A Fifa anunciou oficialmente que Shakira estará entre as atrações da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. O evento acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, uma das sedes do torneio.
A cantora colombiana dividirá o palco com o astro nigeriano Burna Boy. Os dois artistas lançaram recentemente “Dai Dai”, canção escolhida como música oficial do Mundial.
Esta será a terceira participação de Shakira em eventos ligados à Copa do Mundo. Em 2010, na África do Sul, ela conquistou o público global com o fenômeno “Waka Waka”. Já em 2014, no Brasil, foi uma das atrações da cerimônia de encerramento ao interpretar “La La La”, ao lado de Carlinhos Brown.
A abertura do torneio contará ainda com uma grande programação musical espalhada pelos três países-sede. No México, também estão confirmados nomes como Maná, Tyla, Alejandro Fernández, J Balvin, Belinda, Lila Downs, Danny Ocean e Los Ángeles Azules.
Cantora colombiana participará da cerimônia de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México | Foto: Reprodução
No Canadá, artistas como Michael Bublé, Alanis Morissette e Alessia Cara comandarão as apresentações antes da partida de abertura da seleção canadense. Já nos Estados Unidos, Katy Perry lidera o line-up que também terá Anitta, Future, Lisa, do Blackpink, Marilina Bogado e outros convidados.
A expectativa é que as apresentações celebrem a diversidade cultural dos países anfitriões e marquem o início de uma das maiores edições da história da Copa do Mundo.
Tavira vai associar-se às Jornadas Europeias da Arqueologia 2026 com um programa que pretende aproximar o público do trabalho arqueológico e da preservação do património, através de várias atividades previstas para os dias 13 e 14 de junho.
As iniciativas terão lugar no Núcleo Islâmico do Museu Municipal e no Laboratório de Conservação e Restauro, propondo momentos de descoberta e participação que permitem conhecer de perto o percurso dos objetos arqueológicos, desde a escavação até à sua exposição museológica.
Sob o mote “A Arqueologia a Acontecer”, o programa integra-se numa celebração de âmbito europeu dedicada este ano à arqueologia preventiva, destacando o seu papel na proteção e salvaguarda do património arqueológico.
A proposta em Tavira convida residentes e visitantes a observar o trabalho desenvolvido diariamente por arqueólogos e conservadores, bem como a compreender os processos científicos e técnicos que permitem estudar, tratar e preservar vestígios do passado.
Com esta iniciativa, o município pretende reforçar a ligação entre a comunidade e o património local, promovendo uma maior consciência sobre a importância da investigação arqueológica e da preservação da memória histórica.
Muitos portugueses aproveitaram o feriado esta quinta-feira para umas miniférias no Algarve, mas o vento e a descida das temperaturas afastou muitos banhistas das praias, como regsitou a reportagem da SIC.
O feriado do Corpo de Deus esta quinta-feira permitiu umas miniférias a muitos portugueses que rumaram ao Algarve, mas o tempo não está de feição, mas o vento vespertino de norte e a temperatura da água, não tornam apetecível a permanência dos turistas nas praias do Algarve.
Aguardando por temperaturas mais altas e menos vento, os portugueses que rumaram a Sul para umas miniférias, aproveitam para caminhar no areal e descontrair, por agora, sem dúvidas sobre onde colocar o chapéu de sol porque espaço não falta.
Quanto ao mar, o nadador-salvador, Júlio Fonseca, da praia de Quarteira, lembra os cuidados a ter, sobretudo com as crianças.
Imagem extraída da reportagem da SIC
“A dica que dou é a distância de segurança. Não é estar na linha de água, a distância de segurança é de um braço. (…) Começámos a temporada a 7 de maio e no dia 8 já houve um afogamento e, até então, já tivemos quatro afogamentos. Dos 12 aos 15 anos é a faixa que mais arrisca e se coloca em perigo”, alerta o nadador-salvador.
