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Capital paulista amplia locais de vacinação nesta semana; veja lista

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo intensificou a vacinação contra a gripe, sarampo e febre amarela, como parte das ações do Dia Nacional da Imunização (9), ampliando o número de postos de vacinação para 400 em todas as regiões da cidade. A mobilização começou nesta segunda-feira (8) e segue até a próxima sexta-feira (12).

As doses estarão disponíveis em locais de grande circulação de pessoas:

  • no Mercado Municipal (dias 08, 09 e 10, das 9h às 16h);
  • no Museu do Ipiranga (dia 9, das 10h às 16h);
  • no Museu Catavento (dias 12 e 13/06, das 10h às 16h),
  • no Centro Olímpico Thomaz Mazzoni (dia 8 a 12, das 10h às 17h);
  • no CEAGESP (dia 10, das 10h às 15h);
  • no Parque da Mooca (de 8 a 12, das 10h às 16h);
  • no Centro Olímpico Thomaz Mazzoni, Vila Maria (8 a 12, das 10h às 17h);
  • na Subprefeitura de Guaianases (dia 11 das 9h às 16h).

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Também haverá vacinação em shoppings centers, supermercados, terminais de ônibus, estações de trem e metrô. Nesses casos, é preciso consultar o dia e horário, porque os postos não estarão disponíveis em todos os dias e horários.

>> Saiba os endereços e horários para as ações de vacinação extra-muros

“Além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a estratégia de levar as vacinas para locais de grande circulação de pessoas tem o objetivo de facilitar o acesso aos imunizantes. A mobilização busca ampliar a cobertura vacinal e reforçar a proteção da população contra doenças preveníveis por vacinação”, explica a SMS.

A vacina contra a gripe está disponível para todas as pessoas a partir dos seis meses de idade.

“É importante manter a caderneta de vacinação atualizada, especialmente diante da circulação de vírus respiratórios neste período do ano e da necessidade de prevenção contra doenças como sarampo e febre amarela”, reforça a secretaria.

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Biblioteca Nacional abre inscrições para Prêmio Literário 2026

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Escritores brasileiros, com obras inéditas em primeira edição, redigidas em língua portuguesa e publicadas por editoras do país - entre 1º de maio de 2025 e 30 de abril de 2026 - já podem se inscrever ao Prêmio Literário Biblioteca Nacional 2026.

As inscrições começaram nesta segunda-feira (8) e permanecem abertas até 8 de julho neste endereço online.

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De acordo com a Fundação Biblioteca Nacional (FBN), vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e promotora da premiação, o concurso é voltado também a autores independentes, desde que a obra esteja em deepósito legal e traga impresso o número do International Standard Book Number (ISBN).

Cada vencedor das 13 categorias receberá R$ 30 mil. A novidade desta edição é o Prêmio João do Rio, categoria dedicada aos livros de crônicas.

Categorias

Concedido anualmente desde 1994, o Prêmio Literário Biblioteca Nacional visa reconhecer a qualidade intelectual das obras publicadas no Brasil.

O concurso é considerado um dos mais conceituados do país e o mais democrático no cenário nacional, uma vez que não tem taxa de inscrição e concede o mesmo valor de premiação para cada uma das 13 categorias.

São elas: Conto (Prêmio Clarice Lispector); Crônica (Prêmio João do Rio); Ensaio Literário (Prêmio Mario de Andrade); Ensaio Social (Prêmio Sérgio Buarque de Holanda); Histórias de tradição oral (Prêmio Akuli); Histórias em quadrinhos (Prêmio Adolfo Aizen); Ilustração (Prêmio Carybé); Literatura Infantil (Prêmio Sylvia Orthof); Literatura Juvenil (Prêmio Glória Pondé); Poesia (Prêmio Alphonsus de Guimaraens); Projeto Gráfico (Prêmio Aloísio Magalhães); Romance (Prêmio Machado de Assis); Tradução (Prêmio Paulo Rónai).

Treze comissões julgadoras, sendo uma por categoria e compostas por três especialistas da área farão a avaliação das obras inscritas. Originalidade, contribuição à cultura nacional, criatividade no uso dos recursos gráficos e excelência da tradução são os critérios que serão considerados.

O resultado final será divulgado até 30 de outubro no Diário Oficial da União e no portal da Fundação Biblioteca Nacional, após a análise de recursos e homologação do resultado pela presidência da FBN.

 

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Trump formally nominates Todd Blanche as attorney general

President Donald Trump on Monday formally nominated his longtime loyalist and former personal defense lawyer Todd Blanche to serve as attorney general permanently.

Blanche has been serving as the nation’s top prosecutor in an acting capacity after Pam Bondi was fired by Trump in April. Blanche was Bondi’s deputy at the time.

