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Tra alpinisti sono morti precipitando dalla parete Nord del Gran Paradiso: “Due sono italiani”

12 June 2026 at 21:32

Tre alpinisti sono morti dopo essere precipitati dal Gran Paradiso, sul versante della Valle d’Aosta. Secondo quanto si apprende due di loro sono italiani e sarebbero precipitati per quattrocento metri lungo la parete Nord.

Dopo aver dormito al rifugio Federico Chabod, in Valsavarenche, a 2.750 metri di quota, sono partiti venerdì mattina, alle tre circa, in direzione della cima (4.061 metri). La chiamata di soccorso è arrivata alla centrale unica di Aosta poco dopo le 19.30, per il loro mancato rientro. Sono immediatamente partite le operazioni del soccorso alpino valdostano e del soccorso alpino della guardia di finanza di Entreves. Grazie anche a un localizzatore Gps, attivato da uno degli alpinisti, i corpi sono stati individuati a una quota di circa 3.600 metri.

La salita, classificata come “Abbastanza Difficile Superiore” e “Difficile Inferiore”, richiede un’ottima preparazione fisica, tecnica e la conoscenza dell’ambiente d’alta quota. A fine maggio, sempre sulla parete Nord del Gran Paradiso, in un incidente era morto un altro alpinista.

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Foto de acampamento no Everest expõe lixo e gera críticas à superlotação

Uma imagem compartilhada pela alpinista russa Angelina Angelova chamou atenção nas redes sociais ao mostrar a quantidade de resíduos acumulados no Acampamento IV do Monte Everest. Localizado a 7.900 metros de altitude, o ponto é a última parada dos escaladores antes da subida final ao cume da montanha.

Ao divulgar a foto, Angelova destacou que os materiais espalhados ao redor das barracas seriam vestígios deixados por expedições anteriores. A publicação rapidamente viralizou e gerou milhares de comentários cobrando medidas mais rígidas para preservar a região.

A repercussão reacendeu críticas sobre a crescente presença humana no Everest. Em maio deste ano, o lado nepalês da montanha registrou um recorde: 274 pessoas alcançaram o topo em um único dia. Ao longo da temporada, o Nepal emitiu 494 permissões de escalada, cada uma vendida por cerca de US$ 15 mil.

Registro feito a quase 8 mil metros de altitude mostra resíduos espalhados no último acampamento | Foto: Reprodução/Instagram

Especialistas alertam que o aumento do fluxo de visitantes contribui não apenas para o acúmulo de lixo, mas também para congestionamentos perigosos na chamada “zona da morte”, área próxima ao cume onde a concentração de oxigênio é extremamente baixa.

Nos últimos anos, o governo nepalês tem adotado iniciativas para minimizar os impactos ambientais. Dados do Exército do Nepal apontam que mais de 110 toneladas de resíduos foram retiradas das montanhas entre 2019 e 2023 por meio de campanhas de limpeza.

Outro desafio enfrentado pelas autoridades é o descarte de dejetos humanos. Desde 2024, os escaladores são obrigados a utilizar sacos específicos para armazenar as fezes e transportá-las de volta ao final da expedição. A medida foi criada para reduzir a contaminação em uma das regiões mais visitadas do Himalaia.

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