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Costa: "NATO mais forte é indispensável para a Europa"

Depois da reunião com o secretário-geral da NATO, António Costa reforçou "prioridade da UE" na Defesa europeia, apelando à importância do trabalho em conjunto com a Aliança na resposta a ameaças.

© ANDREJ CUKIC/EPA

António Costa reuniu-se com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas
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Grupo Preserve Liserve: tradição na atuação no setor de segurança

O Grupo Preserve Liserve mais uma vez está entre as marcas mais lembradas pelos pernambucanos no JC Recall de Marcas 2026, reconhecimento que a empresa relaciona à trajetória construída no setor de segurança privada, logística de valores e terceirização de serviços ao longo das últimas décadas.

Com atuação iniciada em 1975, o grupo reúne as empresas Preserve Segurança e Transporte de Valores, Liserve Vigilância, Liserve Serviços e Terceirização, Sapiens e Partinvest. Atualmente, a operação está presente em sete estados do Nordeste, com 20 bases operacionais instaladas em capitais e cidades do interior de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Felipe Gomes, diretor comercial do Grupo Preserve Liserve, afirmou que o reconhecimento no JC Recall representa a consolidação de um trabalho voltado à credibilidade e à continuidade dos serviços oferecidos pela companhia.

DIVULGAÇÃO
Imagem ilustrativa de drone do grupo Preserve Liserve voando - DIVULGAÇÃO

Receber, mais uma vez, esse reconhecimento é extremamente gratificante para todo o Grupo Preserve Liserve. Ser lembrado pelo mercado como referência no setor de segurança demonstra a força de uma trajetória construída com muito trabalho, seriedade e compromisso com a excelência”, declarou.

Segundo o executivo, o reconhecimento também está ligado à confiança construída junto a clientes, colaboradores e parceiros ao longo dos anos. “Mais do que um prêmio, esse reconhecimento reflete a confiança que conquistamos ao longo dos anos e reforça nosso propósito de evoluir continuamente, investindo em pessoas, tecnologia e eficiência operacional”, afirmou.

Felipe Gomes acrescentou que a lembrança espontânea da marca no levantamento também representa uma conquista compartilhada entre as equipes da empresa. “É também uma conquista compartilhada com nossos colaboradores, clientes e parceiros, que fazem parte dessa história e contribuem diariamente para que a nossa marca siga sendo sinônimo de credibilidade e qualidade”, disse.

Tecnologia e inteligência operacional

O Grupo Preserve Liserve afirma que os investimentos em tecnologia e inteligência operacional fazem parte da estratégia adotada para acompanhar as mudanças no setor de segurança privada e serviços.

De acordo com Felipe Gomes, a integração entre inovação tecnológica e capacidade operacional deve ganhar ainda mais espaço nos próximos anos. “O futuro do setor de segurança está diretamente ligado à integração entre tecnologia, inteligência de dados e capacidade de resposta operacional”, afirmou.

Foto: Bruno Stefan
Felipe Gomes, diretor comercial do Grupo Preserve Liserve - Foto: Bruno Stefan

Expansão e fortalecimento institucional

Segundo Felipe Gomes, a fortaleza  da companhia está ligada à capacidade de unir experiência, gestão operacional e atualização tecnológica. “Nosso diferencial está na combinação entre experiência, tecnologia, inteligência operacional e gestão eficiente, permitindo entregar soluções personalizadas, com alto padrão de qualidade, segurança e confiabilidade”, afirmou.

O executivo acrescentou que a companhia pretende seguir investindo na modernização dos serviços oferecidos ao mercado. “Ao longo da nossa trajetória, buscamos evoluir continuamente para acompanhar as novas demandas do mercado e oferecer serviços cada vez mais modernos e eficientes”, concluiu.

© DIVULGAÇÃO

A empresa capacidade de unir experiência, gestão operacional e atualização tecnológica
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Afinal, o que quer Israel?

Há uma velha piada entre historiadores do Médio Oriente que diz que a região moderna foi desenhada por homens que nunca lá viveram, sobre mapas que nunca compreenderam e com réguas que nunca deveriam ter utilizado. Como quase todas as boas piadas, contém uma parte significativa de verdade.