The nomination has been sent to the Senate.

Blanche likely faces an uphill battle to get confirmed by senators who have castigated him over his handling of the Justice Department’s release of the Epstein files, his efforts to prosecute officials who Trump has targeted for retaliation and the president’s “anti-weaponization” fund, which has drawn bipartisan scorn.
 
“Donald Trump has been engaged in the most corrupt enterprise in the history of the Presidency. Todd Blanche apparently has not noticed,” said Dick Durbin, D-Ill., Senate Democratic Whip and Ranking Member of the Senate Judiciary Committee.

Still, Senate Judiciary Committee Chairman Chuck Grassley has expressed optimism that Blanche has enough support to win confirmation.

“Blanche is well-qualified and has shown his dedication to restoring law and order across our country,” Grassley said in a statement announcing that the Senate received Trump’s nomination. “The Senate Judiciary Committee’s work to process Blanche’s nomination is underway.”

Blanche came under renewed scrutiny when he pushed for a nearly $1.8 billion settlement fund for people seeking damages from the federal government, including Jan. 6 Capitol rioters. After a court order temporarily blocking it and fierce criticism from lawmakers in his own party, Blanche reversed course on the fund and said it would not be pursued.

Prior to the settlement fund controversy, Bondi and Blanche have faced backlash over the Epstein files from lawmakers on both sides of the aisle during their tenure in the Department of Justice.

As part of the Epstein Files Transparency Act, the DOJ was required to publish unclassified material related to the prosecution of the late convicted sex offender Jeffrey Epstein and his accomplice Ghislaine Maxwell. Members of Congress accused both of mishandling the department’s Epstein-related documents by failing to protect the names and images of survivors, omitting the identities of some prominent figures and surveilling their search history of the files.

When she sat before the House Oversight Committee in May, Bondi acknowledged redaction errors but appeared to blame Blanche for the botched release of the Epstein files.

“As the head of a large Department with broad responsibilities, I did not lead every aspect of this effort or conduct that document review myself,” Bondi said. “I delegated oversight over this process to Deputy Attorney General Todd Blanche.”

Bondi later denied blaming Blanche and praised him as “an incredible Attorney General” for what she characterized as a complicated and laborious task.

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Flotilla, il ministro israeliano Ben Gvir indagato a Roma. Lui attacca l'Italia: "Il Paese delle ciabatte". Tajani: "Parole inaccettabili e indegne"

Un esponente del governo israeliano finisce sotto indagine da parte della procura di Roma. Si tratta di Itamar Ben-Gvir, ministro della Sicurezza nazionale. Deve rispondere delle accuse gravissime di tortura, sequestro di persona e tentato omicidio. Il fascicolo è stato aperto dopo i fermi degli attivisti italiani della Global Sumud Flotilla, avvenuti nel maggio scorso.

Ben Gvir contro l'Italia: "Paese delle ciabatte"

Con un post su X Ben Givr ironizza contro l'Italia: "Il Paese dello Stivale è diventato il Paese delle ciabatte". "Israele - aggiunge citato dai media israeliani - non è un sacco da boxe per un branco di bugiardi sostenitori del terrorismo che fabbricano calunnie e menzogne contro i nostri combattenti. Non mi lascerò scoraggiare da questa o da qualsiasi altra inchiesta e continuerò a stare orgogliosamente al fianco dei nostri combattenti".

Tajani: "Parole inaccettabili e indegne"

"Non ho parole per commentare ciò che ha detto Ben Gvir nei confronti dell'Italia ieri dopo aver saputo che era indagato dalla procura della Repubblica. Sono parole inaccettabili che rispediamo al mittente, non sono degne di un ministro. L'Italia è un Paese amico di Israele che ha sempre difeso la libertà e la democrazia e respingiamo al mittente qualsiasi offesa o tentativo di denigrare. Le parole di Ben Gvir dimostrano il livello politico e morale di questo signore", ha detto il ministro degli Esteri, Antonio Tajani, alle Commissioni riunite Esteri e Difesa di Camera e Senato con il ministro della Difesa Guido Crosetto. "Dopo gli inaccettabili atti compiuti ai danni degli attivisti della Global Sumud Flotilla, ho chiesto all'Alto Rappresentante Kallas di portare al Consiglio Affari Esteri una proposta di sanzioni nei confronti del ministro Ben Gvir, responsabile politico di quel grave episodio" e "molti Paesi hanno accolto con favore la nostra proposta, a partire dalla Francia e ad esempio il ministro degli Esteri olandese che ho incontrato ieri", ha sottolineato Tajani. "Ne ho parlato con il ministro degli Esteri Barrot nei giorni scorsi" e "ha concordato sull'importanza di dare un segnale forte verso un ministro che non è degno di rappresentare Israele. Vedremo nei prossimi giorni se sarà possibile raggiungere un consenso in Europa, ma desidero rassicurare quest'Aula sul fatto che continueremo ad insistere verso questo obiettivo. Siamo pronti a valutare, con i partner europei, anche misure sui prodotti provenienti dagli insediamenti illegali: siamo in attesa delle proposte della Commissione Europea".

