Primeiro contacto diplomático europeu com Moscovo desde 2022

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El comisario europeo de Interior y Migraciones, el austríaco Magnus Brunner, ha expresado sus reservas ante la regularización de cerca de medio millón de migrantes indocumentados aprobada el pasado mes de enero por el Gobierno español. En un encuentro con un grupo de medios, entre ellos la agencia EFE, Brunner ha advertido que, a nivel general, "la señal no es buena", si bien ha reconocido las particularidades del caso de España.
"Entiendo la situación particular de España, ya que el 80% de esas personas proceden, de hecho, de América Latina. Hablan el mismo idioma y comparten parte de su cultura", ha matizado el comisario, recordando que esta política recae bajo el ámbito de competencia exclusivo de los Estados miembros. Sin embargo, el responsable comunitario ha subrayado la necesidad de vigilar que la medida no provoque un 'efecto llamada' o trasvase de flujos dentro de la Unión Europea. "Mi tarea es proteger a los demás Estados miembros de que haya repercusiones" en el territorio común, ha apostillado.
Estas declaraciones coinciden con un momento clave para la política migratoria europea. Mañana viernes concluye el periodo transitorio de dos años y arranca la aplicación obligatoria del nuevo Pacto de Asilo y Migración, aprobado en junio de 2024.
Respecto a la preparación de España para este nuevo marco legal, Brunner ha calificado el nivel de implementación de "muy bueno". En concreto, ha destacado que el país ya se encuentra trabajando en la adaptación legislativa de Eurodac, el sistema biométrico de registro que, a partir de este viernes, ampliará la recogida de datos de los migrantes irregulares, sumando fotografías y otra información de control a las ya habituales huellas dactilares.
Durante la entrevista, el comisario también se ha pronunciado sobre el discurso que el papa León XIV ha pronunciado hoy desde el puerto de Arguineguín, en las islas Canarias. El pontífice ha lanzado un duro reproche a la comunidad internacional y a Europa, afeando que "no se puede hablar de dignidad y dejar que los mares sean cementerios". "Estoy de acuerdo con el papa. Hace unos meses mantuve una conversación bilateral muy fructífera con él y coincidimos", ha asegurado Brunner.
El político austríaco ha defendido que el "enfoque global" del nuevo pacto busca, precisamente, evitar que las personas arriesguen sus vidas en las rutas del Atlántico o del Mediterráneo. Ante las críticas del papa respecto a que la política migratoria no debe limitarse a "gestionar llegadas, distribuir cifras y reforzar fronteras", Brunner ha argumentado que frenar las llegadas irregulares es una vía humanitaria. "Reducir el número significa también salvar vidas. Solo si combatimos la parte ilegal tendremos espacio para la migración legal y la protección de quienes sufren un peligro real en sus países de origen", ha concluido.
Uma praia na Sardenha, em Itália, está no centro da polémica depois de ter introduzido uma taxa de entrada de 10 euros e regras invulgares que limitam o uso de chapéus-de-sol no areal. A situação ocorre em Punta Molentis, onde as autoridades locais justificam as medidas com a proteção ambiental, mas a decisão está a gerar contestação pública.
De acordo com o jornal The Guardian, o acesso à praia passou a estar condicionado ao pagamento de uma taxa de 10 euros por visitante, numa medida enquadrada na reabertura do espaço após um incêndio florestal ocorrido no ano anterior. A mesma publicação refere que foram ainda impostas restrições ao uso de sombra no areal.
Apenas crianças com menos de 10 anos podem utilizar chapéus-de-sol, e apenas um por grupo familiar, ficando a maioria dos banhistas entre os 10 e os 65 anos impedida de recorrer a este tipo de proteção individual. A proibição inclui ainda estruturas, como tendas e pérgolas.
A Câmara Municipal de Villasimìus justifica as medidas com a necessidade de proteger uma área de conservação afetada por incêndios e fenómenos meteorológicos extremos. Num comunicado citado pelo The Guardian, a autarquia refere que “é necessário limitar o impacto [humano] e assegurar a proteção desta herança para as gerações futuras”.
Conforme a mesma fonte, as regras estarão em vigor até ao final de outubro e pretendem reduzir a pressão sobre o ecossistema local. No entanto, a decisão tem gerado críticas nas redes sociais, com vários utilizadores a questionarem a lógica das restrições e a apontarem riscos associados à exposição solar.
Outras praias em Itália têm vindo a adotar limitações semelhantes para controlar a afluência turística. Em Jesolo, na região de Veneza, foram impostas restrições ao número de chapéus de praia, numa tentativa de aumentar o espaço disponível no areal.
Estas medidas surgem num contexto em que várias praias públicas italianas enfrentam forte procura durante o verão, em parte devido ao custo elevado dos clubes privados e do aluguer de equipamentos balneares.
A crescente pressão turística tem levado também à divulgação de destinos menos congestionados. A revista Condé Nast Traveler destacou recentemente várias localidades italianas fora dos grandes centros urbanos, como Maratea, Portofino, Carloforte e Taormina, sugerindo alternativas mais tranquilas para visitantes.
O caso de Punta Molentis mantém-se, entretanto, no centro do debate sobre o equilíbrio entre preservação ambiental e acesso livre a espaços naturais.
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Yago roubou as imagens sexuais a clientes durante reparações de computadores e telemóveis. As autoridades encontraram centenas de registos íntimos, incluindo fotografias de menores. O julgamento demorou uma década.


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A plataforma europeia de aprendizagem AQUATECHinn 4.0, concebida para reforçar as competências dos profissionais em todo o setor da aquacultura, tem lançamento marcado para dia 17 de Junho, na Universidade do Algarve.
Financiada pelo programa ERASMUS+ da União Europeia, a plataforma apoia a transição para a Aquacultura 4.0, dotando profissionais, estudantes e técnicos de competências para o mercado de trabalho que combinam conhecimentos científicos com a aplicação prática, referem os promotores.
«Os rápidos avanços tecnológicos e a crescente utilização de ferramentas digitais em aquacultura transformaram os procedimentos de cultivo ao longo da última década», lê-se, em comunicado.
Neste sentido, o consórcio AQUATECHinn 4.0, liderado pela SGS Tecnos e formado por parceiros da investigação e da indústria, entre os quais o CCMAR – Centro de Ciências do Mar do Algarve, «identificou lacunas nos programas de formação tradicionais», que muitas vezes se centram em conhecimentos gerais de produção sem abranger técnicas emergentes.
Em resposta, a plataforma oferece um currículo gratuito e certificado, composto por três módulos que totalizam 120 horas de aprendizagem.
Estes abrangem as mais recentes tecnologias em aquacultura de peixes e bivalves, gestão da sustentabilidade, bem como saúde animal e biossegurança, bem-estar, nutrição e reprodução.
Ministrada num formato totalmente online e ao ritmo do aluno, a plataforma permite um acesso flexível para utilizadores em toda a Europa e estará disponível em inglês, francês, português, italiano, espanhol, grego e turco.
A plataforma foi concebida para apoiar a aprendizagem aplicada através de um conjunto de ferramentas digitais integradas, recursos multimédia e avaliações interativas, que incluem experiências de realidade virtual e aplicações de gamificação, concebidas para reforçar o envolvimento em áreas como a automação, a piscicultura de precisão e os sistemas de produção sustentáveis.
A AQUATECHinn 4.0 será apresentada oficialmente na conferência final do projeto, a realizar no dia 17 de Junho, no anfiteatro Teresa Gamito, no campus de Gambelas, em Faro, organizada pelo CCMAR – Centro de Ciências do Mar, pela Universidade do Algarve e pela Associação Portuguesa de Aquacultores.
O evento contará com debates de especialistas sobre a importância da formação, a inovação tecnológica e a sustentabilidade no setor da aquacultura.
Entre os oradores incluem-se Elsa Cabrita, da Universidade do Algarve, que abordará a importância de alinhar a formação com as necessidades da indústria, e Isidro Blanquet, da Associação Portuguesa de Aquacultores, que falará sobre os desafios e as necessidades dos produtores aquícolas.
O evento incluirá também uma demonstração ao vivo da plataforma AQUATECHinn 4.0, sessões de testes práticos e mesas-redondas.
A agenda completa pode ser consultada aqui e o registo pode ser efetuado neste formulário.
Além desde lançamento, vão também decorrer eventos satélite de menor dimensão noutros países, como Espanha e Grécia, com datas ainda por anunciar, enquanto em Turquia e Italia já decorreram sessões.
O conteúdo Plataforma europeia de formação em aquacultura vai ser apresentada na UAlg aparece primeiro em Sul Informação.