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EEUU prevé retirar un tercio de sus aviones de combate y buques de guerra de Europa

Un F-16 Fighting Falcon de la Fuerza Aérea de EE. UU. despegando de la Base Aérea de Aviano, Italia, el 3 de diciembre de 2025.

Estados Unidos tiene previsto reducir de forma significativa el número de aviones y buques de guerra que pone a disposición de las operaciones de la OTAN en Europa, según un documento que ya conocen los aliados y al que ha tenido acceso parcialmente The New York Times. Este paso confirmaría que Washington está decidido a dejar de proteger a los europeos como lo ha hecho desde hace 80 años.

Si finalmente se ejecuta, la capacidad de la OTAN para lanzar ataques de largo alcance y llevar a cabo operaciones de vigilancia quedaría seriamente afectada. El plan incluye: reducir el número de aviones de combate F-16 y F-15E en un tercio, de unos 150 a un centenar. También quedarían solo 15 aviones de reconocimiento marítimo en lugar de los 26 actuales.

Asimismo se eliminarán los ocho aviones cisterna de reabastecimiento aéreo que antes estaban disponibles para Europa. Y se reasignará un submarino lanzamisiles y un portaaviones, junto con varios buques de guerra y decenas de aviones que participan en las misiones del portaaviones.

El Pentágono se ha limitado a confirmar que su intención es reducir sus sus compromisos en Europa. Tampoco ha dado indicaciones sobre las fechas en que se llevará a cabo este repliegue.

Más indefensos frente a Rusia

La relación entre los aliados cambiará sustancialmente, ya que de facto este paso supone que EEUU renuncia a dar cobertura a los europeos de cara a la amenaza rusa. Una retirada repentina de las fuerzas estadounidenses afectaría a la capacidad de la OTAN para vigilar el tráfico submarino ruso o lanzar misiles Tomahawk de largo alcance hacia el interior del territorio ruso. La capacidad disuasoria de los europeos quedaría mermada. Los rusos temen que los americanos los usen, pero ven a los europeos más reticentes.

Este plan tiene mucho que ver con la obsesión de Trump con la OTAN. Para el actual presidente de Estados Unidos se trata de un club que le sale muy caro a Estados Unidos. Olvida que la OTAN es la alianza militar con mayor éxito en el mundo. A EEUU le interesó ser el proveedor de seguridad. A cambio conseguía una punta de lanza en Europa. Pero eran tiempos en que los presidentes de EEUU sabían que no podían fiarse del imperio soviético y de su sucesor, la Federación Rusa. Ahora Trump minusvalora la amenaza rusa por la confianza que le inspira Putin. O por razones ocultas no probadas.

Desde su primer mandato, Trump ha instado repetidamente a Europa a hacer mucho más por defenderse sin el apoyo estadounidense. En alguna ocasión ha amenazado con retirar a EEUU de la Alianza Atlántica, algo que no podría hacer por sí solo. El anuncio de que los aliados habían acordado aumenta el presupuesto en defensa al 5% en la próxima década le tranquilizó en principio, pero está visto que no lo ve suficiente.

El 'amigo americano' se distancia

En fechas recientes, la Administración de EEUU ha anunciado la retirada de tropas de Alemania. Trump lo quiso vestir en el contexto de las críticas del canciller alemán, Friedrich Merz, a los ataques contra Irán, que han hecho que la economía global se tambalee. Sin embargo, luego no se ha ejecutado. Luego el Pentágono dijo que se suspendería la próxima rotación de tropas en Polonia. Pero el presidente polaco, Karol Nawrocki, es aliado de Trump así que tampoco se llevará a cabo. Hasta ahora los anuncios se han evaporado, como tantos de los que hace Trump.

En todo caso, las tropas estadounidenses en Europa seguirán constituyendo una de las mayores fuerzas de la OTAN en el continente. Los efectos de la reducción también se suavizarán por el hecho de que los líderes europeos, al ver la necesidad de depender menos del apoyo estadounidense, ya estaban en proceso de rearmar sus países. Es el gran desafío al que se enfrentan ahora.

Lo que cada vez tienen más claro los aliados es que no pueden confiar en que el amigo americano se siente obligado por el artículo 5, como ocurría hasta ahora. En la próxima cumbre de la OTAN en Ankara, 7 y 8 de julio, se verá cómo se va tejiendo la nueva relación entre Estados Unidos y sus aliados europeos. El Kremlin tendrá la mirada allí puesta esos días.

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Imigração: Espanha “enviou mau sinal”. Teme-se impacto noutros países europeus

Governo espanhol aprovou decreto que permite iniciar o processo de regularização extraordinária de meio milhão de imigrantes. Espanha é um caso “diferente”, mas “o sinal não é bom”, diz comissário europeu. O comissário europeu para a Administração Interna e Migração, Magnus Brunner, considera que a Espanha enviou um “mau sinal” ao regularizar 500 mil imigrantes, afirmando esperar que não tenha impacto noutros Estados-membros. Numa entrevista conjunta à agência Lusa e a outros órgãos de comunicação social europeus, Magnus Brunner afirmou que não ficou “muito satisfeito” com a decisão da Espanha de regularizar 500 mil imigrantes devido ao impacto que essa

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Pátio do Forró estreia transmissões dos jogos do Brasil na Copa

O calendário da Capital do Forró ganhará uma dose extra de emoção neste ano com a realização da Copa do Mundo. Durante o período dos jogos da seleção brasileira, a Brahma transmitirá as partidas do Brasil em Caruaru, respeitando os horários dos shows programados para cada dia. 

