Trump’s name removed from Kennedy Center in predawn operation










Emergency services called to Coogee Beach on reports that 35-year-old woman had been bitten by a large shark about 100ft from shore
© Reuters
A colheita de milho em Mato Grosso na safra 2025/26 atingiu 11,29% da área cultivada, avanço de 5,44 pontos percentuais na semana, e segue adiantada em relação ao mesmo período do ano passado, quando somava 7,20%, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).
Apesar do ritmo mais acelerado na comparação anual, os trabalhos permanecem abaixo da média histórica para a época, de 13,35%, segundo o instituto.
O avanço semanal, contudo, indica intensificação das atividades no campo no maior produtor brasileiro do cereal.
A safra de milho de Mato Grosso em 2025/26 está estimada em 53,35 milhões de toneladas, 3,76% abaixo do recorde registrado no ciclo passado, informou o Imea no início do mês.
(Por Roberto Samora)
Embora condições intensas do El Niño possam prejudicar as colheitas em grande parte do mundo, o fenômeno climático provavelmente impulsionará a produção agrícola na Argentina no segundo semestre do ano, afirmaram especialistas em clima.
Na quinta-feira, o Centro de Previsão Climática dos Estados Unidos informou que as condições do El Niño se intensificarão à medida que o segundo semestre de 2026 avança.
O fenômeno El Niño causa o aquecimento das águas oceânicas na região central e oriental do Pacífico equatorial, levando a uma redução das chuvas em grande parte da Ásia e da Austrália e gerando temores quanto à diminuição do abastecimento global de alimentos e ao aumento dos preços devido às secas.
Mas na Argentina, um dos principais exportadores de soja, milho e trigo, o fenômeno aumenta a frequência e a intensidade das chuvas, o que geralmente favorece o desenvolvimento das culturas, afirmaram especialistas em clima.
“A safra de 2026/27 será inteiramente marcada pela presença do El Niño e será um fator positivo”, disse German Heinzenknecht, meteorologista da Consultoria Argentina de Climatologia Aplicada.
O último El Niño intenso ocorreu no ciclo 2015/16, quando a Argentina registrou a segunda maior safra de soja de sua história, com 59,1 milhões de toneladas métricas, e a produtividade média do milho foi 7% superior à média dos últimos 10 anos, segundo dados oficiais.
“No coração agrícola, uma área que não sofre inundações por ter boa drenagem de água, o El Niño produz rendimentos muito bons”, disse o especialista em clima Eduardo Sierra.
O plantio de milho na Argentina começará em setembro e o de soja em outubro.
Os produtores do país já estão semeando a safra de trigo 2026/27, que pode chegar a 20 milhões de toneladas, segundo a Bolsa de Rosário, o que seria a terceira maior safra do cereal para a Argentina.








