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Saúde e ensino foram os setores mais afetados pela greve geral

VTM

Ao longo do dia, registaram-se níveis de adesão muito distintos entre concelhos e serviços, com unidades encerradas, outras a funcionar em serviços mínimos e várias estruturas com funcionamento condicionado.

Na área da educação, verificaram-se encerramentos totais e parciais em vários agrupamentos de escolas. Em Vila Real, a Escola Diogo Cão encerrou logo pela manhã, após não estarem reunidas condições para o funcionamento normal das atividades letivas. Também a Escola Secundária de São Pedro não teve qualquer atividade letiva, ao mesmo tempo que no Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, o Centro Escolar Abade de Mouçós, a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral e a própria escola-sede não reuniram condições para o funcionamento, tendo igualmente encerrado.

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UTAD compra mesas anatómicas digitais para Medicina

9 June 2026 at 23:28
Equipamentos custaram 220 mil euros e integram investimento global de dois milhões. Mestrado integrado tem 40 vagas e acreditação condicionada da A3ES.

© ESTELA SILVA/LUSA

O curso obteve acreditação em novembro, condicionada por dois anos

UTAD compra mesas anatómicas digitais para Medicina

9 June 2026 at 23:28
Equipamentos custaram 220 mil euros e integram investimento global de dois milhões. Mestrado integrado tem 40 vagas e acreditação condicionada da A3ES.

© ESTELA SILVA/LUSA

O curso obteve acreditação em novembro, condicionada por dois anos

MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

Logo Agência Brasil

Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

Notícias relacionadas:

 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que é o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

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Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

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 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que é o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

Professores de Lauro de Freitas participam de formação sobre educação midiática

9 June 2026 at 17:00
Professores da rede municipal de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, participaram, nesta terça-feira, 9, no campus da faculdade Unime, de uma formação voltada para a educação midiática e o uso do jornal como ferramenta pedagógica. A iniciativa, realizada em parceria com o Programa A TARDE Educação, do Grupo A Tarde, buscou fortalecer práticas de leitura, interpretação e produção de conteúdo nas escolas, além de estimular o pensamento crítico entre estudantes e educadores.A articuladora municipal da Política Nacional para a Equidade das Relações Étnico-Raciais e da Educação Quilombola, Rosângela Accioly, destacou a importância de aproximar os professores das novas linguagens de comunicação utilizadas pelos estudantes.Segundo ela, a educação midiática se tornou uma necessidade diante das transformações tecnológicas vividas pela sociedade. “Nós somos de uma geração em que não havia internet e nem essa possibilidade tecnológica que nos enriquece. Trabalhar com essas mídias mais contemporâneas é de suma importância para aproximar as nossas linguagens pedagógicas dos nossos alunos”, afirmou. Leia Também: EDUCAÇÃO Dinheiro extra: Bahia libera mais de R$ 103 milhões em abono para educadores AINDA DÁ TEMPO Vai fazer o Enem? Veja como planejar os estudos no segundo semestre EDUCAÇÃO Da Bahia para o mundo: estudante de Itabuna é aprovado em universidade dos EUA Rosângela ressaltou ainda que os estudantes de hoje acessam conteúdos por diferentes plataformas e formatos, o que exige uma atualização constante das práticas educacionais. “É fundamental que o professor acompanhe essas mudanças da sociedade”, completou.A expectativa da Secretaria Municipal de Educação é que a iniciativa gere impactos positivos em toda a rede. De acordo com a articuladora, a formação não se limitará a um único encontro. “Nós temos expectativas muito positivas, porque não será somente uma formação. Teremos vários encontros ao longo do ano e o Jornal A Tarde tem muita força para trazer essa discussão para o município”, disse.Entre os participantes da capacitação esteve a professora de Língua Portuguesa e Inglesa Maria de Fátima, da Escola Municipal Pedro Paranhos, em Portão. Com mais de 25 anos de atuação na educação, ela acredita que ensinar os alunos a consumir notícias é uma ferramenta importante para a formação cidadã.“É muito importante para os alunos se manterem atualizados. Hoje eles querem usar o celular de outras formas, mas a gente precisa incentivá-los a ler notícias para compreender o que acontece ao seu redor e até compartilhar essas informações com a família”, afirmou.A docente também vê diversas possibilidades de aplicar o conteúdo da formação em suas aulas. Segundo ela, o jornal pode servir de base para atividades de leitura, interpretação e produção textual. “Podemos trabalhar notícias, interpretações e até a criação de notícias baseadas no que estamos estudando em sala. Em inglês, também é possível desenvolver atividades de tradução e compreensão de textos”, explicou.Para o professor de Artes Dourival Sousa Neto, a utilização do jornal amplia as possibilidades de aprendizagem ao conectar os conteúdos escolares com acontecimentos do cotidiano. “O jornal pode ser utilizado como uma ferramenta pedagógica de fato. Ele traz informações variadas e uma série de elementos que podemos utilizar em diferentes abordagens dentro da sala de aula”, afirmou.Na área artística, ele acredita que a proposta pode contribuir para o desenvolvimento da criatividade e da análise crítica dos estudantes. “A arte trabalha questões históricas, culturais e sociais. O jornal pode ajudar o aluno a refletir sobre essas questões e construir uma visão mais crítica da realidade”, explicou.O professor também destacou o protagonismo estudantil como um dos principais benefícios da iniciativa. “O aluno vai pesquisar, ler, escrever, interpretar imagens e produzir conteúdo. A proposta do jornal permite que ele desenvolva sua criatividade e participe ativamente do processo de aprendizagem”, concluiu.Com a formação, a expectativa é que os professores levem para as salas de aula novas estratégias de ensino capazes de aproximar os estudantes do universo da informação, fortalecendo habilidades de leitura, escrita e análise crítica por meio da educação midiática.A atividade foi conduzida pela equipe do A TARDE Educação, sendo representada por Marcia Firmino, coordenadora pedagógica e Isadora Cruz, mestra em Educação e Contemporaneidade.