Quando o Império Otomano colapsou após a Primeira Guerra Mundial, as potências europeias dividiram a região segundo interesses estratégicos, linhas ferroviárias, recursos energéticos e equilíbrios imperiais. O resultado foi um conjunto de fronteiras artificiais que separaram tribos, dividiram comunidades religiosas e obrigaram grupos rivais a coexistir dentro dos mesmos Estados. Síria, Iraque, Jordânia e Líbano são, em larga medida, produtos dessa engenharia geopolítica do século XX.

É importante recordar este facto porque muitos dos conflitos atuais não acontecem entre nações antigas com fronteiras milenares. Acontecem dentro de uma arquitetura política relativamente recente, construída sobre equilíbrios frágeis e frequentemente contestados.

Israel nasceu precisamente nesse contexto. Desde a sua fundação, em 1948, enfrentou guerras, invasões, terrorismo, atentados suicidas, ataques de foguetes e uma contestação permanente da sua própria existência. Nenhuma análise séria pode ignorar esta realidade. Mas reconhecer a legitimidade das preocupações de segurança de Israel não significa deixar de fazer uma pergunta cada vez mais inevitável: afinal, o que quer Israel?

A questão tornou-se particularmente relevante esta semana. Depois dos ataques iranianos e dos apelos explícitos de Donald Trump para evitar uma escalada, Israel voltou a atacar alvos iranianos. Não é a primeira vez que Telavive ignora pedidos de contenção por parte de aliados. O que torna este episódio interessante é que revela algo mais profundo do que uma simples divergência táctica.

Pela primeira vez em muitos anos, parece existir uma diferença de objetivos entre Washington e Jerusalém. Os Estados Unidos procuram estabilidade. Israel procura segurança. À primeira vista parecem sinónimos. Na prática podem significar coisas completamente diferentes.

Para Washington, um acordo com Teerão, por imperfeito que seja, continua a ser preferível a uma guerra regional permanente. Para Israel, pelo contrário, qualquer acordo que permita ao regime iraniano sobreviver, reorganizar-se e recuperar capacidades estratégicas pode ser visto como uma ameaça futura. É aqui que começa a divergência. A estratégia americana continua assente na gestão do conflito. A estratégia israelita parece cada vez mais orientada para a transformação do equilíbrio regional.

Nos últimos anos, Israel combateu ou confrontou diretamente cinco frentes distintas. O Hamas em Gaza. O Hezbollah no Líbano. Os Houthis no Iémen. As milícias pró-iranianas no Iraque e na Síria. E, naturalmente, a própria República Islâmica do Irão. Nenhum outro país democrático enfrenta simultaneamente uma rede tão vasta de atores hostis armados e financiados por um mesmo centro de poder regional. Ignorar este facto seria intelectualmente desonesto.

Mas também seria desonesto ignorar outra realidade. Em vários setores da atual coligação governamental israelita existe uma visão estratégica que vai muito além da simples autodefesa.

Figuras como Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich defendem uma leitura profundamente maximalista do futuro de Israel. Não falam apenas de segurança. Falam de soberania. Não falam apenas de dissuasão. Falam de expansão da presença israelita sobre territórios disputados.

Nos Estados Unidos, algumas vozes próximas da atual administração têm reforçado esse discurso. O atual embaixador americano em Israel, Mike Huckabee, provocou controvérsia ao afirmar que seria aceitável que Israel controlasse uma área muito mais vasta da região, evocando referências bíblicas que se estendem do Nilo ao Eufrates. Mais do que uma declaração diplomática, foi uma janela para um pensamento político que existe há muito tempo, mas que raramente era expresso de forma tão explícita.

Naturalmente, não existe qualquer plano oficial israelita para conquistar metade do Médio Oriente. A ideia de um “Grande Israel” pertence mais ao domínio ideológico do que ao planeamento militar real. Mas as ideias importam porque influenciam decisões, moldam prioridades, ajudam a explicar comportamentos e revelam que a discussão dentro de Israel já não é apenas sobre como sobreviver, mas também sobre qual deve ser o papel regional do Estado israelita nas próximas décadas.

