O futebol de seleções se consolidou como uma indústria multibilionária, e o valor de mercado dos elencos nacionais passou a refletir não apenas o desempenho esportivo, mas também a força econômica das principais potências do esporte.
O chamado “valor de plantel” representa a soma das avaliações individuais de todos os jogadores convocáveis de uma seleção. Levantamento elaborado com base em dados da Transfermarkt e da Sports Value aponta a Inglaterra como a seleção mais valiosa do mundo em 2026.
De acordo com o ranking, o elenco inglês está avaliado em aproximadamente € 1,62 bilhão, o equivalente a R$ 9,44 bilhões. A França aparece na segunda colocação, com valor estimado em R$ 8,57 bilhões, seguida pela Espanha, com R$ 7,64 bilhões.
A Alemanha ocupa o quarto lugar, com um plantel avaliado em R$ 5,89 bilhões, enquanto Portugal aparece logo atrás, com R$ 5,63 bilhões.
O Brasil surge na sexta posição entre as seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026, com valor de mercado estimado em R$ 5,28 bilhões. O ranking é influenciado pela presença de atletas que atuam nos principais clubes da Europa e possuem elevado valor de transferência no mercado internacional.
Confira as 10 seleções mais valiosas da Copa do Mundo de 2026:
Inglaterra — R$ 9,44 bilhões
França — R$ 8,57 bilhões
Espanha — R$ 7,64 bilhões
Alemanha — R$ 5,89 bilhões
Portugal — R$ 5,63 bilhões
Brasil — R$ 5,28 bilhões
Holanda — R$ 4,45 bilhões
Argentina — R$ 4,44 bilhões
Bélgica — R$ 3,25 bilhões
Turquia — R$ 3,06 bilhões
O ranking evidencia a concentração de talentos nas principais ligas europeias e mostra como o mercado do futebol influencia diretamente a valorização das seleções nacionais às vésperas da Copa do Mundo de 2026.
No próximo dia 11 de junho celebra-se, pela terceira vez, o Dia Internacional do Brincar, instituído pela Resolução 78/268 da Assembleia Geral das Nações Unidas, adotada a 25 de março de 2024. Esta data destaca a importância de preservar, promover e valorizar o brincar como um direito essencial de todas as pessoas, em especial das […]
Uma imagem compartilhada pela alpinista russa Angelina Angelova chamou atenção nas redes sociais ao mostrar a quantidade de resíduos acumulados no Acampamento IV do Monte Everest. Localizado a 7.900 metros de altitude, o ponto é a última parada dos escaladores antes da subida final ao cume da montanha.
Ao divulgar a foto, Angelova destacou que os materiais espalhados ao redor das barracas seriam vestígios deixados por expedições anteriores. A publicação rapidamente viralizou e gerou milhares de comentários cobrando medidas mais rígidas para preservar a região.
A repercussão reacendeu críticas sobre a crescente presença humana no Everest. Em maio deste ano, o lado nepalês da montanha registrou um recorde: 274 pessoas alcançaram o topo em um único dia. Ao longo da temporada, o Nepal emitiu 494 permissões de escalada, cada uma vendida por cerca de US$ 15 mil.
Registro feito a quase 8 mil metros de altitude mostra resíduos espalhados no último acampamento | Foto: Reprodução/Instagram
Especialistas alertam que o aumento do fluxo de visitantes contribui não apenas para o acúmulo de lixo, mas também para congestionamentos perigosos na chamada “zona da morte”, área próxima ao cume onde a concentração de oxigênio é extremamente baixa.
Nos últimos anos, o governo nepalês tem adotado iniciativas para minimizar os impactos ambientais. Dados do Exército do Nepal apontam que mais de 110 toneladas de resíduos foram retiradas das montanhas entre 2019 e 2023 por meio de campanhas de limpeza.