Cosa c'è nell'inchiesta

Oltre alle testimonianze dei partecipanti alla missione, sentiti dai carabinieri del Ros, in mano alla procura ci sono anche il video, girato nel porto di Ashdod, dove si vede Ben-Gvir che si muove tra i partecipanti alla Global Sumud Flotilla e li deride, mentre questi sono in ginocchio con le mani ammanettate dietro alla schiena. Era stato lo stesso Ben Givr a pubblicare quelle immagini sui propri canali social. C'è da dire che altri fascicoli erano stati aperti, in passato, a seguito delle missioni della Flotilla. L’ultimo dopo gli esposti arrivati in seguito all’abbordaggio delle autorità israeliane contro le imbarcazioni partite il 26 aprile dalla Sicilia e fermate la notte del 29 aprile in acque internazionali vicino all’isola di Creta. Un altro procedimento era stato aperto dopo che lo scorso ottobre attivisti e parlamentari italiani che si trovavano a bordo delle navi della Global Sumud Flotilla erano stati fermati in prossimità della costa di Gaza dalle forze israeliane e poi rimpatriati. In quell’ambito i magistrati avevano chiesto al ministero di Giustizia di inoltrare una rogatoria a Israele per chiedere informazioni sulle procedure utilizzate e la catena di comando che ha gestito i fermi. Richiesta di atti che, dopo una comunicazione da parte di via Arenula ai magistrati romani, verrà inoltrata direttamente dall’Ufficio giudiziario di piazzale Clodio.

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Sri Lanka bans single-use plastic bottles at government events, charges for plastic bags

COLOMBO — Sri Lanka banned the purchase and use of single-use plastic water bottles in all government institutions effective May 31, under a new government circular that targets reduction of wasteful plastic consumption within the state sector. The move is the latest in a long line of attempts by the island nation to reduce plastic pollution — a crisis that clogs waterways, pollutes beaches, harms marine life, and overwhelms the country’s fragile waste management systems. But environmentalists say the real question is not whether Sri Lanka can announce another ban, but whether it can be enforced. The new directive applies to public institutions and is expected to reduce the routine use of disposable plastic water bottles during government meetings, events, offices and official functions. Authorities are encouraging reusable alternatives and better drinking water infrastructure within public institutions, says Kapila Rajapaksha, the director-general of the Central Environmental Authority (CEA), the state agency mandated to address plastic pollution. Sri Lanka’s plastic problem is growing exponentially. The National Plastic Waste Inventory (NPWI) published in 2024 has estimated the island’s municipal plastic waste generation to be approximately 250,000 metric tons per year. Sri Lanka recycles only about 27,000 metric tons of plastic waste annually, roughly 11% of total plastic waste generated. An estimated 68,000 metric tons, or 27% of plastic waste, remain uncollected and are often burned, buried or illegally dumped. Approximately 101,000 metric tons or 41% of the plastics go unaccounted from the waste management system during collection, transport, sorting and disposal. According…This article was originally published on Mongabay

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Salvini beffato su Mps minimizza: “Sull’offerta di Intesa non c’è una posizione della Lega”. Perché l’operazione mette d’accordo (quasi) tutti

A caldo il ministero dell’Economia si è limitato a un laconico comunicato con cui ha preso “atto delle iniziative su Mps di cui è stato informato, che riconoscono la valorizzazione della banca risollevata da una posizione pre fallimentare”. Matteo Salvini, invece, per una volta non commenta “scelte che competono al libero mercato”, spiegando che “non c’è una posizione né del partito né del governo”. Del resto, gradita o meno, l’offerta di Intesa SanPaolo sul Monte dei Paschi di Siena mette d’accordo quasi tutti. Giorgia Meloni e con lei – obtorto collo o meno – anche Giancarlo Giorgetti, appunto: se l’operazione andrà in porto, si dice, potranno dormire sonni tranquilli sulla sorte del risparmio degli italiani custodito dalle Generali, merce sempre preziosa, tanto più in tempi di guerra, che finirebbe nelle mani di un azionariato stabile, capitanato dalla banca di sistema per definizione. Pazienza se questo comporterà l’apertura di un nuovo fronte con Salvini, il quale proprio sulle banche era tornato a puntare i piedi in questi giorni, mentre da sempre sogna un futuro di gloria per il Banco Bpm che a suo tempo aveva raccolto i cocci della Credieuronord leghista e che oggi rischia di diventare una facile preda.

