Reading view

Empresas obrigadas a revelar salários internamente e antes da entrevista, decide UE

Empresas terão de ser claras no salário logo no recrutamento e não podem perguntar sobre o salário esperado ou anterior, segundo nova diretiva. E também vão ter de justificar diferenças internas. A transparência salarial vai deixar de ser uma prática recomendada para passar a ser uma obrigação legal na União Europeia. A Diretiva (UE) 2023/970, conhecida como Diretiva da Transparência Salarial, pretende combater as disparidades remuneratórias entre homens e mulheres e alterar profundamente a forma como as empresas definem, comunicam e justificam os salários. O prazo para os Estados-membros transporem a diretiva terminou a 7 de junho. Portugal ainda não

  •  

Mundial2026: Árbitro do Qatar vai dirigir estreia de Portugal com a RD Congo

VTM

O árbitro natural do Qatar, de 38 anos, vai ter como assistentes em Houston os compatriotas Taleb Almarri e Saoud Almaqaleh, enquanto os sul-africanos Abongile Tom e Zakhele Siwela vão desempenhar as funções de quarto árbitro e ‘juiz’ assistente de reserva, respetivamente.

A FIFA não divulgou qual a composição da equipa de videoarbitragem (VAR).

Abdulrahman Al Jassim, internacional desde 2013 e que já esteve no último Campeonato do Mundo, em 2022, realizado no seu país, vai dirigir pela primeira vez um encontro da seleção principal portuguesa, porém já se cruzou anteriormente com Portugal, mas no Mundial de sub-20, em 2017, quando o conjunto luso empatou com a Costa Rica (1-1) na fase de grupos.

Nessa partida, Al Jassim expulsou o então capitão Rúben Dias, que integra a seleção nacional neste Mundial, numa partida em que também participaram o guarda-redes Diogo Costa e o lateral Diogo Dalot, igualmente eleitos pelo selecionador Roberto Martínez para a competição que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá, até 19 de julho.

Portugal vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para quarta-feira frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 em Lisboa).

Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início às 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).

The post Mundial2026: Árbitro do Qatar vai dirigir estreia de Portugal com a RD Congo appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Referendo rejeitado: Suíça não vai limitar população a 10 milhões até 2050

Os eleitores suíços rejeitaram este domingo, em referendo, uma iniciativa da direita radical para limitar a população a 10 milhões até 2050, com projeções nacionais a indicarem vitória do “não”, segundo a radiotelevisão estatal SRF. A proposta, promovida pela União Democrática do Centro (UDC), previa a introdução de restrições à imigração caso a população ultrapassasse determinados limiares antes de 2050. Entre as medidas estavam limitações ao asilo, ao reagrupamento familiar e às autorizações de residência, podendo ainda pôr em causa o acordo de livre circulação de pessoas entre a Suíça e a União Europeia. O Governo suíço, bem como sindicatos

  •  

Lula no G7 gera expectativa por tarifa dos EUA e veto à carne pela UE

Logo Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (13) para a cidade de Évian-les-Bains, na França, onde participará, como convidado, da Cúpula do G7, o fórum que reúne sete das maiores economias industrializadas do planeta.

É a 10ª vez que Lula participa deste encontro, ao longo de seus três mandatos. São membros plenos do grupo: Canadá, Estados Unidos (EUA), Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão. A União Europeia (UE) também participa como membro institucional.

Notícias relacionadas:

A ida de Lula acende a expectativa para possíveis interações com o presidente dos EUA, Donald Trump, em um momento de novo tensionamento entre os dois países, duas semanas após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) indicar a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras.

O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano pelo governo de Trump contra supostas "práticas desleais" do Brasil no comércio com os EUA. Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar "injustamente" empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o WhatsApp Pay.

Até o momento, não houve confirmação sobre uma possível reunião bilateral entre Lula e Trump. Se algum encontro entre os dois líderes ocorrer na França, será pouco mais de um mês da última reunião de ambos, na Casa Branca, em Washington, no início de maio.

Na ocasião, segundo Lula, equipes dos dois governos foram orientadas a apresentar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e da investigação comercial do USTR, o que efetivamente ainda não aconteceu.

"Isso [encontro entre Lula e Trump] não está definido. Com os Estados Unidos os contatos seguem, por enquanto é o que eu posso dizer, e que estão em andamento de uma forma intensa, desde sempre, e isso continua acontecendo", afirmou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (10).

Este também vai ser o primeiro contato entre Lula e Trump após o governo norte-americano passar a designar formalmente as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês).