Autoridades do Banco Central Europeu mantiveram em aberto, nesta sexta-feira (12), a possibilidade de um novo aumento das taxas de juros em julho devido à inflação acelerada, mas afirmaram que ainda é muito cedo para determinar se tal movimento será necessário para evitar que a alta dos preços provocada pela guerra no Oriente Médio se espalhe.
O BCE elevou as taxas de juros na quinta-feira (11), tornando-se o primeiro grande banco central a apertar a política monetária diante do salto nos preços do petróleo, depois que a inflação ultrapassou os 3% e até mesmo o aumento subjacente dos preços — que exclui as variações no setor de energia — subiu bem acima da meta de 2%.
“O Conselho do BCE se reunirá para sua próxima reunião de política monetária em julho”, afirmou o presidente do banco central alemão, Joachim Nagel, em comunicado. “Estamos mantendo todas as nossas opções em aberto e estamos prontos para agir novamente, caso seja necessário.”
Ulo Kaasik, o recém-empossado presidente do banco central da Estônia, por sua vez, alertou que a inflação pode ser mais forte do que o previsto, já que a incerteza á excepcionalmente alta.
“Considerando os vários riscos, é bastante provável que o aumento dos preços na zona do euro seja mais rápido do que o esperado”, disse ele em uma postagem de blog, acrescentando que o BCE ainda deve manter sua abordagem de decidir a política monetária reunião a reunião.
Embora os comentários públicos tenham sido cautelosos e evasivos nesta sexta-feira, fontes próximas à discussão disseram à Reuters que um aumento em julho não é o cenário base por enquanto, e que será necessário um aumento nos preços da energia ou outra surpresa negativa na inflação para que eles ajam nessa ocasião.
Ainda assim, uma pausa pode ser seguida por outro aumento em setembro, acrescentaram.
Os mercados financeiros veem uma chance em três de outro aumento dos juros em julho, mas um movimento até setembro já está totalmente precificado.
O presidente do banco central austríaco, Martin Kocher, mostrou-se mais cauteloso do que alguns, dada a queda acentuada nos preços da energia mais cedo, em meio a rumores de que o Irã e os EUA podem estar próximos de um acordo para encerrar a guerra.
“Faltam seis semanas para a próxima reunião de definição de juros no final de julho”, disse Kocher em uma coletiva de imprensa, acrescentando: “Muita coisa pode acontecer nesse período… Quem sabe quais desenvolvimentos teremos.”
Primoz Dolenc, presidente do banco central da Eslovênia, disse que o BCE tem toda a flexibilidade para agir se isso se tornar necessário.
“Acreditamos que, no contexto de alta incerteza sobre a magnitude e a persistência do choque energético, esse nível de taxas de juros nos permite responder adequadamente a novos desenvolvimentos”, disse ele em uma postagem de blog.
Nagel, um potencial candidato à sucessão da presidente do BCE, Christine Lagarde, no próximo ano, disse que o aumento das taxas de juros na quinta-feira foi necessário, pois a inflação agora está se espalhando para além do setor energético e começando a afetar os preços de outros bens e serviços.
“O choque de oferta desencadeado pela guerra no Oriente Médio está se mostrando forte e persistente”, disse ele. “É por isso que não podemos simplesmente ‘ignorá-lo’.”
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O Banco do Japão deve elevar as taxas de juros para o nível mais alto em 31 anos na próxima semana e sinalizar que está disposto a continuar aumentando os custos dos empréstimos, enquanto se concentra em combater os riscos de inflação decorrentes da guerra no Oriente Médio.
A decisão alinharia o Banco do Japão com outros bancos centrais que estão adotando políticas mais restritivas, incluindo o BCE (Banco Central Europeu), que anunciou um amplamente esperado aumento dos juros na quinta-feira (11).