A época balnear está aberta e com ou sem chapéus de sol à frente dos espaços concessionados, o importante é que quem vai ao mar tenha mais cuidados, para evitar sustos.
O URBANISMO REGULA TUDO O QUE RESPEITA À VIDA EM SOCIEDADE
Desde a – interminável – crise da habitação, à transformação do coberto vegetal, passando pela simples utilização de uma parcela do solo, à localização da Start Campos, o maior investimento privado a concretizar no país, que irá atrair mais de trinta mil milhões de Euros em investimento, tudo depende e se relaciona com o planeamento e a gestão urbanística.
DE ACORDO COM O DIVULGADO PELO GOVERNO, O CIDADÃO PODERÁ INICIAR AS OBRAS “OITO DIAS APÓS A APRESENTAÇÃO DO PEDIDO”
Com a publicação do Decreto-Lei nº 108/2026, de 29 de maio, o Governo vem introduzir profundas alterações à legislação que regula o “licenciamento de obras particulares”.
As alterações são profundas, mas o resultado dependerá sempre de quem aplica a lei e não de quem legisla.
Na realidade, o novo diploma encurta prazos para que as câmaras se pronunciem, cria figuras diferentes de controlo prévio, elimina a apreciação liminar nos processos sujeitos a comunicação prévia, no entanto, não pode eliminar o procedimento, como é óbvio, e mantém por isso a etapa de análise preliminar.
O GOVERNO NÃO AUMENTA OS PRAZOS PARA RESPOSTA, MAS ADAPTA AO TIMING ANORMAL DAS CÂMARAS MUNICIPAIS, PERMITINDO A PRORROGAÇÃO DESSE PRAZO
A adaptação – dilatação – dos prazos para resposta aos projetos, ao timing das câmaras municipais, sem responsabilizar de forma objetiva de todos os intervenientes.
O DEFERIMENTO TÁCITO SERÁ A FERRAMENTA ESSENCIAL NO PROCESSO URBANÍSTICO, MAS NÃO FUNCIONA SEM A RESPONSABILIZAÇÃO DOS INTERVENIENTES
O deferimento tácito “representa um ato constitutivo de direitos, válido para todos os efeitos”. Enquanto não se fizer valer esse deferimento “como efetivo ato constitutivo de direitos que é, nunca, mas nunca mesmo, existirá qualquer tipo de simplificação.
A revogação, ou seja, o indeferimento depois de ultrapassado o prazo legal, só é permitido mediante indemnização do interessado por parte das Câmaras Municipais.
COM O DEFERIMENTO TÁCITO EM VIGOR, O INDEFERIMENTO DO PEDIDO, DEPOIS DE ULTRAPASSADO O PRAZO LEGAL, SÓ É PERMITIDO, MEDIANTE INDEMNIZAÇÃO DO INTERESSADO POR PARTE DA AUTARQUIA
As câmara municipais não podem decidir sobre as pretensões dos particulares fora do prazo determinado por lei, sem observar o estabelecido no Código do Procedimento Administrativo, ou seja, de forma muito complexa e assumindo a autarquia, quando devida, a responsabilidade pela indemnização do interessado.
CONFERÊNCIA EM ALBUFEIRA SOBRE AS ALTERAÇÕES À LEGISLAÇÃO URBANÍSTICA PUBLICADAS NO DIA 29 DE MAIO
Dia 15 de junho, entre as 9h00 e as 16h00, em Albufeira, em local ainda a designar, colaboração com a Câmara Municipal de Albufeira, será realizada uma breve e incisiva Conferência inicial sobre as alterações mais relevantes, introduzidas no Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, designadamente:
a resolução arbitrária de conflitos – (inovação fundamental e muito importante no contexto da gestão urbanística);
a utilização da inteligência artificial no processo urbanístico;
a nova configuração dos mecanismos de controlo administrativo;
o papel da nova figura da comunicação prévia;
a revogação do deferimento tácito implícito e explícito;
e as perspetivas futuras resultantes destas modificações.