Il sogno si profilava ancora più glorioso nel caso di un matrimonio con Siena, la banca della finanza rossa affossata dalla politica e salvata dalla destra con i denari dei contribuenti. Che però, beffa del destino, se l’intervento di Intesa andrà in porto ritornerà da dove era venuta, nelle mani di un altro simbolo della finanza rossa, la Unipol di Carlo Cimbri, nome che tutto sommato mette d’accordo anche il Partito Democratico. Ma vagli a spiegare agli elettori di Salvini, della destra e pure del Pd che oggi Unipol a parte il simbolo forte dell’azionariato, ha ben poco di rosso e molto di salotto buono. Meglio fare buon viso a cattivo gioco e fare leva sull’italianità, che non a caso è stata in assoluto la parola più pronunciata all’indomani delle indiscrezioni, confermate, sulla mossa del numero uno di Intesa. Carlo Messina, come trapelato domenica, prima si mangerà tutto il boccone Montepaschi più Mediobanca, mettendo sul piatto 30,6 miliardi di euro tra azioni e contanti. Poi cederà al gruppo di Cimbri per massimi 3,5 miliardi quasi tutte le attività bancarie che non può possedere per motivi antitrust e terrà per sé esclusivamente Piazzetta Cuccia, inclusa la partecipazione più importante della compagnia di Trieste (“un investimento finanziario”) e tutti i titoli di Stato che sono nel portafoglio di Mps.

“Siamo convinti che chi ha la responsabilità di governare il Paese non possa che apprezzare l’operazione”, dice Cimbri precisando che “teniamo in considerazione tutto il governo non solo il ministero dell’Economia”. Il diretto interessato, invece, glissa quando gli chiedono delle reazioni del governo, ma si sofferma a lungo su quella che ritiene sia la valenza di sistema della sua operazione. “L’elemento qualificante di tutto questo – dice il numero uno della prima banca del Paese e deus ex machina del suo prossimo concorrente diretto – è che si crea la seconda banca italiana: con questa operazione, che consente a Unipol di acquisire la componente significativa Montepaschi fondendola con Bper, la dimensione della banca risultante diventa la seconda banca del nostro paese”. L’altro elemento qualificante, aggiunge, è che “parliamo di Intesa SanPaolo che mette in sicurezza” la filiera Mediobanca- Generali e complessivamente “si realizzano delle operazioni per cui il primo operatore già era l’unico operatore realmente italiano di dimensioni nel contesto del mercato italiano ed europeo, ma anche la seconda banca italiana è diventa una banca con un fortissimo azionariato italiano”. Ogni riferimento a Unicredit è puramente casuale. Ancora meno casuale è quello a Salvini quando Messina commenta le ultime tirate del leader della Lega sugli extra profitti bancari: “Una cosa dobbiamo dircela. Il debito pubblico italiano è finanziato principalmente dalle banche e dalle assicurazioni. Se si vuol fare la contabilità credo che non sia l’approccio migliore e non credo che sia corretto torna su questi temi ogni anno. Con questa operazione di Mps porteremo in Intesa anche tutti i titoli di Stato che sono in quella banca. E continueremo a sostenere il debito pubblico con la garanzia che lo sta facendo una realtà italiana”.

Non teme contromosse? Chi ha più soldi si faccia sotto, è la replica: “Questa è una operazione di mercato e non di potere. Se c’è qualcuno disposto a pagare un premio più alto allora amen. L’operazione deve creare valore per i nostri azionisti”. Già, gli azionisti. Secondo il banchiere i soci privati di Siena, leggi Caltagirone e Del Vecchio, considereranno la sua offerta “particolarmente attrattiva”. E se l’operazione andasse in porto “le nostre fondazioni azioniste scenderebbero al 16% mentre i soci privati Delfin e Caltagirone si aggirerebbero tra il 6-7%”. Tutti italiani, insomma. E poi, Del Vecchio permettendo, tutti insieme nelle Generali. Insieme a Unicredit.

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Nordio fa saltare il vertice di martedì sulla giustizia. Il nodo della responsabilità civile dei magistrati chiesta da FI

Salta, davvero a sorpresa, e per “colpa” di Carlo Nordio, il vertice sulla giustizia che avrebbe dovuto tenersi martedì. Già fissato l’appuntamento, in via Arenula, al ministero della Giustizia, per le 15. Invece, poco dopo le 18, ecco un messaggio del Guardasigilli in persona inviato a tutti i capigruppo della maggioranza di Camera e Senato. “Per sopravvenuti e improrogabili impegni istituzionali” il ministro della Giustizia chiede che l’incontro salti. Non solo. Non viene neppure indicata una prossima data di convocazione. Nordio non fornisce neppure un’adeguata spiegazione delle ragioni, perché non capita tutti i giorni che un vertice di questo tipo sia sconvocato mezza giornata prima, al punto che già serpeggiano le ipotesi più svariate. Tra queste, quella più accreditata riguarda il problema ormai politico della responsabilità civile per i magistrati ordinari, lanciata e poi chiesta con insistenza dal capogruppo di Forza Italia alla Camera Enrico Costa, mentre la stessa Marina Berlusconi continua a ripetere che proprio la responsabilità civile sarebbe una norma su cui concentrare l’attenzione.