O governo brasileiro vinha tentando, nos últimos meses, evitar essa designação por avaliar que isso poderia abrir caminho para uma ação militar dos EUA no Brasil ou para a aplicação de sanções severas em setores econômicos e financeiros.

Veto à carne brasileira

Outro foco de atenção na viagem de Lula ao G7 passa pela relação com a União Europeia. Há uma semana, o bloco oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial do dia 5 de junho.

Também não há definição sobre um possível encontro de Lula com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

"Obviamente que eu acho que o recado principal que nós queremos passar aos europeus é que ficamos assim um pouco surpresos da maneira como foi. Nós estamos vendo algumas medidas da União Europeia que nos causam alguma preocupação. E o tom da discussão, se houver, ou em outros momentos, não necessariamente no G7, vai ser esse, com uma certa preocupação por esses últimos desdobramentos e ver o que a gente pode fazer para resolver as questões", apontou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, que acompanha diretamente as tratativas.

Brasil e Japão

Enquanto não se confirmam as reuniões bilaterais de Lula durante a cúpula do G7, um encontro que já está certo na agenda será com a primeira-ministra do Japão é Sanae Takaichi. Ela fez história ao se tornar a primeira mulher a assumir o principal cargo do Executivo no país asiático, tomando posse em outubro de 2025.

Este será o primeiro encontro oficial entre ambos e há uma expectativa de se abrir negociações em torno de um futuro acordo do Japão com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

A cúpula do G7 deste ano, presidida pela França, ocorre de 15 a 17 de junho. Além do Brasil, o grupo convidou líderes de outros países importantes, como Índia, Quênia, Coreia do Sul e Egito. Outra provável reunião bilateral de Lula deverá ser com o anfitrião do evento, o presidente francês Emmanuel Macron.

Sessões deliberativas

O Itamaraty confirmou que Lula participará de três eventos durante o G7.

O primeiro, no dia 16, é uma sessão de líderes em que o presidente brasileiro discursará sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento. A expectativa é que Lula cobre a ampliação da Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD). A chamada AOD, que no inglês é Official Development Assistance (ODA), refere-se a repasses financeiros realizados pelos países mais industrializados do mundo para promover o bem-estar e o desenvolvimento econômico de países em situação de mais vulnerabilidade.

No dia 17, em outra sessão de líderes, Lula vai abordar o tema do crescimento econômico equilibrado, ocasião em que falará com ênfase sobre a necessidade de reforma da governança global, especialmente instituições como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a própria Organização das Nações Unidas (ONU).

Ainda no dia 17, a comitiva brasileira participará de um almoço que terá como tema central a Inteligência Artificial (IA).

  •  

Lula no G7 gera expectativa por tarifa dos EUA e veto à carne pela UE

Logo Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (13) para a cidade de Évian-les-Bains, na França, onde participará, como convidado, da Cúpula do G7, o fórum que reúne sete das maiores economias industrializadas do planeta.

É a 10ª vez que Lula participa deste encontro, ao longo de seus três mandatos. São membros plenos do grupo: Canadá, Estados Unidos (EUA), Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão. A União Europeia (UE) também participa como membro institucional.

Notícias relacionadas:

A ida de Lula acende a expectativa para possíveis interações com o presidente dos EUA, Donald Trump, em um momento de novo tensionamento entre os dois países, duas semanas após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) indicar a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras.

O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano pelo governo de Trump contra supostas "práticas desleais" do Brasil no comércio com os EUA. Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar "injustamente" empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o WhatsApp Pay.

Até o momento, não houve confirmação sobre uma possível reunião bilateral entre Lula e Trump. Se algum encontro entre os dois líderes ocorrer na França, será pouco mais de um mês da última reunião de ambos, na Casa Branca, em Washington, no início de maio.

Na ocasião, segundo Lula, equipes dos dois governos foram orientadas a apresentar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e da investigação comercial do USTR, o que efetivamente ainda não aconteceu.

"Isso [encontro entre Lula e Trump] não está definido. Com os Estados Unidos os contatos seguem, por enquanto é o que eu posso dizer, e que estão em andamento de uma forma intensa, desde sempre, e isso continua acontecendo", afirmou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (10).

Este também vai ser o primeiro contato entre Lula e Trump após o governo norte-americano passar a designar formalmente as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês).

O governo brasileiro vinha tentando, nos últimos meses, evitar essa designação por avaliar que isso poderia abrir caminho para uma ação militar dos EUA no Brasil ou para a aplicação de sanções severas em setores econômicos e financeiros.

Veto à carne brasileira

Outro foco de atenção na viagem de Lula ao G7 passa pela relação com a União Europeia. Há uma semana, o bloco oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.

Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial do dia 5 de junho.

Também não há definição sobre um possível encontro de Lula com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

"Obviamente que eu acho que o recado principal que nós queremos passar aos europeus é que ficamos assim um pouco surpresos da maneira como foi. Nós estamos vendo algumas medidas da União Europeia que nos causam alguma preocupação. E o tom da discussão, se houver, ou em outros momentos, não necessariamente no G7, vai ser esse, com uma certa preocupação por esses últimos desdobramentos e ver o que a gente pode fazer para resolver as questões", apontou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, que acompanha diretamente as tratativas.

Brasil e Japão

Enquanto não se confirmam as reuniões bilaterais de Lula durante a cúpula do G7, um encontro que já está certo na agenda será com a primeira-ministra do Japão é Sanae Takaichi. Ela fez história ao se tornar a primeira mulher a assumir o principal cargo do Executivo no país asiático, tomando posse em outubro de 2025.

Este será o primeiro encontro oficial entre ambos e há uma expectativa de se abrir negociações em torno de um futuro acordo do Japão com o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

A cúpula do G7 deste ano, presidida pela França, ocorre de 15 a 17 de junho. Além do Brasil, o grupo convidou líderes de outros países importantes, como Índia, Quênia, Coreia do Sul e Egito. Outra provável reunião bilateral de Lula deverá ser com o anfitrião do evento, o presidente francês Emmanuel Macron.

Sessões deliberativas

O Itamaraty confirmou que Lula participará de três eventos durante o G7.

O primeiro, no dia 16, é uma sessão de líderes em que o presidente brasileiro discursará sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento. A expectativa é que Lula cobre a ampliação da Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD). A chamada AOD, que no inglês é Official Development Assistance (ODA), refere-se a repasses financeiros realizados pelos países mais industrializados do mundo para promover o bem-estar e o desenvolvimento econômico de países em situação de mais vulnerabilidade.

No dia 17, em outra sessão de líderes, Lula vai abordar o tema do crescimento econômico equilibrado, ocasião em que falará com ênfase sobre a necessidade de reforma da governança global, especialmente instituições como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a própria Organização das Nações Unidas (ONU).

Ainda no dia 17, a comitiva brasileira participará de um almoço que terá como tema central a Inteligência Artificial (IA).

  •  

Imigração: Espanha “enviou mau sinal”. Teme-se impacto noutros países europeus

Governo espanhol aprovou decreto que permite iniciar o processo de regularização extraordinária de meio milhão de imigrantes. Espanha é um caso “diferente”, mas “o sinal não é bom”, diz comissário europeu. O comissário europeu para a Administração Interna e Migração, Magnus Brunner, considera que a Espanha enviou um “mau sinal” ao regularizar 500 mil imigrantes, afirmando esperar que não tenha impacto noutros Estados-membros. Numa entrevista conjunta à agência Lusa e a outros órgãos de comunicação social europeus, Magnus Brunner afirmou que não ficou “muito satisfeito” com a decisão da Espanha de regularizar 500 mil imigrantes devido ao impacto que essa

  •  

PpDM preocupada com o incumprimento da Diretiva Europeia da Transparência Salarial1

A Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres (PpDM) manifesta a sua profunda preocupação face ao incumprimento generalizado do prazo de transposição da Diretiva Europeia da Transparência Salarial1 por parte da maioria dos Estados-Membros da União Europeia, Portugal incluído, que era o passado dia 7 de junho.

Apesar dos compromissos políticos assumidos em matéria de igualdade entre mulheres e homens, a realidade demonstra um persistente desfasamento entre o discurso e a ação. A ausência de transposição atempada desta Diretiva atrasa a concretização de um instrumento essencial para o combate às desigualdades salariais e para a promoção de um mercado de trabalho mais justo, transparente e equilibrado.

A desigualdade salarial entre mulheres e homens continua a ser uma realidade estrutural em Portugal e em toda a União Europeia, com impactos diretos na autonomia económica das mulheres, nas suas condições de vida e no valor das suas pensões futuras. A transparência salarial constitui uma ferramenta fundamental para tornar visíveis discriminações frequentemente ocultas e para assegurar a aplicação efetiva do princípio de salário igual para trabalho igual ou de igual valor.

A Plataforma sublinha que a igualdade salarial não é uma questão opcional ou meramente técnica, mas sim um direito fundamental e um pilar essencial das sociedades democráticas. O atraso na transposição desta Diretiva compromete não apenas os direitos das mulheres, mas também a credibilidade dos compromissos em matéria de igualdade.