Será uma abordagem objetiva mas cirúrgica sobre este novo paradigma. Como sempre convido as Ordens Profissionais dos Advogados, dos Arquitetos, dos Engenheiros, Associação Portuguesa dos Urbanistas, entre outras instituções.
O organizador, António Góis Nóbrega, urbanista, contará também com organizações empresariais relacionadas com a habitação e construção civil, bem como da mediação imobiliária, entre outras.
Será uma oportunidade de debate e esclarecimento desta matéria fundamental em todos os domínios da sociedade. A participação tem um custo de 90,00€, valor que deve ser pago através de transferência bancária para o NIB: 0045.7012.4000.1231702.11, enviando depois o comprovativo para o e-mail: urbanismoordenamento@gmail.com . Pode inscrever-se clicando aqui.
Com a greve geral e o feriado, mais um dia de férias, deu um fim de semana XXL e muitos portugueses optaram por descansar, aproveitando as temperaturas, que já começam a subir, para rumar até ao Algarve, indo até à praia como mostra a reportagem da TVI.
Como é notório pelas imagens e entrevistas realizadas pelo jornalista João Mira Godinho em Quarteira, o Algarve foi mesmo o destino de muitos portugueses. Para uns podia estar menos vento que não fazia mal, outros queriam que a água estivesse um pouco mais quente, enquanto que outros afirmam que “estamos à vontade, não há confusões, enfim, agradar a gregos e troianos é muito dificil.
A enfermeira Stefanie Silva Lima, de 26 anos, foi assassinada com seis tiros dentro de casa, na quarta-feira (03/06), na região do Campo Limpo, Zona Sul de São Paulo. Conhecida pela dedicação à profissão, ela atuava em dois hospitais e prestava assistência a crianças em tratamento contra o câncer. Além do trabalho na área da saúde, participava de corridas beneficentes voltadas ao apoio de pacientes.
Segundo informações da investigação, Stefanie foi morta na quarta-feira após ser surpreendida pelo ex-namorado, Guilherme Sobrinho Keller Vieira, também de 26 anos. Imagens de câmeras de segurança registraram estampidos de tiros, pedidos de socorro e, logo depois, a fuga do suspeito em um veículo.
Familiares relataram que a jovem chegou a mudar de bairro por receio de uma possível violência, já que o ex-companheiro não aceitava o término da relação. Apesar da mudança, ele conhecia os hábitos e a rotina da vítima.
Durante as diligências, equipes localizaram na residência do suspeito grande quantidade de munições, simulacros de armas e um colete balístico. Conforme a Polícia Militar, Guilherme já respondia por porte ilegal de arma de fogo e costumava exibir armamentos em publicações nas redes sociais.
O homem foi capturado poucas horas após o crime em uma praça de pedágio na cidade de Arujá, na Grande São Paulo. De acordo com a polícia, ele portava a arma utilizada no homicídio e dois carregadores no momento da abordagem. O caso foi registrado no 89º Distrito Policial.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a mãe da enfermeira acionou a Polícia Militar. Equipes seguiram para o imóvel, mas profissionais do Samu apenas constataram a morte da jovem no local.
Meus caros leitores, na política, como na vida, a ambição não é um defeito. O problema surge quando a ambição se transforma numa corrida desenfreada pelo poder, onde vale tudo para alcançar um cargo ou uma posição de destaque. Quando se prometem soluções para todos os problemas, sem explicar como serão concretizadas, corre-se o risco de criar expectativas irrealistas e de aumentar a desconfiança dos cidadãos.
Vivemos tempos difíceis. A economia mundial enfrenta desafios, o custo de vida continua elevado e as incertezas acumulam-se. É precisamente nestes momentos que os portugueses precisam de ser tratados com seriedade e honestidade, e não com promessas que parecem demasiado boas para serem verdade.