O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, atualmente hospitalizado para um tratamento de duas semanas devido a um cisto hepático, não participará da reunião de dois dias que se encerra em 16 de junho.
Os oito membros restantes do conselho, muitos dos quais alertaram para as crescentes pressões sobre os preços, provavelmente elevarão a taxa de juros de 0,75% para 1% — levando-a a níveis não vistos desde 1995.
“A ausência de Ueda não afetará a decisão institucional do Banco do Japão de se concentrar nos crescentes riscos de inflação, em vez dos riscos ao crescimento decorrentes do conflito no Oriente Médio”, disse Saisuke Sakai, economista sênior do Mizuho Research Institute.
O aumento seria o primeiro desde dezembro e marcaria uma mudança na abordagem cautelosa do Banco do Japão, que vem desmantelando os resquícios do estímulo radical do antecessor de Ueda, rumo a um foco no papel convencional do banco central de combater a inflação.
Com um aumento na próxima semana praticamente precificado, os mercados estão voltando a atenção para o momento e o ritmo dos aumentos futuros.
Uma pesquisa da Reuters mostrou que economistas projetam que o Banco do Japão elevará as taxas para 1,25% no quarto trimestre, após um aumento em junho para 1%.
Uma complicação para os investidores será comparar a linguagem dos comentários anteriores de Ueda com a do vice-presidente Shinichi Uchida, que conduzirá a coletiva pós-reunião da próxima semana em nome do presidente.
Os investidores estarão atentos a pistas de Uchida sobre se sinais de ampliação da inflação poderiam levar o Banco do Japão a acelerar os aumentos dos juros.
O Banco do Japão provavelmente enfatizará sua determinação em continuar aumentando os juros, já que o choque energético, os custos crescentes de importação devido ao iene fraco e um mercado de trabalho restrito alimentam os riscos de inflação.
Mas a autoridade monetária vê pouca necessidade de aumentos de juros mais rápidos ou consecutivos, pelo menos por enquanto, segundo fontes ouvidas pela Reuters, citando a incerteza sobre as repercussões econômicas da guerra no Irã.
“Embora Uchida seja visto como um dos membros mais dovish do conselho, ele provavelmente tentará soar bastante hawkish para evitar provocar quedas indesejáveis do iene”, disse Nobuyasu Atago, economista-chefe do Instituto de Pesquisa Econômica da Rakuten Securities.
“É um dilema. O Banco do Japão não vai querer se comprometer antecipadamente com nenhum prazo, dada tanta incerteza. Mas parecer muito cauteloso sobre o próximo passo poderia enfraquecer o iene, elevar os preços e aumentar o risco de ficar para trás.”
Um aumento para 1% colocaria a taxa de juros de referência do Banco do Japão na parte inferior da faixa nominal estimada de 1,1% a 2,5%, considerada neutra para a economia — motivo para agir com cautela.
Mas o ritmo lento dos aumentos das taxas do BC japonês tem sido apontado como responsável pelo enfraquecimento do iene, que oscila em torno da marca de 160 por dólar, o que aumenta a chance de uma intervenção cambial.
Tempo de tela está influenciando nossa maneira de falar? Entenda
A Copasa comunicou oficialmente nesta sexta-feira (12) que a oferta pública de ações que privatiza a companhia foi precificada a R$49,03 por papel, somando quase R$8,4 bilhões, sem considerar as ações adicionais.
O preço foi a aprovado pelo Estado de Minas Gerais, representado por delegação pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, acionista vendedor na oferta, que teve apenas distribuição secundária.
A companhia disse que foram alocadas à Equatorial, na qualidade de investidor de referência, exclusivamente as ações da alocação prioritária, em um total de 114.075.921 papéis, correspondentes a 66,67% das ações inicialmente ofertadas e a 30% do capital social votante e total da companhia.
A operação teve como coordenadores o BTG Pactual (líder), o Itaú BBA, o Bank of America Merrill Lynch, o Citigroup e o UBS BB.