Outro desafio enfrentado pelas autoridades é o descarte de dejetos humanos. Desde 2024, os escaladores são obrigados a utilizar sacos específicos para armazenar as fezes e transportá-las de volta ao final da expedição. A medida foi criada para reduzir a contaminação em uma das regiões mais visitadas do Himalaia.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) divulgou esta terça-feira, 2 de Junho, o esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praiase acrescentou que, tanto a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) como a Autoridade Marítima Nacional (AMN), se pronunciaram favoravelmente a este documento.
«Nós, APA, assumimos fazer uma nova norma orientadora para que não haja qualquer dúvida, seja para os municípios, seja para os concessionários, seja para a Autoridade Marítima. A área que está concessionada está delimitada àquele retângulo e nunca poderá ultrapassar 30% da área útil da praia e 50% da frente de mar», disse José Pimenta Machado, frisando que «tudo o resto é de uso livre».
As declarações foram feitas aos jornalistas pelo presidente da APA, a 25 de Maio, à margem de uma visita da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, à praia do Garrão, no concelho de Loulé.
Nesta nota de esclarecimento agora lançada, a APA volta a frisar que, em Portugal, «as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre, e que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida quando existe uma licença válida».
Ainda assim, «essas áreas estão sujeitas aos limites, condições e obrigações definidas nas respetivas licenças», devendo a definição das áreas concessionadas «atender às características morfológicas de cada praia, aos instrumentos de gestão territorial e às determinações das autoridades».
A nota frisa ainda que, por isso, «as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares».
A mesma entidade realça também «o importante papel dos concessionários na prestação dos apoios à praia previstos nas respetivas licenças, através da disponibilização e manutenção de equipamentos e serviços de apoio aos utentes, nomeadamente apoios de praia, instalações sanitárias, balneários e vigilância balnear assegurada por nadadores-salvadores».
Já a fiscalização compete ao Município no qual a praia está inserida, à APA e à Autoridade Marítima.
Numa nota enviada hoje às redações, a Agência Portuguesa do Ambiente acrescenta ainda que a Associação Nacional de Municípios Portugueses, consultada sobre este esclarecimento técnico, considerou-o «um documento equilibrado, que reflete o enquadramento legal vigente e as realidades de diferentes praias e respetivas concessões».
O guarda-redes Ricardo Velho, vinculado ao Farense embora tenha representado o Gençlerbirligi em 2025/26, vai com Portugal ao Mundial2026 de futebol, mas ficará fora da lista de 26 jogadores inscritos, e mostrou-se hoje confortável com essa situação, sem a considerar ingrata.
«Não estou numa posição ingrata. Estou aqui com muita felicidade e muito orgulho. Temos três grandes guarda-redes, comigo quatro. Espero não ter de ir para o banco por causa de uma lesão de um colega meu ou algo do género. Estou muito orgulhoso com esta oportunidade», afirmou Ricardo Velho.
O guardião de 27 anos, que falava em conferência de imprensa na Cidade do Futebol, em Oeiras, foi convocado pelo selecionador Roberto Martínez para o próximo Campeonato do Mundo e fará parte da comitiva lusa que vai estar no Estados Unidos, mas nos dias dos jogos terá de ficar na bancadas, já que vai ficar excluído da lista final de 26 jogadores inscritos na FIFA.
Durante o torneio, Velho só terá oportunidade de entrar na ficha de jogo caso um dos restantes três guarda-redes (Diogo Costa, Rui Silva e José Sá) tenham uma lesão e fiquem impedidos de atuar até final da prova.
«Quero ajudar da forma que for possível. Na bancada, no balneário, nos treinos. Não há mais prazer do que representar a nossa seleção. É um sonho meu, de toda a minha família, de todos os portugueses. Estou preparado para ajudar», frisou.
O guarda-redes, que esta época somou 23 jogos pelo Gençlerbirligi, mostrou-se ainda confiante num bom desempenho de Portugal no Mundial2026.