Além dos telões já disponíveis no palco principal, a estrutura contará com novos painéis distribuídos em áreas estratégicas no Pátio do Forró, ampliando a visibilidade das transmissões e proporcionando uma experiência ainda mais imersiva ao público que estará presente durante os confrontos marcados para os dias 13, 19 e 24 de junho na primeira fase do mundial. 

Durante os jogos da Seleção Brasileira, barracas, restaurantes, espaços culturais e áreas de circulação permanecerão em funcionamento no Pátio. A participação da Brahma marca o retorno da companhia ao São João de Caruaru após uma década.

Programação dos jogos do Brasil no Pátio de Eventos

Sábado (13)

17h30 - Zé Vaqueiro
19h - Jogo do Brasil
21h - Bell Marques
23h - Alok
01h - Guilherme Topado

Sexta-feira (19)

Taty Girl
Sâmya Maia
Jogo do Brasil
Wesley Safadão
Eirc Land

Quarta-feira (24)

Felipe Amorim
Jogo do Brasil
Jorge de Altinho
Márcia Fellipe
João Gomes

 

© Jefferson tetto

Durante os jogos da Seleção Brasileira, barracas, restaurantes, espaços culturais e áreas de circulação permanecerão em funcionamento no Pátio
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Família de nómadas é impedida de estacionar as caravanas no próprio terreno: câmara municipal alega que o solo é agrícola

Ser proprietário de um terreno não garante, por si só, o direito de o utilizar para habitação. É essa a base do conflito que envolve uma família de nómadas em Vigneux‑de‑Bretagne, a norte de Nantes, impedida pela câmara municipal de manter no local soluções de habitação móvel, por a parcela estar enquadrada como área agrícola/natural no plano urbanístico.

Segundo o Le Figaro, jornal diário generalista francês, trata‑se de um casal e dos seus quatro filhos, que vivem no terreno há cerca de nove anos e que, no local, mantinham estruturas associadas à habitação e uma atividade ligada ao reaproveitamento/recolha de sucata.

Câmara invoca regras do plano urbanístico

Em julho de 2024, a autarquia aprovou um ‘arrêté municipal’ (ordem municipal) que proíbe o estacionamento de caravanas e outras residências móveis no território comunal. O ato é identificado no processo como o ‘arrêté’ n.º 2024P‑018, de 1 de julho de 2024.

A presidente da câmara, Gwënola Franco, afirma que a medida resulta do cumprimento do PLUi e que “não é por alguém ser proprietário que pode fazer o que quiser com o terreno”, defendendo que a regra é igual para todos.

Argumentos ambientais reforçam a decisão

A autarquia invocou ainda preocupações ambientais associadas à permanência prolongada e à atividade no local, referindo descargas/escorrências de óleos e metais para o solo. A presidente da câmara reconheceu, no entanto, que o terreno está hoje “quase totalmente limpo”.

Família recusa soluções alternativas e associação avança para tribunal

A câmara diz ter proposto alternativas dentro da comunidade intermunicipal, mas a família de nómadas recusou abandonar o local. O caso motivou um recurso da Associação Departamental Gens du Voyage – Citoyens de Loire‑Atlantique (ADGVC 44), que considera a medida demasiado ampla e potencialmente geradora de insegurança jurídica.

No plano judicial, o Tribunal Administrativo de Nantes, em 19 de maio de 2025, recusou suspender o arrêté no âmbito de um pedido urgente (référé‑suspension), mantendo a ordem municipal em vigor enquanto o litígio prossegue.

Associação e deputada falam em discriminação

A deputada Ségolène Amiot (LFI) criticou o caráter “discriminatório” da medida. O Le Figaro referiu ainda que uma versão inicial do texto municipal foi retirada por ser considerada excessiva, após críticas.

Casos semelhantes já ocorreram no município

O município não considera este episódio isolado: a autarca recorda que, em maio de 2023, outras famílias foram alvo de intervenção municipal e que o ‘Défenseur des droits’ acabou por arquivar o caso sem irregularidades, segundo a própria.

O caso reacende o debate sobre os limites do direito de propriedade, o enquadramento legal das comunidades itinerantes e o peso das regras urbanísticas locais, mostrando que, mesmo em terreno próprio, o uso habitacional pode depender mais do plano municipal do que da escritura.

E em Portugal?

Em Portugal, um cenário semelhante também pode acontecer: o uso do solo depende da classificação prevista nos instrumentos de gestão territorial e a lei distingue solo urbano e solo rústico (não existindo hoje, como categoria operativa, “solo urbanizável”). A classificação do solo é fixada nos planos municipais/intermunicipais e separa o destino básico do território em urbano e rústico.