L’effetto sorpresa è garantito. Perché il niet di Nordio sulla richiesta di Costa è stato particolarmente secco e duro, una sorta di niet preventivo, del tutto politicamente anomalo all’interno di una maggioranza che, tra l’altro, vede come vice ministro della Giustizia un altro forzista, e cioè l’avvocato barese Francesco Paolo Sisto che, ancora oggi, sostiene che “aprire una riflessione sulla responsabilità civile dei magistrati non significa attaccare la magistratura, ma rafforzare il rapporto di fiducia tra cittadini e istituzioni”. Ma c’è di più. Mentre la maggiore chiusura a occuparsi del tema è arrivata dai meloniani, nelle ultime dichiarazioni della responsabile Giustizia della Lega Giulia Bongiorno è giunta una tiepida apertura. Ma la questione resta squisitamente politica, perché rispetto alla richiesta di un partito di maggioranza come Forza Italia, per giunta fatta dai due capigruppo sia della Camera Costa che del Senato Stefania Craxi, nominata dalla stessa Marina Berlusconi, il no di Nordio è politicamente imbarazzante.

Costa fino a oggi non ha fornito un possibile testo su cui discutere, preferendo ottenere prima una via libera pieno dalla sua maggioranza. Ma proprio qui si è innestato il no di Nordio. Il quale peraltro, nel 2022, era stato il presidente del Comitato per i referendum radical leghisti, tra i quali c’era anche quello sulla responsabilità civile, per cambiare la legge del 1987 post referendum (finito con l’80% dei Sì) poi aggiornata nel 2015, saltato all’ultimo momento per lo stop della Corte costituzionale. Secondo Costa il problema della responsabilità civile del magistrato non riguarda “chi paga”, oggi lo Stato che si rivale poi sulla toga, ma il fatto che proprio il magistrato non possa essere insindacabile nel valutare le prove. Ed è quello che Marina Berlusconi vorrebbe da una legge sulla responsabilità civile. Il presidente dell’Anm Giuseppe Tango oggi ne ha parlato in questi termini: “Nel caso in cui ci fosse un testo su cui ragionare, lo valuteremo ovviamente con estrema attenzione”. Ma a questo punto è improbabile che questo testo ci possa mai essere.

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Abertas inscrições para 5ª Olimpíada Nacional de Eficiência Energética

A Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2026 abriu inscrições gratuitas nesta segunda-feira (8) para estudantes e professores de todo o Brasil. Poderão se inscrever, pela primeira vez, nesta quinta edição, estudantes do 1º e 2º anos do ensino médio das redes pública e privada, além dos alunos da 8ª e 9ª séries do ensino fundamental. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de setembro no site oficial da ONEE.

Organizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), a ONEE é coordenada pelo Instituto Abradee, da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), que representa 42 distribuidoras de energia elétrica do país, ou 99,6% da distribuição nacional de energia.

Na edição deste ano, a Olimpíada terá o Grupo Equatorial, representado pela Equatorial Piauí, como empresa proponente da iniciativa. No total, 48 distribuidoras de energia elétrica participarão da ONEE 2026, abrangendo todos os estados brasileiros.

A presidente da Abradee, Patricia Audi, disse à Agência Brasil que o certame deverá mobilizar mais de 660 mil alunos de todo o país. Para os professores, será oferecido um curso de formação gratuito, com quatro módulos que tratam de eficiência energética, consumo eficiente, desenvolvimento sustentável e cuidados no uso da energia.

Objetivos

Considerada a maior olimpíada do setor elétrico brasileiro, a competição objetiva estimular os estudantes a entenderem que energia elétrica “é vida, é desenvolvimento, é prosperidade, é dignidade”, ressaltou Patricia Audi. E explicou: “Todos nós que temos esse ativo como uma coisa dada, muitas vezes não entendemos a importância da energia elétrica”.

A presidente da Abradee lembrou que, no caso do Brasil, a energia elétrica é um ativo porque quase 90% da matriz energética do país são sustentáveis, o que “é motivo de orgulho”. Daí um dos objetivos principais da ONEE ser ensinar aos alunos como consumir a energia elétrica com responsabilidade, com eficiência. “E estimular uma visão cidadã desses alunos que serão profissionais no futuro, inclusive nas suas próprias casas, sobre a importância da energia elétrica no desenvolvimento sustentável do país”, explicou Patricia.