«Tenho a certeza de que vamos fazer um grande Campeonato do Mundo e estamos prontos para fazer um grande Mundial. Poder ganhar uma competição destas seria algo fantástico», confessou Ricardo Velho, que somou a sua primeira e até agora única internacionalização em 31 de Março, num particular com os Estados Unidos (2-0), em Atlanta.
No Mundial, a seleção nacional vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para 17 de Junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, às 12h00 (18h00 horas de Lisboa), seguindo-se o estreante Uzbequistão em 23 de Junho, também em Houston e igualmente às 12h00 (18h00), e para fechar a Colômbia em 27 de Junho em Miami, às 19h30 (00h30 de 28 de Junho).
O Mundial2026, o primeiro de sempre com 48 seleções, vai decorrer de 11 de Junho a 19 de Julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
A Red Seagull marcou presença, pela primeira vez, no Nortada Beach Rescue – Campeonato Nacional de Salvamento Aquático Desportivo de Praia 2025/2026, realizado no dia 30 de maio, na Praia Vasco da Gama, em Sines, alcançando resultados muito promissores numa competição que reuniu alguns dos melhores atletas nacionais da modalidade. A estreia da equipa foi assinalada […]
O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo. A sua cratera está situada, aproximadamente, a 1.247 metros de altura acima do nível do mar e vem apresentando atividade constante desde 2024.
O vulcão Kilauea entrou novamente em erupção, na tarde do passado domingo, dia 31 de maio. Este é o 23º episódio da atual erupção deste vulcão, que teve início em 23 de dezembro de 2024.
Neste episódio atual, o vulcão expeliu colunas de lava a mais de 300 metros acima do Havaí, segundo foi revelado por vulcanologistas dos EUA.
Um comunicado do gabinete do Serviço Meteorológico Nacional em Honolulu, divulgado este domingo, segundo a CNN Brasil, informava que era esperada uma erupção intermitente com jatos de lava na caldeira do Kilauea.
O comunicado acrescentou que estes episódios costumam durar menos de 12 horas, mas as cinzas podem permanecer na atmosfera durante mais tempo, dependendo do vento e das condições meteorológicas que se fizerem sentir.
DNIs adheridos a estampitas religiosas, abrazos y risas para calmar los nervios y muchos vistazos de última hora a resúmenes y esquemas con letra diminuta. Este lunes han arrancado las Pruebas de Acceso a la Universidad (PAU) para los alrededor de 300.000 estudiantes que se presentan este año. Los primeros en pasar por estos exámenes que marcarán su futuro son los 42.000 alumnos de Madrid. La mayoría de las autonomías celebra la selectividad entre este martes y jueves. Este año, como novedad, la mayoría de universidades han anunciado el uso de detectores de frecuencia para evitar el uso de dispositivos electrónicos para copiar. Así ha ocurrido en la Universidad Complutense de Madrid (UCM), donde antes de comenzar la primera prueba, de Lengua y Literatura a las 9.30 horas, todos los estudiantes se han desprendido apresuradamente de auriculares y cualquier dispositivo que pudiera activar la vibración de un detector que le pudiera meter en apuros, tal y como les ha indicado una vocal del aula.
María repasa a las puertas de la Facultad de Ciencias de la Información, aprovechando que el calor aún no aprieta. Su primer examen es a las 12.00 horas. Se muestra tranquila porque, según cuenta a 20minutos, tiene una plaza reservada en una universidad privada en la que quiere estudiar Bellas Artes. Confía en su trabajo y considera que no se quiere "jugar un examen tan importante por unos pinganillos, es jugarte tu futuro, vamos lo suficientemente preparados para no tener que usarlos".
Lo mismo piensa Guille, que sí reconoce estar "un poco" nervioso porque "es el examen final y nos jugamos todo". Este aspirante a estudiante de Filosofía asegura que "copiar en el examen más importante de tu vida es jugártela mucho". En su instituto, asegura, "nadie va a copiar" ni hacer uso de pinganillos. A pocos metros se encuentran cuatro amigos que se ríen al ser preguntados por el uso de los pinganillos, pero aseguran que no los van a usar. "Yo soy más de chuletas clásicas de papel, es más fácil", bromea Lucas. Su amigo César afirma que "hay gente que nos ha dicho que lo va a usar, pero creemos que les van a pillar y que no es una buena decisión. Ellos verán, es su futuro y si quieren jugar con él...".