Se a permanência de caravanas/residências móveis configurar um acampamento fora de locais próprios, a regra é objetiva: o Decreto‑Lei n.º 310/2002, no artigo 18.º, determina que os acampamentos ocasionais fora dos locais adequados à prática do campismo e caravanismo ficam sujeitos a licença da câmara municipal.

E quando existam obras, instalações ou outras operações urbanísticas sem controlo prévio (por exemplo, trabalhos e infraestruturas fixas associadas à permanência no terreno), a câmara tem dever de atuar: o RJUE (Decreto‑Lei n.º 555/99) prevê a reposição da legalidade urbanística (artigo 102.º) e permite ao presidente da câmara ordenar a reposição do terreno nas condições anteriores (artigo 106.º).

Na prática, isto significa que, mesmo em propriedade privada, a autarquia pode travar a utilização se contrariar o PDM/regimes aplicáveis e, quando haja ilegalidade urbanística, pode ordenar a reposição do estado original, com possibilidade de contestação em tribunal.

Leia também: Já é mesmo oficial: União Europeia vai proibir pagamentos em dinheiro acima deste valor já a partir desta data

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“1.790€ de pensão não chegam”: auxiliar de enfermagem reformada considera o valor da sua pensão “injusto”

As pensões de quem trabalhou durante anos nos cuidados de saúde continuam a levantar dúvidas sobre o reconhecimento dado a profissões exigentes, marcadas por esforço físico, horários pesados e grande responsabilidade. Entre hospitais, lares e turnos sucessivos, muitos profissionais chegam à reforma com a sensação de que o valor recebido não acompanha uma vida inteira dedicada aos outros.

Sylvie, identificada pelo jornal digital francês Le Figaro como uma antiga auxiliar de enfermagem em França, reformou-se aos 62 anos depois de mais de duas décadas a cuidar de doentes em hospitais e lares. Hoje, recebe 1.790 euros brutos por mês, cerca de 1.625 euros líquidos, valor que considera insuficiente face à dureza da profissão.

Ao longo de cerca de 25 anos, passou por várias unidades de saúde no oeste de França. Ao mesmo jornal, contou que acompanhava as mudanças profissionais do marido, vendedor que mudava frequentemente de empresa, o que a levou a trabalhar em diferentes hospitais públicos, algumas unidades privadas e residências para idosos.

Uma carreira dedicada aos cuidados intensivos

Natural de Sarthe, Sylvie trabalhou em hospitais de Le Mans, Laval, Angers e Rennes. Apesar da instabilidade, explicou que a mobilidade lhe trouxe experiência e novos métodos de trabalho, considerando que uma carreira inteira no mesmo local poderia tê-la desgastado mais rapidamente.

Durante três anos, integrou o serviço de neonatologia de um hospital privado em Rennes. Foi nesse período que sentiu de forma mais evidente a importância do seu trabalho, por acompanhar bebés prematuros numa fase particularmente sensível, uma experiência que recorda como uma das mais marcantes da carreira.

Apesar das mudanças de cidade e de serviço, nunca lhe faltou trabalho. Chegava muitas vezes a equipas com falta de pessoal e era bem recebida, precisamente porque os colegas sabiam que podiam contar com a sua experiência, disponibilidade e capacidade de adaptação.

No último cargo, numa residência pública para idosos em Angers, recebia cerca de 2.300 euros brutos por mês, aproximadamente 1.900 euros líquidos. Reformou-se em outubro de 2020, antes da entrada em vigor da mais recente reforma francesa das pensões, e contou que recebeu essa nova fase com entusiasmo, por finalmente poder dedicar mais tempo a si própria, de acordo com a fonte anteriormente citada.

“A minha pensão é insuficiente”

Atualmente, a antiga auxiliar recebe uma pensão de 1.790 euros brutos mensais, cerca de 1.625 euros líquidos. Por ter trabalhado sob diferentes estatutos, é multipensionista, recebendo prestações de várias caixas, entre elas a AGIRC-ARRCO e a Caixa Nacional de Reformas dos Empregados de Governos Locais, a CNRACL.

Ainda assim, Sylvie entende que o valor não corresponde ao peso da carreira que teve. A reformada aponta jornadas longas, esforço físico, permanência prolongada de pé, falta de margem para erro e pouco reconhecimento como fatores que tornam a pensão difícil de aceitar face ao trabalho realizado.

Apesar dessa crítica, encara a reforma com serenidade, de acordo com o Le Figaro. Depois de muitos anos a cuidar dos outros, diz querer aproveitar melhor o tempo livre, viajar e cuidar de si, mantendo a ideia de que o descanso chegou, mas sem apagar a sensação de que a profissão continua pouco valorizada.

Quanto ganham auxiliares de enfermagem em Portugal?