E mais uma vez, vindas do mesmo lado, em Portugal voltaram a surgir notícias que não dignificam a política. Investigações, detenções e suspeitas envolvendo figuras ligadas ao poder político levantam novamente questões sobre a transparência e a responsabilidade de quem exerce cargos públicos. Cabe agora à justiça fazer o seu trabalho, com independência e sem pressões.
O que os cidadãos exigem não é perfeição. Exigem apenas que quem os governa coloque o interesse público acima das ambições pessoais ou partidárias. E essa é uma lição que todos os partidos deveriam ter presente.
Portugal voltou a acordar com notícias de buscas, detenções, suspeitas de corrupção e investigações que envolvem autarquias e estruturas ligadas ao poder político. Desta vez, os holofotes apontam para várias entidades locais e para figuras ligadas ao Partido Socialista, numa situação que está a provocar preocupação e desgaste na confiança dos cidadãos.
Importa dizer, desde já, que num Estado de Direito todos são inocentes até prova em contrário. A justiça deve funcionar com independência, sem interferências políticas e sem julgamentos na praça pública. Mas também é verdade que quando os casos se acumulam, os portugueses começam a questionar se os seus representantes estão verdadeiramente ao serviço do país ou dos seus próprios interesses.
Nos últimos anos, temos assistido a um desgaste contínuo da imagem da política. Não por culpa da maioria dos autarcas, deputados ou governantes, muitos dos quais trabalham honestamente, (alguns que calados eram poetas, criticam quem trabalha), mas porque basta uma minoria para lançar suspeitas sobre todos os restantes. O Partido Socialista atravessa atualmente um período particularmente difícil. Depois de anos no poder, enfrenta problemas internos, divisões, perda de influência e sucessivos casos que têm alimentado a desconfiança popular. Em vez de apresentar uma reflexão profunda sobre os erros cometidos, muitas vezes parece mais preocupado em atacar quem governa do que em reconstruir a sua própria credibilidade.
Por outro lado, o atual Governo tem procurado avançar com algumas reformas que há muito eram reclamadas pelos portugueses. Nem tudo estará perfeito, como é evidente, mas há sinais de tentativa de modernização do Estado e de uma maior descentralização de competências, algo que muitos defendem há anos. É legítimo criticar o Governo quando erra, mas também é justo reconhecer quando existem medidas que vão ao encontro das necessidades do país.
Mas se há algo que deve preocupar todos os partidos, sem exceção, é o crescente afastamento dos cidadãos da vida política. Um exemplo recente foram as eleições diretas no PSD. A reduzida participação dos militantes deveria servir de alerta para todos. Quando até aqueles que pertencem aos partidos demonstram desinteresse em participar nos processos internos, algo não está bem. Como militante e observador da vida política, considero preocupante essa falta de mobilização. Os partidos são pilares fundamentais da democracia e precisam de militantes ativos, motivados e envolvidos. Sem participação não existe renovação, sem renovação não existe confiança, e sem confiança a democracia enfraquece.
Os portugueses estão cansados de guerras partidárias permanentes. Estão cansados de escândalos, suspeitas e ataques pessoais. O que querem é transparência, competência e resultados. Querem políticos que resolvam problemas e não políticos que criem problemas.
A justiça deve continuar o seu trabalho, doa a quem doer. Os partidos devem fazer a sua reflexão interna. E os cidadãos devem continuar atentos e exigentes. Porque a democracia não se fortalece com silêncio nem com fanatismos. Fortalece-se com responsabilidade, participação e verdade.
O país precisa de menos ruído político e de pessoas aflitas pelo poder, que parece que obrigam o cidadão a ser o que eles querem. O que o país precisa é de mais respeito pelos portugueses.