Sentadas en un banco frentre al aula en la que en breve tienen que entrar para enfrentarse a su primer examen, Irene y Paula afirman que han estudiado "todo el año" y van 'limpias'. Entienden que las universidades hayan recurrido a detectores de frencuencia para controlar dispositivos cada vez más avanzados para copiar. "Las medidas se han adaptado a los tiempos, es normal que se quieran asegurar de que no hay ningún tipo de trampas", asegura Irene.
La vicerrectora de Estudiantes de la UCM, Rosa de la Fuente, ha declarado a los medios de comunicación que ante la "proliferación" de formas de fraude académico que están utilizando los entornos digitales, los centros universitarios, asesorados también por los centros de Secundaria, han desarrollado medidas especiales, como pasar aleatoriamente dispositivos de detección de radiofrecuencias para evitar que "haya comunicaciones y que se puedan utilizar para copiar" medios imperceptibles como los micropinganillos o las gafas de Inteligencia Artificial (IA) generativa. "Nos preocupa todo lo que pueda servir para cometer fraude", ha apuntado.
De la Fuente ha considerado que "el que se esté jugando la prueba de hoy no va a hacer uso de estas tecnologías. Yo creo que va a ser muy minoritario, pero sí que es disuasorio y que iremos adaptando la tecnología hasta que encontremos las medidas suficientes", ha subrayado.
A punto de entrar al primer examen, Marcos se muestra "muy nervioso" porque solo se ha estudiado "un tema". "Voy un poco mal", reconoce. Aunque es más partidario de las "chuletas de papel" porque no las detectan los dispositivos de control estrenados este año, reconoce que no lleva ninguna. Su amigo Diego, en cambio, está "tranquilo" y defiende que "hay gente que estudia y se juega entrar en la carrera y otros que se copian y no se lo merecen como los que de verdad se esfuerzan, usar los detectores para pillarlos está muy bien".
Como ellos piensan la mayoría de estudiantes preguntados por este periódico. El uso de detectores "es más justo" y promueve "la igualdad", afirma otra joven. "Si alguien tiene, no es justo respecto a la gente que ha estudiado", añade su compañera. "Está bien porque si no la gente es muy tramposa", tercia otra de ellas.
"Se ha hecho lo que se ha podido, esperemos que salga bien", comenta Celines con risa nerviosa. Su amiga Lucía asegura que no llevan pinganillo ni plantean comenter ningún fraude: "Lógicamente, no nos la vamos a jugar", espeta. A Celines, por su parte, también le parece "muy bien" que se empleen detectores: "Así es más justo para todos y se evitan cualquier tipo de trampas".
Los detectores empleados este año detectan que hay un móvil encendido o aquellos objetos que no se detectan a primera vista. Para no perturbar el desarrollo de la prueba en el aula, el dispositivo vibra y, si el vocal no sabe exactamente a quién pertenece el dispositivo o tiene dudas, lo recoloca en el aula en otro sitio. Según ha expuesto la vicerrectora de Estudiantes de la Complutense, el protocolo contempla marcar el examen y dejar al estudiante que continúe la prueba para velar por la presunción de inocencia del estudiante. "El tribunal de sede determinará la tipología de la falta. Si es grave, va a conllevar probablemente un suspenso y una no calificación de ese examen. Si hay reiteración o lo que encontramos es una conversación con un pinganillo, será falta muy grave y podrá incluso no solamente suspender ese examen, sino toda la prueba. Tenemos que garantizar la igualdad de mérito entre todos los que participan en la prueba", ha defendido De la Fuente.