Além de incentivar a conscientização sobre eficiência energética, a ONEE também busca fortalecer o aprendizado no campo de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, alinhado às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Etapas

Antes mesmo do encerramento das inscrições, os estudantes participarão de desafios, que se estenderão de 4 a 18 de setembro. Serão games (jogos) e quizzes (questionários curtos de perguntas e respostas) para despertar o interesse e a conscientização das crianças e adolescentes sobre o tema da energia elétrica de forma lúdica.

“Os alunos vão competir entre eles e ganharão pontuações”, disse Patricia Audi. “É uma maneira bastante atrativa e contemporânea de fazer com que eles se interessem sobre o tema”.

Já as provas online serão realizadas no período de 21 a 25 de setembro, em uma primeira etapa, com resultado previsto para a primeira quinzena de outubro. Os melhores classificados participarão da segunda fase de provas, realizando uma prova objetiva disponível pelo site e plataforma oficial da olimpíada, durante a Semana Olímpica, que ocorrerá entre os dias 9 e 13 de novembro. A cerimônia nacional de premiação será no dia 12 de novembro.

A presidente da Abradee destacou que a Semana Olímpica visa a intensificação do conhecimento.

“É muito rico ver a realidade desses jovens entendendo o que é eficiência energética, de que forma eles podem aplicar esse conhecimento no dia a dia, para a vida deles, inclusive em termos de política pública, de economia e, principalmente, com a responsabilização e o viés de cidadania, com a participação de cada um deles”, disse.

Os alunos com melhores resultados receberão medalhas de ouro, prata e bronze. Além disso, o estudante com melhor desempenho de cada estado ganhará um notebook como reconhecimento pelo resultado alcançado na competição e uma viagem para a Semana Olímpica, em Brasília, onde ocorrerá o desafio final, que definirá o grande vencedor nacional. Os familiares e professores dos melhores alunos participarão também da cerimônia nacional de premiação, com tudo pago pela ONEE.

Transformação

Na avaliação do diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, a ONEE vai além da competição acadêmica, porque “é por meio do conhecimento que os jovens têm a capacidade de transformar e impactar o meio em que vivem”. Feitosa considera que iniciativas como a ONEE reforçam esse compromisso tão importante com o interesse pelo aprendizado. Ele não tem dúvida de que essa prática transforma os estudantes em protagonistas do futuro do País, “incentivando e valorizando esses jovens para uma sociedade mais sustentável e justa para todos.”

Para Sergio Araújo, superintendente de Digital, Inovação e Projetos Estratégicos do Grupo Equatorial, a Olimpíada Nacional de Eficiência Energética representa uma importante iniciativa de conscientização e formação cidadã, ao aproximar estudantes e professores de um tema estratégico para o desenvolvimento sustentável do país. 

 

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Perù, ballottaggio sul filo del voto rurale: Fujimori in testa, Sánchez risale

Il ballottaggio presidenziale in Perù si deciderà praticamente all'ultimo voto. Il sito web dell'Ufficio Nazionale dei Processi Elettorali (ONPE) mostra che, con il 91,553% delle schede scrutinate, la differenza tra i due candidati è di appena 113.630 voti.

Secondo gli ultimi dati diffusi dall'ONPE, i risultati parziali sono i seguenti: la candidata di destra Keiko Fujimori è leggermente in vantaggio sul candidato di sinistra Roberto Sánchez, avendo ottenuto il 50,329% dei voti contro il 49,671% del suo rivale.

Questo risultato percentuale attribuisce alla candidata di Fuerza Popular un totale di 8.689.389 voti, mentre il candidato di Juntos por el Perú segue con 8.575.759. La differenza è di 164.000 voti.

Finora, i voti scrutinati provengono principalmente da Lima (la capitale) e da altre città, tradizionalmente roccaforti di Fujimori, candidata alla presidenza per la quarta volta.

Al contrario, Sánchez sta guadagnando terreno nelle zone rurali, il cuore del Perù, i cui voti sono solitamente gli ultimi a essere scrutinati. Ciò è stato confermato durante il primo turno, quando ha superato l'altro candidato di estrema destra e, fino ad allora, il favorito secondo numerosi sondaggi, l'ex sindaco di Lima Rafael López Aliaga.

Gli exit poll diffusi dopo la chiusura dei seggi mostravano un sostanziale pareggio, con un leggero vantaggio per Fujimori. Secondo l'istituto di sondaggi Ipsos, Fujimori ha ottenuto il 50,7% dei voti validi e Sánchez il 49,3%. Datum, dal canto suo, indicava Fujimori con il 50,53% e Sánchez con il 49,47%.