Neste contexto, a PpDM apela ao Governo português e às instituições competentes para que procedam, com urgência, à transposição completa, rigorosa e ambiciosa da Diretiva da Transparência Salarial, garantindo a sua efetiva aplicação na prática e não apenas no plano formal.

A igualdade entre mulheres e homens exige vontade política, medidas concretas e fiscalização eficaz. As mulheres não podem continuar a esperar por direitos que já deviam estar garantidos.

Enquanto a igualdade salarial continuar a depender da boa vontade política e não de mecanismos obrigatórios de transparência e fiscalização, as mulheres continuarão a perder rendimento, autonomia e futuro. Em Portugal e na Europa, já não faltam diagnósticos – falta ação”, afirma a presidente da PpDM, Paula Barros.

A Secretária-Geral da PpDM, Ana Sofia Fernandes acrescenta que “a cada ano de atraso na transposição desta Diretiva, perpetuam-se desigualdades que se acumulam em salários mais baixos, carreiras interrompidas e pensões mais reduzidas. A igualdade não pode continuar a ser adiada no tempo de vida das mulheres.”

1 DIRETIVA (UE) 2023/970 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO, de 10 de maio de 2023, para reforçar a aplicação do princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual ou de valor igual entre homens e mulheres através de transparência remuneratória e mecanismos que garantam a sua aplicação disponível clicando aqui.
Ponto de situação da transposição nos países da UE disponível clicando aqui.

  •  

Curaçao leva ritmo caribenho para sua estreia na Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Quem acompanha a seleção de Curaçao pelas redes sociais sabe que, se o time não for bom de bola, é de gingado. Os jogadores aparecem dançando nos treinos, vestiários e nos deslocamentos, inclusive, na pista de desembarque, no aeroporto. A menor nação do mundo a participar de uma Copa do Mundo celebra cada momento nos Estados Unidos antes do jogo de estreia no Mundial no próximo domingo (14), às 14h (horário de Brasília), no Estádio de Houston (Estados Unidos).

A Onda Azul - apelido da seleção de Curaçao - terá pela frente na estreia a tetracampeã Alemanha (1954, 1974, 1990, 2014), que renovou o time para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Notícias relacionadas:

🎶 Starting the first practice the Curaçao-way

Our first session in Boca Raton is underway and we brought the vibes to Florida!#TheBlueWave #Curaçao pic.twitter.com/XtP1IzkODS — Curaçao National Football Team (@TheBlueWaveFFK) June 9, 2026

A ilha caribenha de menos de 200 mil habitantes faz sua primeira participação em uma uma Copa do Mundo e os jogadores aproveitam cada segundo. Na próxima segunda-feira (14), a Onda Azul - - apelido da seleção de Curaçao - estreia contra a Alemanha, que chega renovação para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Formado por um time com a marca da diáspora, com uma maioria de jogadores nascidos na Holanda — integrantes do Reino dos Países Baixos — Curaçao dificilmente passará para a fase seguinte da Copa. O time caiu no Grupo E, que, além de Alemanha, tem Equador e Costa do Marfim, seleções com mais tradição e participações em Mundiais. 

O Reino dos Países Baixos é formado por Aruba, Curaçao, São Martinho e Países Baixos (conhecido como Holanda no continente europeu). Por ser um território autônomo é permitido pela Fifa que a ilha caribenha, localizada um pouco acima da Venezuela, possa ter seleção própria, mesmo sem o reconhecimento como Estado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

An island dream! Curaçao qualify for their first-ever #FIFAWorldCup. 🇨🇼🤩#WeAre26 pic.twitter.com/QXsBTbNjzh

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025

Originalmente, Curaçao era habitado pelo povo Aruaque. Submetido ao domínio espanhol nos anos 1500, eles foram deportados para trabalhar em minas e plantações em outras regiões. A Holanda conquistou o território em 1634 e converteu Curaçao em um entreposto transatlântico de pessoas negras escravizados. A localização no Mar do Caribe e a presença de um porto natural favoreciam os planos dos holandeses.

Na época, cerca de 500 mil africanos escravizados por holandeses passaram pela ilha antes de serem enviados para as colônias europeias na América Latina.

Em março de 2026, a o tráfico transatlântico de africanos escravizados foi considerado o mais grave crime contra a humanidade já cometido. A resolução foi da Assembleia Geral da ONU, mesmo com votos contra dos Estados Unidos, Israel e Argentina. A resolução estabeleceu também que Estados-Membros da ONU deviam considerar a apresentação de desculpas e contribuir para um fundo destinado à reparação do legado duradouro da escravidão no mundo.