Recogida de auriculares
Entre los estudiantes también hay profesores de Secundaria y algún familiar emocionado que acompaña a los jóvenes estudiantes. José, profesor de Educación Física en el IES Juana de Castilla, es uno de ellos: "Mi labor es estar aquí toda la semana cuando haya examen para ayudarle a encontrar el aula, para resolver dudas con el tribunal, que se pongan menos nerviosos".
Jose ha tenido que guardar todos los auriculares de sus estudiantes: "Les han comentado que no pueden llevar ni siquiera en las mochilas los dispositivos bluetooth. La universidad mandó una nota a los centros indicando que habría sensores y sí va a ser así. Sabíamos que los móviles y los relojes inteligentes no estaban permitidos, pero no contábamos con lo del bluetooth. Parece que se van a poner serios". El reto al terminar el examen será que cada uno reconozca sus auriculares: "Tengo entre 15 y 20 en la mochila y habrá como mucho dos modelos diferentes. Luego entre ellos tendrán que apañarse para ver cómo lo solventan", agrega.
La Regenta y la literatura hispanoamericana
Como si de una premonición se tratara, otro grupo de estudiantes cuenta a 20minutos qué les gustaría que cayera en el examen de Lengua y Literatura para poder lucirse. Ellos apuestan por un "comentario de texto de un artículo de opinión", "sinonimia de definición" o "la generación del 14". Una hora y media después, los primeros alumnos que han terminado la prueba cuentan a la salida del aula que este año ha entrado "La Regenta", "el realismo", la "novela de hispanoamericana", una columna publicada en el diario El Mundo, un fragmento de El Español es un mundo, de Lola Pons, y "sinonimia" en cuando a la semántica.
"Ha caído la Regenta de Clarín, justo lo que me había estudiado. Dos textos periodísticos, uno muy largo y otro muy corto, una oración fácil y de definición, la sinonimia", relata Miguel Ángel. Según este estudiante, en su aula no se ha registrado ningún incidente relacionado por con los detectores de frecuencia y dispositivos no permitidos: "Estaba centrado en mi examen y quizá han pasado con el detector, pero no me he dado cuenta". Lo mismo corrobora Cristofer, que sí se ha percatado de que han realizado un barrido con detector de frecuencias en su aula, pero asegura que "no ha habido ningún problema".
Alba celebra a la salida que le salido "bastante bien" porque le ha resultado "fácil". "Ha caído La Regenta, que era uno de los más fáciles, así que perfecto". En su caso, tampoco se ha dado cuenta del barrido antidispositivos para copiar y también asegura que no se ha dado ningún indicente. Por su parte, Alejandra, ha optado por el análisis de texto, en el que han preguntado por "el realismo y el naturalismo" con un texto "fácil". Espera "un ocho o un nueve". La joven cuenta que "al principio nos hemos pegado un susto porque todos llevamos cascos, los hemos sacado y se los hemos dado a los profesores acompañantes, pero no ha habido ningún problema".
O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, uma iniciativa do Património Cultural, I.P. financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), assume-se hoje
A garantia de 25% de casas acessíveis nas novas construções ou a limitação da variação da taxa de esforço no crédito à habitação estão entre as 14 medidas do BE para travar a crise e "preços exorbitantes" do setor.
O gabinete do primeiro-ministro enviou, esta segunda-feira, um comunicado para esclarecer a escala polémica de António Costa na Hungria para assistir à final da Liga Europa.
Os exames nacionais do Ensino Secundário arrancaram esta segunda-feira. Os alunos foram chamados a realizar a prova de português, no mesmo dia em que há greve dos professores e serviços mínimos decretados pelo tribunal arbitral. Tanto o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas como o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares garantem que os exames estão a decorrer "dentro da normalidade", uma vez que "os serviços mínimos diminuem os efeitos da greve". A Fenprof considera que os serviços mínimos "não são legais" e vai avançar, esta segunda-feira, com uma ação em tribunal para contestar a decisão.