Em Portugal, o enquadramento já mudou face ao que existia há poucos anos. No Serviço Nacional de Saúde, a carreira especial de técnico auxiliar de saúde foi aprovada pelo Decreto-Lei n.º 120/2023, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2024, abrangendo trabalhadores que antes estavam muitas vezes enquadrados como assistentes operacionais na área da prestação de cuidados de saúde.

A remuneração base de entrada da carreira especial de técnico auxiliar de saúde corresponde ao nível 6 da Tabela Remuneratória Única, fixado em 983,00 euros brutos mensais. Esse valor surge também em avisos de recrutamento de 2026 no SNS, como o da ULS do Médio Tejo, que indicava 983,00 euros mensais para técnico auxiliar de saúde.

Tal como em França, também em Portugal esta profissão continua associada a esforço físico, horários por turnos e contacto permanente com situações exigentes nos serviços de saúde. Mesmo sendo uma função essencial no apoio aos doentes e às equipas clínicas, a discussão sobre valorização salarial, progressão na carreira e futuro valor da reforma continua longe de estar encerrada.

Leia também: Banco de Portugal ‘avisa’: é proibido fazer pagamentos em dinheiro acima deste valor em Portugal

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Aos 51 anos, Rosiane Pinheiro recria capa da Playboy que marcou a Copa de 1998

A dançarina e atriz Rosiane Pinheiro, de 51 anos, voltou a reviver um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, a artista reproduziu a icônica capa da revista Playboy lançada em junho de 1998, ensaio que a consolidou nacionalmente como Musa da Copa.

As novas imagens foram compartilhadas nas redes sociais da artista, que apareceu usando um biquíni com as cores do Brasil em referência ao ensaio realizado durante o Mundial da França. Na publicação, Rosiane destacou o significado da homenagem e relembrou o reconhecimento conquistado há quase três décadas.

Segundo ela, foi a única mulher a receber o título de Musa da Copa do Mundo na história do torneio por meio de uma votação que envolveu jogadores e o público, representando a beleza da mulher brasileira.

Foto: @rosianepinheiro

Além de recordar a projeção alcançada naquele período, Rosiane também ressaltou a importância de sua participação na história da revista. Em 486 edições publicadas, apenas nove mulheres negras estamparam a capa da Playboy, e ela afirma ter sido a quarta negra a alcançar esse espaço.

A artista destacou ainda que, nos anos 1990, posar para a publicação era considerado um dos maiores símbolos de reconhecimento para modelos e celebridades brasileiras, representando o auge da visibilidade no meio artístico.

Foto: @rosianepinheiro

Quase três décadas depois, Rosiane afirmou que a experiência de recriar o ensaio foi marcada pela emoção e pelo orgulho. Para ela, apesar da passagem do tempo, permanecem características que marcaram sua trajetória, como autoestima, alegria, humildade e autenticidade.

A homenagem também celebrou uma coincidência simbólica de datas. A capa original foi lançada em 12 de junho de 1998. Exatamente 28 anos depois, em 12 de junho de 2026, a artista reproduziu o ensaio para entrar no clima da Copa do Mundo e demonstrar o mesmo orgulho de representar a essência da mulher brasileira.

A publicação rapidamente repercutiu entre seguidores, que compararam os registros feitos com quase três décadas de diferença e elogiaram a iniciativa da artista de revisitar um dos capítulos mais marcantes de sua carreira.

Capa da PalyBoy de 1998 | Foto: @thomassusemihl

Foto: @ @samuelwsanchez_ 

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Iran, Trump mette all’angolo l’Ue: “Abbiamo vinto da soli, Europa irrilevante”. Axios: “Accordo a Ginevra entro domenica”

Netanyahu: “L’Iran non avrà armi nucleari, pieno accordo con Trump su questo”

“Finché sarò primo ministro di Israele, l’Iran non avrà armi nucleari. Il presidente Trump e io siamo in pieno accordo su questo punto. Da oltre 30 anni sono in prima linea nella lotta internazionale contro il programma nucleare iraniano. Se non fosse per questa lotta, l’Iran avrebbe avuto bombe atomiche per distruggere Israele molto tempo fa. L’Iran sta lavorando per distruggere lo Stato ebraico e io dedico la mia vita a impedirglielo e finché sarò premier di Israele, questo non accadrà”. Lo riferisce il premier israeliano Benjamin Netanyahu in una nota.

Iran, Trump a La7: “Abbiamo vinto la guerra, Europa irrilevante”

“Non avevamo bisogno del loro sostegno. Abbiamo vinto la guerra. Era in qualche modo irrilevante! Devo andare, ho una grande riunione in corso, ma abbiamo vinto la guerra in Iran. Non avevamo bisogno del loro aiuto. Grazie mille”: così il presidente Usa, Donald Trump, al telefono con Daniele Compatangelo, riportata questa mattina a Omnibus di La7, rispondendo a una domanda sul ruolo dei leader europei e del G7 rispetto alla crisi con l’Iran. Trump ha sostenuto inoltre che il sostegno degli alleati europei fosse “irrilevante”, rivendicando che gli Usa hanno raggiunto gli obiettivi senza il loro contributo.