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Casa do Povo de Messines faz história com quatro títulos nacionais de ginástica

A Casa do Povo de Messines fez história nos Campeonatos Nacionais de Ginástica ao conquistar quatro títulos e nove campeões nacionais.

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L'Iran annuncia stop delle operazioni contro Israele

L'Iran ha annunciato la cessazione delle operazioni delle sue forze armate contro Israele, a seguito di una "risposta energica" in difesa del popolo libanese dopo gli attacchi israeliani nel sud del Paese.

Il Comando Centrale iraniano, Khatam al-Anbiya, ha dichiarato che Israele e i suoi sostenitori "avrebbero dovuto imparare la lezione" e ha affermato che, se le aggressioni e le atrocità dovessero persistere, anche nel Libano meridionale, "verranno adottate misure molto più severe e devastanti".

Il Comando Centrale Khatam al-Anbiya è il più alto comando operativo delle forze armate iraniane e risponde allo Stato Maggiore. La sua funzione principale è quella di pianificare, coordinare e supervisionare le operazioni militari a livello nazionale, fungendo da comando di collegamento tra le varie branche, tra cui l'Esercito e le Guardie Rivoluzionarie.

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Incendio e blackout in Giamaica dopo l’arrivo di Nimitz, la portaerei Usa: nave scuola o minaccia a Cuba?

Il 5 giugno alle ore 21, la rete elettrica giamaicana, già devastata dal micidiale uragano Melissa di ottobre 2025, collassa misteriosamente, gettando l’isola in un blackout totale che dura quasi 12 ore, con un ripristino del servizio a fasi progressive (prima hotel e quartieri benestanti, ovvio) che impegna centinaia di tecnici tutta la notte fino a mattino inoltrato.

Il ministro dell’Energia Daryl Vaz del governo JLP (Jamaica Labour Party) di Andrew Holness si scaglia furibondo contro la JPS, la compagnia elettrica a capitale privato che opera in Giamaica in regime di monopolio. “Imbarazzante” e “inaccettabile” i termini usati per definire il servizio di una società già oggetto di feroci critiche per i costi altissimi pagati dagli utenti e l’inettitudine della dirigenza. I social network si intasano di post, incentrati sulla possibilità di un attacco malware (malicious software) alla centrale elettrica. Il malware è un programma informatico che comprende virus e trojan, più volte utilizzato per provocare blackout in Ucraina prima e durante la guerra con la Russia.

Dopo la riunione con la JPS, il ministro smentisce tali voci, attribuendo la causa a una serie di fulmini che avrebbero colpito la centrale provocando un effetto a catena. Restano le perplessità sul fatto che neanche Melissa, uragano forza 5, fosse riuscito a spegnere tutte le luci dell’isola istantaneamente.

Un’ora prima, un incendio di natura non accertata aveva devastato il quartier generale della JDF (l’esercito giamaicano) nella capitale. Questi strani eventi sono successi dopo l’arrivo al porto di Kingston lunedì scorso della portaerei americana Nimitz, scortata da tre incrociatori, rimasti al largo mentre la nave da guerra attraccava. L’arrivo della Nimitz è stato presentato dal governo di Holness come un evento pacifico per celebrare 250 anni di relazioni bilaterali USA-Giamaica, dalla dichiarazione d’indipendenza del 1776.

Nave scuola o minaccia a Cuba?

Gli studenti sono saliti sul colosso bellico a propulsione nucleare, che può trasportare fino a 90 caccia F/A-18E/F Super Hornet. Il partito di Holness, JLP, ha una storia di mezzo secolo almeno nella partnership politica con i repubblicani Usa. Edward Seaga, suo fondatore, era pappa e ciccia prima con Reagan poi con Bush padre, appoggiando militarmente il primo nell’invasione della piccola isola di Grenada, astenendosi però quando Bush replicò con Panama.

Due fattori stridono decisamente con l’atmosfera idilliaca dal sapore di propaganda che Holness ha costruito per questo evento:

1. La presenza di 4000 soldati sbarcati dalla portaerei, che non è facile immaginare in procinto di “imbiancare scuole” come ha fatto ironicamente notare Byron Blake, un ex diplomatico di Caricom, la Comunità Caraibica per il Libero Scambio: “Il fatto che, in un momento storico in cui la tensione tra Cuba e Stati Uniti è al top, si scelga di mettere una nave di questa portata bellica proprio davanti alle coste cubane suona come un atto di intimidazione e una prova di forza di cui la Giamaica diventa inevitabilmente complice”.

2. È quindi sospetta la tempistica di organizzare questa visita proprio quando Trump e Rubio progettano di sferrare il colpo di grazia a Cuba, il nemico storico ormai messo in ginocchio dal blocco navale che impedisce l’arrivo di carburante, alimenti e medicine, con il Venezuela ridotto a Stato succube, dopo il sequestro di Maduro e il suo petrolio interdetto all’isola un tempo alleata.