  •  

Curaçao leva ritmo caribenho para sua estreia na Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Quem acompanha a seleção de Curaçao pelas redes sociais sabe que, se o time não for bom de bola, é de gingado. Os jogadores aparecem dançando nos treinos, vestiários e nos deslocamentos, inclusive, na pista de desembarque, no aeroporto. A menor nação do mundo a participar de uma Copa do Mundo celebra cada momento nos Estados Unidos antes do jogo de estreia no Mundial no próximo domingo (14), às 14h (horário de Brasília), no Estádio de Houston (Estados Unidos).

A Onda Azul - apelido da seleção de Curaçao - terá pela frente na estreia a tetracampeã Alemanha (1954, 1974, 1990, 2014), que renovou o time para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Notícias relacionadas:

🎶 Starting the first practice the Curaçao-way

Our first session in Boca Raton is underway and we brought the vibes to Florida!#TheBlueWave #Curaçao pic.twitter.com/XtP1IzkODS — Curaçao National Football Team (@TheBlueWaveFFK) June 9, 2026

A ilha caribenha de menos de 200 mil habitantes faz sua primeira participação em uma uma Copa do Mundo e os jogadores aproveitam cada segundo. Na próxima segunda-feira (14), a Onda Azul - - apelido da seleção de Curaçao - estreia contra a Alemanha, que chega renovação para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Formado por um time com a marca da diáspora, com uma maioria de jogadores nascidos na Holanda — integrantes do Reino dos Países Baixos — Curaçao dificilmente passará para a fase seguinte da Copa. O time caiu no Grupo E, que, além de Alemanha, tem Equador e Costa do Marfim, seleções com mais tradição e participações em Mundiais. 

O Reino dos Países Baixos é formado por Aruba, Curaçao, São Martinho e Países Baixos (conhecido como Holanda no continente europeu). Por ser um território autônomo é permitido pela Fifa que a ilha caribenha, localizada um pouco acima da Venezuela, possa ter seleção própria, mesmo sem o reconhecimento como Estado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

An island dream! Curaçao qualify for their first-ever #FIFAWorldCup. 🇨🇼🤩#WeAre26 pic.twitter.com/QXsBTbNjzh

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025

Originalmente, Curaçao era habitado pelo povo Aruaque. Submetido ao domínio espanhol nos anos 1500, eles foram deportados para trabalhar em minas e plantações em outras regiões. A Holanda conquistou o território em 1634 e converteu Curaçao em um entreposto transatlântico de pessoas negras escravizados. A localização no Mar do Caribe e a presença de um porto natural favoreciam os planos dos holandeses.

Na época, cerca de 500 mil africanos escravizados por holandeses passaram pela ilha antes de serem enviados para as colônias europeias na América Latina.

Em março de 2026, a o tráfico transatlântico de africanos escravizados foi considerado o mais grave crime contra a humanidade já cometido. A resolução foi da Assembleia Geral da ONU, mesmo com votos contra dos Estados Unidos, Israel e Argentina. A resolução estabeleceu também que Estados-Membros da ONU deviam considerar a apresentação de desculpas e contribuir para um fundo destinado à reparação do legado duradouro da escravidão no mundo.

  •  

Aldeia de Marmelete acolhe a segunda edição da revista Fábrica de Memórias

A aldeia de Marmelete acolhe no próximo dia 21 de junho, a 2.ª edição da revista Fábrica de Memórias. O lançamento acontece no dia que assinala o solstício de verão, dando continuidade ao ciclo iniciado com a primeira edição no solstício de inverno. Nesta segunda edição, reúnem-se novamente conteúdos que valorizam o património material e […]

  •  

Comunidades inteligentes e agro-política do QFP 2028-34

 Na sociedade da informação e do conhecimento, uma comunidade inteligente é, antes de mais, um projeto coletivo com um propósito bem definido, depois uma aplicação utilitária do princípio ativo das redes, por fim, uma ação conjunta e colaborativa para fazer face às exigências atuais da sociedade tecno-digital.

Em todos os casos, são comunidades e plataformas inteligentes, baseadas em conhecimento, cooperação, inovação e criatividade, em ordem a criar e administrar uma oferta integrada de bens complementares de um determinado território ou região, sejam bens de mercado, bens públicos ou bens comuns.

No caso particular do mundo rural existem muitos exemplos de comunidades inteligentes que podem ser sugeridos, por exemplo: um parque agroecológico, uma área de paisagem protegida (um parque nacional ou natural), um condomínio de aldeias, uma associação ou cooperativa de agricultores, uma zona de intervenção florestal (as ZIF), um grupo de ação local (GAL) para a promoção de uma área de montanha ou uma amenidade paisagística, uma associação de desenvolvimento local (ADL) para gerir um banco de solos ou terrenos baldios semiabandonados, um centro de investigação ou grupo operacional de inovação (GOI) para ordenar e gerir um sistema agroalimentar local (SAL) ou agroflorestal (SAF), um núcleo de moradores e pequenos agricultores para gerir um projeto de agricultura periurbana, um núcleo empresarial para gerir um parque ou zona industrial, entre outros exemplos.