Integrada na programação cultural promovida pela Câmara Municipal de Albufeira, a exposição reúne fotografias que retratam a riqueza arquitetónica, paisagística
O técnico Carlo Ancelotti começa a testar alternativas na seleção brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Nesta quinta-feira, em atividade realizada no Columbia Park Training, em Nova Jersey (EUA), o comandante italiano observou uma nova formação da equipe, pensando no amistoso de sábado contra o Egito.
Mudanças na defesa
Em relação ao time que iniciou a partida contra o Panamá no final de semana, apenas Wesley seguiu na defesa. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos foram a novidades e completaram o setor, nas vagas de Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro.
Alterações no meio-campo e ataque
No meio-campo, Lucas Paquetá ganhou uma oportunidade no time ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães. No ataque, a novidade ficou com a presença do centroavante Igor Thiago, atuando ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior. Com essa nova formação, Luiz Henrique e Matheus Cunha também deixaram o time.
Portanto, a equipe testada por Ancelotti teve: Alisson; Wesley, Marquinhos, Magalhães e Douglas; Casemiro, Guimarães e Paquetá; Raphinha, Vini Júnior e Igor Thiago.
Próximos compromissos
O duelo contra o Egito será realizado no sábado, às 19 horas (de Brasília), no Huntington Park Field, em Cleveland, nos Estados Unidos. A estreia na Copa do Mundo acontece no dia 13 de junho contra Marrocos, em Nova Jersey. (Danilo Lavieri/UOL/FOLHAPRESS)
A exposição de fotografia “Um Olhar sobre o Algarve”, da autoria do fotógrafo albufeirense António de Sá Fragoso, vai estar patente de 5 a 29 de Junho, na Galeria de Arte Pintor Samora Barros, em Albufeira.
Integrada na programação cultural promovida pela Câmara Municipal de Albufeira, a exposição reúne fotografias que retratam a riqueza arquitetónica, paisagística e ambiental do Algarve, com especial destaque para Albufeira e para os cenários que se estendem entre o litoral e o barrocal.
Natural de Albufeira, onde nasceu em 1977 e continua a residir, António de Sá Fragoso desenvolveu desde cedo o gosto pela fotografia. Embora tenha seguido carreira na Marinha de Guerra Portuguesa, foi em 2021 que retomou esta paixão, dedicando-se de forma mais intensa à arte fotográfica.
A exposição poderá ser visitada de segunda-feira a sábado, entre as 09h30 e as 12h30 e das 13h30 às 17h30, encontrando-se encerrada aos domingos e feriados.
A Seleção Brasileira já está concentrada em Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde realiza a reta final de preparação para a Copa do Mundo. Antes da estreia no torneio, a equipe ainda disputa um amistoso contra o Egito, marcado para o próximo sábado (6), às 19h.
Nesta quarta-feira (3), os jogadores cumprem atividades internas pela manhã. Já no período da tarde, o técnico Carlo Ancelotti comandará mais uma sessão de treinamento com presença liberada para a imprensa. Também estão previstas entrevistas coletivas com Marquinhos e Igor Thiago.
O Brasil ficará hospedado em Basking Ridge, região próxima ao centro de treinamento que será utilizado durante a competição. O local escolhido pela delegação está a poucos minutos do Columbia Park Training Facility e relativamente próximo ao MetLife Stadium, palco da estreia brasileira no Mundial.
Ancelotti contará com os 26 convocados para os trabalhos. Marquinhos, Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, que se apresentaram após compromissos na final da Liga dos Campeões da Europa, já estão integrados ao grupo.
Seleção brasileira desembarca nos EUA | Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Confira os compromissos da Seleção na fase inicial da Copa do Mundo:
• 13 de junho, às 19h — Brasil x Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Iorque. • 19 de junho, às 22h — Brasil x Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. • 24 de junho, às 19h — Escócia x Brasil, no Hard Rock Stadium, em Miami.
Foi a “voz do poupar” da Mariana, a “voz do cuidar dos outros” do Ivan, a “voz radical e criativa” do Lourenço ou a “voz do cuidar dos animais” da Eva, entre outras vozes, que se ouviram na manhã desta terça-feira, na sala da Assembleia Municipal de Loulé.