Cuba, che soffre anche della fuga dei capitali stranieri – primi fra tutti la rinuncia delle catene spagnole di alberghi come Melia e Iberostar che stanno abbandonando l’Avana – è a 20 minuti di aereo da Kingston a Santiago. Anche Visa e Mastercard hanno interrotto il servizio di pagamento ai turisti che soggiornano a Cuba.

E non è un caso che le prime critiche all’opportunità di tale spiegamento di forze dirimpetto all’isola nel contesto attuale siano venute dal partito rivale PNP (People National Party) il cui storico leader, Michael Manley, fu alleato di Cuba a lungo, osteggiato dagli Stati Uniti che soffiarono sul fuoco, favorendo il conflitto civile tra i due partiti. Un migliaio di persone furono uccise durante le elezioni del 1980. Anche Bob Marley, che appoggiava Manley, fu ferito in un attentato.

Raul Castro il prossimo?

Un’altra coincidenza temporale sospetta è che la nave sia arrivata in Giamaica proprio nel momento in cui la chiacchierata trattativa tra gli Usa e il nipote di Raul Castro – Raul Guillermo Castro, detto El Cangrejo per via di una mano deformata – sembra destinata al naufragio, dopo l’incriminazione del nonno da parte del Procuratore Distrettuale Usa Todd Blanche, per l’abbattimento nel 1996 di due aerei civili appartenenti all’organizzazione anticastrista di Miami Brothers to the Rescue che avevano violato lo spazio aereo cubano. In quella circostanza morirono 4 persone, tra cui 3 cittadini americani.

Una mossa strumentale da parte di Trump, probabilmente sollecitata dal Segretario di Stato Marco Rubio per sabotare ogni margine di trattativa con l’arcinemico cubano, e fornire un eventuale pretesto per un’invasione nell’isola ai fini di arrestare il 94enne fratello di Fidel, sulla falsariga di ciò che è stato fatto con Maduro.

Ma potrebbe essere solo una minaccia per intimorire l’élite castrista, puntando al suo simbolo storico, e se questa ipotesi fosse veritiera, la presenza della Nimitz nel porto di Kingston coinciderebbe con tale minaccia. Speculations ovviamente, prive di riscontro al momento.

La portaerei ha lasciato Kingston il 5 giugno, proprio lo stesso giorno del blackout notturno in Giamaica. Il governo di Holness ha respinto ogni ipotesi di “stress test” di un cyber attack sulle postazioni JPS con effetto collaterale l’incendio della caserma, e soprattutto che la presenza della nave Usa servisse a intimidire il governo cubano, accusando social e opposizione di complottismo.

Tuttavia rimangono le inconsistenze della versione ufficiale: l’oscuramento totale di una nazione provocato da un temporale, e una nave da guerra armata fino ai denti che si scomoda per un viaggio così costoso solo a scopo didattico. Della serie, negare per non spiegare.

© F.Bacchetta

L'articolo Incendio e blackout in Giamaica dopo l’arrivo di Nimitz, la portaerei Usa: nave scuola o minaccia a Cuba? proviene da Il Fatto Quotidiano.

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‘Slumping’ afflicted soft corals around a South Korean island in 2024. Will it return this year?

JEJU ISLAND, South Korea — In April 2025, I zipped myself up into a thick wetsuit and inched down a steep, rocky ledge toward the gray-blue water encircling Beomseom, a small island off the southern coast of Jeju Island in South Korea. Then I leapt into the chilly sea and wriggled into my scuba gear while floating on the surface. In the water with me was Sanghoon Yoon, an adviser for Paran Ocean Citizen Science Center, a South Korean civil society group that advocates for the protection of the ocean. That day, Yoon was my scuba dive buddy. Yoon and I sank beneath the dangling legs of snorkelers into a watery realm of rocks and kelp. Once in deeper water, I encountered gelatinous stalks of soft coral. The polyps appeared purple, pink, red, and even orange, depending on the light. The islet of Beomseom off South Korea’s Jeju Island hosts colorful gardens of soft coral. Image courtesy of Paran. Sanghoon Hoon, an adviser to the Paran Ocean Citizen Science Center, dives among  corals in the waters off Jeju, South Korea. Image courtesy of Paran. The soft corals I saw that day were healthy. But in 2024, soft corals around Beomseom Island and other parts of Jeju experienced what scientists are calling a “slumping” event — and what Yoon describes as “melting” — which saw soft corals losing their shape, drooping, and even dying. The event was widely reported in local media and attributed to marine heat as Jeju waters hovered…This article was originally published on Mongabay

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