Na formação destas comunidades inteligentes, há instrumentos de ordenamento que são fundamentais para estimular o valor cognitivo da inteligência coletiva territorial (ICT), por exemplo: os planos regionais de ordenamento, os planos diretores municipais, os planos de ordenamento das áreas de paisagem protegida, os planos de pormenor de requalificação dos espaços circundantes dos equipamentos e infraestruturas, as marcas de referência territorial dos produtos e a certificação de serviços e destinos, a acreditação de estruturas coletivas para a promoção dos territórios, a criação de parcerias e protocolos com os centros de investigação e os grupos operacionais de inovação em espaço rural, etc.

Se este exercício de mapeamento do território for bem-sucedido, os parceiros e o ator-rede do território-rede estarão mais bem preparados para transformar recursos endógenos em ativos do desenvolvimento territorial, em linha com uma abordagem de oferta integrada de bens complementares e uma nova gramática dos bens comuns que acautelem os direitos das gerações vindouras e dos sujeitos ausentes.

Aqui chegados, já sabemos as tarefas ou missões que nos esperam. Em primeiro lugar, a formação de uma comunidade de destino e de um território-rede (1), em segundo, a formação do ator-rede ou estrutura de missão executiva (2), depois, a definição do conceito operacional de oferta integrada de bens complementares do território-rede (3), em seguida, a implementação de uma gramática dos bens e serviços comuns e da respetiva plataforma digital colaborativa (4), por fim, as novas dinâmicas de colaboração interpares e a respetiva interoperabilidade (5) que darão origem a combinações de soma positiva.

A esta agenda política que nos encaminha para a 2ª ruralidade do século XXI, acresce uma atenção especial às indicações da economia criativa, ou seja, às múltiplas referências sociotécnicas e socioculturais já em curso de operação, por exemplo, os sistemas de informação geográfica (SIG), os sistemas de precisão, a robótica, as máquinas inteligentes e a inteligência artificial.

Estes instrumentos sociotécnicos abrem novas janelas de oportunidade e permitem-nos lidar mais facilmente com os ecossistemas mais nucleares da 2ª ruralidade, por exemplo: o sistema-paisagem e os seus serviços de ecossistemas, a biodiversidade e os produtos biológicos, a sustentabilidade e a economia circular, as ações integradas de base territorial (AIBT) dos territórios-rede (T-R) e das comunidades intermunicipais (CIM).

Para gerir bem esta nova agenda política do território da 2ª ruralidade, o velho mundo analógico da primeira ruralidade já não é suficiente. Estamos em trânsito geracional para o mundo tecno-digital. Na sociedade da informação, do conhecimento e da comunicação, o ator-rede e a sua estrutura de missão são os agentes-principais da comunidade inteligente e da sua inovação sociotécnica e sociocultural.

Esta estrutura de missão executiva terá de desempenhar exemplarmente o papel de agente-principal da sua comunidade, isto é, uma liderança efetiva na mobilização dos pares, um bom uso da informação e conhecimento para consolidar uma geografia desejada e uma comunidade de destino, uma noção muito criteriosa no que concerne à utilização das redes de cooperação horizontais e verticais e respetivas plataformas colaborativas, um sentido crítico muito apurado no que diz respeito à inovação de processos e produtos, o respeito pela essência dos lugares em matéria de marketing territorial e produtos associados, uma abordagem muito aberta em relação ao capital humano e social e, em particular, ao empreendedorismo jovem e relações intergerações.

Dito isto, as comunidades inteligentes vão ser postas à prova e observadas numa série de situações particulares que serão suscitadas pela transição à 2ª ruralidade, por exemplo:

– A gestão colaborativa de parques empresariais e zonas industriais de um território-rede, uma CIM da baixa densidade, por exemplo, no que diz respeito aos custos de contexto e externalidades das unidades que os integram e, bem assim, à sua interoperabilidade,

– A gestão cooperativa de propriedades rústicas sob a forma de banco de solos e a gestão de um programa de emparcelamento rural tendo em vista a redução do risco de incêndio de uma ou mais zonas de intervenção florestal,