Depois do secundário e dos 2º e 3º ciclos de ensino, foi a vez dos alunos do 1º ciclo de várias escolas do concelho de Loulé participaram numa Assembleia Municipal especial, desta vez dedicada às crianças.
A iniciativa, dinamizada pela MyPolis, envolveu meninas e meninos de turmas do 3º ano de cinco escolas. No papel de “deputados”, mas numa sessão menos formal do que as anteriores, este foi um espaço de encontro e diálogo, no qual as crianças tiveram a oportunidade de partilhar as suas ideias, preocupações e desejos para o seu concelho, bem como questionar os governantes sobre temas do seu interesse.
O plenário começou com o momento “Conhecer quem nos representa”, em que cada turma se dirigiu aos representantes políticos, colocando questões mais pessoais sobre a sua infância, os seus gostos e também o exercício das suas funções. 0
O presidente da Assembleia, Silvério Guerreiro, contou que, durante a sua infância, brincava na rua, ao berlinde e à carica, numa época muito diferente dos dias de hoje. Nos seus tempos livres, tanto se sente bem a nadar na Praia de Quarteira, como a percorrer os serros à volta de Loulé ou, mais no interior, na Rocha da Pena, em Salir.
Em menino, Telmo Pinto, presidente da Câmara de Loulé, sonhava ser jogador de futebol, foi um aluno que “marrou muito” para se licenciar em Engenharia Civil, e que hoje considera que o super-herói que mais se identifica com a sua personalidade é o “Flash”, pela rapidez com que deseja trabalhar para responder às necessidades dos louletanos.
Na escola, numa aldeia minhota, a vereadora da Educação, Maria Esteves, era uma criança que, de um modo geral, se portava bem mas, como consequência de uma ou outra peripécia, não se livrou de umas reguadas na mão. Queria ser professora primária, mas foi no ensino da Filosofia que viria a desenvolver a sua atividade profissional.
Já o sonho de menino do vice-presidente do Município, David Pimentel, era ser cientista e inventar coisas novas. Hoje, revela que os interesse são outros e, como responsável pela área financeira, assume o sentimento de proteção em relação ao “cofre da câmara” e ao rigor das contas.
Quando questionado sobre como chegou a vereador, Paulo Trindade respondeu às crianças: «Têm que perguntar isso ao presidente Telmo Pinto». Para este responsável por áreas como as obras municipais, urbanismo, salubridade ou espaços verdes, a calma e a paciência são essenciais para que as coisas sejam bem feitas, em prol da melhoria do concelho.
Seguiu-se o momento “A Voz das Crianças”, em que os alunos tiveram a oportunidade de expor as suas ideias e propostas para o concelho.
A Escola Básica de Quarteira trouxe propostas nas áreas da educação, como o maior apoio em termos de transportes para visitas de estudo; na saúde, como a realização de sessões para as escolas com médicos, enfermeiros, psicólogos ou dentistas; mas também uma maior participação das crianças na tomada de decisões.
A EB Nº4 de Loulé, apresentou algumas ideias nas áreas do recreio, desporto e movimento, como a realização de aulas de trampolim incluídas no programa escolar, inspirados pelo talento do ginasta Gabriel Albuquerque.
Promover a segurança rodoviária, criar espaços para os idosos, apoiar os animais de rua, ou criar equipamentos em Almancil, como uma Escola Secundária ou Piscinas Municipais, em Almancil foram as ideias dos alunos da EB Cónego Dr. Clementino Brito.
A Escola das Benfarras apontou alguma carência de equipamentos pedagógicos e recursos digitais, mas também a necessidade de mais espaços verdes com sombras, e bebedouros, no recinto escolar.
Finalmente, a EB Dnª Francisca de Aragão de Quarteira apelou à realização de ações para limpeza nas praias, mas também à importância de torná-las acessíveis para todos, apostando em equipamentos que permitam que pessoas com mobilidade reduzida possam usufruir plenamente dos espaços balneares.