Axios: “La firma dell’intesa Usa-Iran potrebbe avvenire a Ginevra”

La possibile cerimonia di firma di un “memorandum di intesa” tra Washington e Teheran potrebbe avvenire “nei prossimi giorni” a Ginevra: lo riporta Axios, spiegando che ieri quattro aerei C-17 statunitensi sono decollati per l’Europa nella giornata di iera, trasportando “materiale per un possibile viaggio” del vicepresidente Usa J.D. Vance, che Donald Trump ha indicato come la figura incaricata di firmare l’accordo preliminare, verso la città svizzera.

Iran, i dettagli dell’accordo con gli Usa

L’agenzia di stampa iraniana Mehr ha rivelato nuovi dettagli di una bozza di memorandum d’intesa in 14 punti tra Iran e Stati Uniti, citando una fonte vicina al team negoziale iraniano. Secondo l’agenzia, la bozza include la cessazione permanente e immediata delle ostilità su tutti i fronti, Libano compreso; l’impegno degli Stati Uniti a non interferire negli affari interni dell’Iran e a rispettare la sovranità della Repubblica Islamica; Revoca completa del blocco navale entro 30 giorni; Impegno degli Stati Uniti a ritirare le proprie forze dalle zone limitrofe all’Iran; Riapertura dello Stretto di Hormuz entro 30 giorni, secondo gli accordi iraniani; Sospensione delle sanzioni imposte sulle esportazioni di petrolio, prodotti petrolchimici e loro derivati, e garanzia del pieno accesso dell’Iran alle proprie risorse finanziarie; La presentazione da parte degli Stati Uniti e dei loro alleati di piani di ricostruzione per l’Iran, del valore di almeno 300 miliardi di dollari.

Gli iraniani chiedono anche un periodo di 60 giorni per i negoziati al fine di raggiungere un accordo definitivo sulla questione nucleare e la revoca completa delle sanzioni primarie e secondarie statunitensi, nonché delle risoluzioni del Consiglio di Sicurezza delle Nazioni Unite e del Consiglio dei Governatori dell’AIEA. Infine si chiede da part degli Usa il rinnovato impegno dell’Iran a rispettare il Trattato di Non Proliferazione Nucleare (TNP) e a non produrre armi nucleari. Si assicura anche l’impegno degli Stati Uniti, durante il periodo di negoziazione, a non aumentare la propria presenza militare nella regione e a non imporre nuove sanzioni e lo sblocco di 24 miliardi di dollari di beni iraniani congelati durante il periodo di negoziazione finale di 60 giorni, di cui la metà messa a disposizione dell’IRAN prima dell’inizio dei negoziati. Si parla anche dell’istituzione di un meccanismo di monitoraggio per l’attuazione dell’accordo e dell’adozione dell’ACCORDO finale tramite una risoluzione del Consiglio di Sicurezza delle Nazioni Unite.

Gli iraniani chiedono anche un periodo di 60 giorni per i negoziati al fine di raggiungere un accordo definitivo sulla questione nucleare e la revoca completa delle sanzioni primarie e secondarie statunitensi, nonché delle risoluzioni del Consiglio di Sicurezza delle Nazioni Unite e del Consiglio dei Governatori dell’AIEA. Infine si chiede da part degli USA il rinnovato impegno dell’Iran a rispettare il Trattato di Non Proliferazione Nucleare (TNP) e a non produrre armi nucleari. Si assicura anche l’impegno degli Stati Uniti, durante il periodo di negoziazione, a non aumentare la propria presenza militare nella regione e a non imporre nuove sanzioni e lo sblocco di 24 miliardi di dollari di beni iraniani congelati durante il periodo di negoziazione finale di 60 giorni, di cui la metà messa a disposizione dell’Iran prima dell’inizio dei negoziati. Si parla anche dell’istituzione di un meccanismo di monitoraggio per l’attuazione dell’accordo e dell’adozione dell’accordo finale tramite una risoluzione del Consiglio di Sicurezza delle Nazioni Unite.

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Pacto sobre Migração e Asilo entra em vigor na União Europeia

Três em cada quatro migrantes irregulares a quem foi emitida uma decisão de regresso na UE continuam a permanecer no espaço europeu — uma situação que as novas regras pretendem corrigir. Entra esta sexta-feira em vigor, em todo os Estados-membros da União Europeia, o Pacto sobre Migração e Asilo. Adotado em maio de 2024, o pacto reformula o quadro europeu em matéria de migração e asilo, tornando-se o elemento central da nova abordagem da UE. “As migrações são um desafio europeu que deve ser enfrentado com uma solução europeia. Uma solução que seja eficaz, justa e firme. É isso que

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Nyt: “Gli Usa pensano a un drastico ritiro di caccia e navi a disposizione della Nato in Europa”

Il ritiro dell’appartato militare statunitense dall’Europa è già una realtà: a maggio la Casa Bianca aveva annunciato un importante disimpegno in Germania, superiore ai 5mila soldati già annunciati, aggiungendo che i Paesi europei devono assumersi maggiori responsabilità per la loro difesa. E qualche giorno prima, aveva minacciato un parziale ritiro delle truppe Usa anche da Italia e Spagna per il mancato supporto nella guerra all’Iran e nel controllo dello Stretto di Hormuz. Ora, secondo quanto riporta il New York Times, gli Usa pianificano un drastico taglio del numero di caccia e navi militari a disposizione delle operazioni Nato in Europa: secondo il quotidiano americano sono previsti in particolare la riduzione da 150 a 100 degli F-16 e degli F-15E in territorio europeo e da 26 a 15 degli aerei da ricognizione, il ritiro di tutti e otto gli aerei da cisterna e il “ricollocamento di un sottomarino lanciamissili, di una portaerei e di “diverse navi da guerra”.

Tali intenzioni, aggiunge il Ny Times citando due alti funzionari europei, sono state comunicate agli alleati all’inizio di giugno in un documento. Il Pentagono aggiunge il Ny Times ha “rifiutato di commentare le cifre specifiche contenute nel documento” citato, facendo riferimento a una più generica dichiarazione del suo Comando Europeo sull’intenzione di ridurre l’impegno militare Usa in Europa. Alcuni dettagli di questo programma di disimpegno erano invece stati anticipati da Die Welt. Funzionari statunitensi hanno indicato che il taglio dei mezzi militari statunitensi in Europa verrà attuato “molto presto”, ben prima di quando previsto dagli alleati europei, scrive ancora il giornale Usa. Tale improvvisa riduzione delle forze disponibili, aggiunge, può avere conseguenze su aspetti come capacità Nato di monitorare il traffico dei sottomarini russi o di lanciare missili Tomahawk a lungo raggio in profondità nel territorio russo.

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“Temos de estar prontos para lutar”, diz o chefe do Exército alemão

O chefe do Exército alemão alerta que a Rússia poderá estar em condições de atacar a NATO até 2029 e defende que a Alemanha deve acelerar o rearmamento. Os aliados da NATO concordam que a Rússia poderá estar em condições de atacar um país-membro da aliança atlântica até 2029, ou mesmo antes, disse ao Politico o tenente-general Christian Freuding. Segundo o chefe do Exército alemão, há um consenso alargado entre os aliados de que a Rússia poderá atacar território da NATO antes do final da década, e a Alemanha tem de se preparar para um ataque russo. “2029 não é

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Trump chiude la guerra in Iran e “lascia” l’Europa. Armi spuntate per la Nato (soprattutto sul lungo raggio)

Gli Stati Uniti intendono ridurre significativamente il numero di aerei e navi da guerra messi a disposizione per le operazioni Nato in Europa. Secondo quanto riporta il New York Times, che cita due alti funzionari europei, il piano prevede la riduzione del numero di caccia e aerei da ricognizione marittima, nonché la riallocazione di un sottomarino lanciamissili e di una portaerei. Riduzioni, riferisce il quotidiano, che limiteranno le capacità di sorveglianza dell’Alleanza e la sua capacità di lanciare attacchi a lungo raggio.

Non so se lo sapete, ma oggi abbiamo posto fine alla guerra con l’Iran“. Lo ha detto il presidente Usa Donald Trump durante un comizio telefonico a sostegno di Burt Jones a governatore della Georgia. Teheran, ha aggiunto, ha “concordato di non dotarsi mai di armi nucleari, cosa su cui abbiamo insistito. Questo era l’obiettivo principale. Rappresentava il 95% della questione”. In precedenza il capo della Casa Bianca aveva annunciato di aver annullato ulteriori attacchi contro la Repubblica islamica, suggerendo che fosse stato raggiunto un accordo, senza però specificarne i termini. Teheran da parte sua ha fatto sapere che l’intesa è quasi pronta ma non è stata ancora finalizzata.

I dettagli, alcuni dei quali riportati per la prima volta dal quotidiano tedesco Die Welt, forniscono il quadro più chiaro delle intenzioni dell’amministrazione Trump di ridurre il proprio impegno nell’Alleanza. Il Pentagono non ha ancora reso pubblica la tempistica del ritiro, ma secondo funzionari americani avverrà molto presto, ben prima di quanto previsto dalle controparti europee. L’improvviso ritiro delle forze americane comprometterebbe la capacità della Nato, ad esempio, di monitorare il traffico sottomarino russo o di lanciare missili Tomahawk a lungo raggio in profondità nel territorio russo.

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Bilancio Ue: spunta l’idea di 134 miliardi di prestiti per coesione e agricoltura

Nel documento della presidenza cipriota per l’avvio dei negoziati in Consiglio europeo compare la proposta di finanziare a debito una quota dei nuovi Piani di partenariato nazionali e regionali che comprenderanno i fondi per le regioni e per l’agricoltura, sul modello del Pnrr. Le richieste dell’Italia nel negoziato sulle categorie di regioni, la spesa sociale e gli anticipi

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Guerre e crisi energetica, i treni notturni da opportunità a occasione mancata: pesano pedaggi, sussidi insufficienti e troppi aiuti al traffico aereo

La guerra di Israele e Stati Uniti all’Iran, le tensioni nello Stretto di Hormuz e il caro carburante ricordano quanto il trasporto europeo resti legato a filiere energetiche esposte a crisi e shock di prezzo. I treni notturni e la lunga percorrenza ferroviaria sarebbero una delle risposte già disponibili: meno dipendenza dal trasporto aereo, meno combustibili fossili, partenze dal centro delle città e arrivi al mattino. Il mercato negli ultimi anni è cresciuto, spinto dall’aumento dei costi dei voli, dall’attenzione all’impatto ambientale dei trasporti e dall’ingresso di nuovi operatori. Ma in un sistema ferroviario frammentato le contraddizioni restano.