– A gestão comum e colaborativa de áreas integradas, por exemplo, uma associação de parques naturais, para efeitos de ordenamento do mosaico paisagístico, da sua biodiversidade e serviços de ecossistema, bioenergias e agricultura biológica,

– A gestão conjunta e colaborativa de agro parques e parques agroecológicos de âmbito municipal e intermunicipal com vista à criação de sistemas agroalimentares de base local (SAL) e de oferta integrada e complementar de agro-silvo-pastorícia,

– A gestão conjunta e colaborativa de consórcios e parcerias empresariais, tendo em vista a formação de clusters industriais, arranjos produtivos locais e marcas coletivas de referência regional, mas, também, a formação de ecossistemas de sucessão empresarial, formação e renovação intergerações,

– A gestão comum e colaborativa de ecossistemas específicos, por exemplo, áreas de montado, áreas de paisagem protegida, amenidades rurais e serviços de investigação-extensão, em associação com a academia e as ONG da área da proteção da natureza,

– A promoção de cooperativas e organizações de produtores, de sociedades de agricultura de grupo (SAG) e a gestão agrupada multiprodutos, em estreita associação com os laboratórios colaborativos, os grupos operacionais de investigação e os living labs,

– A gestão comum e colaborativa de propriedades, quintas e terroirs de fins múltiplos, onde se inclui o turismo ecológico, mas, também, as quintas pedagógicas, os condomínios rurais, os aldeamentos seniores (cohousing) e as explorações de agricultura alternativa.

Em todos os casos, estamos a gerir em comum e colaborativamente, através de comunidades inteligentes e plataformas de base local e regional, os incentivos disponibilizados pelos instrumentos de ordenamento da paisagem e preservação do património, os programas de inovação tecnológica, ambiental e social, mas, também, da economia criativa, por exemplo, o apoio às artes da paisagem, ofícios tradicionais e eventos culturais.

E, em todos os casos, estamos a usar os signos distintivos do território e a transferir o seu valor simbólico e icónico para os principais veículos produtivos desses territórios, que são os produtos com indicação geográfica de proveniência (IGP), os produtos com denominação de origem controlada (DOC), as marcas coletivas, os mercados de nicho, os terroirs de visitação, as cadeias de valor mais relevantes e as fileiras de exportação.

Hoje, em plena era digital, é bom não esquecer que, num espaço integrado como o europeu onde a gestão das restrições e condicionalidades muda substancialmente a natureza da administração, são os programas europeus, em boa medida, que reinventam ciclicamente os territórios, de cima para baixo, e não os territórios que formatam os programas e as medidas, de baixo para cima.

O próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028-2034, pode mudar o curso dos acontecimentos nesta matéria, não apenas por uma alteração substancial do policy-framework das políticas europeias, devido a novas prioridades geoestratégicas e geopolíticas da União Europeias com impacto estrutural no orçamento e no financiamento das políticas europeias mais convencionais como a política de coesão e a política agrícola comum, mas, sobretudo, pelo quadro de exigências sociotécnicas e socioculturais do novo período de programação que impõem uma transição e implementação mais rápidas em direção à 2ª ruralidade onde as comunidades inteligentes e a economia criativa têm um papel fundamental a desempenhar.

Isto dito, resta a pergunta sacramental. E o que vamos fazer com os territórios de baixa densidade e o rural remoto português, que somam quase dois terços do território português? Todos estes fatores fazem variar o perímetro das nossas comunidades inteligentes. Está em causa uma nova cultura do bem comum colaborativo.

E o que pode impedir esta nova cultura pública do bem comum colaborativo? O poder das corporações, o narcisismo dos líderes, a falta de liderança esclarecida, as burocracias políticas, a manipulação da comunicação social, a trivialização do espaço público, a desafeição pela política, a cacofonia discursiva. A acomodação da academia. O que não é coisa pouca.

Nota: Ilustração feita utilizando IA através do ChatGPT

Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
 
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo.
Obrigado por fazer parte desta missão!
Contribua aqui!

O conteúdo Comunidades inteligentes e agro-política do QFP 2028-34 aparece primeiro em Sul Informação.

