Desperdiçar” promove literacia alimentar junto das instituições do concelho
No âmbito da chancela “Portimão Combate ao Desperdício Alimentar”, a autarquia tem vindo igualmente a desenvolver o projeto “Comida sem Desperdício – Alimentar sem Desperdiçar”, em parceria com Lyudmyla Mishchuk, formadora e voluntária da Associação ADRA.
Esta iniciativa, integrada na estratégia municipal de promoção da literacia em saúde, contempla a realização de 12 ações de formação ao longo do ano junto de associações, instituições e IPSS do concelho, incentivando hábitos alimentares mais conscientes e sustentáveis, assentes na valorização dos alimentos e na prevenção do desperdício.
Até ao momento, já foram realizadas cinco ações de formação, envolvendo cerca de 70 participantes entre utentes e colaboradores do Núcleo do Algarve da Alzheimer Portugal, ESOSA – Associação Africana, CAPELA – Centro de Apoio à População Emigrante de Leste e Amigos, CRACEP – Cooperativa de Reeducação e Apoio ao Cidadão Excecional de Portimão e ADRA – Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência.
Ao longo das sessões têm sido partilhados conhecimentos e ferramentas práticas para planear melhor as refeições, aproveitar integralmente os alimentos e reduzir o desperdício no dia a dia.
A partilha de receitas, dicas e soluções simples para uma alimentação mais sustentável tem sido amplamente valorizada, evidenciando a relevância prática dos conteúdos abordados.

Até ao final de 2026 serão realizadas mais sete ações de formação dedicadas a temas como a alimentação sazonal, a preparação de refeições simples e saudáveis, o aproveitamento de proteína vegetal acessível, a redução do desperdício alimentar no prato, a alimentação familiar consciente e a adoção de escolhas que permitam comer melhor e gastar menos.
O projeto culminará com a apresentação de uma compilação de receitas, dicas e boas práticas partilhadas ao longo das várias sessões, disponibilizando à comunidade um recurso útil para a promoção de hábitos alimentares mais sustentáveis e para a redução do desperdício alimentar.

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A RENA – Associação das Companhias Aéreas em Portugal aplaude as medidas para minimizar os constrangimentos no controlo de fronteiras dos aeroportos, mas alerta que o problema pode voltar no verão e que Portugal deve ter voz ativa em Bruxelas.
Ao podcast da Lusa, o LusaExtra, o diretor executivo da RENA, António Moura Portugal, elogia o reforço de meios humanos e materiais promovido pelo Governo e pela ANA – Aeroportos, mas alerta que Portugal deve preparar desde já uma segunda fase de resposta para os meses de julho e agosto.
“Melhorámos, estamos bem no momento, mas agora isto não é para ficar a dizer ‘ok, está resolvido e nada a fazer até vir a próxima onda’, porque ela virá”, considerou o responsável da RENA.
Moura Portugal defendeu que Portugal deve continuar a acompanhar de perto a evolução do processo e assumir uma posição ativa em Bruxelas, procurando garantir soluções que evitem a repetição dos constrangimentos no período de maior procura turística.
Defende, por exemplo, que Portugal lidere, junto das instituições europeias, a defesa da manutenção de mecanismos de flexibilidade para evitar novos episódios de congestionamento no verão, altura em que acredita que a pressão nos controlos fronteiriços voltará.
Nos últimos meses registaram-se longas filas de espera nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro – sobretudo na capital – dado os constrangimentos causados pela entrada em vigor do sistema digital (Entry Exit System, EES), que regista eletronicamente a entrada e saída de cidadãos de países terceiros no espaço de livre circulação Schengen, substituindo os carimbos manuais por registos biométricos e digitais.
No final de maio foram implementadas mais boxes e mais ‘e-gates’ e reforçados meios humanos para o controlo de passaportes.
Está ainda previsto como medida de contingência a possibilidade de se suspender pontualmente a recolha de dados biométricos (impressões digitais e reconhecimento facial) dos passageiros, cabendo à autoridade de fronteira, que neste caso é a PSP, avaliar a necessidade de recorrer a este mecanismo.
O EES está a funcionar a 100% desde 10 de abril e desde então, tal como avançou à Lusa o porta-voz da Polícia de Segurança Pública (PSP) esta tem recorrido à suspensão parcial da recolha dos dados biométricos em “circunstâncias excecionais”, nomeadamente quando “o tempo de espera num posto de fronteira aérea se torne excessivo”.