A questão torna-se ainda mais complexa quando olhamos para o outro lado. O regime iraniano não é uma democracia liberal incompreendida. Durante décadas financiou organizações armadas em vários países da região, patrocinou grupos que atacaram civis israelitas e construiu uma arquitetura de influência baseada em milícias, proxies e guerra indireta.

Para muitos israelitas, o problema não é apenas o programa nuclear iraniano. É a própria natureza do regime. É por isso que, mesmo quando Washington fala em negociações, muitos em Israel continuam a pensar em termos de contenção permanente ou mesmo de enfraquecimento estrutural do poder iraniano.

O problema é que existe uma diferença fundamental entre enfraquecer uma ameaça e viver num estado de guerra contínua. A história ensina que nenhuma potência consegue permanecer indefinidamente mobilizada sem custos políticos, económicos e morais. É precisamente aqui que surge a grande interrogação estratégica.

Israel quer regressar ao statu quo anterior a 7 de Outubro? Quer apenas destruir as capacidades militares dos seus adversários? Ou pretende criar uma nova ordem regional em que os seus inimigos deixem de ter capacidade para desafiar a sua superioridade?

As respostas a estas perguntas determinarão o futuro do Médio Oriente muito mais do que qualquer ataque aéreo desta semana. Porque a verdadeira questão já não é militar. É política.

O povo israelita merece viver em segurança. Merece viver sem sirenes, sem foguetes e sem ameaças existenciais. Mas o povo israelita não se confunde com Benjamin Netanyahu. Nem a democracia israelita se resume à sua atual coligação governamental.

Da mesma forma que criticar Netanyahu não significa ser anti-Israel, apoiar o direito de Israel à defesa não implica concordar com todas as decisões do seu governo. Essa distinção tornou-se cada vez mais importante, sobretudo agora que a pergunta central da política regional deixou de ser o que o Irão quer.

A pergunta central passou a ser outra: depois de Gaza, do Líbano, do Iémen, da Síria, do Iraque e agora do Irão, afinal, o que quer Israel?

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Red Seagull assegura segurança aquática no Algarve 7’s em Monte Gordo

A equipa da Red Seagull integrou, juntamente com os nadadores-salvadores locais, o dispositivo de segurança aquática do Algarve 7’s – Prova de Águas Abertas, realizado no passado dia 7 de junho, na Praia de Monte Gordo.

A segurança aquática foi assegurada por uma equipa SIB (Sistema Integrado de Binómio), composta por um nadador-salvador e um socorrista, um modelo que permite uma resposta mais eficaz e coordenada em situações de emergência, tanto no meio aquático como em terra.

Esta equipa da Red Seagull resulta da cooperação entre duas empresas de nadadores-salvadores com atividade no Algarve — Algarve Ocean e Seagull Sentinel — que uniram recursos, experiência e competências para reforçar a segurança em eventos e atividades aquáticas.

O dispositivo contou com dois operacionais com formação de nadador-salvador, e Técnico de Ambulância de Transporte (TAT), dispondo ainda de um SUP Rescue equipado para resgate aquático.

A prova decorreu sem qualquer ocorrência registada, refletindo o bom comportamento dos participantes, a coordenação entre as equipas envolvidas e a eficácia do dispositivo de segurança implementado.

A Red Seagull felicita a organização pela realização do evento e espera que este tipo de provas continue a crescer e a afirmar-se na região. O litoral algarvio reúne condições excecionais para a prática de águas abertas, oferecendo um cenário privilegiado para o desenvolvimento de competições desta natureza.

A participação da Red Seagull neste evento reforça o compromisso das entidades parceiras com a promoção da segurança aquática, a prevenção do afogamento e o apoio a iniciativas desportivas que valorizam a prática segura das atividades no meio aquático.