'Movimento Bahia pela Educação' encerra ciclo de debates em Salvador

9 June 2026 at 15:15
Após percorrer diferentes territórios do estado, o Movimento Bahia pela Educação encerrou, nesta terça-feira, 9, no auditório da Federação das Indústrias (FIEB), em Salvador, um ciclo de encontros voltados à alfabetização. A iniciativa reuniu prefeitos, secretários municipais de Educação, diretores, coordenadores escolares e especialistas para discutir estratégias que garantam a alfabetização na idade certa.Com o tema “A Bahia aprende com a Bahia: o desafio de alfabetizar 80% das crianças até 2030”, a programação foi aberta com uma mesa institucional e seguiu com o painel “Os desafios de alfabetizar na idade certa”. O debate contou com a participação do professor Mozart Ramos, da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira da USP de Ribeirão Preto, e de Kátia Smole, diretora do Instituto Reúna e uma das principais referências nacionais em letramento matemático.A defesa da alfabetização como um processo que vai além da leitura e da escrita foi discutida por Kátia Smole. Segundo ela, é preciso incluir a Matemática desde os primeiros anos da aprendizagem. “A Matemática potencializa a alfabetização em Língua Portuguesa. Crianças que começam a aprender Matemática mais tarde, não vão ter tanto sucesso podem, inclusive, ter dificuldade com o componente curricular. E, ao contrário, se elas começam cedo, esse sucesso se perpetua por muito tempo”, afirmou. Kátia Smole é diretora do Instituto Reúna e uma das principais referências nacionais em letramento matemático - Foto: José Simões/Ag. A TARDE Durante sua fala, o professor Mozart Ramos destacou três fatores fundamentais para garantir avanços consistentes na educação:1. Assegurar que todas as crianças sejam alfabetizadas até os sete anos de idadePara o especialista, esse processo representa a base de toda a trajetória escolar, já que dificuldades nessa etapa tendem a comprometer o desempenho dos estudantes nos anos seguintes e aumentar os riscos de evasão escolar;2. Fortalecimento do regime de colaboração entre municípios, Estado e UniãoMozart ressaltou que avanços precisam ocorrer de forma equilibrada em todo o território baiano, evitando que apenas alguns municípios melhorem seus indicadores enquanto outros permanecem estagnados. Nesse contexto, iniciativas como o Movimento Bahia pela Educação ajudam a ampliar a cooperação institucional e a promover maior equidade;3. Mobilização da sociedade em torno da causa educacionalEle destacou que a proposta está alinhada ao artigo 205 da Constituição Federal, que estabelece a educação como dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade. Para ele, a itinerância promovida pelo movimento nos últimos meses materializa esse princípio ao reunir diferentes setores em torno de um objetivo comum.“No segundo semestre, a gente vai ter um momento delicado, que são as eleições. Então, o clima é outro. Precisamos reconhecer isso. Mas, durante esse período, nós vamos fazer formação de alfabetizadores, de diretores escolares. Também vamos reconhecer os municípios que mais avançaram na alfabetização e que estão com patamares acima de 75% de crianças alfabetizadas”, explicou Mozart, detalhando que, além das formações o Movimento prevê a entrega do Prêmio Município Alfabetizador, em novembro, para reconhecer as cidades com melhores índices de alfabetização. Professor Mozart Ramos atua na Cátedra Sérgio Henrique Ferreira da USP de Ribeirão Preto - Foto: José Simões/Ag. A TARDE A mobilização também foi destacada pelo superintendente do Serviço Social da Indústria (Sesi Bahia), Armando da Costa Neto. Segundo ele, os encontros realizados reuniram 1.020 participantes e fazem parte de uma estratégia mais ampla de enfrentamento aos baixos índices de alfabetização.“Esses eventos é uma das ações que nós temos. Estamos atendendo 30 municípios que tiveram um indicador que precisa de mais melhoria. Nós estamos fazendo capacitação de 40 horas para esses municípios, com apoio da USP e apoio do Sesi São Paulo. Nesses municípios, os professores vão receber capacitação para melhorar a performance em sala de aula e melhorar os indicadores de alfabetização. Além disso, tem toda a ação nossa de informação, de disponibilizar a informação e de mobilizar a sociedade”, destacou. Armando da Costa Neto é superintendente do Sesi Bahia - Foto: José Simões/Ag. A TARDE Município compartilha experiência e resultadosExperiências exitosas também foram apresentadas durante o encontro. Em Licínio de Almeida, no sudoeste baiano, o município alcançou 99% de crianças alfabetizadas, ao final do segundo ano do ensino fundamental, resultado apresentado como um dos principais cases do evento.Segundo a coordenadora pedagógica e articuladora do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), Poliana Silva de Oliveira, o desempenho é resultado de um conjunto de estratégias que inclui monitoramento constante da aprendizagem, planejamento baseado em evidências, avaliações periódicas e intervenções rápidas junto aos estudantes que apresentam dificuldades.