“Ainda que tenham natureza excecional a PSP admite recorrer, sempre que necessário, durante o período inicial previsto de 90 dias e complementar de 60 dias, às medidas previstas em regulamento tendentes a garantir um equilíbrio entre segurança das fronteiras externas e tempos aceitáveis de espera”, afirmou Sérgio Soares.
Assim, na quinta-feira, o ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse à Lusa, no Luxemburgo, estar mais otimista, face a um passado recente, sobre um verão sem problemas nas fronteiras dos aeroportos.
Por seu lado, as companhias aéreas consideram que as medidas tomadas “foram muito positivas”, mas que é preciso mais.
“Em julho acaba-se, segundo o regulamento, essa possibilidade, já muito limitada, das suspensões serem só de seis horas. E, portanto, (…) é importante preparar já o passo seguinte”, insiste Moura Portugal, explicando que um desses passos deve ser Portugal “pressionar, pugnar pela alteração e pela manutenção, no mínimo dessa flexibilidade e desse poder dos Estados-membros poderem suspender” o sistema.
António Moura Portugal diz que é importante que Portugal esteja na linha da frente e que quando vai a Bruxelas deve estar “preparado em termos de documentação e em termos de discurso para dizer ‘atenção que isto está a correr mal e nós estamos a ser altamente penalizados com isto'”.
“Não pode haver silêncio, não pode haver um não assumir a liderança num dossier que é fundamental para a nossa economia [o turismo é dos principais motores de crescimento do PIB] e deixar isto entregue a outros”, conclui.
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The rhythm, the cadence, is hypnotic. The late-afternoon sun helps: scales flying off the fish flash in a silvery, summery gust. Three young men fall into a soft, steady rhythm — fish, knife, entrails — chop, chop! The day winds down at the pier, and Curaçao — this small, arid island off the northern coast of Venezuela, part of the former Dutch Antilles — now stands out as one of the best ideas conceived since the Big Bang; at times, it may also seem like the opposite: a Caribbean theme park for Europeans and Americans. But not now — it is a kingdom of physical well-being, a haven of tranquility, the soul of the slow world. Guts, scales, salt water, milky sun, rhythm, rhythm, rhythm.
Para se inscrever, basta acessar a Página do Participante do Enem na internet e preencher as informações solicitadas. Para os estudantes não isentos, o prazo para pagar a taxa de inscrição (R$ 85) vai até o dia 17 de junho.
A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país.
Têm direito à isenção: estudantes do 3º ano do ensino médio da rede pública; quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral com renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio; pessoas inscritas no CadÚnico; e participantes do programa Pé-de-Meia.
O estudante do Pé-de-Meia que concluiu o ensino médio em 2026 e participar dos dois dias de prova do Enem receberá um incentivo adicional de R$ 200.
Todos os detalhes do Enem 2026 estão no edital da prova, com informações sobre atendimento especializado para pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, diabéticos, idosos ou com outra condição específica.
Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho; Pagamento da taxa: até 17 de junho; Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso: de 29 de junho a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.
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A União Europeia (UE) oficializou a proibição da importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. A medida, publicada no Diário Oficial do bloco na última sexta-feira (5), entrará em vigor a partir do dia 3 de setembro deste ano.
O anúncio ocorre cerca de um mês após o início da vigência provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a UE.
Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não apresentou garantias documentais de que sua cadeia produtiva cumpre as exigências sanitárias do bloco. A principal divergência envolve o uso de medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais, prática monitorada de perto pela política europeia de segurança alimentar e saúde pública, conhecida como One Health.
Em abril, o governo brasileiro chegou a proibir parte dos antimicrobianos utilizados para estimular o crescimento e a produtividade animal, mas a UE considerou as salvaguardas insuficientes. A restrição europeia atinge diretamente substâncias como:
A decisão tem caráter regulatório e foca na rastreabilidade sanitária e na certificação, não significando que os alimentos estejam contaminados por medicamentos.
Para retomar as vendas ao bloco, que figura entre os principais mercados em valor para a carne bovina brasileira, o País precisará comprovar o cumprimento das regras durante todo o ciclo de vida dos animais.
Para isso, as alternativas do setor envolvem a ampliação das restrições legais aos medicamentos ou a criação de mecanismos mais rígidos de rastreabilidade, o que aumenta os custos operacionais de produtores e frigoríficos.
Procurada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a comissão europeia antecipou a decisão. A entidade afirmou que a produção brasileira atende aos requisitos regulatórios de mais de 170 países por meio de controles oficiais e sistemas de rastreabilidade.
Em nota, a associação declarou que "o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema".