Ukraine confirms strike on Crimea's Armiansk bridge that hit 50 Russian military vehicles


Government urged to reconsider proposal for 1,100 Afghans, currently stranded in Qatar, who worked with US forces
Dozens of US lawmakers urged the Trump administration on Thursday to roll back any plans to ship to unsafe third countries Afghan nationals who worked with US forces during the war in their homeland.
In a letter seen by Reuters, more than 80 House of Representatives members, including at least three Republicans as well as Democrats, appealed to secretary of state, Marco Rubio, to reconsider plans for 1,100 Afghans who have been stranded in Qatar awaiting relocation.
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© Photograph: Karim Jaafar/AFP/Getty Images

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Esta sexta-feira, dia 12 de junho, pelas 18h30, o Município de Loulé promove mais um ciclo de conversas “Semear Hoje…Colher o Amanhã…”. Em destaque vai estar o tema “Gerir a tecnologia e os ecrãs com crianças e adolescentes”. A iniciativa visa apoiar as famílias na orientação consciente e equilibrada do uso de dispositivos digitais, promovendo […]
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás disponibilizou o aplicativo Rede Nascer, ferramenta digital criada para auxiliar gestantes, puérperas e famílias no acompanhamento da saúde materna e do desenvolvimento infantil. Gratuita para celulares Android e iOS, a plataforma passou a integrar as ações da rede estadual de atenção à maternidade.
A ferramenta reuniu funcionalidades voltadas para cada etapa da gravidez e do pós-parto. Entre os recursos disponíveis estão questionários específicos, registro de informações de saúde, acompanhamento de indicadores físicos e espaço para observações que podem contribuir durante os atendimentos realizados pela rede pública.
De acordo com a Secretaria da Saúde, o aplicativo foi desenvolvido para aproximar as famílias dos serviços de saúde e ampliar o acesso a orientações seguras. A proposta também busca incentivar maior participação das mulheres no monitoramento da própria saúde e dos cuidados com os filhos.
Outro diferencial do Rede Nascer é o envio de notificações sobre consultas, exames e etapas importantes do pré-natal e do pós-parto. A funcionalidade ajuda as usuárias a manterem o acompanhamento médico em dia e reduz o risco de perda de procedimentos essenciais.
O aplicativo disponibilizou materiais informativos sobre gestação, parto, amamentação, vacinação e cuidados com recém-nascidos. Todo o conteúdo foi elaborado com base em evidências científicas para oferecer informações confiáveis e apoiar decisões relacionadas à saúde materno-infantil.
Em situações que exigem orientação rápida, as usuárias podem recorrer ao Call Center da Rede Nascer por meio do telefone 155. O serviço oferece acolhimento, esclarecimentos e suporte especializado para gestantes e puérperas atendidas pela rede estadual.
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Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti).
Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.
As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.
Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.

Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti).
Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.
As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.
Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.
Stoneweg, junto a Nova Providence Capital, desarrollará un nuevo proyecto de oficinas de categoría Triple AAA con un volumen por encima de los 50 millones de euros en el distrito 22@ de Barcelona.
La operación supone la primera inversión en oficinas realizada en Stoneweg en España desde la incorporación de Cromwell Property Group Europe al grupo, reforzando así su posicionamiento en uno de los mercados de oficinas más dinámicos y con mejores perspectivas de crecimiento del continente.
La operación, conjuntamente con Nova Providence, que ya cuenta con experiencia en 22@ con 200.000 metros cuadrados, responde a una estrategia de inversión que busca anticiparse al próximo ciclo de crecimiento del mercado de oficinas en Barcelona. El enfoque replica la visión aplicada por Stoneweg en 2016 con el desarrollo de Luxa, uno de los proyectos de referencia del 22@, que posteriormente fue ocupado por compañías como WeWork y Amazon. No obstante, desde 2017, tras su última inversión en equity, Stoneweg ha continuado activo en la zona adoptando un enfoque distinto, inclinándose hacia el lado de la deuda debido a la fuerte subida de precios que experimentó el sector.
El nuevo activo de la compañía se ubicará en el distrito 22@, que concentra aproximadamente el 50% de la contratación total de oficinas de Barcelona y se ha consolidado como uno de los principales polos tecnológicos y de innovación del sur de Europa. En este contexto, Stoneweg prevé una progresiva reducción de la disponibilidad de activos Grade A en los próximos años, a medida que la demanda continúe absorbiendo el stock existente. Esta dinámica podría derivar en un mercado claramente favorable para propietarios, impulsando el crecimiento de las rentas.
La decisión de inversión se sustenta en una combinación de factores que refuerzan el potencial de crecimiento del mercado de oficinas de calidad en Barcelona como la disponibilidad de espacios prime prácticamente inexistente, con una tasa de desocupación en el distrito central de negocios (CBD) inferior al 3%; la fuerte demanda estructural en el distrito 22@ por parte de empresas tecnológicas, multinacionales y compañías basadas en el conocimiento; y el crecimiento de rentas y compresión de yields, situadas actualmente por debajo del 5% para activos prime.
Asimismo, iniciativas públicas como el Plan Barcelona Impulsa 2035 contribuyen a reforzar el posicionamiento de la ciudad como centro empresarial, tecnológico y de innovación a largo plazo. Además, y de cara a los plazos de desarrollo, la parcela cuenta ya con calificación para uso terciario, se tiene la urbanización aprobada y ya se ha presentado la licencia de construcción.
El proyecto situado en la calle Bolivia, contempla el desarrollo de un edificio de oficinas de última generación diseñado para responder a las nuevas demandas de los usuarios corporativos, integrando criterios de sostenibilidad, eficiencia y flexibilidad. Contará con un total de más de 18.500 metros cuadrados, siete plantas sobre rasante, dos niveles de aparcamiento y especificaciones Triple AAA, con elevados estándares de eficiencia energética, bienestar y experiencia de usuario.
La estrategia de Stoneweg para este proyecto se articula en tres fases: el desarrollo de un activo icónico en el 22@, la captación de inquilinos corporativos de primer nivel mediante contratos de larga duración y, finalmente, la desinversión del activo una vez estabilizado.
Con esta operación, Stoneweg indicó que reafirma su capacidad para identificar tendencias estructurales y generar valor a través de proyectos inmobiliarios de alta calidad en mercados urbanos con sólidos fundamentales de crecimiento. Asimismo, refuerza su apuesta por Barcelona, un mercado estratégico en el que ya cuenta con una presencia consolidada en los segmentos logístico, residencial y hotelero, y donde, a través de su división de Experiences, desarrolla proyectos emblemáticos como el Museo Carmen Thyssen o la fábrica Godó y Trias.
Jaume Sabater, fundador de Stoneweg y CEO del Grupo SWI, indicó que “estamos en un punto de inflexión muy similar al que vivimos en el ciclo 2016–2019. La combinación de una oferta limitada, escasez de obra nueva y una demanda creciente por espacios de alta calidad genera una oportunidad única para desarrollar producto diferencial en ubicaciones estratégicas”.
Airbus, GMV, Grupo Oesía, Indra, ITP Aero y Sener han alcanzado un acuerdo para poner a disposición de España sus capacidades industriales para reconfigurar el caza de sexta generación, FCAS (Future Combat Air System), y así conseguir que el proyecto pueda salir adelante.
El fiasco europeo del programa del caza formado entre España, Alemania y Francia puso a la autonomía estratégica europea y a su industria en jaque. Ante la imposibilidad de seguir adelante con el megaproyecto de 100.000 millones de euros, Alemania creó una alianza entre ocho empresas bávaras para salvaguardar la creación del caza. Ahora, es el turno de España, que ha respondido con la unión corporativa de seis empresas líderes del sector aeronáutico para sacar adelante el caza de sexta generación.
Según la declaración conjunta, la industria española pone a disposición de España y de sus posibles socios sus capacidades y recursos para el desarrollo de un sistema de combate de nueva generación. Este estará formado por "un caza de sexta generación, plataformas no tripuladas o carriers, comunicaciones y sensores avanzados que forman un sistema de sistemas gracias a la nube de combate", asegura el comunicado. De esta manera, "el sector ofrece al Ministerio de Defensa sus capacidades y la voluntad para trabajar en este desarrollo, en colaboración con los países europeos que marque, contribuyendo activamente a la negociación y ejecución de las próximas fases de desarrollo de este sistema de combate de sexta generación".
El objetivo último es desarrollar un Sistema de Armas de Sexta Generación bajo un enfoque de "Sistema de Sistemas". Este sistema integrará una nube de combate, aviones de combate tripulados, operadores remotos (drones) y conectividad avanzada para operar de forma colaborativa. Así, la declaración conjunta se ha anunciado a la par que en Alemania, con el objetivo de subrayar un impulso conjunto para mantener viva la cooperación multinacional europea trabajando de forma "estrecha".
La Sala de lo Penal del Tribunal Supremo ha emitido un informe desfavorable a la concesión del indulto al exfiscal general del Estado Álvaro García Ortiz, condenado por un delito de revelación de datos reservados el pasado diciembre. Los magistrados consideran que no concurren "razones de justicia, equidad o utilidad pública" que justifiquen la medida de gracia, y subrayan que su actuación afectó de manera "importante" a la Fiscalía como institución.
"Los hechos fueron graves, han producido una afectación importante de la institucionalidad del ministerio público por la relevancia de su función, como promotor de la justicia, garante de la independencia judicial y del ejercicio de los derechos de los ciudadanos de acuerdo a la legalidad", señalan los magistrados en su escrito, al que ha tenido acceso El Independiente.
La resolución supone un revés para García Ortiz después de que la Fiscalía del Tribunal Supremo se pronunciara el mes pasado a favor de un indulto parcial respecto de la pena de inhabilitación que aún tiene pendiente de cumplimiento. El organismo consideraba que la sentencia que le condenó por la filtración de datos sobre la causa del empresario Alberto González Amador —pareja de la presidenta madrileña Isabel Díaz Ayuso—, generó "consecuencias extrapenales intensas y desproporcionadas".
García Ortiz fue condenado por la Sala de lo Penal a una multa de 12 meses —a razón de 20 euros diarios—, el pago de 10.000 euros de indemnización por daños morales y la pena de inhabilitación especial para el cargo de fiscal general del Estado durante dos años. El tribunal le atribuyó un delito de revelación de datos reservados, después de que "él o una persona de su entorno inmediato" filtrasen el correo en el que el abogado del novio de Ayuso reconocía que "ciertamente" su cliente había cometido dos delitos de fraude fiscal.
En ese informe que se remitió entonces a la Sala de lo Penal, la teniente fiscal del Supremo, María Ángeles Sánchez Conde, defendía que la medida de gracia debería aplicarse exclusivamente sobre la pena de inhabilitación para el cargo de fiscal general del Estado, que aún se encuentra en ejecución y que, de mantenerse íntegra, se prolongaría hasta diciembre de 2027. Así, recordó que la indemnización y había sido abonada y la multa se encontraba consignada, mientras que la inhabilitación continúa en ejecución.
Sin embargo, la Sala de lo Penal se ha posicionado en contra. Los magistrados recuerdan que el indulto es una medida excepcional y concluyen que los solicitantes no han aportado motivos suficientes para justificarlo. "No se advierten razones de justicia, equidad o utilidad pública que permitan dar fundamento a la petición deducida", afirman.
El tribunal también rechaza que la escasa relevancia práctica de la pena pendiente sea motivo para conceder la gracia. A su juicio, la conducta por la que fue condenado el exfiscal general afectó a uno de los pilares básicos del Ministerio Público: el deber de confidencialidad. "La contravención de la norma referida al mantenimiento del secreto y confidencialidad de sus actuaciones es un hecho grave, que, declarado en sentencia firme, debe ser ejecutado", sostienen los magistrados.
El Consejo de Gobierno del Banco Central Europeo (BCE) ha decidido este jueves incrementar los tipos de interés en 0,25 puntos porcentuales, de forma que la tasa de depósito (DFR) subirá al 2,25%, la de las operaciones de refinanciación (MRO) al 2,40% y la de la facilidad marginal de préstamo (MLF) al 2,65%.
"La guerra en Oriente Próximo está generando presiones inflacionistas y la decisión de aumentar los tipos de interés es adecuada en los diferentes escenarios que analizan la posible evolución de la perturbación y su impacto en las perspectivas a medio plazo para la zona del euro", ha explicado la institución.
La subida del precio del dinero en la zona euro, la primera acometida por el BCE desde septiembre de 2023, había sido ampliamente descontada por los mercados después de que la tasa de inflación en mayo escalase al 3,2%, lo que supone el mayor aumento del coste de la vida en la región en casi tres años.
Con la decisión de hoy, el Consejo de Gobierno ha asegurado que continúa estando en una buena posición para navegar la incertidumbre causada por la guerra, subrayando que realizará un atento seguimiento de la situación y aplicará un enfoque dependiente de los datos, en el que las decisiones se adoptan en cada reunión, para determinar la orientación apropiada de la política monetaria.
El sexto mes del año llega con un calendario lunar muy especial para los amantes de la observación del cielo en España. Junio estará marcado por el cambio oficial de estación y culminará con uno de los plenilunios más esperados del año. Será la conocida como Luna de Fresa, el evento astronómico que da la bienvenida simbólica al verano.
A lo largo de las últimas semanas de la primavera y las primeras del verano, el satélite completa su recorrido habitual ofreciendo condiciones únicas tanto para los aficionados como para los expertos. El ciclo comenzó a avanzar con el cuarto menguante, que tuvo lugar el pasado 8 de junio.
La siguiente gran cita en el firmamento llegará con la luna nueva el próximo 15 de junio. A las 04:54 horas será el momento de oscuridad total en el cielo que resultará ideal para buscar objetos débiles del espacio profundo, estrellas y constelaciones sin interferencia lumínica. Poco después, el cuarto creciente se producirá el 21 de junio a las 23:55 horas, una fase en la que el satélite comenzará a ganar brillo nocturno de forma progresiva. Finalmente, el momento cumbre del mes llegará con la luna llena el 30 de junio, cuando el disco lunar se muestre completamente iluminado bajo el nombre tradicional de Luna de Fresa.
La evolución de estas fases se dará de forma paralela a uno de los eventos más importantes del año. El solsticio de verano comenzará oficialmente el 21 de junio a las 09:24 horas (hora peninsular). Se inaugurará así una estación que se prolongará durante 93 días y 15 horas, regalándonos la mayor cantidad de horas de luz del año.
Uno de los errores más comunes es esperar un satélite de color rosa o rojizo. La realidad es que la Luna mantiene su característico brillo blanco o amarillento, idéntico al de cualquier otro plenilunio. Por tanto, el nombre "Luna de Fresa" proviene de las antiguas tradiciones de las tribus nativas de Norteamérica y Canadá, quienes utilizaban los ciclos lunares de 29,5 días como un calendario agrícola infalible.
Para estas comunidades, la llegada de esta luna llena marcaba el momento exacto de la recolección de las fresas silvestres. En Europa, al no compartir esta referencia agrícola, el fenómeno también se ha conocido históricamente como Luna de las Rosas (por la floración estival) o Luna Caliente (por el aumento de las temperaturas).
Si bien la Luna no cambia de color por sí misma, sí puede adquirir tonalidades doradas, anaranjadas o rojizas de forma natural cuando se encuentra muy baja en el horizonte. Esto ocurre debido a un efecto óptico de la atmósfera terrestre, que filtra los tonos azules y dispersa la luz cálida
En España, la Luna de Fresa alcanzará su fase exacta de iluminación en la madrugada del martes 30 de junio a las 01:57 horas (00:57 horas en Canarias). Al producirse ya entrada la madrugada, el satélite se posicionará alto en el firmamento durante gran parte de la noche.
Sin embargo, los expertos coinciden en que el mejor momento para contemplarla llegará durante el atardecer del lunes 29 de junio, cuando comience a elevarse sobre el horizonte este. Al estar tan próxima al solsticio de junio, esta luna llena recorrerá una trayectoria inusualmente baja en el cielo. Esto potenciará una ilusión óptica que la hará parecer más grande y llamativa al contrastar visualmente con elementos del paisaje como edificios, montañas o árboles. El aspecto prácticamente circular del disco lunar se mantendrá visible entre las noches del 28 y el 30 de junio.
A nivel de coordenadas astronómicas, nuestro satélite se encontrará situado en la constelación de Sagitario.
El calendario astronómico de junio de 2026 se complementa con un fenómeno de gran relevancia científica: la lluvia de meteoros de las Ariétidas Diurnas. Aunque se encuentra activa desde mediados de mayo hasta el 24 de junio, alcanzó su máximo de actividad alrededor del 7 de junio.
Se trata de una de las lluvias de estrellas más intensas de todo el año. Su principal peculiaridad es que es un fenómeno mayoritariamente diurno (provocado por restos de cuerpos como los cometas 96P/Machholz y P/1999 J6), por lo que gran parte de sus meteoros cruzan el cielo durante el día, aunque los observadores más atentos pueden llegar a capturar bólidos rápidos y brillantes en las horas previas al amanecer bajo cielos limpios.
Comprar una vivienda sigue siendo un reto enorme en España, pero la barrera de entrada no está solo en el precio del piso. Antes siquiera de firmar una hipoteca, el comprador debe reunir un colchón previo para afrontar la entrada y los gastos asociados, una cantidad que, en la práctica, deja fuera del mercado a buena parte de quienes quieren dar el salto a la propiedad.
En ese escenario, disponer de 40.000 euros ahorrados no abre muchas puertas. De hecho, según el estudio de pisos.com basado en los precios de venta de mayo de 2026, esa cifra solo permite cubrir el desembolso inicial necesario para comprar una vivienda tipo de 90 metros cuadrados en cinco capitales de provincia españolas.
La explicación está en la estructura financiera de la compra. Los bancos suelen financiar una parte importante del valor de la vivienda, pero el comprador debe asumir de su bolsillo alrededor del 30% del precio entre entrada, impuestos y otros gastos de la operación.
Ese requisito convierte el ahorro previo en el primer gran filtro de acceso a la vivienda. Y, con los precios actuales, incluso una cantidad que a ojos de muchos puede parecer elevada, como 40.000 euros, se queda corta en casi todo el mapa urbano español.
Con ese umbral, las únicas capitales de provincia donde sí llega el dinero son Jaén, Zamora, Cáceres, Ciudad Real y Ávila. En el caso de Jaén, el ahorro previo estimado es de 34.320 euros; en Zamora, 35.244 euros; en Cáceres, 39.374 euros; en Ciudad Real, 39.525 euros; y en Ávila, 39.702 euros.
La diferencia es mínima en los cuatro últimos casos, lo que confirma que el margen real es muy estrecho. En otras palabras, el comprador que llega con 40.000 euros prácticamente no tiene capacidad de maniobra, cualquier subida adicional de precio, cambio en el tipo de interés o incremento de gastos puede sacarlo fuera de la operación.
Jaén vuelve a situarse como la capital más accesible del país, también en términos de ahorro necesario para comprar. Que sea la más barata no significa que comprar allí sea fácil, sino que el mercado mantiene todavía precios más bajos que en el resto de capitales españolas.
Ese dato resulta especialmente relevante porque marca el suelo del mercado urbano. Si ni siquiera la capital más asequible permite comprar con 30.000 euros ahorrados, como indica el estudio, queda claro que el problema no es solo de preferencias o de localización, sino de acceso económico real.
La foto mejora algo cuando el ahorro sube hasta 50.000 euros, aunque sigue lejos de resolver el problema estructural. Con esa cantidad, el número de capitales accesibles asciende a 21, y a las cinco anteriores se suman ciudades como Lleida, Huelva, Lugo, Castellón de la Plana, Palencia, Ourense, Córdoba, Almería, León, Cuenca, Badajoz, Murcia, Huesca, Teruel, Albacete y Tarragona.
Aun así, el acceso sigue muy concentrado en capitales medias y pequeñas, lejos de los grandes mercados donde se concentran más empleo, actividad económica y presión de demanda. Ese desequilibrio geográfico es precisamente el que señala el portavoz y director de Estudios de pisos.com, Ferran Font, al advertir de que el ahorro alcanza donde el dinamismo económico es menor y se queda corto donde hay más oportunidades laborales.
Los datos de precios ayudan a entender esa brecha. En mayo de 2026, Jaén era la capital más barata, con 1.271 euros por metro cuadrado, seguida de Zamora con 1.305 y Cáceres con 1.458, mientras que Madrid alcanzaba 6.407 y Donostia-San Sebastián 6.611 euros por metro cuadrado. Esa diferencia explica por qué el mismo ahorro puede permitir comprar en una capital y resultar totalmente insuficiente en otra.
En la práctica, esto significa que el acceso a la propiedad ya no depende solo del ahorro personal, sino también de una geografía del precio muy desigual. Y esa desigualdad, a su vez, refuerza la brecha entre quienes pueden elegir dónde vivir y quienes deben adaptarse al único mercado al que pueden llegar
La economía de la Comunidad de Madrid ha pisado el acelerador durante el arranque del año. En el primer trimestre de 2026, la región registró un crecimiento interanual del 3%, una cifra que supera en tres décimas a la media nacional (2,7%) y que casi cuadruplica los registros de la zona euro (0,8%). Estos datos, extraídos de la Contabilidad Regional, han sido presentados hoy por la presidenta autonómica, Isabel Díaz Ayuso, durante su intervención en la Asamblea de Madrid.
Durante su comparecencia, la dirigente madrileña ha aprovechado para reivindicar su modelo de gestión y contrastarlo con las políticas del resto del país. Díaz Ayuso ha subrayado que este impulso económico responde a la inversión y al consumo interior, marcando distancias con lo que ha calificado como una estrategia basada en el "gasto y el acoso fiscal". Según la presidenta, las familias madrileñas no se ven obligadas a endeudarse al mismo ritmo que en el resto de España porque no sufren "la persecución a las clases medias".
Si se analiza el comportamiento de la economía en términos intertrimestrales, el Producto Interior Bruto (PIB) madrileño avanzó un 0,8% en comparación con los últimos tres meses del año anterior. Este ritmo constante de crecimiento sitúa a la región dos décimas por encima del conjunto de España, que registró un avance del 0,6%, y refleja un diferencial aún mayor con respecto a la economía de la zona euro, que apenas experimentó una subida del 0,1% en el mismo periodo.
El principal motor de este dinamismo vuelve a ser el sector servicios, que mantiene una evidente pujanza con un incremento interanual del 3,2%. Dentro de este ámbito, destacan especialmente las áreas de comercio, hostelería, transporte y comunicaciones, con una progresión del 3,9%, seguidas de los servicios financieros y a empresas, que repuntaron un 3,4%. Además, por el lado de la oferta, tanto la industria como la construcción han aportado en positivo, anotando crecimientos del 1,6% y del 2,6%, respectivamente.
Este buen tono de las macromagnitudes tiene también su reflejo directo en el mercado laboral, donde la Comunidad de Madrid ha alcanzado cifras récord que la consolidan como el gran motor económico del país, aportando el 19,8% del PIB nacional. Actualmente, la región contabiliza 3.920.267 afiliados a la Seguridad Social, la cifra más alta de su historia, tras generar 127.841 nuevos empleos en el último año. Esto se traduce en un ritmo asombroso de creación de empleo, equivalente a 350 nuevos puestos de trabajo cada día.
Desde la administración regional atribuyen estos resultados a un modelo económico cimentado en la baja fiscalidad, la eliminación de trabas administrativas y la seguridad jurídica. En esta línea, el Ejecutivo autonómico ha recordado que desde el año 2019 se han aprobado 34 rebajas de impuestos, a las que pronto se sumarán tres más que ya han sido anunciadas. Según los cálculos de la Comunidad, esta política de alivio fiscal ha permitido a los contribuyentes madrileños ahorrarse un total de 48.000 millones de euros, lo que supone más de 12.000 euros retenidos en el bolsillo de cada contribuyente.
El mes de junio avanza y, con él, se agota el tiempo para cumplir con una de las citas anuales más importantes para el bolsillo de los ciudadanos. La campaña de la Declaración de la Renta y Patrimonio 2025 ha entrado oficialmente en su recta final.
A estas alturas de junio, las dudas se multiplican y las búsquedas en internet se disparan con una urgencia clara. ¿Cuál es el último día para ajustar cuentas con Hacienda sin penalizaciones? Dejar la gestión del IRPF para el último minuto es una costumbre frecuente, pero este año el despiste se paga caro. Para que no se pase el plazo, evitar sorpresas desagradables y no tener que enfrentarse a las consecuencias, se recomienda tener en cuenta las fechas clave.
El plazo general para todos los contribuyentes termina el martes 30 de junio de 2026. Ese día, a las 23:59 horas, la plataforma digital de la Agencia Tributaria cerrará oficialmente la recepción de expedientes de esta campaña. No obstante, la fecha límite real puede variar dependiendo del canal que decidas utilizar. El proceso se divide en tres vías de actuación.
Es conveniente tener en cuenta que si tras repasar el borrador la declaración sale "a pagar" (positiva) y se desea que la Agencia Tributaria cobre el importe mediante domiciliación bancaria, la fecha límite real deja de ser el 30 de junio y pasa a ser el jueves 25. Presentar una declaración a pagar entre el 26 y el 30 de junio invalida la opción de cobro automático. En ese caso se tendría que realizar el ingreso de forma manual obteniendo un código NRC (Número de Referencia Completo emitido por bancos que justifica el pago de impuestos a Hacienda).
Dejar pasar el 30 de junio sin enviar la documentación es un error que la Agencia Tributaria no suele pasar por alto. Las penalizaciones económicas por presentar la autoliquidación fuera de plazo no son fijas, se calculan en función de dos variables. Una es el resultado económico de tu declaración y otra es el hecho de si te has adelantado tú a subsanar el error o si ha sido Hacienda quien te ha descubierto mediante un requerimiento oficial.
Muchos contribuyentes piensan, erróneamente, que si la declaración sale a su favor y es Hacienda quien debe pagarles, no pasa nada por entregarla tarde. Retrasarse en una declaración con saldo negativo conlleva sanciones fijas por infracción formal.
Si por el contrario la declaración resulta a pagar (saldo positivo), el panorama cambia. La ley ya no aplicaría una multa fija, sino un sistema progresivo de recargos mensuales diseñado para penalizar la demora voluntaria. Desde la última reforma de la Ley General Tributaria, el sistema funciona de la siguiente manera:
El verdadero peligro fiscal surge cuando la declaración sale a pagar, se pasa el plazo, y el contribuyente decide ignorar la situación hasta que recibe una notificación de la administración. En este caso, al existir un requerimiento previo, ya no se aplican los recargos por presentación voluntaria extemporánea, sino que se abre un procedimiento sancionador por dejar de ingresar la deuda tributaria.
Esta infracción está catalogada por la ley y las multas se calculan mediante un porcentaje directo sobre el dinero que deberías haber ingresado originalmente. La sanción mínima arranca en el 50% de la deuda si se considera una infracción leve. Dependiendo de la gravedad, la ocultación de datos o el perjuicio económico causado, la multa puede escalar de forma gradual hasta el 150% del importe total de la deuda original.
A esto hay que añadir los intereses de demora acumulados desde el primer día de retraso y la pérdida absoluta de cualquier derecho a fraccionar el pago en los dos plazos habituales del 60% y el 40%.
La recomendación de los expertos, por tanto, es unánime. No dejarlo para el último día evitará problemas y, en el caso de haberlos, se podrán solucionar con más facilidad. Además, si te sale a devolver, recibirás antes el dinero, y si te toca pagar, esquivarás recargos innecesarios.
La dirección nacional del PP no ve ningún inconveniente en que el andaluz Juanma Moreno acepte el término de "prioridad nacional" de Vox en su negociación con este partido para garantizarse la investidura y la futura gobernabilidad de la región. Así lo ha expresado la vicesecretaria de Coordinación Sectorial, Alma Ezcurra. Interrogada respeto a si animan a Moreno a entenderse con Vox -quien hace de la "prioridad nacional" la condición irrenunciable de cualquier pacto- ha arguido que "le animamos a que haga lo que los ciudadanos le han pedido en las urnas, que es formar un gobierno estable y responsable que atienda a los problemas de la gente".
La número tres de Génova asegura no ver "dónde está el problema" en el controvertido término que tanto chirría al propio Moreno y que los presidentes de Extremadura, Aragón y Castilla y León han aceptado en sus respectivos acuerdos con la ultraderecha. En este sentido, Ezcurra ha defendido que "es perfectamente compatible defender la dignidad del ser humano y del inmigrante con una adecuada organización de los recursos públicos y si los recursos públicos están bien organizados podemos ser más solidarios. Orden y ley son compatibles con solidaridad", ha agregado desde Valladolid a donde ha acudido a la toma de posesión de Alfonso Fernández Mañueco.
Los andaluces "nos han dicho que nos tenemos que entender y la gente se pone de acuerdo en lo que tiene en común". PP y Vox, ha agregado, "tenemos en común muchas preocupaciones y muy sensatas: la decadencia de España, la inseguridad en las calles, la inmigración descontrolada, el deteriodo de los servicios públicos... así que sí, por supuesto, animamos a Juanma Moreno a que forme gobierno cuanto antes".
Del mismo modo creen compatible la posición del PP en materia migratoria con la del Papa León XIV en lo que respecta "a la difgnidad del ser humano". Este princpio, aduce, "está en la primera página de nuestro plan nacional de inmigración. Para nosotros, el inmigrante es un ser digno y libre, capaz de la máxima prosperidad y obligado a cumplimiento de la ley"
Oficialmente apenas le restan cinco días de mandato. La presidenta de la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (CNMC), Cani Fernández, llegó al cargo en 2020 y enfila ya su salida. Por el momento, el 16 de junio sólo es una fecha en la que su mandato se cumplirá, pero no supondrá su salida inmediata. El Gobierno aún no ha designado candidato a sucederle y, hasta que eso ocurra, Fernández seguirá al frente del organismo.
Lo que Fernández tiene claro es qué cualidades debería tener quien vaya a ocupar su puesto: sentido común y capacidad técnica. Lo ha asegurado hoy durante un desayuno informativo de Nueva Economía Fórum y ha recomendado a su sucesor o sucesora que "mantenga la calidad técnica de los servicios" y que se esfuerce por retener el talento de la 'casa': "la competencia desde los ministerios es durísima", ha afirmado.
Ha reconocido que la regulación energética ha sido lo que mayores dolores de cabeza le ha provocado y la que más esfuerzo ha requerido en estos años al frente de la CNMC. Ha afirmado que ha sido especialmente "absorbente", pero de lo que más satisfecha se siente es del trabajo realizado para la liberalización del sector ferroviario y los avances en materia de telecomunicaciones.
Fernández se va convencida de que deja una CNMC "más sólida, cohesionada, más tecnológica y más internacional". Una entidad que, en su opinión, está preparada para afrontar los retos del futuro.
A lo largo de su intervención, la presidenta de la CNMC se ha referido al apagón del 28 de abril del año pasado. Ha señalado que si se siguen las recomendaciones del informe de medidas propuestas por el organismo que preside, se da respuesta a "la mayor parte de los riesgos que conocemos": "Estamos permanentemente vigilando para adaptar este sistema a lo que sea necesario. Pero creo que el informe de recomendaciones es un buen punto de partida", ha dicho Fernández.
Ha recordado que en España se siguen incorporando energías renovables al 'mix' energético y que en algún momento llegará la hora del hidrógeno verde. La presidenta de la CNMC ha señalado también que los mercados están permanentemente en cambio y ha apuntado que "la introducción de renovables tiene unas enormes ventajas, pero debe hacerse con garantías", algo que considera que "todos han aprendido después del cero eléctrico".
"Creo que con el cero eléctrico hemos aprendido todos enormemente", ha señalado Fernández, que ha añadido que estas lecciones también se han dado a nivel europeo y ha recordado que Entso-e (Red Europea de Gestores de Redes de Transporte) emitió un informe en el que muchas enseñanzas del cero eléctrico español, y de otros incidentes europeos, les permitía hacer un análisis de cómo evolucionan los mercados.
En concreto, Fernández ha explicado que, como recogen sus informes, han aprendido que el apagón del pasado 28 de abril de 2025 tuvo un origen "multifactorial". En segundo lugar, que muchas de las cuestiones se deben precisamente a esa evolución permanente de los mercados y que eso hay que tenerlo muy en cuenta para seguir evolucionando.
En este sentido, Fernández ha señalado que dicho informe hace una "proyección de hacia dónde van nuestros mercados energéticos, hacia dónde va el sistema eléctrico español y qué es lo que hay que hacer para garantizar que esa evolución de incorporación de mayores renovables sea segura".
Preguntada también por los expedientes sancionadores abiertos en el marco de las investigaciones del apagón, Fernández ha dicho que están incoados, los está analizando la dirección de energía y, cuando se concluya la fase de instrucción —que dependiendo de los casos será de entre 9 y 18 meses—, se elevará al consejo y el consejo tomará las decisiones que considere.
La compraventa de viviendas cayó un 11,2 % en el primer trimestre del año hasta las 163.322 operaciones, la menor cifra que se registra en este periodo desde 2024, según los datos que maneja el Ministerio de Vivienda y Agenda Urbana.
Las transacciones de vivienda libre sumaron 159.317 operaciones entre enero y marzo de 2026, el 11 % menos que un año antes, en tanto que las protegidas registraron 4.005 compraventas, el 20,4 % inferior, según informa EFE.
Por régimen de vivienda libre, las compraventas de vivienda usada, las más numerosas del mercado, descendieron en el trimestre un 10,9 % interanual hasta las 146.292. Por su parte, las de vivienda nueva cayeron en el periodo un 12,2 % y sumaron 13.025 unidades.
Este descenso se produce tras un 2025 en el que la compraventa de vivienda creció un 5 % con 752.098 operaciones, la mayor cifra que se registra desde 2007, en plena burbuja inmobiliaria.
A pesar de ser 2025 su segundo año consecutivo de incrementos, las operaciones fueron moderando las subidas a lo largo del ejercicio hasta acabar el cuarto trimestre con el menor crecimiento del año en un mercado que sigue marcado por la falta de producto disponible para atender el aumento de la demanda.
Si se compara con el trimestre anterior, el cuarto de 2025, la compraventa de viviendas ha caído un 18,4 % en tasa intertrimestral. Cabe recordar que entre octubre y diciembre del pasado año se contabilizaron más de 200.000 compraventas (200.250).
En el caso de las viviendas libres la caída fue del 17,8 % frente a los tres meses previos, mientras que en las viviendas protegidas se desplomó un 35,9 %.
Igualmente, las compraventas de viviendas libres de segunda mano cayeron un 16,3 % en el primer trimestre del año frente al trimestre anterior, en tanto que las nuevas lo hicieron un 32 %.
Y es que el mercado sigue acuciando un déficit de vivienda que continúa presionando al alza los precios y dificultando el acceso a buena parte de la población, especialmente jóvenes y aquellos con menos recursos.
Desde que en 2004 arrancara la serie histórica de esta estadística del Ministerio, la mayor cifra de compraventa de viviendas en un trimestre se dio en el segundo de 2006 con 251.649 operaciones, lo que supone 88.327 más que las registradas entre enero y marzo de este año.
Así, las compraventas de vivienda del primer trimestre de 2026 están un 35 % por debajo del máximo histórico, coincidiendo con los años del 'boom' inmobiliario.
Por el contrario, el mínimo se produjo en el arranque de 2013 con 54.835 compraventas tras el pinchazo de la "burbuja" inmobiliaria. De esta forma, los datos del primer trimestre de 2026 son prácticamente el triple a los que se daban entonces, según el Ministerio de Vivienda, que los obtiene a partir de los que remite trimestralmente la Agencia Notarial de Certificación.
En los tres primeros de 2026 la caída de las compraventas se extendió al conjunto de las comunidades autónomas.
Entre los grandes mercados, las compraventas cayeron en la Comunidad de Madrid un 13,7 % interanual, hasta las 18.865; en Andalucía descendieron un 13,2 % hasta las 31.162; en la Comunidad Valenciana un 11,5 %, hasta las 24.744 y en Cataluña la caída fue del 7,8 %, hasta las 26.107 operaciones.
Millares de pensionistas en España desconocen que pueden reclamar a la Seguridad Social una cantidad importante de dinero que nunca llegaron a cobrar, aunque legalmente les correspondía desde el primer día. Se trata de un complemento que, durante un periodo determinado, solo se reconoció a las mujeres. La Justicia lo ha declarado discriminatorio para los hombres, abriendo así la puerta a que los padres puedan cobrarlo con carácter retroactivo.
El complemento que ahora pueden reclamar los padres no es el actual "complemento para la reducción de la brecha de género" (de 36,90 euros mensuales por hijo desde 2026), sino el antiguo complemento de maternidad por hijos. Este se aplicaba entre 2016 y 2021 y se calculaba en porcentaje sobre la pensión. Con ese sistema antiguo, el aumento era del 5% de la pensión con dos hijos, 10% con tres hijos y 15% con cuatro o más hijos. Además, se aplicaba por 14 pagas anuales.
En la práctica, eso significa que, según la cuantía de la pensión de la Seguridad Social, el complemento podía representar desde unos cientos de euros al año hasta cantidades que, en pensiones más altas, podían llegar a equivaler a hasta 300 euros mensuales en algunos casos, aunque esta cifra no es fija ni universal.
Este complemento de 300€ no es el complemento actual de brecha de género (36,90€ por hijo), sino la indemnización por los atrasos del antiguo complemento de maternidad que no se reconoció a los padres.
Para poder reclamar este complemento los padres deben cumplir requisitos muy concretos, que la Seguridad Social exige de forma obligatoria. Pueden reclamar este complemento los jubilados que cumplan todos estos requisitos:
El periodo es clave porque en febrero de 2021 el complemento fue sustituido por el de brecha de género, cambiando el sistema de cálculo y los requisitos. Además, hay una excepción importante, quienes hayan accedido a una jubilación parcial o jubilación voluntaria (no forzosa) no tienen derecho al complemento. Solo la tendrían si entre 2016 y 2021 accedieron a la jubilación total o definitiva.
Los hombres jubilados entre 2016 y 2021 también pueden reclamarlo con carácter retroactivo gracias a sentencias del Tribunal de Justicia de la Unión Europea (TJUE) y resoluciones del Tribunal Supremo español. El TJUE declaró la discriminación, el Tribunal Supremo español confirmó ese criterio y estableció que la Seguridad Social debe pagar el complemento con efectos retroactivos.
También deben acreditar que cumplen los requisitos que en su momento se exigieron a las madres, aunque no es necesario que el INSS lo reconozca. Hay que reclamarlo formalmente, e incluso acudir a los tribunales si lo deniegan. Si los hijos nacieron o fueron adoptados antes de 2016, el requisito de dos o más hijos es fundamental; si nacieron después, se aplica el nuevo sistema de brecha de género.
No existe un plazo cerrado para reclamar, pero es recomendable hacerlo cuanto antes para evitar que se limite la retroactividad. Si ya has reclamado y no te han respondido o te han denegado el derecho, puedes acudir a la vía judicial.
Dependerá del número de hijos y de la pensión base. Con 2 hijos es 5% anual, con 3 hijos es 10% anual, y con 4 o más es 15% anual. Este porcentaje se aplica a la cuantía de la pensión y por 14 pagas, lo que significa que en pensiones más altas el complemento puede representar cantidades importantes.
En la práctica, muchas reclamaciones superan los 1.200 euros, aunque no es raro que los atrasos alcancen entre 3.000 y 6.000 euros, e incluso más según la pensión y los años no percibidos. La indemnización incluye los daños morales y todos los gastos ocasionados, aunque para conseguirlo tendrán que volver a reclamar, porque de lo contrario no se lo van a reconocer ni en vía administrativa ni en vía judicial.
El procedimiento implica una solicitud a la Seguridad Social, seguida de una reclamación previa en caso de denegación. Primero debes presentar solicitud ante el INSS. Ahí debes incluir todos los datos personales y familiares, y aportando documentación acreditativa; DNI, resolución de la pensión, libro de familia, certificados de nacimiento.
Si el INSS deniega o ignora la solicitud, debes presentar reclamación previa administrativa. Si no responde o vuelve a rechazar, se puede presentar demanda judicial ante lo social, con un plazo de 30 días para presentar la demanda en la Jurisdicción Social. El proceso puede tardar aproximadamente 6 meses en completarse, aunque en algunos casos puede ser más largo si hay recursos o demoras judiciales.
El coste medio de la electricidad en el mercado mayorista, gestionado por el Operador del Mercado Ibérico de Energía (OMIE), se sitúa hoy en 34,86 euros por megavatio hora, lo que supone una disminución del 10,52 % respecto al registrado ayer.
En el caso de los usuarios acogidos al Precio Voluntario para el Pequeño Consumidor (PVPC), el coste medio de la electricidad alcanza los 123,97 euros por megavatio hora. Esta cifra ya refleja la revisión de la tarifa regulada, si bien aún podrían añadirse otros peajes y cargos complementarios.
El impacto de las energías renovables en el mercado eléctrico actual es directo y visible en las facturas diarias de los consumidores. Al no depender de combustibles fósiles, tecnologías como la eólica y la solar generan electricidad con costes variables prácticamente nulos, lo que les permite ofertar su energía a precios muy bajos en el mercado mayorista. Cuando las condiciones meteorológicas son favorables y hay abundancia de viento o sol, estas fuentes limpias logran desplazar a las centrales de gas (ciclos combinados), que son mucho más caras y contaminantes. Este fenómeno provoca un descenso inmediato en el precio de la luz, lo que explica las notables variaciones a la baja que se observan de un día para otro.
Más allá del beneficio económico inmediato, la integración de las energías renovables es el pilar fundamental para la descarbonización y la independencia energética. Al reducir la necesidad de quemar gas natural o carbón, se evita la emisión de millones de toneladas de gases de efecto invernadero y se mitiga el coste asociado a los derechos de emisión de CO2. Además, potencia la producción autóctona de energía limpia y blinda a las economías domésticas frente a las crisis geopolíticas mundiales que suelen alterar los precios de los combustibles importados, garantizando un suministro más sostenible, estable y predecible a largo plazo.