Government urged to reconsider proposal for 1,100 Afghans, currently stranded in Qatar, who worked with US forces
Dozens of US lawmakers urged the Trump administration on Thursday to roll back any plans to ship to unsafe third countries Afghan nationals who worked with US forces during the war in their homeland.
In a letter seen by Reuters, more than 80 House of Representatives members, including at least three Republicans as well as Democrats, appealed to secretary of state, Marco Rubio, to reconsider plans for 1,100 Afghans who have been stranded in Qatar awaiting relocation.
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© Photograph: Karim Jaafar/AFP/Getty Images

© Photograph: Karim Jaafar/AFP/Getty Images

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Twenty people were killed and 120 injured in the attack at the Erawan Shrine, a popular tourist destination
A Thai court has handed out death sentences to two Uyghur men from the north-western Chinese region of Xinjiang for a 2015 bombing in the centre of Bangkok that killed 20 people.
The explosion occurred at the Erawan Shrine in the centre of Bangkok, an area popular with foreign tourists. As well as the 20 people killed, another 120 were injured. Five of the dead were from mainland China and two from Hong Kong.
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© Photograph: Sakchai Lalit/AP

© Photograph: Sakchai Lalit/AP

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"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã", disse o Comando Central das Forças Armadas em uma publicação na rede social X, acrescentando que os ataques começaram às 0h45 em Teerã.
Uma explosão foi ouvida na cidade portuária de Sirik, e as defesas aéreas foram ativadas na zona oeste de Teerã, informou a agência de notícias iraniana Mehr.
Trump havia dito mais cedo a jornalistas nesta quarta-feira na Casa Branca: "Vamos atacá-los, atacá-los com muita força."
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse posteriormente durante uma visita ao Comando Central na Flórida que os ataques "devem promover nossos interesses militares e também fortalecer nossa posição diplomática".
"Vamos atacá-los com força nesta noite, e esperamos que o Irã tome uma boa decisão", disse. "Se precisarmos negociar com bombas, negociaremos com bombas."
Os Estados Unidos e o Irã trocaram tiros diversas vezes desde a vigência do cessar-fogo provisório, mesmo com as tentativas frustradas dos negociadores de pôr fim à guerra que já dura três meses. Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, embora não haja sinais de avanços significativos, além de ameaçar retomar os bombardeios.
Na terça-feira, as Forças Armadas dos EUA atacaram sistemas de defesa aérea e radares ao redor do Estreito de Ormuz, após um helicóptero de ataque norte-americano ser abatido próximo à estratégica via navegável na segunda-feira. O Irã respondeu com mísseis e drones a bases dos EUA na Jordânia, Kuweit e Bahrein. Uma autoridade norte-americana afirmou que não houve danos significativos.
O Irã acusou os EUA de atacar reservatórios que abasteciam 10 aldeias com água potável e de violar o direito internacional.
"Isto não é dano colateral -- é um crime de guerra premeditado e uma violação flagrante dos direitos humanos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghei.
O Pentágono não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Trump, que já ameaçou destruir a infraestrutura civil do Irã, não disse se os próximos ataques teriam como alvo usinas de energia e pontes.
Em resposta, o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, alertou que "a guerra não se limitará à região".
Apesar da linguagem beligerante de ambos os lados, houve sinais de continuidade dos esforços diplomáticos.
Uma delegação do Catar, que tem atuado como mediadora entre os Estados Unidos e o Irã, desembarcou em Teerã nesta quarta-feira para discutir os últimos acontecimentos, informou a mídia iraniana.
* Reportagem de Menna Alaa El Din, Ahmed Tolba e Yomna Ehab
* É proibida a reprodução deste conteúdo

"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã", disse o Comando Central das Forças Armadas em uma publicação na rede social X, acrescentando que os ataques começaram às 0h45 em Teerã.
Uma explosão foi ouvida na cidade portuária de Sirik, e as defesas aéreas foram ativadas na zona oeste de Teerã, informou a agência de notícias iraniana Mehr.
Trump havia dito mais cedo a jornalistas nesta quarta-feira na Casa Branca: "Vamos atacá-los, atacá-los com muita força."
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse posteriormente durante uma visita ao Comando Central na Flórida que os ataques "devem promover nossos interesses militares e também fortalecer nossa posição diplomática".
"Vamos atacá-los com força nesta noite, e esperamos que o Irã tome uma boa decisão", disse. "Se precisarmos negociar com bombas, negociaremos com bombas."
Os Estados Unidos e o Irã trocaram tiros diversas vezes desde a vigência do cessar-fogo provisório, mesmo com as tentativas frustradas dos negociadores de pôr fim à guerra que já dura três meses. Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, embora não haja sinais de avanços significativos, além de ameaçar retomar os bombardeios.
Na terça-feira, as Forças Armadas dos EUA atacaram sistemas de defesa aérea e radares ao redor do Estreito de Ormuz, após um helicóptero de ataque norte-americano ser abatido próximo à estratégica via navegável na segunda-feira. O Irã respondeu com mísseis e drones a bases dos EUA na Jordânia, Kuweit e Bahrein. Uma autoridade norte-americana afirmou que não houve danos significativos.
O Irã acusou os EUA de atacar reservatórios que abasteciam 10 aldeias com água potável e de violar o direito internacional.
"Isto não é dano colateral -- é um crime de guerra premeditado e uma violação flagrante dos direitos humanos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghei.
O Pentágono não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Trump, que já ameaçou destruir a infraestrutura civil do Irã, não disse se os próximos ataques teriam como alvo usinas de energia e pontes.
Em resposta, o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, alertou que "a guerra não se limitará à região".
Apesar da linguagem beligerante de ambos os lados, houve sinais de continuidade dos esforços diplomáticos.
Uma delegação do Catar, que tem atuado como mediadora entre os Estados Unidos e o Irã, desembarcou em Teerã nesta quarta-feira para discutir os últimos acontecimentos, informou a mídia iraniana.
* Reportagem de Menna Alaa El Din, Ahmed Tolba e Yomna Ehab
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