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Encontrada na Índia menina de 13 anos que desapareceu em Évora. Não se sabe como saiu do país

Anaya Raj estava desaparecida há 42 dias e foi agora encontrada junto à fronteira com o Paquistão. Pode ter planeado fuga com namorado. Ainda não se sabe como nem porque deixou Portugal. A adolescente de 13 anos que estava desaparecida desde 27 de abril, em Vendas Novas, no distrito de Évora, foi encontrada na Índia, numa zona próxima da fronteira com o Paquistão, a milhares de quilómetros de Portugal. Segundo o Jornal de Notícias, a menor identificada como Anaya Raj já regressou ao país, acompanhada pelo pai, que se deslocou à Índia para a trazer de volta para junto da

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Satélites russos têm causado perturbações no GPS em toda a Europa, dizem cientistas

Os incidentes destacados num artigo científico estão entre os primeiros casos conhecidos em que este tipo de perturbação terá tido origem no espaço. O estudo identifica “com confiança a fonte, e aponta para um pequeno grupo de satélites russos de alerta precoce. Uma rede de satélites russos terá causado breves perturbações nos sinais de GPS em toda a Europa em, possivelmente, dezenas de ocasiões desde 2019, sugere uma nova investigação. A interferência em sinais de GPS tornou-se uma preocupação recorrente nos últimos anos e foi apontada como causa da explosão de um drone ucraniano num porto romeno na sexta-feira. Forças

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PSD Olhão diz ao Governo que “Olhão não pode continuar refém da insegurança”

Em comunicado enviado às redações esta quarta-feira, 3 de maio, que se transcreve a seguir, o qual também é dirigido à população, o PSD Olhão diz que «A crescente sensação de insegurança vivida pelos Cidadãos de Olhão deixou de ser uma mera perceção para passar a ser uma realidade evidente e preocupante.

Os recentes assaltos com roubo de bens em pleno dia, no centro da cidade, os episódios de violência associados ao tráfico de estupefacientes, incluindo um grave tiroteio ocorrido recentemente, bem como diversos atos de pequena delinquência, são sinais claros de uma degradação da segurança e da tranquilidade pública que não pode continuar a ser ignorada.

É imperativo reconhecer que a esquadra da Polícia de Segurança Pública de Olhão enfrenta há vários anos uma crónica falta de efetivos e condições operacionais. Esta realidade compromete seriamente a capacidade de prevenção, patrulhamento de proximidade e resposta eficaz às ocorrências, colocando uma pressão injusta sobre os profissionais que diariamente cumprem a sua missão em circunstâncias cada vez mais difíceis. Ao mesmo tempo, é impossível não questionar a reduzida intervenção da Polícia Municipal no exercício das competências que lhe estão legalmente atribuídas, nomeadamente na vigilância dos espaços públicos, na fiscalização do trânsito rodoviário e pedonal e na promoção da ordem e disciplina no espaço urbano.

A presença preventiva e dissuasora desta força é manifestamente insuficiente perante os problemas que se agravam na Cidade e no Concelho. Olhão não pode resignar-se a assistir ao crescimento da criminalidade e da desordem urbana.

Exige-se do Governo o reforço urgente dos meios humanos e materiais da Polícia de Segurança Pública, mas exige-se igualmente da Câmara Municipal, através da Polícia Municipal, uma atuação mais determinada, mais presente e mais eficaz através dos instrumentos que já tem ao seu dispor.

Os Olhanenses têm direito a viver seguros na Cidade e no Concelho. A segurança das Pessoas e dos seus bens não pode continuar a ser relegada para segundo plano nem servir de tema para discursos ocasionais. É tempo de assumir responsabilidades, agir com firmeza e devolver aos Cidadãos a confiança que hoje sentem ameaçada.

Olhão merece mais. Os Olhanenses exigem mais», termina assim a missiva do PSD Olhão.

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Port Cyber Arena acolheu novas formações dedicadas ao reforço da ciber-resiliência no setor marítimo-portuário

Entre os dias 26 a 28 de maio, a Port Cyber Arena acolheu um ciclo de três formações dedicadas ao reforço da ciber-resiliência no setor marítimo-portuário. As ações incidiram sobre os temas “Ciber Táticas”, “Noções Essenciais de Cibersegurança” e “Desenvolvimento de Código Seguro”, combinando conteúdos de uma vertente teórica com uma forte componente prática. Estas […]

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