Como explicou o presidente da Assembleia, esta iniciativa encerra uma «trilogia de sessões jovens», realizada em 2026.
«No próximo ano, tentaremos ir mais longe, quiçá passar para uma tetralogia e chegar a uma Assembleia dedicada ao pré-escolar», adiantou Silvério Guerreiro.
Integrada na comemoração do Dia Internacional da Criança, a sessão reiterou, de acordo com a autarquia louletana, «a aposta clara da construção de uma sociedade que inclui os jovens e as crianças nos processos de decisão, colocando-os em contacto com a democracia local».
«Podem sonhar com aquilo que quiserem! E é aqui, nesta casa, que podem concretizar muitos dos vossos sonhos, pois é aqui que estão as pessoas que podem resolver muitos dos problemas que encontram na rua», disse Telmo Pinto.
«Hoje estou eu aqui, amanhã qualquer um de vocês pode ser presidente da Câmara, mas o futuro exige dedicação e esforço», acrescentou o autarca.
No encerramento da sessão, também Silvério Guerreiro deixou palavras de incentivo a estes alunos: «Sonhem, com a confiança e sem receio de errar. Os adultos assumem também aqui o compromisso de estarem cá para os suportar, pois é pelo sonho que a humanidade chegou até aqui e todos serão os beneficiários dos vossos sonhos».
Promovida nas escolas por Rita Santos Fernandes, da Mypolis, esta Assembleia marca o início de um projeto que inclui sessões em todos os municípios algarvios e que culminará, em Julho de 2027, com uma grande Assembleia com representantes dos 16 municípios.
A MyPolis é uma organização de impacto social que promove a participação, envolvimento e colaboração de crianças e jovens. Atualmente, está presente em 30 localidades portuguesas, sete países da União Europeia e em Moçambique e Cabo Verde.
O centro comercial Albufeira Terrace, que se situa perto da Câmara Municipal, vai ter uma fanzone para o Mundial de Futebol, de 11 de Junho a 19 de Julho… mas com alguns jogos em diferido.
Os jogos que tenham início até às 21h00 serão transmitidos em direto no terraço do centro comercial, já os restantes serão exibidos em diferido no dia seguinte.
Além das transmissões, o “Mundial 2026 no Terraço” contará com uma zona de gaming com matraquilhos e PlayStation, um selfie point temático, insufláveis para os mais novos e ainda uma área pensada para troca de cromos do Mundial.
Entre os momentos mais aguardados da programação estão os jogos da Seleção Nacional, com transmissão em direto do Portugal x Congo, a 17 de Junho, e frente ao Uzbequistão, a 23 de Junho, ambos às 18h00.
Um homem foi detido pela GNR, no passado dia 31 de Maio, por furto num apartamento turístico de uma unidade hoteleira, no concelho de Albufeira.
Após a denúncia, a GNR conseguiu localizar o suspeito nas imediações do local do crime e apurou que o homem terá acedido ao interior da habitação através do arrombamento de uma janela, tendo subtraído artigos pessoais, documentação, relógios e material informático, no valor aproximado de 4 mil euros.
Da ação resultou ainda a apreensão dos bens furtados, que foram recuperados e entregues aos legítimos proprietários.
O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Portimão e ficou sujeito à medida de coação de apresentações bissemanais na área de residência.
Siamo smontando pezzo per pezzo l’enciclica di Papa Leone, una sbalorditiva collazione di prosperi e fallacie che la metà basta.
9) L’enciclica afferma che il pluralismo culturale è una ricchezza, ma che nessuno, a parte la Chiesa, possiede totalmente la verità. Il papa vuole tenere insieme l’apertura dialogica e l’esclusività dottrinale. Tutta l’argomentazione ne viene indebolito.