  •  

TAP conclui plano de reestruturação e devolve 25 milhões de euros ao Estado

A TAP concluiu oficialmente o plano de reestruturação acordado com a Comissão Europeia em 2021, após finalizar a alienação das participações na Cateringpor e na SPdH – Serviços Portugueses de Handling, anunciou esta sexta-feira a companhia. A conclusão do plano incluiu a devolução de 24,99 milhões de euros ao Estado, no âmbito de uma operação de redução de capital social deliberada em junho pela acionista única da TAP, a República Portuguesa, através da Entidade do Tesouro e Finanças, informou em comunicado a companhia. “O valor já foi devolvido ao acionista”, acrescenta. A devolução deste montante resulta do compromisso assumido por

  •  

Pacto sobre Migração e Asilo entra em vigor na União Europeia

Três em cada quatro migrantes irregulares a quem foi emitida uma decisão de regresso na UE continuam a permanecer no espaço europeu — uma situação que as novas regras pretendem corrigir. Entra esta sexta-feira em vigor, em todo os Estados-membros da União Europeia, o Pacto sobre Migração e Asilo. Adotado em maio de 2024, o pacto reformula o quadro europeu em matéria de migração e asilo, tornando-se o elemento central da nova abordagem da UE. “As migrações são um desafio europeu que deve ser enfrentado com uma solução europeia. Uma solução que seja eficaz, justa e firme. É isso que

  •  

México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

Logo Agência Brasil

A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

Notícias relacionadas:

Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

Nos llevamos los primeros 3 puntos contra Sudáfrica en nuestro debut, en nuestra casa y con nuestra gente.

¡Vamooos! #SomosMéxico 🇲🇽 pic.twitter.com/ur3o2R9OdW

— Selección Nacional (@miseleccionmx) June 11, 2026

Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

  •  

México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

Logo Agência Brasil

A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

Notícias relacionadas:

Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

Nos llevamos los primeros 3 puntos contra Sudáfrica en nuestro debut, en nuestra casa y con nuestra gente.

¡Vamooos! #SomosMéxico 🇲🇽 pic.twitter.com/ur3o2R9OdW

— Selección Nacional (@miseleccionmx) June 11, 2026

Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

  •  

Prestes a estrear na Copa, Ancelotti não dá pistas sobre escalação

Logo Agência Brasil

A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti). 

Notícias relacionadas:

Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.

Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.

As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.

Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia  ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

  •  

Prestes a estrear na Copa, Ancelotti não dá pistas sobre escalação

Logo Agência Brasil

A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti). 

Notícias relacionadas:

Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.

Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.

As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.

Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia  ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

  •  

Concerto Solidário homenageia Irene Rolo em Tavira no dia em que celebraria 133 anos

Evento a favor da Fundação Irene Rolo reúne música, solidariedade e homenagem na Igreja da Misericórdia. A Igreja da Misericórdia, em Tavira, recebe no dia 13 de junho, às 19h00, um Concerto Solidário a favor da Fundação Irene Rolo, numa noite dedicada à música e à memória de Irene Rolo, precisamente no dia em que […]

  •  

Falta 1 dia: Seleção Brasileira pode repetir oito titulares da Copa de 2022 em 2026

A Seleção Brasileira deve iniciar a Copa do Mundo de 2026 repetindo uma base já conhecida do torcedor. Na estreia contra o Marrocos, no sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, o time comandado por Carlo Ancelotti tende a ter grande parte da formação utilizada no ciclo anterior.

Leia também

Faltam 2 dias para Copa: vai ter folga no trabalho durante jogos do Brasil?

Faltam 3 dias: Marrocos, rival do Brasil na estreia da Copa, pode ter duas baixas importantes

A projeção indica a equipe com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.

Base do Catar ainda presente na nova formação

A comparação com a Copa do Mundo de 2022 mostra continuidade significativa no elenco. Na estreia contra a Sérvia, oito dos jogadores cotados para iniciar em 2026 também estiveram em campo naquele Mundial.

Além disso, o grupo atual mantém forte ligação com o ciclo anterior: 12 atletas que estiveram no elenco no Catar foram novamente convocados para a Copa de 2026, entre eles Alisson, Ederson, Weverton, Alex Sandro, Danilo, Marquinhos, Bruno Guimarães, Casemiro, Fabinho, Raphinha e Vinicius Júnior.

Seleção raramente repete base entre Copas consecutivas

Apesar dessa manutenção, a história mostra que o Brasil costuma mudar bastante suas escalações entre Mundiais seguidos. Em estreias de Copas consecutivas, a Seleção nunca repetiu mais de cinco jogadores entre os titulares.

O padrão já apareceu em diferentes gerações. Em 2006, cinco jogadores que estiveram na conquista de 2002 voltaram a ser titulares: Cafu, Lúcio, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo.

Já em 2022, a Seleção repetiu cinco nomes que haviam iniciado a Copa de 2018: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Casemiro e Neymar.

A estreia contra o Marrocos abre a caminhada brasileira em busca do hexacampeonato no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México, em um grupo considerado um dos mais competitivos da primeira fase.

The post Falta 1 dia: Seleção Brasileira pode repetir oito titulares da Copa de 2022 em 2026 appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  
❌