La nuova mappa europea dei treni notturni, pubblicata a giugno da Back on Track, censisce 205 collegamenti regolari con carrozze letto e cuccette. Nel 2026 compaiono cinque nuove linee, tra cui la Parigi-Berlino rilanciata da European Sleeper dopo lo stop di ÖBB, e nuove tratte polacche verso Praga e Monaco. Ma l’elenco delle linee rimosse o ridotte è più lungo: spariscono o vengono accorciati collegamenti in Bulgaria, Romania, Croazia, Svezia e diverse tratte ÖBB Nightjet, comprese Parigi-Vienna, Monaco-La Spezia e Vienna-La Spezia. “La domanda c’è”, dice Juri Maier, presidente di Back on Track. Il collo di bottiglia, per l’associazione, non sono i passeggeri ma gli investimenti: senza nuove carrozze letto e cuccette, le linee restano annunci, prove stagionali o servizi troppo fragili per competere con l’aereo. Le carrozze letto sono poche, costose e difficili da sostituire. Molti convogli hanno decenni di servizio alle spalle e produrne di nuovi richiede anni. Il principale operatore europeo del settore, ÖBB, ha ridotto l’ordine di nuovi Nightjet da 33 a 24 convogli.

I tagli riguardano anche l’Italia. Nella mappa 2026 non compaiono più i Nightjet Monaco-La Spezia e Vienna-La Spezia, che passavano da Milano e Genova. Dal 9 settembre, invece, European Sleeper collegherà Milano Porta Garibaldi a Bruxelles tre volte alla settimana, con fermate a Como, Colonia, Aquisgrana e Liegi. I collegamenti internazionali continuano però a scontrarsi con uno dei principali ostacoli della ferrovia europea: ogni Paese ha regole, autorizzazioni e operatori diversi. Per questo la trazione dei convogli in Italia sarà affidata ad Arenaways. Da metà dicembre la linea sarà estesa anche ad Anversa, Breda ed Eindhoven. Restano poi gli Intercity Notte di Trenitalia, sostenuti dal contratto di servizio, che collegano il Nord e il Centro con Sicilia, Calabria, Puglia e Alto Adige. Sono tratte usate non solo da turisti, ma anche da lavoratori, studenti fuori sede, famiglie e persone che attraversano l’Italia per necessità.

La geografia dei treni notturni europei non è uniforme

A Est e nell’Europa centrale la lunga percorrenza notturna affonda radici più profonde. Ucraina, Romania, Polonia, Ungheria, Repubblica Ceca, Slovacchia e Austria mantengono diversi collegamenti nazionali e internazionali: tra Budapest e Bucarest, per esempio, il treno resta un mezzo ordinario per coprire grandi distanze. Nonostante gli attacchi russi alla rete ferroviaria, l’Ucraina conserva oggi un’estesa rete interna di lunga percorrenza, essenziale anche per la sospensione del traffico aereo civile. Prima della guerra, una linea diretta collegava Mosca a Kiev in 12 ore. Fuori dalla mappa di Back on Track, la Russia conserva una rete vastissima: dalla Transiberiana alle tratte verso Caucaso e Mar Nero, i viaggi di una o più notti restano mobilità ordinaria.

A Ovest e nel Nord Europa il quadro è più discontinuo. Germania, Austria e Repubblica Ceca restano snodi importanti della rete continentale, ma molte tratte internazionali sono state ricostruite dopo anni di tagli dovuti alla concorrenza di alta velocità ferroviaria e voli low cost. In Scandinavia resistono collegamenti notturni sulle lunghe distanze interne, soprattutto in Svezia, Norvegia e Finlandia, mentre le linee internazionali verso Germania e Danimarca dipendono spesso da stagionalità, sussidi pubblici e disponibilità di convogli. È il caso del Berlino-Amburgo-Malmö-Stoccolma: la Svezia interromperà il sostegno pubblico alla tratta alla fine di agosto e la continuità del collegamento avverrà solo grazie al subentro dell’operatore privato RDC Deutschland.