10) L’enciclica presenta la Chiesa come promotrice di dignità, pace, dialogo e fraternità, chiedendo perdono per qualche errore del passato (la tolleranza dello schiavismo). Così facendo minimizza le alleanze con poteri autoritari, il colonialismo missionario, le sue discriminazioni strutturali (a quando un papa donna?). E’ cherry picking storico.
11) L’enciclica esalta la sofferenza, la fragilità e il limite attribuendogli un valore spirituale. E’ una fallacia di idealizzazione: alcune sofferenze distruggono persone; molte malattie non “umanizzano”; la medicina moderna ha ridotto enormi quantità di dolore inutile. Che dal dolore possa derivare una crescita personale non implica che il dolore sia di per sé positivo, una fissa di chi ha per modello Cristo in croce.
12) L’enciclica attribuisce molti problemi alla tecnocrazia, alla sete di profitto, all’individualismo, al relativismo. Ma guerre, sfruttamento e controllo sociale esistevano prima del capitalismo digitale. Il papa moralizza fenomeni storici complessi invece di analizzarne le cause materiali, geopolitiche e istituzionali. Le guerre, per dire, possono nascere anche da scarsità di risorse, deterrenza, sicurezza strategica, equilibrio di potenza, interessi materiali.
13) L’enciclica disegna scenari inquietanti: IA che domina; sorveglianza totale; perdita dell’umano; manipolazione; nuove schiavitù; guerra automatizzata; disgregazione sociale. Questi rischi esistono, ma il papa li accumula creando una pressione emotiva. “Se non adottiamo questa visione etica/spirituale, andremo verso la disumanizzazione.” E’ un classico sofisma ad baculum (impaurire per convincere).
14) L’enciclica sostituisce all’analisi empirica una narrazione salvifica: dalla Babele tecnologica si esce con una conversione morale che porta all’armonia, alla civiltà dell’amore, alla fraternità universale, all’umanità riconciliata. Ma alcune visioni del mondo sono incompatibili fra loro, per esempio il liberalismo, la teocrazia, il relativismo, la legge naturale cattolica. Il papa minimizza conflitti irriducibili.
15) L’enciclica usa concetti vaghi (es.: il bene comune) senza darne una definizione operativa, per cui le affermazioni diventano tautologiche. “La tecnologia deve servire il bene comune”: ma chi definisce il bene comune? Con quali criteri? E in caso di conflitto tra beni?
16) L’enciclica implica che l’umano autentico è aperto a Dio, rifiuta il dominio, è relazionale e vive la fragilità. Chi non è d’accordo è meno umano?
17) L’enciclica equivoca spesso tra descrizione e prescrizione. Per esempio passa da “la società è interdipendente” a “quindi dobbiamo essere solidali”. Ma l’interdipendenza non implica solidarietà. Anche i mercati sono interdipendenti.
18) L’enciclica scredita idee in base alla loro presunta origine spirituale: la tecnologia nasce dall’orgoglio prometeico; l’individualismo dall’egoismo; il transumanesimo dal rifiuto del limite. Il giudizio negativo non viene fondato sugli effetti concreti.
19) L’enciclica idealizza la comunità come intrinsecamente buona. Ma le comunità possono essere oppressive, conformiste, violente. Il papa sottovaluta il ruolo positivo del conflitto e del dissenso radicale.
20) L’enciclica rappresenta la Chiesa come orientata al servizio, all’ascolto, al bene comune. Ma le istituzioni religiose hanno anche interessi, potere, strategie; conflitti interni. Le intenzioni dichiarate non coincidono con la realtà storica.
21) L’enciclica assume che autorità morali, educatori, istituzioni, Chiesa e Stato debbano guidare le persone verso il “vero bene”. Ma questo presuppone che alcuni sappiano meglio di altri cosa sia il “vero bene”. Ed ecco che il riconoscimento del pluralismo e dell’autonomia individuale va a farsi friggere. (2. Continua)