“Isso é fruto de um trabalho de monitoramento, de planejamento estratégico, de intervenção rápida com base em evidências. Com esses resultados, a gente organiza as intervenções que são necessárias para que todas as crianças adquiram o desenvolvimento necessário ao final do segundo ano. Então, planejamos, avaliamos, monitoramos como é que está essa avaliação e fazemos as intervenções necessárias”.Poliana destacou ainda a ampliação da carga horária nas escolas de tempo integral, que passou a oferecer atividades de reforço em Língua Portuguesa e Matemática no contraturno, além de ações lúdicas voltadas ao fortalecimento da aprendizagem. Outro investimento permanente é a formação dos professores, fortalecida por iniciativas como o Seminário de Alfabetização, realizado há três anos consecutivos e considerado uma importante ferramenta de apoio e engajamento dos educadores.O encerramento do encontro foi dedicado ao debate sobre financiamento da educação, com discussões sobre mecanismos como o Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] e o ICMS Educacional. A palestra foi conduzida por Leomar da Silva, integrante da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, da USP de Ribeirão Preto.A etapa de Salvador conclui uma série de encontros realizados entre março e junho de 2026 em Juazeiro, Ilhéus, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Barreiras e Eunápolis.Movimento Bahia pela EducaçãoO Movimento é articulado pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), em parceria com o Governo da Bahia, Secretaria de Educação do Estado, Ministério Público da Bahia, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), União dos Municípios da Bahia (UPB), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Federação das Empresas de Transporte (Fetrabase), Serviço Social da Indústria (SESI) e Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, da Universidade de São Paulo (USP Ribeirão Preto).Lançada oficialmente em outubro de 2025, a iniciativa intersetorial é inédita no estado, que ocupa a 24ª posição no ranking nacional de alfabetização na idade certa - cenário que reforça a necessidade de mobilização urgente e conjunta.

UAlg acolhe lançamento de plataforma europeia de formação gratuita em Aquacultura 4.0

9 June 2026 at 17:09

AQUATECHinn 4.0 oferece formação gratuita e certificada para preparar profissionais da Aquacultura 4.0. Será apresentado em Faro, na Universidade do Algarve (UAlg) a 17 de junho de 2026.

O conteúdo UAlg acolhe lançamento de plataforma europeia de formação gratuita em Aquacultura 4.0 aparece primeiro em Barlavento.

Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

Logo Agência Brasil

As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 de 15 de junho, no horário de Brasília.

O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Adesão

Notícias relacionadas:

Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

 O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.

Enamed

Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.

O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais  .

Fies

O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

 

Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

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As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 de 15 de junho, no horário de Brasília.

O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Adesão

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Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

 O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.

Enamed

Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.

O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais  .

Fies

O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

 

Novas regras de acesso prejudicam alunos com deficiência

9 June 2026 at 15:13
Decisão de exigir um atestado de incapacidade multiúsos "fere o princípio constitucional da não discriminação", afirma a associação e relembra que existem "dificuldades e atrasos na obtenção deste".

© ANDY RAIN/EPA

Além disso, "interrompe uma medida de política pública que estava a dar resultados positivos", diz a APD
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