Un altro ostacolo alla riaffermazione dei treni notturni è rappresentato dai pedaggi ferroviari. Ogni compagnia paga ai gestori delle infrastrutture una tariffa per usare binari, stazioni e altre strutture della rete. Molti pedaggi sono calcolati in base ai chilometri percorsi: un treno da Madrid a Parigi, da Barcellona a Lisbona o da Bruxelles a Milano accumula costi lungo tutta la tratta e in ogni Paese attraversato. Così i collegamenti più lunghi, quelli più utili per sostituire una parte dei voli europei a corto e medio raggio, finiscono penalizzati proprio perché percorrono più chilometri. Il dibattito è particolarmente acceso in Spagna, dove il gestore Adif ha commissionato a Deloitte una revisione dei pedaggi anche in risposta alla pressione dei nuovi operatori. La proposta è distinguere tra servizi diurni e notturni, invece di applicare automaticamente una tariffa al chilometro. Nel 2009 Renfe operava una decina di linee notturne tra Trenhotel nazionali e internazionali. Oggi non ha più servizi notturni regolari. Se i treni notte verranno riconosciuti come segmento specifico, tratte come Madrid-Parigi o Barcellona-Francoforte potranno tornare realisticamente sul tavolo. Altrimenti, nell’Europa occidentale, resteranno soprattutto i collegamenti diurni. Anche il Portogallo ha perso i suoi treni notte: dal 2020 non circolano più il Lusitânia Madrid-Lisbona e il Sud Expresso Lisbona-Hendaye.

La crisi dei carburanti rende lo squilibrio più evidente. L’aereo resta esposto al costo del cherosene, ma continua a beneficiare di esenzioni fiscali che ne proteggono la competitività. I treni internazionali pagano invece tariffe per ogni tratto di rete attraversato. Il conto finisce per penalizzare il mezzo meno dipendente dai combustibili fossili e dalle oscillazioni del mercato energetico. Sul fronte dei sussidi, anche la Francia ha fatto un passo indietro: i collegamenti Parigi-Berlino e Parigi-Vienna sono stati fermati dopo la fine dei sostegni francesi. In Svizzera, il collegamento Basilea-Copenaghen-Malmö previsto per il 2026 è stato cancellato dopo il taglio dei fondi federali. A questo si aggiungono le difficoltà pratiche nella prenotazione. Due anni fa Ursula von der Leyen aveva promesso una biglietteria digitale unica. Il 13 maggio la Commissione ha presentato le proposte legislative su prenotazioni multimodali, biglietti ferroviari e tutele per i passeggeri con biglietto unico. Il punto, però, resta aperto: per chi compra oggi un viaggio internazionale con più operatori, il percorso è ancora spezzato tra piattaforme, condizioni e responsabilità diverse.

Piccoli segnali in controtendenza arrivano dalla Polonia, dove vengono attivate nuove tratte transfrontaliere, e da European Sleeper, società ferroviaria belga-olandese a proprietà diffusa, nata nel 2021 grazie a campagne di crowdfunding e a centinaia di piccoli investitori, senza il sostegno dei grandi operatori ferroviari nazionali. Sono iniziative ancora isolate, ma indicano uno spazio di mercato che le compagnie tradizionali hanno lasciato scoperto. La crisi petrolifera potrebbe spingere l’Europa ad accelerare sulle alternative meno esposte a ricatti energetici e speculazioni. I treni notturni possono sostituire una parte dei voli sulle medie distanze, ma solo se vengono trattati come un servizio regolare, accessibile e affidabile per chi viaggia per lavoro, studio o famiglia. Per ora il sistema sembra andare in direzione contraria: l’aereo resta protetto da esenzioni fiscali, il treno internazionale paga pedaggi al chilometro, i sussidi arrivano a singhiozzo. Manca la scelta politica di trattare i treni notturni come infrastrutture da sviluppare, anziché prodotti di nicchia lasciati alle logiche di mercato.

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México vence África do Sul por 2 a 0 na abertura da Copa, e Wilton Pereira Sampaio ganha destaque com três expulsões

O México começou a Copa do Mundo de 2026 com vitória diante da África do Sul por 2 a 0 em um Estádio Azteca lotado, na tarde desta quinta-feira (10/06). A equipe mexicana controlou boa parte das ações e aproveitou a superioridade numérica construída no segundo tempo para encaminhar resultado importante na abertura do torneio. O confronto teve primeiro tempo equilibrado, mas ganhou intensidade após o intervalo, quando os lances decisivos passaram a definir o rumo da partida.

A seleção sul-africana viu suas chances diminuírem drasticamente depois de ficar com um jogador a menos logo nos primeiros minutos da etapa final. Mais tarde, uma segunda expulsão complicou ainda mais a reação da equipe, que passou a enfrentar forte pressão mexicana. Mesmo com o cenário desfavorável, o confronto seguiu movimentado até os acréscimos, quando mais um cartão vermelho elevou a tensão dentro de campo.

O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio foi um dos protagonistas da partida ao tomar três decisões disciplinares de grande impacto. Ele expulsou Sithole por impedir uma oportunidade clara de gol, aplicou cartão vermelho a Zwane após revisão do VAR por agressão e também expulsou o mexicano Montes nos acréscimos por interromper uma jogada promissora de ataque. A última marcação gerou debate, mas a atuação do brasileiro foi marcada por firmeza, personalidade e controle da partida em momentos de alta pressão.

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